Em casa tudo estava normal, exceto pelo fato de que meu irmão ficou meio estranho e distante uns dias. Decidida a descobrir o que tinha, uma noite fui no quarto dele.
Na porta, ouvi um barulho estranho e entrei devagar. Da entrada, vi que ele estava se tocando com alguma coisa no celular! Fiquei chocada ao ver o pau dele ao vivo, mas a curiosidade falou mais alto.
Como estava num lugar onde ele não podia me ver, fiquei observando. Vi ele batendo uma com força, de olhos fechados. Era a segunda rola que eu via na vida, e o fato de ser a do meu irmão me deu uma sensação estranha.
S- Aaah, Carlita! Mostra essa bunda, abre ela!
Ele tinha dito meu nome? Ele tava batendo uma pensando em mim? Lembrei das fotos na praia. Será que eu tinha feito a gostosa pra ele? Precisava saber mais, mas pra isso teria que chegar mais perto pra ver e ouvir melhor.
S- Aaah, irmãzinha! Faz eu gozar... Isso! Assim!
Fiquei roxa! Não acreditei! Senti frio e calor, vergonha e algo mais enquanto via meu irmão mais velho gozar no escuro pensando em mim... Sem querer, soltei um gemido quando vi um jato de porra no abdômen dele.
S- Quem tá aí? (sussurrou)
Fiquei parada, tentando não fazer barulho, mas ele se levantou, se cobrindo com uma toalha, e veio pra perto. Não adiantava fugir.
S- Carla? O que cê tá fazendo aí?
Y- Nada... Só queria conversar...
S- Conversar? E o que cê tava fazendo agachada na minha porta?
Enquanto pensava numa mentira convincente, olhei pro torso dele, que ainda tinha restos de porra.
Y- Eeeh... Não, nada. Eu ia bater na porta e bati o pé no batente, por isso me agachei!
S- mmm... Vem, senta na minha cama que eu vou dar uma olhada. Um tombo desses pode ser foda.
Agora sim tava enrascada! Quando ele visse que não tinha nada, ia desconfiar.
Ele examinou, apoiando meu pé na toalha, a alguns centímetros da "cena do crime". Me olhou de olhos semicerrados.
S- Que sorte que você teve. Não foi nada, nem vermelho ficou! Tava espiando?
Minha cara ficou toda vermelha! Abri a boca pra me defender, mas não conseguia falar nada.
S- Sshh... Tá tudo bem! É natural ter curiosidade...
Ele pegou minhas mãos e apoiou no nó que segurava a toalha fechada.
S- Se quiser olhar, é só abrir.
Y- Que isso, moleque! Viajou na maionese! Achou mesmo que eu vou ficar olhando você se masturbar?
S- Aah, então você tava me espionando! E o que mais viu?
Y- Eu eeh... aah...
S- O. Que. Mais. Viu?
O olhar dele era intenso. Meu coração batia a mil e minha cabeça tava tonta.
Y- Eu... Vi... Muita coisa.
S- Muita coisa?
Y- Sim. Te vi... Gozar... E...
S- Me viu gozar! Boa!
Ele tinha um sorriso debochado. Adorava me fazer sentir mal, sendo que era ele quem se punhetava com minha foto. Fiquei puta.
Y- Sim. Te vi gozar olhando pra minha bunda no seu celular! Punheteiro!
Ele levou o golpe. Ficou vermelho e se afastou.
S- Ok. Ok. Ok... Parece ruim, mas é que...
Y- É ruim, não parece.
S- Sim. Mas é que te ver assim, toda uma mulher, quando até ano passado você era uma menina... Mexeu com algo dentro de mim.
Agora era ele quem se sentia mal. Ter as emoções dele nas minhas mãos me deu coragem.
Y- E porque sou uma mulher e tenho bunda, isso te dá direito de se punhetar com minha foto?
S- Bom, calma, a foto tava no meu celular e você posou pra mim. Você é uma mulher muito gostosa. Não te vi como minha irmã naquelas fotos... Você não tinha que saber. É meu quarto e além disso, eu... Eu nunca faria nada pra te machucar.
Y- Ah, tá. Sim, por esse lado... Eu também admito que fiquei te olhando. Não vi muita coisa... E a sua é maior e mais bonita do que eu já vi.
S- ...
Y- Sério que me acha gostosa?
S- Sim... Sério que gostou da minha pica?
Y- Não falei que gostei! Você é meu irmão e é todo bonito, isso não significa que eu goste de você!
Ele ficou bem perto de mim, colocando minha mão na borda da toalha.
S- Se você acha bonita, mas não gosta... É só abaixar a toalha e olhar melhor, não acha?
