Oficina, carro e meus chifres 3

Assim continua a coisa.
Espero que vocês fiquem com tesão.
E são bem-vindos os pontos e os comentários.Laura entrou em casa depois de ter andado umas cinco quadras desde a oficina, a coitada estava muito cansada, por isso foi direto pro chuveiro, tomou um banho bem quente e se deitou pra descansar. Faltava um tempão pra eu chegar em casa, o corpo dela doía e enquanto lavava a buceta dela, lembrou como tinham usado ela, amaldiçoou cada um dos que deixaram ela daquele jeito, vermelha e ardendo, mas acima de tudo muito aberta. As palavras do burro ecoaram na mente dela, aquela buceta pertencia a ele pelo menos até pagar o conserto do carro, aquela buceta que tantas vezes me negou, foi usada do jeito que o burro queria, isso a excitou, embora crescesse a sensação de ter perdido pro big cock do bairro até se tornar a maior puta, mas o prêmio era muito grande e valia a pena, além de que no fundo ela gostava muito de ser submissa daquele jeito e chegou a se perguntar quantos iam usar ela naquele sábado. Assim ela dormiu, nua e de bruços, com a buceta pro ar e pulsando como se quisesse ser penetrada de novo, o burro tinha conseguido transformar minha esposa numa puta e me fazer um tremendo corno. Foi nisso que pensei quando cheguei em casa e fui no banheiro, onde encontrei a calcinha dela manchada no bidê, onde minha esposa tinha deixado. Senti minha masculinidade perder completamente pra um pau daqueles, eu estava derrotado, me imaginei minha mulher sendo subjugada pelo burro só pra dar prazer pro novo macho dela, sendo usada pelos empregados dele e até por alguns clientes, virando uma puta que se arrastaria só pra ter uma rola dentro. Não sei por que isso me excitou pra caralho e não consegui evitar bater uma punheta no banheiro em cima da calcinha da minha mulher. Será que eu gostava de ser corno? O que aconteceria se amanhã ela aparecesse grávida? Seria o preço de aproveitar meus chifres? Eu estaria disposto? a pagar? não sabia, mas cada vez ficava mais excitado pensando nisso e não pude evitar me tornar outro perdedor, aliás, quanto mais pensava nisso, mais queria ser. passava pela minha mente aquela pica enorme que cheguei a admirar, via ela grande, grossa e cheia de veias, bem dura e jorrando porra, uma coisa que cheguei a desejar. como minha esposa não ia se render diante daquela pica linda? talvez até eu me renderia diante de uma coisa dessas, conseguindo assim perder a pouca hombridade que ainda me restava, me transformando num viado de verdade. talvez fosse isso que eu desejava e por isso meu tesão só de pensar, não sabia. entrei no quarto e vi ela assim deitada, minha pica ainda dura, vi a buceta dela destruída e soube que meus chifres eram bem reais. me despi em silêncio, molhei meus dedos e comecei a brincar com o cuzinho dela, subi nela e enfiei minha pica na bunda aberta dela.
 
Laura, o que você tá fazendo, nãoooo, para para para, nãoooo, dói no cu, não, sua idiota, tira ela, tira agora, pelo amorrrr
 
Não larguei ela até encher ela de porra, abracei ela, beijei ela e dormi do lado dela. Ela percebeu que eu sabia da chifrada, sacou na hora, mas ficou quieta. Depois de um tempo acordei, fui pra cozinha, tomamos mate e conversamos. Aí ela me disse que o carro tava pronto pra sexta.
 
Como é que tá pronto? E com o que a gente paga?
 
Laura fala com o Jorge e resolve tudo, meu bem. Sábado eu assino uns documentos pra ele. Você não se preocupa com nada, não vai sair tão caro pra gente.
 
 
Perfeito, eu te amo, você é uma gostosa.
 
