Gringo: Oi?
NN: Gringo, é você?
Gringo: Aham. Quem tá falando?
NN: Ivana, tô mó na resenha. Vem pra cá?
Gringo: Que horas são? Dormi demais
Ivana: São meio-dia e meia, mano. Vem que tá rolando um puta rolê com piscina e comida
Gringo: Se me der uma hora, tô aí
Ivana: Fechou. Te mando a localização no WhatsApp
Gringo: Beleza
A soneca que eu tirei pareceu eterna. Lá no fundo, eu sabia que tinha que dar uma segurada na bagunça... mas fazer o quê, o convite era tentador demais. De onde será que a Ivana tirou meu número? Pensei... Aí lembrei que ela é de Buenos Aires e é uma gatinha, elas manjam de tudo. Também não é que eu me importasse tanto em saber, mas era estranho pra caralho. Tenho certeza de que não passei meu número pra ela na festa da Camila.
Saí do quarto pra tomar um banho, enquanto a água esquentava, tomei uns mates com meus pais. Um meio-dia normal, digamos, e com o bônus de não estar detonado depois da noitada. Tomei banho e só de pensar em transar com a Iva, meu pau ficou durasso. Acho que era a pira da situação, saber que a mina era sapatão, que me deixou assim... Tive que esperar uns minutos enquanto me vestia pra broxar, enquanto pegava no guarda-roupa uma sunga vermelha junto com uma cueca, uma camiseta nova, um boné e óculos. Não dava pra arriscar chegar mal-arrumado num lugar onde provavelmente só conheceria a Ivana (que eu mal conhecia, vale a redundância).
Minha mãe me viu saindo arrumado e perguntou pra onde eu ia, respondi que era aniversário de um amigo que eu não podia furar (o Léo sempre me cobria nessa) e que não era problema o carro, iria na minha moto (trabalhar de garoto de programa me fez comprar uma Honda Twister). Meu pai entrou na conversa, acho que ele sacou qual era a dele e falou: "Leva a pizza que sua mãe fez num pote e mete na mochila". Aceitei e levei um rango pra deixar eles felizes.
Tava saindo de casa quando abri o WhatsApp: entre outras pessoas, tinha mensagens da Camila e da Belén. Mas primeiro as primeiras coisas, marquei com a Ivana. O número dela ainda não tinha foto de perfil e eu não ia arriscar mandar mensagem pra um número que não era o dela. Na hora apareceu a foto dela com um biquíni amarelo e óculos escuros. Mesmo sem ver direito, dava pra perceber que era uma mulher muito gostosa, com o rosto rosado e um nariz lindo enfeitado com um piercing.
Gringo: E aí? Chegou? Tô saindo
Ivana: Óbvio, gato! Tava te esperando. Pensei que ia me dar um bolo
Gringo: Nem pensar, já tô saindo. Levo alguma coisa?
Ivana: Nada de nada, aqui tem tudo
Gringo: Beleza então. Já vou
Ainda tinha as mensagens da Belén e da Camila na pasta. Decidi abri-las antes de não mexer no celular de jeito nenhum. Primeiro foi a da Belén, com quem não falava desde ontem à noite.
Belén: Dormiu demais, lindo?
Gringo: Oi Belu, sim, foi foda. A faculdade tá me moendo. Quis te escrever quando acordei pra continuar estudando, mas não tinha foto do teu contato.. pensei que você tinha me bloqueado.
Belén: Te bloquear por dormir? Kkkk não, não sou tão louca assim. Tirei a foto porque não queria falar naquele momento
Gringo: E as mensagens apagadas?
Belén: Bom, vou te explicar. Ontem à noite te mandei uns nudes porque tava com tesão, mas hoje de manhã minha avó morreu e a gente tá viajando pra lá (A avó dela morava na província de Entre Ríos). O tesão passou com a situação
Gringo: Entendo.. que merda! Mando um abraço forte. Quando puder, a gente toma um mate e conversa sobre isso, se você precisar
Belén: Você é um anjo. Muito obrigada! O que vai fazer hoje?
Gringo: Tô indo pra um campeonato de futebol aqui numa cidade do interior (selfie na moto)
Belén: Espero que vá muito bem! Boa estrada
Gringo: Valeu Belén. A gente se fala depois
Pronto... em 5 minutos já tinha uma desculpa com a Belén, faltava a Camila... que, se me perguntar, tinha uma cara de ser um pouco mais ciumenta que a Belu.
Camila: Chegou bem?
Gringo: Olha a hora que te respondo. Cheguei bem, linda, dormi demais. Camila: Percebi. Como cê tá, gostoso?
Gringo: Sem grana pro campeonato hahaha
Camila: Ai, desculpa. Sou bem grandona, devo ter sugado todas as suas forças.
Gringo: Foda, mas fazer o que, tem que cumprir com os manos.
Camila: Onde vocês jogam? Quero ir ver.
Gringo: Te chamo na próxima, beleza? Tamo indo pro interior agora. Tem um prêmio legal em dinheiro, mas o campo é só terra e desolação.
Camila: Ah, que merda. Eu queria ir...
Gringo: Na próxima sem desculpa, ok? Vai ser na cidade.
Camila: Fechou, bebê. Se diverte. Os planetas tinham se alinhado pra mim, nunca pensei que fosse tão fácil dar um discurso tão convincente em poucos minutos. A rota pra festa que a Ivana me convidou era nova, em questão de minutos cheguei na minha moto. Chamei a porteira avisando que tava do lado de fora.
Ivana: Oi, loiro. Como cê tá, gatinho?
Gringo: Aqui, aceitando o convite da minha nova amiga.
Ivana: Sabia que cê era mó gente boa, moleque. Entra, vou te apresentar a galera!
Gringo: Beleza, então, com licença. Dei uma olhada, não precisava pensar muito pra perceber que eram amigos da porteira. Tinha uma piscina mó grandona e gente de todo tipo que já existiu. Muita bebida, principalmente vinho e fernet, mas o que me fez rir foi ver um maluco que tava mó doidão não conseguindo acender o fogo da churrasqueira. Fui gente boa e rapidinho tirei a roupa pra não estragar, acendi o fogo pra eles e me ofereci pra fazer a comida pros manos. Uma mina que tava por perto soltou um “que legal teu amigo, Iva”.
Ivana: Ele é um gênio, o cara.
Gringo: Cê não vai me preparar um fernet pra me oferecer?
Ivana: Uhh, desculpa, pensei que cê vinha de boa e não ia beber.
Gringo: Nesse estado, o veneno se cura com o mesmo veneno.
