Na quarta-feira à noite, a família Higgins se sentou ao redor da mesa de jantar. Beth gesticulava com as mãos enquanto contava uma história sobre a aula de informática. Ela fazia pausas, de vez em quando, para sorrir para Sam ou piscar para ele. Seus olhos azuis brilhavam. O sorriso dela iluminava o cômodo inteiro. Sam devolveu o sorriso. A rocha tinha se superado. Ele não imaginava que a relação com Beth seria tão boa.
Joyce estreitou os olhos, olhando para um filho e depois para o outro. Quando houve uma pausa na história, ela disse: "Vocês dois estão se dando bem."
"Sam amadureceu muito ultimamente, mãe." Beth sorriu para Joyce, despreocupada. "Gosto de conversar com ele."
Sam assentiu, mas não olhou para Joyce.
"Desde pequenos, a única vez que vocês se davam bem era quando estavam prestes a aprontar alguma." Joyce deu uma mordida saborosa nas couves de Bruxelas.
"Agora, vai, Joyce." Paul cutucou o braço da esposa.
Sam olhou para a mãe. Viu ela mastigar e engolir. Se ao menos o pai dele soubesse o que ela tinha feito com aquela boca gostosa no começo do dia. Como ela conseguia passar de engolir uma porrada de porra do filho para sentar como se nada tivesse acontecido? Lá estava ela, do lado do Paul, confortável na cadeira, presidindo o jantar em família. Sam se perguntou como seria se tivesse gozado dentro dela. Quão tesudo seria tê-la sentada ali, rainha da família, vazando leite devagar na calcinha? O rosto dele corou com a ideia, ele olhou para baixo e deu outra garfada no bolo de carne.
"Não, você tem razão, querido." Joyce sorriu para Paul. "Acho que não estou acostumada com tanta harmonia." Ela virou o sorriso caloroso para Beth. "Fico feliz que vocês dois estejam se dando bem. Por favor, termina sua história."
Beth olhou para Sam e chutou ele debaixo da mesa. A mensagem foi clara: não seja tão estranho ou a mãe vai sacar. Sam levantou o olhar. e tentou agir normalmente.
Quando Beth terminou sua história, Paul levantou a mão. "Família, tenho um anúncio." Olhou para cada um deles. "Mallory Stevens e o marido dela vão jantar aqui no sábado."
"Sua nova chefe vai vir aqui?" Sam só tinha visto Mallory Stevens uma vez, uns meses atrás, quando passou no escritório do pai com a Joyce. Ela era nova na empresa. A impressão que Sam teve foi de uma mulher alta, imponente e gostosa.
"Ela é minha colega. Não minha chefe." Paul sorriu educadamente para Sam.
"Desculpa." Sam olhou pro prato e viajou nos pensamentos. A Sra. Stevens tinha um cabelo loiro lindo, cheio de sardas, e a saia dela naquele dia tinha abraçado as cadeiras magras dela. Tinha sido legal com Sam, fazendo perguntas sobre a escola. Quanto mais pensava nela, mais desconfortável ficava a calça dele. Se ajeitou no assento.
Beth olhou pra ele, percebeu o desconforto dele e revirou os olhos. A expressão dela era fácil de ler; "Qual é dessa vez, tarado?"
"... é por isso que vou precisar da ajuda de todo mundo pra essa janta." Paul já tava falando há um tempinho. "É importante que a gente cause uma boa impressão."
"Vai dar tudo certo, Paul. O que eu faço?" Joyce deu um gole no vinho.
"Que tal um bife?" Paul falou.
"Eu dou conta disso." Joyce concordou e tomou outro gole da taça de vinho. Os ombros dela estavam tensos, cheios de nós. Uma janta com o chefe não era uma parada divertida.
"Show." Paul colocou a mão no braço dela. "Vai ser legal." Ele olhou pra manga da blusa de Joyce sob os dedos. "Ei, pensei que você ia vestir aquela camisa com as florzinhas bordadas hoje à noite."
"A das rosas bordadas?" O sorriso de Joyce era só lábios, sem nenhum brilho nos olhos.
"Sim, pra nossa..." Paul olhou pras crianças. "... noite especial." Ele limpou a garganta. "Porque quarta-feira sempre é especial nessa casa."
"Tá, né?" Beth enterrou o rosto nas mãos.
"Desculpa, querido." Joyce olhou pro Sam e depois pro Paul de novo. "Eu... hum... sujei ela hoje."
"Ah, tudo bem." Paul esfregou o braço de Joyce. "Sem problema. Essa camiseta fica uma delícia em você de qualquer jeito." Ele piscou pro Sam.
"Boa, pai", falou Sam.
"Você acha que a gente devia chamar uns amigos pra jantar com a Mallory?" Joyce serviu mais um pouco de vinho pra ela. "Sabe, pra aliviar a pressão social."
"Boa ideia. Chama os Singhs. Faz tempo que não vejo o Raj." Paul voltou a comer os legumes, mastigando feliz.
"Tá bom." A cara de Joyce mudou na hora. Esses não eram os amigos que ela tinha em mente. Iam encher a noite, que já era estressante, de um monte de complicação perversa. Mas Joyce não sabia como desistir da ideia. Bebeu mais um gole de vinho.
"Show." Paul parou de mastigar e olhou pra Joyce. "E realmente Não queria falar nada, mas notei que as coisas em casa estão um pouco mais bagunçadas que o normal. Semana corrida?"
Joyce tossiu e desviou o olhar de Paul. "Hum, sim, querido. Corrida."
"Sem problema." Paul sorriu, feliz. "Vou chegar mais cedo em casa sexta e te ajudar a limpar. Vamos deixar esse lugar impecável pra noite de sábado."
"Eu também ajudo, pai", disse Sam.
"Meh." Beth deu de ombros.
"Show!" Paul bateu palmas e esfregou as mãos. "Vamos resolver esse negócio do jantar da Mallory."
"Seu chefe não vai saber o que bateu nela." Sam sorriu.
"Colega", disse Paul. "Ela é minha colega."
"Tá bom, pai", disse Sam.
~~
Quinta depois da escola, Sam encontrou a Sra. Singh e Joyce sentadas na mesa da cozinha. Esperava encontrar elas uma em cima da outra com roupa espalhada pelo cômodo todo, mas não foi o caso.
"Oi, mãe. Oi, Sra. Singh." Sam largou a mochila no chão.
"Oi, Sammy." Joyce sorriu pra ele. Tava vestindo um vestido azul solto que quase combinava com o vestido que Alisha usava.
Alisha acenou pra Sam. A aliança de casamento brilhou enquanto ela se mexia na luz quente do fim de tarde. A visão do anel e do sorriso bonito dela fez a pica de Sam mexer dentro da calça.
Vinte minutos depois, Alisha quicava no pauzão de Sam. Tavam no quarto dele, na cama, com Joyce olhando de trás da cadeira de Sam. Como tinha sido verdade a semana toda, não tinha camisinha na pica de Sam.
"Ai, Sam. Você é tão fundo." Alisha se inclinou pra trás, com os dedos apoiados nas coxas finas de Sam. Debaixo do triângulo de cabelo preto dela, a pica de Sam esticava e puxava os lábios escuros da buceta e o rosa bem lá dentro. "Você vai... você vai... ooohhhhh... me fazer... de novo." Alisha parou de quicar e apertou quadris contra os dele.
"Vai fundo." Sam ergueu os quadris dela e puxou pra baixo, forçando ela a engolir ele inteiro.
"Ai, Deus... Ai, Deus... Ai, Deus." As tetas da Alisha quicavam e balançavam no ritmo. Ele agarrou elas e apertou contra o peito dele.
Vou... gozar", disse Sam. Ele a fazia quicar pra cima e pra baixo no pau dele como uma boneca de pano.
"Não dentro da buceta dela, Sammy." Joyce se inclinou pra frente e viu a bunda da amiga balançando e tremendo.
"Vou..." Sam fechou os olhos com força.
"Não dentro dela." Joyce se levantou. Chegou perto da cama, ajoelhou e colocou as mãos debaixo dos braços de Alisha. Ela puxou, mas Alisha continuava quicando na vara do filho dela.
"Siim". Alisha se mexeu e apertou os peitos dela com mais força. "Faz isso..."
"Aaaaaahhhhhhh". Sam jorrou o esperma dentro da buceta dela.
"Não." Joyce rodeou Alisha pra segurá-la melhor e, sem querer, agarrou os peitos dela. Alisha virou a cabeça, abriu a boca e beijou Joyce nos lábios. Sem pensar, Joyce fechou os olhos e devolveu o beijo. Ela tava se sentindo bem, se beijando com a melhor amiga enquanto o filho esvaziava as bolas dentro dela. Não era assim que ela queria virar avó. Mas Joyce não parou.
"Mmmmmmppphhhhh". O corpinho de Alisha nunca parou de montar Sam, mas agora ela tava girando o quadril e batendo contra ele. Ela deslizou as mãos por baixo das de Joyce e depois colocou elas por cima, segurando Joyce no lugar, forçando os dedos de Joyce na carne macia de Alisha.
Sam abriu os olhos. "Uau." Ele olhou pras mãos dele, as alianças apertadas. Sam não ligava que Alisha não tinha dado um descanso depois da gozada, ele queria que aquilo durasse pra sempre.
Essa era, claro, a segunda vez naquele dia que Joyce se beijava com a vizinha. As sessões delas antes de Sam chegar em casa tavam virando um hábito. Mas essa foi a pior. Joyce não sabia como podia afundar mais. Joyce jogou a cabeça pra trás e os lábios se separaram. "Desculpa, Sammy." As mãos dela ainda massageavam os peitos da amiga. "Tentei impedir."
"Tá... tá tudo bem... mãe." Sam segurou as quadris de Alisha e diminuiu seus movimentos. "Isso é bom... pra mim. Ajuda de verdade."
"Você pode engravidar ela." Joyce não conseguiu evitar. Ela deu um beijo rápido no pescoço de Alisha. Alisha suspirou e inclinou a cabeça pro lado, oferecendo mais pescoço pra Joyce. Agora ela montava Sam devagar e firme.
"Não se preocupa com isso, mãe." Sam tava bem ligado na pedra debaixo do colchão. Ela pulsava calor dentro dele. Isso era talvez a coisa mais forte que ele já tinha sentido. "É o que eu preciso agora. Você quer que eu tire A, né?"
"Sim, mas..." Joyce se inclinou e beijou o pescoço da amiga de novo. Lambeu de cima a baixo, sentindo o sal do suor dela e o cheiro das notas florais sutis do perfume misturado com o tom terroso do sêmen de Sam subindo pela buceta dela. As mãos dela amassaram os peitos de Alisha.
