A Pedra Negra Pt1

Sam saiu do beco nos fundos e virou em direção aos velhos trilhos de trem. O mato alto arranhava seus tornozelos. Um leve cheiro de creosota subia da madeira gasta debaixo dele. Ele pulava de um trilho para o outro. Seus olhos castanhos examinavam o chão. O peso da mochila cortava seus ombros. Ele não ligava. O negócio era encontrar a próxima pedra importante.

Não era a rota mais direta entre a escola e sua casa tranquila. Mas era um terreno de caça de pedras e ele já tinha encontrado um monte delas para sua coleção. Sam, que agora está no último ano do ensino médio, vinha pegando esse caminho nos últimos quatro anos.

Algo chamou sua atenção. Sam se ajoelhou e esticou a mão direita firme para baixo para puxar a coisa presa contra o trilho de metal. Era preto como carvão com marcas vermelhas irregulares. Não era cromita. Não era nenhum tipo de cristal vulcânico. Ele não fazia ideia do que era.

Com um pouco de esforço, Sam soltou a coisa. Ele tirou a poeira e a aproximou da luz. As veias vermelhas pareciam pulsar quando ele colocou na palma da mão. Esse podia ser seu melhor achado até agora. Ele enfiou no bolso e continuou pulando pelos trilhos. Cantarolou uma musiquinha para si mesmo e examinou o chão em busca de mais achados interessantes.

~~

"Mãe, cheguei." Sam jogou a mochila no corredor, tirou os sapatos e puxou a pedra do bolso. Ela também parecia pulsar com uma luz interna. Muito estranho. Ele segurou ela calmamente na mão direita, ansioso pra mostrar pra sua mãe Joyce. Ela ia fingir que estava interessada. Isso já bastava pro Sam.

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"Oi Sammy, tô na cozinha." A voz de Joyce ecoou pela casa.

