Depois que a mãe dele, Joyce, foi embora, Sam se limpou e fez o possível pra estudar por algumas horas. Mas a concentração não era lá a melhor amiga dele. Ele tinha acabado de transar com a mãe. Ou, na real, a mãe dele transou com ele. Foi o melhor momento da vida dele. Claro, ele tinha só dezoito anos, então ainda tinha tempo pra superar isso. Será que dava pra ir de novo duas vezes no mesmo dia?
Hora de dar uma pausa nos estudos. Eles tinham horas até o Paul chegar do golfe. E a Beth tava no supermercado com as amigas. Sam levantou da cadeira no quarto dele e abriu a porta. Vozes subiam pela escada. Duas mulheres batendo um papo animado.
Bom, isso podia acabar com a pausa dos estudos dele. Sam andou pelo corredor acarpetado e desceu as escadas. Entrou na cozinha.
"Ele fez o quê?" Disse Joyce. Ela tava sentada na mesa da cozinha, vestindo uma blusa branca e jeans. Os olhos claros dela se arregalaram de surpresa enquanto olhava pra companheira do outro lado da mesa. Depois do banho, o cabelo da Joyce sempre ficava mais liso e num tom de loiro mais claro, igual tava agora. Talvez Sam tivesse sem querer respingado um pouco de porra no cabelo dela e ela precisou lavar. Era de se esperar, ele imaginou.
Uma coisa era certa, ela tava absolutamente gostosa. "Cê tá me ouvindo." A Sra. Singh tava sentada na frente da Joyce. "Com a secretária dele. E agora a Jill descobriu e tá pirando." Sam nunca tinha reparado direito antes, mas a Sra. Singh também era bem bonita. Uma mulher pequena e morena com um sorriso rápido e um corpo surpreendentemente curvilíneo.
Ela usava uma camiseta de manga curta e uma saia abaixo do joelho, então as curvas não eram fáceis de perceber. "Raj nunca faria isso comigo nem com as crianças."
"Não, Paul também não." O rosto de Joyce passou de surpresa para... culpa? Ela desviou a atenção para onde Sam estava parado na porta. Uma pequena franzida se formou em seu rostinho bonito. "Ah, oi, querido. A Alisha veio só tomar um café."
"Oi, Sra. Singh." Sam cumprimentou.
"Oi, Sam." Alisha deu um sorriso meio sem graça. Ela também podia ter sido um pouco grosseira. Provavelmente por ter sido pega falando sacanagem sobre o último escândalo da vizinhança. "Você tá ficando mais alto mesmo, né?"
"Não muito." Sam ajustou a calça. "Mas valeu por dizer."
"Quer almoçar, Sam?" Joyce se levantou e foi até a geladeira. Isso fez a cabeça de Sam pirar; ele tinha estado dentro dela horas atrás, e agora tudo era tão... normal.
Aquele pensamento fez o pau dele endurecer. Dava pra sentir o inchaço. Ia ter que sair dali ou ia ser difícil esconder a ereção da Sra. Singh. Isso daria fofoca. Ele tava na casa dos Higgins, e Sam, o filho da Joyce, tava literalmente estourando a calça. Ah, digo, literalmente. Ah, sim, foi horrível. Bem na frente da mãe dele também. Sam não queria isso. "Não, obrigado, mãe. Só queria ver quem tinha vindo." Sam virou pra escada e fugiu. "Tchau, Sra. Singh."
"Tchau, Sam." Disse Alisha.
"Vou te trazer um pouco de almoço depois que a Alisha for, Sammy, e continua estudando."
"Tá bom." Sam não ia estudar. Ver a Sra. Singh na cozinha dele tinha mudado alguma coisa. Ele não sabia dizer o quê. Sam nunca tinha se importado com as amigas da mãe antes. Mas ter ela ali. Tão perto da pedra... Sam precisava de uma punheta.
~~
Uma hora depois, Sam tava de volta na escrivaninha, tentando se concentrar. Teve uma batida suave na A porta. "Sam?" Joyce disse através da porta. "Trouxe um lanche pra você."
"Pode entrar." Sam girou a cadeira pra olhar na direção da porta.
A porta se abriu e Joyce entrou com um sanduíche de pasta de amendoim e geleia. Na outra mão, segurava um copo de leite. "Alisha foi pra aula de yoga dela."
"Tá bom." As calças de Sam ficaram mais desconfortáveis quando o pau dele lutou de novo pra se soltar. "Valeu pelo almoço, mãe." Sam viu ela caminhar até ele. Ela deixou o lanche na mesa dele, um pouco à esquerda de onde ele tava trabalhando. A blusa dela era justa o bastante pra mostrar a redondeza e a fartura dos peitos dela. Sam tentou não encarar.
"Precisa de mais alguma coisa, querido?" Joyce olhou pra ele.
"Mãe." Sam se remexeu nas calças. "Ainda tô com dificuldade de me concentrar."
"Nossa, Sammy." Joyce balançou a cabeça e cruzou os braços nus sobre o peito. "É domingo, e eu não deveria te ajudar no fim de semana. E você... nós... fizemos o que fizemos antes. Que foi muito mais do que eu achei que faríamos. Tem que ser o bastante, Sammy."
"É que eu não consegui ver nada de verdade." Sam olhou pra ela com olhos de pidão. "E se eu vou cuidar de mim mesmo... Se você não me ajudar... Preciso de algo pra ajudar minha imaginação."
"Você tá pensando em mim quando faz isso?" Joyce franziu o nariz com nojo.
"Não consigo evitar, você é tão gostosa." Sam olhou pras mãos dele. Mexeu os polegares, sem querer fazer contato visual. Depois de uma pausa longa, ele olhou pra cima de novo.
"Ah, Sammy." O rosto de Joyce relaxou e ficou vermelho. "O que você precisa?"
"Eu adoraria te ver completamente pelada." Sam falou apressado pra soltar as palavras. "Só uma vez já bastava. Você é a mulher mais linda do mundo, mãe. Só quero ver."
"De jeito nenhum, Sammy." Ela inclinou a cabeça pra ele, bem irritada. "Seu pai é o único que me vê pelada". Ela o olhou de cima a baixo, com os olhos fixos no volume das calças dele. "Você realmente precisa de uma namorada."
"Mas isso é só até eu arrumar alguém. Vou ter uma namorada em breve, e tá difícil pra caralho me concentrar. Só preciso de uma ajudinha, mãe. O pai não vai chegar em casa até mais tarde."
"De jeito nenhum, senhor." Joyce bateu o pé. O cheiro da porra do Sam ainda estava no quarto desde aquela manhã. O aroma era tão terroso, gostoso e cheio de vida.
"Só dessa vez, por favor?"
Eles ficaram nessa por vários minutos. Sam cansou Joyce.
"Tá bom. Espera aqui, volto em cinco minutos." Joyce saiu do quarto.
Sam foi até a cama e sentou na beira enquanto esperava. A pedra estava escondida bem debaixo dele. O calor dela se espalhou por ele.
Cinco minutos depois, Joyce abriu a porta e voltou pro quarto. Ela estava só de calcinha de algodão, combinando com o sutiã. A roupa íntima destacava as curvas largas do quadril dela.
"Nossa, mãe."
"Pronto." Ela fechou a porta atrás de si e trancou. "Feliz?" Deu uma voltinha rápida. A bunda dela tinha o formato perfeito de um coração. O arco das costas dela, perfeitamente feminino. Ela encarou Sam de novo.
"Siim." Sam desabotoou a calça, baixou e tirou com um chute. Tirou a cueca. Acariciou a cabeça do pau enquanto olhava pra ela.
"Guarda isso. Já deu por hoje, querido."
"Seus peitos, mãe. Posso ver?"
"Você quer ver meus peitos?" Joyce suspirou. O rosto dela ficou ainda mais vermelho. Ela baixou a cabeça e olhou pro chão. "Isso já não basta?"
"Por favor?"
Ficou um tempão parada no meio do quarto, indecisa. "Tá bom." Disse Joyce. Ela desabotoou o sutiã num movimento só e os peitos dela se soltaram. Pendiam frouxos sobre o peito dela. Afinal, ela tinha criado dois filhos. Eram maravilhosamente redondos e cheios. As aréolas estavam maiores do que Sam lembrava que estavam de manhã. Ele observou esses peitos com cuidado. Pensou um pouco mais. Concluiu que os peitos dela pareciam muito pesados.
"Ah, mãe, você é linda." Sam se masturbou mais rápido, adicionando a mão esquerda à direita.
Joyce continuou olhando para o chão. "Obrigada, Sammy." A barriga dela era macia, com só um toque de redondeza. Os quadris dela alargavam de forma impressionante a partir da cintura. Com a mão esquerda, ela brincou nervosamente com a alça da calcinha. Apertou as pernas firmemente juntas, enquanto ficava ali exposta na frente do filho.
"Eu quero fazer de novo." Sam continuou a punheta.
"Não, querido." Uma mancha escura se espalhou no V da calcinha dela.
"Preciso de ajuda. Aquela parada da escola, lembra? Prometo que vou tirar só nota dez."
Joyce ficou em silêncio por um bom tempo. "Não sei." Ela ergueu os olhos para Sam e observou o comprimento e a grossura daquela coisa enorme dele. A respiração dela acelerou. "Você vai ter que usar camisinha." Ela falou tão baixinho que Sam mal ouviu.
"Eu não tenho nenhuma. Prometo que não vou gozar dentro de você."
"Não." Joyce mordeu o lábio. "Vou pegar uma do seu pai. Espera aqui." Ela se virou, foi até a porta, abriu e sumiu pelo corredor. Sam ficou hipnotizado pela bunda dela coberta só pela calcinha. Ela balançava e rebolava, praticamente chamando ele com um canto de sereia.
