Continuação da 3ª parte do meu relato, este é o último parágrafo do meu relato anterior para vocês não perderem o fio da meada.
Eu a recostei no encosto do banco sem parar de beijá-la e, com as duas mãos, agarrei aqueles limões bem durinhos, sentindo nas palmas das mãos dois — como descrever? — pequenos falanges de dedo indicador, duros, sensíveis, mas duros, e não tem nada melhor que os mamilos eretos de uma mulher. Ela gemeu, e com aquele gemido eu apertei os peitos pelas laterais e, fechando as mãos como se fosse agarrar uma latinha, apertei mais ainda até ficarem como aquelas bexigas que a gente apertava quando criança esperando que estourassem a qualquer momento, embora, claro, eu tenha feito com bem menos pressão, mas sem perder a firmeza do aperto.
Continuei descendo pelo abdômen dela com minha língua, sem parar de amassar aqueles peitos lindos, e comecei a brincar na lateral da barriguinha dela, aquela área que vai até a cintura. É uma coisa que às vezes dá cócegas nas mulheres, mas quando estão com tesão, deixa elas a mil. Nesse ponto, ela já gemia e agarrava meu cabelo como se estivesse acariciando, mas ao mesmo tempo com vontade de arrancar tudo. Parei por um segundo e tirei os tênis dela. Tentei abaixar a legging, mas com o tesão que já estava, estava sendo muito atrapalhado. Então ela mesma pegou minha mão com delicadeza e abaixou a legging sem se levantar. Pude admirar aquela linda calcinha fio dental preta de renda — quem, como eu, cresceu vendo Olmedo e Porcel, sabe bem do que estou falando. Não lembro se era Caro Cuore, é uma coisa que realmente me confundo, mas se não era, acertava em cheio. Dava para ver os pelinhos pubianos dela por transparência, e pelo que dava para adivinhar, estavam bem aparadinhos. Isso foi o suficiente para eu me perder de vez. Não tem nada melhor que o cheiro de uma mulher excitada antes de dar a melhor chupada de buceta da vida dela, não é? Tenho certeza que alguns cavalheiros concordam comigo. Resisti a tirar a calcinha dela, e quando ela tentou fazer isso, eu a segurei. Queria tomar meu tempo, mesmo sentindo que se eu puxasse a rola ali, ia banhá-la de porra… Me dediquei a brincar com minha língua no baixo ventre dela, descendo só um pouquinho da calcinha, percorrer as coxas internas dela (que à primeira vista não pareciam tão fibrosas) brincando num vai e vem desde antes do joelho até a borda que cobre aquela buceta linda que ficava mais e mais molhada esperando minha boca.
M: Faz! Faz agora que eu tô com muito tesão…
Sem dizer uma palavra, fiquei meio gelado por ouvir ela falar algo tão quente e ter ela naquela situação, tava com medo de soltar todo tipo de xingamento e dominar ela como a putinha que eu queria transformar, mordi a pussy dela! Sim, simples e diretamente mordi aquele pedaço lindo de carne partido ao meio e bem onde o clitóris dela ficasse completamente dentro da minha boca, ela soltou o primeiro grito, mas de prazer, e eu pude sentir o salgado da excitação dela.
M: Você tá me deixando louca, quero sentir você!
Eu continuei em silêncio e dei um tapa na pussy dela, seco, firme, e senti a reação dela, ela gostou! Meio que se assustou, mas adorou, os olhos azuis lindos dela estavam transformados e toda vermelha de tesão. Tirei a calcinha dela e parei uns segundos pra olhar, encharcada, mistura de fluido e manchas brancas de ter secado, fiz o que tanto queria, levei até meu nariz e dei uma fungada funda sem parar de olhar pra ela.
