Inesquecível (a mulher do meu melhor amigo)

Imperdoável (A Mulher de um Amigo)

Depois de muito tempo e várias confusões, volto a escrever, não para terminar alguns dos temas que deixei inacabados (prometo me atualizar assim que puder), mas para contar uma daquelas coisas que a gente não pode confessar nem no círculo mais íntimo, porque todos diriam, e com razão, que sou um baita filho da puta. Para situar vocês no tempo e espaço, isso aconteceu mais ou menos 3 ou 4 anos atrás. Naquela época, eu estava solteiro e oficialmente dedicado à putaria.

Enfim, não quero entediar vocês com julgamentos de valor sobre minha alma irredenta, embora eu tenha que admitir que até eu mesmo me critico por ter feito o que fiz. Bora, vou contar depois do desabafo como foi a parada.

Com o Seba a gente se conhecia desde pequenos, fizemos juntos desde o pré-escolar no colégio, depois por essas coisas da vida, não coincidimos na faculdade nem em outras atividades e começamos a perder contato, porém sempre mantivemos aquela sintonia que se tem só com os grandes amigos. O Seba desde que eu me lembro só teve uma namorada, começaram a namorar lá pelos nossos 17 anos, ao contrário da maioria das namoradas, a Macarena não o afastou dos amigos, pelo contrário, muitas vezes ela veio com a gente pro campo e ficava com a gente quando nos reuníamos pra comer na casa do Seba, enfim, ela mesma se gabava dizendo que "era mais um dos caras". Não vou mentir dizendo que nunca olhei pra ela, mais de uma vez cravei os olhos, e algum pensamento safado tinha o nome dela na minha cabeça, maaaas, era a namorada de um amigo, nem louco eu ia tentar algo mais. Descrevendo ela: morena, 1,70 mais ou menos, talvez um pouquinho menos, cabelo castanho e aquele tom de pele moreno, que parece sempre bronzeado, que a torna tão especial, de peitos tem o justo, não muito grandes mas também não pequenos, o tamanho ideal pras mãos hehe, e de bunda é a típica morena argentina com um belo bumbum, tipo bunduda no caso dela. De rosto, pra que tenham mais ou menos uma ideia, é parecida com a da "Todos Contra Juan". Feita a descrição, devo dizer que ela sempre foi meio pouco feminina, mas daquelas gatinhas que têm muita sensualidade em potência, por assim dizer. Era impressionante vê-la quando a gente ia pro campo de futebol e com a infalível camiseta colada, era uma visão e tanto.

Bom, eu fui pelas ramas, indo pra história em si o assunto foi que depois de tanto namoro finalmente o Seba ia dar o nó. Obviamente e apesar do grupo de amigos do Seba ser mais tranquilo, o cara teve sua despedida de solteiro como deve ser, aliás como o Seba é bem amigão ele teve 3 despedidas seguidas, coitado do maluco, as merdas que a gente fez ele fazer. Por acaso, como eu fui um dos organizadores e aconteceu que na semana seguinte tinha a despedida de outro amigo, a despedida do Seba foi uma semana antes do casamento, o que foi super conveniente se a gente considerar como a gente terminou, porque senão no casamento teriam faltado o noivo e boa parte dos convidados.

Já a Maca fez sua despedida de solteira um dia antes do casamento. Por coincidência do destino, minha despedida do outro casamento foi justamente no mesmo dia e ainda por cima no mesmo lugar - um point famoso pra despedidas por aqui. A questão é que chegamos com a galera no lugar e percebi que a Maca e as amigas também estavam lá. As filhas da puta foram de vincha de índia e com a cara pintada, e a Maca estava simplesmente arrasando de top curtinho e tapa-sexo com uma espécie de saia por cima, mais a vincha e a pintura. Tá maluca, a gata. Meus amigos encheram o saco delas a noite toda e eu aproveitei pra me aproximar.

Vou abrir um parêntese, não vou dizer que estava bêbado porque estaria mentindo, na verdade não tinha bebido nada porque estava tomando remédio para gripe. Mesmo assim, quando o baile esquentou, fui direto pra onde ela estava, ela ficou toda feliz quando me viu.

