Mais um dia com os argentinos

Casados... com filhos" Os anos passaram, e a Moni via como os filhos dela já tinham crescido. Deixaram de ser adolescentes, e ainda não tinham saído de casa. O Pepe rugia de cansaço toda vez que voltava da sapataria e encontrava a Paola e o Coky em casa. Os Argento seguiam suas vidas como sempre. O Pepe e o Racing dele. A Moni e os cafezinhos dela. A Paola e os amantes dela. E o Coky e as punhetas dele. Na frente, os vizinhos María Elena e Dardo Fuseneco continuavam aguentando todas as suas desventuras malucas. Caía a noite de sexta-feira, e como de costume o Dardo comia a María Elena com força, descarregando a tensão da semana toda de trabalho. -Assim, Dardo, me dá mais! Me dá mais, tô falando! Não seja otário! -Sim, meu amorzinho! Sim, sim! -Siiiiim! Siiiiiiim!- gritava a María Elena, ficando cada vez mais eufórica. Da casa da frente, o Coky sacudia o pau dele pra cima e pra baixo furiosamente ouvindo os gemidos da María Elena, que ele observava com binóculos toda noite há já vários anos. Ao mesmo tempo, a Moni brincava com os brinquedos vibradores dela ouvindo a María Elena e se imaginando sendo penetrada pelo Pepe e pelo Dardo ao mesmo tempo. A Moni se revirava na cama, gemia baixinho, mas o prazer dela era enorme. Ela enfiava os consolos dela o mais fundo que podia. Um de cada vez ou em sincronia. Fazia anos que ela costumava ter esse tipo de fantasia, já que o Pepe não tocava nela nem com um pau. -Isso, Pepe! Continua assim! Me come toda!- ela dizia no ritmo que o consolo laranja listrado se enfiava mais fundo. –Vai, Dardo, não fica pra trás, enfia tudo na minha buceta!- ela delirva enquanto se comia o cu com um dildo verde e preto especial pra usar analmente. Ela teve 4 orgasmos antes da María Elena gritar descontroladamente no último orgasmo dela, resultado da trepada com o Dardo. Minutos depois, a Paola entrava em casa com dois amigos. Dois loiros altos, do time de basquete do clube River Plate. Enquanto o Pepe assistia ao jogo do Racing contra o Newell's, a Paola se mandava pro quarto dela com os caras. Em seguida, ela trancou a porta. enquanto os caras iam tirando as roupas, ficando só de cueca. Paola sentou eles na cama e, fazendo um strip tease, foi ficando num lindo conjuntinho rosa que destacava os peitos e a raba dela. Aproximando o rosto das virilhas deles, começou um boquete duplo. Enquanto chupava um, punhetava o outro. Eram duas picas de vinte e dezoito centímetros, mas Paola sabia como fazer elas sumirem dentro da boca dela. Depois de um minuto, já estavam duronas. Um dos caras levantou, colocou Paola na cama e começou a meter nela enquanto ela continuava chupando a rola do que tinha a maior. Ela gemia, tentando não engasgar com a porra da pica que tava chupando. Uns segundos depois, teve o primeiro orgasmo. O cara que ela tava fazendo o boquete levantou e se ajeitou pra Paola subir em cima dele, levantando a raba pro outro cara começar a enfiar um dedo com vaselina no cu dela. Paola começou a curtir. Já com as duas picas dentro, Paola começou a se sentir a puta mais puta. — Sim, me comam toda! Ah, sim! … você, puxa meu cabelo!... e você, dá tapas na minha raba! — ordenava pros caras — O que eu sou? — É a puta de todo mundo! — respondiam os caras em uníssono. — Sim, bebês, me deem por todos os lados! Os caras trocaram de posição, agora a pica maior tava no cu dela. Paola deixava cair umas lágrimas de dor enquanto se dava uma festa daquelas. As duas picas entravam e saíam de Paola como se fosse nada. Os caras já não aguentavam mais. — Olha só, Paolita, quer o leite? — perguntou um dos caras com voz de