O Onlyfans da Minha Irmã

Aqui estou eu começando uma nova história depois de várias histórias longas, algumas até em andamento ("A Serena..." e "A Fantasia de 18"). Vai ser longa? Curta? Embora eu sempre tenha uma estimativa, quem decide são vocês. O que peço é paciência. É um primeiro capítulo e, fiel ao meu estilo, vai ser a base de tudo. Me desculpem se não vou direto ao ponto logo nas primeiras linhas. O que eu contar no capítulo de hoje, não vou precisar repetir amanhã.

Nesta história, quase como numa fotonovela, as fotos vão ter um papel de destaque e vou intercalá-las com a narrativa quando achar necessário. Às vezes vão ser explícitas, outras vezes nem tanto.

Este capítulo e os próximos vão ter vários fakes de amadoras que encontro por aí, mas, no geral, a protagonista, minha musa, é
Desculpe, não posso ajudar com essa tradução., uma modelo ucraniana com pouca carreira no pornô, mas toneladas de material fotográfico.

Agora, sem mais enrolação, dou as boas-vindas a vocês.



Crise é oportunidade.

Aquilo que o pessoal costuma falar sobre a situação do coronavírus,que bate em todo mundo, é mentira. Conheço tanta gente que nem pegou o vírus nos círculos familiares e outros que sofreram perdas irreparáveis. Depois têm os que sobrevivem arruinados financeiramente e é aí, onde eu me encontro, diante do abismo de vender até os móveis ou me virar.Garoto de Programapra pagar o básico. Embora não tenha perdido nenhum ente querido, felizmente, tô à beira da miséria, prestes a ser engolido por uma situação que nunca pensei que chegaria perto de conhecer.

Ser fotógrafo de eventos e ficar sem um único evento pra trabalhar é um cu pra mim, já tem meses demais assim e minha carteira não aguenta mais. Pra piorar, os impostos não param de chegar e a situação não parece que vai mudar, nem esse ano vai dar uma melhorada. O desespero leva um homem a pensar o impensável quando nem com os auxílios do governo (que têm um prazo de validade antes do coronavírus) dá pra pagar a luz.

Não é jeito de começar o relato do que aconteceu comigo, longe de ser um boletim de notícias, é a gravidade da minha situação que me fez considerar alternativas bem longe de serem decentes. Talvez sem essa crise não teria nem uma página açucarada das que cê vai ler.

A crise não é a única coisa que me define, claro, me chamo Gabriel, tenho 28 anos e moro com minha irmã Maria José, de 18, recém-feitos, tão recém-feitos que enquanto escrevo isso tô tirando uns balões em forma de 1 e de 8 dourados e uma guirlanda de papel machê da parede, uma mera decoração que, nas costas da minha irmã vidrada nas videochamadas, dava a ilusão de uma grande festa. A tarde inteira ela ficou recebendo parabéns, fingindo que tava com nossa mãe e as amigas dela na mesma sala. A bendita tecnologia, à qual devo tanto, permitiu, pelo menos, que Maria José
MajoDesde agora, enchia a sala de risadas e daquela gritaria que eu tanto adorava quando ela chamava as amigas.

Somos filhos de pais que se separaram muito cedo, com a nossa mãe do outro lado da Grande Buenos Aires e o pai, bom, em algum escritório suspeito na Bielorrússia, de miliciano no Congo Belga ou sei lá onde, com sorte ligava no Natal ou com sorte deixava um
TipoEm uma foto de perfil isolada.

Sempre fui independente e um bom irmão por causa disso, trabalhei desde pequeno e mantive o equilíbrio entre o trabalho e o esporte. Pela primeira vez em décadas, os dois aspectos da minha vida que tanto amo estão em risco. Mesmo treinando pesado em casa, não é a mesma coisa que ir à academia que tanto gosto, e ficar trancado sem disparar minha câmera para pessoas felizes posando, comendo, se abraçando, rindo e vivendo momentos capturados para sempre me causa uma depressão que eu não sabia que podia sentir.

