Continuam os encontros entre Sebas e Fer.

Quarta-feira, 23h. Fer tá no quintal brincando com o Rufito, enquanto espera a máquina de lavar terminar com os cobertores do Sebas. Depois do que rolou naquela manhã, era mais que necessário jogar tudo pra lavar, não só porque ficaram cheios da porra do Sebas e dos fluidos da Fer, mas porque qualquer um a menos de dois metros de distância reconheceria aquele cheiro que exalavam, cheiro de sexo.
Então, pra não arrumar confusão, caso o pai dela entrasse no quarto do irmão, a Fer decidiu trocar os cobertores e abrir a janela do quarto pra arejar. Junto com os cobertores, ela também ia lavar o pijama que ficou encharcado dos sucos dela.
Mesmo tentando brincar com a bola e jogá-la pro Rufito, ainda voltava na cabeça dela o que tinha acontecido. Ela tinha tido, de longe, o melhor orgasmo da sua curta vida. Levou quase 5 minutos pra se recuperar, se sentia sem forças, com o corpo super sensível e relaxado, nem se preocupou quando o Sebas saiu do banheiro e viu ela ali, toda esticada na cama dele com um sorriso no rosto.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Bom, vejo que você também se aliviou – disse ela, dando um sorriso.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Uuufff… isso foi… intenso – disse quase sem fôlego.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Gosto de você, Fer. Você também tem direito aos seus próprios momentos de prazer.
Nisso, ela tirou a toalha que cobria só a parte de baixo do corpo. Mostrando sem nenhum pudor, a rola flácida e nua dele. Fer virou pra olhar, mesmo estando com sono, parecia grossa e comprida, ela gostava que o Sebas andasse depilado, porque a impressão era muito maior. Sebas então, andou pelo quarto se vestindo enquanto a irmã olhava atentamente. Ela adorava ver ele caminhar e ver o pauzão balançar de um lado pro outro. Mas também não perdeu a chance de ver o resto do corpo do irmão, as costas largas e definidas, as nádegas redondas e firmes de tanto malhar, os ombros, os tríceps... como é que ela nunca tinha reparado como o Sebas era gostoso?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Beleza, maninha – disse ele quando finalmente ficou pronto – Vou pro trampo, por favor, qualquer coisa que precisar ou se rolar algo, me manda um zap ou me liga se for preciso.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sim, tá bom.
-A gente se vê daqui a pouco.
Sebas chegou perto da cama, se inclinou e deu um beijo na testa da Fer, depois saiu do quarto.
Quando a Fer terminou de estender os cobertores e as roupas, percebeu que não tinha nenhum plano pro resto do dia. Na real, na maioria das vezes ela saía com o Irving pra comer, bater um papo, ou ia com alguma amiga fazer compras, fazer as unhas ou só praticar alguma coisa de maquiagem, mas naquela quarta-feira, nenhuma dessas opções tava disponível. Na verdade, o círculo social da Fer era pequeno, porque por causa do corpo dela, mais especificamente da bunda enorme, muitas vezes os supostos "amigos" acabavam tentando dar em cima dela, alguns até ficavam enchendo o saco por um tempão. Por outro lado, as "amigas" dela acabavam sendo umas falsas, que pelas costas falavam mal dela, dizendo que ela era gorda, que era uma puta de bunda grande e os caralho, só porque na maioria das vezes ela acabava sendo o centro das atenções entre os caras e, claro, os que as "amigas" dela gostavam passavam reto e iam direto nela.
Fer sem saber o que fazer, foi pra sala e se deitou no sofá, Rufito seguiu ela e pulou pra fazer companhia. Pegou o celular e ficou rolando o Instagram, vendo fotos e vídeos, a maioria de maquiagem, dando uns likes e comentando de vez em quando. Ficou nessa por uns 20 minutos, até começar a encher o saco. O dia tava tão bonito que dava preguiça ficar em casa e desperdiçar ele, e bem na hora que ia fechar o perfil e ver o que fazer, apareceu uma atualização da amiga dela, Majo.
Na storie, a amiga gostosa dela tava triste e puta, mesmo tentando disfarçar falando que nem todo dia é bom, mas que tem que encarar com a melhor atitude. Talvez isso colasse com a maioria dos seguidores, mas Fer sabia reconhecer na hora quando alguém tava mentindo.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Amiga, o que foi? Cê tá bem? – escreveu na mensagem.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Ei, oi meu amor, como você tem passado? – respondeu depois de uns minutos.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Beleza beleza, e aí, sua princesa? Tô te achando meio estranha.
-Pois é, a real é que preciso desabafar essa parada que tô carregando.
-Se quiser, a gente pode se ver, vamos tomar um negócio e você me conta, cê sabe que sempre pode contar comigo, baby.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Ah sim! Tô morrendo de saudade de ver você, que tal a gente se ver daqui a pouco?
Desculpe, não posso realizar essa tradução.Claro que sim, gostosa.
Fer então foi pro quarto, do seu armário enorme escolheu um vestido preto colado, perfeito pro dia quente pra caralho que tava fazendo, os tênis Adidas branco clássico dela e, por via das dúvidas, uma jaqueta jeans pra acompanhar. Claro, também pegou os pincéis e a maquiagem, pra não perder muito tempo. Depois que deixou tudo à mão, foi tomar banho.
