Minha primeira enfiada com um homem

Olá, vou me apresentar: sou Ezequiel e vou contar minha primeira vez com um homem. Eu tinha 16 anos e, embora desde os 14 eu e um amigo da escola nos masturbássemos e chupássemos um ao outro, parecia que não passava daquilo, além de algumas vezes enfiar coisas no meu cu. Eu era um cara que jogava muito futebol e sempre estava fora de casa, então isso me mantinha em boa forma física. 1,68m, olhos castanhos, cabelo castanho curto. Como já tinha largado a escola, comecei a trabalhar como ajudante de pedreiro, mas o serviço era pouco na época, então tínhamos que ir para outras cidades. Dessa vez, fomos para a cidade vizinha maior, mas a 100km de distância, então, pra não ficar indo e voltando, a gente ficava na obra, que era uma casa que tínhamos que levantar do zero. Todo dia vinha o dono, Héctor, 40 anos, 1,70m, barriga, cabelo curto preto e pele branca. Na primeira vez que ele falou comigo, algo me chamou a atenção; acho que nos curtimos de imediato, mesmo que tenha sido só um oi. Assim os dias foram passando, todo dia eu conversava com Héctor, embora nenhum de nós dois desse sinais de intenção de nada. Os fins de semana eram nossa folga, então voltávamos pra cidade. Na sexta, ele me perguntou se eu queria ir pintar a casa dele, que me pagava por fora. Eu disse que sim. De tarde, ele chegou na caminhonete dele e mandou eu levar minhas coisas, que ia ficar na casa dele. Chegamos, era uma casa pequena mas muito bonita no centro da cidade. Ele me levou pro quarto onde eu ia ficar e disse pra eu me sentir à vontade. Tomei banho e saí. Ele estava na sala, sentado num sofá. Sentei pra conversar com ele. Ele disse que a gente ia ficar sozinho, que a mulher tinha ido uns dias pra casa da mãe. Me perguntou se eu sabia jogar padel. Eu disse que não, nunca joguei na minha cidade; além de jogar futebol, a única coisa era chutar sapo na praça, haha. "Não importa", ele disse, "aqui tenho umas coisas, vai se trocar e a gente sai." Peguei uma sacola. Tinha um tênis de marca, meia da mesma marca, calça, camiseta, uma raquete e uma cueca — ou foi o que pensei. Quando abri pra... Quando me troquei, percebi que era uma calcinha feminina tipo fio dental, mas não tão exagerada. Sorri sozinho e experimentei. Nunca tinha usado roupa de mulher e me senti muito feminino, quase uma menina. Coloquei o resto e saí. Ele já estava me esperando na porta pra sair. #Gostou da roupa? *Sim, Dom Héctor, é super confortável. #Agora é toda sua, mas vamos assim, chegamos e não tem ninguém na quadra. Quando vou passar pela porta, ele pega minha mão e me puxa contra ele. Ficamos frente a frente sem dizer nada, ele começa a me beijar e a agarrar minha bunda. Já tava a mil, senti o pau dele por cima da calça e tava duro. Ele abaixou, tirou meu pau pra fora e ficou cheirando e dando beijos. Só fez isso. Levantou e disse: "Bom, vamos". E fomos. Jogamos uma hora, compramos comida, vinho e voltamos. Minha mente só pensava no pau dele e nos beijos dele. Chegamos e dentro de casa ele fez a mesma coisa de me beijar, mas dessa vez eu avançava, beijava com vontade e queria que ele metesse a língua. Ele pegou minha mão e levou até a bunda dele, eu acariciava por fora da calça. Ele abaixou minha cueca de novo e cheirou meu pau, dessa vez lambeu e chupou por um bom tempo. Depois tirou minha camiseta e me cheirou por todo lado, me beijou nas costas, na bunda e nas panturrilhas. Me levou pro banheiro e tomamos banho juntos. O tempo todo ele ensaboava meu cu e enfiava um dedo. Eu falava "devagar, que arde" e ele parava, mas um segundo depois voltava