 
Assim ficou tudo, não perguntei nada, me mostrei feliz, jantamos e fomos dormir. Na sexta, ao sair do trabalho, fui na oficina, lá conheci meu touro e ele conheceu o corno do marido da sua puta. Ele me mostrou todo o trabalho feito e me deu as chaves, disse que qualquer problema era só levar pra ele sem hesitar, e combinamos que minha esposa passaria no sábado. Os olhinhos dele brilharam e eu soube que naquele sábado meus chifres cresceriam até o céu. Me senti um otário, mas gostei do tratamento cordial e agradável dele. Foi aí que me deu na telha de convidá-lo pra casa pra tomar algo e assinar os documentos. Ele achou boa ideia e aceitou, então eu tinha que contar pra Laura. Quando cheguei em casa, estacionei o carro e mostrei como ele tava. Ela ficou feliz de verdade. Demos uma volta e, ao voltar, falei que o burro viria em casa com os papéis pra assinar. Ela ficou nervosa e então eu confessei tudo.
 
Olha, eu sei que você transou com o Jorge e que foi só pra pagar o conserto do carro. Isso foi muito bom e, no fim das contas, beneficiou nós dois, mas não sei por que você escondeu isso. Então quero saber como você vai terminar de pagar ele e, como quero ver ele, marquei pra amanhã em casa.
 
Laura, sabe como vai ser? Igual nos outros dias. E sério, você quer ver? Você quer ver como o burro come a sua mulher? Como ele come ela de todos os lados? Então você vai ver, amor, e sabe que já tô gostando da pica enorme dele. Ele arrebentou meu cu de verdade, não igual você e seu pinto pequeno. Então, corno, a gente vai te dar um show bonito. Olha como você já tá só de pensar em como vão comer a sua mulher na sua frente. Quer que eu te masturbe, maricas? Ou você quer masturbar ele?
 
Não respondi nada porque era tudo verdade. Já tava no pique e só queria ver como aquele burro comia minha mulher, como aquela pica enorme entrava nela por todos os lados e ver ela morrer de prazer. Naquela noite, só consegui bater uma punheta, a Laura não deixou eu tocar nela e quase não consegui dormir pensando naquilo. No café da manhã, ficamos esperando o burro ansiosos, já não tinha volta. Almoçamos bem leve e à tarde, finalmente, o burro chegou. Recebi ele dizendo:
 
Oi, como você tá? Vem, passa pra dentro, a Laura tá te esperando. Quer beber alguma coisa?
 
Burrão, uma cerveja tá bem, valeu.
 
Na sala de jantar, a Laura tava com uma regatinha bem decotada e uma minissaia que mal cobria a bunda dela. Deixei eles sozinhos e fui pegar a cerveja na cozinha. Quando voltei, já estavam se abraçando.
 
Laura, senta aí, corno manso, e toma tua cerveja se quiser. Vou pagar a primeira parcela de dez, a gente vai pro quarto.
 
Burro, se quiser, pode vir, mas só pra olhar e nada mais. Peguei uma cadeira e, quando entrei no quarto, o burro já tava com ela nos braços, tirando a roupa dela, e ela a dele.
 
Burro, sentiu falta dessa puta de pau? Claro que sim, gostosa. Com certeza, o corno tem a piroca bem pequenininha.
 
Laura nem tanto, mas a sua é melhor. Olha só, vai aprender, seu corno manso. Hoje quero que o burro me arrebente na sua frente, sua maricona.
 
Ela se ajoelhou e começou a chupar de verdade, era uma pica imensa e na hora eu comecei a bater uma vendo ela lamber e engolir toda aquela pica.
 
 
 
Burro, alguma vez ela já te mamou assim, corno? Tua mulher é uma maravilha.
 
 
Ele a colocou na cama, nossa cama, e ela sentou em cima dele, de frente pra mim, pra que eu pudesse ver como ela engolia toda aquela pica enquanto a cara dela se contorcia de dor e prazer. Não me segurei e gozei enquanto ela gemia e gritava pra mim.
 
Laura olha, cuck, olha como tão arrebentando a buceta da sua mulher, agora ela é a puta dele, seu maricona
 
 
Não conseguia parar de bater punheta e vi como eu enchia ela enquanto ela se contorcia de prazer. Quando eu tirei, já tava mole, então a Laura chupou de novo com desespero enquanto eu gozava outra vez.
 