M: Você é terrível! Mas me deixou muito excitada…
Não falei nada, nem bonito nem feio, aspirei de novo aquele cheiro de mulher tão gostoso e joguei ela no sofá do lado, aproximei meus lábios da pussy dela, os lábios meio abertos, vermelha, inchada e com a excitação escorrendo até a bunda dela. (Pensei que uma mulher da idade dela talvez não lubrificasse tão bem quanto uma novinha mais nova, como eu tava errado!). Passei minha língua de baixo pra cima separando os lábios dela e levantando como se fosse uma pá todo aquele néctar que já me desesperava, que gostoso que tava, por favor! Segui até o clitóris dela, os pelos dela estavam curtinhos e a depilação a laser (tinha as marcas do biquíni tanto nos peitos quanto (usando a palavra: buceta) os pelos eram escuros, mas alguns eram mais clarinhos, como se quisessem denunciar a idade dela. Ela soltava gemido atrás de gemido, talvez sem nem tocar nela, parecia que continuaria gemendo. Coloquei o clitóris redondinho e bem escondido dela na minha boca, só me dediquei a chupá-lo, tentando fazer ele encher ainda mais de sangue e ficar mais grosso e duro, mas parecia que ele estava teimando em ficar no casulo, então puxei ele para cima e fiquei dando calor com minha boca, mamando como se fosse um mamilo gostoso. As carícias dela no meu cabelo já estavam brutas, e eu sentia o corpo todo dela tremendo, mas não ia deixar ela gozar tão rápido sem eu me molhar bem a cara.
Coloquei na entrada da buceta dela meus dois dedos e comecei a introduzi-los devagar, avançando só um pouquinho, deixando eles molharem e recuando enquanto minha boca e língua brincavam com o clitóris dela. De repente, sem ter enfiado nem metade dos meus dedos… o corpo dela ficou tenso e ela abafou um gemido bem gutural, soltou um gritinho e tentou fechar as pernas. Ela estava gozando! Mas NÃO, não pode acabar assim, quanto desejo guardado, quantas punhetas solitárias ela deve ter tido de noite sozinha. Travei as pernas dela para não fecharem, e o corpo dela começou a ter espasmos fortes e tremores incontroláveis. Então comecei a acariciar a barriguinha dela devagar, e ela agarrou forte minhas duas mãos, balbuciando algo que não entendi muito bem, mas que assumi como…
M: Que prazer, que prazer…
Ela respirava ofegante, mas não como cansada, sim com aquele ofego de excitação. Então, com ela tão sensível, preferi deixar o clitóris descansar um minuto e comecei a acariciar devagar os peitos dela, apertando com a ponta dos dedos os mamilos, torcendo eles, esticando suavemente até o primeiro gemido. Ele estava me dizendo que ela estava pronta para continuar, e assim fiz. Voltei para baixo, mas dessa vez enfiando meus dois dedos de uma vez até o fundo, com suavidade e firmeza. Ela exclamou…
M: Que lindo!! Que gostoso te sinto (meu nome)
Continuei batendo uma punheta suave pra ela enquanto acariciava sua barriga sem perder nenhum detalhe das expressões dela, que de vez em quando paravam pra me dar uma olhadinha ou outra. Coloquei minha boca de novo no clitóris dela e meus dedos aceleraram o ritmo, brincando com os dois pra cima e pra baixo igual um nadadorzinho batendo os pés na água, pra cima e pra baixo. De vez em quando eu parava, pressionando o ponto G dela pra cima, e ela segurava minha cabeça.
M: Não me faz assim que eu vou fazer xixi!