"Ah, Joyce. Siimm." Alisha tremeu.
"Tá tudo bem, mãe." Sam sorriu pra ela.
"Acho que sim, se você precisa." Joyce olhou pro filho bonito e magricela. Ele parecia tão feliz. "Se a Alisha topa. Ela é uma mulher adulta, ela pode decidir."
"Legal." Sam puxou os quadris de Alisha e tirou ela de cima. "Agora, cê pode colocar no cu dela, por favor?"
"Ah, Sammy, não." Mas a mão direita de Joyce largou o peito que tava apertando e desceu entre as pernas da amiga.
Alisha gemeu, a buceta flutuando sobre a pica de Sam. "Joyce, cê tá tocando a pica do seu filho."
"Tá tudo bem, Alisha." Joyce circulou suavemente com os dedos a circunferência dele. Era tão grosso.
"Mas... mas, ele é seu filho", disse Alisha.
"Tá tudo bem." Joyce apontou a cabeça pra cima e acariciou entre as nádegas de Alisha. O pau parou e ela sentiu o buraco de Alisha ceder enquanto deslizava pra baixo. Joyce moveu a mão. "Eu não consigo--"
Alisha beijou ela de novo e desceu a mão direita até a buceta de Alisha. Os dedos de Joyce se esmagaram. Dentro e ao redor do buraco enorme, os fluidos de Alisha e o esperma do filho dela escorreram. "Nunca—" Joyce foi interrompida de novo pelos lábios macios da amiga.
Elas quebraram o beijo. "Ai, meu Deus. Joyce..." Alisha começou a quicar de verdade, enfiando aquele monstro no cu dela sem parar. "Você vai... você vai..." Ela gozou na mão de Joyce.
"Ah, querida." Joyce apertou os peitos com a mão esquerda e esfregou o clitóris com a direita. Lambeu pra cima e pra baixo o pescoço elegante e moreno de Alisha e depois desceu até um dos seios dela. "Ele te abriu bem pra caralho aí embaixo." O lindo vestido azul estava grudado nas costas, na bunda e no lado de Alisha. Mais manchas, pensou Joyce. Suor e outras... coisas.
Ele...". Lakshmi deu um espasmo e voltou.
Um pouco depois, Sam entrou na bunda dela. Foi a terceira vez naquele dia. A primeira, na boca dela enquanto ela lutava pra engolir. A segunda, na buceta dela. E a terceira, no cu dela. A trinca. Ele era dono de todos os buracos dela. Foi um bom dia.
Joyce ajudou ela a tomar banho. Alisha não andava com tanta cautela quanto da última vez que ele tinha dado no cu dela. Tudo isso estava bem. Mas Sam precisava de algo mais. Precisava de mais da mãe dele. Precisava mais da irmã dele. Sam viu o pau dele murchar devagar enquanto ficava deitado de costas, com a cabeça no travesseiro. Precisava de outra namorada. A pedra pulsava debaixo dele. Precisava espalhar a semente dele.
~~
Sam não conseguiu fazer nenhuma das travessuras normais dele depois da escola na sexta, porque Paul estava lá pra recebê-lo quando ele chegasse em casa. O pai dele colocou Sam pra trabalhar limpando a casa. Joyce limpou as escadas. Paul limpou no nível principal. E o trabalho de Sam era limpar as janelas. Ele não tinha certeza por que a chefe do pai dele se importaria com as janelas.
Claro, Beth não estava à vista.
Umas boas horas esfregando janelas, Sam estava irritado e cansado. Ele entrou no quarto dos pais dele pra arrumar as janelas. Dava pra ouvir a mãe dele no banheiro principal, cantarolando enquanto trabalhava. Sam nunca tinha feito nada com ela no próprio quarto dela. Nem tinha passado pela cabeça dele, pra falar a verdade.
"Oi, mãe." Sam largou o borrifador e foi pro banheiro.
"Oi, querido. Como tão as janelas?" Joyce estava de quatro, esfregando o chão com uma esponja.
"Bem." Sam viu a bunda dela balançar suave no jeans enquanto ela trabalhava. "Mas acho que preciso de uma pausa." Será que a chefe do pai dele ligaria pro chão do banheiro principal estar impecável? Provavelmente não.
"Sei que é trabalho duro, mas seu pai e eu — Joyce olhou pra cima quando ouviu a porta do banheiro fechar. "Não, querido. Não dá. Seu pai pode aparecer aqui a qualquer hora. E a gente precisa se preparar pro jantarão de amanhã."
"Vai, mãe." Sam baixou a calça e a cueca. "Preciso de uma pausa."
"Nossa." Joyce tirou as luvas de borracha. "Bom, talvez só por um minuto."
Uns quinze minutos depois, Joyce tava chupando as bolas de Sam com carinho enquanto passava a mão direita nele. A pica do filho era tão grande que quando ela soltou, o negócio cobriu o rosto dela e a ponta passou da testa.
Uau, mamãe. Isso é realmente foda." Sam tentou manter a voz baixa, caso a Joyce tivesse razão e o Paul subisse as escadas procurando por eles.
"Uuuuuuaaagggghhhhhh", Joyce falou com a boca cheia de saco.
"Usa a sua... mão esquerda." Sam queria ver a aliança de casamento dela.
"Mmmmmmpppphhhhh". Joyce trocou de mãos e acariciou o comprimento daquela coisa com a mão esquerda. Ela também moveu a boca do testículo direito para o esquerdo. Estavam tão cheios e quentes. Ela rolou a língua.
"Eu estive pensando." Sam tinha a mão direita enroscada no cabelo cacheado da Joyce. "Eu... ah... preciso de outra namorada."
"Hhhhhhmmmm?" Joyce tirou a bola da boca. "A Ashley?"
"Coloca de volta, mamãe."
Obediente, Joyce levou o testículo de volta à boca.
"Talvez." Sam estava chegando lá. "Eu estava... pensando que me faria bem... ahhhhh... sua ajuda... de novo. Talvez uma... mulher mais velha."
Joyce queria dizer não, mas não queria parar de chupar. "Nnnnnnnhhhhhh".
"De qualquer forma... pensa nisso." Sam apertou o cabelo dela com mais força. "Eu vou..."
Joyce soltou o testículo e moveu a boca para a cabeça roxa do pau dele. Ela levou a mão direita para cima e acariciou com as duas mãos enquanto inclinava a cabeça. Quando foi que ela ficou tão boa nisso? Como tinha sido a vida dela antes de aprender a aliviar as cargas ardentes do Sam? Joyce mal se lembrava.
"Ah, mamãe. Ah, mamãe." Sam esvaziou as bolas. Ele se reclinou e colocou as duas mãos na borda da pia dupla atrás dele.
Joyce engoliu e engoliu. Uma cachoeira de porra quente desceu pela garganta dela. Bem quando ela engoliu o último jato, foram interrompidos.
"Joyce? Sam?" Paul estava andando pelo corredor. "Onde vocês estão?"
Com os olhos arregalados, Joyce afastou o rosto do pau do Sam e limpou a boca. Um fio de porra e saliva pendia do queixo dela. Ela olhou para baixo e viu uma mancha. que se espalhava pela camiseta dela. "Hum. Tô aqui, amor." Será que ela realmente ia falar com o marido com o gosto do esperma do Sam ainda na boca? Ela levou um dedo aos lábios e olhou pro Sam.
Sam assentiu. Não ia falar nada. O pau inchado dele pulsava no ritmo acelerado do coração, balançando no ar entre ele e a mãe.
"Tudo bem?" Paul já estava no quarto deles, do outro lado da porta. "Achei que ouvi alguma coisa."
Ainda de joelhos, Joyce olhou ao redor do quarto. O cheiro era forte. Ela podia se livrar da camisa e esconder o Sam no chuveiro, mas não conseguia se livrar do cheiro incriminador. Ia ter que fazer o Paul ir embora. Não tinha como ela abrir a porta sem ele perceber.
"Tô bem. É só aquela época do mês." Joyce não acreditava que o Sam ainda tava ali passando por tudo aquilo. O pau dele tava duro, reto, pedindo atenção. Ela ignorou.
"Ah, tá bom." Paul voltou pro corredor. "Você viu o Sam? Ele deixou a garrafa aqui, mas as janelas não parecem prontas."
"Eu... ah..." Joyce olhou pro Sam com uma cara de deboche.
Sam arqueou as sobrancelhas e deu de ombros.
"Ele... hum... saiu com uns amigos por um tempo", ela disse. "Falou que termina quando voltar." Os peitos de Joyce subiam e desciam enquanto ela lutava pra não hiperventilar.
"Mais vale." A voz do Paul sumiu enquanto ele chamava do corredor. "Só garante que ele termine. Amanhã a gente tem uma noite daquelas."
"Ok, amor." Os ombros de Joyce relaxaram.
"Nossa, mãe, foi por pouco", sussurrou Sam.
"Temos que ter mais cuidado, Sammy." Joyce se abaixou, puxou a cueca dele pra cima e enfiou o pau pra dentro. Depois subiu a calça, abotoou e fechou o zíper.
"É, prometo." Disse Sam.
"Tá bom, agora fica de boa por um tempo." Joyce deu uns tapinhas na virilha da calça dele. "Você não devia estar em casa. Oké."
"Seu pai vai te matar se nos pegar." Joyce se levantou, foi até a porta e abriu. Olhou cuidadosamente ao redor do quarto e depois fez sinal para Sam sair. "Vamos."
"Oké." Sam saiu do banheiro. "Desculpa, mãe."
"Só vamos." Joyce deu um tapinha na bunda dela para se apressar.
Sam correu para o quarto dela e se escondeu por um tempo.
~~
Chegou o grande jantar e a mesa de jantar dos Higgins estava cheia. Joyce sentou à esquerda de Sam, na cabeceira da mesa. Paul sentou na outra ponta. À direita de Sam, Lakshmi estava sentada. Na frente de Sam, comendo delicadamente o bife dela, estava Mallory. Do lado dela, o marido, Bob. Do lado dele, Beth estava sentada.
O grupo começou uma conversa animada. Paul contou várias piadas, soltando gargalhadas estridentes com Raj e Bob. Joyce e Mallory conversavam mais tranquilamente no canto delas, falando sobre jardinagem e a vida no subúrbio. Aparentemente, Mallory e Bob tinham acabado de se mudar da cidade e planejavam formar uma família assim que a carreira permitisse. Sam não sabia quando uma carreira deixaria você ter um bebê. Achou que levaria um tempo.