Um minuto depois, ela voltou pro quarto, fechou a porta de novo e sentou ao lado de Sam. Os peitos dela pendiam para baixo, quase tocando as coxas. "Fica de pé na minha frente, querido."
"Tá bom." Sam soltou o pau e ficou de pé na frente da mãe. Tirou a camiseta e jogou para trás. O pênis dele pulou, pulsou e ficou ereto. Debaixo do pau dele, ele podia ver os lindos mamões dos peitos dela. mãe. Ela parecia incrivelmente vulnerável sentada semi-nua na cama dela. "Meu Deus, acho que você cresceu mais um pouco." Os dedos de Joyce tremeram quando ela rasgou o pacote de alumínio. "Isso vai ser bom, Sammy. Vou te mostrar como colocar um desses direito."
"Parece bom, mãe."
"O truque é segurar a bolsinha por cima e desenrolar." Os peitos dela subiam e desciam a cada respiração rápida. Joyce pegou a bolsa e colocou a camisinha na ponta da coisa dele. Tentou desenrolar, lutando. "Só estou tendo um pequeno problema pra tirar da cabeça. Espera, querido." Tentou de vários jeitos, mas não queria esticar o suficiente. "Nunca tive esse problema com seu pai."
Sam sorriu. Felizmente, a mãe dele não viu a expressão dele enquanto se concentrava em resolver o problema da camisinha.
"Talvez se eu fizer assim?" As tetas dela balançaram enquanto tentava manipular a camisinha no pau dele.
"Tá tudo bem, mãe." Sam se abaixou e empurrou ela suavemente pelos ombros. "Não se preocupa, não vou gozar dentro de você."
"Ah não." Joyce ia deixar isso acontecer. Ela seguiu o empurrão dele e se deitou na cama. Os peitos dela balançaram para fora. Ela olhou para o teto.
"Recua um pouco." Sam olhou para ela, hipnotizado.
Joyce se moveu para trás na cama. Os olhos dela nunca saíram do teto. Ainda tinha a camisinha sem usar apertada na mão direita.
Sam subiu na cama. Tirou a calcinha dela e jogou no chão. Então ela abriu as pernas para ele. A buceta da mãe dele parecia tão diferente da da irmã dele. Os lábios dela eram maiores e esticados só um pouco. Sam se moveu entre as pernas dela. Pelas instruções da Beth, ele sabia como encontrar o clitóris dela, mas isso era pra outra hora.
Você é a melhor, mamãe." Sam guiou o pau dele em direção à entrada dela, mas não conseguiu achar a abertura.
"Aqui, deixa eu te ajudar." Joyce se abaixou com a mão esquerda. Sam olhou pra aliança de casamento dela, hipnotizado. Ela agarrou o pinto dele e puxou. "Uh... ah... Sammy."
Ele empurrou devagar pra dentro dela. Ficou ereto, com as mãos apoiadas na cama de cada lado da mãe, pra poder ver tudo acontecendo. "Você tá tão molhada, mamãe."
"Ooooohhhhh." Disse Joyce.
Ele continuou empurrando até encostar no fundo e segurou ali. "Mamãe, olha. Dá pra ver na sua barriga."
"Ah... isso não é... possível." Mas Joyce levantou a cabeça e olhou pra baixo. De fato, a coisa dele se destacava claramente de dentro da barriga dela. "O que você... eh... fez, Sammy?"
"Isso é tão gostoso." Sam tirou quase tudo e empurrou de volta. Pegou um ritmo constante e seguiu em frente.
Será que ela sentiria o Paul depois disso? Era completamente obsceno, do jeito que a barriga dela se expandia a cada estocada. Ela apoiou a cabeça na cama de novo e ficou olhando pro nada.
"Ah, Sammy. Ah, não. Ai, meu Deus." Os dedos do pé de Joyce se curvaram. "Você vai fazer eu..." Os olhos dela reviraram e ela arqueou as costas pra fora da cama. "uuuaagggggg." Assim, do nada, ela gozou no filho pela segunda vez no dia.
"Nossa, mamãe." Sam se inclinou pra frente, envolveu os joelhos dela com os braços e manteve o ritmo firme. Os peitos dela se amassavam a cada estocada.
Joyce voltou a si alguns minutos depois. "Eu não sabia... eu não sabia..." ela balbuciou, balançando a cabeça de um lado pro outro.
Que mãe?"
"Eu não... poderia... ser assim."
Sam acelerou. "Ah, mãe. Ah... ah... vou... vou..."
Os olhos de Joyce se arregalaram enquanto ela olhava pro rosto suado de Sam, com os olhos fechados com força. "Não em mim, não em mim!"
Sam parou e se afastou com um som molhado e descuidado. Agarrou o pau e cobriu a barriga, os peitos, o rosto e o cabelo da mãe.
Quando terminou, Joyce limpou os olhos com as costas da mão. "Meu Deus."
"Isso foi o melhor." Sam se deixou cair ao lado da mãe na cama e virou de costas. O pau dele ainda estava duro no ar.
Eles ficaram um minuto recuperando o fôlego.
"Tá bem, docinho." Joyce se apoiou de lado no cotovelo, o peito derramando sobre o braço. Olhou pro filho magrelo. "Isso deve te segurar até você arrumar uma namorada." A respiração dela desacelerou. Ela estava toda coberta com a porra dele. Ia ter que lavar todos os lençóis da cama antes do Paul chegar em casa. "Não vamos fazer isso de novo, certo?"
"Certo." Sam concordou, ainda olhando pro teto.
O olhar de Joyce percorreu o corpo dele até aquele monstro gigante entre as pernas, ainda duro. "Tiramos isso do sistema."
"Tá bom, mãe." Sam concordou de novo.
"Agora, vamos limpar tudo isso antes do seu pai chegar em casa."
"Agora?" Sam não fez nenhum esforço pra se mexer.
"Sim, agora mesmo, Sam Higgins." Joyce se levantou da cama e ficou de pé com as mãos na cintura, examinando a bagunça.
Sam viu todas aquelas partes incríveis dela balançando e se mexendo enquanto ela se movia. "Sim, mãe."
Ele também se levantou.
Eles tomaram banhos separados e depois se encontraram de novo no quarto do Sam pra limpar. Ou, como Joyce pensava, pra se livrar das provas.
~~
Sam ficou satisfeito pelos dias seguintes. Por isso, Joyce agradeceu a tudo que é bom e sagrado. Ela se se contentou com um boquete depois da escola e não pressionou por mais. Ela conseguia gozar com ele numa toalha toda vez. Ele a pegou olhando pros peitos dela algumas vezes através da blusa ou do vestido. Tudo bem, ela já tinha dado o que ele precisava pra imaginação dele.
Agora que tinha deixado o sexo com Sam pra trás, Joyce voltou a canalizar o tesão dela pra masturbação, com ou sem a pedra, e pro sexo com Paul. Pra surpresa dela, a buceta ainda funcionava tão bem quanto antes de Sam tentar arrebentar ela no domingo. Isso significava que o sexo com o marido era gostoso, mesmo que não chegasse aos pés do que ela tinha feito com Sam.
Agora, se ao menos Sam conseguisse encontrar uma mulher que não fosse a mãe dele pra satisfazer os impulsos dele. Aí eles poderiam ficar fora de perigo.
~~
Quinta à noite, depois que os pais foram dormir, Beth e Sam sentaram pra conversar no quarto dela.
"Tenho minha prova de robótica essa semana, se importa se eu te mostrar no que tenho trabalhado?" Beth sentou no chão, com uma perna esticada na frente dela. Ela apoiou as costas na cama, o ombro direito a centímetros da pedra escondida debaixo do colchão.
"Claro." Sam se recostou na cadeira dele brincando de jogar uma caneta. "Você tem aula de robôs na escola?"
Beth olhou pro irmão de perto. "Sim, pela milionésima vez. Tô fazendo uma aula de robótica. Não parece que te interessa. Pensei que você ia querer ver, já que você curte ciência."
"Por que você diz isso?"
"Bom, você gosta de espaço. E de geologia." Beth vestia calças de pijama largas e uma camiseta enorme.
"Desculpa, Bet. Tô muito tenso. Tenho uma prova grande de química essa semana." Ele olhou pra baixo na direção dela. Ela era mais velha, mas menor que Sam. Graças a Deus por isso. Sam tava cansado de olhar pra cima pra todo mundo. Os olhos azuis bonitos dele brilharam.
"Tô interessado no seu Material científico, sabe?", Disse Beth. Ela torceu distraidamente um mechão de cabelo loiro. "Adoraria ver sua coleção de pedras."
"Tá debaixo do colchão, bem atrás de você." Sam apontou. "Não, do outro lado. Pra direita."
Beth esticou a mão pra trás e puxou a pedra de debaixo do colchão. O mineral preto profundo era muito familiar pro Sam. As veias da rocha brilhavam fraquinho e projetavam um reflexo vermelho nos olhos de Beth. "Como você sabia qual eu tava falando?"
"É minha melhor pedra." Sam pegou a caneta e colocou em cima da escrivaninha. Girou a cadeira pra irmã. "Qual outra você quer ver?"
Beth ficou encarando a pedra por um tempo. Sam olhou pra irmã.
"Você teve chance de praticar o que te mostrei? Sabe, sobre as minas?" Os olhos dela não saíam da luz brilhante na palma da mão.
"Tentei, Beth. Mas sou muito sem jeito com as minas. Nunca chego tão longe. E também fico preocupado em mostrar meu pau pra elas."