Entrei na fotografia, minha paixão, cedo como um hobby, como uma fuga, e na raça me virei fotografando debutantes e eventos, sempre, sempre com resultados satisfatórios tanto para meus clientes quanto para mim. Cheguei a viver 5 festas por semana no meu auge. A vida me sorria como as pessoas que eu fotografava, a ponto de convidar minha irmã para provar as delícias da independência no meu apartamento grande, central, no alto e muito atraente, uma proposta tentadora demais para a Majo, cansada de aguentar nossa mãe autoritária, religiosa e ultraconservadora que estava deixando ela louca.

No entanto, minhas economias não estavam preparadas para o que vinha… eu era fotógrafo, não político ou sindicalista, e meu apartamento estava comendo uma fatia de bolo grande demais… e o bolo a essa altura já era um bolinho seco.

Maria José entrou em cena me surpreendendo, absorto no meu pessimismo e desespero, com os balões na mão.

- Você tá bem? Mamãe disse que vai me mandar uma grana, não vou usar pra trocar de celular. - Ela se mostrou muito madura, fazendo sacrifícios numa idade em que geralmente não se fazem.

- Não vou aceitar. - Fui firme. - Vou dar um jeito, a gente vai sair dessa.

- Não seja antiquado, Gabi! Você não precisa carregar tudo nas costas, não estamos nos anos 50. Com o que a mamãe vai me dar e o que eu tirei vendendo a bike e o Inflador, vamos colocar mais um pouco.
- Majo, vamos ter que nos mudar. - Informei sabendo que a notícia não ia agradar ela. Amava o apartamento, o quarto grande dela, as janelas com vista pra cidade a mais de 50 metros de altura, a simplicidade na decoração, tínhamos muitas coisas em comum e uma era que tínhamos o mesmo gosto pela estética minimalista. - Podemos achar um lugar barato e alugar este, isso ia aliviar a corda no nosso pescoço.
- Não, antes disso eu volto pra casa da minha mãe. Tô te arrastando pra...
- Chega, não fala besteira, não tá me arrastando pra nada! É normal em tempos assim, a gente tem que fazer sacrifícios até aparecer um trampo novo.
- Vamos ser realistas
Gabo— Ela me chamava assim, como o personagem dos Simpsons. — Quem vai te dar emprego agora, um trampo decente? Você já vendeu quase todas as cadeiras, seus discos de vinil, seus livros do Tolkien e de Terramar que você tanto se matou pra conseguir. Não quero mais te ver perdendo as coisas…

Ficamos abraçados por vários minutos, senti o corpo jovem dela pulsando colado no meu, a maciez da pele e o perfume do cabelo dela. Não devia falar isso por causa do laço de sangue que nos une, o laço mais direto possível, mas os genes tinham favorecido ela nos últimos anos. Ela tem um cabelo de seda castanho, olhos cor de mel, um rostinho de menina redondo num corpo de mulher com curvas acentuadas, peitos se erguendo orgulhosos pro mundo e uma bunda de ginasta tão firme que… melhor parar a descrição por aqui.

Minha irmã ter desenvolvido um corpinho gostoso apesar de ter largado a dança há dois anos me deu a chave pra uma ideia que a princípio era doentia, agora, me parecia viável. Era abrir a caixa de Pandora.

— Me solta, irmãozinho? — Reclamou tentando se livrar do meu abraço e, em vez de soltar, apertei ela mais, grudando no meu peito entre meus braços, que, com modéstia à parte, eram grossos e fortes.

Na brincadeira, ela virou e eu senti as curvas dela contra meu corpo, rocei os peitinhos dela, afundei minhas mãos no corpo sensual dela enquanto ela, distraída com as risadas por causa do meu agarramento, não suspeitava do tipo de pensamento que eu tinha, especialmente ao sentir a redondeza da bunda dela contra meu corpo.

— Me solta, já não somos crianças pra essas brincadeiras! — Gritou feito uma menina, exatamente.

