A Pedra Negra Pt7

Na quarta-feira à noite, a família Higgins estava reunida ao redor da mesa da sala de jantar. Beth gesticulava enquanto contava uma história sobre a aula de informática. Ela fazia pausas de vez em quando para sorrir para Sam ou piscar o olho. Seus olhos azuis brilhavam. Seu sorriso iluminava todo o cômodo. Sam retribuiu o sorriso. A situação tinha superado todas as expectativas. Ele nunca imaginou que seu relacionamento com Beth seria tão bom.

Joyce franziu os olhos e olhou para um filho, depois para o outro. Quando houve uma pausa na história, ela disse: "Vocês dois estão se dando bem".

"Sam amadureceu muito ultimamente, mãe." Beth sorriu para Joyce, despreocupada. "Gosto de conversar com ele."

Sam concordou com a cabeça, mas evitou olhar para Joyce.

"Desde pequenos, a única vez que se davam bem era quando estavam prestes a aprontar alguma." Joyce deu uma mordida deliciosa nos repolhos de Bruxelas.

"Qual é, Joyce." Paul deu uma cotovelada no braço da esposa.

Sam olhou para sua mãe. Viu-a mastigar e engolir. Se ao menos seu pai soubesse o que aquela boquinha linda tinha feito no começo do dia. Como ela conseguia passar de engolir uma porrada de porra do próprio filho para sentar-se como se nada tivesse acontecido? Lá estava ela, ao lado de Paul, confortável em sua cadeira, presidindo o jantar em família. Sam imaginou como seria se tivesse gozado dentro dela. Que tesão seria tê-la sentada ali, rainha da família, com o esperma escorrendo lentamente em sua calcinha? Seu rosto corou com a ideia, ele baixou o olhar e deu outra garfada no bolo de carne.

"Não, você tem razão, querido." Joyce sorriu para Paul. "Acho que não estou acostumada com tanta harmonia." Ela voltou seu sorriso caloroso para Beth. "Fico feliz que vocês dois estejam se dando bem. Por favor, termine sua história."

Beth olhou para Sam e deu um chute nele debaixo da mesa. A mensagem era clara: não fica esquisito ou a mãe vai desconfiar. Sam ergueu o olhar. e tentou agir com naturalidade.

Quando Beth terminou sua história, Paul levantou a mão. "Família, tenho um anúncio." Ele olhou para cada um deles. "Mallory Stevens e o marido dela vão jantar aqui no sábado."

"Sua nova chefe vem aqui?" Sam só tinha visto Mallory Stevens uma vez, alguns meses atrás, quando passou pelo escritório do pai com Joyce. Ela era nova na empresa. A impressão de Sam tinha sido a de uma mulher alta, imponente e gostosa.

"Ela é minha colega. Não minha chefe." Paul sorriu gentilmente para Sam.

"Desculpa." Sam olhou para o prato e ficou viajando. A Sra. Stevens tinha um cabelo loiro lindo, sardas por todo lado, e a saia dela naquele dia tinha abraçado bem os quadris esbeltos. Ela tinha sido gentil com Sam, fazendo perguntas sobre a escola. Quanto mais ele pensava nela, mais apertada ficava a calça. Ele se ajeitou na cadeira.A Pedra Negra Pt7Beth olhou para ele, percebeu seu desconforto e revirou os olhos. Sua expressão era fácil de ler: "O que foi dessa vez, tarado?"

"... é por isso que vou precisar da ajuda de todos com o jantar." Paul estava falando faz um tempo. "É importante causarmos uma boa impressão."

"Vai dar tudo certo, Paul. O que eu posso fazer?" Joyce tomou um gole de vinho.

"Que tal um bife?" Disse Paul.

"Eu consigo fazer isso." Joyce assentiu e tomou outro gole da taça de vinho. Seus ombros formavam nós de tensão. Um jantar com o chefe não era uma proposta divertida.

"Ótimo." Paul colocou uma mão no braço dela. "Vai ser divertido." Ele olhou para a manga da camisa de Joyce sob seus dedos. "Ei, pensei que você ia usar aquela blusa com as florzinhas costuradas hoje à noite."

"Aquelas com as rosas bordadas?" O sorriso de Joyce era só lábios, sem chegar aos olhos.

"Sim, para a nossa..." Paul olhou para as crianças. "...noite especial." Ele pigarreou. "Porque as quartas-feiras sempre são especiais nesta casa."

"Tá bom..." Beth enterrou o rosto nas mãos.

"Desculpa, querido." Joyce olhou para Sam e depois de volta para Paul. "Eu... hmm... manchei ela hoje."

"Ah, tudo bem." Paul esfregou o braço de Joyce. "Sem problemas. Essa blusa fica incrível em você de qualquer jeito." Ele piscou para Sam.

"Que fofo, pai", disse Sam.

"Você acha que devíamos convidar alguns amigos para jantar com a Mallory?" Joyce serviu um pouco mais de vinho para si mesma. "Sabe, para aliviar um pouco a pressão social."

"Boa ideia. Convida os Singhs. Faz tempo que não vejo o Raj." Paul voltou a comer seus legumes, mastigando feliz.

"Tá bom." A expressão de Joyce mudou de repente. Esses não eram os amigos que ela tinha em mente. Eles trariam todo tipo de complicações pervertidas para uma noite que já era estressante. Mas Joyce não sabia como voltar atrás na ideia. Ela tomou mais um pouco de vinho.