Sam pulou pelo corredor e entrou na cozinha. Sua mãe estava cortando alguma coisa no balcão, de costas pra ele. O cabelo castanho comprido escondia o rosto dela. Ela ainda era mais alta que Sam, mas com sorte não por muito tempo. Ele só precisava de um pequeno Surto de crescimento tardio. Logo depois de fazer dezoito anos, ele estava destinado a começar a crescer em breve.
Sam estava prestes a contar sobre a pedra com uma grande empolgação. Mas de repente ficou em silêncio. O calor pulsava em sua mão direita e seus dedos apertaram a pedra com mais força.
"Sammy?" Joyce cortava os legumes à sua frente.
Por que ele não tinha notado antes o brilho do quadril de Joyce? Ela usava uma saia e uma blusa vermelha que abraçava sua cintura. A bunda dela se curvava muito bem com aquela saia. Sam balançou a cabeça e olhou de novo. O contorno das alças do sutiã por baixo da camisa era inconfundível. Aquilo era sexy? Ele deu um passo em direção à cozinha. Dava pra ver o volume da teta direita dela por baixo da camisa, balançando enquanto ela cortava com a faca. Puta merda. A mãe dele era uma gostosa.The Dark Stone Pt1 EspañolO que foi, filho?" Ela se virou e deu uma olhada avaliadora. "Tá bem?" A beleza do rosto dela o pegou de surpresa. Os olhos grandes e castanhos e os traços femininos suaves se iluminaram quando ela sorriu pra ele. "O que você tem."
"Ah, desculpa, mãe." Sam passou os dedos da mão esquerda pelo cabelo castanho bagunçado. "Acho que tô meio cansado."
"Bom, seu pai chega tarde hoje e a Bex tá com o anuário, então quem sabe a gente passa um tempinho junto essa tarde." Ela largou a faca e o sorriso dela se abriu. O conceito de corpo violão de repente fez sentido pra Sam. "Mas primeiro você tem que fazer sua lição de casa", ela disse.
"Sim." Sam assentiu e saiu pro corredor. "Tenho muita lição. Pode ser que eu só termine na hora do jantar."
"Ok, querido." Ela voltou pros legumes. "Desce se terminar antes."
Ele se virou e subiu as escadas correndo, pulando dois degraus de uma vez. Chegou no quarto e bateu a porta com força. Precisava bater uma punheta como nunca antes. Parecia loucura, mas ele queria segurar aquela pedra na mão. A pulsação dele tava se espalhando pelo braço direito. Era uma sensação muito boa.
~~
Algumas horas depois, a família se sentou à mesa pro jantar. O pai do Sam, Paul, sentou do lado da Joyce. A irmã do Sam, Beth, e ele sentaram do outro lado da mesa.
"Pai, para de falar de política", disse Beth. O cabelo loiro dela balançou enquanto ela inclinava a cabeça pro pai. "Quero contar tudo sobre o anuário. Vamos fazer umas paradas legais esse ano."
Sam se desligou até que a tagarelice dela virou só um barulho de fundo. Ele olhou pro prato. Mal tinha tocado no purê de batata e nas vagens. Mas tinha comido todo o bolo de carne. Tinha repetido três vezes e ainda queria mais.
Bater uma tinha ajudado, mas ele ainda se sentia muito estranho. Antes do jantar, ele tinha escondido a pedra nova debaixo do colchão. De algum jeito, ele tinha medo de perdê-la. Ou que mais ninguém pudesse tocá-la. Por alguma razão, ele se preocupava que Joyce a tocasse.
Levantou os olhos do jantar e examinou a mesa. Joyce olhou para ele com curiosidade. Ele tentou sorrir para ela. Sua irmã mais velha parecia diferente. Como ele não tinha notado como ela era gostosa e delicada? Olhos azuis suaves. Um sorriso quente e atraente. As alças do sutiã visíveis nos ombros estreitos. Os peitos dela. Ah, Deus, os peitos dela. Pequenos e firmes, ele simplesmente tinha passado batido. Como ele não tinha notado antes?
"Preciso ir", Sam se levantou. Todos olharam para ele. "Não estou me sentindo bem".
"Precisa de alguma coisa, querido?" Disse Joyce.
"Não." Ele se virou e saiu correndo do quarto. Ainda estava com fome. Talvez voltasse mais tarde para mais bolo de carne. Mas agora, mais punheta.
~~
Na manhã seguinte, Sam acordou cedo. Lá fora ainda estava escuro. Mal conseguia distinguir o pôster da NASA sobre sua cama, os planetas manchas tênues no sistema solar. Ele se virou nos lençóis e gemeu. Algo parecia estranho. Virou e revirou, tentando se sentir confortável.
Algo estava errado com o pau dele. Ele se virou e pulou da cama. Baixou a cueca e olhou. Seus olhos se recusaram a registrar o que estava vendo. Era impossível.
Que garoto em crescimento nunca viu uns paus grandes no pornô? Mas não na vida real. Não nos chuveiros da escola. E certamente, nunca antes com essa visão, olhando além dos seus peitorais magros e da barriga lisa e chapada. Ali, entre as pernas dele, tinha um pau enorme. Uns dezoito ou vinte centímetros descansando contra a coxa. O pau velho e mirrado dele tinha sido substituído durante a noite.
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A pedra tinha causado isso. Ele tirou ela de baixo do colchão e ela estava pulsando. A luz vermelha brilhava no quarto escuro. Ele segurou ela na mão direita. As veias vermelhas naquela superfície preta fluíram, palpitaram e espalharam calor no seu mano. Ele apertou a mão em volta da pedra. As imagens da mãe dele pipocaram na cabeça. Pegou no pau dele. Tava duro agora e era um puta espetáculo. Devia ter uns trinta centímetros de comprimento. A cabeça roxa e raivosa. As veias, pulsando.
Dez minutos depois, gozou nos lençóis. Toneladas de porra explodiram. Nunca tinha sentido nada igual.
Ele foi até a janela com a cueca ainda no tornozelo e abriu. O ar frio e fresco clareou a cabeça dele. Sam puxou a cueca pra cima, que mal segurava o monstro murcho entre as pernas. Juntou os lençóis numa bola gigante e levou pro tanque. Nunca tinha lavado roupa antes, mas com certeza não ia deixar a mãe fazer isso dessa vez.
~~
Na escola, Sam não contou pros amigos o que tinha rolado. Não procurou a conselheira escolar. Embora, pensando bem, ela tinha uns peitos redondos gostosos e uma bunda redonda.
Sam ficou na dele na escola naquele dia. Querendo voltar pra pedra. E pro equipamento novo dele.
~~
Naquela tarde, Sam não foi pelos trilhos do trem. Pegou o caminho mais curto. Quando chegou em casa, entrou pela porta da frente. Nem se deu ao trabalho de chamar a Joyce. Precisava chegar no quarto dele na hora.
A escada demorou mais do que ele lembrava. Subiu três degraus de uma vez. Correu pelo corredor, prestes a invadir o quarto. Ele parou. O coração batia forte no peito. Um gemido escapou pela porta entreaberta do quarto dele.
Sam chegou na ponta dos pés na porta e espiou. A mente dele quase explodiu quando viu o que tinha lá dentro.
Ali, embaixo do pôster da NASA. Embaixo do outro pôster que pendia sobre a cama dele, o do Rick e Morty, que dizia "Espera, otário". Tava a mãe dele. Vestindo uma camiseta e uma calça jeans. A cabeça dela jogada pra trás no travesseiro. A mão esquerda esfregando furiosamente por baixo da calça jeans, a mão direita apertando algo que pulsava vermelho. Ah não, ela tinha encontrado a pedra dele.
Os olhos de Joyce estavam fechados. A boca dela pendia aberta. Sam nunca tinha visto ela daquele jeito.milfSeu pau duro como pedra puxava desconfortavelmente a calça. Ele olhou pra baixo, tinha se aberto caminho serpentando além da cintura e por baixo da camisa. Além do umbigo, Sam imaginou.