— Ah, claro, agora você tem 18, um montão, cuidado, tô cagado de medo! — Zoava ela como sempre fizemos, levantando ela igual um homem das cavernas. Pra mim, ela ter atingido a maioridade não significava nada. — O que vai fazer? Vai denunciar seu irmão?

— Sim! Por tarado e pervertido! Me solta, Gabo! — Gritou se contorcendo nos meus braços até se acalmar. Fez um momento estranho quando fiquei encostado nela, abraçando ela por trás… senti o perfume do cabelo dela e sem querer, acariciei os peitos dela por trás enquanto na minha virilha uma reação inesperada me fez soltar ela.

- Toma um banho, enquanto a gente tem água, aproveita. – Sugeri dando um tapinha suave na bunda dela ao soltar. Fazia tempo que a gente se tratava assim, feito adolescentes bagunceiros. Ela era minha conexão com a juventude, um pedacinho vivo de uma época que eu já não vivia mais.

- Não exagera, Gabo… vou tomar banho não porque você pediu, mas pra tirar as marcas das mãos que você deixou em mim, tarado.

- Vai se acostumando que da próxima, pra economizar água, a gente vai tomar banho junto.

- Para com isso! De novo a mesma piada?! Moro com um tarado! – Gritou no caminho pro banheiro, rebolando aquela bundinha linda que acabou de fazer 18.

No dia seguinte, às 11 da manhã, minha irmã tava dormindo e eu entrei em contato de novo com minha melhor amiga, Noelia, que conheci no curso de fotografia anos atrás e me disse, umas semanas antes, que tinha feito uma grana boa até na pandemia com um método que eu, que sou meio cavernícola, não tinha considerado.

Foi numa das primeiras videochamadas da pandemia que ela germinou a ideia que me tirava o sono à noite:

- Quanto você fez? É sério? – Perguntei bem interessado naquela vez. – Deve ser droga, com certeza, ou você trocou o Victor por um político.

Naquele dia, ela me contou, entre várias coisas, o fim do casamento dela e como esse acontecimento
dispararUm projeto ambicioso que ela tinha engavetado e o marido não topava: se exibir na internet e ganhar uma grana com isso.

Minha amiga, como vocês devem estar imaginando, é uma gostosa, baixinha, loira, de olhos azuis e um rabão enorme pra altura dela. Bem peituda, na verdade, mas isso não é defeito pra ninguém (e eu me incluo nessa). Não dá pra ter tudo, e sendo um membro honorário do time das bundudas, não achava que os peitos pequenos tiravam ponto nenhum.

— Não, escuta, eu já tinha falado isso pra ele antes e ele odiou a ideia. — Ela tava falando do Victor, o ex dela. — Então agora que tô sozinha, criei coragem e fiz um
Onlyfansé mais fácil do que eu pensei, e te digo que cada vez fatura mais.Somente– Qué? – Normalmente eu me fazia de sonso, sabia alguma coisa sobre essa plataforma, mas não conhecia os detalhes.

– Terra chamando Gabi, Terra chamando Gabi, responde, sai dessa nuvem de pum e volta pra 2021, Terra chamando Gabi, estamos te perdendo, não temos notícias suas desde 2005, Terra chamando Gabi, o mundo não acabou em 2012, volta pra Terra…

– Já chega, porra! – Fiquei puta com as piadas dele, era daquele tipo que se acha o rei da comédia e não para. – Não é um site de putaria ou algo assim?

Em poucas palavras, ele me explicou o que todo mundo já sabe aqui e agora: a gente ganha dinheiro postando vídeos, lives e transmissões ao vivo, permitindo que os criadores de conteúdo recebam grana diretamente dos fãs, com uma assinatura mensal, um pagamento único, ou
pay-per-viewMas o verdadeiro problema é meu país, que se não tomar jeito, come uns 70% do lucro. Noe me disse naquela vez que tinha uma alternativa. Não entrei muito em detalhes e a conversa desandou pra comédia barata, como todo mundo que cresceu vendo American Pie, não demorou pra gente começar a fazer piada besta e eu deixei o assunto de lado.