Ivana: Epa, essa eu não tinha aprendido. A baixinha chegou com o copo cheio de fernet, a churrasqueira ficava meio longe da piscina e do salão. Ela vinha com o mesmo biquíni amarelo e os óculos que eu tinha visto nela. foto de perfil, mas não era o que mais chamava atenção. Percebi que a portenha tinha uma tatuagem enorme de um jardim com flores em toda a lateral da bunda esquerda e uma lua na bunda direita. Um comentário me tirou do transe.. Ivana: Quanto custam as radiografias? Gringo: Kkkk que burra, não sabia que você tinha tatuagens. Não vi na farra de ontem à noite Ivana: Porque você não quis... já era sua, eu Gringo: Para de esquentar minha pica, que agora sim vou te foder toda Ivana: Camila ia te pegar e é uma gostosa que adora pica... deve ter tirado toda sua porra Gringo: Ainda tenho muito mais... Ivana: Olha que pra fazer um menage com um moleque eu preciso saber se gosto de pica primeiro. (Dava pra ver que ela tava bebada falando) Gringo: Tô repetindo, não esquenta minha pica que agora vou te comer Ivana: Me mostra então, não seja só boca Gringo: Beleza, quando eles descuidarem a gente foge (dando um bom gole no fernet que a portenha tinha feito, que por sinal tava uma delícia) Terminei de grelhar os hambúrgueres enquanto tomei dois copos com a Iva, verdade que a bebida veio na hora certa porque o sol tava torrando. Os amigos dela me agradeceram por ter feito a janta e tavam quase brigando pra me oferecer bebida ou até alguma droga que tava rolando... Da minha parte, tenho todos os vícios menos pó, mas recusei na boa, sem zuar ninguém.. no fim, cada um decide o que faz bem e o que faz mal. Depois de um tempo fomos pra piscina, ficamos lá bebendo e ouvindo música, as amigas da Iva dançavam ao redor. Uma tarde até que tranquila, dava pra sentir o clima de amigos porque não via ninguém se pegando. Ivana: E aí? Gringo: De boa, bem suave. E você? Ivana: Já meio que enjoei, isso aqui murchou Gringo: Vem comigo preparar outro fernet então (piscando o olho) Ivana: Bora Já tava escurecendo, não tinha muita gente e dava pra ver pouco. Com a Iva, a gente se afastou bastante. Ela com certeza já sacou pra onde a coisa tava indo quando eu agarrei na cintura dela e comecei a beijar ela encostada no muro do churrasco. Na sequência, escondi ela atrás do muro, ela sentou em cima de mim e começou a me beijar de boca aberta, devagar mas com muita língua. Eu, por minha vez, comecei a amassar a bunda dela, e os gemidos não demoraram a aparecer.
Ivana: Tô ficando doida, gatinho. Me leva pro apê e faz tua mina.
Gringo: Shh, cala a boca e sobe no meu pau.
Ivana: Aqui? (olhando de um jeito safado)
Gringo: Sim, afasta a lateral do biquíni.
Enquanto a baixinha se levantou um pouco pra tirar a calcinha de lado, rapidamente coloquei uma camisinha e guiei a cabeça do meu pau até a buceta molhada dela. O calor que senti ao ir enfiando meu pau devagar na ppk da Iva foi de queimar.
Ivana: Ai sim, que gostoso!
Gringo: Falta metade do pau ainda.
Ivana: Vou engolir ele inteiro.
Gringo: Tá com tesão, putinha? Tá enchendo meu pau de melado.
Ivana: Muito.
Gringo: Tira a vontade desse pau, cavalga em mim.
A Iva começou a sentar toda na minha pica, bem devagar pra ir acostumando. Depois de uns minutos, a cavalgada que ela tava dando no meu pau parecia que tava batendo palma. A puta tava louca, ela tava me comendo, o púbis dela batendo nas minhas bolas em cada subida e descida, tanto que começou a ficar vermelha e os gemidos dela tinham que ser abafados com meus beijos pra não levantar suspeitas.
Gringo: Cê gosta do pau, linda?
Ivana: Ai sim! Dá, dá que eu vou gozar toda.
Nessa hora, nós dois intensificamos os movimentos e a puta começou a gozar. Ela teve o reflexo de tampar a boca pra não gritar, mas as mãozinhas cederam no último "ahhhh", prova da satisfação que ela tinha alcançado.
Ivana: Que gostoso, rapidinho! Quanto tempo a gente demorou?
Gringo: 10 minutos.
Ivana: Vou pegar um fino de flor e a gente vai pro apê, quero te aproveitar direito.
Nisso, a gente voltou cada um pro seu lado pra não levantar suspeitas. Vi que a puta conseguiu um fino com uma mina de moletom do Callejeros e entraram. Fumar os dois já sem os óculos porque o sol já tinha se posto. Vi aqueles olhos cor de mel da Ivana se apertando em questão de minutos, o rosto dela estava rosado pela mistura da excitação recente e da exposição ao sol durante o dia, os lábios grossos estavam mais rosados do que a gente ficou se pegando e o piercing no nariz dela completava de enfeitar um rosto lindo. Tinha que admitir, ela era muito mais bonita de traços que a Belén e a Camila. O corpo dela talvez não fosse tão exuberante ou melhor dizendo não destacava tanto um atributo específico. A loira tinha peitões grandes e a negra tinha uma bunda monumental. Mas a Iva era proporcional e exótica. Coisa que fazia eu ter mais vontade nela. A gente se cumprimentou e pegou estrada pro centro, teria meia hora de viagem. Chegamos meio atrasados por causa do trânsito. Ivana: Pega o que quiser pra lanchar, a geladeira e a despensa tão ali, vou tomar um banho. Gringo: Beleza, pode ir. Depois de 20 minutos, a Iva saiu do banho, só de fio dental e sem camisa, com piercings nos mamilos. Veio direto me beijar na boca, me beijava devagar e com língua enquanto tirava minha camisa aos poucos pra começar a apalpar meu abdômen, a baixinha já respirava ofegante soltando uns gemidinhos. Deixei ela fazer, era ela quem tinha que satisfazer a curiosidade dela. Continuou descendo meu short de sunga e começou a apalpar minha pica. Ivana: Pica bonita, loiro, é maior que meu brinquedo. Gringo: Gostou? Ivana: Você encheu minha buceta, bebê, e agora tô toda molhada depois de fumar. Comecei a beijar a Ivana com mais fúria, desci com minha boca pra chupar os peitos dela. Ivana nessa hora começou a me arranhar as costas e gemer mais alto, tava ficando com tesão. Afastei o fio dental pequenininho dela e me deparei com uma pequena moita, com poucos pelos entre loiros e dourados, cuspi nos meus dois dedos maiores e enfiei eles de pouquinho na pussy, queria aproveitar o momento. A Iva lubrificava pra caralho, meus dedos chapinhavam na buceta dela. Ivana: Tá me matando. Tira essa tanga pro caralho e chupa tudo
Gringo: Cê tá quente, puta?
