Não sei quantas horas dormi, acordei com uns raios de sol entrando no quarto. Tava morrendo de sede, fui na cozinha pegar algo pra beber, a casa tava em silêncio total, acho que nunca tinha estado assim pra mim desde que chegamos.
Peguei um copo d'água e voltei pro quarto, a curiosidade me fez passar pelo quarto da Barbie, abri só um pouquinho a porta e ela tava só de camiseta, com os dois brinquedos, o da minha prima e o que a gente tinha usado junto na cama. Fechei a porta de novo e quando tava indo pro meu quarto, ouvi uns gemidos baixinhos saindo do quarto da minha prima, tentei olhar mas não dava pra ver nada. Quando entrei no quarto, vi a Guada, meio coberta, com um peito de fora e a buceta peluda. Não consegui evitar e me aproximei pra chupar ela.
Aos poucos ela começou a se mexer e gemer baixinho até que senti as mãos dela tocando minha cabeça.
Y: bom dia, gostosa
G: mmm bom dia, gato, que delícia começar o dia assim, fazia anos que não começava desse jeito
Y: cê gostou?
G: muito, não para
Y: cê deve se masturbar toda manhã, né – sem parar de brincar com minha língua na buceta dela –
G: sim, e nem sabe quantas vezes pensando em você
Y: vamos, se toca um pouquinho pra mim, igual no acampamento
G: mmm sim, gato
Me afastei uns centímetros e a mão dela começou a brincar com os lábios e o clitóris, entre a chupada e os dedos dela, tava toda molhada. Voltei a atacar com minha língua e ela continuou mais uns segundos com os dedos, mas aí me puxou pelo cabelo e começou a tentar me puxar pra perto dela. Parei de chupar a buceta dela e comecei a subir beijando o corpo dela, parei nos peitos enquanto ela com a mão começou a procurar meu pau, e começou a me masturbar devagar, só roçando na buceta dela. Cheguei finalmente na boca dela e enquanto ela brincava com a língua nos meus lábios, com os dedos abriu os lábios dela pra receber meu pau. Devagar, entre beijos, foi penetrando, tava muito molhada e por dentro queimava, quando finalmente penetrei ela por completo, as pernas dela se enroscaram com as minhas. as minhas e comecei um movimento suave, tirava quase por completo e voltava a penetrar ela. Logo paramos de nos beijar, os gemidos dela não deixavam.
As penetrações eram cada vez mais fortes, as mãos dela foram na minha bunda e me apertavam forte, a cada estocada sentia as unhas dela quase se cravando em mim.
G: não importa o que faça, não para por favor, que vou gozar
Y: eu também tô quase gozando
G: não não por favor, goza comigo, lau
Os gemidos dela ficaram cada vez mais intensos, comecei a sentir as contrações da buceta dela, a boca dela se abriu enquanto inclinava a cabeça pra trás, e no exato instante em que as mãos dela se cravaram com mais força na minha bunda, comecei a gozar dentro dela. Quando finalmente nossos corpos relaxaram, começamos a nos beijar de novo. Saí de dentro dela entre beijos e me deitei ao lado dela, ela apoiou a cabeça no meu peito.
G: obrigada
Y: por quê?
G: por isso, não sei se vai se repetir, mas sempre quis estar com você na cama
Y: se você não tivesse me cortado, a gente teria feito, e muitas vezes
G: mentira, eu não te atraía
Y: quem disse que você não me atraía? Se naquele dia você tivesse continuado mais dois minutos, eu teria comido sua buceta ali mesmo, tive que bater três punhetas pra dormir
G: sabe que você me deixava tão excitada que quando perdi a virgindade, pensei que era você quem tava me comendo?
Y: que lindo, mas que merda pro seu namorado
G: namorado, se você soubesse quem foi o primeiro, hahaha
Y: agora me conta quem foi o primeiro
G: o namorado da Lara
Y: tá de sacanagem!
G: não, naquele verão ele alugou a casa ao lado da dos meus pais, uma noite cheguei meio bêbada, a gente começou a conversar e ele começou a passar a mão em mim, eu tava tão excitada que chupei ele e ele pediu pra transar, e eu não tive coragem de falar que era virgem
Y: hahaha, se aquela patricinha soubesse!