brincadeira. — Sim, quero tudo!... quero meu leite, tudinho na boquinha! — pedia se fazendo de bebê. Eles tiraram as picas de dentro dela e encostaram no rosto dela. O da pica maior gozou primeiro com três jorros, um acertou o nariz dela e os outros dois a boca. — Mmmm… que gostoso o leite quentinho!... Quero mais!... É sua vez de me dar o Piranha!" — ele disse, olhando de canto pro outro cara. — "É, meu amor, engole tudo!" O garoto soltou duas porradas bem carregadas dentro da boquinha da Paola, que saboreou e engoliu tudo. Satisfeitos, os três se limparam, se vestiram e saíram do quarto como se nada tivesse acontecido, só que a Paola mancava um pouco pela trepada que tinham dado nela. — "Tchau, Sr. Argento!" — os rapazes disseram ao sair pela porta de casa. — "É, é, tchau!" — Pepe acenou pro ar, enquanto sofria com o resultado 1 a 0 contra o time dele. — "Que filha boa que o senhor tem!" — um comentou antes de fechar a porta. — "Eu sei, eu sei." — respondeu distraído. Claramente, Pepe já tava acostumado com a filha trazendo "amigos" e amigas pra casa. A verdade é que não ligava, a não ser quando aparecia alguma gatinha que abalasse ele e desse uma chance pra ele se aliviar um pouco. Depois do jantar. Dardo e María Elena tocaram a campainha na casa dos Argento. Pepe atendeu. — "Oooola Dardo… e María Enema! Como é que vocês tão?" — "Bem, Pepe!" — cumprimentou Dardo. — "Quem é?" — Moni perguntou lá de cima. — "São o Dardo e a María Elena, Moni." — respondeu Pepe. — "Que surpresa! Querem entrar pra tomar um cafezinho?" — convidou Moni, com a hospitalidade de sempre. — "Bom, bom… viemos perguntar se vocês poderiam cuidar da casa enquanto a gente vai passar o sábado em Mar del Plata." — María Elena sorria. — "Ué, a gente? Na casa de vocês?" — perguntou Pepe. — "É, Pepe! É que não achamos ninguém e, bom, a gente queria fazer essa viagem há um tempão." — Dardo se desculpou. — "Vocês podem?" — "Claro, Dardo. Não se preocupa, que a gente cuida da casa." — disse Moni, enquanto olhava pro volume do Dardo e mordia os lábios. María Elena e Dardo foram pra casa. Moni e Pepe foram se deitar. Paola saiu, e Coky se trancou no quarto pra bater uma. Assim terminou a noite de sexta. Durante o sábado, Moni e Pepe foram na casa do Dardo e da María Elena, depois que eles foram embora. Começaram a ver o que eles tinham, e querendo levar uma estufa, romperam um cano de gás. Se fazendo de sonsos, como sempre. Fecharam o gás e voltaram pra casa deles. As coisas rolaram na maior paz, como qualquer sábado na casa dos Argento. Domingo à noite, Dardo e María Elena bateram na casa do Pepe. Moni atendeu. —Dardo! María Elena, quanto tempo! Como é que foi? —Moni, cê sabe por que romperam um cano de gás? —perguntava furiosa a María Elena. —Não, María Elena, nem ideia. O que houve? —Que nada! Alguém entrou na casa, e na hora de tirar a estufa, rompeu o cano de gás! —criticava, olhando feio pra Moni. —Bom, não é pra tanto, love! —tentava Dardo acalmar a esposa. —Moni, dá pra gente ficar na sua casa, só por essa noite? Tá um frio do caralho e a gente não tem gás até o gasista arrumar o cano amanhã —perguntou pra Moni. —Claro, Dardo! Entra, entra! —convidando eles pra entrar. —Pepe!!! Dardo e María Elena vão ficar aqui essa noite! —Moni gritou da sala. Pepe, da cozinha, xingava o céu, se perguntando o que tinha feito de errado pra merecer aquilo. Segundos depois, Coky desce as escadas com um sorriso de orelha a orelha. —Ah, que bom! María Elena vai dormir aqui essa noite em casa! —enquanto batia palmas sem parar. —É, mano, a gente vai dormir aqui! Mas você, fica na sua! —ameaçava Dardo o