Ivana: Pra caralho. Manda língua na buceta
Eu obedeci, tirei a tanga dela pra passar a língua no clitóris enquanto fazia ela lubrificar meus dedos ainda mais com a saliva dela. Comecei a abrir o cu dela com o dedo médio... ela engoliu ele inteiro. Já tinha estrada aquele cu.
Ivana: Ai sim! Pelo cu também quero, me dá a pica já
Gringo: O que cê quer?
Ivana: Pica eu quero, muita pica
Gringo: Enfio em você?
Ivana: Por favor, tô muito quente
Gringo: Me implora
Ivana: Por favor, me dá a pica gostosa, muita pica me dá
Peguei outra camisinha ultrafina e coloquei, batendo a ponta da pica no clitóris inchado dela
Ivana: Aia! Me come, não me faz sofrer mais.
Os desejos dela eram ordens. Peguei minha pica e enfiei tudo sem parar
Gringo: Que tal?
Ivana: Adoro. Faz o que quiser comigo
Gringo: Cê é submissa?
Ivana: Sim!
Gringo: Vai me satisfazer?
Ivana: Sim! Me dá pica. Ai que puta, me olha como eu peço pica
Gringo: Sabe que vou te fazer tomar a porra, né?
Ivana: Ai sim, me domina, loiro
Gringo: Fica de quatro
Ivana: Quer ver minhas tatuagens enquanto me come?
Gringo: Óbvio
Ivana: Tá bom assim? (levantando a raba e colando os peitos na cama)
Eu comi a Ivana sem parar, tava louco de tesão. Perdi a conta do tempo e dos orgasmos que ela teve, também não deixava ela se recuperar. Aproveitava a lubrificação dela e continuava fodendo ela de quatro, enquanto com o dedo médio ia trabalhando o cu dela. A verdade é que tive que fazer todo o trabalho. Não reclamava, porque tava comendo com gosto
Ivana: Me dá a porra
Gringo: Como?
Ivana: Porra eu peço, goza tudo em mim, vai
Gringo: Mostra a língua, ordenei. Em seguida comecei a bater uma quando a anã me interrompeu
Ivana: Vou chupar você, fica quietinho e me guia
A portenha parecia que tinha nascido com muito talento. As primeiras cabeçadas foram meio atrapalhadas, mas em questão de minutos tava fazendo um boquete foda, chupava a pica com uma paixão e uma dedicação impressionante. Alternava entre bater uma suave e brincar com minhas bolas, tava quase gozando, o tesão me fez chegar ao clímax. Gringo: Iva, vem a cum. Ivana: Ai sim, dá pra puta a cum. Toda a cum vou tomar de você. Minha próxima lembrança foi gemer fundo, tenho certeza que foi bem alto e ter a sensação gostosa de que as bolas tinham esvaziado. Automaticamente olhei pra anã, a cara dela era um poema. A boca cheia de porra, igual o rosto e um pouco dos peitos. Ela me olhou com os olhos cor de mel e engoliu tudo. Ivana: Que yummy! Tem mais? Gringo: Gostou? Ivana: Foi incrível. Nunca pensei que ia curtir assim com um cara, ainda tô com tesão, mano. Gringo: Também não é pra tanto. Ivana: Que boa foda, loiro. Me desculpa, você fez todo o trabalho, gato. Gringo: Então eu mereço a Booty? Ivana: Tem azeite na mesinha ali, olha, faz em mim. Gringo: Tem certeza? Ivana: Minha Booty é bem gulosa, além disso quero ver se aguento a cock. Gringo: (Eu ia colocar a camisinha) Ivana: O que cê tá fazendo? No pelo, faz na minha tiny ass. Gringo: Ah é? Ivana: Sim, que valha a pena a primeira vez. Enquanto ela batia uma no clitóris. Enfiei na portenha, de frente pra ver a expressão dela enquanto metia a cabeça da minha cock no cu apertado dela, foi difícil... sem ser um cogumelo, a parte de cima tem bastante consistência. Gringo: Se doer, me avisa e a gente para tudo. Ivana: Ai, mano, meu cu abre igual uma flor. Continua devagar que eu vou engolir ela toda. Gringo: Cê gosta, puta? Ivana: Muito, mas devagar, faz na minha Booty. Percebi que o cu dela já tava relaxado e mandei a cock toda até as bolas num empurrão só, a portenha tava vermelha, gemia baixinho e entre soluços. Ivana: Me fode. Gringo: Assim? (Tirando quase toda a cock e metendo até os ovos) ou assim? (Fazendo movimentos curtos e contínuos) Ivana: Do jeito que você quiser, mas arrebenta meu cu. Gringo: Não era que você não gostava da cock? Ivana: Tô me molhando toda com essa porra... me fode. favor.
Gringo: Tiro pra fora?
Ivana: Nem louca, te mato.
Gringo: Olha que eu gozo dentro.
Ivana: Goza tudo no meu cu.
Eu metia devagar mas constante, às vezes acelerava o ritmo e às vezes diminuía. Comia ela enquanto chupava os bicos dos peitos e brincava com os piercings. Ivana tava toda vermelha e com os olhinhos puxados. Em nenhum momento parou de se tocar, já tinha dois dedos enfiados na buceta dela, os gemidos viraram gritos e o cu dela soltou toda a resistência que teve antes.
Ivana: Ai, loiro, vou gozar toda. Sim, sim, sim! Continua! Continua! Ai, ai, ai, Ahhhhhh! Jorrando um jato direto no lençol.
Eu queria avisar a baixinha que ia gozar, mas os gemidos dela foram demais e não deu tempo... três jatos fortes de porra foram parar dentro do cu da Iva.
Ivana: Ai, gatinho! Que prazer dos deuses a porra no cu.
Gringo: Gostosa a porra?
Ivana: Sem palavras... tava bem quentinha, que delícia, cara.
Gringo: Fico felizão e que tenha uma próxima.
Ivana: Se me comer assim... eu vou te pedir pica.
Gringo: Cê é exagerada.
Ivana: Fiquei louca demais. Olha como sujei os lençóis, minha buceta tá toda molhada.
Gringo: O prazer foi meu.
Ivana: Tô acabada, mas terminei como queria. Bêbada, chapada e comida.
Gringo: Era verdade a parada das flores?
Ivana: Viu? Precisava de um sexo assim. Com autoridade e selvagem, você descobriu que sou bem submissa.
Gringo: Cara de santinha você tinha... Vamos beliscar algo?
Ivana: Só tenho pra oferecer biscoito e café, acho.
Gringo: Minha mãe mandou um tupper de pizza, vamos mandar ver.
Ivana: Não brinca com meus sentimentos! Com comida não se brinca, filho da puta.
Gringo: Idiota, é sério. Olha.
Ivana: De repente! Vamos tomar uma coca? Preciso de açúcar pra reviver.
Gringo: Vou no mercadinho enquanto você troca de roupa.
Ivana: Beleza, valeu.