Não sabia que você tinha um lado selvagem, Maqui, eu disse rindo.
Não tem nada a ver, o que acontece é que as meninas insistiram, e ainda trouxe roupa pra me trocar. Eu morro se o Seba me vê vestida assim.
Parece que os magrelos daqui curtiram o visual, porque não param de vir dar em cima de mim. Aliás, vou vazar porque já tão começando a olhar feio.
Não fica aí, Marcos, nem tô com saco pra gente enchendo meu saco, eu me caso amanhã, porra!
Por que? Você acha que por isso elas vão parar? Além disso, não tô falando por você, viu (deixando claro, me fazendo de solene), mas você tem noção da quantidade de minas que dão uma última foda antes de pular pro lado das casadas?
Não sei, eu nunca faria uma coisa dessas, pra isso nem me caso e pronto.
Ahh, isso é o que todas dizem, e depois mais de uma acaba se empolgando.
É porque você deve fazer elas caírem na armadilha
Ah, eu não disse que estava falando de mim, além do mais eu me comporto bem, eu tenho meus códigos – falei, me fazendo de escandalizado
Sisi, eu não sou nenhuma otária, acha que não fico sabendo das fofocas que contam? Você é um baita de um enganador, já fiquei sabendo de algumas das suas histórias.

Fiquei meio sem jeito ali, mas fiquei curioso com o jeito que ela falou, como se estivesse com ciúmes.

Também não é que eu ando com 20.000 gostosas, não se baseie nos comentários dos caras porque eles são muito mentirosos – eu disse, diminuindo a importância
Já fiquei sabendo que você é um baita de um galinha – Ela disse rindo e me beliscando

Não havia mais dúvidas de que ela estava ficando histérica, mas eu também estava, só que quem estava analisando era eu, então deixei isso passar. Foi aí que Valentina, irmã da Maca, se aproximou e nos tirou do nosso jogo.

O que vocês dois estão fazendo aqui? – Ele falou com um tomzinho que denunciava que tinha tomado até a água dos vasos de flores.
Nada, o Seba mandou o amigo dele me vigiar, disse Maqui sorrindo.
Então você acabou sendo um dedo-duro? Não te imaginei nessa! – disse Valen me acusando entre risas
Não, eu não vou ser dedo-duro, seria a última coisa que faria, mesmo que o Seba seja meu amigo. Hoje eu não tenho boca, nem ouvidos, nem olhos. Então podem fazer o que quiserem.
Eu não vou fazer nada, disse Maca e cruzou os braços feito uma menininha.
Ah, deixa ela, negri, vem dançar comigo. A namorada ideal tá decidida a morrer provando só uma piroca a vida toda.

A Maca é meio que eu, não consegue ficar muito vermelha, mas ela cora e crava o olho no chão de tanta vergonha que sentiu.

Olha, gata, eu não fico por aí fazendo qualquer coisa, além do mais, eu me caso amanhã.
Por quê? Qual é o problema, tá com medo de experimentar outra pica e se arrepender?
Aí eu me meti porque achei que ia dar merda, peguei a Valentina e levei ela pra dançar, deixando a Maca puta da vida e sozinha.
Depois de um tempo, a Valen sumiu e eu fiquei completamente sozinho, porque os caras também já tinham ido embora. Fiquei andando sem rumo um pouco e, do nada, ouço um assobio. Era a Maca.

Tá perdido? – Ela me disse com um sorriso
Me deixaram mais sozinho que Adão no dia das mães, respondi
E o seu grupinho? Não era pra ser sua despedida?
Sim, mas elas querem ir dançar e eu não tô a fim, além do mais amanhã ao meio-dia é o civil, não posso aparecer com umas olheiras terríveis.


Bom, já que você não vai continuar com a caravana, te convido pra um brinde
Beleza, então aceito

Fomos até o bar depois de nos despedir das amigas da Maca e da Valen, que iam continuar a farra não sei por onde. Continuamos conversando e a conversa foi ficando cada vez mais íntima, juro que não fiz nada para que acontecesse, além do mais eu continuava completamente sóbrio, não sei se ela se soltou por causa do álcool, embora não tenha bebido muito, ou pela situação, mas ela começou a puxar um papo mais intimista, aos poucos fomos nos soltando cada vez mais, mas sempre com cuidado, não dá para se jogar de cabeça nesses casos, é uma loucura, na hora pensei que ela continuava naquela histeria, e confesso que me deu um pouco de receio, tipo vontade de dar uma desculpinha.