Quarta-feira, 19h30. Fer estava chegando em casa. Tinha passado a maior parte do dia com a Majo, verdade seja dita, fazia um tempão que elas não se viam, então levaram horas para se atualizar e, claro, pra resolver o problema da amiga. Por mais de 2 horas, Fer ouviu atentamente a amiga, que, aos berros e com gestos, às vezes até quase chorando, contou cada um dos seus problemas. Quando terminou, Fer só se aproximou e abraçou ela, forte, por vários minutos. Até que Majo delicadamente se afastou, com um sorriso agradeceu pelo tempo que tiveram pra se ver e desabafar, um pouco mais animada, as duas foram fazer compras.
Fer tava carregando umas sacolas com maquiagem e umas blusas. Tava difícil subir as escadas com elas, tinha andado pra caramba nas lojas de departamento, foi um alívio finalmente chegar no quarto dela e se jogar na cama por uns minutos. Ficou assim, fechando os olhos e curtindo a sensação de alívio.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Ei, você tá bem? – perguntava uma voz conhecida.
Abriu os olhos, provavelmente tinha dormido uns 10 minutos. Na porta do quarto, estava o irmão dela, ainda com a roupa do trabalho e dando um sorriso pra ela.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.É… sim, só tava deitadinha um pouco.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Se é o que eu tô vendo – disse rindo – dia cansado, hein?
Bom, vou indo então, vou me trocar e comer alguma coisa – olhando pra minha irmã de cima a baixo, completo – você tá muito gostosa, maninha.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Valeu – respondo meio corada.
Sebas foi embora e deixou ela sozinha, Fer sentia algo vibrando, o amigo dela Irving finalmente aparecia. Ele tinha começado a mandar um monte de mensagens no Whatsapp, Fer respondeu e a conversa começou.
Nos 25 minutos seguintes, Fer leu atentamente tudo o que Irving mandava. Ele contava com todos os detalhes que tinha ido a uma agência de modelos, que muitos caras eram lindos pra caralho (Irving era gay) e que, conversando com algumas pessoas, tinha descoberto que mais de um era bem dotado.
Desculpe, não posso traduzir esse texto.Imagina só? – dizia o amigo – Um desses gostosões, bonitos, altos e de rabão te pegar e te foder.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Hahaha mas como você é quando tá de putinha
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Ai! Como se não quisesse, bem que você tá precisando de uma boa foda.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Hahaha, cala a boca, sua idiota!
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Você ri porque sabe que é verdade. Eu, sinceramente, se me deixasse pegar por um desses, se for verdade o que falam do pau deles, me dá calafrio só de pensar no que podem fazer com você.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Hahahahaha
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Tô falando sério, Fer, com certeza vão te deixar sem conseguir sentar direito por um mês, mas com certeza vão te dar uma fodida pra lembrar.
Te digo – acrescento – se eu tivesse um desses em casa, ficava excitando ele o dia inteiro até ele me comer.
Fer continuou rindo por um tempo, o amigo gay dele quando começava a falar de sexo era extremamente engraçado. Depois, releu a última mensagem e pensou: "bom, eu tenho um em casa, tomara que ele não descubra".
E aí ela percebeu uma coisa, tinha uma em casa, tinha uma em casa!
Santo Deus, o irmão dela e ela estavam sozinhos de novo. Ela olhou o relógio, ainda faltava pelo menos uma hora e quinze pra o pai chegar do trabalho.
Ah, não, mas o que será que o Sebas vai pensar? Que eu só fico pensando em sexo, que sou uma tarada" pensou. "Além disso, ele deve estar cansado e sem vontade, até porque de manhã eu gozei pra caralho.
Tentando se livrar das dúvidas, começou então a se trocar, tirou o vestido e os tênis pra vestir algo mais confortável, optou por colocar um conjunto rosa que às vezes usava pra dormir, uma blusinha bem leve e um short que não conseguia cobrir toda aquela bunda enorme dela. Bem na hora que tinha terminado de se trocar, o irmão dela bateu na porta de novo.

Sebas agora tava só de calça leve, o torso nu deixava à mostra os músculos do abdômen e o peitão trincado.
Ao ver ele, Fer sorriu ao pensar que Irving ia ficar louco com um homem daquele… e isso sem contar o que ele tinha entre as pernas.
-Fer vinha te falar...
Desculpe, não posso traduzir esse texto.Sim?
Sebas ficou besta olhando pra irmã gostosa dele vestida tão leve. A real é que ele nunca imaginou que fosse ver a irmã de outro jeito, tipo, claro que já tinha visto a Fer antes de pijama, de shortinho e até de biquíni, mas todas essas vezes, sempre a viu como irmão. E agora, uma parte pequena dentro dele, a via com desejo.
Olhava diretamente pras tetas dela, percebendo que não tava usando sutiã, porque os bicos já começavam a marcar no tecido. Desceu o olhar um pouco, vendo como os quadris largos desenhavam uma silhueta curvilínea nela. O shortinho, pelo jeito que tava esticado, dava a entender que mal dava conta de tanta carne. Por fim, as pernas, grossas e firmes, eram tão sensuais e robustas que foi inevitável pensar que alguém morreria fácil com a pressão daquelas coxas tão suculentas.
Bom, pelo menos eu morreria feliz", pensou.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.E aí, Sebas?" – disse Fer sorrindo – "você ficou mudo do nada.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.É… é que – disse ela recuperando a razão – caralho, você já se olhou no espelho?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Hehehe claro, idiota, por que você tá falando isso?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Pois é, olha só pra você, tá uma gostosa.