Aproveitei pra ir num mercadinho a umas quadras dali, comprar uma de vidro. Me deu vontade de tomar o refrigerante, e de quebra matava dois coelhos com uma cajadada só fumando um cigarro, não ia encher o apê dela de fumaça. Fui. Caminhando devagar, nem quando tava namorando eu tinha transado tanto seguido como nessa última semana. Tava me sentindo mega cansado, mas mais que satisfeito, era uma boa fase e tinha que aproveitar... Não costumam durar muito. O caminho de volta pareceu bem mais curto, cheguei no apartamento da Ivana e mandei um WhatsApp falando que tava lá embaixo, de quebra dei uma olhada nas mensagens pra ver se alguém tinha me chamado. Nada de nada, parecia que tavam esperando eu retomar a conversa depois da minha ausência. Melhor, não queria nem pegar no celular ainda. A baixinha abriu o portão e subi pro apê dela. Gringo: Não vai sair pra atender sua visita? Ivana: Assim eu não recebo ninguém... (só de fio dental e uma camiseta comprida, meio transparente). Gringo: Tem razão, foi mal. Trouxe a coca. Ivana: Sua mãe te mandou com um monte de pizza, vai comer tudo isso? Gringo: Kkkk sim, quando tô com fome sim. Ivana: Cê deve tá morto de fome, me deu cock a tarde inteira. Gringo: Come sem culpa, cê deve tá exausta. Ivana: Sua mãe é uma gênia, isso tá uma delícia. Gringo: Na próxima te convido pra comer na hora. Ivana: Olha que sou portenha, amigo, já vou criando intimidade na hora. Gringo: De boa. Ivana: O foda é que sou tão invasiva que vou querer comer o guri depois. Gringo: Isso dá pra resolver... Ivana: Mas queria que me convidasse pra comer, ir embora e depois me enfiar escondida... Gringo: Como assim? Ivana: Quero ir transar de noite e você me tirar de casa antes da sua família acordar. Gringo: Sério? Ivana: Eu achava que ia matar a vontade... mas não. Quero mais, foda com mais adrenalina. Gringo: Sentir o proibido de te verem ou quase te pegarem? Ivana: Ai sim, me molhei de novo só de pensar. Gringo: Então se eu tivesse apressado, você ia entregar a buceta na festa? Ivana: Tava toda entregue, ia te beijar na boca quando a Cami chegou. Queria que me comesse, loiro, já tava dada. Até os fios do fio dental fiz você tocar. Gringo: Eu tava com o carro, atrás é bem grandão. Ivana: Ah, chega! Isso me excita pra caralho. Se você me levasse pra lá, eu entrava nua e montava na sua pica. Tirava o vestido e a calcinha fio-dental, não tava nem aí se alguém me visse. Gringo: Na próxima eu venho de carro... Ivana: Não me provoca... Gringo: Tô com o tanque cheio. Ivana: Fica tranquilo, eu também tô. Gringo: Tenho que ir, linda. Ivana: Suas vadias devem estar loucas, né? Gringo: Te incomoda? Ivana: De jeito nenhum, pra mim você é tipo um amigo. Mas se eu quiser pica, já sei que meu amigo loiro vai me dar. Gringo: Você entende bem o jogo. Ivana: Ainda curto as minas... isso foi uma provinha, uma provinha gostosa. Peguei o caminho de casa, por sorte cheguei bem rápido. A primeira coisa que fiz foi tomar um banho, sentia meu próprio cheiro de sexo... não que me incomodasse. Mas não dava pra sentar pra jantar assim, comi com minha família e decidi não fazer nada à noite. O corpo pedia descanso aos berros, me joguei no sofá pra retomar as conversas com Belen e Cami. Gringo: Voltei. Belén: E aí? Como foi? Gringo: Nah, uma merda... perdemos a final. Pelo menos recuperamos a inscrição. Belén: Bom, mas ia ser uma derrota. Terminou tudo muito tarde. Gringo: Cala a boca, na estrada furou o pneu traseiro da minha moto... demoramos umas 1 hora pra achar uma borracharia. Belén: Uh, que merda, hein. Gringo: E você? Como foi aí? Belén: Bem, já estamos voltando pra cidade. Minha mãe não aguentou ficar a noite e pediu pra voltarmos. Gringo: Imagino, que triste tudo isso. Ainda tá de pé o negócio do mate, né? Belén: Amanhã? Gringo: Quando você puder, me avisa e a gente combina. Belén: Beleza, melhor assim. Se eu tiver a fim amanhã, te aviso. Vou ficar sem sinal na estrada, gordi, a gente fala amanhã. Gringo: Beleza, linda. Beijinhos. Ao mesmo tempo, eu tava trocando ideia com a negra... Gringo: E aí? Já tô em casa. Cami: Pensei que tinham te sequestrado. Gringo: Kkkk não, chegamos até a final e perdemos. Cami: Isso por não me levar, viu... Gringo: Queria ir ver como a gente tomava no cu? Vergonha? Haha Cami: Ia ter te carregado na garupa a rota inteira Gringo: Ainda bem que não, depois de 15 minutos tu ia ficar com cara de cu porque furou o pneu traseiro Cami: Uhh. No meio do nada ainda? Gringo: Imagina que lindo vir empurrando a moto até achar um borracheiro. Cami: Passo... Gringo: E você, como tá? Cami: Entediada, não posso sair porque amanhã trabalho Gringo: Por isso que a água vem... Cami: Que safado... mas vou cobrar na quarta-feira Gringo: Pensei que já tinha esquecido... Cami: De jeito nenhum, gato... Não goza até esse dia Gringo: Isso é uma ameaça? Cami: Sou pão-dura, quero todo o leite só pra mim. Não vou deixar nada pras suas putas Gringo: Nem uma punheta posso bater? Cami: Tendo essa bunda pedindo pica, vai se masturbar? (foto de um fio dental preto enterrado na bunda) Gringo: Já de cara me oferece o cu? Cami: Cê já deve ter percebido que adoro que façam a Booty... sou muito puta quando quero Gringo: Nada a discutir.. Cami: Vou dormir, lindo, descansa Gringo: Boa sorte amanhã, beijos Tive muita sorte, tinha que admitir. Embora não prestasse contas a ninguém... tava brincando com muito fogo. Eram 3 minas totalmente opostas entre si, com o tempero de que Camila e Belén se odiavam. O fato de alguma descobrir que eu tava fodendo com a outra era super perigoso e, ao mesmo tempo, tornava tudo proibido e excitante. A situação com Ivana, por outro lado, me parecia pura sorte, então não devia dar muita importância por enquanto. Decidi deitar, ia me fazer bem tirar a cabeça das mulheres e fazer algo com meus amigos... qualquer coisa. A manhã de domingo passou sem sustos, almoço em família e conversa fiada... Quando recebi uma ligação da Belén Continua
NN: Gringo, é você?