Era isso que eu queria ouvir, embora de um jeito mais vulgar, queria um "VOU MIJAR!!" Mas não dava pra pedir tanto na primeira vez. Continuei fazendo aquilo, minha boca sugando o clitóris dela, minha língua indo pra cima e pra baixo, fazendo círculos enquanto minha boca sugava e sugava sem deixar entrar o menor ar que perdesse a pressão que eu tava fazendo. De repente, ela se tensionou toda de novo e, sem me pegar desprevenido dessa vez, acelerei as investidas, mas mexendo o pulso e pressionando mais e mais pra cima. Ela tentou falar alguma coisa, tentou, mas o orgasmo venceu na hora e explodiu num:
M: Ahhhhhh Ahhhhhhh mmmm Ahhh
Minha mão começou a jorrar e, sem parar, acelerei ainda mais, intensificando o orgasmo dela. O barulho era tipo um chapinhar na água, só que saindo da buceta dela em jorros, respingando na minha cara, no meu queixo que eu sentia escorrendo e no meu peito. Ela fechou as pernas com meus dedos ainda dentro da buceta dela, e os tremores não paravam. Ela tentava me olhar, e eu, tirando minha mão que escorria pelo antebraço, não resisti à tentação de provar. Comecei a chupar meus dedos olhando pra ela. Sim! Fiz isso e com um tesão da puta que pariu, não me arrependo e adorava fazer aquilo. Não tem nada mais lindo que uma mulher tendo um gozo foda e ainda por cima saborear esse gostinho de vitória que, por machismo, a gente sente.
M: Eu quero você dentro de mim, ela exclamou me olhando e levantando os braços como uma mãe carinhosa pro bebê dela. Só que esse bebê tinha uma pica que tava explodindo de tesão, escorrendo sei lá se líquido seminal ou porra na lata (sempre fui muito cuidadoso em não fazer sem camisinha). Mas era a Senhora M! E nessa altura do campeonato, as chances de engravidar eram as mesmas de acabar com a corrupção no país. Levantei as pernas dela contra o peito e fiquei besta uns segundos olhando aquela buceta linda, gorda, vermelha e escorrendo até os almofadões do sofá (que eram verdes e qualquer gota aparecia preta no contraste). Continuei olhando pra ela e praquela buceta linda, quando ela estendeu a mão e fez um ensaio de masturbação, como uma criança tentando pegar um pirulito na prateleira do mercado. Pela minha altura, ficava meio alto pra ela, e ela naquele sofá baixa demais. Tudo bem que a gente faz um esforço, mas também não vou ficar fazendo sapateiro. Então peguei outro almofadão de um sofá de um corpo que tava do lado e falei: vem cá, estendendo a mão.
Eu: Levanta, M, e senta nesse almofadão.
Ela, feito uma menina que um tutor leva pra escola, pegou minha mão, levantou e, sem quase me deixar colocar o almofadão, sentou aquelas bundas milf lindas, agarrou as coxas com as duas mãos se abrindo o máximo possível e recolhendo as pernas quase até o peito. Por favor, que visão! Meti até o fundo! Bem bruto, bem animal! Queria ouvir aquele grito de Aiiii!!! Mas não ouvi. Dilatada pelos dois orgasmos, ela só soltou um gemido longo e forte. Na hora, cravou as unhas nas minhas coxas com um tesão meio brusco, como se quisesse me mexer. Só me limitei a apoiar as mãos na parede e enfiar até o mais fundo, metendo forte até o talo. Sentia minhas bolas meio frias ao bater no cu dela, por causa da porra que tinha grudado.
Eu: Que vontade de te foder que eu tinha! Você não imagina (sem parar de meter).
M: É tão gostoso sentir você, tanto que eu desejava ahh ahhh sentir um homem dentro Ahh…
Parece que a frase ficou Inconclusa, não sei quanto tempo tinha passado, o que sei é que sentia que ia encher ela inteira de porra e que todo meu controle foi pro caralho, 5, 10, 20 bombadas? Nem ideia, sua puta!!!! Queria gozar no cu dela, dentro da buceta ou onde fosse, ela me viu desesperado igual um moleque que com 15 anos estreia e me disse:
M: Dá pra mim, quero sentir você dentro, dá só pra mim.