"Dá pra ver por quê. Parece um monstro deformado." Beth tirou os olhos da pedra e franziu a boca. "Desculpa. Quer dizer, nunca vi um igual antes. Sério?"
Sam balançou a cabeça. "Talvez se você me desse mais uns conselhos, eu pudesse me sentir melhor com as minas. Talvez se eu ficasse mais à vontade... só preciso saber como é que funciona."
"Bem..." A carranca dela sumiu. Ela mordeu o lábio inferior de leve. "Não se preocupa, Sam. Você só precisa aprender o que fazer. Acho que uma irmã mais velha boa devia te mostrar como o mundo funciona." Beth olhou pra pedra e depois pro irmão. "Tira a calça."
"Sério?" Mas ele não esperou ela repetir. Sam tirou a calça do pijama e a cueca. Chutou pro chão. O pau dele pulou pra fora, ficando duro. Uma gotinha de líquido pré-gozo escorreu pela cabeça. Roxo.
"Uau." Beth levou a mão à boca. "Desculpa, isso é realmente assustador. Ele sempre treme assim?" O pau dele deu aquela puladinha sutil no ritmo do coração.
"Acho que todo pau faz isso." As mãos de Sam se agarraram aos braços da cadeira, lutando contra a vontade de começar a bater uma.
"Não, não fazem. Não desse jeito." Beth deixou a pedra cair no chão e se arrastou de quatro em direção a ele pelo tapete. O quadril dela era bem mais fino que o da mãe, mas a curva da cintura ainda era mágica. Assim como a bundinha redonda dela se mexendo debaixo da barra do pijama.
Ela parou quando chegou nos pés dele e sentou de joelhos, encarando aquele monstro. As veias entrelaçadas saltavam pra fora, fazendo ele parecer ainda mais assustador. "Tá doendo alguma coisa?"
"Um pouco." As pernas de Sam tremiam de ansiedade.
"Vou te mostrar como uma namorada de verdade cuida do namorado dela. Com sorte, depois que você entender como isso funciona, vai conseguir relaxar com as minas e não assustar elas." Ela estendeu as mãos até os joelhos dele e abriu as pernas. As bolas de Sam pendiam. Pareciam bem cheias. Bem pesadas. "Tenho certeza que você vai encontrar alguém que saiba o que fazer com essa coisa."
"Você sabe?" Sam tentou acalmar as pernas trêmulas. "Quer dizer, você sabe o que fazer com ele?"
"Sei o que faço com um normal." Beth deslizou as mãos pelas coxas nuas de Sam. "Acho que dou conta desse."
"Bom, valeu, Beth." Sam observou as mãozinhas claras e pequenas dele serpenteando em direção ao pau dele.
"Isso..." Beth agarrou o pau dele com a mão direita, bem abaixo da cabeça. "É tipo..." Ela colocou a mão esquerda entre as pernas dele. Os dedos não cobriam tudo. Isso era realmente um monstro. "Uma mina ajuda o namorado dela." As mãos dela subiam e desciam. Na descida, a mão esquerda batia na base, na golpe pra cima, a mão direita dele acertou a cabeça.
Uau." Os nós dos dedos de Sam ficaram brancos enquanto seus dedos se enterravam em cada apoio de braço. "O que mais uma namorada faz?"
"Você tem alguma loção?" Os braços magros de Beth trabalhavam duro enquanto ela mantinha um ritmo constante.
"Não."
"Você precisa de lubrificação." Ela tirou a mão direita, levou à boca e cuspiu na palma. A mão esquerda continuava enquanto ela fazia isso. Ela colocou de volta e suas batidas espalharam a saliva em volta da haste. "Assim tá melhor, né?"
"Sim."
Beth continuou a punheta de joelhos por uns dez minutos. "Tá chegando?" Os olhos dela fixos na tarefa.
"Não... ainda."
"Que estranho." Ela inclinou a cabeça para o lado e observou o líquido pré-gozo aparecendo na cabeça. "Tá bem, já que eu tô fazendo isso. Vou te mostrar como uma namorada pode ajudar a acelerar as coisas." Ela se inclinou pra frente e lambeu um pouco do líquido pré-gozo. Salgado e bem apimentado. A temperatura tava estranha, mas o gosto era... realmente bom. Ela abaixou a cabeça e lambeu de novo. "Pronto. Uma namorada também pode fazer isso." Beth abriu bem a boca e desceu ela no pau dele. Moveu a cabeça pra cima e pra baixo.
"Isso é bom." Sam se agarrou aos apoios de braço.
Depois de alguns minutos, Beth levantou a boca com um estalo. "As garotas gostam quando você coloca a mão na nuca delas enquanto elas fazem isso por você." Ela voltou a chupar.
"Tá bom." Sam soltou o apoio de braço com a mão direita e agarrou a parte de trás do cabelo loiro dela.
Beth soltou o pau dele de novo. "Suave, mas firme. Sem empurrar." Ela desceu de novo no pau dele.
"Tá bom." Sam não tinha feito muito com a mãe dele. Só mesmo naquela primeira vez. Ele se perguntou se ela também ia gostar. Ia ter que tentar amanhã depois da escola.
Mais dez minutos se passaram e o quarto se encheu com os sons das chupadas de Beth e os gemidos de Sam. Com sorte, não estavam falando demais.
Beth se afastou de novo e olhou para Sam. "Você tá perto?"
"Hum..." Sam não costumava ter esse tipo de resistência com a mãe. Mas sentiu que, se aguentasse um pouco mais, poderia ser recompensado. Beth parecia realmente interessada na demonstração de siriricas e boquetes. Atrás dela, no chão, o brilho vermelho da pedra estava mais forte do que antes. "Ainda não."
"Isso é loucura." Beth soltou a rola dele e ficou de pé na frente dele. "Você deve ser uma espécie de mutante." Agarrou a cintura da parte de baixo do pijama e puxou até o chão. Enfiou os polegares nas laterais da calcinha e também a tirou. Lá estava aquele triângulo de cabelo loiro de novo. Chutou a roupa para o lado com o pé. "Tem mais uma coisa que posso te mostrar. Mas você não pode contar pra ninguém que eu fiz isso por você."
"Pra ninguém."
Ela agarrou a barra da camisa, tirou e jogou para trás.
"Eu juro", disse Sam.
Ela era tão diferente da mãe dele. Pequena, magra e firme. Os peitos dela eram um par de punhados que desafiavam a gravidade, com mamilos escuros e inchados. Não tinha muitas sardas, mas dividia a pele pálida da mãe. "Você não pode contar pra ninguém sobre nada disso."
"Eu juro." Sam estava tão surpreso que nem se preocupou em tirar a camisa.
"Isso vai te ajudar a terminar e, com sorte, aumentar sua confiança." Ela ficou de pé com as mãos na cintura. "Mas só vou te mostrar uma posição. Acho que não consigo lidar com essa coisa de outro jeito que não seja por cima. Dá pra mexer esses apoios de braço?"
Os apoios de braço giraram para o lado. Sam os afastou.
Beth sentou-se desajeitadamente montada na cadeira, olhando para a rola assustadora do irmão. Será que ela ia realmente fazer isso? "Quando a mina tá por cima, é sempre melhor deixar ela se ajeitar." Ela se abaixou e agarrou a rola dele com a mão direita. "É gostoso." Ela sentou no colo do irmão dela. "Aaaaahhhhh. Você é enorme. Não tem como eu conseguir colocar tudo isso dentro de mim."
"Ah", foi tudo que Sam conseguiu dizer.
Os músculos de Beth foram relaxando devagar. Ela foi descendo centímetro por centímetro. Gemidos e grunhidos, mas tentando não fazer muito barulho. Depois de alguns minutos, inacreditavelmente, Sam chegou ao fundo da buceta dela. "Eu... não... acredito... nisso."
"Eu também não." Sam apoiou as mãos nos quadris dela. Tentando ser gentil, mas firme. Sem empurrar. O olhar dele vagou entre os seios dela, o rostinho bonito e de volta aos seios. O peito dele subia e descia com o esforço.
Por um momento, eles ficaram ali sentados, Sam completamente dentro da irmã. "Uh, você chegou no fundo do meu útero, Sam." Ela podia sentir ele empurrando coisas lá dentro. Ela mexeu os quadris devagar. "Agora, tem dois jeitos de fazer isso. Eu posso mover meus quadris pra frente e pra trás, ou posso tentar quicar pra cima e pra baixo."
"Quica, por favor." Sam apertou um pouco mais os quadris dela. Os dedos dele marcaram a pele tensa dela.
Beth apoiou as mãos no peito de Sam e se empurrou pra cima e pra baixo, e de novo, pra cima e pra baixo. Devagar no começo, mas quando a dor que ela esperava nunca veio, ela acelerou. "Uh uh uh uh..."
"Você é... incrível", disse Sam. Agora ele tinha experimentado as duas mulheres da casa dele. Joyce era redonda em lugares onde Beth não era. Os movimentos de Joyce eram suaves e fluidos. Beth quicava que nem uma maluca, com movimentos entrecortados e espasmódicos. O corpo dela transbordava energia cinética. Sam olhou pra baixo, entre as pernas deles. A cada empurrão pra cima, os lábios rosados da buceta dela se esticavam apertados em volta do pau dele, abraçando ele até o talo.
"Então, essa... uh... uh... é uma... uh... oh... posição no sexo." Os seios de Beth tremiam e balançavam bem na linha do olhos de Sam. Pequenas gotas de suor caíam sobre e entre eles. "Você tá perto?"
"Ainda não."
Beth olhou pro irmão, de boca aberta e olhos arregalados. "Ah, Sam. Você vai... fazer... eu... ooohhhhh... gozar." Ela empurrou pra baixo e manteve a buceta ali, pressionando os quadris apertados contra os dele.