Lara era uma colega nossa da escola, a típica menina mimada do pai que critica todo mundo, fazia bullying com a Guada e com muitas outras. Comigo também, ela tinha pegado no meu pé. Espalhei o boato de que eu era gay e que tinha o pau pequeno. Uma noite, encurralei ela numa festa meio bêbado e meti um beijo nela. A jovem, claro, me empurrou, e eu pensei: "já era, vou morrer". Mas, já que tava no jogo, coloquei a mão na rola dela, e a cara dela mudou completamente. Depois conto essa história.
G: Ela mereceu, mas, naquele momento, eu fechava os olhos e imaginava que era você, e como você seria na cama.
Y: E agora, o que cê acha?
G: Que você é muito melhor do que eu imaginava. Pena que você tem que voltar pra Buenos Aires. Você vai vir me visitar?
Y: Claro que sim, você também pode vir.
G: Adoraria. Além disso, olha só essa coisinha, já tá durinha de novo — nem tinha percebido que a conversa toda fez eu ficar de pau duro de novo. Vamos tomar um banho?
Y: Bora.
Entramos no chuveiro e, entre beijos, a gente trepou de novo. Eu não conseguia parar de desejar aquela raba. Tentei enfiar um dedinho, mas ela me segurou: "Quando a gente se ver de novo, aí você vem me ver". Saímos do chuveiro nos beijando e nos secando.
G: Preciso ir. Você pode me levar?
Y: Claro, mas não quer ficar?
G: Não, não, tenho que ir pro ponto. E, além disso, depois do show de gemidos de ontem, eu ia ficar com muita vergonha de ser vista pela sua prima e seus amigos.
Y: Eles não se divertiram mal.
G: Coitada da sua amiga que tava sozinha. A gente devia ter chamado ela.
Y: Sério?
G: Kkkk, Lau, não sou uma santa, mas também não sou uma tonta.
Y: A primeira coisa eu já percebi, a segunda não sei por que cê diz isso.
G: Você não viu sua amiga nos espiando enquanto a gente trepava?
Y: Vi, mas não sabia que você também tinha visto.
G: Sim, e me deixou com muito tesão. Mas beleza, agora preciso ir.
Nos trocamos e saímos. Na caminhonete, fui o caminho inteiro até a casa acariciando as pernas dela e nos beijando cada vez que parávamos. A verdade é que eu tava gostando muito dela. Quando chegamos na casa, ofereci pra ela pegar as chaves do ponto e a gente ir tomar café da manhã juntos. Ela topou. A gente comeu num barzinho na esquina, conversando e rindo. Como dois grandes amigos. Quando chegou a hora de ir abrir o local, nos despedimos com um beijo.
G: agora você já sabe onde é minha casa e onde é o local, pode vir quando quiser.
Y: vou vir, gosto muito de você, Guada.
G: eu de você também, mas não se iluda, já terminei com relacionamentos de casal.
Y: tranquilo.
G: prefiro um amigo como você que me fode bem do que um namorado que me enche o saco.
Y: bom, então vamos ser isso, amigos com benefícios.
G: adorei.
Nos despedimos com outro beijo e voltei pra casa. No caminho, percebi que pela primeira vez desde que cheguei estava completamente sozinho e comecei a pensar em tudo que tinha acontecido. Quando cheguei em casa, encontrei a Barbi fazendo a sessão de yoga dela, Deus, que tentação era aquela bunda de calcinha. Não interrompi porque sabia que era sagrado pra ela, então fui pra dentro de casa e encontrei minha prima largada no sofá com uma camiseta comprida.
Y: oi, gostosa.
A: oi.
Y: tá brava?
A: tô.
Y: por quê?
A: porque você curtiu mais com sua amiguinha do que comigo.
Y: quem te disse isso, boba?
A: os gemidos dela.
Y: haha, você me vê bravo?
A: não, por que você estaria?
Y: porque eu também ouvi como você curtiu com seu namorado.
A: sim, porque me excitou muito ouvir você fazendo ela gritar, você me deixou com tesão.
Y: que boba você é, te amo — me inclinei pra beijar ela — cadê ele?
A: foi correr.
Beijei ela com força e paixão, levei minha mão até a virilha dela e descobri que não estava de calcinha, então me ajoelhei e comecei a chupar a buceta dela. Ela só gemia e segurava minha cabeça, brincando com meu cabelo. O primeiro orgasmo veio quando enfiei um dedo dentro dela, e o segundo logo em seguida quando comecei a roçar o interior da buceta dela.