Fer ria, adorava ver o irmão impressionado com o corpo dela. Sebas estendeu a mão, Fer pegou, puxando-a para perto dele, fez ela dar uma volta para poder admirá-la de todos os ângulos, Fer, corada, girou.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Não! É sério, maninha – disse quando ficou de frente pra ele de novo – o homem que ficar com você vai ser infinitamente sortudo.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Hahahahaha valeu, maninho.
Mas – disse ela, encostando uma de suas pernas na virilha do irmão – eu poderia dizer o mesmo de você. A mulher que estiver contigo vai ficar muito satisfeita com… tudo.
Sebas sentiu o leve roçar, deu um cócegas gostoso naquela parte. Fer, divertida, puxou Sebas até a cama e jogou ele nela. Começou a bater nele com os bichinhos de pelúcia e travesseiros, brincando como sempre fizeram desde que eram crianças.
Ambos riam enquanto tentavam se acertar um no outro, assim continuaram brincando por uns minutos, até que Sebas conseguiu desviar um dos golpes de Fer e rapidamente a abraçou pela cintura. Deixando-se cair de um jeito que ela ficasse por cima dele, os dois olhando pro teto, com o peito de Sebas sendo o abrigo perfeito pras costas de Fer.
Sebas começou a fazer cócegas na barriga dela, Fer era muito sensível nessa parte, começou a dar altas gargalhadas enquanto tentava se soltar, se debatendo e se mexendo de um lado pro outro pra se livrar, mas a força do irmão era muito maior.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Já, já chega — disse por fim — me rendo.
Sebas então parou, os dois respirando fundo pra recuperar o fôlego depois de toda a correria. Fer virou pra olhar pro irmão, que deu um sorriso pra ele. E os dois ficaram se encarando em silêncio, até que, num impulso, Fer beijou ele.
Foi um beijo terno, cheio de carinho. Sebas correspondeu brincando com os lábios dela, mas, com o passar dos segundos, o beijo foi ficando muito mais safado.
Fer se separou, continuou olhando nos olhos do irmão, enquanto mordia o lábio inferior. Instintivamente, começou a mexer os quadris, suas nádegas redondas e enormes tinham ficado na altura da pica do Sebas. Que já estava meio inchada por causa de todas as roçadas que vinham tendo. O tesão só aumentava, Fer sentia que aquela besta aos poucos ia acordando e isso a excitava. Principalmente o fato de ter os braços fortes do irmão a prendendo enquanto, de forma descarada, a pica enorme dele descansava colada na sua bunda gigante.
Os roçados iam e vinham, os dois continuavam se olhando, embora já não com sorrisos ou carinho, aos poucos as expressões tinham mudado para desejo, para tesão.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Assim não me pega – disse quando sentiu que a força do irmão já tava incomodando – melhor, me pega aqui.
Pego as mãos do Sebas, que se deixou guiar, e elas acabaram segurando os peitos da Fer. Isso fez com que o Sebas sentisse a pica ficar dura, a Fer percebeu e sorriu. O Sebas não podia acreditar que aquilo estava acontecendo, ele estava debaixo da irmã, com a pica já quase dura sendo esmagada pelas bundonas dela e agora, ainda segurava os peitos dela.
Mas não teve muito tempo pra pensar nisso, automaticamente, começou a apertá-las, a brincar com elas, mesmo não sendo muito grandes, pareciam ter o tamanho perfeito, já que cada uma cabia certinho em cada uma das suas mãos enormes. Fer sentindo as carícias de Sebas nos peitos aumentarem, jogou a cabeça pra trás fechando os olhos, sem parar de rebolar na pica do irmão.
Sebas já acompanhava esse movimento com a pélvis, tentando se encaixar no ritmo dela, sentindo como a cada segundo, a pica começava a lutar pra sair do cativeiro. Sentindo o tesão no corpo aumentar e fazer ele esquecer que aquele corpo tão desejado era da própria irmã.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Aaahhh Sebas, tira elas.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sério mesmo?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sim, faz isso, quero que você veja elas – disse Fer, ofegante.
O irmão dela então levantou a blusa e deixou à mostra um par de peitinhos redondos, bem durinhos, com uns pequenos mamilos rosados já eretos de tesão.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Você gosta? – perguntou Fer com luxúria.
-Si– disse pegando nelas de novo – são muito gostosas.
O contato de outra pessoa, pele com pele nos peitos dela a fez tremer. Em menos de um segundo, a buceta dela já era um mar de sucos. A tesão nela aumentava tão rápido que os movimentos do quadril ficavam cada vez mais obscenos, como se a bunda dela tivesse vida própria e soubesse que, contra ela, estava uma piroca grossa e comprida ameaçando. Claro, esses movimentos não passaram despercebidos por Sebas, que instintivamente foi descendo uma das mãos até a virilha da irmã.
Quando a Fer sentiu a mão na altura do umbigo, ela a segurou. Por um segundo, sabia o que vinha e pensou que o melhor era deixar as coisas como estavam e que os dois acabassem sozinhos no quarto. Mas o corpo e o tesão dela superaram rápido aquele pequeno momento de lucidez, deixando a mão do Sebas continuar descendo e entrar dentro do shortinho dela.
Quando a mão fez contato com a buceta molhada, Fer fechou os olhos e soltou um gemido que mostrava prazer e aprovação. Sebas, ao ouvir isso, sabia que podia continuar sem nenhum impedimento, então começou a passar os dedos por toda a fenda da sua irmãzinha.