Gringo: Aham. Quem tá falando?
NN: Ivana, tô mó na resenha. Vem pra cá?
Gringo: Que horas são? Dormi demais
Ivana: São meio-dia e meia, mano. Vem que tá rolando um puta rolê com piscina e comida
Gringo: Se me der uma hora, tô aí
Ivana: Fechou. Te mando a localização no WhatsApp
Gringo: Beleza
A soneca que eu tirei pareceu eterna. Lá no fundo, eu sabia que tinha que dar uma segurada na bagunça... mas fazer o quê, o convite era tentador demais. De onde será que a Ivana tirou meu número? Pensei... Aí lembrei que ela é de Buenos Aires e é uma gatinha, elas manjam de tudo. Também não é que eu me importasse tanto em saber, mas era estranho pra caralho. Tenho certeza de que não passei meu número pra ela na festa da Camila.
Saí do quarto pra tomar um banho, enquanto a água esquentava, tomei uns mates com meus pais. Um meio-dia normal, digamos, e com o bônus de não estar detonado depois da noitada. Tomei banho e só de pensar em transar com a Iva, meu pau ficou durasso. Acho que era a pira da situação, saber que a mina era sapatão, que me deixou assim... Tive que esperar uns minutos enquanto me vestia pra broxar, enquanto pegava no guarda-roupa uma sunga vermelha junto com uma cueca, uma camiseta nova, um boné e óculos. Não dava pra arriscar chegar mal-arrumado num lugar onde provavelmente só conheceria a Ivana (que eu mal conhecia, vale a redundância).
Minha mãe me viu saindo arrumado e perguntou pra onde eu ia, respondi que era aniversário de um amigo que eu não podia furar (o Léo sempre me cobria nessa) e que não era problema o carro, iria na minha moto (trabalhar de garoto de programa me fez comprar uma Honda Twister). Meu pai entrou na conversa, acho que ele sacou qual era a dele e falou: "Leva a pizza que sua mãe fez num pote e mete na mochila". Aceitei e levei um rango pra deixar eles felizes.
Tava saindo de casa quando abri o WhatsApp: entre outras pessoas, tinha mensagens da Camila e da Belén. Mas primeiro as primeiras coisas, marquei com a Ivana. O número dela ainda não tinha foto de perfil e eu não ia arriscar mandar mensagem pra um número que não era o dela. Na hora apareceu a foto dela com um biquíni amarelo e óculos escuros. Mesmo sem ver direito, dava pra perceber que era uma mulher muito gostosa, com o rosto rosado e um nariz lindo enfeitado com um piercing.
Gringo: E aí? Chegou? Tô saindo
Ivana: Óbvio, gato! Tava te esperando. Pensei que ia me dar um bolo
Gringo: Nem pensar, já tô saindo. Levo alguma coisa?
Ivana: Nada de nada, aqui tem tudo
Gringo: Beleza então. Já vou
Ainda tinha as mensagens da Belén e da Camila na pasta. Decidi abri-las antes de não mexer no celular de jeito nenhum. Primeiro foi a da Belén, com quem não falava desde ontem à noite.
Belén: Dormiu demais, lindo?
Gringo: Oi Belu, sim, foi foda. A faculdade tá me moendo. Quis te escrever quando acordei pra continuar estudando, mas não tinha foto do teu contato.. pensei que você tinha me bloqueado.
Belén: Te bloquear por dormir? Kkkk não, não sou tão louca assim. Tirei a foto porque não queria falar naquele momento
Gringo: E as mensagens apagadas?
Belén: Bom, vou te explicar. Ontem à noite te mandei uns nudes porque tava com tesão, mas hoje de manhã minha avó morreu e a gente tá viajando pra lá (A avó dela morava na província de Entre Ríos). O tesão passou com a situação
Gringo: Entendo.. que merda! Mando um abraço forte. Quando puder, a gente toma um mate e conversa sobre isso, se você precisar
Belén: Você é um anjo. Muito obrigada! O que vai fazer hoje?
Gringo: Tô indo pra um campeonato de futebol aqui numa cidade do interior (selfie na moto)
Belén: Espero que vá muito bem! Boa estrada
Gringo: Valeu Belén. A gente se fala depois
Pronto... em 5 minutos já tinha uma desculpa com a Belén, faltava a Camila... que, se me perguntar, tinha uma cara de ser um pouco mais ciumenta que a Belu.
Camila: Chegou bem?
Gringo: Olha a hora que te respondo. Cheguei bem, linda, dormi demais. Camila: Percebi. Como cê tá, gostoso?
Gringo: Sem grana pro campeonato hahaha
Camila: Ai, desculpa. Sou bem grandona, devo ter sugado todas as suas forças.
Gringo: Foda, mas fazer o que, tem que cumprir com os manos.
Camila: Onde vocês jogam? Quero ir ver.
Gringo: Te chamo na próxima, beleza? Tamo indo pro interior agora. Tem um prêmio legal em dinheiro, mas o campo é só terra e desolação.
Camila: Ah, que merda. Eu queria ir...
Gringo: Na próxima sem desculpa, ok? Vai ser na cidade.
Camila: Fechou, bebê. Se diverte. Os planetas tinham se alinhado pra mim, nunca pensei que fosse tão fácil dar um discurso tão convincente em poucos minutos. A rota pra festa que a Ivana me convidou era nova, em questão de minutos cheguei na minha moto. Chamei a porteira avisando que tava do lado de fora.
Ivana: Oi, loiro. Como cê tá, gatinho?
Gringo: Aqui, aceitando o convite da minha nova amiga.
Ivana: Sabia que cê era mó gente boa, moleque. Entra, vou te apresentar a galera!
Gringo: Beleza, então, com licença. Dei uma olhada, não precisava pensar muito pra perceber que eram amigos da porteira. Tinha uma piscina mó grandona e gente de todo tipo que já existiu. Muita bebida, principalmente vinho e fernet, mas o que me fez rir foi ver um maluco que tava mó doidão não conseguindo acender o fogo da churrasqueira. Fui gente boa e rapidinho tirei a roupa pra não estragar, acendi o fogo pra eles e me ofereci pra fazer a comida pros manos. Uma mina que tava por perto soltou um “que legal teu amigo, Iva”.
Ivana: Ele é um gênio, o cara.
Gringo: Cê não vai me preparar um fernet pra me oferecer?
Ivana: Uhh, desculpa, pensei que cê vinha de boa e não ia beber.
Gringo: Nesse estado, o veneno se cura com o mesmo veneno.