Sam focou em Joyce e Mallory, ignorando os homens mais velhos. De vez em quando fazia uma pergunta, mas ficava quase calada. Mallory era uma gostosa: corpo longo e magro, com curvas suaves e um rosto oval impecável. Tentou não olhar. Tinha reparado que ela era bonita quando a conheceu no escritório, mas não daquele jeito. Será que a pedra estava fazendo efeito? Ela era mais linda ou parecia mais linda? Sam não sabia dizer.
"E como vai a escola, Sam?" Mallory tinha prestado atenção nela. Tomou um gole do vinho branco e sorriu gentilmente.
"Ah." Sam olhou para o prato dela. "Bem..." A língua travou.
Joyce deu uma cutucada na coxa dela com o joelho debaixo da mesa. e limpou a garganta. Sam olhou pra ela. Joyce sorriu, mas tinha um olhar duro por trás do verniz. Isso é importante, diziam os olhos dela.
"Bem, Sra. Stevens." Sam pegou o copo e deu um gole trêmulo de água. "Tá indo bem. Quer dizer, minha mãe tem me ajudado pra caramba."
"Eu tento", disse Joyce, ainda sorrindo.
"Que maravilha." Mallory se virou pra Joyce. "Você tem experiência em educação?"
"Infelizmente não." Mesmo quando sorria falsamente, Joyce brilhava como uma joia rara. Ela usava um vestido cinza claro que mostrava um baita decote. Um colar de pérolas enfeitava o pescoço dela e um par de brincos de diamante discretos e de bom gosto pendia das orelhas enquanto ela olhava de Sam pra Mallory. "Confio só nos instintos e na determinação de mãe." Joyce tinha se maquiado pra ocasião de forma modesta.
Mallory riu, um tilintar suave. "Bom, isso é admirável." Ela usava um vestido vermelho nada ousado. Sua única joia, um par de brincos azuis brilhantes e sua aliança de diamante. "Sempre gostei da escola. O tempo perdido nos livros. Resolvendo enigmas. Ciência era minha matéria favorita." Os olhos dela se moveram de novo pra Sam. "Como você se sai em ciências?"
Sam hesitou em responder. Será que essa era uma oportunidade? Ele ia bem em ciências, mas isso podia exigir uma resposta diferente. "Cara." Ele suspirou. "Eu peno. Pra valer."
"Eu não..." Joyce ergueu uma sobrancelha. "Ah, deixa pra lá."
"Talvez se eu tivesse algumas dúvidas..." Sam sorriu pra Mallory, esperançoso. "Você podia me ajudar?"
"Eu não quis dizer..." O rosto de Mallory ficou vermelho enquanto procurava uma desculpa. "Adoraria te ajudar, Sam, mas tô muito ocupada. Tenho certeza que sua mãe pode te ajudar. Ou seu pai. Paul tem um talento especial pra aprender coisas novas."
Sam olhou pro pai. Ele tava perdido numa conversa do outro lado da mesa. Sam olhou de novo pra Mallory. "Meus pais dão tudo o possível". Sam deu seus melhores olhos de cachorrinho. Sabia muito bem que a Sra. Singh estava ao lado, ouvindo a conversa. "Mas talvez se eu precisar de ajuda com algo específico?"
"Ela disse que estava ocupada, Sammy", disse Joyce.
Alisha colocou a mão esquerda na manga direita de Sam. "Agora, Joyce, você sabe que Sam precisa de ajuda extra. E Mallory se ofereceu tão gentilmente. Onde mais vamos encontrar um cientista vivo de verdade?" Ela sorriu para eles. "Um mestrado em Harvard, né?"
"Hum, dois", disse Mallory.
"Ainda melhor, dois mestrados em Harvard." O sorriso de Alisha era largo e amigável.
"Eu... eu..." gaguejou Mallory. Ela se sentiu estranha. Um calor se espalhou do assento da cadeira, desceu pelas pernas e subiu pela coluna. Vinho demais? "Eu... sim, ficaria feliz em ajudar se você precisar de uma tutoria em ciências. Só se você travar, claro. Apareça no meu escritório, a qualquer hora."
"Isso é incrível, obrigada, Sra. Stevens."
"Com licença." Joyce se levantou. "Preciso verificar a sobremesa na cozinha." Deixou cair o guardanapo no assento e saiu. Sam não estava acostumado a vê-la de salto alto. Aqueles sapatos faziam a bunda dela balançar ainda mais do que o normal.
"Mas talvez você pudesse vir algum dia?" O sorriso de Sam se alargou. Alisha apertou o braço dele com mais força. Não pressiona.
"Eu..." Mallory se sentiu um pouco confusa.
Uma gargalhada forte veio do outro lado da mesa enquanto os homens e Beth curtiam mais uma das piadas do Paul.
"Acho que sim." Mallory mordeu o lábio inferior. "Se eu tiver tempo.
Genial." Sam tirou a mão de Alisha do braço e se levantou. "É melhor eu ajudar minha mãe." Ele seguiu Joyce pela esquina e entrou na cozinha. Atrás dele, Alisha e Mallory começaram uma conversa sobre o distrito escolar local.
"O que você está fazendo, filho?" Joyce apoiou a bunda na borda do balcão, com os braços cruzados sobre o peito. "Seja lá o que for, tem que parar. Essa é uma grande noite pro seu pai."
"Só peguei um pouco mais de tutoria." Sam se aproximou e encostou o quadril no balcão ao lado dela. "Achei que você ia adorar. Você gosta de notas boas."
"Mas você tá indo bem em ciências." Os olhos claros dela o examinaram de perto.
Sam piscou um olho pra ela.
"Não, não, não." Joyce balançou a cabeça. "Você não pode. Não, não, não, não, não."
"É tarde demais, mãe." Sam deu de ombros. "Eu coloquei a pedra debaixo da cadeira dela enquanto arrumava a mesa. Já começou. Te falei que precisava de outra namorada."
"Isso é loucura," sussurrou Joyce. "É o emprego do seu pai que tá em jogo. E ela é felizmente casada com o Bob."
"A Sra. Singh é felizmente casada," sussurrou Sam.
"Isso é diferente, e você sabe." Joyce apertou os braços com mais força sobre o peito.
"Isso vai ajudar o pai no trabalho," disse Sam. "Ela vai ser tipo da família Higgins. Só preciso que você peça pra ela segurar a pedra hoje à noite. Tá bem?"
"Sammy." Joyce balançou a cabeça.
"Qual é, mãe. Preciso da sua ajuda."
O rosto de Joyce suavizou. "Não sei, Sammy."
"Valeu, mãe." Sam sorriu.
~~
Depois do jantar, Sam e Beth se desculparam. Bex saiu rápido pra ir pra casa da Sarah. Sam se despediu e foi pra um encontro com Ashley.
Os homens que ficaram desceram pra mesa de sinuca no porão. As mulheres se recolheram pra sala de estar com suas taças de vinho.
Joyce seguiu Alisha e Mallory enquanto elas conversavam animadamente. sobre o quanto seus maridos amavam golfe e o quanto elas mal conseguiam suportar isso. Joyce parou na sala de jantar e se inclinou rapidamente ao lado da cadeira de Mallory. Com certeza, a pedra estava presa na parte de baixo com fita adesiva. Joyce arrancou, tirou a fita e segurou na mão esquerda. Entrou na sala de estar e sentou no sofá de dois lugares, de frente para Alisha e Mallory no sofá. O calor familiar se espalhou pelos dedos e subiu pelo braço.
Joyce fez uma pausa na conversa. "Você gosta de geologia, Mallory?"
"Isso é mais coisa do Bob do que minha." Mallory sentou com as costas retas, segurando o copo. "Por quê?"
"Bom, o Sammy encontrou essa pedra diferente outro dia." Joyce estendeu a mão e ofereceu a pedra para Mallory.
Alisha olhou para a pedra com atenção, mas ficou em silêncio. De repente, a buceta dela ficou muito, muito molhada. Pensou no pobre Raj, passando feliz o tempo na casa onde Sam violentava a esposa dele quase todo dia. Os lábios dela se franziram.
"Isso é diferente, né?" Mallory olhou para a pedra sem pegar. A pedra preta tinha o vermelho mais dentado e curioso. Quase parecia pulsar e brilhar se você olhasse com cuidado.
"Aqui, olha mais de perto." Alisha estendeu a mão, pegou a pedra de Joyce e colocou ao lado do copo no colo de Mallory. Se era isso que Sam queria, Alisha também queria.
"Ah." Mallory se abaixou com a mão esquerda e pegou. Um calor se espalhou pelos dedos dela. "É bonitinha. Que tipo de pedra é?"
Joyce recostou no assento e juntou as mãos em volta do pé da própria taça de vinho. "A gente não sabe."
"É muito, muito bonita." O calor se espalhou pela mão de Mallory e desceu pelo braço.
Joyce balançou a cabeça. Essa mulher realmente cairia nas garras do Sam? Era difícil de acreditar. Alisha era uma coisa. Mas Mallory tinha estudo, carreira, Planos para uma nova família e um marido jovem e gostoso. Ela ficou em silêncio.
"Posso..." As pupilas de Mallory se dilataram, o brilho vermelho refletido nos olhos dela. "Posso ficar com ela?"
Risadas ecoaram na escada do porão enquanto os homens comemoravam a conquista de alguém na mesa de sinuca.
"Desculpa, querida", disse Joyce. "É do Sam. Mas você pode segurá-la de novo quando vier ser tutora dele."
"Essa semana tá bem corrida." Mallory olhou pra Joyce e seus olhos pousaram no decote dela. O olhar parou ali com uma ponta de inveja. Ela balançou a cabeça pra se clarear. Paul tinha sorte de ter uma esposa tão linda e dedicada. "Não quis dizer... acho que não vou ter tempo", falou Mallory.
"Tudo bem." Joyce assentiu. Seguiu o olhar de Mallory até os próprios peitos e corou. A chefe do marido dela era uma mulher bonita, de um jeito delicado e sutil. Talvez fosse bom ter a atenção de uma mulher assim. "O Sammy vai ficar bem com a minha ajuda. Mas você devia voltar logo. Só nós, as garotas."
"Talvez." Mallory olhou pra direita, pra Alisha, que tava encarando a pedra. Mallory olhou de novo pra própria mão. Aquelas veias estranhas realmente brilhavam e pulsavam. Queria ver ela de novo... eles de novo, queria rever a família Higgins. Ia precisar conhecê-los melhor, já que tava na chefia do departamento do Paul. "É."