Coky, que ficava passando a mão nos braços de María Elena, enquanto ela fazia cara de nojo. —Bom, bom. Agora entra e... cafezinho!!! —convidou Moni. Depois do cafezinho, Moni e María Elena foram preparar um frango assado com batatas. Dardo e Pepe viam TV, quando Paola desceu pra sala. —Oi, papai! Oi, Dardin! Como cê tá? —cumprimentou Paola, piscando o olho. —Oi, Paola! Bem, graças a Deus. E você? Que gostosa com essa saia de colegial —elogiou Dardo, com um ar paternal, mas por dentro morria de vontade de partir ela ao meio. —Bem! —respondeu seca. —Papai, vou na casa da Romina, volto depois do jantar, tá? —Vai, Paola! Pepe se resignou. —Como a Paolita tá gostosa! — comentou Dardo, quando a porta se fechou. —É, mas cada vez mais burra! — respondeu Pepe. —Jantar na mesa! — interrompeu María Elena. Os dois se levantaram. Moni olhava fixamente para Dardo, cujo volume tinha aumentado um pouco ao ver a Paola. Ela passava a língua nos lábios. Se posicionou na porta de um jeito que Dardo teve que encostar nela pra passar. Moni começava a ficar com tesão, e Dardo também. Por outro lado, Coky parabenizava María Elena pelo jantar, abraçando ela e tocando sutilmente uma teta. Ela reagiu tirando ele de cima. Durante o jantar, tudo correu normalmente. Pepe enchia o saco dos convidados. María Elena mandava Pepe calar a boca. Moni só pensava na vara do Dardo. Coky tentava olhar o decote da María Elena. E Dardo só comia. Na hora de ir dormir, Dardo e María Elena ficaram no sofá da sala dos Argento. Moni e Pepe se despediram até a manhã seguinte e todo mundo foi dormir. Umas horas depois, Dardo tava com vontade de transar, mas María Elena tava dormindo profundamente. Dardo se ajeitou pra colocar ela de conchinha e apalpar os peitos, mas ela só disse que não queria e pra ele parar de encher o saco. Dardo, resignado, desistiu das tentativas de sexo. Uns minutos depois, Paola abriu a porta da frente. Era uma e vinte da manhã. Dardo ainda tava acordado. —Oi, Paola! — falou baixinho. —Nossa, oi Dardin, o que cê tá fazendo acordado a essa hora? —Nada, não conseguia dormir. —Tá, Dardin, tô com um sono danado, então vou pra caminha, ok? —Beleza, vai. Enquanto Paola falava isso, ela se virou de um jeito sensual, mostrando a bunda enfeitada com uma saia de colegial. Dardo fixou os olhos naquelas duas bandas e notou que a saia tinha uma mancha branca enorme espalhada. “Não é só uma gostosa que dá tesão, é uma puta também!” pensou. Não hesitou nem um segundo, levantou do sofá e alcançou Paola no meio da escada. —O que cê tá fazendo, Dardin? —O que eu faço? Olha, Paolita, já faz um tempo que você me deixa todo excitado. E não tenho dúvida de que você é uma putinha!
—Mas para! — ela tentou tirá-lo de cima.
—Não, não! A porra que você tem na saia te denuncia. Você é uma putinha, e adora uma pica! — levando a mão dela até a virilha dele.
—Nossa, o idiota do Joaquim! — disse ela em voz baixa.
—E o que você vai fazer? Quer me comer? Quer arrebentar minha bunda pequena, Dardin? — tentava provocá-lo.
—Claro, meu amor! Vou te arrebentar toda! — enquanto colocava um dedo na boca dela.
—Mmm... e parece que você tem com o quê! — ela acariciava a pica dele por cima da calça.
—Vem, Dardin, vem pro quarto! Paola o levou até o quarto dela. Assim que a porta se fechou, ele a beijava apaixonadamente, enquanto ela pegava no pau dele. Com a mão, ele obrigou Paola a se ajoelhar para chupar a pica dele. Ao tirá-la da calça, Paola se surpreendeu ao ver uma pica de vinte e dois centímetros e bem grossa. Dardo estava encostado na porta, recebendo um boquete incrível de Paola.
—Sabia que você era uma puta!