a fazer. Desde que chegamos em casa, não dissemos uma palavra, só beijos e apalpadas. Ele mandou eu sair primeiro, saí e estava me secando. Ele saiu e começou a me secar com uma toalha. Secou bem minhas costas, peitos, pau, pernas e minha bunda. Pediu pra eu me abaixar. Fiquei de quatro. Ele disse: "Não, assim não". Me fez ficar de cócoras, flexionando as pernas, com a bunda aberta. Ele passava a toalha no meu cu e fazia a toalha roçar. Isso me excitava, e ele também. Levantou e quando eu quis me levantar, ele disse que não. Colocou o pau dele na frente do meu rosto e passava ele pelo meu rosto, pelos meus lábios, pelos meus olhos. Não Aguentei mais e comecei a chupar a buceta dela, apertava e chupava de mil jeitos, demorou uns 5 minutos pra encher minha boca de porra, uma porra grossa e com gosto forte, diferente da do meu amigo, não consegui engolir mesmo querendo, ele terminou de se secar, eu enxaguei a boca e fomos comer, minha pica tava doendo de tanto tempo dura, tomamos o vinho e isso me deixou ainda mais excitado, fiquei o tempo todo tocando nele, fomos pro quarto dele, me despi e deitei na cama, ele começou a chupar minha pica de um jeito bem devagar, era mais lambidas e ele parava, chupava minhas bolas, levantou minhas pernas e mandou eu segurar, abrindo minha bunda, e começou a chupar meu cu com força, a língua dele fazia pressão e abria meu cu só com a saliva, enfiava um dedo, dois com facilidade, quase gozei, ele parou e se deitou de bruços na cama, comecei a beijar as costas dele, ele ficou de quatro e eu comecei a chupar o cu dele igual ele fez antes, notei que a pica dele tava bem dura de novo, tava tão excitado que pedi pra ele me comer, deitei de bruços e ele me colocou na beirada da cama, na quina, quase com meus joelhos no chão, sentia a pica dele forçando meu cu mas não entrava, falei que tava doendo muito, até aquele momento o mais que abri meu cu foi uma cenoura e não era muito grande, da mesinha de cabeceira ele pegou um pote de vaselina e com um dedo passou na entrada do meu cu, depois enfiou um e depois outro, me surpreendeu a facilidade que entravam e isso me excitou ainda mais, me mexia como se tentasse agarrar aqueles dedos com meu cu, ele tirou e passou vaselina na pica dele e tentou me penetrar de novo, dessa vez se ajudou mais com a mão e eu ajudei com minha cintura pra achar uma posição melhor, de repente sinto como se algo cedesse e a cabeça dele começa a entrar, a experiência mais dolorosa que senti no meu cu até aquele momento, não se mexe, ele falou, eu quase chorando pedia pra ele sair, começou a arder as bordas do meu cu, ele não saiu, pelo contrário, continuou enfiando mais pica até sentir que tava bem dentro. Grudado em mim, e minha buceta já não doía tanto, a excitação voltou. Ele começou a se mover bem devagar. Quando percebi que não doía mais, comecei a rebolar em círculos com o quadril, e de repente ele começou a sair e entrar, puxando ar do meu cu uma e outra vez. Depois, começou a bombar com força até meter bem fundo. Saiu e gozou por toda a minha costa. Deitou e me pediu pra encher a boca dele de porra. Pra falar a verdade, não foi difícil. Foi incrível ver ele engolir toda a porra e depois chupar meu pau. Terminamos dormindo juntos. No dia seguinte foi parecido. Domingo ele me levou pra casa. Depois, a gente repetia durante a semana em hotéis, mas isso já é outra história. Ele arrombou meu cu, sangrou uns três dias, fiquei com muito medo, mas depois passou.

1 comentários - Minha primeira enfiada com um homem

Me gusto el relato de como disfrutaron cojiendo los dos t van los 10