"Ai, meu Deus", disse Joyce. "Nossa." Por baixo da camiseta, os peitos dela balançavam enquanto a mão dela descia entre as pernas. As tetas dela se mexeram. Caralho, ela tava gostosa.

Isso não era bom. Isso não era nada bom. Sam se afastou da porta. Arrastou-se pelo corredor e foi até a porta da frente. Ia ter que dar um jeito de lidar com uma ereção desse tamanho. Era extremamente desconfortável na calça dele.

"Mãe, cheguei", gritou Sam. Sentou-se desajeitadamente numa cadeira na cozinha pra esperar ela descer. A cabeça dele vagava com as imagens que tinha visto lá em cima. Tentou clarear a mente. Ia agir com calma. Ia esperar pra garantir que ela colocasse a pedra dele de volta mais tarde.

~~

Vinte minutos se passaram antes de Joyce descer as escadas. "Ah, oi Sammy, como foi a escola?"

"Foi bem." O pau dele tinha murchado um pouco enquanto ele mexia no Twitter no celular esperando por ela. Ainda se sentia enorme na calça. Ele se remexeu um pouco na cadeira. "Tirei um 8 numa prova de matemática." Ele olhou pra ela.

"Você. Precisa melhorar." O rosto de Joyce estava corado. Ela não fez contato visual com Sam. "Seu pai e eu precisamos que você tire 10, querido." Ela foi até a geladeira, abriu e olhou pra dentro. Sam viu a bunda dela balançando na calça jeans. Como ele não tinha visto ela assim antes?

Um pensamento surgiu na cabeça de Sam. "Eu, não tenho conseguido me concentrar ultimamente."

"Hmm," Joyce se inclinou pra dentro da geladeira pra enxergar melhor.

"Meu corpo tem passado por umas mudanças." Sam resistiu à vontade de levantar e agarrar a bunda dela. O pau dele começou a endurecer de novo.