Ao fazer isso, ela percebeu que estava mais do que encharcada, e ao enfiar um dos dedos, notou que lá dentro estava pegando fogo, mas, acima de tudo, que aquilo era extremamente apertado. A buceta se contraía de um jeito peculiar em volta do dedo dele, como se desse pequenas "mordidinhas" no invasor, como se o convidasse a ir mais fundo, ou, nesse caso, a que mais dedos fossem se juntando.
Seguindo o que ela pedia, Sebas agora enfiava dois dedos, e com o polegar, tentava fazer o clitóris sair do esconderijo pra estimular. Logo conseguiu, e a buceta já parecia uma presa transbordando de tanto suco que soltava, começaram a soar os clássicos sons de chapinhar, enquanto os dedos de Sebas se enfiavam sem piedade naquela buceta, cada vez mais rápido.
Fer não parava de gemer, aquela situação era surreal, seu gentil e lindo irmão estava debaixo dela, com o pau duro, aquela piroca apontando pra bunda dela. Com uma mão ele amassava uma das tetas dela e com a outra, tinha começado a enfiar os dedos na buceta dela, estimulando-a.
A cabeça dela tava a mil, sem controle nenhum dos pensamentos nem do corpo, o tesão já era tanto que ela só reagia por puro instinto sexual. O corpo dela se mexia sozinho, rebolando a bunda pra massagear a piroca grossa que lutava pra sair, e jogando a cintura pra baixo pra que aqueles dedos que entravam e davam tanto prazer na buceta dela não parassem nunca.
Mas Sebas já não aguentava a pressão de ter a pica estourando sob o peso daquela bunda gorda e carnuda, então, parando um momento, ele levantou a Fer com seus braços fortes e a jogou pra cima, deixando agora os peitos dela na altura do rosto dele. Aproveitando isso, ele retomou o mete e tira que fazia com os dedos enquanto, abrindo bem a boca, chupou um dos peitos da Fer.
Fer gemia sem parar. Não, isso já era demais, agora não só enfiava os dedos na buceta, como também estava chupando os peitos dela! Ela sentia que ia ter um troço, o coração batia rápido demais, começou a suar e a buceta pulsava como se, a qualquer momento, algo fosse sair dali, como se pedisse que aqueles dedos fossem substituídos por algo mais grosso e mais duro.
Sentir a boca do irmão chupando os mamilos dela deixou ela louca, já nem sabia mais o que fazia, só queria mais, precisava urgentemente do alívio do orgasmo. Tava num nível de tesão tão grande que, em mais alguns segundos, igual uma puta no cio, ela teria puxado o ferro quente enorme que o irmão tinha de pau e, sem cerimônia, enfiado até o fundo.
Porém, quando as últimas defesas estavam caindo, Sebas parou. Com um movimento de quadril, ergueu o corpo dele junto com o de Fer (o que fez ela perceber a força que ele também tinha naquela parte) e liberou o pauzão dele.
Como uma desesperada atrás de água no deserto, a Fer tentou ver ele, Deus, ela precisava urgentemente de uma pica! E ali tinha a maior e mais gostosa que já viu na vida. Mas aí, o Sebas começou a chupar o peito dela com tanta paixão que ela não teve outra escolha senão começar a gritar de prazer. O que o irmão dela aproveitou pra puxar o tecido do short e a calcinha minúscula, deixando só uma parte da buceta à mostra, e então, segurando a pica bem firme, começou a dar batidinhas na buceta da irmã.
Fer sentiu aquela cock enorme, quente e dura como aço, batendo na buceta dela. Era só uma parte, mas ela sentiu a pele fervendo da cabeça grossa na sua buceta rosada, sentiu ela grossa, pesada, fazendo um barulho extremamente sensual a cada batida. Como se a besta ameaçasse partir ela ao meio a qualquer momento.
E aí ela ficou de cabeça vazia, gritou, arqueou as costas e o corpo inteiro tremeu. Pela segunda vez na vida e no mesmo dia, o irmão dela fez ela ter um squirt violento.
Fer estava na cama dela, ainda gemendo, tentando recuperar o fôlego, sem sentir força nas pernas. Sebas tinha guardado o pau enorme dele e dava beijinhos ternos no rosto dela. Enquanto tentava colocar tudo no lugar. A calça dele estava encharcada, não sabia que a irmãzinha dele podia ter orgasmos tão violentos, embora pensando bem, o mesmo tinha acontecido com ele de manhã.
Depois que os bichinhos de pelúcia e os travesseiros foram arrumados, peguei uma coberta e cobri a Fer, mas não sem antes dar uma boa olhada naquele parzão de rabo.
Quase saindo, Fer reagiu e, olhando pra ele, disse.
-Sebas… —disse quase sussurrando— o que você ia me dizer?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Ah é verdade – disse com uma risada nervosa – ia te falar que vou pedir uns dias no trampo, pra você não ficar sozinha em casa nos dias que o pai vai pra Guadalajara.
Fer sorriu. Olhou atenta para a calça do irmão, que por causa da umidade, tinha grudado quase como uma segunda pele, marcando todo o pau grosso e comprido dele, que ainda estava meio duro. Lambeu os lábios, desejando com todas as forças que dessem aqueles dias de folga pro irmão e poder passar uma semana inteira com ele… e com aquela piroca enorme.
Continua...