"Ótimo." Paul parou de mastigar e olhou para Joyce. "E realmente... não queria dizer nada, mas notei que as coisas em casa estão um pouco mais bagunçadas que o normal. Semana corrida?

Joyce tossiu e desviou o olhar de Paul. "Hum, sim, querido. Corrida."

"Sem problemas." Paul sorriu, feliz. "Vou chegar cedo e te ajudo a limpar sexta. Vamos deixar este lugar impecável para sábado à noite."

"Eu ajudo também, pai", disse Sam.

"Meh." Beth encolheu os ombros.

"Ótimo!" Paul bateu palmas e esfregou as mãos. "Vamos resolver essa questão do jantar da Mallory."

"Seu chefe não vai nem saber o que a atingiu." Sam sorriu.

"Colega", disse Paul. "Ela é minha colega."

"Tá bom, pai", disse Sam.

~~

Na quinta-feira depois da escola, Sam encontrou a Sra. Singh e Joyce sentadas à mesa da cozinha. Ele esperava encontrá-las uma em cima da outra com as roupas espalhadas pelo quarto, mas não foi o caso.

"Oi, mãe. Oi, Sra. Singh." Sam largou a mochila no chão.

"Oi, Sammy." Joyce sorriu para ele. Ela usava um vestido azul solto que quase combinava com o vestido de Alisha.

Alisha acenou para Sam. Seu anel de casamento brilhou enquanto se movia sob a luz quente da tarde. A visão do anel e seu belo sorriso fizeram o pau do Sam mexer dentro da calça.

Vinte minutos depois, Alisha quicava no pau enorme do Sam. Eles estavam no quarto de Sam, em sua cama, com Joyce observando atrás deles da cadeira de Sam. Como tinha sido verdade a semana toda, não havia camisinha no pau do Sam.

"Ah, Sam. Você está tão fundo." Alisha se inclinou para trás, com os dedos apoiados atrás dela nas coxas finas de Sam. Sob seu triângulo de pelos negros, o pau do Sam esticava e puxava os lábios escuros de sua buceta e o rosa logo dentro. "Você vai... você vai... aaaahhhh... vai me fazer... de novo." Alisha parou suas quicadas e pressionou suas Quadris contra os dele.

"Continua." Sam levantou seus quadris e puxou-os para baixo, forçando-a a engolir seu comprimento.

"Ai, Deus... Ai, Deus... Ai, Deus." Os peitos da Alisha balançaram e quicaram em sincronia. Ele os agarrou e apertou contra seu peito.relatoVou gozar", disse Sam. Ele a fez quicar para cima e para baixo em seu pau como uma boneca de pano.

"Não dentro dela, Sammy." Joyce inclinou-se para frente e viu a bunda de sua amiga sacudindo e tremendo.

"Eu vou..." Sam fechou os olhos com força.

"Não dentro dela." Joyce levantou-se. Aproximou-se da cama, ajoelhou-se e colocou as mãos sob os braços de Alisha. Ela puxou, mas Alisha continuou quicando na coisa de seu filho.

"Isssooo." Alisha moveu-se e apertou seus seios com mais força. "Faz isso..."

"Aaaaaahhhhhhh." Sam bombeou seu sêmen em sua buceta.

"Não." Joyce envolveu Alisha para segurá-la melhor e acidentalmente agarrou seus seios. Alisha virou a cabeça, abriu a boca e beijou Joyce nos lábios. Sem pensar, Joyce fechou os olhos e retribuiu o beijo. Ela estava se sentindo bem e beijando sua melhor amiga enquanto seu filho esvaziava suas bolas dentro dela. Não era assim que ela queria se tornar avó. Mas Joyce não parou.

"Mmmmmmppphhhhh." O corpinho de Alisha nunca parou de cavalgar Sam, mas agora ela estava girando seus quadris e batendo contra ele. Ela deslizou suas mãos por baixo das de Joyce e então as colocou por cima, mantendo Joyce no lugar, forçando os dedos de Joyce na carne macia de Alisha.

Sam abriu os olhos. "Nossa." Ele olhou para suas mãos, seus anéis de casamento apertados. Sam não se importava que Alisha não tivesse dado a ele uma pausa depois da gozada, ele queria que isso continuasse para sempre.

Esta foi, é claro, a segunda vez naquele dia que Joyce beijou sua vizinha. Suas sessões antes de Sam chegar em casa estavam se tornando um hábito. Mas este foi um novo fundo do poço. Joyce não sabia como poderia afundar mais. Joyce jogou a cabeça para trás e seus lábios se separaram. "Desculpa, Sammy." Suas mãos ainda massageavam os seios de sua amiga. "Tentei impedir."

"Tá... tá tudo bem... mãe." Sam segurou as quadris de Alisha e desacelerou seus movimentos. "Isso é bom... pra mim. Ajuda mesmo."

"Você poderia engravidar ela." Joyce não conseguiu evitar. Roubou um beijo rápido no pescoço de Alisha. Alisha suspirou e inclinou a cabeça para o lado, oferecendo mais pescoço para Joyce. Agora ela cavalgava Sam devagar e firmemente.

"Não se preocupa com isso, mãe." Sam estava muito consciente da pedra debaixo do seu colchão. Ela pulsava calor dentro dele. Talvez fosse a coisa mais forte que ele já tinha sentido. "É o que eu preciso agora. Você quer que eu tire nota A, né?"