"Legal." Joyce sorriu, tão cheia de calor e elegância. "Que tal um almoço amanhã?" Joyce esfregou as pernas. "Vou fazer o Paul levar o Bob pra jogar golfe e vai ser só nós. Alisha, cê topa?"
"Adoraria." Alisha esticou a mão e colocou sobre a coxa de Mallory. Passou levemente o dedo indicador no vestido dela, numa linha preguiçosa e sinuosa. "Mas tenho um dia em família planejado." Parecia genuinamente decepcionada.
"Hum..." Mallory mexeu a bunda no sofá, se afastando de Alisha. "Tenho igreja de manhã. Alisha colocou a mão de volta no colo dela.
"Ótimo, então tá resolvido." Joyce deu um gole no vinho. "Almoço depois da igreja. Vou deixar a limonada pronta."
Uma salva de palmas veio do porão. Depois, o som de passos nas escadas.
"Sam vai querer isso de volta no quarto dele." Joyce estendeu a mão e arrancou a pedra da mão de Mallory. "Mas você pode ver ela de novo amanhã." Enfiou a pedra no decote.
Mallory pareceu desanimado por ter que devolver.
Os homens entraram na sala, rindo de novo.
"Paul, querido." Joyce olhou pro marido. "Eles têm um jogo de golfe amanhã com Bob no fim da manhã. Mallory e eu vamos fazer um lanchinho enquanto vocês dois tão jogando." O calor agora se espalhava pelos peitos de Joyce. A sensação de euforia quase a levava.
"Show." Paul bateu palma com Bob. Ele tinha uma esposa esperta. Ia trabalhar pra encantar o Bob um pouco mais, e Joyce ia encantar a Mallory. Paul podia conseguir uma promoção com tudo isso. "Tô ansioso pra chegar."
A esposa dele devolveu o sorriso. "Mais cervejas?"
"É pra isso que a gente tá aqui", disse Raj.
"Beleza, deixa eu pegar pra vocês." Joyce entrou na cozinha.
Cada par de olhos mirou a bunda dela enquanto sumia da sala. A maioria achava que Paul era um cara muito sortudo.
Eles tinham razão. E ao mesmo tempo, estavam errados.
Sam chegou atrasado do encontro. Pela quantidade de garrafas de vinho e cerveja vazias na bancada da cozinha, ele tinha perdido uma boa parte da festa.
Primeiro, Sam precisava garantir que a pedra estava segura. Subiu as escadas e foi até o quarto dele. Uma olhada rápida debaixo do colchão e o brilho vermelho da rocha encontrou seus olhos. Estava segura. Joyce tinha devolvido.
Depois, ele precisava ver como tinha sido com a Sra. Stevens. Sam voltou para o corredor e caminhou até o quarto dos pais. Abriu a porta e as dobradiças soltaram um rangido leve. Estava escuro lá dentro. Esperou os olhos se adaptarem.
Paul roncava com um barulho suave. Estava do outro lado da cama king. Joyce dormia no lado mais perto, aninhada confortavelmente na curva do quadril dele. Sam se aproximou da cama.
"Mãe", sussurrou Sam. Ele se inclinou e sacudiu o ombro dela. "Oi, mãe."
"Querido?" Joyce abriu os olhos e viu Sam parado ao lado dela. "O que foi?" As coisas estavam meio fora do lugar. Ela estava um pouco bêbada e ainda sentia o calor persistente da pedra formigando nos peitos dela.
Paul continuou roncando.
"O que aconteceu hoje à noite com a Sra. Stevens?"
Joyce fechou os olhos. "Te conto de manhã, querido. Vai dormir antes que acorde seu pai."
"Não vou conseguir dormir até você me contar." Sam ficou parado.
"Ah, tá bom." Joyce abriu os olhos de novo e saiu de debaixo dos lençóis. Ela estava usando uma camiseta velha e uma calcinha de algodão azul. Cambaleou e pegou a mão de Sam. "Vem, vou te contar e aí a gente volta a dormir." Ela olhou por cima do ombro para o marido dormindo e guiou Sam para fora do quarto, pelo corredor, até o quarto dele. Entrou e trancou a porta atrás deles.
"Então?" Os olhos castanhos de Sam brilharam de expectativa. "Como foi? Foi?"
"Bom, não tenho certeza, exatamente. Ela não estava ansiosa como a Alisha quando... quando pegou a pedra pela primeira vez." Joyce soltou a mão de Sam e fez sinal pra ele sentar. Sam não se mexeu.
"E?" Sam estendeu a mão e apertou a teta direita dela com a mão. Segurou, sentindo o peso firme.
Joyce não fez nada pra impedir. "E... não sei nada sobre a Mallory, Sam. Quanto mais penso, pior fica. Pode não parecer, mas ela tem muito a ver com a empresa do seu pai. Se as coisas derem errado—"
"Não vão dar errado." Sam passou a mão por baixo da camisa dela e acariciou a teta. "Você tem umas tetas enormes, mãe."
A boca de Joyce se abriu de choque. "Linguagem, mocinha."
"Desculpa, mãe. Amo seus peitos."
"Obrigada, docinho." Joyce relaxou e sorriu pra ele.
Sam enfiou a outra mão por baixo da camisa dela e também massageou a teta esquerda. "Então, quando ela volta?"
"Pedi pra ela voltar amanhã pro almoço." Sem pensar, Joyce se abaixou, pegou a camisa e tirou.
Com o seu marido?" Sam se inclinou e beijou o mamilo direito dela.
"Não, seu pai vai levar o Bob pra jogar golfe enquanto a gente almoça." Ela tremeu quando a boca do filho roçou no mamilo.
"Puxa, bom trabalho, mãe." Sam levantou a cabeça. Usando o aperto nos peitos dela, Sam manobrou Joyce suavemente até a cama.
Joyce se deixou levar pelos peitos. "Só quero que você seja feliz, Sammy." Ela sentou na cama e Sam soltou as tetas dela. Ela estendeu a mão e desabotoou e abaixou o zíper da calça jeans dele. "Como foi com a Ashley?"
"Foi bem. Ela passou a mão na minha calça hoje à noite", disse Sam. "Mas ela parecia meio nervosa."
Joyce tirou a calça e depois deixou a calcinha cair. "Nossa." Ela olhou pro monstro. "Foi difícil ter as mãos de uma garota em você sem alívio?"
"Foi difícil."
"Meu, meu, meu." Joyce esticou o dedo e limpou uma gota de líquido pré-ejaculatório da cabeça. "Ele parece tão bravo hoje à noite, querido. Deixa eu te ajudar." Ela abaixou a boca e chupou.
"Valeu, mãe."
Cinco minutos depois, Sam afastou a boca do pau dele. "Te amo, mãe."
"Também te amo, querido." Joyce limpou a saliva do queixo. Ela se deitou de novo na cama e tirou a calcinha. As pernas dela se abriram, quase sozinhas. Era tão fácil pra Sam colocá-la nessa posição. Ela estava muito molhada. "Você precisa de camisinha."
"Não quero usar camisinha." Sam subiu na cama entre as pernas dela. O pau dele balançava pra frente e pra trás com os movimentos. Parecia que tava procurando a buceta da Joyce no escuro.
"Tá bom. Tá bom, querido. Se isso te faz... uhhhhh..." Joyce gemeu quando ele penetrou ela. Ela colocou a mão atrás dos joelhos e abriu mais as pernas, dando a Sam acesso total à boceta dela. "É... tão... graaandeee." Joyce olhou pra baixo, entre os peitos dela, em direção à barriga. Ela conseguia ver o contorno daquela coisa enquanto ele empurrava contra as entranhas dela. Foi totalmente obsceno.
Sua buceta é a melhor." Sam bateu nela.
"Linguagem... uh... uh... uh... Sammy."
"Não tão alto, mãe."
Joyce tentou abafar seus gritos e gemidos.
"Quero... uh... meter dentro." Sam se aproximou e colocou as mãos nos peitos dela. Eles balançavam pra cima e pra baixo enquanto ele entrava e saía dela.
"Não, Sammy. Você... aaaaiiiii... não pode." Joyce apoiou a cabeça no cobertor e deixou Sam fazer o que quisesse.
"Me pede, mãe."
Joyce balançou a cabeça e fechou os olhos.
"Você... uh... uh... quer?" Sam estava perto.
Ela não ousou dizer. Ela assentiu e abriu as pernas um pouco mais.
"Ai, mãe. Ai, mãe. Aaaaiiiiiiiii." Sam gozou dentro da buceta dela.
"Saaaaaammmmyyyyyy", disse Joyce com prazer. Estrelas brilharam diante dos olhos dela enquanto o esperma quente espirrava nas entranhas dela. Ela não ligava. Só queria mais. Mais dessa sensação. Mais de Sam. A buceta dela se contraiu em volta do pau dele uma e outra vez enquanto os movimentos de Sam diminuíam.
Sam encostou a bochecha no peito direito dela e descansou ali. "Cuida tão bem de mim."
"Ai, Sammy." Joyce soltou as pernas e baixou os pés na cama. Pegou a cabeça de Sam com a mão direita, os dedos acariciando o cabelo dele.
Depois de um tempo, Sam saiu dela com um estalo audível e ficou de pé ao lado da cama. O pau dele ainda não tinha murchado.
"Me passa uma toalha, querido", disse Joyce.
Sam se abaixou e pegou uma toalha limpa do monte. Jogou pra ela.
Joyce colocou a toalha entre as pernas e suspirou. "Vou ter que deixar seu pai meter em mim agora. Pra garantir." Ela se sentou e ficou de pé. A possibilidade de virar avó pelo útero fértil da Alisha já era ruim o bastante. Joyce estremeceu ao pensar no que seria carregar o próprio neto dentro dela. Se inclinou e pegou a camiseta e a calcinha. Olhou de novo pro rosto sorrindo do filho dela. "Não acredito que deixei você fazer isso. Devo estar louca." Ela vestiu a camisa. "O mundo inteiro enlouqueceu." Colocou a calcinha e foi até a porta. As pernas pálidas dela pareciam tão gostosas na luz do luar. "Boa noite, Sammy."
"Boa noite, mãe." Sam subiu na cama. "Valeu."
Joyce abriu a porta e olhou pra ele. "De nada, Sammy." Ela saiu e fechou a porta atrás de si.
Sam esperou uns cinco minutos, saiu na ponta dos pés pelo corredor e desceu até o quarto dos pais. Encostou o ouvido na porta.
"Ah, Joyce", Paul disse lá dentro. "O que que tem com você? Você tá tão molhada... hã... mal consigo sentir você. Não... tô... reclamando."