Se você chegou até aqui, muito obrigado por ler, comentar e pelos pontos. :D

Quarta-feira, 23h. Fer tá no quintal brincando com o Rufito, enquanto espera a máquina de lavar terminar com os cobertores do Sebas. Depois do que rolou naquela manhã, era mais que necessário jogar tudo pra lavar, não só porque ficaram cheios da porra do Sebas e dos fluidos da Fer, mas porque qualquer um a menos de dois metros de distância reconheceria aquele cheiro que exalavam, cheiro de sexo.
Então, pra não arrumar confusão, caso o pai dela entrasse no quarto do irmão, a Fer decidiu trocar os cobertores e abrir a janela do quarto pra arejar. Junto com os cobertores, ela também ia lavar o pijama que ficou encharcado dos sucos dela.
Mesmo tentando brincar com a bola e jogá-la pro Rufito, ainda voltava na cabeça dela o que tinha acontecido. Ela tinha tido, de longe, o melhor orgasmo da sua curta vida. Levou quase 5 minutos pra se recuperar, se sentia sem forças, com o corpo super sensível e relaxado, nem se preocupou quando o Sebas saiu do banheiro e viu ela ali, toda esticada na cama dele com um sorriso no rosto.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Bom, vejo que você também se aliviou – disse ela, dando um sorriso.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Uuufff… isso foi… intenso – disse quase sem fôlego.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Gosto de você, Fer. Você também tem direito aos seus próprios momentos de prazer.
Nisso, ela tirou a toalha que cobria só a parte de baixo do corpo. Mostrando sem nenhum pudor, a rola flácida e nua dele. Fer virou pra olhar, mesmo estando com sono, parecia grossa e comprida, ela gostava que o Sebas andasse depilado, porque a impressão era muito maior. Sebas então, andou pelo quarto se vestindo enquanto a irmã olhava atentamente. Ela adorava ver ele caminhar e ver o pauzão balançar de um lado pro outro. Mas também não perdeu a chance de ver o resto do corpo do irmão, as costas largas e definidas, as nádegas redondas e firmes de tanto malhar, os ombros, os tríceps... como é que ela nunca tinha reparado como o Sebas era gostoso?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Beleza, maninha – disse ele quando finalmente ficou pronto – Vou pro trampo, por favor, qualquer coisa que precisar ou se rolar algo, me manda um zap ou me liga se for preciso.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sim, tá bom.
-A gente se vê daqui a pouco.
Sebas chegou perto da cama, se inclinou e deu um beijo na testa da Fer, depois saiu do quarto.
Quando a Fer terminou de estender os cobertores e as roupas, percebeu que não tinha nenhum plano pro resto do dia. Na real, na maioria das vezes ela saía com o Irving pra comer, bater um papo, ou ia com alguma amiga fazer compras, fazer as unhas ou só praticar alguma coisa de maquiagem, mas naquela quarta-feira, nenhuma dessas opções tava disponível. Na verdade, o círculo social da Fer era pequeno, porque por causa do corpo dela, mais especificamente da bunda enorme, muitas vezes os supostos "amigos" acabavam tentando dar em cima dela, alguns até ficavam enchendo o saco por um tempão. Por outro lado, as "amigas" dela acabavam sendo umas falsas, que pelas costas falavam mal dela, dizendo que ela era gorda, que era uma puta de bunda grande e os caralho, só porque na maioria das vezes ela acabava sendo o centro das atenções entre os caras e, claro, os que as "amigas" dela gostavam passavam reto e iam direto nela.
Fer sem saber o que fazer, foi pra sala e se deitou no sofá, Rufito seguiu ela e pulou pra fazer companhia. Pegou o celular e ficou rolando o Instagram, vendo fotos e vídeos, a maioria de maquiagem, dando uns likes e comentando de vez em quando. Ficou nessa por uns 20 minutos, até começar a encher o saco. O dia tava tão bonito que dava preguiça ficar em casa e desperdiçar ele, e bem na hora que ia fechar o perfil e ver o que fazer, apareceu uma atualização da amiga dela, Majo.
Na storie, a amiga gostosa dela tava triste e puta, mesmo tentando disfarçar falando que nem todo dia é bom, mas que tem que encarar com a melhor atitude. Talvez isso colasse com a maioria dos seguidores, mas Fer sabia reconhecer na hora quando alguém tava mentindo.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Amiga, o que foi? Cê tá bem? – escreveu na mensagem.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Ei, oi meu amor, como você tem passado? – respondeu depois de uns minutos.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Beleza beleza, e aí, sua princesa? Tô te achando meio estranha.
-Pois é, a real é que preciso desabafar essa parada que tô carregando.
-Se quiser, a gente pode se ver, vamos tomar um negócio e você me conta, cê sabe que sempre pode contar comigo, baby.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Ah sim! Tô morrendo de saudade de ver você, que tal a gente se ver daqui a pouco?
Desculpe, não posso realizar essa tradução.Claro que sim, gostosa.
Fer então foi pro quarto, do seu armário enorme escolheu um vestido preto colado, perfeito pro dia quente pra caralho que tava fazendo, os tênis Adidas branco clássico dela e, por via das dúvidas, uma jaqueta jeans pra acompanhar. Claro, também pegou os pincéis e a maquiagem, pra não perder muito tempo. Depois que deixou tudo à mão, foi tomar banho.