"Sim, mas..." Joyce se inclinou e beijou o pescoço da amiga de novo. Lambeu de cima a baixo, saboreando o sal do seu suor e sentindo as notas florais suaves do seu perfume misturadas com o cheiro terroso do sêmen do Sam subindo da sua vagina. Suas mãos amassaram os peitos de Alisha.

"Ai, Joyce. Issooo." Alisha estremeceu.

"Tá tudo bem, mãe." Sam sorriu para ela.

"Acho que, se você precisa." Joyce olhou para seu garoto bonito e magricela. Ele parecia tão feliz. "Se a Alisha topa. Ela é uma mulher adulta, pode decidir."

"Ótimo." Sam puxou os quadris de Alisha e a desalojou. "Agora, você poderia colocar no cuzinho dela, por favor?"

"Ah, Sammy, não." Mas a mão direita de Joyce largou a teta que estava apertando e se moveu entre as pernas da amiga.

Alisha gemeu, sua buceta pairando sobre o pau do Sam. "Joyce, você está tocando no pau do seu filho."

"Tudo bem, Alisha." Joyce envolveu suavemente com os dedos a circunferência dele. Era tão grosso.

"Mas... mas, ele é seu filho", disse Alisha.

"Tá tudo bem." Joyce apontou a cabeça para cima e a acariciou entre as nádegas de Alisha. O pênis parou e ela sentiu o buraco de Alisha ceder enquanto deslizava para baixo. Joyce moveu a mão. "Não consigo--"

Alisha a beijou de novo e levou sua mão direita para a vagina de Alisha. Os dedos de Joyce se enterraram Dentro e em volta do enorme buraco, os fluidos de Alisha e o sêmen de seu filho se derramaram. "Nunca—" Joyce foi interrompida novamente pelos lábios macios de sua amiga.

Quebraram o beijo. "Ai, meu Deus. Joyce..." Alisha começou a rebolar de verdade, enviando aquele monstro para dentro de sua bunda uma e outra vez. "Você vai... você vai..." Ela gozou na mão de Joyce.

"Oh, querida." Joyce apertou os peitos com a mão esquerda e esfregou o clitóris com a direita. Lambeu para cima e para baixo o pescoço elegante e moreno de Alisha e depois desceu para um de seus seios. "Ele te abriu bem aí embaixo." Seu lindo vestido azul estava colado nas costas, na bunda e no lado de Alisha. Mais manchas, pensou Joyce. Suor e outras... coisas.milfEle...". Lakshmi teve um espasmo e voltou.

Um pouco depois, Sam entrou na sua bunda. Essa foi a terceira vez naquele dia. A primeira, na sua boca enquanto ela lutava para engolir. A segunda, na sua buceta. E a terceira, na sua bunda. A trifeta. Ele era dono de todos os seus buracos. Foi um bom dia.

Joyce a ajudou a tomar banho. Alisha não andava com tanta cautela quanto da última vez que ele tinha dado anal nela. Tudo isso estava bem. Mas Sam precisava de algo mais. Ele precisava de mais da sua mãe. Precisava de mais da sua irmã. Sam viu seu pau murchando lentamente enquanto ele deitava de costas, com a cabeça sobre o travesseiro. Ele precisava de outra namorada. A rocha pulsava debaixo dele. Ele precisava espalhar sua semente.

~~

Sam não pôde fazer nenhuma das suas travessuras normais depois da escola na sexta-feira, porque Paul estava lá para recebê-lo quando chegou em casa. Seu pai colocou Sam para trabalhar limpando a casa. Joyce limpou as escadas. Paul limpou o andar principal. E o trabalho de Sam era limpar as janelas. Ele não tinha certeza de por que a chefe do seu pai se importaria com as janelas.

É claro, Beth não estava à vista.

Depois de aproximadamente uma hora esfregando janelas, Sam estava irritado e cansado. Ele entrou no quarto dos seus pais para arrumar as janelas. Podia ouvir sua mãe no banheiro principal, cantarolando enquanto trabalhava. Sam nunca tinha feito nada com ela no próprio quarto dela. Nem sequer tinha realmente pensado nisso.

"Oi, mãe." Sam largou a garrafa e foi até o banheiro.

"Oi, querido. Como vão as janelas?" Joyce estava de quatro, esfregando o chão com uma esponja.

"Bem." Sam viu a bunda dela tremendo suavemente nas calças jeans enquanto ela trabalhava. "Mas acho que preciso de uma pausa." Será que a chefe do seu pai se importaria se o chão do banheiro principal estivesse impecável? Provavelmente não.

"Eu sei que é um trabalho duro, mas seu pai e eu - Joyce olhou para cima quando ouviu a porta do banheiro fechar. "Não, querido. Não podemos. Seu pai pode chegar a qualquer momento. E temos que nos preparar para o grande jantar de amanhã."

"Vamos, mãe." Sam abaixou as calças e a cueca. "Preciso de uma pausa."

"Oh, meu Deus." Joyce tirou as luvas de borracha. "Bom, talvez só por um minutinho."

Um pouco mais de quinze minutos depois, Joyce estava chupando amorosamente as bolas de Sam enquanto acariciava ele com a mão direita. O pau do seu filho era tão grande que, quando ela soltou, cobriu seu rosto e a ponta passou da testa.incestoCaralho, mamãe. Isso é muito foda." Sam tentou manter a voz baixa, caso Joyce estivesse certa e Paul subisse as escadas procurando por eles.

"Uuuuuuaaagggghhhhhh", Joyce gemeu em volta do saco dele.