"Você tá nessa idade, Sammy. As coisas tão começando a mudar. Ela se endireitou e olhou para ele por cima do ombro, fazendo contato visual pela primeira vez. Seus olhos castanhos suaves hipnotizaram Sam.
"Acho que preciso da sua ajuda", ela se remexeu no assento de novo, certificando-se de que a mesa da cozinha escondia o monstro na calça dele.
"Claro, querido, sou sua mãe. Vou fazer tudo que puder por você."
"Quando a Beth vai chegar em casa?" — disse Sam.
"Ela está na casa da Sarah. Estão trabalhando num projeto de computador." Joyce virou-se para ele. "Provavelmente vai ficar lá para o jantar."
"E o papai?"
"Ele acabou de mandar uma mensagem, vai estar em casa em uma hora", ela disse. "Você quer falar com ele no lugar?" O rosto dela ainda estava corado.
"Não, me sinto mais à vontade com você, mãe."
"Ok, querido."
"Posso te mostrar uma coisa e você me dizer se é normal?" O coração de Sam disparou.
"Claro." Joyce estava de pé na frente dele, com as mãos entrelaçadas na frente do corpo.
"É sobre o meu pau. Quer dizer, meu pênis."
"Bem, talvez seu pai..."
"Não." Sam balançou a cabeça. "Preciso da sua ajuda."
"Do que você precisa?" Uma expressão de preocupação se espalhou pelo rosto bonito dela.
"Preciso te mostrar. Preciso que você veja. Preciso que me diga se é normal. Não parece normal." Essas foram as palavras mais loucas que ele já tinha dito. De onde ele tirou coragem?
A mão de Joyce foi até a boca. "Meu Deus, Sammy. Claro que não."
"Mas você disse..."
"Não posso." Ela balançou a cabeça devagar, de um lado para o outro. A mão ainda cobria a boca. Algo na linguagem corporal dela disse a Sam que ele tinha uma chance.
O que se seguiu foram quinze minutos de súplicas e implorações de Sam. E recusa constante de Joyce. Até que ele ouviu um "SIM". Sam não conseguia dizer o que finalmente tinha acontecido. Ele a tinha convencido? Ela finalmente tinha se esgotado? A pedra estava de alguma forma por trás disso? Mas aqui estava ele. Os dois no banheiro. Quarenta e cinco minutos até o pai dele voltar pra casa. A mãe dele sentada na tampa do vaso, com as mãos nos joelhos, olhando pra ele de olhos bem abertos.
"Deixa eu te mostrar qual é o problema." Ela tirou a camisa. Sam ficou de pé na frente da pia do banheiro. Olhando pro torso magricela dele no espelho. A pedra com certeza não tinha deixado nada maior. Ele desabotoou a calça. O som do zíper descendo. Ele baixou a calça e depois a cueca. O pau dele caiu, completamente duro e enorme.
"Ai, meu Deus. Sammy." Joyce recuou, mas os olhos dela ficaram fixos na coisa do filho. "Eu não sabia."
"Aqui vamos nós, mãe." Sam agarrou o pau dele com a mão direita e se afastou.
"Eu não sei, querido." Joyce se inclinou pra frente como se fosse levantar.
"Você... me... prometeu... mãe."
Ela não levantou. Joyce se inclinou pra frente de novo. E olhou. E olhou.
Umas dez minutos depois. "Mãe... tô... pronto... pra... te... mostrar... o... problema... aaahhhhhh." Sam soltou um jato de porra na pia. Saiu e saiu.
"Ah, não", murmurou Joyce. "Tanto... e o cheiro."
Depois de mais uns espasmos, Sam olhou pra mãe dele. "Qual é o problema com o cheiro?"
"Não se preocupa, querido. É normal. Só... muito forte."
"E o resto?"
"Tá bem." Joyce se apoiou na parte de trás do vaso. O peito dela subia e descia com respirações curtas. "Nunca vi nada assim. Mas parece que tudo funciona... normalmente."
"Eu sou um monstro?" Disse Sam. Ele não tava falando sério, mas apelar pra simpatia da mãe sempre funcionava bem.
Joyce levantou e se aproximou de Sam, com cuidado pra ficar longe do pinto dele ainda duro. "De jeito nenhum. Você é meu homenzinho especial." Ela bagunçou o cabelo dele e olhou com curiosidade. Ela era uns centímetros mais alta que Sam. "Algumas partes de você são um pouco mais desenvolvidas que outras. O resto vai alcançar. dia". Ela o rodeou e abriu a porta do banheiro. "Limpa isso." Ela apontou para a pia. "Agora preciso tirar um cochilo antes de preparar o jantar." Ela desapareceu pelo corredor.
"Ok." Sam sorriu. "Posso te mostrar de novo amanhã?"
"Isso foi uma coisa única." Joyce respondeu de volta. "Só precisava ver uma vez." Então veio o clique da porta do quarto dos pais enquanto ela ia tirar o cochilo.

~~

Ontem à noite, depois que Paul chegou em casa. Depois da janta de pizza. Depois de uma conversa forçada, sem muito contato visual de ninguém. Sam tinha ido cedo para o quarto. Ele tirou a pedra debaixo do colchão. Joyce tinha devolvido pra ele, afinal. Graças a Deus. Ele sentou na cadeira e, com uma mão apertando a pedra e a outra em volta do pau, passou várias horas. Ia ter que manter uma pilha de toalhas perto da cama. Não dava pra ficar lavando lençol toda hora.

No dia seguinte, depois da escola, Sam se posicionou na frente da pia do banheiro do andar de baixo.
Mesmo tendo jurado que não ia, Joyce sentou na tampa do vaso, vendo a mão dele deslizar pra cima e pra baixo naquela coisa enorme. "Tá doendo em algum lugar? A cabeça tá muito roxa, e suas veias... praticamente dá pra ver seu pulso."
Sam deu uma olhada de lado pra Joyce. "Hm... sim... mãe... dói. As coisas precisam sair."
"Ah, querido. Sinto muito. Talvez você devesse tentar manter a mão em volta da cabeça. É o que seu pai faz." Os olhos dela não saíam daquela coisa. "A gente realmente tem que se apressar. Sua irmã vai chegar logo."