É verdade o que a Valen falou?
O quê?" – ela disse, fingindo-se de desentendida.
Você nunca ficou com ninguém?
Se for verdade, com certeza você também acha que eu sou uma otária – ela disse, meio se irritando
Nada a ver, pelo contrário, acho super admirável, adoraria encontrar uma namorada assim
O que acontece é que você tá dando em cima de todo mundo, assim nunca vai arrumar uma namorada decente.
O pau entrou e eu fiquei sem saber o que dizer, não queria dar em cima dela porque ela me conhecia bem. Deve ter dado pena de ser tão sincera, porque ela suavizou a situação falando
Olha, não é que esteja errado, acho legal cada um viver como quer, mas se o Seba fosse igual a você, eu dava um chute na bunda dele na hora.
Não é como você não, certo? - ela disse fazendo carinha
Que se eu, eu não vou te contar o que a gente faz quando sai, te falei que não era dedo-duro, além do mais nem que eu fosse sei lá o quê – Falei só pra deixar ela puta.
Embora o Seba sempre se comporte bem quando saímos – acrescentei, rindo ao ver que ele já estava ameaçando engatar
Quer dizer, não pense que eu não olho outros caras, uma não é de pedra, mas eu sei me controlar.
Resumindo, você tá curiosa pra experimentar outra pica – eu soltei sem filtro nenhum

Pensei que tinha mandado tudo pro caralho assim que falei, mas ela na hora respondeu com timidez

É sério

Fiquei totalmente sem reação com essa resposta, e ela continuou

O que você acha? Tenho cara de otária, mas não sou. O que acontece é que respeito meu futuro marido e por isso não faço nada.
Pô, hoje era sua última chance, afinal é uma travessura de solteira, a partir de amanhã já são chifres oficiais – falei, dando um tom de encerramento à frase.
Tá me parecendo ou você tá querendo me dar em cima de mim? – ela disse, aproximando o rosto do meu.

Parece que você bebeu demais e isso tá te fazendo mal – soltei sem rodeios e dei um passo pra trás, pra cortar a proximidade que tinha se criado.
Nossa, neném, não seja chata, deixa eu me divertir um pouco, que amanhã eu me caso
Tudo bem, espera que eu chamo sua irmã, aí você vai com elas.
Já foram embora – Ele me disse num tom debochado
Bom, se quiser eu te acompanho até sua casa – falei, tentando ignorar que ela tinha ficado colada em mim e meio que me dando mole
Não vai dançar um pouquinho comigo? - Ele disse, segurando meu rosto
Você tá muito bêbada, Maca, vou te levar pra casa porque amanhã você precisa estar bem.
Vai lá, guri, ou tá com medo de fazer merda? – disse com cara de malandra

Me senti como se tivessem me pego correndo pelado no meio da calçada, não soube o que dizer e ela, sem me deixar reagir, continuou.

Você acha que eu sou burra e não percebo como você me olha? Sei que se não fosse o Seba no meio, você já teria chegado em mim faz tempo.

Tentei dizer que não, tentei explicar alguma coisa, principalmente não conseguia acreditar como a bucetinha dela estava tão molhada, mas tudo que consegui articular foi um gaguejo constrangedor. Ela colocou um dedo nos meus lábios e me arrastou até onde todo mundo estava dançando. Eu tinha certeza de que não ia fazer nada além de cagar tudo, sabia disso e não fiz nada para evitar. Depois de dançar um pouco e nos esfregarmos sem nenhuma vergonha, ela me beijou tocando apenas de leve meus lábios.

O que foi, Marcos? Viu um fantasma? – ela me perguntou, com o rosto a dois centímetros do meu.

Se o diabo ainda não tinha entrado na jogada, foi aí que ele meteu a bunda, porque sem pensar nas consequências, eu puxei ela pra mim agarrando a raba e devorei a boca dela enquanto encaixava toda a minha pica — que, nem preciso dizer, já estava bem animada. Ela ficou ronronando enquanto oferecia o pescoço pra eu me deliciar.

Vamos pra outro lugar, Maca – falei meio nervoso de alguém nos pegar
Espera aqui que vou me trocar, não posso sair na rua assim não.
Vai logo – falei, ansioso para comer ela.

Parado ali, reagi um pouco, não podia ser tão babaca, tinha que dizer não e pronto. É incrível como o tempo às vezes passa devagar, ali estava eu parado que nem um idiota, esperando sei lá o quê, por um momento pensei em ir embora pra puta que pariu, mas fiquei, enquanto tipo flashes de filme vinham mil coisas na minha cabeça.