Sam ouviu a cama rangendo de leve. O pai dele tava recebendo os restos descuidados do Sam. Foda.
Sam voltou pra cama e dormiu com um sorriso no rosto.
Joyce estreitou os olhos, olhando para um filho e depois para o outro. Quando houve uma pausa na história, ela disse: "Vocês dois estão se dando bem."
"Sam amadureceu muito ultimamente, mãe." Beth sorriu para Joyce, despreocupada. "Gosto de conversar com ele."
Sam assentiu, mas não olhou para Joyce.
"Desde pequenos, a única vez que vocês se davam bem era quando estavam prestes a aprontar alguma." Joyce deu uma mordida saborosa nas couves de Bruxelas.
"Agora, vai, Joyce." Paul cutucou o braço da esposa.
Sam olhou para a mãe. Viu ela mastigar e engolir. Se ao menos o pai dele soubesse o que ela tinha feito com aquela boca gostosa no começo do dia. Como ela conseguia passar de engolir uma porrada de porra do filho para sentar como se nada tivesse acontecido? Lá estava ela, do lado do Paul, confortável na cadeira, presidindo o jantar em família. Sam se perguntou como seria se tivesse gozado dentro dela. Quão tesudo seria tê-la sentada ali, rainha da família, vazando leite devagar na calcinha? O rosto dele corou com a ideia, ele olhou para baixo e deu outra garfada no bolo de carne.
"Não, você tem razão, querido." Joyce sorriu para Paul. "Acho que não estou acostumada com tanta harmonia." Ela virou o sorriso caloroso para Beth. "Fico feliz que vocês dois estejam se dando bem. Por favor, termina sua história."
Beth olhou para Sam e chutou ele debaixo da mesa. A mensagem foi clara: não seja tão estranho ou a mãe vai sacar. Sam levantou o olhar. e tentou agir normalmente.
Quando Beth terminou sua história, Paul levantou a mão. "Família, tenho um anúncio." Olhou para cada um deles. "Mallory Stevens e o marido dela vão jantar aqui no sábado."
"Sua nova chefe vai vir aqui?" Sam só tinha visto Mallory Stevens uma vez, uns meses atrás, quando passou no escritório do pai com a Joyce. Ela era nova na empresa. A impressão que Sam teve foi de uma mulher alta, imponente e gostosa.
"Ela é minha colega. Não minha chefe." Paul sorriu educadamente para Sam.
"Desculpa." Sam olhou pro prato e viajou nos pensamentos. A Sra. Stevens tinha um cabelo loiro lindo, cheio de sardas, e a saia dela naquele dia tinha abraçado as cadeiras magras dela. Tinha sido legal com Sam, fazendo perguntas sobre a escola. Quanto mais pensava nela, mais desconfortável ficava a calça dele. Se ajeitou no assento.
Beth olhou pra ele, percebeu o desconforto dele e revirou os olhos. A expressão dela era fácil de ler; "Qual é dessa vez, tarado?""... é por isso que vou precisar da ajuda de todo mundo pra essa janta." Paul já tava falando há um tempinho. "É importante que a gente cause uma boa impressão."
"Vai dar tudo certo, Paul. O que eu faço?" Joyce deu um gole no vinho.
"Que tal um bife?" Paul falou.
"Eu dou conta disso." Joyce concordou e tomou outro gole da taça de vinho. Os ombros dela estavam tensos, cheios de nós. Uma janta com o chefe não era uma parada divertida.
"Show." Paul colocou a mão no braço dela. "Vai ser legal." Ele olhou pra manga da blusa de Joyce sob os dedos. "Ei, pensei que você ia vestir aquela camisa com as florzinhas bordadas hoje à noite."
"A das rosas bordadas?" O sorriso de Joyce era só lábios, sem nenhum brilho nos olhos.
"Sim, pra nossa..." Paul olhou pras crianças. "... noite especial." Ele limpou a garganta. "Porque quarta-feira sempre é especial nessa casa."
"Tá, né?" Beth enterrou o rosto nas mãos.
"Desculpa, querido." Joyce olhou pro Sam e depois pro Paul de novo. "Eu... hum... sujei ela hoje."
"Ah, tudo bem." Paul esfregou o braço de Joyce. "Sem problema. Essa camiseta fica uma delícia em você de qualquer jeito." Ele piscou pro Sam.
"Boa, pai", falou Sam.
"Você acha que a gente devia chamar uns amigos pra jantar com a Mallory?" Joyce serviu mais um pouco de vinho pra ela. "Sabe, pra aliviar a pressão social."
"Boa ideia. Chama os Singhs. Faz tempo que não vejo o Raj." Paul voltou a comer os legumes, mastigando feliz.
"Tá bom." A cara de Joyce mudou na hora. Esses não eram os amigos que ela tinha em mente. Iam encher a noite, que já era estressante, de um monte de complicação perversa. Mas Joyce não sabia como desistir da ideia. Bebeu mais um gole de vinho.
"Show." Paul parou de mastigar e olhou pra Joyce. "E realmente Não queria falar nada, mas notei que as coisas em casa estão um pouco mais bagunçadas que o normal. Semana corrida?"
Joyce tossiu e desviou o olhar de Paul. "Hum, sim, querido. Corrida."
"Sem problema." Paul sorriu, feliz. "Vou chegar mais cedo em casa sexta e te ajudar a limpar. Vamos deixar esse lugar impecável pra noite de sábado."
"Eu também ajudo, pai", disse Sam.
"Meh." Beth deu de ombros.
"Show!" Paul bateu palmas e esfregou as mãos. "Vamos resolver esse negócio do jantar da Mallory."
"Seu chefe não vai saber o que bateu nela." Sam sorriu.
"Colega", disse Paul. "Ela é minha colega."
"Tá bom, pai", disse Sam.
~~
Quinta depois da escola, Sam encontrou a Sra. Singh e Joyce sentadas na mesa da cozinha. Esperava encontrar elas uma em cima da outra com roupa espalhada pelo cômodo todo, mas não foi o caso.
"Oi, mãe. Oi, Sra. Singh." Sam largou a mochila no chão.
"Oi, Sammy." Joyce sorriu pra ele. Tava vestindo um vestido azul solto que quase combinava com o vestido que Alisha usava.
Alisha acenou pra Sam. A aliança de casamento brilhou enquanto ela se mexia na luz quente do fim de tarde. A visão do anel e do sorriso bonito dela fez a pica de Sam mexer dentro da calça.
Vinte minutos depois, Alisha quicava no pauzão de Sam. Tavam no quarto dele, na cama, com Joyce olhando de trás da cadeira de Sam. Como tinha sido verdade a semana toda, não tinha camisinha na pica de Sam.
"Ai, Sam. Você é tão fundo." Alisha se inclinou pra trás, com os dedos apoiados nas coxas finas de Sam. Debaixo do triângulo de cabelo preto dela, a pica de Sam esticava e puxava os lábios escuros da buceta e o rosa bem lá dentro. "Você vai... você vai... ooohhhhh... me fazer... de novo." Alisha parou de quicar e apertou quadris contra os dele.
"Vai fundo." Sam ergueu os quadris dela e puxou pra baixo, forçando ela a engolir ele inteiro.
"Ai, Deus... Ai, Deus... Ai, Deus." As tetas da Alisha quicavam e balançavam no ritmo. Ele agarrou elas e apertou contra o peito dele.
Vou... gozar", disse Sam. Ele a fazia quicar pra cima e pra baixo no pau dele como uma boneca de pano."Não dentro da buceta dela, Sammy." Joyce se inclinou pra frente e viu a bunda da amiga balançando e tremendo.
"Vou..." Sam fechou os olhos com força.
"Não dentro dela." Joyce se levantou. Chegou perto da cama, ajoelhou e colocou as mãos debaixo dos braços de Alisha. Ela puxou, mas Alisha continuava quicando na vara do filho dela.
"Siim". Alisha se mexeu e apertou os peitos dela com mais força. "Faz isso..."
"Aaaaaahhhhhhh". Sam jorrou o esperma dentro da buceta dela.
"Não." Joyce rodeou Alisha pra segurá-la melhor e, sem querer, agarrou os peitos dela. Alisha virou a cabeça, abriu a boca e beijou Joyce nos lábios. Sem pensar, Joyce fechou os olhos e devolveu o beijo. Ela tava se sentindo bem, se beijando com a melhor amiga enquanto o filho esvaziava as bolas dentro dela. Não era assim que ela queria virar avó. Mas Joyce não parou.
"Mmmmmmppphhhhh". O corpinho de Alisha nunca parou de montar Sam, mas agora ela tava girando o quadril e batendo contra ele. Ela deslizou as mãos por baixo das de Joyce e depois colocou elas por cima, segurando Joyce no lugar, forçando os dedos de Joyce na carne macia de Alisha.
Sam abriu os olhos. "Uau." Ele olhou pras mãos dele, as alianças apertadas. Sam não ligava que Alisha não tinha dado um descanso depois da gozada, ele queria que aquilo durasse pra sempre.
Essa era, claro, a segunda vez naquele dia que Joyce se beijava com a vizinha. As sessões delas antes de Sam chegar em casa tavam virando um hábito. Mas essa foi a pior. Joyce não sabia como podia afundar mais. Joyce jogou a cabeça pra trás e os lábios se separaram. "Desculpa, Sammy." As mãos dela ainda massageavam os peitos da amiga. "Tentei impedir."
"Tá... tá tudo bem... mãe." Sam segurou as quadris de Alisha e diminuiu seus movimentos. "Isso é bom... pra mim. Ajuda de verdade."
"Você pode engravidar ela." Joyce não conseguiu evitar. Ela deu um beijo rápido no pescoço de Alisha. Alisha suspirou e inclinou a cabeça pro lado, oferecendo mais pescoço pra Joyce. Agora ela montava Sam devagar e firme.
"Não se preocupa com isso, mãe." Sam tava bem ligado na pedra debaixo do colchão. Ela pulsava calor dentro dele. Isso era talvez a coisa mais forte que ele já tinha sentido. "É o que eu preciso agora. Você quer que eu tire A, né?"
"Sim, mas..." Joyce se inclinou e beijou o pescoço da amiga de novo. Lambeu de cima a baixo, sentindo o sal do suor dela e o cheiro das notas florais sutis do perfume misturado com o tom terroso do sêmen de Sam subindo pela buceta dela. As mãos dela amassaram os peitos de Alisha.
"Ah, Joyce. Siimm." Alisha tremeu.