Depois de mais alguns minutos só mexendo na cabeça. "Você contou pro pai?" Sam disse.
"Não, querido." A boca bonita dela fez um biquinho. "Acho que ele não entenderia."
"Entender que você gosta de cuidar do meu pau?" Ele não fazia ideia de onde vinha essa confiança.
O biquinho se aprofundou. "Tô fazendo isso por você, Sammy", disse. "Pra garantir que você fique bem. Pra você conseguir focar nos trabalhos da escola. Assim, não te incomoda mais. Você tá melhorando com a cabeça aí. Tá se sentindo melhor?"
"Um pouco. Ainda dói." Não doía nada.
"Tá bem, você só precisa de um pouco de prática."
"O que o papai diria se nos visse agora?" A mão de Sam se moveu mais rápido.
"Sam, para de falar do seu pai."
"Você... ah... trouxe ele à tona. Cê é uma... ah... boa esposa... fazendo isso com seu... ah... filho?" Disse Sam.
"Sam Higgins", Joyce levantou a voz.
"Desculpa." Ele olhou pra ela, sentada no vaso. Braços cruzados sobre o peito. Os olhos castanhos atravessaram ele. Sobrancelhas franzidas. Ela tava brava. "Desculpa", Sam parou de fazer merda. "O que eu quis dizer é que você é a melhor mãe do mundo. Obrigado por fazer isso por mim."
"De nada, Sammy." O rosto dela suavizou. Os olhos dela voltaram a se fixar no dele.
"Cê não vai contar pro papai?"
"Não vou contar pro seu pai." Os braços de Joyce se abriram e as mãos caíram de volta no colo dela. "E você também não pode contar pra ninguém. Esse é nosso segredo."
"Nem pra Beth?" Sam segurou a cabeça de novo e retomou as carícias.
"Meu Deus, não", disse Joyce.
"Nem pros meus amigos?"
"Não."
"Ninguém, Sammy. Me promete." Joyce se inclinou pra frente com os olhos fixos nos movimentos de Sam.
"Então... isso significa... ah... que você vai me ver de novo?"
"Talvez, Sammy. Se você for bonzinho. E se ajudar com suas notas."
"Ah... vou... vou..." Sam gozou na pia de novo.
~~
Nas duas semanas seguintes, Joyce observou Sam no banheiro todo dia depois da escola. Ela dizia não nos fins de semana. "Nunca vamos fazer isso enquanto sua irmã ou seu pai estiverem em casa", ela tinha dito.
Sam usava a pedra toda noite antes de dormir. Ele percebia que ela se movia pra um lugar ligeiramente diferente debaixo do colchão todos os dias. Sabia que a mãe dele tava usando enquanto ele tava na escola. De algum jeito, ele conseguia fazer a lição de casa. As coisas nunca tinham estado tão boas. A mãe dele até deixava ele falar sobre como o pai era distraído enquanto estavam no banheiro. Às vezes.

Como tudo isso era tão grande. Ele queria mais. O corpo curvilíneo da Joyce chamava ele. Parecia que ela ficava mais gostosa a cada dia. Também tinha começado a ouvir os pais dele transando à noite, depois que ele e a Beth iam dormir. A primeira noite foi um acidente enquanto ele ia pro banheiro. Tinha ouvido a batida rítmica e os gemidos da mãe dele.

"Você é incrível, Joyce", o Paul tinha dito. "Você é tão apertada."

"Vai, vai, vai." A Joyce tinha repetido.

Sam ouviu e pensou no que podia fazer com a arma nova e poderosa dele. Depois disso, ele se esgueirava pra ouvir eles na maioria das noites.

~~

Era domingo e Sam tava pensando na irmã dele. Nunca tinha reparado na Beth assim antes. As cadeirinhas dela, bem definidas. O narizinho de duende. O pescoço longo e fino. Como ele nunca tinha visto isso antes? Precisava de mais do que fantasias.

Sam bateu na porta do quarto da irmã. "Pode entrar", a Beth disse.

"Oi." Sam abriu a porta e entrou.

Ela tava mexendo no computador. Não olhou pra cima. "O que foi?"