Vamos – me disse a Maca, pendurando a mochila no ombro e me tirando do estado alucinatório.

Lá estava eu, só precisava explicar pra ela e pronto, enquanto a gente ia saindo ela me abraçou como se fosse minha namorada de uma vida toda. Conseguimos um táxi bem rápido, e ela deu o endereço, comecei a explicar o que eu tinha pensado, sem entrar em detalhes porque eu tinha a impressão de que o taxista era um espião mandado pelo Seba (sim, eu tava meio paranoico). Ela me olhou como se eu tivesse explicando a teoria da fusão a frio ou alguma bobagem daquelas. Antes dela me responder, chegamos na casa. Paguei como um bom cavalheiro e descemos. Acompanhei ela até a porta de casa e aí rolou aquele silêncio constrangedor que é difícil de quebrar

Quer passar pra tomar um café? – Ela me disse, como se estivesse arrependida
Pode deixar, aceito um bem carregado. A essa altura, acho que vou direto até a tarde (foi uma desculpa péssima, igual aqueles roteiros toscos de filme pornô que enfiam um pouco de diálogo pra depois voltar a meter, mas saiu assim).

Entramos no apartamento, parecia mentira mas via fotos do Seba por todos os lados. Eu fiquei sentado na poltrona que tinha na sala de jantar enquanto ela foi buscar as coisas para mexer o café. Ela voltou da cozinha e sentou do meu lado, eu a olhava em silêncio, estava uma gostosa ali sentada, se mexia como quem faz uma coisa enquanto espera para fazer outra, ou espera que outra pessoa faça algo, num momento ela virou pra mim e nos encaramos, um segundo interminável

Você percebe que o que estamos fazendo é errado, né? - falei, com aquele tom de bronca que a gente levava quando era moleque e aprontava alguma
Que? Café te faz mal? Ela me perguntou, entre risos e provocação
Bom, se você tá dizendo...
Por quê? O que você vai fazer comigo? - Disse já com voz de puta safada
Tudo - respondi sem mover um músculo do rosto, contendo o animal interno que lutava para sair
Mmm, e se eu não deixar? - Continuo fazendo escândalo
Não é que você vai me deixar, você vai me pedir - eu disse no mesmo tom de antes

Sem dar muito tempo, me joguei em cima dela, o pote e a colher voaram para a merda, num instante a deixei de tetas e me diverti lambendo ela toda, beijei seu rosto, desci aos poucos beijando seu pescoço e lambi suas orelhas enquanto massageava seus peitos, seus mamilos túrgidos pediam minha atenção. Um gemido escapou de sua boca quando minha língua finalmente se apoderou deles, minha mão seguiu seu caminho, se divertindo com a área que vai do umbigo até sua buceta, meus dedos mal a roçavam mas ela gemia espasmodicamente como se estivessem eletrificados, ela agarrou minha calça, soltando meu cinto e ofegante começou a me masturbar por cima da cueca, enquanto continuava com a boca entreaberta e os olhos fechados.
Abri os olhos, Maqui – falei, me levantando até ficar com o pau bem debaixo do nariz dela
Quero que você veja bem o pau que vai mamar.

Ela abriu os olhos, esticou a língua e tocou com a pontinha a cabeça do meu pau, enquanto sua mão acariciava minhas bolas. Aos poucos, foi mostrando toda sua tesão, chupava como uma possessa. Dava pra sentir suas bochechas se afundando na minha rola e sua garganta se abrindo quando ela mesma a enfiava até o fundo.

Que delícia como você chupa, Maqui, que puta safada você é – eu disse, totalmente excitado.

Isso a deixou ainda mais excitada, porque ela continuou chupando, tirando de vez em quando para passar a língua por todo o comprimento, e parando para dar pequenas sugadas na cabeça avermelhada. Terminei de despi-la e mergulhei na sua buceta encharcada, ficando em um delicioso 69. Usei minha língua à vontade, arrancando dela mil e um gemidos e espasmos, chupando com devoção, sugando seu clitóris inchado sem piedade, e comendo ela com a língua, intercalando com lambidas no seu cuzinho que a faziam tremer. Ela, enquanto isso, não ficava atrás, cuidando do meu pau; às vezes parecia que ela tinha uma boceta na boca de tanto que chupava. Quando não aguentei mais, avisei, mas ela mal tirou para receber todo o meu sêmen no rosto e na boca, enquanto minha boca também recebia seu néctar íntimo, que bebi com avidez.