Oooooooohhhhhhh".
"Shh". Sam tapou a boca dela com a mão. "Você vai acordar a mamãe e o papai".
Beth tremia sem controle. As unhas dela cravaram dolorosamente na camisa de Sam e no peito dele.
Um minuto depois, ela já estava bombando a buceta pra cima e pra baixo de novo. "Desculpa." Ela olhou por cima do ombro pra porta. "Acho que estamos de boa."
Sam colocou a mão de volta na cintura dela. Ela estava tão incrível, toda aberta, quicando pra cima e pra baixo no pau dele. Ela era tão pequena que ele se perguntava pra onde tudo aquilo ia dentro dela. "Desce, Beth. Eu... vou..."
"Tá tranquilo. Pode... uh... deixar dentro." Ela olhou pro irmão com um sorrisinho. O suor escorria pela testa dela. "Tô tomando a pílula."
Sam apertou as coxas dela com força. Não foi gentil nem educado. "Uh... uh... uhhhhhh". Ele levantava e abaixava ela no pau dele no ritmo das explosões que enchiam o útero dela.
"Ai, Jesus. É... tão... quente." Beth fechou os olhos com força e gozou de novo.
Quando acabou, Beth se inclinou pra frente e apoiou a cabeça no ombro magro dele. As mãos de Sam seguravam frouxamente a cintura dela. Ela olhou atordoada pro canto do quarto. A luz vermelha pulsante brilhava na parede. A respiração dela foi desacelerando aos poucos. "Então, agora você sabe o que uma namorada faz. Se sente melhor?"
"Quase." Os dedos de Sam apertaram a cintura dela. Ele puxou e empurrou, balançando ela no pau dele. O quarto se encheu com o som abafado da buceta cheia de porra da irmã dele. "Quero saber qual é a dessa tal de ida e volta."
"Ai, Sam. Ooooohhhhh. Você não é normal."
Um pouco depois, Sam gozou pela segunda vez dentro da irmã. Aí, ele cambaleou de volta pro quarto dele e se jogou na cama. Uma poça se formou nos lençóis entre as pernas dela. Sam realmente tinha enchido ela. Ela não se importava. importava. Tudo foi tão louco.
O dia seguinte era sexta-feira e, antes da escola, Beth evitava o Sam. Ela não fez contato visual enquanto circulava pela cozinha, pegou o café da manhã e saiu correndo porta afora para a prova de robótica. Sam observou a bundinha dela se afastando. Tava tudo bem, provavelmente ela só estava desconfortável depois da noite passada. Iam ficar de boa.
Paul foi pro trabalho e Joyce mandou Sam pra fora de casa pra ele chegar na escola a tempo.
Sam tentou se concentrar na escola. Mas os sonhos com a mãe e a irmã dele escorregavam na mente dele. Aí as imaginações dele ganharam asas e tomaram novos rumos. Ele se viu pensando na vizinha dele, a Sra. Singh. Ela tinha um filho, o Arjun, que tava na turma do Sam. Era o tipo alto, atlético, que praticava esportes o ano inteiro.
Sam não tinha muito em comum com ele. Enquanto os devaneios dele se desenrolavam, ele viu a Sra. Singh flertando com o filho dela. Aparentemente inocente no começo, só com um indício das putarias que viriam. Ele viu as coisas saírem do controle. Uma vez começadas, iam escorregar por um abismo sem fim de luxúria.
Eventualmente, o Arjun ia estar metendo na mãe dele por trás no banheiro de cima, enquanto o pai dele, o Raj, se preparava pra trabalhar no andar de baixo. A Sra. Singh sempre foi muito certinha e rápida pra balançar a cabeça pros escândalos dos outros. Isso tornou o sonho exponencialmente melhor.
E assim, Sam desperdiçou o dia reproduzindo essas histórias perversas na cabeça dele.
Mas a escola não foi uma perda total, ele passou na prova de química e tirou um 10 bem grandão no topo.
Quando Sam chegou em casa, encontrou Joyce lendo no sofá da sala. Ela olhou pra ele, piscou por cima dos óculos de leitura e depois os tirou. "Como foi seu dia, querido?" Ela estava usando uma saia longa branca e um suéter azul.
"Tirei um A na minha prova de química." Sam levantou a prova pra ela ver.
"Isso é demais." O rosto dela se iluminou com um sorrisão. "Tô orgulhosa de você, Sammy. Sei o quanto você tem se dedicado nessa matéria." O sorriso de Joyce brilhou que nem um holofote.
"A gente devia comemorar, mãe." Sam devolveu um sorrisinho safado pra ela.
"Sorvete?" Joyce se levantou e alisou a saia. Ela batia abaixo do joelho.
"Tava pensando em algo melhor", ele disse.
O volume na calça de Sam já tava na cara, e Joyce percebeu. "Melhor que sorvete?" Ela olhou pra ele com uma cara de confusão fingida.
Ele deu de ombros exageradamente.
"Tá bom, tá bom, seu folgado. Tô guardando uma coisa pra uma ocasião especial." Ela passou por Sam e bagunçou o cabelo dele com a mão direita. "Sobe pro seu quarto e me espera. Vou pegar uma coisa."
Sam correu pro quarto e tirou toda a roupa. Jogou tudo na direção do cesto. Virou, sentou na cama e esperou.
Um minuto depois, Joyce entrou no quarto e fechou a porta atrás dela. Tinha uma caixa na mão direita. Ela olhou pro filho pelado. "Nossa, Sammy, você não perde tempo." Levantou a caixa pra mostrar. "Magnum XLXL, as camisinhas maiores que consegui achar." Atravessou o quarto e entregou a caixa pra Sam. "Quero que você guarde aqui no seu quarto. Seu pai não pode achar. Entendeu?"
"Tá." O sorriso de Sam sumiu. "Não vamos usar?"
"Que cara comprida." Joyce sorriu pra ele. "Comprei essas pra você usa quando arrumar uma namorada. Não são pra mim." Ela mandou ele devolver a caixa. "Que tal eu te mostrar como colocar um, e depois te ajudar com a minha boca? Parece bom? A gente tem um tempinho até sua irmã e seu pai chegarem em casa."
Dez minutos depois, Joyce tinha se empalado de novo naquela coisa gigante dele. Ela montou no Sam na cama dele, com a saia enrolada na cintura. A calcinha dela, largada há muito tempo, tava no chão. O suéter continuava no lugar. Os quadris deles se moviam juntos. Joyce se inclinou pra trás e apoiou as mãos nos joelhos do Sam.
Sam viu o corpo dela ondular. "Mãe?" Ele agarrou um punhado de saia de cada lado do quadril da Joyce e apertou com força.
"Só... um... minuto, querido." Joyce continuou mexendo os quadris num movimento suave de vai e vem. "A mamãe tá um pouco... aaaaaiiiii... ocupada aqui." As investidas dela aceleraram e ela se inclinou mais pra trás. O pescoço dela ficou tenso, os olhos fixos no teto. "Aaaahhhhhhh, Sammmmmmy." Os quadris dela pararam e ela teve umas convulsões.
Quando terminou, ela se inclinou pra frente com os olhos fechados. Colocou as mãos no peito nu do Sam. Não foi fácil recuperar o fôlego. "O que você precisa, querido?"
"Tava me perguntando. Hum." Sam olhou pro pôster do Rick and Morty em busca de apoio. O Morty tava pendurado na borda de um dos portais. "Você pode ficar pelada de novo?"
Joyce abriu os olhos e olhou pro Sam. Uma gota de suor escorreu pelo nariz dela. "Isso foi coisa de uma vez só, Sammy. Eu queria ajudar você com a sua imaginação. Só seu pai pode me ver pelada."
"Tá bom." Sam manteve os olhos no Morty. *Aguenta firme, idiota*, ele pensou. "Então posso ficar atrás de você?"
"Sam Higgins" A buceta da Joyce apertou a coisa do Sam sem querer. "É assim que os animais fazem. Não as pessoas."
"Por favor?"
Joyce estendeu a mão e virou o rosto dele até eles se olharem nos olhos. Animais, Sammy. Mamãe não é um animal." A buceta dela se apertou de novo.
"Tá bom, mãe." Sam apertou mais a saia dela.
"Obrigada, querido." Joyce mexeu os quadris em movimentos lentos e suaves.
"Te amo, mãe." Mesmo com a camisinha, a buceta dela era uma delícia. O ritmo dele acelerou.
"Ah, querido, eu... hã... também te amo." Agora ela tava girando o quadril e enfiando aquela coisa do Sam fundo, bem fundo dentro dela.
"Uh, mãe... tô... quase lá." Ele tava hipnotizado por aqueles peitões, quicando juntos debaixo do sutiã e da blusa.
Você... pode... tirar a camisinha pra gozar fora?"
Ela balançou a cabeça.
"Mas... por... que..."
"Você não quer dentro, querido."
Ele sabia que não seria a mesma coisa.
Joyce se afastou dele com um estalo e pegou uma toalha. Rastejou entre as pernas de Sam, pegou na rola dele, tirou a camisinha e começou a acariciar com as duas mãos.
"Ai, mãe. Aaaaaaaiiiiiii."
Joyce finalizou ele dentro da toalha. Deu um minuto pra ele se acalmar. "Pronto. Tô orgulhosa de você por ter tirado aquele A."
"Valeu, mãe."
"Agora se limpa. Todo mundo vai chegar logo. O jantar é daqui a umas duas horas." Joyce se levantou segurando a toalha longe do corpo e atravessou o quarto. Rebolou um pouco e a saia caiu de novo abaixo dos joelhos. Se abaixou pra pegar a calcinha. Sam olhou pra bunda redonda dela.