"Tava pensando se você podia me ajudar com uma coisa." Sam tava parado perto da porta. Os pais dele estavam lá embaixo. Ele achou que provavelmente ouviria se eles começassem a subir as escadas. "No banheiro.incestoTô ocupada." Beth batia os dedos no teclado.
"Preciso muito que você me diga se acha que algo é normal."
"O quê?"
"Vou te mostrar no banheiro," disse Sam.
"Fala agora." Os olhos dela não saíam do monitor.
Sam suspirou. Isso seria mais difícil do que ele imaginava. Fechou a porta suavemente atrás de si. "Vou ter que mostrar aqui." Desabotoou a calça jeans e deixou cair até os joelhos. Também baixou a cueca.
"O quê?" Disse Beth.
"Isso." A nova rola de Sam balançou, de leve, no ritmo do pulso dele. Apontava orgulhosa na frente dele, parecendo tão raivosa quanto sempre.
Beth virou-se para olhar. Os olhos dela se arregalaram. "Ecaaaa, nojento. Qual é o seu problema, tarado?" Ela atirou uma caneta da mesa nele.
"Eu..." Sam desviou quando a caneta passou voando.
"Sai do meu quarto. Guarda essa coisa nojenta."
Sam subiu a cueca e a calça. "Só queria sua ajuda."
"Vai mostrar pra um dos seus amigos tarados. Sua coisa parece deformada." Ela atirou outra caneta.
"Desculpa." Sam recuou, abriu a porta e saiu. Fechou a porta atrás de si.
"Tenta de novo e vou contar pra mãe," a irmã gritou.
"Desculpa," disse Sam.
"Sammy?" Joyce chamou lá de baixo. "Tudo bem?"
"Beth e eu acabamos de brigar." Sam disse. A voz dele tremia um pouco.
"Pedir desculpas pra ela, agora." Disse Joyce.
"Já pedi," disse Sam.
~~
Sam voltou pro quarto e pensou muito na reação da irmã. A mãe dele tinha dito não no começo, mas não daquele jeito. Joyce tinha encontrado a pedra no quarto dele, provavelmente enquanto limpava. Beth nunca entrava no quarto dele. Se ele quisesse a ajuda dela, teria que ajudá-la a encontrar a pedra.
Quanto mais pensava na pedra, mais excitado ficava. Quase tirou ela pra outra sessão, mas teve outras ideias. Sam saiu do quarto e desceu as escadas.
Os pais dele estavam na sala. de estar. Paul tava vendo um jogo de futebol. A mãe dele lendo um livro. Sam chegou perto da Joyce e parou do lado do sofá onde ela tava enroscada. "Mãe, preciso de ajuda."
"Hoje não." Ela nem levantou os olhos do livro. "Você sabe as regras."
"Tô com dor, mãe. Não tô conseguindo fazer direito. Já passou muito tempo."
"O que que tá rolando, Sam?" Os olhos do Paul nunca saíram da TV.
"Nada, pai, só tô tentando aprender um negócio de ioga."
"Quer ver o jogo comigo?"
"Talvez mais tarde, pai." Como que o pai dele não percebia que Sam odiava esportes? Sam virou pra mãe dele. Arqueou as sobrancelhas e apontou com a cabeça pra cima.
"Tá bom." Joyce tirou os óculos de leitura. "Paul, quando que o jogo termina?"
"É o primeiro tempo." Paul ainda não tinha largado o jogo.
"Já volto, Paul." Joyce se levantou.
O pai do Sam fez um gesto com a mão. "Fica à vontade, faz o que tem que fazer."
O coração do Sam acelerou.

Assim que Joyce e Sam estavam nas posições de sempre no banheiro de cima, Sam olhou pra mãe. "Valeu, mãe. Tô com muita dor."
"Essa é a única vez que tô ajudando com seu pai e sua irmã em casa. Você tem que ficar quieto." Os olhos dela se fixaram na rola dele.
"Tá bom, mãe." Sam baixou o olhar pra rola dele que balançava a centímetros da pia.
"Por que você não começa só com a cabeça primeiro e depois tenta com as duas mãos pra terminar? E a gente tem que ser rápido. Nada de sessão de meia hora. Combinado?" Enquanto se inclinava pra trás na tampa do vaso, os peitos dela apertaram forte na camiseta.
"Vou tentar." Sam esfregou a mão direita na cabeça roxa irritada.

Passaram-se dez minutos. "Já tá quase lá?"
"Tô tentando. Ah... ainda dói." Não tava doendo.
"A gente já ficou tempo demais aqui." Joyce sussurrou. Ela encarou o pau dele, vendo as duas mãos do Sam deslizarem pra cima e pra baixo na Veias pulsando. Sam olhou pra ela. Agora ela estava na borda do vaso sanitário. "Vou ter que te ajudar. Meu Deus. Vou ter que fazer isso mesmo?"
"Por favor, mãe, eu preciso disso pra gozar."
"Tá bom." Joyce respirou fundo e mordeu o lábio inferior, bem de leve. "Tira as mãos daí, Sammy."
Sam deixou as mãos caírem ao lado do corpo. Virou-se pra ela.
"Não, fica de frente pra pia", sussurrou. Joyce virou ele de volta pra pia. "Agora, minhas mãos podem estar um pouco frias no começo." Estendeu as duas mãos. Talvez ela não fosse fazer. Mas aí ela alcançou até lá e agarrou o pau dele. "Vou ter que te ensinar a cuidar dessa sua coisa, Sammy. Depois disso, você pode fazer sozinho." Ela começou a masturbar com as duas mãos. Movimentos longos e lentos. As mãos delicadas dela não envolviam o pau dele por completo. O brilho prateado da aliança dela contrastando com a cabeça roxa dele era de cair o cu da bunda.
"Ah... ahn... obrigado, mãe. Você é a melhor."
Ela deu um sorrisinho fraco, com os olhos ainda na tarefa.
Cinco minutos depois. "Tô quase lá, mãe. Ah... ah... ah.Bunda grandeTá bom, querido." Os peitos de Joyce balançaram debaixo da camisa com o esforço. O brilho da parte de baixo das costas até a bunda e o quadril foi uma visão mágica pro Sam.