Ivana: Epa, essa eu não tinha aprendido. A baixinha chegou com o copo cheio de fernet, a churrasqueira ficava meio longe da piscina e do salão. Ela vinha com o mesmo biquíni amarelo e os óculos que eu tinha visto nela. foto de perfil, mas não era o que mais chamava atenção. Percebi que a portenha tinha uma tatuagem enorme de um jardim com flores em toda a lateral da bunda esquerda e uma lua na bunda direita. Um comentário me tirou do transe.. Ivana: Quanto custam as radiografias? Gringo: Kkkk que burra, não sabia que você tinha tatuagens. Não vi na farra de ontem à noite Ivana: Porque você não quis... já era sua, eu Gringo: Para de esquentar minha pica, que agora sim vou te foder toda Ivana: Camila ia te pegar e é uma gostosa que adora pica... deve ter tirado toda sua porra Gringo: Ainda tenho muito mais... Ivana: Olha que pra fazer um menage com um moleque eu preciso saber se gosto de pica primeiro. (Dava pra ver que ela tava bebada falando) Gringo: Tô repetindo, não esquenta minha pica que agora vou te comer Ivana: Me mostra então, não seja só boca Gringo: Beleza, quando eles descuidarem a gente foge (dando um bom gole no fernet que a portenha tinha feito, que por sinal tava uma delícia) Terminei de grelhar os hambúrgueres enquanto tomei dois copos com a Iva, verdade que a bebida veio na hora certa porque o sol tava torrando. Os amigos dela me agradeceram por ter feito a janta e tavam quase brigando pra me oferecer bebida ou até alguma droga que tava rolando... Da minha parte, tenho todos os vícios menos pó, mas recusei na boa, sem zuar ninguém.. no fim, cada um decide o que faz bem e o que faz mal. Depois de um tempo fomos pra piscina, ficamos lá bebendo e ouvindo música, as amigas da Iva dançavam ao redor. Uma tarde até que tranquila, dava pra sentir o clima de amigos porque não via ninguém se pegando. Ivana: E aí? Gringo: De boa, bem suave. E você? Ivana: Já meio que enjoei, isso aqui murchou Gringo: Vem comigo preparar outro fernet então (piscando o olho) Ivana: Bora Já tava escurecendo, não tinha muita gente e dava pra ver pouco. Com a Iva, a gente se afastou bastante. Ela com certeza já sacou pra onde a coisa tava indo quando eu agarrei na cintura dela e comecei a beijar ela encostada no muro do churrasco. Na sequência, escondi ela atrás do muro, ela sentou em cima de mim e começou a me beijar de boca aberta, devagar mas com muita língua. Eu, por minha vez, comecei a amassar a bunda dela, e os gemidos não demoraram a aparecer.
Ivana: Tô ficando doida, gatinho. Me leva pro apê e faz tua mina.
Gringo: Shh, cala a boca e sobe no meu pau.
Ivana: Aqui? (olhando de um jeito safado)
Gringo: Sim, afasta a lateral do biquíni.
Enquanto a baixinha se levantou um pouco pra tirar a calcinha de lado, rapidamente coloquei uma camisinha e guiei a cabeça do meu pau até a buceta molhada dela. O calor que senti ao ir enfiando meu pau devagar na ppk da Iva foi de queimar.
Ivana: Ai sim, que gostoso!
Gringo: Falta metade do pau ainda.
Ivana: Vou engolir ele inteiro.
Gringo: Tá com tesão, putinha? Tá enchendo meu pau de melado.
Ivana: Muito.
Gringo: Tira a vontade desse pau, cavalga em mim.
A Iva começou a sentar toda na minha pica, bem devagar pra ir acostumando. Depois de uns minutos, a cavalgada que ela tava dando no meu pau parecia que tava batendo palma. A puta tava louca, ela tava me comendo, o púbis dela batendo nas minhas bolas em cada subida e descida, tanto que começou a ficar vermelha e os gemidos dela tinham que ser abafados com meus beijos pra não levantar suspeitas.
Gringo: Cê gosta do pau, linda?
Ivana: Ai sim! Dá, dá que eu vou gozar toda.
Nessa hora, nós dois intensificamos os movimentos e a puta começou a gozar. Ela teve o reflexo de tampar a boca pra não gritar, mas as mãozinhas cederam no último "ahhhh", prova da satisfação que ela tinha alcançado.
Ivana: Que gostoso, rapidinho! Quanto tempo a gente demorou?
Gringo: 10 minutos.
Ivana: Vou pegar um fino de flor e a gente vai pro apê, quero te aproveitar direito.
Nisso, a gente voltou cada um pro seu lado pra não levantar suspeitas. Vi que a puta conseguiu um fino com uma mina de moletom do Callejeros e entraram. Fumar os dois já sem os óculos porque o sol já tinha se posto. Vi aqueles olhos cor de mel da Ivana se apertando em questão de minutos, o rosto dela estava rosado pela mistura da excitação recente e da exposição ao sol durante o dia, os lábios grossos estavam mais rosados do que a gente ficou se pegando e o piercing no nariz dela completava de enfeitar um rosto lindo. Tinha que admitir, ela era muito mais bonita de traços que a Belén e a Camila. O corpo dela talvez não fosse tão exuberante ou melhor dizendo não destacava tanto um atributo específico. A loira tinha peitões grandes e a negra tinha uma bunda monumental. Mas a Iva era proporcional e exótica. Coisa que fazia eu ter mais vontade nela. A gente se cumprimentou e pegou estrada pro centro, teria meia hora de viagem. Chegamos meio atrasados por causa do trânsito. Ivana: Pega o que quiser pra lanchar, a geladeira e a despensa tão ali, vou tomar um banho. Gringo: Beleza, pode ir. Depois de 20 minutos, a Iva saiu do banho, só de fio dental e sem camisa, com piercings nos mamilos. Veio direto me beijar na boca, me beijava devagar e com língua enquanto tirava minha camisa aos poucos pra começar a apalpar meu abdômen, a baixinha já respirava ofegante soltando uns gemidinhos. Deixei ela fazer, era ela quem tinha que satisfazer a curiosidade dela. Continuou descendo meu short de sunga e começou a apalpar minha pica. Ivana: Pica bonita, loiro, é maior que meu brinquedo. Gringo: Gostou? Ivana: Você encheu minha buceta, bebê, e agora tô toda molhada depois de fumar. Comecei a beijar a Ivana com mais fúria, desci com minha boca pra chupar os peitos dela. Ivana nessa hora começou a me arranhar as costas e gemer mais alto, tava ficando com tesão. Afastei o fio dental pequenininho dela e me deparei com uma pequena moita, com poucos pelos entre loiros e dourados, cuspi nos meus dois dedos maiores e enfiei eles de pouquinho na pussy, queria aproveitar o momento. A Iva lubrificava pra caralho, meus dedos chapinhavam na buceta dela. Ivana: Tá me matando. Tira essa tanga pro caralho e chupa tudo
Gringo: Cê tá quente, puta?
Ivana: Pra caralho. Manda língua na buceta
Eu obedeci, tirei a tanga dela pra passar a língua no clitóris enquanto fazia ela lubrificar meus dedos ainda mais com a saliva dela. Comecei a abrir o cu dela com o dedo médio... ela engoliu ele inteiro. Já tinha estrada aquele cu.