"Beleza, mãe."
Ela saiu do quarto e fechou a porta. Mais uma punheta não ia fazer mal. Sam agarrou o pau de novo.
Hora de dar uma pausa nos estudos. Eles tinham horas até o Paul chegar do golfe. E a Beth tava no supermercado com as amigas. Sam levantou da cadeira no quarto dele e abriu a porta. Vozes subiam pela escada. Duas mulheres batendo um papo animado.
Bom, isso podia acabar com a pausa dos estudos dele. Sam andou pelo corredor acarpetado e desceu as escadas. Entrou na cozinha.
"Ele fez o quê?" Disse Joyce. Ela tava sentada na mesa da cozinha, vestindo uma blusa branca e jeans. Os olhos claros dela se arregalaram de surpresa enquanto olhava pra companheira do outro lado da mesa. Depois do banho, o cabelo da Joyce sempre ficava mais liso e num tom de loiro mais claro, igual tava agora. Talvez Sam tivesse sem querer respingado um pouco de porra no cabelo dela e ela precisou lavar. Era de se esperar, ele imaginou.
Uma coisa era certa, ela tava absolutamente gostosa. "Cê tá me ouvindo." A Sra. Singh tava sentada na frente da Joyce. "Com a secretária dele. E agora a Jill descobriu e tá pirando." Sam nunca tinha reparado direito antes, mas a Sra. Singh também era bem bonita. Uma mulher pequena e morena com um sorriso rápido e um corpo surpreendentemente curvilíneo.
Ela usava uma camiseta de manga curta e uma saia abaixo do joelho, então as curvas não eram fáceis de perceber. "Raj nunca faria isso comigo nem com as crianças.""Não, Paul também não." O rosto de Joyce passou de surpresa para... culpa? Ela desviou a atenção para onde Sam estava parado na porta. Uma pequena franzida se formou em seu rostinho bonito. "Ah, oi, querido. A Alisha veio só tomar um café."
"Oi, Sra. Singh." Sam cumprimentou.
"Oi, Sam." Alisha deu um sorriso meio sem graça. Ela também podia ter sido um pouco grosseira. Provavelmente por ter sido pega falando sacanagem sobre o último escândalo da vizinhança. "Você tá ficando mais alto mesmo, né?"
"Não muito." Sam ajustou a calça. "Mas valeu por dizer."
"Quer almoçar, Sam?" Joyce se levantou e foi até a geladeira. Isso fez a cabeça de Sam pirar; ele tinha estado dentro dela horas atrás, e agora tudo era tão... normal.
Aquele pensamento fez o pau dele endurecer. Dava pra sentir o inchaço. Ia ter que sair dali ou ia ser difícil esconder a ereção da Sra. Singh. Isso daria fofoca. Ele tava na casa dos Higgins, e Sam, o filho da Joyce, tava literalmente estourando a calça. Ah, digo, literalmente. Ah, sim, foi horrível. Bem na frente da mãe dele também. Sam não queria isso. "Não, obrigado, mãe. Só queria ver quem tinha vindo." Sam virou pra escada e fugiu. "Tchau, Sra. Singh."
"Tchau, Sam." Disse Alisha.
"Vou te trazer um pouco de almoço depois que a Alisha for, Sammy, e continua estudando."
"Tá bom." Sam não ia estudar. Ver a Sra. Singh na cozinha dele tinha mudado alguma coisa. Ele não sabia dizer o quê. Sam nunca tinha se importado com as amigas da mãe antes. Mas ter ela ali. Tão perto da pedra... Sam precisava de uma punheta.
~~
Uma hora depois, Sam tava de volta na escrivaninha, tentando se concentrar. Teve uma batida suave na A porta. "Sam?" Joyce disse através da porta. "Trouxe um lanche pra você."
"Pode entrar." Sam girou a cadeira pra olhar na direção da porta.
A porta se abriu e Joyce entrou com um sanduíche de pasta de amendoim e geleia. Na outra mão, segurava um copo de leite. "Alisha foi pra aula de yoga dela."
"Tá bom." As calças de Sam ficaram mais desconfortáveis quando o pau dele lutou de novo pra se soltar. "Valeu pelo almoço, mãe." Sam viu ela caminhar até ele. Ela deixou o lanche na mesa dele, um pouco à esquerda de onde ele tava trabalhando. A blusa dela era justa o bastante pra mostrar a redondeza e a fartura dos peitos dela. Sam tentou não encarar.
"Precisa de mais alguma coisa, querido?" Joyce olhou pra ele.
"Mãe." Sam se remexeu nas calças. "Ainda tô com dificuldade de me concentrar."
"Nossa, Sammy." Joyce balançou a cabeça e cruzou os braços nus sobre o peito. "É domingo, e eu não deveria te ajudar no fim de semana. E você... nós... fizemos o que fizemos antes. Que foi muito mais do que eu achei que faríamos. Tem que ser o bastante, Sammy."
"É que eu não consegui ver nada de verdade." Sam olhou pra ela com olhos de pidão. "E se eu vou cuidar de mim mesmo... Se você não me ajudar... Preciso de algo pra ajudar minha imaginação."
"Você tá pensando em mim quando faz isso?" Joyce franziu o nariz com nojo.
"Não consigo evitar, você é tão gostosa." Sam olhou pras mãos dele. Mexeu os polegares, sem querer fazer contato visual. Depois de uma pausa longa, ele olhou pra cima de novo.
"Ah, Sammy." O rosto de Joyce relaxou e ficou vermelho. "O que você precisa?"
"Eu adoraria te ver completamente pelada." Sam falou apressado pra soltar as palavras. "Só uma vez já bastava. Você é a mulher mais linda do mundo, mãe. Só quero ver."
"De jeito nenhum, Sammy." Ela inclinou a cabeça pra ele, bem irritada. "Seu pai é o único que me vê pelada". Ela o olhou de cima a baixo, com os olhos fixos no volume das calças dele. "Você realmente precisa de uma namorada."
"Mas isso é só até eu arrumar alguém. Vou ter uma namorada em breve, e tá difícil pra caralho me concentrar. Só preciso de uma ajudinha, mãe. O pai não vai chegar em casa até mais tarde."
"De jeito nenhum, senhor." Joyce bateu o pé. O cheiro da porra do Sam ainda estava no quarto desde aquela manhã. O aroma era tão terroso, gostoso e cheio de vida.
"Só dessa vez, por favor?"
Eles ficaram nessa por vários minutos. Sam cansou Joyce.
"Tá bom. Espera aqui, volto em cinco minutos." Joyce saiu do quarto.
Sam foi até a cama e sentou na beira enquanto esperava. A pedra estava escondida bem debaixo dele. O calor dela se espalhou por ele.
Cinco minutos depois, Joyce abriu a porta e voltou pro quarto. Ela estava só de calcinha de algodão, combinando com o sutiã. A roupa íntima destacava as curvas largas do quadril dela.
"Nossa, mãe."
"Pronto." Ela fechou a porta atrás de si e trancou. "Feliz?" Deu uma voltinha rápida. A bunda dela tinha o formato perfeito de um coração. O arco das costas dela, perfeitamente feminino. Ela encarou Sam de novo.
"Siim." Sam desabotoou a calça, baixou e tirou com um chute. Tirou a cueca. Acariciou a cabeça do pau enquanto olhava pra ela.
"Guarda isso. Já deu por hoje, querido."
"Seus peitos, mãe. Posso ver?"
"Você quer ver meus peitos?" Joyce suspirou. O rosto dela ficou ainda mais vermelho. Ela baixou a cabeça e olhou pro chão. "Isso já não basta?"
"Por favor?"
Ficou um tempão parada no meio do quarto, indecisa. "Tá bom." Disse Joyce. Ela desabotoou o sutiã num movimento só e os peitos dela se soltaram. Pendiam frouxos sobre o peito dela. Afinal, ela tinha criado dois filhos. Eram maravilhosamente redondos e cheios. As aréolas estavam maiores do que Sam lembrava que estavam de manhã. Ele observou esses peitos com cuidado. Pensou um pouco mais. Concluiu que os peitos dela pareciam muito pesados.
"Ah, mãe, você é linda." Sam se masturbou mais rápido, adicionando a mão esquerda à direita.
Joyce continuou olhando para o chão. "Obrigada, Sammy." A barriga dela era macia, com só um toque de redondeza. Os quadris dela alargavam de forma impressionante a partir da cintura. Com a mão esquerda, ela brincou nervosamente com a alça da calcinha. Apertou as pernas firmemente juntas, enquanto ficava ali exposta na frente do filho.
"Eu quero fazer de novo." Sam continuou a punheta.
"Não, querido." Uma mancha escura se espalhou no V da calcinha dela.
"Preciso de ajuda. Aquela parada da escola, lembra? Prometo que vou tirar só nota dez."
Joyce ficou em silêncio por um bom tempo. "Não sei." Ela ergueu os olhos para Sam e observou o comprimento e a grossura daquela coisa enorme dele. A respiração dela acelerou. "Você vai ter que usar camisinha." Ela falou tão baixinho que Sam mal ouviu.
"Eu não tenho nenhuma. Prometo que não vou gozar dentro de você."
"Não." Joyce mordeu o lábio. "Vou pegar uma do seu pai. Espera aqui." Ela se virou, foi até a porta, abriu e sumiu pelo corredor. Sam ficou hipnotizado pela bunda dela coberta só pela calcinha. Ela balançava e rebolava, praticamente chamando ele com um canto de sereia.