"Usa sua... mão esquerda." Sam queria ver a aliança de casamento dela.

"Mmmmmmpppphhhhh." Joyce trocou de mão e acariciou o comprimento do pau dele com a esquerda. Ela também moveu a boca do testículo direito para o esquerdo. Eles estavam tão cheios e quentes. Ela passou a língua.

"Eu tenho pensado." Sam tinha a mão direita entrelaçada nos cabelos cacheados de Joyce. "Eu... ah... preciso de outra namorada."

"Hhhhhhmmmm?" Joyce tirou a bola da boca. "A Ashley?"

"Coloca de volta, mamãe."

Obediente, Joyce levou o testículo de volta à boca.

"Talvez." Sam estava chegando perto. "Eu estava... pensando que eu precisaria da sua... ahhhhh... ajuda de novo. Talvez uma... mulher mais velha."

Joyce queria dizer não, mas não queria parar de chupar. "Nnnnnnnhhhhhh."

"Enfim... pensa aí." Sam apertou o cabelo dela com mais força. "Eu vou..."

Joyce largou o testículo e moveu a boca para a cabeça roxa do pau dele. Levou a mão direita para cima e acariciou com as duas mãos enquanto inclinava a cabeça. Quando ela tinha ficado tão boa nisso? Como tinha sido a vida dela antes de aprender a aliviar as porradas ardentes do Sam? Joyce mal conseguia lembrar.

"Ai, mamãe. Ai, mamãe." Sam esvaziou as bolas. Ele se recostou e colocou as duas mãos na borda da pia dupla atrás dele.

Joyce engoliu e engoliu. Uma cascata de porra quente escorreu pela garganta dela. Logo quando ela engoliu o último jato, foram interrompidos.

"Joyce? Sam?" Paul andava pelo corredor. "Onde vocês estão?"

De olhos arregalados, Joyce afastou o rosto do pau do Sam e limpou a boca. Um fio de porra e saliva pendia do queixo dela. Ela olhou para baixo e viu uma mancha que se estendia pela sua camiseta. "Hmm. Estou aqui, querido." Ela realmente ia falar com o marido com o gosto do sêmen de Sam ainda na boca? Levou um dedo aos lábios e olhou para Sam.

Sam assentiu. Não ia dizer nada. Seu pau inchado pulsava rápido, balançando no ar entre ele e sua mãe.

"Tudo bem?" Paul estava agora no quarto, do outro lado da porta. "Achei que ouvi algo."

Ainda de joelhos, Joyce olhou ao redor do quarto. O cheiro era intenso. Ela poderia se livrar da camisa e esconder Sam no banheiro, mas não poderia se livrar do cheiro incriminador. Teria que fazer Paul ir embora. Não tinha como abrir a porta sem ele perceber.

"Estou bem. É só aquela época do mês." Joyce não conseguia acreditar que Sam ainda estivesse passando por tudo aquilo. O pau dele estava duro, pedindo atenção. Ela ignorou.

"Ah, tá bom." Paul voltou para o corredor. "Você viu o Sam? Ele deixou a garrafa aqui, mas as janelas não parecem prontas."

"Eu... hmm..." Joyce olhou para Sam com uma expressão zombeteira no rosto.

Sam arqueou as sobrancelhas e deu de ombros.

"Ele... hmm... saiu com uns amigos por um tempo", disse ela. "Falou que termina quando voltar." Os seios de Joyce subiam e desciam enquanto ela lutava para não hiperventilar.

"É melhor que termine." A voz de Paul sumiu quando ele chamou do corredor. "Só garanta que ele termine. Amanhã temos uma noite especial."

"Ok, querido." Os ombros de Joyce afundaram.

"Uau, mãe, foi por pouco", sussurrou Sam.

"Precisamos ter mais cuidado, Sammy." Joyce se abaixou, puxou a cueca dele e enfiou o pau para dentro. Depois puxou as calças, abotoou e fechou o zíper.

"Sim, prometo." Disse Sam.

"Tá bom, agora some daqui por um tempo." Joyce deu uns tapinhas na virilha das calças dele. "Você não devia estar em casa. Beleza."

"Seu pai vai te matar se nos pegar." Joyce se levantou, foi até a porta e abriu. Olhou cuidadosamente ao redor do quarto e então acenou para Sam sair. "Vamos."

"Tá bom." Sam saiu do banheiro. "Desculpa, mãe."

"Só vai." Joyce deu um tapinha na bunda dele para fazê-lo andar.

Sam correu para seu quarto e se escondeu por um tempo.

~~

O grande jantar chegou e a mesa de jantar dos Higgins estava cheia. Joyce sentou-se à esquerda de Sam, na cabeceira da mesa. Paul sentou-se na outra ponta. À direita de Sam sentaram-se Lakshmi. Em frente a Sam, comendo delicadamente seu bife, estava sentada Mallory. Ao lado dela estava seu marido, Bob. Ao lado dele estava sentada Beth.

O grupo começou uma conversa animada. Paul contou várias piadas, compartilhando risadas estridentes com Raj e Bob. Joyce e Mallory conversaram mais calmamente em seu canto, cobrindo tópicos como jardinagem e vida nos subúrbios. Aparentemente, Mallory e Bob tinham acabado de se mudar da cidade e planejavam começar uma família assim que a carreira permitisse. Sam não sabia quando uma carreira permitiria ter um bebê. Supôs que levaria um tempo.