Laura, vem cockhold meu, vem meu amor, me ajuda com essa pica, vamos ver se a gente levanta ela de novo.
 
Meu pobre pau já não aguentava mais, então fui me aproximando na esperança de que ele endurecesse de novo. Beijei a Laura e ela pegou na minha cabeça e guiou até aquele pau. Me deixei levar, talvez fosse o que eu queria. Abri a boca e chupei ele inteiro.
 
Laura, se você ama, chupa ela bem, sua maravilhosa. Minha bucetinha, céu, vai te agradar, já vai ver.
 
O pau na minha boca tava uma delícia, e eu senti ele crescendo até quase não caber mais. A Laura começou a me comer o cu, e foi maravilhoso. Eu comecei a gemer, e aí ela enfiou um dedo no meu cu, depois dois, e depois três também.
 
Laura, dá-lhe burro, goza no cuck, olha como ele gosta, faz ele de puto de uma vez.
 
Nããão, isso nãoooo
 
Laura, dá aqui, amorzinho. Se você realmente quer, bebê.
 
O burro me virou e ela esmagou minha cabeça contra a cama. Senti quando apoiou a pica no meu cu e soube que ia doer pra caralho, mas não fiz nada. Ela apoiou e começou a empurrar, a dor era infernal. Me agarrei com força nos lençóis e, enquanto mordia eles, gritava pedindo pra ela parar. Quando entrou a cabeça, com um único empurrão, meteu tudo.
 
Burro aaaaaa olha como eu rasguei teu cu, puto cuck, issooo grita puto grita mesmo que já te rasguei o cu, vai sofrer a pica por puto, olha como o cuck se contorce, isso que tu gosta, puta, depois é tua vez
 
Laura, se o burro partiu ao meio como você me partiu, faz direito nesse cuck, filho da puta. É o que esse perdedor merece.
 
Não parava de me comer e, por mais que não acreditasse, comecei a adorar sentir aquela rola entrando e saindo do meu cu, destruindo ele. Minha rola quase não existia mais. Não aguentei, comecei a gemer e pedir mais e mais. Tinham me dominado, tinham me vencido. Me senti um perdedor e adorava aquilo. Até que finalmente ele gozou dentro do meu cu destruído. Foi uma delícia sentir aquela porra quente queimando por dentro. Quando ele me soltou, me obrigou a chupar a rola dele e engolir o resto da porra. Depois, ele me largou e desceu da cama, tomando conta da Laura. Me senti um fracasso e a única coisa que fiz foi bater uma punheta de novo, vendo ele comer o cu da minha mulher. Quando ele terminou, me chamou dizendo que era minha vez de novo. E não sei por que, naquele momento, talvez de medo, eu me mijei. Os dois riram. Quando subi na cama, me entreguei mansinho, deixando ele arrebentar meu cu mais uma vez. Doeu, mas já não tanto, e assim aproveitei mais. No final, fiquei largado na cama enquanto os dois tomavam banho. E depois de um tempo, ele foi embora.
 
Burro, isso não conta como pagamento. Segunda-feira te espero na oficina. Se quiser, traz o filho da puta, que pra ele também vai ter.
 
 
Laura, com certeza eu levo ele, burro. O puto não vai querer perder isso.
 
 
Burro, tu não faz ideia da festa que vai rolar hahahahaha
 
Naquela noite dormi dolorido, pensando onde me deixaram meus chifres e o tesão de ser comido.

5 comentários - Oficina, carro e meus chifres 3

Al final el burro tiene 2 mujeres, falta que te preñe, que bárbaro bro, te hubieras quedado con el carro, la dejas a ella con el burro y ya no es tu problema
Excitante y caliente relato!! Que tremendo que el macho de tu esposa te garche tambien!! La fantasia que tenemos muchos cornudos!!!..
No lo puedo creer que te rompieron el culo. Me parece que perdite tu hombria,tu mujer y con el culo roto pero te encanto. Van puntos