A: me fode, chega!
Y: e o Fede?
A: relaxa, se a Barbi chegar, ela segura ele. Senta, vai.
Sentei no sofá, minha prima tirou minha calça e, sem dizer nada, sentou no meu pau. Os braços dela envolveram meu pescoço e, entre beijos... Ela começou a se mexer rápido, minhas mãos seguravam a bunda dela. Outro orgasmo veio, não tinha gemidos porque a gente não parava de se beijar, só nós dois nos ouvíamos. E estávamos nessa quando ouvimos a Barbi gritar o nome do Fede, tentei tirar ela, mas longe de parar, minha prima continuou se mexendo. Parei de beijá-la.
Y: Ele vai nos pegar.
A: Juro que se você parar agora, nunca mais encosta um dedo em mim. Quero que você goze.
Y: Mas e se ele entrar?
A: Ele não vai entrar. Você tem que entrar em mim. Quero que você me encha, vai!
Ela me beijou de novo e começou a se mexer mais forte, e eu não consegui evitar, comecei a gozar, enchendo ela toda. Assim que o último jato de porra saiu e ela sentiu meu corpo relaxar, me beijou pela última vez e se levantou.
A: Valeu! Precisava saber que ainda tinha porra pra sua prima.
Y: Sempre vai ter pra você, gostosa.
A: Te amo.
Pensei que ela ia pro quarto se trocar, mas não... do jeito que tava, foi pro parque e cumprimentou o namorado com um beijo efusivo. Eu saí segundos depois com uma bandeja de fruta, torradas e suco que vi em cima da mesa.
F: Uh, que bem que prepararam o café da manhã.
A: Sim, mas acho que ficamos sem porra.
B: Ficamos sem porra?
A: É – enquanto olhava cúmplice pra Barbi.
B: Tanta porra que a gente tomou esses dias?
A: Percebeu? Primo, depois você pode ir comprar?
Y: Claro, que não falte porra pras princesas, não é, Fede?
F: Sim, que mais precisam? Se quiserem, eu vou?
B: Não, não, deixa que a gente vai daqui a pouco com a Lau, você descansa.
Barbi veio me cumprimentar e quando me abraçou, falou:
B: Mais te vale que sua prima esteja enganada, porque você ainda me deve a porra de ontem à noite.
Peguei um copo d'água e voltei pro quarto, a curiosidade me fez passar pelo quarto da Barbie, abri só um pouquinho a porta e ela tava só de camiseta, com os dois brinquedos, o da minha prima e o que a gente tinha usado junto na cama. Fechei a porta de novo e quando tava indo pro meu quarto, ouvi uns gemidos baixinhos saindo do quarto da minha prima, tentei olhar mas não dava pra ver nada. Quando entrei no quarto, vi a Guada, meio coberta, com um peito de fora e a buceta peluda. Não consegui evitar e me aproximei pra chupar ela.
Aos poucos ela começou a se mexer e gemer baixinho até que senti as mãos dela tocando minha cabeça.
Y: bom dia, gostosa
G: mmm bom dia, gato, que delícia começar o dia assim, fazia anos que não começava desse jeito
Y: cê gostou?
G: muito, não para
Y: cê deve se masturbar toda manhã, né – sem parar de brincar com minha língua na buceta dela –
G: sim, e nem sabe quantas vezes pensando em você
Y: vamos, se toca um pouquinho pra mim, igual no acampamento
G: mmm sim, gato
Me afastei uns centímetros e a mão dela começou a brincar com os lábios e o clitóris, entre a chupada e os dedos dela, tava toda molhada. Voltei a atacar com minha língua e ela continuou mais uns segundos com os dedos, mas aí me puxou pelo cabelo e começou a tentar me puxar pra perto dela. Parei de chupar a buceta dela e comecei a subir beijando o corpo dela, parei nos peitos enquanto ela com a mão começou a procurar meu pau, e começou a me masturbar devagar, só roçando na buceta dela. Cheguei finalmente na boca dela e enquanto ela brincava com a língua nos meus lábios, com os dedos abriu os lábios dela pra receber meu pau. Devagar, entre beijos, foi penetrando, tava muito molhada e por dentro queimava, quando finalmente penetrei ela por completo, as pernas dela se enroscaram com as minhas. as minhas e comecei um movimento suave, tirava quase por completo e voltava a penetrar ela. Logo paramos de nos beijar, os gemidos dela não deixavam.