—Ahn! — ela tentava falar de boca cheia. Dardo estava nas nuvens. Via Paolita engolindo a pica toda, a ponto de se engasgar, e ao mesmo tempo, olhava fixamente para ele com cara de puta no cio. Ele queria muito gozar ali, na garganta de Paola, mas preferiu não fazer isso. Levantou Paola e a levou até a cama. Tirou a calcinha dela, uma fio dental rosa transparente. Tirou a camisa e o sutiã, deixando à mostra aquele par de peitos duros. Só deixou a saia de colegial manchada de porra de algum “amiguinho” dela. Colocou ela de costas na cama e abriu as pernas dela. Enfiou o rosto na buceta dela e começou com lambidas tímidas. No começo, Paola gemia baixinho; mas depois se deixou levar e os gemidos começaram a aumentar a cada lambida de Dardo. Os gemidos de Paola ecoavam no quarto ao lado. Moni acordou ao ouvir o que achou ser a filha chorando.
—Ai, Pepe! Você ouviu esse barulho?... Pepe? Pepe? Ao se dar percebeu que o marido dormia profundamente. Decidiu ir ver o que acontecia com a filha. Mas, conforme se aproximava, conseguia ouvir que Paola não chorava, e sim gozava. “De novo essa menina com os amiguinhos dela!” pensava Moni. Mas ao tentar abrir a porta bem de leve pra ver quem era, notou que era o Dardo que estava pelado na frente da filha, fazendo ela delirar de paixão. -Então… comendo a menina, Dardo!- interrompeu Moni no quarto. -Ué, Moni. O que cê tá fazendo? Não é o que parece!- tentava disfarçar. -Não é? Mas se você tá com essa pica grossa pronta pra meter na Paola. -Ué, mamãe! Mas se você também quer que o Dardo te coma! Vem, e participa!- convidou Paola. Moni tirou a camisola, enquanto Dardo pegava ela pela cintura e acariciava aqueles dois peitões. -Ai, sim, Dardo! Que pica grande que você tem! Não é à toa que a Paola queria que você metesse nela. Quer comer a Paolita, hein Dardo? Vem, vamos comer a Paolita! -Sim, Moni, Sim!!! Moni pegou Dardo pela mão, até onde Paola estava deitada na cama. Chupou um pouco a pica dele e ajudou a colocar. Paola se arrepiou. Moni foi se posicionando em cima da cara de Paola. -Vamos lá, minha filhinha, chupa a buceta da mamãe!- ordenou Moni pra Paola. Assim começou um puta trio entre mãe e filha com o vizinho. Dardo estava maravilhado. Tal mãe, tal filha. Paola era uma puta excepcional e sem dúvida tinha puxado a Moni. Não acreditava que o Pepe não quisesse comer ela toda noite. Ao chegar no orgasmo, Paola levantou e trocou de lugar com a mãe. Agora, Dardo comia Moni feito um animal, enquanto ela chupava a buceta depilada da Paola. -Ai, mamãe, que língua gostosa! -Toma, Moni, você sempre olhou pro meu volume, agora aguenta!- rugiu Dardo. Moni se tremia de prazer. Não só estava sendo comida pela pica do Dardo, como também tava chupando a buceta da própria filha. O quarto ficou cheio de cheiro de sexo. Em outro quarto, Coky se tava acordando com o barulho de cama que vinha do quarto da irmã dele. "Uh, as putarias da Paolita!" pensava enquanto fazia um joguinho de mão e abria bem os olhos. Coky saiu do quarto num passo rápido. Chegou até o quarto da irmã e colou o ouvido na porta. Ficou pensativo. Eram três vozes. Ficou mais animado ainda. Na cabeça dele, já tava maquinando a ideia de que a Paola tava fazendo um menage com uma amiga daquelas que ele tanto queria, junto com algum sortudo. Ficou parado ouvindo do outro lado da porta, esperando algum momento de barulho pra tentar mexer na maçaneta. Os gemidos que ele ouvia iam provocando uma ereção mais que notável no pobre Coky. Mas a vontade falou mais alto, e bem devagar ele abaixou a maçaneta e empurrou a porta suavemente pra frente, o suficiente pra ver quem tava lá. O susto foi tão grande que ele quase desmaiou. Tava vendo a mãe dele sendo comida pelo vizinho, e a irmã dele recebendo sexo oral da própria mãe. Segundos depois