Quarta-feira, 19h30. Fer estava chegando em casa. Tinha passado a maior parte do dia com a Majo, verdade seja dita, fazia um tempão que elas não se viam, então levaram horas para se atualizar e, claro, pra resolver o problema da amiga. Por mais de 2 horas, Fer ouviu atentamente a amiga, que, aos berros e com gestos, às vezes até quase chorando, contou cada um dos seus problemas. Quando terminou, Fer só se aproximou e abraçou ela, forte, por vários minutos. Até que Majo delicadamente se afastou, com um sorriso agradeceu pelo tempo que tiveram pra se ver e desabafar, um pouco mais animada, as duas foram fazer compras.
Fer tava carregando umas sacolas com maquiagem e umas blusas. Tava difícil subir as escadas com elas, tinha andado pra caramba nas lojas de departamento, foi um alívio finalmente chegar no quarto dela e se jogar na cama por uns minutos. Ficou assim, fechando os olhos e curtindo a sensação de alívio.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Ei, você tá bem? – perguntava uma voz conhecida.
Abriu os olhos, provavelmente tinha dormido uns 10 minutos. Na porta do quarto, estava o irmão dela, ainda com a roupa do trabalho e dando um sorriso pra ela.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.É… sim, só tava deitadinha um pouco.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Se é o que eu tô vendo – disse rindo – dia cansado, hein?
Bom, vou indo então, vou me trocar e comer alguma coisa – olhando pra minha irmã de cima a baixo, completo – você tá muito gostosa, maninha.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Valeu – respondo meio corada.
Sebas foi embora e deixou ela sozinha, Fer sentia algo vibrando, o amigo dela Irving finalmente aparecia. Ele tinha começado a mandar um monte de mensagens no Whatsapp, Fer respondeu e a conversa começou.
Nos 25 minutos seguintes, Fer leu atentamente tudo o que Irving mandava. Ele contava com todos os detalhes que tinha ido a uma agência de modelos, que muitos caras eram lindos pra caralho (Irving era gay) e que, conversando com algumas pessoas, tinha descoberto que mais de um era bem dotado.
Desculpe, não posso traduzir esse texto.Imagina só? – dizia o amigo – Um desses gostosões, bonitos, altos e de rabão te pegar e te foder.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Hahaha mas como você é quando tá de putinha
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Ai! Como se não quisesse, bem que você tá precisando de uma boa foda.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Hahaha, cala a boca, sua idiota!
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Você ri porque sabe que é verdade. Eu, sinceramente, se me deixasse pegar por um desses, se for verdade o que falam do pau deles, me dá calafrio só de pensar no que podem fazer com você.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Hahahahaha
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Tô falando sério, Fer, com certeza vão te deixar sem conseguir sentar direito por um mês, mas com certeza vão te dar uma fodida pra lembrar.
Te digo – acrescento – se eu tivesse um desses em casa, ficava excitando ele o dia inteiro até ele me comer.
Fer continuou rindo por um tempo, o amigo gay dele quando começava a falar de sexo era extremamente engraçado. Depois, releu a última mensagem e pensou: "bom, eu tenho um em casa, tomara que ele não descubra".
E aí ela percebeu uma coisa, tinha uma em casa, tinha uma em casa!
Santo Deus, o irmão dela e ela estavam sozinhos de novo. Ela olhou o relógio, ainda faltava pelo menos uma hora e quinze pra o pai chegar do trabalho.
Ah, não, mas o que será que o Sebas vai pensar? Que eu só fico pensando em sexo, que sou uma tarada" pensou. "Além disso, ele deve estar cansado e sem vontade, até porque de manhã eu gozei pra caralho.
Tentando se livrar das dúvidas, começou então a se trocar, tirou o vestido e os tênis pra vestir algo mais confortável, optou por colocar um conjunto rosa que às vezes usava pra dormir, uma blusinha bem leve e um short que não conseguia cobrir toda aquela bunda enorme dela. Bem na hora que tinha terminado de se trocar, o irmão dela bateu na porta de novo.

Sebas agora tava só de calça leve, o torso nu deixava à mostra os músculos do abdômen e o peitão trincado.
Ao ver ele, Fer sorriu ao pensar que Irving ia ficar louco com um homem daquele… e isso sem contar o que ele tinha entre as pernas.
-Fer vinha te falar...
Desculpe, não posso traduzir esse texto.Sim?
Sebas ficou besta olhando pra irmã gostosa dele vestida tão leve. A real é que ele nunca imaginou que fosse ver a irmã de outro jeito, tipo, claro que já tinha visto a Fer antes de pijama, de shortinho e até de biquíni, mas todas essas vezes, sempre a viu como irmão. E agora, uma parte pequena dentro dele, a via com desejo.
Olhava diretamente pras tetas dela, percebendo que não tava usando sutiã, porque os bicos já começavam a marcar no tecido. Desceu o olhar um pouco, vendo como os quadris largos desenhavam uma silhueta curvilínea nela. O shortinho, pelo jeito que tava esticado, dava a entender que mal dava conta de tanta carne. Por fim, as pernas, grossas e firmes, eram tão sensuais e robustas que foi inevitável pensar que alguém morreria fácil com a pressão daquelas coxas tão suculentas.
Bom, pelo menos eu morreria feliz", pensou.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.E aí, Sebas?" – disse Fer sorrindo – "você ficou mudo do nada.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.É… é que – disse ela recuperando a razão – caralho, você já se olhou no espelho?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Hehehe claro, idiota, por que você tá falando isso?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Pois é, olha só pra você, tá uma gostosa.
