Homens da Erika

OS HOMENS DE ERIKA

Erika e Fabio estão tentando desesperadamente salvar o que resta de um casamento destruído. O que começou como um jogo se transformou em vício, e o que era o prazer do paraíso virou o fogo do inferno. Eles não souberam parar, não conseguiram ver em que ponto da jornada começaram a naufragar em um mar de tormentos...

Eles tiveram uma vida como a maioria dos mortais, cada um por seu lado, com seus amores e suas histórias. O destino os cruzou quando chegaram aos trinta anos de idade. Se gostaram, se apaixonaram e foram felizes. Testaram a convivência e perceberam que as coisas funcionavam...

Em algum momento, se convenceram de que tinham encontrado sua alma gêmea e juraram amor eterno. Fizeram isso à moda antiga: casamento no civil e na igreja, a noiva de branco, a festa com familiares e amigos, um momento único e irrepetível.

Os primeiros anos foram perfeitos. Erika e Fabio eram jovens, empreendedores, com futuro.

Ambos trabalhavam: ele em uma empresa, ela por conta própria. Fabio matava o tempo livre jogando tênis. Era um cara bonito, alto, magro, galante por natureza, daqueles homens por quem muitas suspiram em silêncio, que podia oferecer amor, segurança, proteção e estabilidade, tudo em um só. Erika era professora de fitness, com um corpo quase perfeito, de proporções impecáveis, daquelas mulheres que não parecem terrenas e que todo homem para só para vê-la passar.

À noite, tinham a melhor intimidade: um sexo louco e desenfreado, aberto e sem limites. A felicidade e o prazer os envolviam. Eram o casal perfeito em um mundo imperfeito...

Como parte da excitação sexual, eles costumavam compartilhar suas fantasias, imaginar situações. Erika parecia se excitar com a ideia de transar em lugares públicos. Fabio adoraria ver sua esposa sendo possuída por outro homem, mas, claro, eram só fantasias...

Isso parecia estar claro. Mas o Fabio começou a ficar meio insistente com o assunto, a sugerir uma vez e outra, a ser repetitivo, e a Erika começou a se irritar, será que realmente o amor dela permitiria que outro a comesse? Ela não estava disposta, Fabio era o único homem com quem ela queria estar, ela o tinha escolhido, amava ele, não se interessava por outro homem, de jeito nenhum.

Mas Fabio ficou obcecado com o assunto, precisava ver outro comendo a sua mulher e ficava excitado demais com essa fantasia, virou uma obsessão, era assunto de conversa e discussão ao mesmo tempo, nos cafés da manhã, nos almoços, nos jantares.

As rachaduras começaram a aparecer na cama e eles se distanciaram sem planejar, aos poucos, ele preferia se masturbar imaginando o que queria e ela só aguentava a pressão, longe de qualquer contato carnal…

Ariel entrou em cena, ele era um amigo de infância do Fabio, até tinha ido na festa de casamento, a Erika também o conhecia e o marido dela já tinha contado que tipo de cara ele era.

Ele era um cara meio especial, era reservado e extrovertido ao mesmo tempo, fazia um tempo que tinha se estabelecido na Itália, onde ganhava uma boa grana, um homem que morreria solteiro e ostentava um recorde invejável com as mulheres que tinha levado pra cama, era um viciado em sexo e teria comido a própria mãe se fosse preciso, pra ele as mulheres eram só uma oportunidade de alimentar o ego, de vez em quando viajava pra Argentina pra ver os parentes.

E foi o Fabio que, ao saber da chegada iminente dele, marcou um encontro a sós, ele seria a pessoa especial pra botar em prática os desejos dele, além disso, Ariel tinha fama de ser o ‘pau grande’ do grupo, e isso o excitava ainda mais…

Fabio lembrava como Ariel olhava pra Erika quando eles ainda estavam namorando, com olhos de lobo faminto, além disso, sabia que a esposa dele achava ele muito simpático.