Sam focou em Joyce e Mallory, ignorando os homens mais velhos. De vez em quando fazia uma pergunta, mas ficava quase calado. Mallory era uma verdadeira gostosa; corpo longo e esbelto, com curvas suaves e um rosto oval impecável. Ele tentou não olhar. Tinha percebido que ela era bonita quando a conheceu no escritório, mas não assim. Era a pedra fazendo seu trabalho? Ela estava mais gata ou parecia mais gata? Sam não conseguia dizer.

"E como vai na escola, Sam?" Mallory tinha voltado sua atenção para ele. Ela tomou um gole de seu vinho branco e sorriu gentilmente.

"Ah." Sam olhou para seu prato. "Bem..." A língua travou.

Joyce deu uma cutucada na sua coxa com o joelho debaixo da mesa. e limpou a garganta. Sam olhou para ela. Joyce sorriu, mas havia um olhar duro por trás do verniz. Isso é importante, disseram seus olhos.

"Bem, Sra. Stevens." Sam pegou seu copo e tomou um gole trêmulo de água. "Está indo bem. Quero dizer, minha mãe tem me ajudado muito."

"Eu tento", disse Joyce, ainda sorrindo.

"Isso é maravilhoso." Mallory virou-se para Joyce. "Você tem experiência em educação?"

"Infelizmente não." Mesmo quando sorria falsamente, Joyce brilhava como uma joia rara. Ela usava um vestido cinza claro que mostrava bastante decote. Um colar de pérolas adornava seu pescoço e um par de brincos de diamantes discretos e de bom gosto pendia de suas orelhas enquanto ela olhava de Sam para Mallory. "Confio apenas nos instintos e na determinação materna." Joyce havia se maquiado para a ocasião com modéstia.

Mallory riu, um tilintar suave. "Bem, isso é admirável." Ela usava um vestido vermelho nada ousado. Suas únicas joias, um par de brincos azuis brilhantes e seu anel de noivado de diamantes. "Sempre gostei da escola. O tempo perdido nos livros. Resolvendo quebra-cabeças. Ciência era minha favorita." Seus olhos se moveram novamente para Sam. "Como você está em ciências?"

Sam hesitou em responder. Seria esta uma oportunidade? Ele ia bem em ciências, mas isso poderia exigir uma resposta diferente. "Cara." Ele suspirou. "Eu sofro. Sério mesmo."

"Eu não..." Joyce arqueou uma sobrancelha. "Ah, não importa."

"Talvez se eu tivesse algumas dúvidas..." Sam sorriu para Mallory, esperançoso. "Você poderia me ajudar?"

"Eu não quis dizer..." O rosto de Mallory corou enquanto ela procurava uma desculpa. "Eu adoraria te ajudar, Sam, mas estou muito ocupada. Tenho certeza que sua mãe pode te ajudar. Ou seu pai. Paul tem uma habilidade especial para aprender novos conceitos."

Sam olhou para seu pai. Ele estava perdido em uma conversa do outro lado da mesa. Sam voltou a olhar para Mallory. "Meus pais fazem... tudo o possível". Sam deu seus melhores olhos de cachorrinho. Ela estava muito consciente de que a Sra. Singh estava ao seu lado, ouvindo a conversa. "Mas talvez se eu precisar de ajuda com algo específico?"

"Ela disse que está ocupada, Sammy", disse Joyce.

Alisha colocou sua mão esquerda sobre a manga direita de Sam. "Agora, Joyce, você sabe que Sam precisa de ajuda extra. E Mallory se ofereceu tão gentilmente. Onde mais vamos encontrar uma cientista de verdade, viva?" Ela sorriu para elas. "Um mestrado de Harvard, certo?"

"Hum, dois", disse Mallory.

"Ainda melhor, dois mestrados de Harvard". O sorriso de Alisha era largo e amigável.

"Eu... eu..." Mallory gaguejou. Ela se sentiu estranha. Um calor se espalhou do assento da cadeira, desceu por suas pernas e subiu pela coluna. Vinho demais? "Eu... sim, ficaria feliz em te ajudar se você precisar de uma tutoria científica. Só se você ficar travada, claro. Passe no meu escritório, a qualquer hora."

"Isso é incrível, obrigada, Sra. Stevens."

"Com licença." Joyce se levantou. "Preciso verificar a sobremesa na cozinha." Ela deixou o guardanapo cair no assento e saiu. Sam não estava acostumada a vê-la de salto alto. Aqueles sapatos faziam sua bunda balançar ainda mais que o normal.

"Mas talvez você pudesse vir algum dia?" O sorriso de Sam se alargou. Alisha apertou seu braço com mais força. Não pressione.

"Eu..." Mallory se sentiu um pouco atordoada.

Uma gargalhada alta surgiu do outro lado da mesa enquanto os homens e Beth riam de mais uma das piadas de Paul.

"Acho que sim." Mallory mordeu o lábio inferior. "Se eu tiver tempo.peitoesGenial." Sam tirou a mão de Alisha do seu braço e se levantou. "Provavelmente devo ajudar minha mãe." Seguiu Joyce até a esquina e entrou na cozinha. Atrás dele, Alisha e Mallory começaram uma conversa sobre o distrito escolar local.

"O que você está aprontando, moço?" Joyce apoiou a bunda na beirada do balcão, com os braços cruzados sobre o peito. "Seja o que for, tem que parar. Esta é uma noite importante para seu pai."

"É só um reforço nas aulas particulares." Sam se aproximou e apoiou o quadril no balcão ao lado dela. "Pensei que você ficaria feliz. Você gosta de boas notas."