"Tá tudo bem, mãe." Sam sorriu pra ela.
"Acho que sim, se você precisa." Joyce olhou pro filho bonito e magricela. Ele parecia tão feliz. "Se a Alisha topa. Ela é uma mulher adulta, ela pode decidir."
"Legal." Sam puxou os quadris de Alisha e tirou ela de cima. "Agora, cê pode colocar no cu dela, por favor?"
"Ah, Sammy, não." Mas a mão direita de Joyce largou o peito que tava apertando e desceu entre as pernas da amiga.
Alisha gemeu, a buceta flutuando sobre a pica de Sam. "Joyce, cê tá tocando a pica do seu filho."
"Tá tudo bem, Alisha." Joyce circulou suavemente com os dedos a circunferência dele. Era tão grosso.
"Mas... mas, ele é seu filho", disse Alisha.
"Tá tudo bem." Joyce apontou a cabeça pra cima e acariciou entre as nádegas de Alisha. O pau parou e ela sentiu o buraco de Alisha ceder enquanto deslizava pra baixo. Joyce moveu a mão. "Eu não consigo--"
Alisha beijou ela de novo e desceu a mão direita até a buceta de Alisha. Os dedos de Joyce se esmagaram. Dentro e ao redor do buraco enorme, os fluidos de Alisha e o esperma do filho dela escorreram. "Nunca—" Joyce foi interrompida de novo pelos lábios macios da amiga.
Elas quebraram o beijo. "Ai, meu Deus. Joyce..." Alisha começou a quicar de verdade, enfiando aquele monstro no cu dela sem parar. "Você vai... você vai..." Ela gozou na mão de Joyce.
"Ah, querida." Joyce apertou os peitos com a mão esquerda e esfregou o clitóris com a direita. Lambeu pra cima e pra baixo o pescoço elegante e moreno de Alisha e depois desceu até um dos seios dela. "Ele te abriu bem pra caralho aí embaixo." O lindo vestido azul estava grudado nas costas, na bunda e no lado de Alisha. Mais manchas, pensou Joyce. Suor e outras... coisas.
Ele...". Lakshmi deu um espasmo e voltou.Um pouco depois, Sam entrou na bunda dela. Foi a terceira vez naquele dia. A primeira, na boca dela enquanto ela lutava pra engolir. A segunda, na buceta dela. E a terceira, no cu dela. A trinca. Ele era dono de todos os buracos dela. Foi um bom dia.
Joyce ajudou ela a tomar banho. Alisha não andava com tanta cautela quanto da última vez que ele tinha dado no cu dela. Tudo isso estava bem. Mas Sam precisava de algo mais. Precisava de mais da mãe dele. Precisava mais da irmã dele. Sam viu o pau dele murchar devagar enquanto ficava deitado de costas, com a cabeça no travesseiro. Precisava de outra namorada. A pedra pulsava debaixo dele. Precisava espalhar a semente dele.
~~
Sam não conseguiu fazer nenhuma das travessuras normais dele depois da escola na sexta, porque Paul estava lá pra recebê-lo quando ele chegasse em casa. O pai dele colocou Sam pra trabalhar limpando a casa. Joyce limpou as escadas. Paul limpou no nível principal. E o trabalho de Sam era limpar as janelas. Ele não tinha certeza por que a chefe do pai dele se importaria com as janelas.
Claro, Beth não estava à vista.
Umas boas horas esfregando janelas, Sam estava irritado e cansado. Ele entrou no quarto dos pais dele pra arrumar as janelas. Dava pra ouvir a mãe dele no banheiro principal, cantarolando enquanto trabalhava. Sam nunca tinha feito nada com ela no próprio quarto dela. Nem tinha passado pela cabeça dele, pra falar a verdade.
"Oi, mãe." Sam largou o borrifador e foi pro banheiro.
"Oi, querido. Como tão as janelas?" Joyce estava de quatro, esfregando o chão com uma esponja.
"Bem." Sam viu a bunda dela balançar suave no jeans enquanto ela trabalhava. "Mas acho que preciso de uma pausa." Será que a chefe do pai dele ligaria pro chão do banheiro principal estar impecável? Provavelmente não.
"Sei que é trabalho duro, mas seu pai e eu — Joyce olhou pra cima quando ouviu a porta do banheiro fechar. "Não, querido. Não dá. Seu pai pode aparecer aqui a qualquer hora. E a gente precisa se preparar pro jantarão de amanhã."
"Vai, mãe." Sam baixou a calça e a cueca. "Preciso de uma pausa."
"Nossa." Joyce tirou as luvas de borracha. "Bom, talvez só por um minuto."
Uns quinze minutos depois, Joyce tava chupando as bolas de Sam com carinho enquanto passava a mão direita nele. A pica do filho era tão grande que quando ela soltou, o negócio cobriu o rosto dela e a ponta passou da testa.
Uau, mamãe. Isso é realmente foda." Sam tentou manter a voz baixa, caso a Joyce tivesse razão e o Paul subisse as escadas procurando por eles."Uuuuuuaaagggghhhhhh", Joyce falou com a boca cheia de saco.
"Usa a sua... mão esquerda." Sam queria ver a aliança de casamento dela.
"Mmmmmmpppphhhhh". Joyce trocou de mãos e acariciou o comprimento daquela coisa com a mão esquerda. Ela também moveu a boca do testículo direito para o esquerdo. Estavam tão cheios e quentes. Ela rolou a língua.
"Eu estive pensando." Sam tinha a mão direita enroscada no cabelo cacheado da Joyce. "Eu... ah... preciso de outra namorada."
"Hhhhhhmmmm?" Joyce tirou a bola da boca. "A Ashley?"
"Coloca de volta, mamãe."
Obediente, Joyce levou o testículo de volta à boca.
"Talvez." Sam estava chegando lá. "Eu estava... pensando que me faria bem... ahhhhh... sua ajuda... de novo. Talvez uma... mulher mais velha."
Joyce queria dizer não, mas não queria parar de chupar. "Nnnnnnnhhhhhh".
"De qualquer forma... pensa nisso." Sam apertou o cabelo dela com mais força. "Eu vou..."
Joyce soltou o testículo e moveu a boca para a cabeça roxa do pau dele. Ela levou a mão direita para cima e acariciou com as duas mãos enquanto inclinava a cabeça. Quando foi que ela ficou tão boa nisso? Como tinha sido a vida dela antes de aprender a aliviar as cargas ardentes do Sam? Joyce mal se lembrava.
"Ah, mamãe. Ah, mamãe." Sam esvaziou as bolas. Ele se reclinou e colocou as duas mãos na borda da pia dupla atrás dele.
Joyce engoliu e engoliu. Uma cachoeira de porra quente desceu pela garganta dela. Bem quando ela engoliu o último jato, foram interrompidos.
"Joyce? Sam?" Paul estava andando pelo corredor. "Onde vocês estão?"
Com os olhos arregalados, Joyce afastou o rosto do pau do Sam e limpou a boca. Um fio de porra e saliva pendia do queixo dela. Ela olhou para baixo e viu uma mancha. que se espalhava pela camiseta dela. "Hum. Tô aqui, amor." Será que ela realmente ia falar com o marido com o gosto do esperma do Sam ainda na boca? Ela levou um dedo aos lábios e olhou pro Sam.
Sam assentiu. Não ia falar nada. O pau inchado dele pulsava no ritmo acelerado do coração, balançando no ar entre ele e a mãe.
"Tudo bem?" Paul já estava no quarto deles, do outro lado da porta. "Achei que ouvi alguma coisa."
Ainda de joelhos, Joyce olhou ao redor do quarto. O cheiro era forte. Ela podia se livrar da camisa e esconder o Sam no chuveiro, mas não conseguia se livrar do cheiro incriminador. Ia ter que fazer o Paul ir embora. Não tinha como ela abrir a porta sem ele perceber.
"Tô bem. É só aquela época do mês." Joyce não acreditava que o Sam ainda tava ali passando por tudo aquilo. O pau dele tava duro, reto, pedindo atenção. Ela ignorou.
"Ah, tá bom." Paul voltou pro corredor. "Você viu o Sam? Ele deixou a garrafa aqui, mas as janelas não parecem prontas."
"Eu... ah..." Joyce olhou pro Sam com uma cara de deboche.
Sam arqueou as sobrancelhas e deu de ombros.
"Ele... hum... saiu com uns amigos por um tempo", ela disse. "Falou que termina quando voltar." Os peitos de Joyce subiam e desciam enquanto ela lutava pra não hiperventilar.
"Mais vale." A voz do Paul sumiu enquanto ele chamava do corredor. "Só garante que ele termine. Amanhã a gente tem uma noite daquelas."
"Ok, amor." Os ombros de Joyce relaxaram.
"Nossa, mãe, foi por pouco", sussurrou Sam.
"Temos que ter mais cuidado, Sammy." Joyce se abaixou, puxou a cueca dele pra cima e enfiou o pau pra dentro. Depois subiu a calça, abotoou e fechou o zíper.
"É, prometo." Disse Sam.
"Tá bom, agora fica de boa por um tempo." Joyce deu uns tapinhas na virilha da calça dele. "Você não devia estar em casa. Oké."
"Seu pai vai te matar se nos pegar." Joyce se levantou, foi até a porta e abriu. Olhou cuidadosamente ao redor do quarto e depois fez sinal para Sam sair. "Vamos."
"Oké." Sam saiu do banheiro. "Desculpa, mãe."
"Só vamos." Joyce deu um tapinha na bunda dela para se apressar.
Sam correu para o quarto dela e se escondeu por um tempo.
~~
Chegou o grande jantar e a mesa de jantar dos Higgins estava cheia. Joyce sentou à esquerda de Sam, na cabeceira da mesa. Paul sentou na outra ponta. À direita de Sam, Lakshmi estava sentada. Na frente de Sam, comendo delicadamente o bife dela, estava Mallory. Do lado dela, o marido, Bob. Do lado dele, Beth estava sentada.
O grupo começou uma conversa animada. Paul contou várias piadas, soltando gargalhadas estridentes com Raj e Bob. Joyce e Mallory conversavam mais tranquilamente no canto delas, falando sobre jardinagem e a vida no subúrbio. Aparentemente, Mallory e Bob tinham acabado de se mudar da cidade e planejavam formar uma família assim que a carreira permitisse. Sam não sabia quando uma carreira deixaria você ter um bebê. Achou que levaria um tempo.
