El morbo pudo mas

Olá, pessoal. Precisava contar isso porque é uma parada que tá me deixando louco (no bom sentido) e queria umas opiniões. Nunca escrevi um relato, então espero que dê pra entender tudo direitinho. Só pra deixar claro, tudo que vou contar é real, nada é inventado.

Essa história é meio longa, então provavelmente vou dividir em vários capítulos. Vocês é que decidem se querem que eu continue contando ou não. Por enquanto, vamos com a primeira parte.

Tudo isso começou há uns 3 anos. Uma noite em que resolvi entrar num chat da internet pra conhecer gente. Depois de alguns dias, conheci uma mina. A gente se deu bem e trocamos WhatsApp. Foi aí que, por uma foto, vi ela pela primeira vez. 18 anos, menina, pele morena, panamenha e com uma cara bem bonita. Vou deixar uma foto pra vocês conhecerem ela.El morbo pudo masMe chamou muito a atenção uma garota assim estar num chat desses. Sendo que tenho certeza que muitos caras se interessariam por ela no país dela e tentariam conquistá-la. Então perguntei qual era o motivo. E ela me disse que estava procurando algo diferente. Que os caras de lá só pensavam em comer ela e isso não agradava ela. Ela se mostrava uma pessoa muito angelical. Continuando a conversa, obviamente não podia faltar a pergunta de um milhão: "Você é virgem?" Ela perguntou primeiro, e eu respondi que não. Aí perguntei de volta, e ela respondeu que sim. Custei a acreditar nela. Mas ela insistia que estava se guardando para um amor verdadeiro e não para um relacionamento passageiro.

Os dias passaram e uma coisa levou à outra. A questão é que acabamos num relacionamento à distância. Sempre fui doce e cuidadoso com ela para não deixá-la mal, já que essa era a personalidade dela.

Uma noite ela começou a falar sobre fazer amor. Me perguntou como era e como eu fazia. Contei as coisas básicas e ela me disse que nunca tinha se masturbado. Se isso era real ou não, não sei. Mas partindo do princípio que era real, comecei a guiá-la devagar para que ela se tocasse. Ela, seguindo minhas instruções, começou a fazer isso. Enquanto eu ia dizendo as coisas que faria com ela. Tipo chupar a buceta e o cu dela. Ela, docemente, me perguntava se o cu podia ser chupado e quando respondi que sim, ela soltou um gemido forte, me fazendo saber que a ideia da chupada de cu tinha agradado ela. Num momento, a respiração dela ficou muito pesada e ela disse: "Acho que já... acho que já..." E na sequência gemeu de prazer, gozando toda e enchendo os dedos com os fluidos dela. Ela me contou que as pernas dela ficaram fracas e tremendo, que nunca tinha sentido algo assim. Que gostou muito e, mesmo depois de mais de 10 minutos, ainda dava pra sentir ela ofegante na chamada.

Depois disso, o relacionamento seguiu bem. A gente conversava todo dia e ria junto. Contávamos coisas um pro outro e, sim... Ela tinha tido um dia ruim e eu tava animando ela. Numa daquelas noites em que a gente conversava por chamada e ela se masturbava ouvindo eu falar as coisas que ia fazer com ela, escapou um "slut" da minha boca. Ela parou de se tocar e disse que se sentiu mal por eu ter chamado ela assim. Que ela era mais do romântico (esse detalhe vai ser importante mais pra frente na história). Pedi desculpas e tudo seguiu normal. Algo novo eu tinha aprendido: ela não gostava de ser dominada nem submetida de forma agressiva.

Mesmo assim, eu ainda desconfiava que ela não era bem como contava. Uma mina fiel e sincera que não cairia pra ninguém se só mostrasse interesse sexual. Então, resolvi fazer algo que nunca tinha feito. Criei uma conta fake no WhatsApp e mandei mensagem pra ela. Claro, coloquei uma foto de perfil de um desses caras modelo, mas não tanto, pra ser algo crível. Com a desculpa de "você me passou seu número faz tempo, mas nunca te escrevi", comecei a conversa. E em questão de minutos, ela deixou o verdadeiro "eu" aparecer.amador

peitoesDepois de ver aquilo, fui pedir explicações. Ela ficou super nervosa. Ficou me dizendo que nunca falava se tinha namorado porque, sei lá, quem tava escrevendo podia ser um parente, e que não deixavam ela ter namorado. Pra mim, foi uma desculpa bem fraca, ainda mais porque depois ela falou pro "outro" que queria ser beijada. Simplesmente caiu nessa armadilha por causa de uma cara bonita. Então pensei que era uma mina que ia me fazer de corno fácil. Tudo terminou numa briga que decretou o fim do relacionamento...

A gente parou de se falar e eu deletei o número dela. Depois disso, fiquei com ninguém. Passou um tempão, mais especificamente 2 anos. Até que uma noite, do nada, recebi uma mensagem dela. Um simples "oi". Hesitei muito em responder. Sentia que ela tinha me traído e que eu não podia confiar de novo. Mas no fim, o coração falou mais alto e eu respondi.

A partir daí, o inferno começou...

Vou deixar o primeiro capítulo por aqui. Se vocês tiverem interesse em saber o que aconteceu depois, adoraria saber — isso me motivaria a escrever. Vou postar uns shouts com umas fotos mais quentes dela. Sigam-me pra ver.

1 comentários - El morbo pudo mas

Dale seguí contando
en un rato comienzo a escribirlo gracias