Eu não conseguia abaixar a toalha dele nem tirar a mão... Mordia o lábio sem me decidir.
Fim da parte 2
Na porta, ouvi um barulho estranho e entrei devagar. Da entrada, vi que ele estava se tocando com alguma coisa no celular! Fiquei chocada ao ver o pau dele ao vivo, mas a curiosidade falou mais alto.
Como estava num lugar onde ele não podia me ver, fiquei observando. Vi ele batendo uma com força, de olhos fechados. Era a segunda rola que eu via na vida, e o fato de ser a do meu irmão me deu uma sensação estranha.
S- Aaah, Carlita! Mostra essa bunda, abre ela!
Ele tinha dito meu nome? Ele tava batendo uma pensando em mim? Lembrei das fotos na praia. Será que eu tinha feito a gostosa pra ele? Precisava saber mais, mas pra isso teria que chegar mais perto pra ver e ouvir melhor.
S- Aaah, irmãzinha! Faz eu gozar... Isso! Assim!
Fiquei roxa! Não acreditei! Senti frio e calor, vergonha e algo mais enquanto via meu irmão mais velho gozar no escuro pensando em mim... Sem querer, soltei um gemido quando vi um jato de porra no abdômen dele.
S- Quem tá aí? (sussurrou)
Fiquei parada, tentando não fazer barulho, mas ele se levantou, se cobrindo com uma toalha, e veio pra perto. Não adiantava fugir.
S- Carla? O que cê tá fazendo aí?
Y- Nada... Só queria conversar...
S- Conversar? E o que cê tava fazendo agachada na minha porta?
Enquanto pensava numa mentira convincente, olhei pro torso dele, que ainda tinha restos de porra.
Y- Eeeh... Não, nada. Eu ia bater na porta e bati o pé no batente, por isso me agachei!
S- mmm... Vem, senta na minha cama que eu vou dar uma olhada. Um tombo desses pode ser foda.
Agora sim tava enrascada! Quando ele visse que não tinha nada, ia desconfiar.
Ele examinou, apoiando meu pé na toalha, a alguns centímetros da "cena do crime". Me olhou de olhos semicerrados.
S- Que sorte que você teve. Não foi nada, nem vermelho ficou! Tava espiando?
Minha cara ficou toda vermelha! Abri a boca pra me defender, mas não conseguia falar nada.
S- Sshh... Tá tudo bem! É natural ter curiosidade...
Ele pegou minhas mãos e apoiou no nó que segurava a toalha fechada.
S- Se quiser olhar, é só abrir.
Y- Que isso, moleque! Viajou na maionese! Achou mesmo que eu vou ficar olhando você se masturbar?
S- Aah, então você tava me espionando! E o que mais viu?
Y- Eu eeh... aah...
S- O. Que. Mais. Viu?
O olhar dele era intenso. Meu coração batia a mil e minha cabeça tava tonta.
Y- Eu... Vi... Muita coisa.
S- Muita coisa?
Y- Sim. Te vi... Gozar... E...
S- Me viu gozar! Boa!
Ele tinha um sorriso debochado. Adorava me fazer sentir mal, sendo que era ele quem se punhetava com minha foto. Fiquei puta.
Y- Sim. Te vi gozar olhando pra minha bunda no seu celular! Punheteiro!
Ele levou o golpe. Ficou vermelho e se afastou.
S- Ok. Ok. Ok... Parece ruim, mas é que...
Y- É ruim, não parece.
S- Sim. Mas é que te ver assim, toda uma mulher, quando até ano passado você era uma menina... Mexeu com algo dentro de mim.
Agora era ele quem se sentia mal. Ter as emoções dele nas minhas mãos me deu coragem.
Y- E porque sou uma mulher e tenho bunda, isso te dá direito de se punhetar com minha foto?
S- Bom, calma, a foto tava no meu celular e você posou pra mim. Você é uma mulher muito gostosa. Não te vi como minha irmã naquelas fotos... Você não tinha que saber. É meu quarto e além disso, eu... Eu nunca faria nada pra te machucar.
Y- Ah, tá. Sim, por esse lado... Eu também admito que fiquei te olhando. Não vi muita coisa... E a sua é maior e mais bonita do que eu já vi.
S- ...
Y- Sério que me acha gostosa?
S- Sim... Sério que gostou da minha pica?
Y- Não falei que gostei! Você é meu irmão e é todo bonito, isso não significa que eu goste de você!
Ele ficou bem perto de mim, colocando minha mão na borda da toalha.
S- Se você acha bonita, mas não gosta... É só abaixar a toalha e olhar melhor, não acha?
Eu não conseguia abaixar a toalha dele nem tirar a mão... Mordia o lábio sem me decidir.
Fim da parte 2
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