Um minuto depois, ela voltou pro quarto, fechou a porta de novo e sentou ao lado de Sam. Os peitos dela pendiam para baixo, quase tocando as coxas. "Fica de pé na minha frente, querido."
"Tá bom." Sam soltou o pau e ficou de pé na frente da mãe. Tirou a camiseta e jogou para trás. O pênis dele pulou, pulsou e ficou ereto. Debaixo do pau dele, ele podia ver os lindos mamões dos peitos dela. mãe. Ela parecia incrivelmente vulnerável sentada semi-nua na cama dela. "Meu Deus, acho que você cresceu mais um pouco." Os dedos de Joyce tremeram quando ela rasgou o pacote de alumínio. "Isso vai ser bom, Sammy. Vou te mostrar como colocar um desses direito."
"Parece bom, mãe."
"O truque é segurar a bolsinha por cima e desenrolar." Os peitos dela subiam e desciam a cada respiração rápida. Joyce pegou a bolsa e colocou a camisinha na ponta da coisa dele. Tentou desenrolar, lutando. "Só estou tendo um pequeno problema pra tirar da cabeça. Espera, querido." Tentou de vários jeitos, mas não queria esticar o suficiente. "Nunca tive esse problema com seu pai."
Sam sorriu. Felizmente, a mãe dele não viu a expressão dele enquanto se concentrava em resolver o problema da camisinha.
"Talvez se eu fizer assim?" As tetas dela balançaram enquanto tentava manipular a camisinha no pau dele.
"Tá tudo bem, mãe." Sam se abaixou e empurrou ela suavemente pelos ombros. "Não se preocupa, não vou gozar dentro de você."
"Ah não." Joyce ia deixar isso acontecer. Ela seguiu o empurrão dele e se deitou na cama. Os peitos dela balançaram para fora. Ela olhou para o teto.
"Recua um pouco." Sam olhou para ela, hipnotizado.
Joyce se moveu para trás na cama. Os olhos dela nunca saíram do teto. Ainda tinha a camisinha sem usar apertada na mão direita.
Sam subiu na cama. Tirou a calcinha dela e jogou no chão. Então ela abriu as pernas para ele. A buceta da mãe dele parecia tão diferente da da irmã dele. Os lábios dela eram maiores e esticados só um pouco. Sam se moveu entre as pernas dela. Pelas instruções da Beth, ele sabia como encontrar o clitóris dela, mas isso era pra outra hora.
Você é a melhor, mamãe." Sam guiou o pau dele em direção à entrada dela, mas não conseguiu achar a abertura."Aqui, deixa eu te ajudar." Joyce se abaixou com a mão esquerda. Sam olhou pra aliança de casamento dela, hipnotizado. Ela agarrou o pinto dele e puxou. "Uh... ah... Sammy."
Ele empurrou devagar pra dentro dela. Ficou ereto, com as mãos apoiadas na cama de cada lado da mãe, pra poder ver tudo acontecendo. "Você tá tão molhada, mamãe."
"Ooooohhhhh." Disse Joyce.
Ele continuou empurrando até encostar no fundo e segurou ali. "Mamãe, olha. Dá pra ver na sua barriga."
"Ah... isso não é... possível." Mas Joyce levantou a cabeça e olhou pra baixo. De fato, a coisa dele se destacava claramente de dentro da barriga dela. "O que você... eh... fez, Sammy?"
"Isso é tão gostoso." Sam tirou quase tudo e empurrou de volta. Pegou um ritmo constante e seguiu em frente.
Será que ela sentiria o Paul depois disso? Era completamente obsceno, do jeito que a barriga dela se expandia a cada estocada. Ela apoiou a cabeça na cama de novo e ficou olhando pro nada.
"Ah, Sammy. Ah, não. Ai, meu Deus." Os dedos do pé de Joyce se curvaram. "Você vai fazer eu..." Os olhos dela reviraram e ela arqueou as costas pra fora da cama. "uuuaagggggg." Assim, do nada, ela gozou no filho pela segunda vez no dia.
"Nossa, mamãe." Sam se inclinou pra frente, envolveu os joelhos dela com os braços e manteve o ritmo firme. Os peitos dela se amassavam a cada estocada.
Joyce voltou a si alguns minutos depois. "Eu não sabia... eu não sabia..." ela balbuciou, balançando a cabeça de um lado pro outro.
Que mãe?" "Eu não... poderia... ser assim."
Sam acelerou. "Ah, mãe. Ah... ah... vou... vou..."
Os olhos de Joyce se arregalaram enquanto ela olhava pro rosto suado de Sam, com os olhos fechados com força. "Não em mim, não em mim!"
Sam parou e se afastou com um som molhado e descuidado. Agarrou o pau e cobriu a barriga, os peitos, o rosto e o cabelo da mãe.
Quando terminou, Joyce limpou os olhos com as costas da mão. "Meu Deus."
"Isso foi o melhor." Sam se deixou cair ao lado da mãe na cama e virou de costas. O pau dele ainda estava duro no ar.
Eles ficaram um minuto recuperando o fôlego.
"Tá bem, docinho." Joyce se apoiou de lado no cotovelo, o peito derramando sobre o braço. Olhou pro filho magrelo. "Isso deve te segurar até você arrumar uma namorada." A respiração dela desacelerou. Ela estava toda coberta com a porra dele. Ia ter que lavar todos os lençóis da cama antes do Paul chegar em casa. "Não vamos fazer isso de novo, certo?"
"Certo." Sam concordou, ainda olhando pro teto.
O olhar de Joyce percorreu o corpo dele até aquele monstro gigante entre as pernas, ainda duro. "Tiramos isso do sistema."
"Tá bom, mãe." Sam concordou de novo.
"Agora, vamos limpar tudo isso antes do seu pai chegar em casa."
"Agora?" Sam não fez nenhum esforço pra se mexer.
"Sim, agora mesmo, Sam Higgins." Joyce se levantou da cama e ficou de pé com as mãos na cintura, examinando a bagunça.
Sam viu todas aquelas partes incríveis dela balançando e se mexendo enquanto ela se movia. "Sim, mãe."
Ele também se levantou.
Eles tomaram banhos separados e depois se encontraram de novo no quarto do Sam pra limpar. Ou, como Joyce pensava, pra se livrar das provas.
~~
Sam ficou satisfeito pelos dias seguintes. Por isso, Joyce agradeceu a tudo que é bom e sagrado. Ela se se contentou com um boquete depois da escola e não pressionou por mais. Ela conseguia gozar com ele numa toalha toda vez. Ele a pegou olhando pros peitos dela algumas vezes através da blusa ou do vestido. Tudo bem, ela já tinha dado o que ele precisava pra imaginação dele.
Agora que tinha deixado o sexo com Sam pra trás, Joyce voltou a canalizar o tesão dela pra masturbação, com ou sem a pedra, e pro sexo com Paul. Pra surpresa dela, a buceta ainda funcionava tão bem quanto antes de Sam tentar arrebentar ela no domingo. Isso significava que o sexo com o marido era gostoso, mesmo que não chegasse aos pés do que ela tinha feito com Sam.
Agora, se ao menos Sam conseguisse encontrar uma mulher que não fosse a mãe dele pra satisfazer os impulsos dele. Aí eles poderiam ficar fora de perigo.
~~
Quinta à noite, depois que os pais foram dormir, Beth e Sam sentaram pra conversar no quarto dela.
"Tenho minha prova de robótica essa semana, se importa se eu te mostrar no que tenho trabalhado?" Beth sentou no chão, com uma perna esticada na frente dela. Ela apoiou as costas na cama, o ombro direito a centímetros da pedra escondida debaixo do colchão.
"Claro." Sam se recostou na cadeira dele brincando de jogar uma caneta. "Você tem aula de robôs na escola?"
Beth olhou pro irmão de perto. "Sim, pela milionésima vez. Tô fazendo uma aula de robótica. Não parece que te interessa. Pensei que você ia querer ver, já que você curte ciência."
"Por que você diz isso?"
"Bom, você gosta de espaço. E de geologia." Beth vestia calças de pijama largas e uma camiseta enorme.
"Desculpa, Bet. Tô muito tenso. Tenho uma prova grande de química essa semana." Ele olhou pra baixo na direção dela. Ela era mais velha, mas menor que Sam. Graças a Deus por isso. Sam tava cansado de olhar pra cima pra todo mundo. Os olhos azuis bonitos dele brilharam.
"Tô interessado no seu Material científico, sabe?", Disse Beth. Ela torceu distraidamente um mechão de cabelo loiro. "Adoraria ver sua coleção de pedras."
"Tá debaixo do colchão, bem atrás de você." Sam apontou. "Não, do outro lado. Pra direita."
Beth esticou a mão pra trás e puxou a pedra de debaixo do colchão. O mineral preto profundo era muito familiar pro Sam. As veias da rocha brilhavam fraquinho e projetavam um reflexo vermelho nos olhos de Beth. "Como você sabia qual eu tava falando?"
"É minha melhor pedra." Sam pegou a caneta e colocou em cima da escrivaninha. Girou a cadeira pra irmã. "Qual outra você quer ver?"
Beth ficou encarando a pedra por um tempo. Sam olhou pra irmã.
"Você teve chance de praticar o que te mostrei? Sabe, sobre as minas?" Os olhos dela não saíam da luz brilhante na palma da mão.
"Tentei, Beth. Mas sou muito sem jeito com as minas. Nunca chego tão longe. E também fico preocupado em mostrar meu pau pra elas."
"Dá pra ver por quê. Parece um monstro deformado." Beth tirou os olhos da pedra e franziu a boca. "Desculpa. Quer dizer, nunca vi um igual antes. Sério?"