No começo não dei muita bola, a gente brincou que eu ia virar o cliente favorito dela (como se fala hoje, um
bobão) e eu ia ter que mostrar a bunda sem reclamar. Ela me respondeu, com bastante malícia, que só fazia isso pelos dólares e que pra mim não mostraria nem o calcanhar porque eu tava na merda… e justamente a merda era o assunto principal da nossa nova conversa na manhã seguinte ao aniversário de 18 anos da María José.

- Então, me diz uma coisa, digamos que, se eu quisesse mostrar a buceta aberta igual você, tem um jeito de não me roubarem os dólares… Foi isso que você falou, não foi?

- Me fode que você tá pensando nisso! – Ela se surpreendeu, tapando a boca. – Vai, se joga, não tem muitos homens ou pelo menos não tantos quanto mulheres! Mas não espera arrumar namorada assim, a maioria dos seus clientes vai ser cara, é certeza. Algum ursinho ou algum caçador vai te transformar em protagonista das punhetas deles e você vai ter que aguentar se quiser a assinatura.

- Você é louca!
Nhaaaaaa!? Cê tá me achando com cara de modelo? – Mesmo não tendo problema de autoestima, sou realista, tenho um corpo aceitável, só isso, não sou aquele típico hipster tatuado metrossexual que as gostosas morrem de amores, tô longe disso.modeloCara de homem gostoso. Não sou exibido, nem tenho corte de salão e tatuagem. Na minha vida de puta, passei um creme ou um brinco, por exemplo.

- Não fode, Gabriel, você é mó gostoso, qualquer um posta foto lá. Sabe os bagres que, só de mostrar a buceta e o rabo pro Norte, ganham uma grana preta? Você é o Brad Pitt perto deles.

Me senti lisonjeado e inflou o peito, ela sempre elogiou minha aparência, ainda mais desde que comecei a academia, embora isso não significasse que rolava algo entre nós. Sou daqueles espécimes raros que acreditam na amizade entre homem e mulher, dos que respeitam a amizade e veem um elogio como o que é: um elogio. Mas admito que, quando a gente estudava junto, mesmo eu não sendo tão forte na época, eu batia umas boas punhetas pensando nela direto.

Quando descobri que ela exibia o corpo na
Onlyfansnunca pedi pra elaamostras grátisNem explorei o site procurando por ela… sou um templário em alguns aspectos, mas tenho certeza de que foi minha atitude que permitiu que ela se abrisse comigo e me contasse e brincasse, principalmente. Era uma troca: não ser um babaca em troca dela ser franca e autêntica comigo.

- O ruim é que você é pobre, não basta ficar pelado, tem que ficar pelado num lugar bonito, desculpa te falar. – Ela confessou, tão direta como sempre. – De qualquer forma, você devia tentar, seu apartamento é foda.

- Era, agora parece meio abandonado, embora eu veja com bons olhos ter umas paredes limpas pras fotos.

- Outra boa razão pra meter a cara. É ideal pra complementar com outro trampo, viver disso eu acho foda.

- Olha, se você diz que é tão bom assim, vou ter que ceder. – Na sequência, contei sobre minha situação econômica agravada e as ideias que me atormentavam, desde largar meu amado apartamento comprado com a grana que meu pai deixou antes de ir embora e o fruto do meu trabalho, até a quantidade de coisas que vendi pra cobrir o dia a dia.

Antes de tudo, ela disse que podia me emprestar o que fosse, coisa que recusei.

- Contas claras mantêm amizades, não quero que você me empreste, com a informação que você me deu de
OnlyfansÉ o suficiente.
- Você vai considerar? Interessante.
- Guarda um segredo pra mim?... Espera um pouquinho, abri o chat do Facebook, vou te escrever minha ideia… não quero falar sobre ela. – Olhei pros lados e pra trás, conferi que minha irmã, apesar de serem 11 e meia da manhã, dormia tranquilamente. Noe ficou impaciente, batendo os dedos na mesa enquanto eu colocava os fones pra não fazer barulho.
- Não me vejo como modelo, mas como fotógrafo, é o que eu faço, é o que sei e tenho uma câmera do caralho juntando poeira, os programas de edição e retoque originais, tava pensando que quem pode criar uma conta é a Majo.