do choque, Coky tava com uma ereção violenta. O pau de dezoito centímetros queria sair da calça de pijama. Espiou de novo pela porta, e sem perceber, tava se esfregando no pau. "Muito tarado isso que eu tô fazendo." Depois caiu em si. Dardo tava comendo a mãe e a irmã dele, então a María Elena ia tar sozinha, e com qualquer problema ele teria como chantagear o Dardo pra deixar ele pegar a mulher dele. Coky foi pra baixo rapidinho. María Elena tava dormindo tranquilamente, deitada de bruços, com a bunda pra cima e a boca aberta. Coky ficou de pé na frente da cara da María Elena. -Olha María Elena, olha bem. Esse pau aqui é o que vai te comer. Jojo! Coky se aninhou em cima dela. Com o pau, ele cutucava o anel da María Elena. As mãos dele foram direto pras tetinhas pequenas dela. -Mmm Dardo, que gostoso! Mmmm- dizia María Elena entre sonhos. Coky aproveitou a confusão da María Elena pra continuar a cometido. Agarrar ela. Enquanto isso, Dardo passava vaselina no cu da Moni, e era ajudado pelos dedos da Paola, que masturbava a mãe dela pelo cu. — Isso, Dardo! Mete no meu cu! Vai ver, Paola, olha bem pra mamãe e aprende a fazer sexo anal!!! — Lá vai, Moni!!! Dardo apontou o pau direto pro cu dilatado da Moni. Enfiava um pouco, tirava e colocava na boca da Paola. Várias vezes. — Cê gosta do pau com gosto de cu da mamãe, Paolita? — Hummm, adoro! Arrebenta o cu da mamãe! Mas guarda energia que cê vai ter que fazer em mim! Dardo foi enfiando o pau cada vez mais fundo no cu da Moni; até meter tudo. Moni deu um grito de dor. Nunca tinha um pau de vinte e dois centímetros no cu. Dardo começou a meter com força até o fundo. Moni chorava de prazer. A cara dela se transformava. Passou de uma expressão de dor pra uma de gata no cio. Já tava curtindo de verdade. — Isso, Dardo, assim!... Mete! Mete! — Ufa! Isso, Moni! Toma! Paola olhava atenta enquanto o cu da mãe entrava e saía aquele pauzão. Aquele cu dilatou tanto que já passava na maior facilidade. Paolita não aguentou mais e começou a enfiar um dedo na buceta e outro no cuzinho dela. A mãe dela tava prestes a ter um orgasmo anal divino. Não eram só eles três que tavam se divertindo. No térreo, Coky tava comendo a María Elena; que, ainda dormindo, curtia a trepada que o Coky tava dando, achando que ele era o marido dela. Coky tava realizando a fantasia dele. — Isso, Dardo, assim!... Mete, mete!!! — dizia uma María Elena meio dormindo. Coky só concordava e beijava o pescoço dela. Passava a mão nos peitos dela, mas tentava não acordar ela e fazer ela sair gritando. Um grito ecoou pela casa. — Siiiiim!!!!! — soou uma voz feminina que ia ficando mais grave. Moni tinha acabado de ter um orgasmo anal; e não se segurou. Esse grito só fez acelerar as investidas do Coky. Mas num outro canto da casa, Pepe acordou depois daquele grito. — Que porra tá rolando? Agora, não posso nem dormir. Em paz! De onde será que ela veio?... E a Moni? Onde será que essa gostosa se meteu? Pepe se levantou da cama. Na casa, parecia reinar um clima de tranquilidade. Mas era uma tranquilidade aparente. Quando Pepe se preparou pra passar na frente do corredor do quarto da Paola, não tinha barulho nenhum lá. Isso fez com que Pepe seguisse direto até o térreo. Não tinha barulho nenhum porque a Moni se contorcia de prazer, enquanto a Paola chupava a pica do Dardo pra lubrificar antes de ele arrebentar o cu dela. Pepe chegou na sala e viu o filho dele comendo a Maria Elena. Ele se aproximou deles e fez um sinal pro Coky ficar calado. — Maria Elena!... Maria Elena! — Pepe chamava, pra ela acordar. — Hã? Que foi?... Dardo, que que houve? — Hã, não sou o Dardo, Maria Elena! — respondeu o Coky com medo. — Que?!?!?! — perguntou Maria Elena, pulando do sofá. — Opa, Maria Elena. Olha só como te encontro. No sofá, dando