Quando se encontraram e conversaram, o terceiro na parada não conseguia acreditar no que o amigo estava pedindo. mas é claro, ele estaria disposto a se sacrificar por uma causa tão nobre...

Combinaram um jantar, o casal com o velho amigo que vinha da Europa. Nesse ponto da história, Fabio e Erika quase não se falavam, mas ela desconfiou quando o marido pediu que ela se vestisse de forma provocante para aquela noite especial.

Durante o jantar, ela sentia o plano no ar, pelos gestos dos dois homens, pelas palavras, por cada detalhe, e até conseguiu confirmar quando, na cozinha, Ariel se aproximou por trás e começou a falar no ouvido dela, de um jeito doce e pecaminoso. Ela até sentiu uma das mãos do cavalheiro acariciar descaradamente uma das suas nádegas. Ela não reagiu, e ficou irritada consigo mesma ao sentir a buceta ficar molhada com a situação.

No entanto, não passaria disso.

Quando Ariel se afastou, o casal transou como não faziam há muito tempo. Cada um imaginava o que o outro pensava, mas ninguém disse nada. Foi só sexo, como nos velhos tempos...

Depois daquela noite, algo tinha mudado na cabecinha da Erika. Ela amava demais o marido, e o sexo que tinham tido tinha sido tão bom que ela aceitou a possibilidade de se deitar com outro cara. Talvez fosse a solução para muitos problemas e uma nova maneira de encarar o relacionamento deles.

Ela pensou muito, duvidou muito, avançou e recuou, mas os dias passavam rápido e Ariel voltaria para a Europa. Era agora ou nunca. Finalmente, decidiu ligar para ele e se encontraram em segredo, só para conversar, mas Ariel não era um cara de muita conversa, então logo os dois se meteram num hotel nos arredores da cidade. Ela não teria coragem de fazer isso na frente do marido, mas sim de filmar tudo o que aconteceria.Homens da ErikaAriel, só pra poder foder com ela, topava qualquer coisa, então não fez cerimônia. Ela improvisou com o celular e se entregou ao prazer.

Erika ficou chocada e assustada com o tamanho descomunal do pau do amigo, era grosso demais, e lembrou do marido, da putaria que tudo aquilo ia provocar nele. Se entregou de vez, ofereceu todos os buracos e os gemidos pra aquele pau gigante, lambeu ele igual uma louca, e a imagem que o celular devolvia enquanto ela filmava só a deixava mais excitada.

Foi tudo muito louco. Já em casa, ela se sentiu extremamente excitada e feliz com a situação. Ariel tinha dado uma foda do caralho nela, e ela tinha adorado a pica enorme que tinha chupado. Não conseguiu evitar: pegou o celular pra ver o que tinha filmado. Mesmo sendo amador, foi muito forte ver o próprio rosto lambendo aquela pica até sentir a boca cheia de porra. Se masturbou igual uma desgraçada, mesmo ainda dolorida por causa da passada que o Ariel deu na buceta dela…

Ela culpou o marido pelo que aconteceu. Foi ele quem a empurrou praquilo. Assim, a consciência dela ficava limpa, embora, no fundo, bem lá no fundo, ela soubesse que tinha gostado do que fez. E, mesmo querendo manter a cabeça erguida e se sentir sem culpa, por alguma razão estranha, não teve coragem de mostrar o vídeo pro Fabio.

Passaram-se alguns dias. Ariel já era passado, e ela ficava sozinha vendo o vídeo uma vez atrás da outra. As coisas com o marido começaram a esfriar de novo. Se sentiu encurralada e, jogada por jogada, sentou o Fabio pra contar tudo que tinha rolado e ver a reação dele. Afinal, as coisas não podiam ficar piores.