Fer ria, adorava ver o irmão impressionado com o corpo dela. Sebas estendeu a mão, Fer pegou, puxando-a para perto dele, fez ela dar uma volta para poder admirá-la de todos os ângulos, Fer, corada, girou.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Não! É sério, maninha – disse quando ficou de frente pra ele de novo – o homem que ficar com você vai ser infinitamente sortudo.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Hahahahaha valeu, maninho.
Mas – disse ela, encostando uma de suas pernas na virilha do irmão – eu poderia dizer o mesmo de você. A mulher que estiver contigo vai ficar muito satisfeita com… tudo.
Sebas sentiu o leve roçar, deu um cócegas gostoso naquela parte. Fer, divertida, puxou Sebas até a cama e jogou ele nela. Começou a bater nele com os bichinhos de pelúcia e travesseiros, brincando como sempre fizeram desde que eram crianças.
Ambos riam enquanto tentavam se acertar um no outro, assim continuaram brincando por uns minutos, até que Sebas conseguiu desviar um dos golpes de Fer e rapidamente a abraçou pela cintura. Deixando-se cair de um jeito que ela ficasse por cima dele, os dois olhando pro teto, com o peito de Sebas sendo o abrigo perfeito pras costas de Fer.
Sebas começou a fazer cócegas na barriga dela, Fer era muito sensível nessa parte, começou a dar altas gargalhadas enquanto tentava se soltar, se debatendo e se mexendo de um lado pro outro pra se livrar, mas a força do irmão era muito maior.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Já, já chega — disse por fim — me rendo.
Sebas então parou, os dois respirando fundo pra recuperar o fôlego depois de toda a correria. Fer virou pra olhar pro irmão, que deu um sorriso pra ele. E os dois ficaram se encarando em silêncio, até que, num impulso, Fer beijou ele.
Foi um beijo terno, cheio de carinho. Sebas correspondeu brincando com os lábios dela, mas, com o passar dos segundos, o beijo foi ficando muito mais safado.
Fer se separou, continuou olhando nos olhos do irmão, enquanto mordia o lábio inferior. Instintivamente, começou a mexer os quadris, suas nádegas redondas e enormes tinham ficado na altura da pica do Sebas. Que já estava meio inchada por causa de todas as roçadas que vinham tendo. O tesão só aumentava, Fer sentia que aquela besta aos poucos ia acordando e isso a excitava. Principalmente o fato de ter os braços fortes do irmão a prendendo enquanto, de forma descarada, a pica enorme dele descansava colada na sua bunda gigante.
Os roçados iam e vinham, os dois continuavam se olhando, embora já não com sorrisos ou carinho, aos poucos as expressões tinham mudado para desejo, para tesão.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Assim não me pega – disse quando sentiu que a força do irmão já tava incomodando – melhor, me pega aqui.
Pego as mãos do Sebas, que se deixou guiar, e elas acabaram segurando os peitos da Fer. Isso fez com que o Sebas sentisse a pica ficar dura, a Fer percebeu e sorriu. O Sebas não podia acreditar que aquilo estava acontecendo, ele estava debaixo da irmã, com a pica já quase dura sendo esmagada pelas bundonas dela e agora, ainda segurava os peitos dela.
Mas não teve muito tempo pra pensar nisso, automaticamente, começou a apertá-las, a brincar com elas, mesmo não sendo muito grandes, pareciam ter o tamanho perfeito, já que cada uma cabia certinho em cada uma das suas mãos enormes. Fer sentindo as carícias de Sebas nos peitos aumentarem, jogou a cabeça pra trás fechando os olhos, sem parar de rebolar na pica do irmão.
Sebas já acompanhava esse movimento com a pélvis, tentando se encaixar no ritmo dela, sentindo como a cada segundo, a pica começava a lutar pra sair do cativeiro. Sentindo o tesão no corpo aumentar e fazer ele esquecer que aquele corpo tão desejado era da própria irmã.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Aaahhh Sebas, tira elas.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sério mesmo?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sim, faz isso, quero que você veja elas – disse Fer, ofegante.
O irmão dela então levantou a blusa e deixou à mostra um par de peitinhos redondos, bem durinhos, com uns pequenos mamilos rosados já eretos de tesão.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Você gosta? – perguntou Fer com luxúria.
-Si– disse pegando nelas de novo – são muito gostosas.
O contato de outra pessoa, pele com pele nos peitos dela a fez tremer. Em menos de um segundo, a buceta dela já era um mar de sucos. A tesão nela aumentava tão rápido que os movimentos do quadril ficavam cada vez mais obscenos, como se a bunda dela tivesse vida própria e soubesse que, contra ela, estava uma piroca grossa e comprida ameaçando. Claro, esses movimentos não passaram despercebidos por Sebas, que instintivamente foi descendo uma das mãos até a virilha da irmã.
Quando a Fer sentiu a mão na altura do umbigo, ela a segurou. Por um segundo, sabia o que vinha e pensou que o melhor era deixar as coisas como estavam e que os dois acabassem sozinhos no quarto. Mas o corpo e o tesão dela superaram rápido aquele pequeno momento de lucidez, deixando a mão do Sebas continuar descendo e entrar dentro do shortinho dela.
Quando a mão fez contato com a buceta molhada, Fer fechou os olhos e soltou um gemido que mostrava prazer e aprovação. Sebas, ao ouvir isso, sabia que podia continuar sem nenhum impedimento, então começou a passar os dedos por toda a fenda da sua irmãzinha.