"Mas você já vai bem em ciências." Seus olhos claros o encararam de perto.

Sam piscou para ela.

"Não, não, não." Joyce balançou a cabeça. "Você não pode. Não, não, não, não, não."

"Já é tarde demais, mãe." Sam deu de ombros. "Colei a pedra debaixo da cadeira dela enquanto arrumava a mesa. Já começou. Te falei que precisava de outra namorada."

"Isso é loucura", sussurrou Joyce. "É do emprego do seu pai que estamos falando. E ela é feliz no casamento com o Bob."

"A Sra. Singh é feliz no casamento", sussurrou Sam.

"Isso é diferente, e você sabe." Joyce apertou os braços com mais força sobre o peito.

"Isso vai ajudar o pai no trabalho", disse Sam. "Ela vai ficar tipo da família Higgins. Só preciso que você peça para ela segurar a pedra hoje à noite. Tá bom?"

"Sammy." Joyce balançou a cabeça.

"Vai, mãe. Preciso da sua ajuda."

O rosto de Joyce se suavizou. "Não sei, Sammy."

"Obrigado, mãe." Sam sorriu.

~~

Depois do jantar, Sam e Beth se desculparam. Bex saiu rapidamente para ir à casa da Sarah. Sam se despediu e saiu para um encontro com a Ashley.

Os homens restantes desceram para a mesa de sinuca no porão. As mulheres se retiraram para a sala com suas taças de vinho.

Joyce seguiu Alisha e Mallory enquanto conversavam alegremente. sobre como os maridos delas adoravam golfe e como elas mal conseguiam suportar isso. Joyce parou na sala de jantar e se inclinou rapidamente ao lado da cadeira de Mallory. De fato, a pedra estava presa embaixo com fita adesiva. Joyce a descolou, removeu a fita e a segurou na mão esquerda. Entrou na sala de estar e sentou-se no sofá de dois lugares, de frente para Alisha e Mallory no sofá maior. Um calor familiar se espalhou pelos seus dedos e subiu pelo braço.

Joyce interrompeu a conversa. "Você gosta de geologia, Mallory?"

"Isso é mais com o Bob do que comigo." Mallory sentou-se ereta, segurando sua taça. "Por quê?"

"Bem, Sammy encontrou essa pedra incomum outro dia." Joyce estendeu a mão e ofereceu a pedra a Mallory.

Alisha observou a rocha atentamente, mas permaneceu em silêncio. De repente, sua buceta ficou muito, muito molhada. Ela pensou no pobre Raj, passando o tempo feliz na casa onde Sam profanava sua esposa na maioria dos dias da semana. Seus lábios se tornaram um franzido de desaprovação.

"Isso é incomum, não é?" Mallory olhou para a pedra sem pegá-la. A pedra negra tinha uma marca vermelha serrilhada muito curiosa. Quase parecia pulsar e brilhar se você olhasse com atenção.

"Aqui, olhe mais de perto." Alisha estendeu a mão, pegou a pedra de Joyce e a colocou ao lado da taça no colo de Mallory. Se era isso que Sam queria, Alisha também queria.

"Oh." Mallory se inclinou com a mão esquerda e a pegou. Um calor se espalhou pelos seus dedos. "É bonita. Que tipo de pedra é?"

Joyce recostou-se na cadeira e juntou as mãos em volta da base de sua própria taça de vinho. "Não sabemos."

"É muito, muito bonita." O calor se espalhou pela mão de Mallory e desceu pelo seu braço.

Joyce balançou a cabeça. Essa mulher realmente sucumbiria ao Sam? Era difícil de acreditar. Alisha era uma coisa. Mas Mallory tinha educação, uma carreira, planos para uma nova família e um marido jovem e bonitão. Ela ficou sentada em silêncio.

"Posso..." As pupilas de Mallory se dilataram, o brilho vermelho refletido em seus olhos. "Posso ficar com ela?"

A risada ecoou na escada do porão enquanto os homens comemoravam a conquista de alguém na mesa de sinuca.

"Sinto muito, querida", disse Joyce. "É do Sam. Mas você pode segurá-la de novo quando vier ser a tutora dele."

"Esta é uma semana muito corrida." Mallory olhou para Joyce e seus olhos pousaram no decote de Joyce. Seu olhar parou ali com um pouco de inveja. Ela balançou a cabeça para se recompor. Paul tinha sorte de ter uma esposa tão gostosa e dedicada. "Não quis... não acho que vou ter tempo", disse Mallory.

"Tudo bem." Joyce assentiu. Seguiu o olhar de Mallory até seus seios e corou. A chefe do seu marido era uma mulher linda, de um jeito delicado e sutil. Talvez fosse bom ter a atenção de uma mulher assim. "O Sammy vai ficar bem com a minha ajuda. Mas você deveria voltar logo. Só nós, as meninas."

"Talvez." Mallory olhou para a direita, para Alisha, que estava encarando a pedra. Mallory voltou a olhar para sua mão. Aquelas veias estranhas realmente brilhavam e pulsavam. Ela queria vê-la de novo... vê-los de novo, queria ver a família Higgins novamente. Precisaria conhecê-los melhor já que ela estava à frente do departamento do Paul. "Sim."

"Ótimo." Joyce sorriu, tão cheia de calor e graça. "Que tal um almoço amanhã?" Joyce esfregou as pernas. "Vou fazer o Paul levar o Bob para jogar golfe e seremos só nós. Alisha, você gostaria de vir?"