O filho da puta dentro de mim apareceu e sem pensar tirei de uma vez olhando nos olhos dela, e realmente tava dura que nem pedra, meu 18x5 parecia um extintor industrial ou pelo menos era o que eu sentia, comecei a bater punheta e ela só me olhando sem abaixar as pernas, soltei o grito esperado e Zasss, comecei a espalhar com aquela força que sempre gozo (sempre me achei anormal pelo meu jeito de gozar, sai litros e que nem mangueira de bombeiro, forte demais!) Molhei parte da buceta, as coxas e jato após jato continuava saindo mais e mais.
M: Ahh que lindo Sim! Dá tudo que é meu!
Os peitos dela, o pescoço, parte das almofadas, gozando que nem um cavalo, e ainda escorria que nem mangueira mal fechada.
Ela com toda a sensualidade que puder imaginar, ao contrário de fazer cara de nojo, se olhava com um sorriso e com os dedos espalhava pelos mamilos e esfregava na buceta.
M: Sempre soube que você era um safado (meu nome) e soltou uma gargalhada como quem confirma uma suspeita.
Eu parado que nem um otário com o pau escorrendo tentando recuperar o fôlego, sem me preocupar se fui precoce ou qualquer merda que geralmente pensamos depois de gozar, me aproximei, me inclinei e ela agarrou minha nuca me dando um beijo muito forte que correspondi com uma mordidinha suave nos lábios. Ela se levantou e disse, já volto, vi ela caminhar balançando aquela bunda linda de cinquentona mas que pisaria na cabeça de qualquer quarentona pelo menos na minha cabeça.
Ela foi pro Banheiro e eu pelado pra cozinha pegar um pouco de papel pra me secar antes de passar. Fui no banheiro pra me lavar, notei que tava demorando demais, então abri a geladeira, peguei uma coca de vidro (quem toma uma depois de uma boa transa sabe que é a melhor coisa do mundo). Pra mim, pelo menos, parecia a coca mais gostosa que eu tinha provado em anos. Percebi que ela tava tomando banho e, enquanto isso, peguei minha roupa, me vesti sem pensar em nada. A mãe do meu amigo? Aquela que sempre fantasiei? Não me perguntei nada, nem passou nada pela minha cabeça, tava besta, e curtia me sentir assim, sem dar espaço pra remorso.
Ela apareceu depois de um tempo, toda perfumada e com uma roupa completamente diferente (talvez tenha pego alguma coisa do armário que tinha no quarto). Me olhou com um brilho nos olhos difícil de descrever, sorriu pra mim e me deu um beijo gostoso, longo, doce, me abraçando. Quando tentei falar alguma coisa, me adiantei…
Eu: M, fica tranquila, isso é entre você e eu, não se sinta mal que ninguém vai ficar sabendo.
M: Me sentir mal? Mas se faz tanto tempo que não me sentia tão feliz! E fico feliz que tenha sido com alguém que eu gosto tanto quanto você, não se preocupa que eu vou ficar de boca fechada.
Eu: Eu também, fica tranquila que de mim não vai sair nada (apertando a bunda dela, como quem quer esquentar de novo).
M: São 20h! O que vão te dizer? Embora eu adoraria que você ficasse mais tempo comigo.
Eu: M, eu fico e te faço companhia até você ir.
M: Não, não, você já me fez uma companhia maravilhosa e agora tenho que colocar a cabeça no lugar pra saber o que fazer e o que dizer lá. (Me deu outro beijo longo e profundo, e eu respondi com uma apalpada na bunda e carícias na bochecha.)
Eu: Vou embora com a lembrança mais linda, espero que não fique só nisso e a gente possa repetir um dia, né?
M: Vamos ver… embora eu não duvide que a gente vai se tentar de novo, (meu nome)?
Eu: Não duvido, disso pode ficar tranquila.