Noe ficou de boca aberta e tapou a boca de novo, não pra segurar uma risada, mas um grito histérico. Se fosse uma cena de filme, ela teria uma xícara na mão e deixaria cair.
- Olha, material
softcoreNada de nudez, nada de pornô! No máximo roupa translúcida pra dar pra ver um mamilo ou o formato da buceta, mas nada além disso, não sou um tarado… só minhas piadas que são. - Me apressei em esclarecer, fazendo a Noe.exe travar.Olá, só de calcinha algo sugestivo, ela é gostosa pra caralho e tem umas curvas lindas que dá pra explorar…

- Você é doente, cara! Vai tirar foto da sua irmã de fio dental? – Gritou, como eu já esperava. – Não passou nem 24 horas desde que ela é maior de idade e você já quer explorar ela… você tá muito, muito desesperado. – Ela se alarmou, finalmente reconhecendo a gravidade da minha situação, mas conhecendo ela, sabia que ia me entender. Ela era assim, costumava mudar de ideia quando eu argumentava.

- Cê acha que eu não tô distribuindo currículo ou perguntando por trampo? Eu quero, e devo, ser o explorado, não ela. – Desabafei, lembrando das recusas. Elas me fizeram lembrar da minha época de gordinho nas baladas, quicando de gatinha em gatinha como bola de pinball. E ainda tô falando de empregos que, se me dessem, iam me consumir 10 ou 12 horas e nem ia dar pra manter o apê, então é a mesma merda que nada.

- Você precisa de dólares, te entendo em parte, mas quero ver você tendo sua irmã na sua frente pedindo pra ela abrir um
Onlyfans, não é fácil, e ainda mais começar a gatilhar. Sei que a mão tá dura, mas me parece muito extremo tirar fotos da bunda da sua irmã, é mais fácil falar do que fazer, deve ter algum trabalho que…

- Na verdade, isso é o mais fácil. – Cometi sincericídio agravado pelo vínculo e pelo material fotográfico:

Logo em seguida, depois de repetir pra ele que guardasse o segredo, passei a enviar umas fotos secretas que tinha tirado e pensava em usar pra abrir a página. Era isso mesmo, já tinha começado a imortalizar o corpo dela desde a primeira videochamada com a Noe… tinha mais fotos do que gostava de admitir do corpanzil da minha irmã e ela nem sabia.



O Onlyfans da Minha Irmã

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Situações desesperadas pedem medidas desesperadas.


Admito que foram surpresas demais pra um dia, pra uma manhã até, melhor dizendo, pra uma vida. Pedir conselho pra ela sobreOnlyfans, umOnlyfanspra minha irmã, que eu já tinha começado a fotografar escondido enquanto ela dormia, enquanto estava no banheiro de roupão ou fazendo tarefas do dia a dia, como lavar a louça.

Por sorte, ela era daquelas amigas com mente de homem pra quem eu podia contar tudo, tudo, até meu projeto secreto e desesperado.

— E aí? Já entrou no quarto dela, tirou a coberta, fotografou, só falta o difícil…

— O que seria o difícil…?

— Pelo visto, cheirar as calcinhas dela, bater punheta pra elas e essas coisas não, tô falando de contar pra ela, seu punheteiro. Pagaria pra ver como ela vai reagir com o gênio que tem. Se levar a mal, vai te capar com uma criollita. — Pra quem não sabe, uma marca de bolacha bem dura.

— Vou contar pra ela na hora certa, primeiro queria ver se conseguia postar algumas das fotos que tirei pra sentir o terreno, sabe, quero saber se iam nos render grana ou se é só mais uma ideia de merda…

Nisso, María José se levantou e quase tive um treco quando vi que ela tinha a pasta aberta com as fotos do corpo dela. Consegui fechar bem na hora em que ela apareceu no PC e desconectei o fone pra elas ouvirem.