Sam focou em Joyce e Mallory, ignorando os homens mais velhos. De vez em quando fazia uma pergunta, mas ficava quase calada. Mallory era uma gostosa: corpo longo e magro, com curvas suaves e um rosto oval impecável. Tentou não olhar. Tinha reparado que ela era bonita quando a conheceu no escritório, mas não daquele jeito. Será que a pedra estava fazendo efeito? Ela era mais linda ou parecia mais linda? Sam não sabia dizer.
"E como vai a escola, Sam?" Mallory tinha prestado atenção nela. Tomou um gole do vinho branco e sorriu gentilmente.
"Ah." Sam olhou para o prato dela. "Bem..." A língua travou.
Joyce deu uma cutucada na coxa dela com o joelho debaixo da mesa. e limpou a garganta. Sam olhou pra ela. Joyce sorriu, mas tinha um olhar duro por trás do verniz. Isso é importante, diziam os olhos dela.
"Bem, Sra. Stevens." Sam pegou o copo e deu um gole trêmulo de água. "Tá indo bem. Quer dizer, minha mãe tem me ajudado pra caramba."
"Eu tento", disse Joyce, ainda sorrindo.
"Que maravilha." Mallory se virou pra Joyce. "Você tem experiência em educação?"
"Infelizmente não." Mesmo quando sorria falsamente, Joyce brilhava como uma joia rara. Ela usava um vestido cinza claro que mostrava um baita decote. Um colar de pérolas enfeitava o pescoço dela e um par de brincos de diamante discretos e de bom gosto pendia das orelhas enquanto ela olhava de Sam pra Mallory. "Confio só nos instintos e na determinação de mãe." Joyce tinha se maquiado pra ocasião de forma modesta.
Mallory riu, um tilintar suave. "Bom, isso é admirável." Ela usava um vestido vermelho nada ousado. Sua única joia, um par de brincos azuis brilhantes e sua aliança de diamante. "Sempre gostei da escola. O tempo perdido nos livros. Resolvendo enigmas. Ciência era minha matéria favorita." Os olhos dela se moveram de novo pra Sam. "Como você se sai em ciências?"
Sam hesitou em responder. Será que essa era uma oportunidade? Ele ia bem em ciências, mas isso podia exigir uma resposta diferente. "Cara." Ele suspirou. "Eu peno. Pra valer."
"Eu não..." Joyce ergueu uma sobrancelha. "Ah, deixa pra lá."
"Talvez se eu tivesse algumas dúvidas..." Sam sorriu pra Mallory, esperançoso. "Você podia me ajudar?"
"Eu não quis dizer..." O rosto de Mallory ficou vermelho enquanto procurava uma desculpa. "Adoraria te ajudar, Sam, mas tô muito ocupada. Tenho certeza que sua mãe pode te ajudar. Ou seu pai. Paul tem um talento especial pra aprender coisas novas."
Sam olhou pro pai. Ele tava perdido numa conversa do outro lado da mesa. Sam olhou de novo pra Mallory. "Meus pais dão tudo o possível". Sam deu seus melhores olhos de cachorrinho. Sabia muito bem que a Sra. Singh estava ao lado, ouvindo a conversa. "Mas talvez se eu precisar de ajuda com algo específico?"
"Ela disse que estava ocupada, Sammy", disse Joyce.
Alisha colocou a mão esquerda na manga direita de Sam. "Agora, Joyce, você sabe que Sam precisa de ajuda extra. E Mallory se ofereceu tão gentilmente. Onde mais vamos encontrar um cientista vivo de verdade?" Ela sorriu para eles. "Um mestrado em Harvard, né?"
"Hum, dois", disse Mallory.
"Ainda melhor, dois mestrados em Harvard." O sorriso de Alisha era largo e amigável.
"Eu... eu..." gaguejou Mallory. Ela se sentiu estranha. Um calor se espalhou do assento da cadeira, desceu pelas pernas e subiu pela coluna. Vinho demais? "Eu... sim, ficaria feliz em ajudar se você precisar de uma tutoria em ciências. Só se você travar, claro. Apareça no meu escritório, a qualquer hora."
"Isso é incrível, obrigada, Sra. Stevens."
"Com licença." Joyce se levantou. "Preciso verificar a sobremesa na cozinha." Deixou cair o guardanapo no assento e saiu. Sam não estava acostumado a vê-la de salto alto. Aqueles sapatos faziam a bunda dela balançar ainda mais do que o normal.
"Mas talvez você pudesse vir algum dia?" O sorriso de Sam se alargou. Alisha apertou o braço dele com mais força. Não pressiona.
"Eu..." Mallory se sentiu um pouco confusa.
Uma gargalhada forte veio do outro lado da mesa enquanto os homens e Beth curtiam mais uma das piadas do Paul.
"Acho que sim." Mallory mordeu o lábio inferior. "Se eu tiver tempo.
Genial." Sam tirou a mão de Alisha do braço e se levantou. "É melhor eu ajudar minha mãe." Ele seguiu Joyce pela esquina e entrou na cozinha. Atrás dele, Alisha e Mallory começaram uma conversa sobre o distrito escolar local."O que você está fazendo, filho?" Joyce apoiou a bunda na borda do balcão, com os braços cruzados sobre o peito. "Seja lá o que for, tem que parar. Essa é uma grande noite pro seu pai."
"Só peguei um pouco mais de tutoria." Sam se aproximou e encostou o quadril no balcão ao lado dela. "Achei que você ia adorar. Você gosta de notas boas."
"Mas você tá indo bem em ciências." Os olhos claros dela o examinaram de perto.
Sam piscou um olho pra ela.
"Não, não, não." Joyce balançou a cabeça. "Você não pode. Não, não, não, não, não."
"É tarde demais, mãe." Sam deu de ombros. "Eu coloquei a pedra debaixo da cadeira dela enquanto arrumava a mesa. Já começou. Te falei que precisava de outra namorada."
"Isso é loucura," sussurrou Joyce. "É o emprego do seu pai que tá em jogo. E ela é felizmente casada com o Bob."
"A Sra. Singh é felizmente casada," sussurrou Sam.
"Isso é diferente, e você sabe." Joyce apertou os braços com mais força sobre o peito.
"Isso vai ajudar o pai no trabalho," disse Sam. "Ela vai ser tipo da família Higgins. Só preciso que você peça pra ela segurar a pedra hoje à noite. Tá bem?"
"Sammy." Joyce balançou a cabeça.
"Qual é, mãe. Preciso da sua ajuda."
O rosto de Joyce suavizou. "Não sei, Sammy."
"Valeu, mãe." Sam sorriu.
~~
Depois do jantar, Sam e Beth se desculparam. Bex saiu rápido pra ir pra casa da Sarah. Sam se despediu e foi pra um encontro com Ashley.
Os homens que ficaram desceram pra mesa de sinuca no porão. As mulheres se recolheram pra sala de estar com suas taças de vinho.
Joyce seguiu Alisha e Mallory enquanto elas conversavam animadamente. sobre o quanto seus maridos amavam golfe e o quanto elas mal conseguiam suportar isso. Joyce parou na sala de jantar e se inclinou rapidamente ao lado da cadeira de Mallory. Com certeza, a pedra estava presa na parte de baixo com fita adesiva. Joyce arrancou, tirou a fita e segurou na mão esquerda. Entrou na sala de estar e sentou no sofá de dois lugares, de frente para Alisha e Mallory no sofá. O calor familiar se espalhou pelos dedos e subiu pelo braço.
Joyce fez uma pausa na conversa. "Você gosta de geologia, Mallory?"
"Isso é mais coisa do Bob do que minha." Mallory sentou com as costas retas, segurando o copo. "Por quê?"
"Bom, o Sammy encontrou essa pedra diferente outro dia." Joyce estendeu a mão e ofereceu a pedra para Mallory.
Alisha olhou para a pedra com atenção, mas ficou em silêncio. De repente, a buceta dela ficou muito, muito molhada. Pensou no pobre Raj, passando feliz o tempo na casa onde Sam violentava a esposa dele quase todo dia. Os lábios dela se franziram.
"Isso é diferente, né?" Mallory olhou para a pedra sem pegar. A pedra preta tinha o vermelho mais dentado e curioso. Quase parecia pulsar e brilhar se você olhasse com cuidado.
"Aqui, olha mais de perto." Alisha estendeu a mão, pegou a pedra de Joyce e colocou ao lado do copo no colo de Mallory. Se era isso que Sam queria, Alisha também queria.
"Ah." Mallory se abaixou com a mão esquerda e pegou. Um calor se espalhou pelos dedos dela. "É bonitinha. Que tipo de pedra é?"
Joyce recostou no assento e juntou as mãos em volta do pé da própria taça de vinho. "A gente não sabe."
"É muito, muito bonita." O calor se espalhou pela mão de Mallory e desceu pelo braço.
Joyce balançou a cabeça. Essa mulher realmente cairia nas garras do Sam? Era difícil de acreditar. Alisha era uma coisa. Mas Mallory tinha estudo, carreira, Planos para uma nova família e um marido jovem e gostoso. Ela ficou em silêncio.
"Posso..." As pupilas de Mallory se dilataram, o brilho vermelho refletido nos olhos dela. "Posso ficar com ela?"
Risadas ecoaram na escada do porão enquanto os homens comemoravam a conquista de alguém na mesa de sinuca.
"Desculpa, querida", disse Joyce. "É do Sam. Mas você pode segurá-la de novo quando vier ser tutora dele."
"Essa semana tá bem corrida." Mallory olhou pra Joyce e seus olhos pousaram no decote dela. O olhar parou ali com uma ponta de inveja. Ela balançou a cabeça pra se clarear. Paul tinha sorte de ter uma esposa tão linda e dedicada. "Não quis dizer... acho que não vou ter tempo", falou Mallory.
"Tudo bem." Joyce assentiu. Seguiu o olhar de Mallory até os próprios peitos e corou. A chefe do marido dela era uma mulher bonita, de um jeito delicado e sutil. Talvez fosse bom ter a atenção de uma mulher assim. "O Sammy vai ficar bem com a minha ajuda. Mas você devia voltar logo. Só nós, as garotas."
"Talvez." Mallory olhou pra direita, pra Alisha, que tava encarando a pedra. Mallory olhou de novo pra própria mão. Aquelas veias estranhas realmente brilhavam e pulsavam. Queria ver ela de novo... eles de novo, queria rever a família Higgins. Ia precisar conhecê-los melhor, já que tava na chefia do departamento do Paul. "É."
"Legal." Joyce sorriu, tão cheia de calor e elegância. "Que tal um almoço amanhã?" Joyce esfregou as pernas. "Vou fazer o Paul levar o Bob pra jogar golfe e vai ser só nós. Alisha, cê topa?"