As penetrações eram cada vez mais fortes, as mãos dela foram na minha bunda e me apertavam forte, a cada estocada sentia as unhas dela quase se cravando em mim.
G: não importa o que faça, não para por favor, que vou gozar
Y: eu também tô quase gozando
G: não não por favor, goza comigo, lau
Os gemidos dela ficaram cada vez mais intensos, comecei a sentir as contrações da buceta dela, a boca dela se abriu enquanto inclinava a cabeça pra trás, e no exato instante em que as mãos dela se cravaram com mais força na minha bunda, comecei a gozar dentro dela. Quando finalmente nossos corpos relaxaram, começamos a nos beijar de novo. Saí de dentro dela entre beijos e me deitei ao lado dela, ela apoiou a cabeça no meu peito.
G: obrigada
Y: por quê?
G: por isso, não sei se vai se repetir, mas sempre quis estar com você na cama
Y: se você não tivesse me cortado, a gente teria feito, e muitas vezes
G: mentira, eu não te atraía
Y: quem disse que você não me atraía? Se naquele dia você tivesse continuado mais dois minutos, eu teria comido sua buceta ali mesmo, tive que bater três punhetas pra dormir
G: sabe que você me deixava tão excitada que quando perdi a virgindade, pensei que era você quem tava me comendo?
Y: que lindo, mas que merda pro seu namorado
G: namorado, se você soubesse quem foi o primeiro, hahaha
Y: agora me conta quem foi o primeiro
G: o namorado da Lara
Y: tá de sacanagem!
G: não, naquele verão ele alugou a casa ao lado da dos meus pais, uma noite cheguei meio bêbada, a gente começou a conversar e ele começou a passar a mão em mim, eu tava tão excitada que chupei ele e ele pediu pra transar, e eu não tive coragem de falar que era virgem
Y: hahaha, se aquela patricinha soubesse!
Lara era uma colega nossa da escola, a típica menina mimada do pai que critica todo mundo, fazia bullying com a Guada e com muitas outras. Comigo também, ela tinha pegado no meu pé. Espalhei o boato de que eu era gay e que tinha o pau pequeno. Uma noite, encurralei ela numa festa meio bêbado e meti um beijo nela. A jovem, claro, me empurrou, e eu pensei: "já era, vou morrer". Mas, já que tava no jogo, coloquei a mão na rola dela, e a cara dela mudou completamente. Depois conto essa história.
G: Ela mereceu, mas, naquele momento, eu fechava os olhos e imaginava que era você, e como você seria na cama.
Y: E agora, o que cê acha?
G: Que você é muito melhor do que eu imaginava. Pena que você tem que voltar pra Buenos Aires. Você vai vir me visitar?
Y: Claro que sim, você também pode vir.
G: Adoraria. Além disso, olha só essa coisinha, já tá durinha de novo — nem tinha percebido que a conversa toda fez eu ficar de pau duro de novo. Vamos tomar um banho?
Y: Bora.
Entramos no chuveiro e, entre beijos, a gente trepou de novo. Eu não conseguia parar de desejar aquela raba. Tentei enfiar um dedinho, mas ela me segurou: "Quando a gente se ver de novo, aí você vem me ver". Saímos do chuveiro nos beijando e nos secando.
G: Preciso ir. Você pode me levar?
Y: Claro, mas não quer ficar?
G: Não, não, tenho que ir pro ponto. E, além disso, depois do show de gemidos de ontem, eu ia ficar com muita vergonha de ser vista pela sua prima e seus amigos.
Y: Eles não se divertiram mal.
G: Coitada da sua amiga que tava sozinha. A gente devia ter chamado ela.
Y: Sério?
G: Kkkk, Lau, não sou uma santa, mas também não sou uma tonta.
Y: A primeira coisa eu já percebi, a segunda não sei por que cê diz isso.
G: Você não viu sua amiga nos espiando enquanto a gente trepava?
Y: Vi, mas não sabia que você também tinha visto.
G: Sim, e me deixou com muito tesão. Mas beleza, agora preciso ir.
Nos trocamos e saímos. Na caminhonete, fui o caminho inteiro até a casa acariciando as pernas dela e nos beijando cada vez que parávamos. A verdade é que eu tava gostando muito dela. Quando chegamos na casa, ofereci pra ela pegar as chaves do ponto e a gente ir tomar café da manhã juntos. Ela topou. A gente comeu num barzinho na esquina, conversando e rindo. Como dois grandes amigos. Quando chegou a hora de ir abrir o local, nos despedimos com um beijo.