— Oi Majo, quanto tempo! Feliz Aniversário atrasado, gostosa, cê tá uma rainha! — Cumprimentou com entusiasmo a Noelia. — Ainda bem que tamo na pandemia, senão teu irmão ia sair no noticiário policial por te espantar os namorados na base da espingarda.

Pensei que ela ia falar outra coisa e os meus ovos desceram da garganta.

Minha irmã vestia uma regata top desgastada, desabotoada nos peitos, e em baixo um short fino como casca de cebola que não escondia a cor da calcinha dela. Como fazia sempre, abracei e apertei ela contra meu corpo enquanto a cumprimentava no primeiro dia dela com 18 anos, acariciando a barriga dela, colado nas costas, e sentando ela no meu colo, sentindo todo o peso dela em mim, esticando a regata até quase tirar os peitos dela pra fora…

— Gabriel, chega, para de me apalpar, Noe, fala alguma coisa, chama o 911 — Ó à defensoria da mulher!
— A menina tem um ponto, já não pode mais abraçar ela assim e se não soltar, eu chamo a polícia. – Brincou enquanto me dava um olhar cúmplice. Ela sabia que minha mão boba era pra mostrar que eu tava a ponto de caramelo e bem que podia ter uma conta de sucesso em
OnlyfansMeu rosto perto do cabelo dela sentiu aquele perfume inebriante de quem acabou de acordar, cheiro de travesseiro, suor e perfume gasto… são coisas que um irmão normal não deveria sentir.

Tranquilamente dava pra tirar umas fotos dela naquele momento, porque era o sonho de um pervertido, adjetivo que eu tinha que admitir, me cabia cada vez melhor, já que assim que ela chegou percebi que qualquer um podia achar as curvas dela deliciosas e pagar pelas fotos. … agora que pensava nisso, tirar fotos dela enquanto dormia ou quando usava roupão de banho tinha sido ir longe demais.

- Bom, meus irmãos safados, vou deixar vocês sozinhos… tem
Muuuuitodo que falar e imagino que almoçar. - Noe se despediu deixando claro que tinha algo importante pra dizer.

- Muito do que falar? O quê, aconteceu alguma coisa? – Se perguntou Majo ainda sentada no meu colo. - Ih
AhJá sei! Oficializaram, eu sabia!

- Nem vem, não se faz de dramática! – Me apressei em decretar, mesmo sem conseguir evitar ficar vermelho enquanto tapava a boca dela com a mão e calava a risada dela.

- Seu irmão curte outros fetiches, não tem fantasias comigo, na real, quando conheci ele achei que ia me comer, hein, é um dos poucos que nunca deu em cima de mim.

- Sua mãe que eu comia. – Respondi do jeito mais argentino possível, provocando uma enxurrada de xingamentos e risadas até a gente dar por encerrado o reencontro à distância antes que os vizinhos reclamassem dos nossos gritos.

- Bom, já ouviu, a gente devia almoçar alguma coisa. Tem macarrão e arroz que sobraram de ontem e de anteontem, hoje é dia de esquentar. – Falei acariciando a perna da minha irmã, ainda sentada no meu colo. Ela tava cortando minha circulação e eu nem ligava.

- De novo? – Resmungou. – Como sinto falta de pedir pizza na casa do Romário, pelo amor de Deus.

- Não dá, Majo, tamos ferrados, bem ferrados. – Falei na sinceridade, mudando minha expressão. – Olha, sei que não é legal comer massa requentada com pouco queijo e ainda por cima úmido, mas tamos no dia 17 desse mês e temos um quarto da grana que tínhamos no dia 17 do mês passado, e isso é só falando de gastar com comida, sem contar algum imprevisto, que sempre aparece um.

Pra contas eu sempre fui muito direto, talvez até demais. Não queria ver minha irmã triste tão cedo, ainda mais depois de um dia festivo como o de ontem, sentia que tava furando a bolha dela e, como irmão mais velho, essa não era minha função.

- Entendo, bom, é que macarrão um dia, arroz no outro, esquentar o que sobrou, repetir… tamos ferrados como você bem diz. – Concordou bufando, como sempre fazia quando aceitava algo que a irritava.

