Olá, pessoal, estou de volta de novo. Como contei no meu relato anterior, meus dias em Montañta foram incríveis. Depois do que rolou na noite anterior com o cubano, eu estava muito cansado, então praticamente dormi o dia inteiro, só saí pra comer e dar um mergulho à tarde, até que a noite chegou de novo e a coisa boa começou.
Me arrumei de novo e saí em busca de sexo. Essa noite não usei o Grindr, fiz tudo do jeito tradicional. Fui a um bar gay.
Cheguei e tomei uns coquetéis, até que vi que chegaram dois caras, um negro e um branco. Ofereci uma bebida pra eles, conversamos, eram amigos. Se chamavam Gerson e Carlos, eram de Esmeraldas (província do meu país conhecida pela galera negra). Estavam de férias e eram bissexuais, um até tinha namorada. Tinham 35 e 32 anos. Os dois eram ativos, o que me deixou louco.
Começamos a dançar e, de repente, eu tava me beijando com os dois, alternando. Eles mexiam na minha bunda, me faziam sentir desejado. Bebemos muito rum. Foi uma festa incrível. Quando a coisa começou a esquentar, falei pra irmos pro meu quarto.
Entramos no meu hotel, tive que pagar pra eles entrarem. Chegamos e começou a noite mais intensa da minha vida. Eu tinha tudo no lugar: camisinhas, lubrificante e algo pra beber.
Devo dizer que os dois tinham cerca de 1,80m de altura, enquanto eu não passo de 1,68m. Começaram a me beijar com muita paixão. Tava tão excitado que me abaixei e tirei os dois pauzinhos pra fora. O do Gerson tinha uns 22 cm e o do Carlos, 18 cm. Eram uma delícia. Comecei a chupar os dois. Mesmo sendo branco, o Carlos tinha o pau bem escuro.
O do Carlos entrava inteiro na minha boca, e ele adorava, enquanto eu masturbava o Gerson. Quando troquei, foi difícil enfiar o pau do negro inteiro. Fiquei assim por um tempo, até que eles disseram que era hora. Carlos se deitou na cama e eu subi nele. Entrou tudo de uma vez, porque bati com a bacia. Eu ainda tava aberto da noite anterior. Cavalguei com muita intensidade, nós dois gemíamos, Gerson olhava e depois se aproximou pra eu chupar ele, fiz isso, era incrível estar sendo empalado pelos dois lados. Tava levando pica no cu e na boca ao mesmo tempo.
Carlos mandou eu parar, não queria gozar, foi a vez do Gerson. Ele me colocou de quatro na beirada da cama e meteu de uma vez. Devo dizer que entrou fácil porque eu já tava dilatado, doeu um pouco no final por causa do tamanho, mas eu gostava. Ele me comeu de quatro por um bom tempo, enquanto eu tinha a pica do Carlos na boca, que sensação incrível. Ele não aguentou mais e gozou jorrando na minha boca e no meu rosto, foi uma gozada intensa. Vendo isso, Gerson acelerou, me empurrou e gozou no meu peito e parte do meu rosto. Devo dizer que eu também gozei, então fiquei todo cheio de porra.
Levantei pra me lavar um pouco, quando voltei as picas deles estavam duras de novo. Me perguntaram se eu já tinha feito dupla penetração, falei que não, que era minha fantasia e pra gente fazer. Chupei um pouco elas.
Depois eles se levantaram, eu fiquei de quatro na beirada da cama, me fizeram um beijo grego incrível, revezando, passaram lubrificante e partiram pra penetração. Primeiro o Gerson e logo depois o Carlos. Foi algo muito intenso, doloroso mas prazeroso, quando senti as duas entrando e me abrindo, não aguentei e gozei, foi muito forte. Não conseguiram meter tudo, só entrou até a metade, me senti tão aberto que só conseguia gritar, acho que acordei todo mundo no hotel.
Ficamos assim por um tempo, às vezes se revezavam, às vezes juntos, até gozarem — Carlos gozou fora do meu cu e nas minhas costas, e o Gerson deixou dentro de mim. Foi uma parada tão gostosa, me sentia destruído mas feliz.
No final eles foram embora, era umas 5 da manhã, tava com a buceta arrombada.