Ivana: Ai sim! Pelo cu também quero, me dá a pica já
Gringo: O que cê quer?
Ivana: Pica eu quero, muita pica
Gringo: Enfio em você?
Ivana: Por favor, tô muito quente
Gringo: Me implora
Ivana: Por favor, me dá a pica gostosa, muita pica me dá
Peguei outra camisinha ultrafina e coloquei, batendo a ponta da pica no clitóris inchado dela
Ivana: Aia! Me come, não me faz sofrer mais.
Os desejos dela eram ordens. Peguei minha pica e enfiei tudo sem parar
Gringo: Que tal?
Ivana: Adoro. Faz o que quiser comigo
Gringo: Cê é submissa?
Ivana: Sim!
Gringo: Vai me satisfazer?
Ivana: Sim! Me dá pica. Ai que puta, me olha como eu peço pica
Gringo: Sabe que vou te fazer tomar a porra, né?
Ivana: Ai sim, me domina, loiro
Gringo: Fica de quatro
Ivana: Quer ver minhas tatuagens enquanto me come?
Gringo: Óbvio
Ivana: Tá bom assim? (levantando a raba e colando os peitos na cama)
Eu comi a Ivana sem parar, tava louco de tesão. Perdi a conta do tempo e dos orgasmos que ela teve, também não deixava ela se recuperar. Aproveitava a lubrificação dela e continuava fodendo ela de quatro, enquanto com o dedo médio ia trabalhando o cu dela. A verdade é que tive que fazer todo o trabalho. Não reclamava, porque tava comendo com gosto
Ivana: Me dá a porra
Gringo: Como?
Ivana: Porra eu peço, goza tudo em mim, vai
Gringo: Mostra a língua, ordenei. Em seguida comecei a bater uma quando a anã me interrompeu
Ivana: Vou chupar você, fica quietinho e me guia
A portenha parecia que tinha nascido com muito talento. As primeiras cabeçadas foram meio atrapalhadas, mas em questão de minutos tava fazendo um boquete foda, chupava a pica com uma paixão e uma dedicação impressionante. Alternava entre bater uma suave e brincar com minhas bolas, tava quase gozando, o tesão me fez chegar ao clímax. Gringo: Iva, vem a cum. Ivana: Ai sim, dá pra puta a cum. Toda a cum vou tomar de você. Minha próxima lembrança foi gemer fundo, tenho certeza que foi bem alto e ter a sensação gostosa de que as bolas tinham esvaziado. Automaticamente olhei pra anã, a cara dela era um poema. A boca cheia de porra, igual o rosto e um pouco dos peitos. Ela me olhou com os olhos cor de mel e engoliu tudo. Ivana: Que yummy! Tem mais? Gringo: Gostou? Ivana: Foi incrível. Nunca pensei que ia curtir assim com um cara, ainda tô com tesão, mano. Gringo: Também não é pra tanto. Ivana: Que boa foda, loiro. Me desculpa, você fez todo o trabalho, gato. Gringo: Então eu mereço a Booty? Ivana: Tem azeite na mesinha ali, olha, faz em mim. Gringo: Tem certeza? Ivana: Minha Booty é bem gulosa, além disso quero ver se aguento a cock. Gringo: (Eu ia colocar a camisinha) Ivana: O que cê tá fazendo? No pelo, faz na minha tiny ass. Gringo: Ah é? Ivana: Sim, que valha a pena a primeira vez. Enquanto ela batia uma no clitóris. Enfiei na portenha, de frente pra ver a expressão dela enquanto metia a cabeça da minha cock no cu apertado dela, foi difícil... sem ser um cogumelo, a parte de cima tem bastante consistência. Gringo: Se doer, me avisa e a gente para tudo. Ivana: Ai, mano, meu cu abre igual uma flor. Continua devagar que eu vou engolir ela toda. Gringo: Cê gosta, puta? Ivana: Muito, mas devagar, faz na minha Booty. Percebi que o cu dela já tava relaxado e mandei a cock toda até as bolas num empurrão só, a portenha tava vermelha, gemia baixinho e entre soluços. Ivana: Me fode. Gringo: Assim? (Tirando quase toda a cock e metendo até os ovos) ou assim? (Fazendo movimentos curtos e contínuos) Ivana: Do jeito que você quiser, mas arrebenta meu cu. Gringo: Não era que você não gostava da cock? Ivana: Tô me molhando toda com essa porra... me fode. favor.
Gringo: Tiro pra fora?
Ivana: Nem louca, te mato.
Gringo: Olha que eu gozo dentro.
Ivana: Goza tudo no meu cu.
Eu metia devagar mas constante, às vezes acelerava o ritmo e às vezes diminuía. Comia ela enquanto chupava os bicos dos peitos e brincava com os piercings. Ivana tava toda vermelha e com os olhinhos puxados. Em nenhum momento parou de se tocar, já tinha dois dedos enfiados na buceta dela, os gemidos viraram gritos e o cu dela soltou toda a resistência que teve antes.
Ivana: Ai, loiro, vou gozar toda. Sim, sim, sim! Continua! Continua! Ai, ai, ai, Ahhhhhh! Jorrando um jato direto no lençol.
Eu queria avisar a baixinha que ia gozar, mas os gemidos dela foram demais e não deu tempo... três jatos fortes de porra foram parar dentro do cu da Iva.
Ivana: Ai, gatinho! Que prazer dos deuses a porra no cu.
Gringo: Gostosa a porra?
Ivana: Sem palavras... tava bem quentinha, que delícia, cara.
Gringo: Fico felizão e que tenha uma próxima.
Ivana: Se me comer assim... eu vou te pedir pica.
Gringo: Cê é exagerada.
Ivana: Fiquei louca demais. Olha como sujei os lençóis, minha buceta tá toda molhada.
Gringo: O prazer foi meu.
Ivana: Tô acabada, mas terminei como queria. Bêbada, chapada e comida.
Gringo: Era verdade a parada das flores?
Ivana: Viu? Precisava de um sexo assim. Com autoridade e selvagem, você descobriu que sou bem submissa.
Gringo: Cara de santinha você tinha... Vamos beliscar algo?
Ivana: Só tenho pra oferecer biscoito e café, acho.
Gringo: Minha mãe mandou um tupper de pizza, vamos mandar ver.
Ivana: Não brinca com meus sentimentos! Com comida não se brinca, filho da puta.
Gringo: Idiota, é sério. Olha.
Ivana: De repente! Vamos tomar uma coca? Preciso de açúcar pra reviver.
Gringo: Vou no mercadinho enquanto você troca de roupa.
Ivana: Beleza, valeu.