Assim, palavras mais, palavras menos, me despedi da Senhora M, voltei pra Cap e segui minha rotina, mas desejando e esperando o momento de vê-la de novo. Quem sabe… talvez seja. ela que venha me ver em alguma de suas viagens…
Eu a recostei no encosto do banco sem parar de beijá-la e, com as duas mãos, agarrei aqueles limões bem durinhos, sentindo nas palmas das mãos dois — como descrever? — pequenos falanges de dedo indicador, duros, sensíveis, mas duros, e não tem nada melhor que os mamilos eretos de uma mulher. Ela gemeu, e com aquele gemido eu apertei os peitos pelas laterais e, fechando as mãos como se fosse agarrar uma latinha, apertei mais ainda até ficarem como aquelas bexigas que a gente apertava quando criança esperando que estourassem a qualquer momento, embora, claro, eu tenha feito com bem menos pressão, mas sem perder a firmeza do aperto.
Continuei descendo pelo abdômen dela com minha língua, sem parar de amassar aqueles peitos lindos, e comecei a brincar na lateral da barriguinha dela, aquela área que vai até a cintura. É uma coisa que às vezes dá cócegas nas mulheres, mas quando estão com tesão, deixa elas a mil. Nesse ponto, ela já gemia e agarrava meu cabelo como se estivesse acariciando, mas ao mesmo tempo com vontade de arrancar tudo. Parei por um segundo e tirei os tênis dela. Tentei abaixar a legging, mas com o tesão que já estava, estava sendo muito atrapalhado. Então ela mesma pegou minha mão com delicadeza e abaixou a legging sem se levantar. Pude admirar aquela linda calcinha fio dental preta de renda — quem, como eu, cresceu vendo Olmedo e Porcel, sabe bem do que estou falando. Não lembro se era Caro Cuore, é uma coisa que realmente me confundo, mas se não era, acertava em cheio. Dava para ver os pelinhos pubianos dela por transparência, e pelo que dava para adivinhar, estavam bem aparadinhos. Isso foi o suficiente para eu me perder de vez. Não tem nada melhor que o cheiro de uma mulher excitada antes de dar a melhor chupada de buceta da vida dela, não é? Tenho certeza que alguns cavalheiros concordam comigo. Resisti a tirar a calcinha dela, e quando ela tentou fazer isso, eu a segurei. Queria tomar meu tempo, mesmo sentindo que se eu puxasse a rola ali, ia banhá-la de porra… Me dediquei a brincar com minha língua no baixo ventre dela, descendo só um pouquinho da calcinha, percorrer as coxas internas dela (que à primeira vista não pareciam tão fibrosas) brincando num vai e vem desde antes do joelho até a borda que cobre aquela buceta linda que ficava mais e mais molhada esperando minha boca.
M: Faz! Faz agora que eu tô com muito tesão…
Sem dizer uma palavra, fiquei meio gelado por ouvir ela falar algo tão quente e ter ela naquela situação, tava com medo de soltar todo tipo de xingamento e dominar ela como a putinha que eu queria transformar, mordi a pussy dela! Sim, simples e diretamente mordi aquele pedaço lindo de carne partido ao meio e bem onde o clitóris dela ficasse completamente dentro da minha boca, ela soltou o primeiro grito, mas de prazer, e eu pude sentir o salgado da excitação dela.
M: Você tá me deixando louca, quero sentir você!
Eu continuei em silêncio e dei um tapa na pussy dela, seco, firme, e senti a reação dela, ela gostou! Meio que se assustou, mas adorou, os olhos azuis lindos dela estavam transformados e toda vermelha de tesão. Tirei a calcinha dela e parei uns segundos pra olhar, encharcada, mistura de fluido e manchas brancas de ter secado, fiz o que tanto queria, levei até meu nariz e dei uma fungada funda sem parar de olhar pra ela.