Passada a fúria da tesão, ficamos quietos por apenas um segundo

Que gostosa você está toda coberta de neve, Maca

Ela não respondeu, mas se abraçou em mim e, com um movimento, sentou no meu colo, enquanto esfregava a buceta no meu pau. Era como a melhor das carícias, e ela fazia com muita suavidade, dessa vez sem fechar os olhos. Com tanto mimo, ele ficou duro de novo.

Mmmm, você vai me comer todinha? Sou a namorada do seu amigo e você vai me comer? Você gosta de mim, né? - Disse me olhando com lascívia
Se a Maqui me deixa louco, vou te comer tanto que amanhã você não vai querer se casar.
Mmm, viu que putinha que eu sou, e ainda estou só começando, seu pau vai ser meu melhor amigo - ela disse enquanto centímetro por centímetro enfiava meu pau até o fundo da sua buceta faminta

Qualquer ser humano teria um pingo de vergonha, mas não me peçam isso, não é que eu me justifique, não senhor, mas tem que estar lá.

Que puta você é, Maca, vou te fazer gritar pra caralho

Ela enquanto cavalgava em mim, e quando digo cavalgava é exatamente isso, ela batia contra as minhas bolas e subia de novo, era um movimento de pistão lindo, só interrompido para ela ficar toda enfiada em mim e se esfregar devagar. Minha boca livre naquela hora fez um banquete com os peitos dela, beijava, mordia, e meu pau sentia as batidas daquela buceta descontrolada. Minha pélvis tentava acompanhar o movimento dela enquanto minha mão travessa brincava no meio da bunda, aos poucos fui dedilhando bem devagar, primeiro em volta e depois penetrando com os dedos, provocando aquela sensação indescritível de sentir a fina parede que separa a buceta do cu. Ela estava em êxtase nesse momento.

Ahhh, assim me dá tudo
Você gosta de Maca?
Eu adoro, eu adoro – disse ela, completamente fora de si
Os vizinhos vão te ouvir
Não me importo, me come todinha, me enche todinha.
Você é uma putinha safada, maqui? Me diz que você é uma putinha
Sou uma puta, uma puta e adoro pica!

O ritmo era tão frenético que eu temia que um ovo fosse esmagado, tremendo cheguei a um orgasmo tão intenso que a safada me mijou, nunca tinha acontecido algo assim comigo, ela me abraçava como se soubesse que as pernas não respondiam nem um pouco. Quando se recuperou um pouco, saiu para o banheiro, eu a segui para me lavar um pouco, mas também porque tinha ficado com toda a porra. Ela entrou no chuveiro e ligou a água fria como se quisesse se acalmar, mas eu não ia deixá-la escapar tão fácil. Entrei no chuveiro e procurei sua buceta para mimá-la, ela me beijou enquanto acariciava meu pau, nos esfregamos até ficarmos de pau duro de novo, enquanto ela me chupava o pescoço todo e abria as pernas para eu fazer um paradinho enquanto a água morna caía em nossas costas, eu poderia tê-la enchido de porra e ela não teria dito nada, mas eu queria comê-la de todas as maneiras possíveis e nem passava pela minha cabeça gozar ali mesmo. Meus dedos voltaram a procurar seu cu e brinquei com ela com cuidado, não a incomodou nem um pouco, pelo contrário, fechou o chuveiro.

Vamos pra cama – Ele me disse assim que nos secamos e já voltamos com as carícias

Fica de quatro, gostosa - eu disse assim que entramos no quarto

Ela se fazendo de difícil me balançava a bunda lá de cima da cama, sem muito preâmbulo me dediquei a chupar tudo, abrindo suas lindas nádegas e lambendo cada milímetro dessa preciosidade enquanto brincava com meus dedos na sua buceta, e ela gemendo como uma putinha relaxada.

Ahhh, que lindo assim, continua assim, buceta, do jeito que eu gostoooo

Depois de brincar com a língua naquele rabo divino, eu queria vê-lo se abrir. Avistei um pente com cabo emborrachado que estava ao lado de um daqueles espelhos de mão.