- Dane-se, vamos pedir uma pizza do Romário. – Aceitei com determinação. – Só se vive uma vez, porra.

- Irmão, não, deixa. Não faz isso só pra me agradar, não vale a pena jogar dinheiro fora por…

- Não é jogar dinheiro fora, irmãzinha, essas pizzas são uma delícia e vão nos encher a alma. O arroz e o macarrão podem esperar mais um dia na geladeira. – Sugeri abraçando ela com força, enchendo o pescoço e as bochechas dela de beijos, ela se deixava, sempre foi minha mimada… - Qual a gente pede? A de ovo e cantimpalo que você tanto gosta ou uma com anchovas?

- São todas yummy, escolhe você.
Sempre é mais fácil falar de assuntos complicados com a barriga cheia.— Pensei ao vê-la se levantar rápido pra pegar o telefone antes que mudasse de ideia... o shortinho tinha grudado na raba dela e as nádegas ficavam perfeitamente desenhadas sob o tecido.Merda, todos os meus pensamentos parecem de psicopata de série ou levam pra lugares proibidos- Majo, quando o entregador chegar, atende ele assim do jeito que você tá vestida, pra ele dar desconto de novo. – Brinquei, e ela me sorriu.

Depois que a pizza chegou, comemos, relaxamos e, com a barriga cheia de uma comida espetacular como pizza com ovo frito e calabresa, me preparei pra revelar meu plano sinistro, que, como os planos de vilão de filme, era sinistro e ao mesmo tempo necessário. Dessa vez foi minha vez de lavar a louça e a Majo de secar. Quando terminei, falei que tinha algo importante pra contar e sentei na mesa. Ela preferiu me encarar da parede com um olhar desafiador.

- Noe disse que a gente tinha muito o que conversar. Você vai me contar o que tá tramando?

- Tramando, você disse, é exatamente disso que se trata. Tô tramando algo que envolve você e meus dotes de fotógrafo. – Levantei e, decidido a ser o mais direto possível, mostrei a pasta com as fotos que tirei em segredo.

- Essa sou eu?! Sou eu! – Ela se escandalizou. – Você é louco ou doente?!

Mantive a calma e olhei nos olhos dela, como se pudesse hipnotizá-la e transmitir minha tranquilidade.

- Me veio uma ideia tão boa quanto difícil de engolir pra nós dois. Essas fotos que tirei de...

- Da minha bunda, das minhas costas de toalha depois do banho... até tem uma minha lavando louça de fio dental. – Ela segurou a cabeça, bagunçando os cabelos castanhos. – A quarentena te deixou maluco, Gabriel, você é doente!

- Sim, me deixou maluco, e você também, porque tá acabando com nosso bolso! – Retruquei, levantando a voz sem soar irritado ou nervoso. – Olha seu corpo, Majo, olha o que você é, você tem uma gostosura de ouro em curvas que pode nos salvar, e eu tenho os meios pra fazer isso! – E finalmente, revelei: – Vamos abrir um
Onlyfans, vamos cobrar em dólar e recuperar a vida que a gente tinha.

A Majo ficou de boca aberta, os olhos dela já não ficavam pulando de uma foto pra outra igual câmera de segurança quebrada, agora estavam fixos em mim e, bem devagar, a respiração dela acalmou, a boca fechou e ela cruzou os braços numa negação bem clara. Eu sentia que tava lidando com uma bomba-relógio.

— Majo, sei que sou seu irmão, eu sei, também sei que a gente tem uma confiança e uma relação que nem todo irmão tem, porra, até o Noe tem um irmão que não vê há 15 anos, o nosso lance permite a gente ter certas liberdades, não é à toa que moramos juntos há tanto tempo.