G: agora você já sabe onde é minha casa e onde é o local, pode vir quando quiser.
Y: vou vir, gosto muito de você, Guada.
G: eu de você também, mas não se iluda, já terminei com relacionamentos de casal.
Y: tranquilo.
G: prefiro um amigo como você que me fode bem do que um namorado que me enche o saco.
Y: bom, então vamos ser isso, amigos com benefícios.
G: adorei.
Nos despedimos com outro beijo e voltei pra casa. No caminho, percebi que pela primeira vez desde que cheguei estava completamente sozinho e comecei a pensar em tudo que tinha acontecido. Quando cheguei em casa, encontrei a Barbi fazendo a sessão de yoga dela, Deus, que tentação era aquela bunda de calcinha. Não interrompi porque sabia que era sagrado pra ela, então fui pra dentro de casa e encontrei minha prima largada no sofá com uma camiseta comprida.
Y: oi, gostosa.
A: oi.
Y: tá brava?
A: tô.
Y: por quê?
A: porque você curtiu mais com sua amiguinha do que comigo.
Y: quem te disse isso, boba?
A: os gemidos dela.
Y: haha, você me vê bravo?
A: não, por que você estaria?
Y: porque eu também ouvi como você curtiu com seu namorado.
A: sim, porque me excitou muito ouvir você fazendo ela gritar, você me deixou com tesão.
Y: que boba você é, te amo — me inclinei pra beijar ela — cadê ele?
A: foi correr.
Beijei ela com força e paixão, levei minha mão até a virilha dela e descobri que não estava de calcinha, então me ajoelhei e comecei a chupar a buceta dela. Ela só gemia e segurava minha cabeça, brincando com meu cabelo. O primeiro orgasmo veio quando enfiei um dedo dentro dela, e o segundo logo em seguida quando comecei a roçar o interior da buceta dela.
A: me fode, chega!
Y: e o Fede?
A: relaxa, se a Barbi chegar, ela segura ele. Senta, vai.
Sentei no sofá, minha prima tirou minha calça e, sem dizer nada, sentou no meu pau. Os braços dela envolveram meu pescoço e, entre beijos... Ela começou a se mexer rápido, minhas mãos seguravam a bunda dela. Outro orgasmo veio, não tinha gemidos porque a gente não parava de se beijar, só nós dois nos ouvíamos. E estávamos nessa quando ouvimos a Barbi gritar o nome do Fede, tentei tirar ela, mas longe de parar, minha prima continuou se mexendo. Parei de beijá-la.
Y: Ele vai nos pegar.
A: Juro que se você parar agora, nunca mais encosta um dedo em mim. Quero que você goze.
Y: Mas e se ele entrar?
A: Ele não vai entrar. Você tem que entrar em mim. Quero que você me encha, vai!
Ela me beijou de novo e começou a se mexer mais forte, e eu não consegui evitar, comecei a gozar, enchendo ela toda. Assim que o último jato de porra saiu e ela sentiu meu corpo relaxar, me beijou pela última vez e se levantou.
A: Valeu! Precisava saber que ainda tinha porra pra sua prima.
Y: Sempre vai ter pra você, gostosa.
A: Te amo.
Pensei que ela ia pro quarto se trocar, mas não... do jeito que tava, foi pro parque e cumprimentou o namorado com um beijo efusivo. Eu saí segundos depois com uma bandeja de fruta, torradas e suco que vi em cima da mesa.
F: Uh, que bem que prepararam o café da manhã.
A: Sim, mas acho que ficamos sem porra.
B: Ficamos sem porra?
A: É – enquanto olhava cúmplice pra Barbi.
B: Tanta porra que a gente tomou esses dias?
A: Percebeu? Primo, depois você pode ir comprar?
Y: Claro, que não falte porra pras princesas, não é, Fede?
F: Sim, que mais precisam? Se quiserem, eu vou?
B: Não, não, deixa que a gente vai daqui a pouco com a Lau, você descansa.
Barbi veio me cumprimentar e quando me abraçou, falou:
B: Mais te vale que sua prima esteja enganada, porque você ainda me deve a porra de ontem à noite.
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