O que você tá fazendo? – Ele me perguntou quando me viu abraçando ele.
Quero que você veja como eu abro seu cuzinho – eu disse, com um tesão da porra
Você não vai enfiar isso na minha bunda.
Isso e isso também, mas primeiro quero que veja como eu te enfio o pente
Não, pega o vibrador na gaveta do criado-mudo – ela disse e riu da minha cara de espanto
Olha só, que gostosa você acabou sendo, quer dar um beijinho antes de eu te enfiar no cu?

Ela o beijou e eu coloquei mãos à obra, aos poucos coloquei a pica de borracha na bunda dela enquanto com a outra mão brincava com a sua buceta que estava bem molhadinha

Olha como sua buceta se abre, Maqui – eu disse, posicionando o espelho para que ela se visse enfiada

Ela gemeu enquanto eu falava putarias no ouvido dela, num momento não aguentei e tirei o consolador do cu dela, ficou bem dilatado e sem hesitar enfiei até as bolas, joguei o pau de borracha em cima da cama e me dediquei a meter com vontade, aproveitando o calor do esfíncter dela. Era inegável que ela adorava levar rola, gemeu que nem gata no cio e ainda se masturbava enquanto eu dava sem pressa, mas sem parar. Pra acabar de foder minha cabeça, ela ainda botou o consolador na boca.

Que bunda gostosa, como eu tava com vontade de te comer - eu disse, completamente
Já sei que você gosta, faz tempo que vejo como você olha pra ele quando acha que não estou vendo
É? E você também tava com vontade que eu fizesse? Se não, amanhã você não vai conseguir sentar.
Sim, sim, me fode, me arrebenta toda – ela disse, rebolando a bunda para aumentar o prazer que já sentia
Você vai se casar com o cu arrombado e eu vou encher ele de porra pra você lembrar - eu disse, completamente no limite

Sentir aquele bumbum apertando em mim, ouvi-la tão excitada, e a safadeza de estar transando com a mulher do meu amigo um dia antes do casamento foi demais pra mim. Sem dizer mais nada, enchi ela de porra até o fundo, continuei metendo até sentir que ela também tinha gozado. Depois, sem conseguir me segurar mais, caí em cima dela. Ficamos os dois completamente exaustos, ofegantes, tentando recuperar o fôlego e a sanidade. Nos lavamos um pouco e depois voltamos pra cama, nos aconchegamos como se não houvesse mais mundo além daquele quarto e fôssemos os únicos habitantes do planeta.


Os barulhos da porta me acordaram, eu estava completamente perdido no tempo e no espaço, aos poucos o cérebro começou a processar as informações, como um quebra-cabeça. Virei na cama, Maca me olhava meio sonolenta, com a mão acariciando meu cabelo. Aos poucos, sua expressão de prazer se transformou na dura realidade do que havíamos feito. Com o pânico estampado no rosto, ela começou a falar.

Marcos, o que foi que a gente fez, meu Deus!
Maca - espera um pouquinho, se acalma, já está
Que já estou, seu bobo, eu me caso daqui a pouco e acabei de transar com o melhor amigo do meu marido – Disse entrando em histeria
Bom, já era, a gente fez merda, mas o Seba não precisa ficar sabendo, né?

Ela chorava, mas aos poucos se acalmou, expliquei o que íamos fazer. Por dentro, me sentia um lixo fedorento, mas coitadinha, o que mais restava pra ela?

Gata, o que rolou na cozinha? - A voz da Valen ecoou com um tom de malícia.

Maca limpou um pouco o rosto e saiu do quarto, fazendo sinais para que eu ficasse quieto no quarto e em silêncio.

Gata, a gente tinha combinado que se você chegasse a qualquer hora não ia me encher o saco – Eu solto a Maca, fazendo cara de brava
Mina, você foi longe demais, transou com um maluco na noite antes de se casar, que puta você é! – disse Valen rindo.
Cala a boca" – disse Maca e deve ter feito sinais de que eu estava ali
Não, você ainda está aqui, mudou de assunto pra caralho
Gata, cala a boca que você com certeza tá bem arrombada.
Sim, mas eu não vou me casar amanhã, além do mais, que cara é essa? Parece que te pegou forte. Quem é? Conheço?
Não
Ah, olha só, eu sabia que não podíamos te deixar sozinha
Bom, agora tenha a bondade de ficar no seu quarto, eu vou acordar ele e mandar ele pra puta que pariu.
Naaa, quero ver como é que tá essa

Eles discutiram um tempão e eu já tava achando que ia ter que sair mesmo (enquanto fui me vestindo), mas aí a Maca entrou e me mandou sair rápido e sem fazer barulho. Saí na correria e ela foi até a porta pra ver se ninguém tava vindo.