"Adoraria." Alisha esticou a mão e colocou sua mão sobre a coxa de Mallory. Ela deslizou levemente seu vestido com o dedo indicador em uma linha preguiçosa e sinuosa. "Mas tenho um dia em família planejado." Ela parecia genuinamente decepcionada.

"Hmm..." Mallory moveu a bunda no sofá, afastando-se de Alisha. "Tenho igreja de manhã. Alisha colocou a mão de volta no colo.

"Ótimo, está combinado então." Joyce tomou um gole de vinho. "Almoço depois da igreja. Vou deixar a limonada pronta."

Uma salva de palmas subiu do porão. Em seguida, o som de pés nas escadas.

"Sam vai querer isso de volta no quarto." Joyce esticou a mão e arrancou a pedra da mão de Mallory. "Mas você pode vê-la de novo amanhã." Ela enfiou no decote.

Mallory parecia arrasado por ter que se desfazer dela.

Os homens entraram na sala, rindo novamente.

"Paul, querido." Joyce olhou para o marido. "Eles têm um horário no golfe amanhã com Bob no final da manhã. Mallory e eu vamos fazer um almoço leve enquanto vocês dois estão jogando." O calor agora se espalhou pelos seios de Joyce. A sensação de euforia quase a levou.

"Ótimo." Paul bateu o cinco com Bob. Ele tinha uma esposa esperta. Trabalharia para encantar Bob um pouco mais, e Joyce encantaria Mallory. Paul poderia conseguir uma promoção com tudo isso. "Estou ansioso."

Sua esposa retribuiu o sorriso. "Mais cervejas?"

"É pra isso que estamos aqui", disse Raj.

"Ótimo, deixa eu pegar pra vocês." Joyce entrou na cozinha.

Cada par de olhos seguiu sua bunda enquanto ela desaparecia da sala. A maioria pensava que Paul era um homem muito sortudo.

Eles estavam certos. E ao mesmo tempo, estavam errados.Bunda grandeSam chegou atrasado do encontro. Pela quantidade de garrafas de vinho e cerveja vazias na bancada da cozinha, ele perdeu boa parte da festa.

Primeiro o mais importante, Sam precisava ter certeza de que a pedra estava bem. Ele subiu as escadas e foi até seu quarto. Uma olhada rápida debaixo do colchão e o brilho vermelho da rocha encontrou seus olhos. Estava segura. Joyce a tinha devolvido.

Em seguida, ele precisava ver como tinha sido com a Sra. Stevens. Sam voltou ao corredor e caminhou até o quarto de seus pais. Abriu a porta e as dobradiças soltaram um leve rangido. Estava escuro lá dentro. Ele esperou seus olhos se adaptarem.

Paul roncava suavemente. Ele estava do outro lado da cama king-size. Joyce dormia do lado mais perto, aconchegada confortavelmente em seu quadril. Sam se aproximou da cama.

"Mãe", sussurrou Sam. Ele se inclinou e sacudiu seu ombro. "Oi, mãe."

"Querido?" Joyce abriu os olhos e viu Sam em pé ao seu lado. "O que foi?" As coisas estavam um pouco fora do lugar. Ela estava um pouco bêbada e ainda conseguia sentir o calor persistente da pedra formigando em seus seios.

Paul continuou roncando.

"O que aconteceu essa noite com a Sra. Stevens?"

Joyce fechou os olhos. "Te conto de manhã, querido. Vai pra cama antes de acordar seu pai."

"Não vou conseguir dormir até você me contar." Sam ficou parado.

"Ah, tá bom." Joyce abriu os olhos novamente e saiu de debaixo dos lençóis. Ela vestia uma camiseta velha e uma calcinha de algodão azul. Ela tropeçou e pegou a mão de Sam entre as suas. "Vem, vou te contar e depois a gente volta a dormir." Ela deu uma olhada por cima do ombro para o marido adormecido e guiou Sam para fora do quarto, pelo corredor e até o quarto dele. Entrou e trancou a porta atrás deles.

"E então?" Os olhos castanhos de Sam brilhavam de expectativa. "Como foi? E aí?" "Bem, não tenho certeza, exatamente. Ela não estava ansiosa como a Alisha quando ela... quando pegou a pedra pela primeira vez." Joyce soltou a mão de Sam e indicou que ele se sentasse. Sam não se moveu. "E?" Sam estendeu a mão e apertou seu seio direito. Segurou-o, sentindo o peso firme. Joyce não fez nada para impedi-lo. "E... não sei nada sobre a Mallory, Sam. Quanto mais penso nisso, pior fica. Pode não parecer, mas ela tem muita influência na empresa do seu pai. Se as coisas derem errado—" "Não vão dar errado." Sam deslizou a mão por baixo de sua camisa e acariciou seu seio. "Você tem uns peitões, mãe." A boca de Joyce se abriu em choque. "Olha a língua, jovem." "Desculpa, mãe. Adoro seus seios." "Obrigada, querido." Joyce relaxou e sorriu para ele. Sam enfiou a outra mão por baixo de sua camisa e também massageou seu seio esquerdo. "Então, quando ela volta?" "Pedi para ela voltar amanhã para o almoço." Sem pensar, Joyce se inclinou, pegou sua camisa e a tirou.Mae e filhoCom seu marido?" Sam se inclinou e beijou seu mamilo direito.