M: Você é terrível! Mas me deixou muito excitada…
Não falei nada, nem bonito nem feio, aspirei de novo aquele cheiro de mulher tão gostoso e joguei ela no sofá do lado, aproximei meus lábios da pussy dela, os lábios meio abertos, vermelha, inchada e com a excitação escorrendo até a bunda dela. (Pensei que uma mulher da idade dela talvez não lubrificasse tão bem quanto uma novinha mais nova, como eu tava errado!). Passei minha língua de baixo pra cima separando os lábios dela e levantando como se fosse uma pá todo aquele néctar que já me desesperava, que gostoso que tava, por favor! Segui até o clitóris dela, os pelos dela estavam curtinhos e a depilação a laser (tinha as marcas do biquíni tanto nos peitos quanto (usando a palavra: buceta) os pelos eram escuros, mas alguns eram mais clarinhos, como se quisessem denunciar a idade dela. Ela soltava gemido atrás de gemido, talvez sem nem tocar nela, parecia que continuaria gemendo. Coloquei o clitóris redondinho e bem escondido dela na minha boca, só me dediquei a chupá-lo, tentando fazer ele encher ainda mais de sangue e ficar mais grosso e duro, mas parecia que ele estava teimando em ficar no casulo, então puxei ele para cima e fiquei dando calor com minha boca, mamando como se fosse um mamilo gostoso. As carícias dela no meu cabelo já estavam brutas, e eu sentia o corpo todo dela tremendo, mas não ia deixar ela gozar tão rápido sem eu me molhar bem a cara.
Coloquei na entrada da buceta dela meus dois dedos e comecei a introduzi-los devagar, avançando só um pouquinho, deixando eles molharem e recuando enquanto minha boca e língua brincavam com o clitóris dela. De repente, sem ter enfiado nem metade dos meus dedos… o corpo dela ficou tenso e ela abafou um gemido bem gutural, soltou um gritinho e tentou fechar as pernas. Ela estava gozando! Mas NÃO, não pode acabar assim, quanto desejo guardado, quantas punhetas solitárias ela deve ter tido de noite sozinha. Travei as pernas dela para não fecharem, e o corpo dela começou a ter espasmos fortes e tremores incontroláveis. Então comecei a acariciar a barriguinha dela devagar, e ela agarrou forte minhas duas mãos, balbuciando algo que não entendi muito bem, mas que assumi como…
M: Que prazer, que prazer…
Ela respirava ofegante, mas não como cansada, sim com aquele ofego de excitação. Então, com ela tão sensível, preferi deixar o clitóris descansar um minuto e comecei a acariciar devagar os peitos dela, apertando com a ponta dos dedos os mamilos, torcendo eles, esticando suavemente até o primeiro gemido. Ele estava me dizendo que ela estava pronta para continuar, e assim fiz. Voltei para baixo, mas dessa vez enfiando meus dois dedos de uma vez até o fundo, com suavidade e firmeza. Ela exclamou…
M: Que lindo!! Que gostoso te sinto (meu nome)
Continuei batendo uma punheta suave pra ela enquanto acariciava sua barriga sem perder nenhum detalhe das expressões dela, que de vez em quando paravam pra me dar uma olhadinha ou outra. Coloquei minha boca de novo no clitóris dela e meus dedos aceleraram o ritmo, brincando com os dois pra cima e pra baixo igual um nadadorzinho batendo os pés na água, pra cima e pra baixo. De vez em quando eu parava, pressionando o ponto G dela pra cima, e ela segurava minha cabeça.
M: Não me faz assim que eu vou fazer xixi!