O civil transcorreu da melhor forma possível, tentei manter distância da Maca e ela fez o mesmo. À noite, a festa foi uma tortura, a culpa me corroía e eu lembrava da noite anterior, ficando duro igual uma tábua. Quando dançamos a valsa, estávamos eletrizados. E ainda por cima parecia que a Valentina me olhava como se soubesse de algo, então tentei evitá-la também. Em um momento, ela conseguiu me pegar sozinho

Vamos dançar, senhor - ela me disse com um sorriso

Sem muita convicção, levei ela para a pista, ficamos dançando um tempo e em uma das viradas da dança ela ficou colada em mim.

Você é um lixo, sabe – ele me disse quase no ouvido

Eu olhei pra ela realmente surpreso, mas mais do que surpresa, devia ter pânico no olhar

Fica tranquilo, eu gosto muito da minha irmã e não vou contar nada – disse e colocou na minha mão uma pulseira com as cores do Central e meu nome escrito.

Confesso que fiquei com uma pontinha de inveja da minha irmã – Ele gozou e se afastou, me deixando ali parado como se eu estivesse petrificado.

Senti náuseas, enjoado com a situação, e fui pro banheiro. Cruzei com a Maqui quase na porta dos sanitários, contei pra ela o que tinha acontecido.
Ele te deu a pulseira - Ele falou como se não fosse nada
Nem percebi que tinha perdido a verdade
Fizemos o apartamento tremer – ela me disse quase num tom de confidência
Maca, eu sei que fizemos merda - Comecei a dizer
Você passou mal ontem à noite? Porque eu não – Disse com tom de putinha

Marcos, você tava com vontade de mim, eu também tava. Já era, a gente sacou a vontade - completo, como quem quer deixar algo claro.
Bom, se você vê assim, melhor
Claro, gato. E ainda se orgulhe, você foi o primeiro que eu provei... – e deixa a frase no ar.

Fiquei gaguejando como se tivesse dificuldade pra processar o que tinha ouvido, ela se afastou rindo como se eu tivesse contado uma piada ou algo assim. Desde aquele dia carrego o castigo de saber que a mulher do meu amigo é uma puta terrível e não poder falar nada. Em todo encontro, toda vez que vamos pro campo (nos sentamos quase juntos), eu a vejo e a situação frita minha cabeça. Por respeito ao Seba, o único juramento que fiz foi que, aconteça o que acontecer, nunca mais encosto nela.

5 comentários - Inesquecível (a mulher do meu melhor amigo)

ransit
"MARCOS", GRAN RELATO. Empatizo con vos, tengo una historia similar, pero me da verguenza y paja contarla, no es algo de lo cual me sienta orgulloso. Tom Hagen, "consigliere" de Don Corleone, una vez le conto a Michael una historia tremenda de Luca Brassi (el asesino predilecto de la familia Corleone), y de lo terrible de esa historia le dijo: Hay cosas que estan mal, se hacen, pero estan mal, no hay forma de justificarlas, simplemente no se habla de ellas y se olvidan, como si nunca hubieran sucedido", hoy me hiciste acordar a esa historia. Sos un crack escribiendo, espero que tengas varias historias mas así, saludos desde Posadas, Misiones.
y vos le vas a creer que nunca había probado otra? jajaja está mina siempre fue putisima, no es creíble pasar de novia recatadita que hasta se siente orgullosa porque le dicen que todos quieren una novia así a una puta reventada que entrega el orto la primera noche a un amigo del futuro marido
si fueras buen amigo deberías haberle contado antes de casarse, seguro el boludo nunca se enteró que fue cornudo como novio con vos y varios más, pero tampoco se va a enterar que es cornudo como marido y posiblemente futuro papá garrón
De lo mejor que he leído, pero hay que reconocer que es un repost y darle créditos al verdadero autor
De lo mejor que he leído, pero hay que reconocer que es un repost y darle créditos al verdadero autor
De hecho a mi me paso casi lo mismo había miradas....roces de cola ..abrazos apoyadas de atrás se la hice sentir ...relojeadas de bulto ...todo quedó ahí por suerte una cagada sentirse en ese lugar ..por q uno sabe q algún momento esas cosas t pueden pasa