Ao fazer isso, ela percebeu que estava mais do que encharcada, e ao enfiar um dos dedos, notou que lá dentro estava pegando fogo, mas, acima de tudo, que aquilo era extremamente apertado. A buceta se contraía de um jeito peculiar em volta do dedo dele, como se desse pequenas "mordidinhas" no invasor, como se o convidasse a ir mais fundo, ou, nesse caso, a que mais dedos fossem se juntando.
Seguindo o que ela pedia, Sebas agora enfiava dois dedos, e com o polegar, tentava fazer o clitóris sair do esconderijo pra estimular. Logo conseguiu, e a buceta já parecia uma presa transbordando de tanto suco que soltava, começaram a soar os clássicos sons de chapinhar, enquanto os dedos de Sebas se enfiavam sem piedade naquela buceta, cada vez mais rápido.
Fer não parava de gemer, aquela situação era surreal, seu gentil e lindo irmão estava debaixo dela, com o pau duro, aquela piroca apontando pra bunda dela. Com uma mão ele amassava uma das tetas dela e com a outra, tinha começado a enfiar os dedos na buceta dela, estimulando-a.
A cabeça dela tava a mil, sem controle nenhum dos pensamentos nem do corpo, o tesão já era tanto que ela só reagia por puro instinto sexual. O corpo dela se mexia sozinho, rebolando a bunda pra massagear a piroca grossa que lutava pra sair, e jogando a cintura pra baixo pra que aqueles dedos que entravam e davam tanto prazer na buceta dela não parassem nunca.
Mas Sebas já não aguentava a pressão de ter a pica estourando sob o peso daquela bunda gorda e carnuda, então, parando um momento, ele levantou a Fer com seus braços fortes e a jogou pra cima, deixando agora os peitos dela na altura do rosto dele. Aproveitando isso, ele retomou o mete e tira que fazia com os dedos enquanto, abrindo bem a boca, chupou um dos peitos da Fer.
Fer gemia sem parar. Não, isso já era demais, agora não só enfiava os dedos na buceta, como também estava chupando os peitos dela! Ela sentia que ia ter um troço, o coração batia rápido demais, começou a suar e a buceta pulsava como se, a qualquer momento, algo fosse sair dali, como se pedisse que aqueles dedos fossem substituídos por algo mais grosso e mais duro.
Sentir a boca do irmão chupando os mamilos dela deixou ela louca, já nem sabia mais o que fazia, só queria mais, precisava urgentemente do alívio do orgasmo. Tava num nível de tesão tão grande que, em mais alguns segundos, igual uma puta no cio, ela teria puxado o ferro quente enorme que o irmão tinha de pau e, sem cerimônia, enfiado até o fundo.
Porém, quando as últimas defesas estavam caindo, Sebas parou. Com um movimento de quadril, ergueu o corpo dele junto com o de Fer (o que fez ela perceber a força que ele também tinha naquela parte) e liberou o pauzão dele.
Como uma desesperada atrás de água no deserto, a Fer tentou ver ele, Deus, ela precisava urgentemente de uma pica! E ali tinha a maior e mais gostosa que já viu na vida. Mas aí, o Sebas começou a chupar o peito dela com tanta paixão que ela não teve outra escolha senão começar a gritar de prazer. O que o irmão dela aproveitou pra puxar o tecido do short e a calcinha minúscula, deixando só uma parte da buceta à mostra, e então, segurando a pica bem firme, começou a dar batidinhas na buceta da irmã.
Fer sentiu aquela cock enorme, quente e dura como aço, batendo na buceta dela. Era só uma parte, mas ela sentiu a pele fervendo da cabeça grossa na sua buceta rosada, sentiu ela grossa, pesada, fazendo um barulho extremamente sensual a cada batida. Como se a besta ameaçasse partir ela ao meio a qualquer momento.
E aí ela ficou de cabeça vazia, gritou, arqueou as costas e o corpo inteiro tremeu. Pela segunda vez na vida e no mesmo dia, o irmão dela fez ela ter um squirt violento.
Fer estava na cama dela, ainda gemendo, tentando recuperar o fôlego, sem sentir força nas pernas. Sebas tinha guardado o pau enorme dele e dava beijinhos ternos no rosto dela. Enquanto tentava colocar tudo no lugar. A calça dele estava encharcada, não sabia que a irmãzinha dele podia ter orgasmos tão violentos, embora pensando bem, o mesmo tinha acontecido com ele de manhã.
Depois que os bichinhos de pelúcia e os travesseiros foram arrumados, peguei uma coberta e cobri a Fer, mas não sem antes dar uma boa olhada naquele parzão de rabo.
Quase saindo, Fer reagiu e, olhando pra ele, disse.
-Sebas… —disse quase sussurrando— o que você ia me dizer?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Ah é verdade – disse com uma risada nervosa – ia te falar que vou pedir uns dias no trampo, pra você não ficar sozinha em casa nos dias que o pai vai pra Guadalajara.
Fer sorriu. Olhou atenta para a calça do irmão, que por causa da umidade, tinha grudado quase como uma segunda pele, marcando todo o pau grosso e comprido dele, que ainda estava meio duro. Lambeu os lábios, desejando com todas as forças que dessem aqueles dias de folga pro irmão e poder passar uma semana inteira com ele… e com aquela piroca enorme.
Continua...
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