"Você... ah... acredita que o papai... ah... ah... tá lá embaixo? E a Beth... ah..."

As mãos de Joyce diminuíram o ritmo. "Não começa, Sammy."

"Desculpa, mãe."

"Tá bem." Ela acelerou de novo.

"Tá vindo, mãe." Sam tentou sussurrar.

"Deixa sair, querido."

Sam gozou por uma eternidade. Não acreditava na sorte dele. Isso era a melhor coisa que já tinha acontecido com alguém.

"Esse cheiro é tão..." Joyce abriu a torneira pra lavar a porra pelo ralo.

"É ruim?"

"Não, é bom. É tão forte. É tipo você todo aí embaixo. Perfeitamente normal. Só mais que a maioria dos caras. Acho."

Não tinha chance de Sam esperar até amanhã pra outra rodada.

"Tá bem, vou tirar um cochilo rápido agora." Joyce fechou a torneira.

"Mãe?"

"Sim?" Joyce se levantou e passou por trás do Sam. Ela bagunçou o cabelo dele ao passar.

"Ainda dói."

Joyce parou na porta. "Ah, não. Não, não, não, não."

"Tá doendo pra valer." A pica do Sam ainda tava dura pra caralho. Uma vez não ia resolver.

"Bem..." Joyce franziu a testa e olhou praquela coisa enorme dele. "Não tem jeito então. Vamos ter que ser rápidos."

"Prometo." Sam acenou com a cabeça, todo empolgado.

"Tá bem." Joyce suspirou, abriu a porta e olhou pro corredor, espiando pros dois lados. Voltou pra dentro, fechou e trancou a porta. "Por que eu tô fazendo isso?" Ela sussurrou.

"Valeu, mãe." Sam sorriu.

E Sam conseguiu a segunda punheta da vida jovem dele no mesmo dia, pela mulher mais gostosa do mundo. E terminaram antes do fim do jogo.

~~

Tinha outra mulher bonita naquela casa. Era uma pena que Sam tivesse perturbado a Beth daquele jeito. Ia ter que compensar. Enquanto tava deitado na cama naquela noite, bolou um plano. Os pais dele tavam vendo TV. abaixo. Beth estava no quarto dela no fim do corredor. Sam procurou debaixo do colchão e tirou a pedra. O acabamento preto liso esfriou a mão dele. Ao mesmo tempo, num nível completamente diferente, as veias vermelhas pulsantes mandaram ondas de calor pelo braço dele. Ele se levantou e foi até o quarto da irmã.

"Bethany?" Ele bateu de leve na porta dela.

"Já tô grandinha." A voz dela, meio abafada, veio pelo corredor.

"Desculpa pelo de antes. Só queria uma ajuda. Não tava me sentindo muito bem."

"Grandinha e tarada."

"Tá bom. Bem, de qualquer forma, a mãe quer você lá embaixo." Sam colocou a pedra no corredor, na frente da porta da irmã. "Ela disse que é importante."

"Beleza."

Sam voltou pro banheiro e fechou a porta quase toda. Ele espiou. A pedra brilhava fraquinho no corredor escuro. Beth abriu a porta e pisou na pedra quando saiu. "Ai." Ela olhou pra baixo. Tava de short e regata.

"Outra pedra idiota." Beth se abaixou e pegou a pedra com a mão direita. Ela se endireitou e segurou ela na frente pra ver melhor. Deu uns passos pelo corredor em direção ao quarto de Sam. "Sam, achei uma das suas idiotices..." Ela parou no corredor, olhando a luz piscando. Beth se virou e, quando voltou pro quarto dela, fechou a porta e trancou com um clique suave.

Depois de uns dez minutos, Sam se arrastou pelo corredor e escutou na porta dela.

"Uh uh uh uh." Dava pra ouvir ela gemendo, quase imperceptível pela porta. Ele ia deixar ela ficar com a pedra pela noite.

Sam pensou em fazer a mãe voltar pro banheiro, mas três vezes num dia parecia que ele tava forçando a barra. Voltou pro quarto dele e se deitou sem a pedra pela primeira vez em semanas.