Era isso que eu queria ouvir, embora de um jeito mais vulgar, queria um "VOU MIJAR!!" Mas não dava pra pedir tanto na primeira vez. Continuei fazendo aquilo, minha boca sugando o clitóris dela, minha língua indo pra cima e pra baixo, fazendo círculos enquanto minha boca sugava e sugava sem deixar entrar o menor ar que perdesse a pressão que eu tava fazendo. De repente, ela se tensionou toda de novo e, sem me pegar desprevenido dessa vez, acelerei as investidas, mas mexendo o pulso e pressionando mais e mais pra cima. Ela tentou falar alguma coisa, tentou, mas o orgasmo venceu na hora e explodiu num:
M: Ahhhhhh Ahhhhhhh mmmm Ahhh
Minha mão começou a jorrar e, sem parar, acelerei ainda mais, intensificando o orgasmo dela. O barulho era tipo um chapinhar na água, só que saindo da buceta dela em jorros, respingando na minha cara, no meu queixo que eu sentia escorrendo e no meu peito. Ela fechou as pernas com meus dedos ainda dentro da buceta dela, e os tremores não paravam. Ela tentava me olhar, e eu, tirando minha mão que escorria pelo antebraço, não resisti à tentação de provar. Comecei a chupar meus dedos olhando pra ela. Sim! Fiz isso e com um tesão da puta que pariu, não me arrependo e adorava fazer aquilo. Não tem nada mais lindo que uma mulher tendo um gozo foda e ainda por cima saborear esse gostinho de vitória que, por machismo, a gente sente.
M: Eu quero você dentro de mim, ela exclamou me olhando e levantando os braços como uma mãe carinhosa pro bebê dela. Só que esse bebê tinha uma pica que tava explodindo de tesão, escorrendo sei lá se líquido seminal ou porra na lata (sempre fui muito cuidadoso em não fazer sem camisinha). Mas era a Senhora M! E nessa altura do campeonato, as chances de engravidar eram as mesmas de acabar com a corrupção no país. Levantei as pernas dela contra o peito e fiquei besta uns segundos olhando aquela buceta linda, gorda, vermelha e escorrendo até os almofadões do sofá (que eram verdes e qualquer gota aparecia preta no contraste). Continuei olhando pra ela e praquela buceta linda, quando ela estendeu a mão e fez um ensaio de masturbação, como uma criança tentando pegar um pirulito na prateleira do mercado. Pela minha altura, ficava meio alto pra ela, e ela naquele sofá baixa demais. Tudo bem que a gente faz um esforço, mas também não vou ficar fazendo sapateiro. Então peguei outro almofadão de um sofá de um corpo que tava do lado e falei: vem cá, estendendo a mão.
Eu: Levanta, M, e senta nesse almofadão.
Ela, feito uma menina que um tutor leva pra escola, pegou minha mão, levantou e, sem quase me deixar colocar o almofadão, sentou aquelas bundas milf lindas, agarrou as coxas com as duas mãos se abrindo o máximo possível e recolhendo as pernas quase até o peito. Por favor, que visão! Meti até o fundo! Bem bruto, bem animal! Queria ouvir aquele grito de Aiiii!!! Mas não ouvi. Dilatada pelos dois orgasmos, ela só soltou um gemido longo e forte. Na hora, cravou as unhas nas minhas coxas com um tesão meio brusco, como se quisesse me mexer. Só me limitei a apoiar as mãos na parede e enfiar até o mais fundo, metendo forte até o talo. Sentia minhas bolas meio frias ao bater no cu dela, por causa da porra que tinha grudado.
Eu: Que vontade de te foder que eu tinha! Você não imagina (sem parar de meter).
M: É tão gostoso sentir você, tanto que eu desejava ahh ahhh sentir um homem dentro Ahh…
Parece que a frase ficou Inconclusa, não sei quanto tempo tinha passado, o que sei é que sentia que ia encher ela inteira de porra e que todo meu controle foi pro caralho, 5, 10, 20 bombadas? Nem ideia, sua puta!!!! Queria gozar no cu dela, dentro da buceta ou onde fosse, ela me viu desesperado igual um moleque que com 15 anos estreia e me disse:
M: Dá pra mim, quero sentir você dentro, dá só pra mim.