"Adoraria." Alisha esticou a mão e colocou sobre a coxa de Mallory. Passou levemente o dedo indicador no vestido dela, numa linha preguiçosa e sinuosa. "Mas tenho um dia em família planejado." Parecia genuinamente decepcionada.
"Hum..." Mallory mexeu a bunda no sofá, se afastando de Alisha. "Tenho igreja de manhã. Alisha colocou a mão de volta no colo dela.
"Ótimo, então tá resolvido." Joyce deu um gole no vinho. "Almoço depois da igreja. Vou deixar a limonada pronta."
Uma salva de palmas veio do porão. Depois, o som de passos nas escadas.
"Sam vai querer isso de volta no quarto dele." Joyce estendeu a mão e arrancou a pedra da mão de Mallory. "Mas você pode ver ela de novo amanhã." Enfiou a pedra no decote.
Mallory pareceu desanimado por ter que devolver.
Os homens entraram na sala, rindo de novo.
"Paul, querido." Joyce olhou pro marido. "Eles têm um jogo de golfe amanhã com Bob no fim da manhã. Mallory e eu vamos fazer um lanchinho enquanto vocês dois tão jogando." O calor agora se espalhava pelos peitos de Joyce. A sensação de euforia quase a levava.
"Show." Paul bateu palma com Bob. Ele tinha uma esposa esperta. Ia trabalhar pra encantar o Bob um pouco mais, e Joyce ia encantar a Mallory. Paul podia conseguir uma promoção com tudo isso. "Tô ansioso pra chegar."
A esposa dele devolveu o sorriso. "Mais cervejas?"
"É pra isso que a gente tá aqui", disse Raj.
"Beleza, deixa eu pegar pra vocês." Joyce entrou na cozinha.
Cada par de olhos mirou a bunda dela enquanto sumia da sala. A maioria achava que Paul era um cara muito sortudo.
Eles tinham razão. E ao mesmo tempo, estavam errados.
Sam chegou atrasado do encontro. Pela quantidade de garrafas de vinho e cerveja vazias na bancada da cozinha, ele tinha perdido uma boa parte da festa.Primeiro, Sam precisava garantir que a pedra estava segura. Subiu as escadas e foi até o quarto dele. Uma olhada rápida debaixo do colchão e o brilho vermelho da rocha encontrou seus olhos. Estava segura. Joyce tinha devolvido.
Depois, ele precisava ver como tinha sido com a Sra. Stevens. Sam voltou para o corredor e caminhou até o quarto dos pais. Abriu a porta e as dobradiças soltaram um rangido leve. Estava escuro lá dentro. Esperou os olhos se adaptarem.
Paul roncava com um barulho suave. Estava do outro lado da cama king. Joyce dormia no lado mais perto, aninhada confortavelmente na curva do quadril dele. Sam se aproximou da cama.
"Mãe", sussurrou Sam. Ele se inclinou e sacudiu o ombro dela. "Oi, mãe."
"Querido?" Joyce abriu os olhos e viu Sam parado ao lado dela. "O que foi?" As coisas estavam meio fora do lugar. Ela estava um pouco bêbada e ainda sentia o calor persistente da pedra formigando nos peitos dela.
Paul continuou roncando.
"O que aconteceu hoje à noite com a Sra. Stevens?"
Joyce fechou os olhos. "Te conto de manhã, querido. Vai dormir antes que acorde seu pai."
"Não vou conseguir dormir até você me contar." Sam ficou parado.
"Ah, tá bom." Joyce abriu os olhos de novo e saiu de debaixo dos lençóis. Ela estava usando uma camiseta velha e uma calcinha de algodão azul. Cambaleou e pegou a mão de Sam. "Vem, vou te contar e aí a gente volta a dormir." Ela olhou por cima do ombro para o marido dormindo e guiou Sam para fora do quarto, pelo corredor, até o quarto dele. Entrou e trancou a porta atrás deles.
"Então?" Os olhos castanhos de Sam brilharam de expectativa. "Como foi? Foi?"
"Bom, não tenho certeza, exatamente. Ela não estava ansiosa como a Alisha quando... quando pegou a pedra pela primeira vez." Joyce soltou a mão de Sam e fez sinal pra ele sentar. Sam não se mexeu.
"E?" Sam estendeu a mão e apertou a teta direita dela com a mão. Segurou, sentindo o peso firme.
Joyce não fez nada pra impedir. "E... não sei nada sobre a Mallory, Sam. Quanto mais penso, pior fica. Pode não parecer, mas ela tem muito a ver com a empresa do seu pai. Se as coisas derem errado—"
"Não vão dar errado." Sam passou a mão por baixo da camisa dela e acariciou a teta. "Você tem umas tetas enormes, mãe."
A boca de Joyce se abriu de choque. "Linguagem, mocinha."
"Desculpa, mãe. Amo seus peitos."
"Obrigada, docinho." Joyce relaxou e sorriu pra ele.
Sam enfiou a outra mão por baixo da camisa dela e também massageou a teta esquerda. "Então, quando ela volta?"
"Pedi pra ela voltar amanhã pro almoço." Sem pensar, Joyce se abaixou, pegou a camisa e tirou.
Com o seu marido?" Sam se inclinou e beijou o mamilo direito dela."Não, seu pai vai levar o Bob pra jogar golfe enquanto a gente almoça." Ela tremeu quando a boca do filho roçou no mamilo.
"Puxa, bom trabalho, mãe." Sam levantou a cabeça. Usando o aperto nos peitos dela, Sam manobrou Joyce suavemente até a cama.
Joyce se deixou levar pelos peitos. "Só quero que você seja feliz, Sammy." Ela sentou na cama e Sam soltou as tetas dela. Ela estendeu a mão e desabotoou e abaixou o zíper da calça jeans dele. "Como foi com a Ashley?"
"Foi bem. Ela passou a mão na minha calça hoje à noite", disse Sam. "Mas ela parecia meio nervosa."
Joyce tirou a calça e depois deixou a calcinha cair. "Nossa." Ela olhou pro monstro. "Foi difícil ter as mãos de uma garota em você sem alívio?"
"Foi difícil."
"Meu, meu, meu." Joyce esticou o dedo e limpou uma gota de líquido pré-ejaculatório da cabeça. "Ele parece tão bravo hoje à noite, querido. Deixa eu te ajudar." Ela abaixou a boca e chupou.
"Valeu, mãe."
Cinco minutos depois, Sam afastou a boca do pau dele. "Te amo, mãe."
"Também te amo, querido." Joyce limpou a saliva do queixo. Ela se deitou de novo na cama e tirou a calcinha. As pernas dela se abriram, quase sozinhas. Era tão fácil pra Sam colocá-la nessa posição. Ela estava muito molhada. "Você precisa de camisinha."
"Não quero usar camisinha." Sam subiu na cama entre as pernas dela. O pau dele balançava pra frente e pra trás com os movimentos. Parecia que tava procurando a buceta da Joyce no escuro.
"Tá bom. Tá bom, querido. Se isso te faz... uhhhhh..." Joyce gemeu quando ele penetrou ela. Ela colocou a mão atrás dos joelhos e abriu mais as pernas, dando a Sam acesso total à boceta dela. "É... tão... graaandeee." Joyce olhou pra baixo, entre os peitos dela, em direção à barriga. Ela conseguia ver o contorno daquela coisa enquanto ele empurrava contra as entranhas dela. Foi totalmente obsceno.
Sua buceta é a melhor." Sam bateu nela."Linguagem... uh... uh... uh... Sammy."
"Não tão alto, mãe."
Joyce tentou abafar seus gritos e gemidos.
"Quero... uh... meter dentro." Sam se aproximou e colocou as mãos nos peitos dela. Eles balançavam pra cima e pra baixo enquanto ele entrava e saía dela.
"Não, Sammy. Você... aaaaiiiii... não pode." Joyce apoiou a cabeça no cobertor e deixou Sam fazer o que quisesse.
"Me pede, mãe."
Joyce balançou a cabeça e fechou os olhos.
"Você... uh... uh... quer?" Sam estava perto.
Ela não ousou dizer. Ela assentiu e abriu as pernas um pouco mais.
"Ai, mãe. Ai, mãe. Aaaaiiiiiiiii." Sam gozou dentro da buceta dela.
"Saaaaaammmmyyyyyy", disse Joyce com prazer. Estrelas brilharam diante dos olhos dela enquanto o esperma quente espirrava nas entranhas dela. Ela não ligava. Só queria mais. Mais dessa sensação. Mais de Sam. A buceta dela se contraiu em volta do pau dele uma e outra vez enquanto os movimentos de Sam diminuíam.
Sam encostou a bochecha no peito direito dela e descansou ali. "Cuida tão bem de mim."
"Ai, Sammy." Joyce soltou as pernas e baixou os pés na cama. Pegou a cabeça de Sam com a mão direita, os dedos acariciando o cabelo dele.
Depois de um tempo, Sam saiu dela com um estalo audível e ficou de pé ao lado da cama. O pau dele ainda não tinha murchado.
"Me passa uma toalha, querido", disse Joyce.
Sam se abaixou e pegou uma toalha limpa do monte. Jogou pra ela.
Joyce colocou a toalha entre as pernas e suspirou. "Vou ter que deixar seu pai meter em mim agora. Pra garantir." Ela se sentou e ficou de pé. A possibilidade de virar avó pelo útero fértil da Alisha já era ruim o bastante. Joyce estremeceu ao pensar no que seria carregar o próprio neto dentro dela. Se inclinou e pegou a camiseta e a calcinha. Olhou de novo pro rosto sorrindo do filho dela. "Não acredito que deixei você fazer isso. Devo estar louca." Ela vestiu a camisa. "O mundo inteiro enlouqueceu." Colocou a calcinha e foi até a porta. As pernas pálidas dela pareciam tão gostosas na luz do luar. "Boa noite, Sammy."
"Boa noite, mãe." Sam subiu na cama. "Valeu."
Joyce abriu a porta e olhou pra ele. "De nada, Sammy." Ela saiu e fechou a porta atrás de si.
Sam esperou uns cinco minutos, saiu na ponta dos pés pelo corredor e desceu até o quarto dos pais. Encostou o ouvido na porta.
"Ah, Joyce", Paul disse lá dentro. "O que que tem com você? Você tá tão molhada... hã... mal consigo sentir você. Não... tô... reclamando."
Sam ouviu a cama rangendo de leve. O pai dele tava recebendo os restos descuidados do Sam. Foda.
Sam voltou pra cama e dormiu com um sorriso no rosto.
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