~~

Na manhã seguinte, Sam esperou Beth ir pro ônibus. Depois que a bundinha dela passou segura pela porta da frente, ele entrou de fininho no quarto dela e achou a pedra. Ela tinha escondido debaixo do colchão dela. Devia ser alguma coisa com... essa pedra. Ele tirou, olhou e teve uma ideia.
Sam guardou a pedra no bolso da calça e desceu as escadas correndo. Encontrou a mãe na cozinha.
"O pai ainda tá aqui?" Sam disse.
"Tô aqui, garoto." O pai dele entrou na cozinha de terno e gravata, com a maleta a tiracolo. "Precisa de algo?"
"Só queria te desejar um ótimo dia", disse Sam.
"Valeu." Paul pegou um pão e saiu da cozinha. "Você também", gritou por cima do ombro.
Sam e a mãe se olharam. Ela usava um vestido azul fluido que não mostrava demais e terminava logo abaixo dos joelhos. "Você vai se atrasar", disse Joyce.
Ouviram a porta da frente bater quando Paul foi trabalhar.
"Tô meio dolorido hoje. E tenho uma prova à tarde", disse Sam. "Não sei se consigo me concentrar."
"Nem pensar, jovem." Ela cruzou os braços e deu um olhar severo.
"E também tô muito chateado porque a Beth pegou minha pedra favorita e não devolveu." Sam tirou a pedra do bolso e estendeu pra ela. Era a primeira vez que estavam juntos com a Pedra. Aquilo parecia importante por algum motivo. "Tive que pegar de volta do quarto dela."
"Bom, ela não devia ter feito isso." Joyce olhou pra pedra e mordeu o lábio. "Pra escola agora."
"Posso chegar uns minutos atrasado. A prova não é até mais tarde. Quero que você veja minha pedra favorita. E aí, talvez você possa me ajudar."
"Anda." Os braços dela caíram pros lados. "Agora não."
"Só dez minutos." Sam caminhou devagar até a mãe. Estendeu a pedra.
Joyce estendeu a mão e pegou da palma de Sam. "Que pedra é essa, Sammy?"
"Sei lá. Cê gostou?"
"Algo." Ela respirava com dificuldade e os peitos subiam e desciam debaixo do vestido. "Eu não..."
Sam baixou a calça.
"Não faz isso, Sammy."
Sam baixou a cueca.
"Meu Deus. É enorme." Ela disse. Antes que percebesse, tava de joelhos no chão frio de linóleo. A pedra rolou da mão dela e Caiu ao lado dela. "Pra você conseguir se concentrar", disse. As mãos dele alcançaram as dela. O diamante da aliança de casamento brilhava na luz da manhã. Ela tentou não pensar no marido.
Dez minutos depois, ela tinha a cabeça roxa do pau do filho na boca, as duas mãos acariciando o eixo pra cima e pra baixo. Como é que isso tinha acontecido?mae e filhoUau, mamãe, não acredito que você está fazendo isso." Sam olhou para ela. Ela estava lutando com o tamanho dele, as narinas dilatadas, enquanto a cabeça dela balançava pra frente e pra trás.
"Uuuuhhhmmmm", disse Joyce.
"Tô quase lá." Sam colocou as mãos na nuca da mãe. O cabelo dela era sedoso e liso.
"Uuuukkkmmmm", ela disse.
"O que... tem... ah... oh mãe. E a pia?"
Joyce tirou a boca da coisa do filho. "Tá tudo bem, Sammy. Não acredito que tô deixando você fazer isso. Mas é o melhor." Ela olhou pra ele. "Só deixa sair." Ela colocou a boca de volta e passou a língua na cabeça.
"Ai... meu... Deus... mãe", disse Sam. Jato após jato de esperma quente e salgado espirrando na boca dela. O calor era de lascar. Tão diferente do marido dela.The Dark Stone Pt1 EspañolJoyce gemeu e tentou engolir. Tinha um gosto tão bom, mas era demais. Ela tirou a coisa dele da boca e, sem saber o que fazer, apontou para o vestido dela. Quando terminou, o peito dela estava uma bagunça pegajosa.

Sam soltou a cabeça da mãe. "Você é a melhor mãe de todas."

"Aí está, Sammy." Antes que ela percebesse o que estava fazendo, Joyce lambeu o eixo dele de cima a baixo, tentando limpar para a escola. "Agora vai tirar um A naquela prova." Ela pegou a pedra, alisou o vestido e se levantou. As mãos dela estavam pegajosas. Ela não fez contato visual. "Agora vou subir as escadas pra ver se consigo limpar esse vestido. E você vai se apressar pra ir pra escola."

"Sim, mãe." Sam vestiu a cueca e a calça de volta. "Te vejo depois da escola." Ele pegou a mochila e correu para a porta da frente.milf

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