Sam balançou a cabeça. "Talvez se você me desse mais uns conselhos, eu pudesse me sentir melhor com as minas. Talvez se eu ficasse mais à vontade... só preciso saber como é que funciona."
"Bem..." A carranca dela sumiu. Ela mordeu o lábio inferior de leve. "Não se preocupa, Sam. Você só precisa aprender o que fazer. Acho que uma irmã mais velha boa devia te mostrar como o mundo funciona." Beth olhou pra pedra e depois pro irmão. "Tira a calça."
"Sério?" Mas ele não esperou ela repetir. Sam tirou a calça do pijama e a cueca. Chutou pro chão. O pau dele pulou pra fora, ficando duro. Uma gotinha de líquido pré-gozo escorreu pela cabeça. Roxo.
"Uau." Beth levou a mão à boca. "Desculpa, isso é realmente assustador. Ele sempre treme assim?" O pau dele deu aquela puladinha sutil no ritmo do coração.
"Acho que todo pau faz isso." As mãos de Sam se agarraram aos braços da cadeira, lutando contra a vontade de começar a bater uma.
"Não, não fazem. Não desse jeito." Beth deixou a pedra cair no chão e se arrastou de quatro em direção a ele pelo tapete. O quadril dela era bem mais fino que o da mãe, mas a curva da cintura ainda era mágica. Assim como a bundinha redonda dela se mexendo debaixo da barra do pijama.
Ela parou quando chegou nos pés dele e sentou de joelhos, encarando aquele monstro. As veias entrelaçadas saltavam pra fora, fazendo ele parecer ainda mais assustador. "Tá doendo alguma coisa?"
"Um pouco." As pernas de Sam tremiam de ansiedade.
"Vou te mostrar como uma namorada de verdade cuida do namorado dela. Com sorte, depois que você entender como isso funciona, vai conseguir relaxar com as minas e não assustar elas." Ela estendeu as mãos até os joelhos dele e abriu as pernas. As bolas de Sam pendiam. Pareciam bem cheias. Bem pesadas. "Tenho certeza que você vai encontrar alguém que saiba o que fazer com essa coisa."
"Você sabe?" Sam tentou acalmar as pernas trêmulas. "Quer dizer, você sabe o que fazer com ele?"
"Sei o que faço com um normal." Beth deslizou as mãos pelas coxas nuas de Sam. "Acho que dou conta desse."
"Bom, valeu, Beth." Sam observou as mãozinhas claras e pequenas dele serpenteando em direção ao pau dele.
"Isso..." Beth agarrou o pau dele com a mão direita, bem abaixo da cabeça. "É tipo..." Ela colocou a mão esquerda entre as pernas dele. Os dedos não cobriam tudo. Isso era realmente um monstro. "Uma mina ajuda o namorado dela." As mãos dela subiam e desciam. Na descida, a mão esquerda batia na base, na golpe pra cima, a mão direita dele acertou a cabeça.
Uau." Os nós dos dedos de Sam ficaram brancos enquanto seus dedos se enterravam em cada apoio de braço. "O que mais uma namorada faz?""Você tem alguma loção?" Os braços magros de Beth trabalhavam duro enquanto ela mantinha um ritmo constante.
"Não."
"Você precisa de lubrificação." Ela tirou a mão direita, levou à boca e cuspiu na palma. A mão esquerda continuava enquanto ela fazia isso. Ela colocou de volta e suas batidas espalharam a saliva em volta da haste. "Assim tá melhor, né?"
"Sim."
Beth continuou a punheta de joelhos por uns dez minutos. "Tá chegando?" Os olhos dela fixos na tarefa.
"Não... ainda."
"Que estranho." Ela inclinou a cabeça para o lado e observou o líquido pré-gozo aparecendo na cabeça. "Tá bem, já que eu tô fazendo isso. Vou te mostrar como uma namorada pode ajudar a acelerar as coisas." Ela se inclinou pra frente e lambeu um pouco do líquido pré-gozo. Salgado e bem apimentado. A temperatura tava estranha, mas o gosto era... realmente bom. Ela abaixou a cabeça e lambeu de novo. "Pronto. Uma namorada também pode fazer isso." Beth abriu bem a boca e desceu ela no pau dele. Moveu a cabeça pra cima e pra baixo.
"Isso é bom." Sam se agarrou aos apoios de braço.
Depois de alguns minutos, Beth levantou a boca com um estalo. "As garotas gostam quando você coloca a mão na nuca delas enquanto elas fazem isso por você." Ela voltou a chupar.
"Tá bom." Sam soltou o apoio de braço com a mão direita e agarrou a parte de trás do cabelo loiro dela.
Beth soltou o pau dele de novo. "Suave, mas firme. Sem empurrar." Ela desceu de novo no pau dele.
"Tá bom." Sam não tinha feito muito com a mãe dele. Só mesmo naquela primeira vez. Ele se perguntou se ela também ia gostar. Ia ter que tentar amanhã depois da escola.
Mais dez minutos se passaram e o quarto se encheu com os sons das chupadas de Beth e os gemidos de Sam. Com sorte, não estavam falando demais.
Beth se afastou de novo e olhou para Sam. "Você tá perto?"
"Hum..." Sam não costumava ter esse tipo de resistência com a mãe. Mas sentiu que, se aguentasse um pouco mais, poderia ser recompensado. Beth parecia realmente interessada na demonstração de siriricas e boquetes. Atrás dela, no chão, o brilho vermelho da pedra estava mais forte do que antes. "Ainda não."
"Isso é loucura." Beth soltou a rola dele e ficou de pé na frente dele. "Você deve ser uma espécie de mutante." Agarrou a cintura da parte de baixo do pijama e puxou até o chão. Enfiou os polegares nas laterais da calcinha e também a tirou. Lá estava aquele triângulo de cabelo loiro de novo. Chutou a roupa para o lado com o pé. "Tem mais uma coisa que posso te mostrar. Mas você não pode contar pra ninguém que eu fiz isso por você."
"Pra ninguém."
Ela agarrou a barra da camisa, tirou e jogou para trás.
"Eu juro", disse Sam.
Ela era tão diferente da mãe dele. Pequena, magra e firme. Os peitos dela eram um par de punhados que desafiavam a gravidade, com mamilos escuros e inchados. Não tinha muitas sardas, mas dividia a pele pálida da mãe. "Você não pode contar pra ninguém sobre nada disso."
"Eu juro." Sam estava tão surpreso que nem se preocupou em tirar a camisa.
"Isso vai te ajudar a terminar e, com sorte, aumentar sua confiança." Ela ficou de pé com as mãos na cintura. "Mas só vou te mostrar uma posição. Acho que não consigo lidar com essa coisa de outro jeito que não seja por cima. Dá pra mexer esses apoios de braço?"
Os apoios de braço giraram para o lado. Sam os afastou.
Beth sentou-se desajeitadamente montada na cadeira, olhando para a rola assustadora do irmão. Será que ela ia realmente fazer isso? "Quando a mina tá por cima, é sempre melhor deixar ela se ajeitar." Ela se abaixou e agarrou a rola dele com a mão direita. "É gostoso." Ela sentou no colo do irmão dela. "Aaaaahhhhh. Você é enorme. Não tem como eu conseguir colocar tudo isso dentro de mim."
"Ah", foi tudo que Sam conseguiu dizer.
Os músculos de Beth foram relaxando devagar. Ela foi descendo centímetro por centímetro. Gemidos e grunhidos, mas tentando não fazer muito barulho. Depois de alguns minutos, inacreditavelmente, Sam chegou ao fundo da buceta dela. "Eu... não... acredito... nisso."
"Eu também não." Sam apoiou as mãos nos quadris dela. Tentando ser gentil, mas firme. Sem empurrar. O olhar dele vagou entre os seios dela, o rostinho bonito e de volta aos seios. O peito dele subia e descia com o esforço.
Por um momento, eles ficaram ali sentados, Sam completamente dentro da irmã. "Uh, você chegou no fundo do meu útero, Sam." Ela podia sentir ele empurrando coisas lá dentro. Ela mexeu os quadris devagar. "Agora, tem dois jeitos de fazer isso. Eu posso mover meus quadris pra frente e pra trás, ou posso tentar quicar pra cima e pra baixo."
"Quica, por favor." Sam apertou um pouco mais os quadris dela. Os dedos dele marcaram a pele tensa dela.
Beth apoiou as mãos no peito de Sam e se empurrou pra cima e pra baixo, e de novo, pra cima e pra baixo. Devagar no começo, mas quando a dor que ela esperava nunca veio, ela acelerou. "Uh uh uh uh..."
"Você é... incrível", disse Sam. Agora ele tinha experimentado as duas mulheres da casa dele. Joyce era redonda em lugares onde Beth não era. Os movimentos de Joyce eram suaves e fluidos. Beth quicava que nem uma maluca, com movimentos entrecortados e espasmódicos. O corpo dela transbordava energia cinética. Sam olhou pra baixo, entre as pernas deles. A cada empurrão pra cima, os lábios rosados da buceta dela se esticavam apertados em volta do pau dele, abraçando ele até o talo.
"Então, essa... uh... uh... é uma... uh... oh... posição no sexo." Os seios de Beth tremiam e balançavam bem na linha do olhos de Sam. Pequenas gotas de suor caíam sobre e entre eles. "Você tá perto?"
"Ainda não."
Beth olhou pro irmão, de boca aberta e olhos arregalados. "Ah, Sam. Você vai... fazer... eu... ooohhhhh... gozar." Ela empurrou pra baixo e manteve a buceta ali, pressionando os quadris apertados contra os dele.
Oooooooohhhhhhh". "Shh". Sam tapou a boca dela com a mão. "Você vai acordar a mamãe e o papai".