Ele ficou impressionado, mas não acreditava no que ela tava dizendo. Só quando ela mostrou o que tinha no celular é que o sangue ferveu, e ele nem conseguiu aguentar até o fim. Como animais selvagens, se arrastaram até o quarto e se comeram um ao outro, como nunca tinham feito antes. Foi um terremoto entre quatro paredes. Transaram por horas até ficarem exaustos, quase no beira da inconsciência…

Tiveram que esperar quatro longos meses até Ariel voltar ao país e então, sim, puderam realizar o sonho do Fabio. Ela se preparou bem para a ocasião: lingerie, saltos, cinta-liga, maquiagem, cabelo arrumado. Ele se sentou em silêncio num canto só para observar, e ela se sentiu mais puta do que nunca, sabendo que o marido estava no quarto.

Ariel não decepcionou, deu ao amigo o que ele queria, fez ele ver ao vivo e a cores como outro cara metia na boca dela, na buceta e no cu da própria mulher dele. E Fabio ficou extasiado, não só pelo que viu, mas pelo que ouviu: os gritos, os gemidos e os orgasmos que a esposa dele deu nas mãos de outro cara.

Quando ficaram a sós, transaram de novo como animais, e entenderam que estavam no começo de uma nova fase na vida deles…

Repetiram o encontro com Ariel algumas vezes, mas ele teve que partir de novo…

Nossos amigos começaram então a mudar de comportamento, aos poucos, quase sem perceber. Erika precisava atrair candidatos, caras que ela curtisse pra transar um pouco, pra levar pra casa na frente do marido. E foi mudando o guarda-roupa, o cabelo: de menina do bairro que passava despercebida, virou uma putinha barata, pra chamar atenção e receber propostas indecentes. E foi bem frustrante: qualquer homem queria comer ela, mas quase nenhum aceitava fazer na frente do marido. E, em mais de um caso, quem aceitava não conseguia manter uma ereção por causa da intimidação da situação.

Fabio ajudava a procurar candidatos, mas se dedicou especificamente a alugar um apartamentinho pra fazer esses encontros longe de casa, onde tentavam manter a aparência de um casamento normal.

As coisas foram mudando. Erika ficou viciada no jogo, até superando as expectativas do marido. Ela justificava tudo dizendo que fazia pra ele. Agradar ele, mas na verdade ela curtia tudo aquilo e em pouco tempo perdeu a conta de quantos caras já tinham comido ela. E o Fabio tinha o que queria: quanto mais comiam a esposa dele, mais ele queria que comessem, só assim conseguia transar com ela.

A Erika começou a perder o rumo, largou o trampo na academia porque precisava de cada vez mais tempo pra arranjar macho pra satisfazer ela, e virou uma espécie de ninfomaníaca, porque depois de cada cara vinha o marido.

O Fabio parecia estar no paraíso, só faltava a ‘matéria-prima’ pra tocar os encontros. Foi quando ele teve a ideia de procurar em sites caras que cobravam pra atender mulheres. A esposa adorou a ideia e começaram a pagar por sexo.

Os dois sentiram um tesão extra em meter dinheiro na parada, um componente a mais que fazia ela parecer uma puta de verdade, e era isso que ele queria: uma puta gostosa que pagasse pra ser comida.

Ela começou a passar horas na frente do PC, procurando sem parar, até que isso virou a ocupação principal dela. Ele era quem contratava e mantinha o controle.

Aos poucos, o novo começou a virar rotina. De novo, precisavam botar mais lenha na fogueira. A situação era um monstro que ia engolindo eles aos poucos, e eles não conseguiam nem queriam parar, mas num certo ponto as coisas começaram a sair do controle.

Quando a Erika fez trinta e cinco, o Fabio por conta própria decidiu dar um passo adiante. Como presente de aniversário, ele pagou dois caras ao mesmo tempo, e a esposa se rendeu ao presente. Foi o primeiro suruba que ganharam, e ele pôde ver ela sendo comida por trás e pela frente. Ela gozou como uma puta e bateu um recorde sexual: começou às oito da noite com os dois caras e terminou às três da manhã com o marido.