O filho da puta dentro de mim apareceu e sem pensar tirei de uma vez olhando nos olhos dela, e realmente tava dura que nem pedra, meu 18x5 parecia um extintor industrial ou pelo menos era o que eu sentia, comecei a bater punheta e ela só me olhando sem abaixar as pernas, soltei o grito esperado e Zasss, comecei a espalhar com aquela força que sempre gozo (sempre me achei anormal pelo meu jeito de gozar, sai litros e que nem mangueira de bombeiro, forte demais!) Molhei parte da buceta, as coxas e jato após jato continuava saindo mais e mais.
M: Ahh que lindo Sim! Dá tudo que é meu!
Os peitos dela, o pescoço, parte das almofadas, gozando que nem um cavalo, e ainda escorria que nem mangueira mal fechada.
Ela com toda a sensualidade que puder imaginar, ao contrário de fazer cara de nojo, se olhava com um sorriso e com os dedos espalhava pelos mamilos e esfregava na buceta.
M: Sempre soube que você era um safado (meu nome) e soltou uma gargalhada como quem confirma uma suspeita.
Eu parado que nem um otário com o pau escorrendo tentando recuperar o fôlego, sem me preocupar se fui precoce ou qualquer merda que geralmente pensamos depois de gozar, me aproximei, me inclinei e ela agarrou minha nuca me dando um beijo muito forte que correspondi com uma mordidinha suave nos lábios. Ela se levantou e disse, já volto, vi ela caminhar balançando aquela bunda linda de cinquentona mas que pisaria na cabeça de qualquer quarentona pelo menos na minha cabeça.
Ela foi pro Banheiro e eu pelado pra cozinha pegar um pouco de papel pra me secar antes de passar. Fui no banheiro pra me lavar, notei que tava demorando demais, então abri a geladeira, peguei uma coca de vidro (quem toma uma depois de uma boa transa sabe que é a melhor coisa do mundo). Pra mim, pelo menos, parecia a coca mais gostosa que eu tinha provado em anos. Percebi que ela tava tomando banho e, enquanto isso, peguei minha roupa, me vesti sem pensar em nada. A mãe do meu amigo? Aquela que sempre fantasiei? Não me perguntei nada, nem passou nada pela minha cabeça, tava besta, e curtia me sentir assim, sem dar espaço pra remorso.
Ela apareceu depois de um tempo, toda perfumada e com uma roupa completamente diferente (talvez tenha pego alguma coisa do armário que tinha no quarto). Me olhou com um brilho nos olhos difícil de descrever, sorriu pra mim e me deu um beijo gostoso, longo, doce, me abraçando. Quando tentei falar alguma coisa, me adiantei…
Eu: M, fica tranquila, isso é entre você e eu, não se sinta mal que ninguém vai ficar sabendo.
M: Me sentir mal? Mas se faz tanto tempo que não me sentia tão feliz! E fico feliz que tenha sido com alguém que eu gosto tanto quanto você, não se preocupa que eu vou ficar de boca fechada.
Eu: Eu também, fica tranquila que de mim não vai sair nada (apertando a bunda dela, como quem quer esquentar de novo).
M: São 20h! O que vão te dizer? Embora eu adoraria que você ficasse mais tempo comigo.
Eu: M, eu fico e te faço companhia até você ir.
M: Não, não, você já me fez uma companhia maravilhosa e agora tenho que colocar a cabeça no lugar pra saber o que fazer e o que dizer lá. (Me deu outro beijo longo e profundo, e eu respondi com uma apalpada na bunda e carícias na bochecha.)
Eu: Vou embora com a lembrança mais linda, espero que não fique só nisso e a gente possa repetir um dia, né?
M: Vamos ver… embora eu não duvide que a gente vai se tentar de novo, (meu nome)?
Eu: Não duvido, disso pode ficar tranquila.
Assim, palavras mais, palavras menos, me despedi da Senhora M, voltei pra Cap e segui minha rotina, mas desejando e esperando o momento de vê-la de novo. Quem sabe… talvez seja. ela que venha me ver em alguma de suas viagens…
1 comentários - Senhora M, a mãe gostosa do meu amigo #3
Van puntos y reco