No dia seguinte, o dono do hotel me sorriu quando desci, e a gente começou a conversar, mas isso é história pra parte 3.
Me arrumei de novo e saí em busca de sexo. Essa noite não usei o Grindr, fiz tudo do jeito tradicional. Fui a um bar gay.
Cheguei e tomei uns coquetéis, até que vi que chegaram dois caras, um negro e um branco. Ofereci uma bebida pra eles, conversamos, eram amigos. Se chamavam Gerson e Carlos, eram de Esmeraldas (província do meu país conhecida pela galera negra). Estavam de férias e eram bissexuais, um até tinha namorada. Tinham 35 e 32 anos. Os dois eram ativos, o que me deixou louco.
Começamos a dançar e, de repente, eu tava me beijando com os dois, alternando. Eles mexiam na minha bunda, me faziam sentir desejado. Bebemos muito rum. Foi uma festa incrível. Quando a coisa começou a esquentar, falei pra irmos pro meu quarto.
Entramos no meu hotel, tive que pagar pra eles entrarem. Chegamos e começou a noite mais intensa da minha vida. Eu tinha tudo no lugar: camisinhas, lubrificante e algo pra beber.
Devo dizer que os dois tinham cerca de 1,80m de altura, enquanto eu não passo de 1,68m. Começaram a me beijar com muita paixão. Tava tão excitado que me abaixei e tirei os dois pauzinhos pra fora. O do Gerson tinha uns 22 cm e o do Carlos, 18 cm. Eram uma delícia. Comecei a chupar os dois. Mesmo sendo branco, o Carlos tinha o pau bem escuro.
O do Carlos entrava inteiro na minha boca, e ele adorava, enquanto eu masturbava o Gerson. Quando troquei, foi difícil enfiar o pau do negro inteiro. Fiquei assim por um tempo, até que eles disseram que era hora. Carlos se deitou na cama e eu subi nele. Entrou tudo de uma vez, porque bati com a bacia. Eu ainda tava aberto da noite anterior. Cavalguei com muita intensidade, nós dois gemíamos, Gerson olhava e depois se aproximou pra eu chupar ele, fiz isso, era incrível estar sendo empalado pelos dois lados. Tava levando pica no cu e na boca ao mesmo tempo.
Carlos mandou eu parar, não queria gozar, foi a vez do Gerson. Ele me colocou de quatro na beirada da cama e meteu de uma vez. Devo dizer que entrou fácil porque eu já tava dilatado, doeu um pouco no final por causa do tamanho, mas eu gostava. Ele me comeu de quatro por um bom tempo, enquanto eu tinha a pica do Carlos na boca, que sensação incrível. Ele não aguentou mais e gozou jorrando na minha boca e no meu rosto, foi uma gozada intensa. Vendo isso, Gerson acelerou, me empurrou e gozou no meu peito e parte do meu rosto. Devo dizer que eu também gozei, então fiquei todo cheio de porra.
Levantei pra me lavar um pouco, quando voltei as picas deles estavam duras de novo. Me perguntaram se eu já tinha feito dupla penetração, falei que não, que era minha fantasia e pra gente fazer. Chupei um pouco elas.
Depois eles se levantaram, eu fiquei de quatro na beirada da cama, me fizeram um beijo grego incrível, revezando, passaram lubrificante e partiram pra penetração. Primeiro o Gerson e logo depois o Carlos. Foi algo muito intenso, doloroso mas prazeroso, quando senti as duas entrando e me abrindo, não aguentei e gozei, foi muito forte. Não conseguiram meter tudo, só entrou até a metade, me senti tão aberto que só conseguia gritar, acho que acordei todo mundo no hotel.
Ficamos assim por um tempo, às vezes se revezavam, às vezes juntos, até gozarem — Carlos gozou fora do meu cu e nas minhas costas, e o Gerson deixou dentro de mim. Foi uma parada tão gostosa, me sentia destruído mas feliz.
No final eles foram embora, era umas 5 da manhã, tava com a buceta arrombada. No dia seguinte, o dono do hotel me sorriu quando desci, e a gente começou a conversar, mas isso é história pra parte 3.

4 comentários - Me fodem o cu em Montañita - Dia 2