Aproveitei pra ir num mercadinho a umas quadras dali, comprar uma de vidro. Me deu vontade de tomar o refrigerante, e de quebra matava dois coelhos com uma cajadada só fumando um cigarro, não ia encher o apê dela de fumaça. Fui. Caminhando devagar, nem quando tava namorando eu tinha transado tanto seguido como nessa última semana. Tava me sentindo mega cansado, mas mais que satisfeito, era uma boa fase e tinha que aproveitar... Não costumam durar muito. O caminho de volta pareceu bem mais curto, cheguei no apartamento da Ivana e mandei um WhatsApp falando que tava lá embaixo, de quebra dei uma olhada nas mensagens pra ver se alguém tinha me chamado. Nada de nada, parecia que tavam esperando eu retomar a conversa depois da minha ausência. Melhor, não queria nem pegar no celular ainda. A baixinha abriu o portão e subi pro apê dela. Gringo: Não vai sair pra atender sua visita? Ivana: Assim eu não recebo ninguém... (só de fio dental e uma camiseta comprida, meio transparente). Gringo: Tem razão, foi mal. Trouxe a coca. Ivana: Sua mãe te mandou com um monte de pizza, vai comer tudo isso? Gringo: Kkkk sim, quando tô com fome sim. Ivana: Cê deve tá morto de fome, me deu cock a tarde inteira. Gringo: Come sem culpa, cê deve tá exausta. Ivana: Sua mãe é uma gênia, isso tá uma delícia. Gringo: Na próxima te convido pra comer na hora. Ivana: Olha que sou portenha, amigo, já vou criando intimidade na hora. Gringo: De boa. Ivana: O foda é que sou tão invasiva que vou querer comer o guri depois. Gringo: Isso dá pra resolver... Ivana: Mas queria que me convidasse pra comer, ir embora e depois me enfiar escondida... Gringo: Como assim? Ivana: Quero ir transar de noite e você me tirar de casa antes da sua família acordar. Gringo: Sério? Ivana: Eu achava que ia matar a vontade... mas não. Quero mais, foda com mais adrenalina. Gringo: Sentir o proibido de te verem ou quase te pegarem? Ivana: Ai sim, me molhei de novo só de pensar. Gringo: Então se eu tivesse apressado, você ia entregar a buceta na festa? Ivana: Tava toda entregue, ia te beijar na boca quando a Cami chegou. Queria que me comesse, loiro, já tava dada. Até os fios do fio dental fiz você tocar. Gringo: Eu tava com o carro, atrás é bem grandão. Ivana: Ah, chega! Isso me excita pra caralho. Se você me levasse pra lá, eu entrava nua e montava na sua pica. Tirava o vestido e a calcinha fio-dental, não tava nem aí se alguém me visse. Gringo: Na próxima eu venho de carro... Ivana: Não me provoca... Gringo: Tô com o tanque cheio. Ivana: Fica tranquilo, eu também tô. Gringo: Tenho que ir, linda. Ivana: Suas vadias devem estar loucas, né? Gringo: Te incomoda? Ivana: De jeito nenhum, pra mim você é tipo um amigo. Mas se eu quiser pica, já sei que meu amigo loiro vai me dar. Gringo: Você entende bem o jogo. Ivana: Ainda curto as minas... isso foi uma provinha, uma provinha gostosa. Peguei o caminho de casa, por sorte cheguei bem rápido. A primeira coisa que fiz foi tomar um banho, sentia meu próprio cheiro de sexo... não que me incomodasse. Mas não dava pra sentar pra jantar assim, comi com minha família e decidi não fazer nada à noite. O corpo pedia descanso aos berros, me joguei no sofá pra retomar as conversas com Belen e Cami. Gringo: Voltei. Belén: E aí? Como foi? Gringo: Nah, uma merda... perdemos a final. Pelo menos recuperamos a inscrição. Belén: Bom, mas ia ser uma derrota. Terminou tudo muito tarde. Gringo: Cala a boca, na estrada furou o pneu traseiro da minha moto... demoramos umas 1 hora pra achar uma borracharia. Belén: Uh, que merda, hein. Gringo: E você? Como foi aí? Belén: Bem, já estamos voltando pra cidade. Minha mãe não aguentou ficar a noite e pediu pra voltarmos. Gringo: Imagino, que triste tudo isso. Ainda tá de pé o negócio do mate, né? Belén: Amanhã? Gringo: Quando você puder, me avisa e a gente combina. Belén: Beleza, melhor assim. Se eu tiver a fim amanhã, te aviso. Vou ficar sem sinal na estrada, gordi, a gente fala amanhã. Gringo: Beleza, linda. Beijinhos. Ao mesmo tempo, eu tava trocando ideia com a negra... Gringo: E aí? Já tô em casa. Cami: Pensei que tinham te sequestrado. Gringo: Kkkk não, chegamos até a final e perdemos. Cami: Isso por não me levar, viu... Gringo: Queria ir ver como a gente tomava no cu? Vergonha? Haha Cami: Ia ter te carregado na garupa a rota inteira Gringo: Ainda bem que não, depois de 15 minutos tu ia ficar com cara de cu porque furou o pneu traseiro Cami: Uhh. No meio do nada ainda? Gringo: Imagina que lindo vir empurrando a moto até achar um borracheiro. Cami: Passo... Gringo: E você, como tá? Cami: Entediada, não posso sair porque amanhã trabalho Gringo: Por isso que a água vem... Cami: Que safado... mas vou cobrar na quarta-feira Gringo: Pensei que já tinha esquecido... Cami: De jeito nenhum, gato... Não goza até esse dia Gringo: Isso é uma ameaça? Cami: Sou pão-dura, quero todo o leite só pra mim. Não vou deixar nada pras suas putas Gringo: Nem uma punheta posso bater? Cami: Tendo essa bunda pedindo pica, vai se masturbar? (foto de um fio dental preto enterrado na bunda) Gringo: Já de cara me oferece o cu? Cami: Cê já deve ter percebido que adoro que façam a Booty... sou muito puta quando quero Gringo: Nada a discutir.. Cami: Vou dormir, lindo, descansa Gringo: Boa sorte amanhã, beijos Tive muita sorte, tinha que admitir. Embora não prestasse contas a ninguém... tava brincando com muito fogo. Eram 3 minas totalmente opostas entre si, com o tempero de que Camila e Belén se odiavam. O fato de alguma descobrir que eu tava fodendo com a outra era super perigoso e, ao mesmo tempo, tornava tudo proibido e excitante. A situação com Ivana, por outro lado, me parecia pura sorte, então não devia dar muita importância por enquanto. Decidi deitar, ia me fazer bem tirar a cabeça das mulheres e fazer algo com meus amigos... qualquer coisa. A manhã de domingo passou sem sustos, almoço em família e conversa fiada... Quando recebi uma ligação da Belén Continua
2 comentários - Inimigas Íntimas 6: Quem Come Calado, Come Duas Vezes