"Não, seu pai vai levar o Bob para jogar golfe enquanto almoçamos." Ela estremeceu quando a boca do filho roçou seu mamilo.

"Nossa, bom trabalho, mamãe." Sam ergueu a cabeça. Usando sua mão em seus seios, Sam manobrou Joyce suavemente em direção à cama.

Joyce se deixou guiar pelos seios. "Eu só quero que você seja feliz, Sammy." Ela sentou na cama e Sam soltou seus peitos. Ela esticou a mão e desabotoou e baixou o zíper de sua calça jeans. "Como foi com a Ashley?"

"Foi legal. Ela esfregou minha calça hoje à noite," disse Sam. "Mas ela parecia um pouco nervosa."

Joyce baixou suas calças e depois deixou cair sua cueca. "Oh meu." Ela olhou para o monstro. "Foi difícil ter as mãos de uma garota em você sem alívio?"

"Foi difícil."

"Meu meu meu." Joyce esticou o dedo e limpou uma gota de líquido pré-seminal da cabeça. "Ele parece tão bravo hoje à noite, querido. Deixa eu te ajudar." Ela baixou a boca e o chupou.

"Obrigado, mamãe."

Cinco minutos depois, Sam afastou a boca de seu pênis. "Eu te amo, mamãe."

"Eu também te amo, querido." Joyce limpou a saliva do queixo. Ela deslizou para trás na cama e tirou a calcinha. Suas pernas se abriram, quase sozinhas. Era tão fácil para Sam colocá-la nessa posição. Ela estava muito molhada. "Você precisa de uma camisinha."

"Eu não quero usar camisinha." Sam subiu na cama entre suas pernas. Seu pau balançava para frente e para trás com seus movimentos. Parecia que estava procurando a buceta da Joyce no escuro.

"Tudo bem. Tudo bem, querido. Se isso te faz... uhhhhh..." Joyce gemeu quando ele a penetrou. Ela colocou as mãos atrás dos joelhos e abriu mais as pernas, dando a Sam acesso completo à sua vagina. "É... tão... grandeeee." Joyce olhou para baixo, entre seus seios, em direção ao estômago. Ela podia ver o contorno de sua coisa enquanto empurrava contra suas entranhas. Foi totalmente obsceno.chefeSua buceta é a melhor." Sam a golpeou.

"Linguagem... ah... ah... ah... Sammy."

"Não tão alto, mamãe."

Joyce tentou abafar seus gritos e gemidos.

"Eu quero... ah... gozar dentro." Sam se aproximou e colocou as mãos sobre seus seios. Eles balançavam para cima e para baixo enquanto ele entrava e saía dela.

"Não, Sammy. Você... aaaaihhhh... não pode." Joyce apoiou a cabeça no cobertor e deixou Sam fazer o que quisesse.

"Pede pra mim, mamãe."

Joyce balançou a cabeça e fechou os olhos.

"Você... ah... ah... quer?" Sam estava perto.

Ela não ousou dizer. Ela assentiu e abriu as pernas um pouco mais.

"Ah, mamãe. Ah, mamãe. Aaaaihhhhhhhh." Sam descarregou dentro de sua buceta.

"Saaaaammmmyyyyyy", disse Joyce com prazer. As estrelas brilharam diante de seus olhos enquanto o esperma quente respingava em suas entranhas. Ela não se importava. Ela só queria mais. Mais dessa sensação. Mais de Sam. Sua vagina se contraiu em volta de seu pênis uma e outra vez enquanto os movimentos de Sam desaceleravam.

Sam baixou a bochecha para seu seio direito e a apoiou ali. "Me cuida tão bem."

"Ah, Sammy." Joyce soltou suas pernas e baixou os pés até a cama. Pegou a cabeça de Sam com a mão direita, seus dedos acariciando seu cabelo.

Depois de um tempo, Sam saiu dela com um som audível e ficou de pé ao lado da cama. Seu pênis ainda não tinha amolecido.

"Me passa uma toalha, querido", disse Joyce.

Sam se abaixou e pegou uma toalha limpa da pilha. Jogou para ela.

Joyce colocou a toalha entre as pernas e suspirou. "Vou ter que deixar seu pai fazer em mim agora. Por via das dúvidas." Ela se sentou e ficou de pé. A possibilidade de se tornar avó através do útero fértil de Alisha já era ruim o suficiente. Joyce estremeceu ao pensar no que seria carregar seu próprio neto dentro dela. Ela se inclinou e pegou sua camiseta e calcinha. Olhou novamente para o rosto sorrindo do filho. "Não acredito que deixei você fazer isso. Devo estar maluca." Ela vestiu a camisa. "O mundo inteiro enlouqueceu." Colocou a calcinha e se aproximou da porta. Suas pernas pálidas pareciam tão atraentes sob a luz da lua. "Boa noite, Sammy."

"Boa noite, mãe." Sam se deitou na cama. "Obrigado."

Joyce abriu a porta e olhou para ele. "De nada, Sammy." Ela saiu e fechou a porta atrás de si.

Sam esperou cerca de cinco minutos, escapuliu pelo corredor e desceu até o quarto dos pais. Aproximou o ouvido da porta.

"Oh, Joyce", disse Paul de dentro do quarto. "O que há com você? Você está tão molhada... eh... mal consigo sentir você. Não... estou... reclamando."

Sam conseguia ouvir a cama rangendo suavemente. Seu pai estava recebendo os segundos descuidados de Sam. Impressionante.

Sam voltou para a cama e adormeceu com um sorriso no rosto.

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