Mas nem tudo eram flores, porque toda rosa tem espinhos. Como a Erika disse, ela tinha perdido a sanidade, tinha parado de trabalhar, e ainda tinha o aluguel do apartamento e os caras... Eles pagavam, faziam as finanças do casal balançarem, tudo ficava ladeira acima, e tudo mudaria em pouco tempo…

Fabio foi enviado ao México por dois meses, questões de trabalho, da empresa, filial da Argentina para a filial do México, foi selecionado com um grupo de colegas para trocar experiências profissionais, ele poderia ter recusado, mas não teria sido uma boa escolha.

Casualmente, naqueles dias, o velho e querido Ariel estava na Argentina, e o casamento consentiu que ela pudesse aproveitar aquela pica enorme se filmasse tudo e enviasse para ele curtir na solidão mexicana.

Porém, algo estava fora de controle. Ariel, ao saber da ausência do amigo, não se contentou com alguns dias, mudou sua estadia para alguns meses, e comeu ela o tempo todo, sem reservas, sem peso na consciência.

Erika só filmou os dois primeiros dias, porque era o combinado, porque sabia que não tinham falado sobre mais nada além daquilo, e o que veio depois ela encarou como uma licença, assumiu que seria algo que o marido certamente não se importaria, mas sabia que estava escondendo algo dele, só que não conseguiu resistir, ela era viciada em pica e não conseguia evitar…

Quando voltou, Fabio notou que a mulher estava meio estranha, esquiva, mas preferiu não perguntar.

Mas o destino costuma ser cruel e acerta onde mais dói. Pouco tempo depois, Erika descobriu que estava grávida, e claro, ela sabia quem era o pai, então preferiu contar a verdade ao marido. Ele, pela primeira vez, sentiu a traição, se sentiu corno apesar de tudo, porque era a primeira vez que ela fazia algo pelas costas dele. Erika se desculpou dizendo que o que não era proibido era permitido, mas embora as coisas tenham ficado bem, no fundo, algumas marcas ficaram. Fabio disse pra ela não se preocupar, que aquele filho era fruto do amor que tinham, um amor estranho, sim, mas era a forma como eles se amavam, e não importaria se era o sêmen do amigo dele. foi ele quem a engravidou, ele, o marido dela, seria o pai.

Logo Erika sentiu aquele desejo gostoso de ser mãe e percebeu que a sexualidade ficou em segundo plano, mas para Fabio as coisas não mudaram, ele quase a obrigava a transar com estranhos pra satisfazer a própria lascívia, e ela aceitava calada, talvez pela culpa de ter dado pra Ariel pelas costas do marido. Só pararam no oitavo mês de gravidez, quando ela não aguentava mais…

E chegou o parto e os primeiros meses, mas com o tempo as coisas não se encaixaram…

Fabio não conseguiu endireitar o rumo, e não evitava se sentir mal ao olhar pro menino, que aliás não se parecia nada com ele e era a cara do amigo Ariel, que por sua vez se fez de desentendido no assunto.

A criança não tinha culpa de nada, não escolheu vir a este mundo, mas foi o ponto que levou o casamento ao fundo do poço. Erika e Fabio ficaram em extremos opostos: pra ela era o filho dela, pra ele um estranho…

Um estranho que, só de existir, lembrava ele de tudo que viveu, fazia ele se sentir culpado pela própria decadência moral, que arrastou a mulher junto…

Erika e Fabio decidiram fazer terapia de família, pra botar todas as cartas na mesa e tentar reconstruir uma situação complexa, onde cada um teria que ser responsável pelos próprios atos.

Não importa quem escreveu essa história, é só uma história de vida…

Gostaria de saber sua opinião sobre esse relato. Me escreva com o título ‘OS HOMENS DE ERIKA’ para dulces.placeres@live.com

1 comentários - Homens da Erika

Bueno, estuvo interesante, aunque yo la hubiera dejado con su embarazo, quien la mandó a ser tan golosa, pero Fabio es más tonto y le ganó el dizque "amor " jejeje