Beth tremia sem controle. As unhas dela cravaram dolorosamente na camisa de Sam e no peito dele.
Um minuto depois, ela já estava bombando a buceta pra cima e pra baixo de novo. "Desculpa." Ela olhou por cima do ombro pra porta. "Acho que estamos de boa."
Sam colocou a mão de volta na cintura dela. Ela estava tão incrível, toda aberta, quicando pra cima e pra baixo no pau dele. Ela era tão pequena que ele se perguntava pra onde tudo aquilo ia dentro dela. "Desce, Beth. Eu... vou..."
"Tá tranquilo. Pode... uh... deixar dentro." Ela olhou pro irmão com um sorrisinho. O suor escorria pela testa dela. "Tô tomando a pílula."
Sam apertou as coxas dela com força. Não foi gentil nem educado. "Uh... uh... uhhhhhh". Ele levantava e abaixava ela no pau dele no ritmo das explosões que enchiam o útero dela.
"Ai, Jesus. É... tão... quente." Beth fechou os olhos com força e gozou de novo.
Quando acabou, Beth se inclinou pra frente e apoiou a cabeça no ombro magro dele. As mãos de Sam seguravam frouxamente a cintura dela. Ela olhou atordoada pro canto do quarto. A luz vermelha pulsante brilhava na parede. A respiração dela foi desacelerando aos poucos. "Então, agora você sabe o que uma namorada faz. Se sente melhor?"
"Quase." Os dedos de Sam apertaram a cintura dela. Ele puxou e empurrou, balançando ela no pau dele. O quarto se encheu com o som abafado da buceta cheia de porra da irmã dele. "Quero saber qual é a dessa tal de ida e volta."
"Ai, Sam. Ooooohhhhh. Você não é normal."
Um pouco depois, Sam gozou pela segunda vez dentro da irmã. Aí, ele cambaleou de volta pro quarto dele e se jogou na cama. Uma poça se formou nos lençóis entre as pernas dela. Sam realmente tinha enchido ela. Ela não se importava. importava. Tudo foi tão louco.
O dia seguinte era sexta-feira e, antes da escola, Beth evitava o Sam. Ela não fez contato visual enquanto circulava pela cozinha, pegou o café da manhã e saiu correndo porta afora para a prova de robótica. Sam observou a bundinha dela se afastando. Tava tudo bem, provavelmente ela só estava desconfortável depois da noite passada. Iam ficar de boa.Paul foi pro trabalho e Joyce mandou Sam pra fora de casa pra ele chegar na escola a tempo.
Sam tentou se concentrar na escola. Mas os sonhos com a mãe e a irmã dele escorregavam na mente dele. Aí as imaginações dele ganharam asas e tomaram novos rumos. Ele se viu pensando na vizinha dele, a Sra. Singh. Ela tinha um filho, o Arjun, que tava na turma do Sam. Era o tipo alto, atlético, que praticava esportes o ano inteiro.
Sam não tinha muito em comum com ele. Enquanto os devaneios dele se desenrolavam, ele viu a Sra. Singh flertando com o filho dela. Aparentemente inocente no começo, só com um indício das putarias que viriam. Ele viu as coisas saírem do controle. Uma vez começadas, iam escorregar por um abismo sem fim de luxúria.
Eventualmente, o Arjun ia estar metendo na mãe dele por trás no banheiro de cima, enquanto o pai dele, o Raj, se preparava pra trabalhar no andar de baixo. A Sra. Singh sempre foi muito certinha e rápida pra balançar a cabeça pros escândalos dos outros. Isso tornou o sonho exponencialmente melhor.
E assim, Sam desperdiçou o dia reproduzindo essas histórias perversas na cabeça dele.
Mas a escola não foi uma perda total, ele passou na prova de química e tirou um 10 bem grandão no topo.Quando Sam chegou em casa, encontrou Joyce lendo no sofá da sala. Ela olhou pra ele, piscou por cima dos óculos de leitura e depois os tirou. "Como foi seu dia, querido?" Ela estava usando uma saia longa branca e um suéter azul.
"Tirei um A na minha prova de química." Sam levantou a prova pra ela ver.
"Isso é demais." O rosto dela se iluminou com um sorrisão. "Tô orgulhosa de você, Sammy. Sei o quanto você tem se dedicado nessa matéria." O sorriso de Joyce brilhou que nem um holofote.
"A gente devia comemorar, mãe." Sam devolveu um sorrisinho safado pra ela.
"Sorvete?" Joyce se levantou e alisou a saia. Ela batia abaixo do joelho.
"Tava pensando em algo melhor", ele disse.
O volume na calça de Sam já tava na cara, e Joyce percebeu. "Melhor que sorvete?" Ela olhou pra ele com uma cara de confusão fingida.
Ele deu de ombros exageradamente.
"Tá bom, tá bom, seu folgado. Tô guardando uma coisa pra uma ocasião especial." Ela passou por Sam e bagunçou o cabelo dele com a mão direita. "Sobe pro seu quarto e me espera. Vou pegar uma coisa."
Sam correu pro quarto e tirou toda a roupa. Jogou tudo na direção do cesto. Virou, sentou na cama e esperou.
Um minuto depois, Joyce entrou no quarto e fechou a porta atrás dela. Tinha uma caixa na mão direita. Ela olhou pro filho pelado. "Nossa, Sammy, você não perde tempo." Levantou a caixa pra mostrar. "Magnum XLXL, as camisinhas maiores que consegui achar." Atravessou o quarto e entregou a caixa pra Sam. "Quero que você guarde aqui no seu quarto. Seu pai não pode achar. Entendeu?"
"Tá." O sorriso de Sam sumiu. "Não vamos usar?"
"Que cara comprida." Joyce sorriu pra ele. "Comprei essas pra você usa quando arrumar uma namorada. Não são pra mim." Ela mandou ele devolver a caixa. "Que tal eu te mostrar como colocar um, e depois te ajudar com a minha boca? Parece bom? A gente tem um tempinho até sua irmã e seu pai chegarem em casa."
Dez minutos depois, Joyce tinha se empalado de novo naquela coisa gigante dele. Ela montou no Sam na cama dele, com a saia enrolada na cintura. A calcinha dela, largada há muito tempo, tava no chão. O suéter continuava no lugar. Os quadris deles se moviam juntos. Joyce se inclinou pra trás e apoiou as mãos nos joelhos do Sam.
Sam viu o corpo dela ondular. "Mãe?" Ele agarrou um punhado de saia de cada lado do quadril da Joyce e apertou com força.
"Só... um... minuto, querido." Joyce continuou mexendo os quadris num movimento suave de vai e vem. "A mamãe tá um pouco... aaaaaiiiii... ocupada aqui." As investidas dela aceleraram e ela se inclinou mais pra trás. O pescoço dela ficou tenso, os olhos fixos no teto. "Aaaahhhhhhh, Sammmmmmy." Os quadris dela pararam e ela teve umas convulsões.
Quando terminou, ela se inclinou pra frente com os olhos fechados. Colocou as mãos no peito nu do Sam. Não foi fácil recuperar o fôlego. "O que você precisa, querido?"
"Tava me perguntando. Hum." Sam olhou pro pôster do Rick and Morty em busca de apoio. O Morty tava pendurado na borda de um dos portais. "Você pode ficar pelada de novo?"
Joyce abriu os olhos e olhou pro Sam. Uma gota de suor escorreu pelo nariz dela. "Isso foi coisa de uma vez só, Sammy. Eu queria ajudar você com a sua imaginação. Só seu pai pode me ver pelada."
"Tá bom." Sam manteve os olhos no Morty. *Aguenta firme, idiota*, ele pensou. "Então posso ficar atrás de você?"
"Sam Higgins" A buceta da Joyce apertou a coisa do Sam sem querer. "É assim que os animais fazem. Não as pessoas."
"Por favor?"
Joyce estendeu a mão e virou o rosto dele até eles se olharem nos olhos. Animais, Sammy. Mamãe não é um animal." A buceta dela se apertou de novo.
"Tá bom, mãe." Sam apertou mais a saia dela.
"Obrigada, querido." Joyce mexeu os quadris em movimentos lentos e suaves.
"Te amo, mãe." Mesmo com a camisinha, a buceta dela era uma delícia. O ritmo dele acelerou.
"Ah, querido, eu... hã... também te amo." Agora ela tava girando o quadril e enfiando aquela coisa do Sam fundo, bem fundo dentro dela.
"Uh, mãe... tô... quase lá." Ele tava hipnotizado por aqueles peitões, quicando juntos debaixo do sutiã e da blusa.
Você... pode... tirar a camisinha pra gozar fora?"Ela balançou a cabeça.
"Mas... por... que..."
"Você não quer dentro, querido."
Ele sabia que não seria a mesma coisa.
Joyce se afastou dele com um estalo e pegou uma toalha. Rastejou entre as pernas de Sam, pegou na rola dele, tirou a camisinha e começou a acariciar com as duas mãos.
"Ai, mãe. Aaaaaaaiiiiiii."
Joyce finalizou ele dentro da toalha. Deu um minuto pra ele se acalmar. "Pronto. Tô orgulhosa de você por ter tirado aquele A."
"Valeu, mãe."
"Agora se limpa. Todo mundo vai chegar logo. O jantar é daqui a umas duas horas." Joyce se levantou segurando a toalha longe do corpo e atravessou o quarto. Rebolou um pouco e a saia caiu de novo abaixo dos joelhos. Se abaixou pra pegar a calcinha. Sam olhou pra bunda redonda dela.
"Beleza, mãe."
Ela saiu do quarto e fechou a porta. Mais uma punheta não ia fazer mal. Sam agarrou o pau de novo.
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