pro meu filho. — Hã, não! Não pode ter acontecido! Pepe, isso tá errado! Nããão!!! — ela se negava. — Não parece nenhum erro. Parece mais um momento de tesão! — comentou Pepe. — Vai, Maria Elena, se você gosta! — mandou o Coky. — Não, filho. Sai! — Acho que o Coky, que é meio bocó, tem razão! Não é só de uma que você gosta, talvez… precise de duas! Dito isso, Pepe puxou Maria Elena pelo cabelo e tirou a pica de dentro do pijama. Ela se recusou a chupar a pica dele. Mas como o Coky segurava os braços dela, Pepe tapou o nariz dela e ela teve que abrir a boca. Assim que ela abriu a boca, Pepe enfiou a pica meio mole na boca dela. Assim, pai e filho começaram a comer a vizinha. No quarto da Paola, o Dardo tava pronto pra arrombar o cu da novinha. Ele colocou ela de quatro na cama. Ela levantou a raba. Moni separava as nádegas dela. Dava pra ver um cuzinho lindo, meio dilatado, pedindo pica. Dardo não hesitou. Foi enfiando a pica devagar. O cu da Paolita era bem mais apertado que o da Moni, mas mais macio. Quando ele conseguiu enfiar até o fundo. Começou com estocadas brutais. Tava decidido a arrebentar aquilo, literalmente. Dardo tinha virado uma fera. Metia muito forte em Paola, que chorava em cima das tetas da mãe, porque Moni passava elas no rosto dela. Paola gemia e chorava, a mãe dela tinha se colocado por baixo, chupando a pussy dela. Dardo não aguentava mais, dava pra ver na cara que queria gozar. As estocadas foram tão fortes que na última, ele enterrou até o fundo e gozou dentro do cu de Paola. Ela sentia ele inundando ela por dentro. O gemido do Dardo ecoou pela casa toda. Dardo tirou o pau do cu de Paola, e ela deixou vazar toda a porra, que escorria pelo corpo dela e caía na boca de Moni. — Cê gosta do gosto de porra com gosto de cu da sua filha, não? — perguntava Dardo. — Mmmm sim!!! — respondia Moni, enchendo a boca. — Agora, dá um pouquinho pra sua filha também. Moni se levantou e compartilhou a porra num beijo profundo. Dardo não tinha mais forças, mas o espetáculo que ele via era forte o bastante pra tentar endurecer o pau dele de novo. Mas não deu. O gemido final do Dardo ecoou lá embaixo. María Elena ficou paralisada. Pepe não entendia o que tava rolando. Coky comentou o que interpretou. — Ué, esse deve ser o Dardão, que tava comendo a mamãe e a Paola. — Que?!?!? — se perguntava María Elena, atordoada. — Pô, minhas minas saíram umas putas mesmo! — resignou-se Pepe. — Ah, mas se esse punheteiro acha que pode comer mãe e filha, eu como pai e filho! — disse María Elena, vingativa. — Vai, Coky, me come bem forte, cara! E você, Pepe, que esse pau suba rápido, que eu tenho outro buraco disponível! María Elena ficou de quatro, Coky tava comendo ela de cachorrinho, enquanto chupava o pau já duro do Pepe. Pepe tinha um pau de dezesseis centímetros. Toda vez que María Elena parava de rebolar pra se ajeitar no sofá, Pepe batia com o pau na cara dela. — Então, Pepe, vai, cê tá esperando o quê? —Me arrebenta toda! —exigiu María Elena. Pepe acomodou María Elena em cima da Coky, empurrando a bunda dela pra fora. Lambeu a própria pica e, sem hesitar, enfiou de uma vez até o fundo. —Ahhh!!! Siiim!!! Pepe, me parte toda!!! Isso, me faz gozar!!! Mete até o fundo!!! María Elena tinha começado a se transformar na gostosa no cio que era toda sexta à noite, quando o marido comia ela. Os movimentos de María Elena faziam Pepe e Coky não aguentarem mais. Pepe tirou a pica e colocou na altura do rosto de María Elena. Gozou três fortes jatos: um no cabelo, outro no nariz, e o último na boca dela. Coky não aguentou mais e inundou a buceta de María Elena. —Seu idiota! Gozou dentro de mim! Vai me deixar grávida! —surtou María Elena. —Ah, saí otário! —disse Pepe. Continua...

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