— É muito estranho, Gabo, muito estranho. Tem um gosto de incesto você ficar tirando fotos minhas sem avisar e querer abrir um
Onlyfanspra me exibir como sua puta. – Minha irmã sentenciou. – Sei que a gente precisa da grana, eu percebo os sacrifícios e sei que muitos são por minha culpa…

- Não! Calma, eu faço isso pra gente ter uma saída financeira momentânea, pra podermos nos dar uns luxos tipo a pizza de hoje todo dia, não faço porque acho que você me deve algo ou porque quero te explorar… é só uma ideia que não sai da minha cabeça e acho que pode ajudar muito a gente, temos tudo que precisa dentro dessas quatro paredes. – Sentenciei torcendo pelo melhor. – A real é que também não me vem outra ideia além de a gente trabalhar os dois, 8 horas, em empregos de merda, se é que a gente consegue. Pensa que se isso der certo, eu posso pegar qualquer trampo e a gente vai ficar de boa.

Majo suspirou, o fato de a gente ter tudo que precisava e ela só ter que botar o corpo tornava o sacrifício plausível. Com certeza o gostinho da pizza também tava ajudando.

- Vamos, Majo, é questão de ir se soltando aos poucos, não vou te fotografar pelada.

- Deixa eu pensar. – Ela sussurrou, como se surpresa com as próprias palavras, com o olhar perdido. – Adoraria ter grana e, antes de atender um caixa registradora 6 dias por semana, preferiria fazer isso, mesmo não sabendo se me vejo tirando a roupa na sua frente.

- Boa! Vamos de facilidade e cultura moderna!

- Você disse nazismo?

- E te explico, não precisa se pelar, repito, a gente pode fazer
lewdsDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.macioscoisas mais tranquilas pra sondar o terreno. Pensei que, com uns poucos dólares, com a situação de merda do país, ia nos ajudar pra caralho. Se der certo, cê pode seguir sozinha e foda-se minha palavra, que te deixo toda a responsabilidade.

Consegui pelo menos que ele considerasse, que pensasse nisso, e as mãos dele não estavam no meu pescoço, nem jogando coisas em mim, nem discando 911, eu via isso como uma vitória. Mais ainda, algo me dizia que aquele gostinho delicioso, salgado do cantimpalo ainda na nossa boca ia ditar um veredito favorável.

- Eu botaria o corpo, você cuidaria de todo o resto, né? – perguntei fazendo ranger as engrenagens morais da cabeça dele. – Cuidaria da página, da edição, da grana, tudo...
- Tudo, faria o mais fácil possível pra você, é só você botar sua... beleza, seu corpanzil, já basta. Até já tenho um nome pensado.


ÁngeLolita

Não precisei quebrar muito a cabeça pra pensar no nome, minha mãe sempre disse que ela era um anjo saído do Evangelho e eu chamava ela de minha lolita (somos irmãos muito estranhos). Até a Majo tem uma carinha que me lembra a protagonista de Lolita, o filme de 97 adaptação do romance de Vladimir Nabokov. Pretensão de leitor à parte, eu achava queÁngeLolitaEra original e, o mais importante, não estava usado. Tenho zero paciência pra ficar fazendo conta.Tradução para o português brasileiro:

niks
, etc.Irma

fotografia

graca

tabu
Assim ficou o produto final, com a marca d'água, os recortes e o logo, que por sorte, a Majo não percebeu o quão sugestivo era.— Gosto, sei lá, é nome de puta softcore, diria. É assim que você quer me vender?

— Exato. — Respondi na manhã seguinte, depois de revelar nosso plano, enquanto a chaleira com água fervendo começava a chiar. — Nervosa pra sua primeira função?

— Sobrou chá de boldo ou camomila? — Perguntou meio irritada na cozinha, fazia meses que não acordava tão cedo, às nove. Talvez fosse cedo demais pra avisar que a conta dela tinha nascido legalmente e eu usei, de forma provisória, a foto da bunda dela enquanto dormia.

— Tô usando pela segunda vez esse saquinho de chá comum, não tem dos outros. O bom é que ainda tem biscoitinhos e doce de leite ou beautiful.

— E não, não tô nervosa. — Respondeu com um certo atraso matinal enquanto enchia a xícara. — Tô ansiosa, quero ver se é uma boa ou má ideia pra poder tomar uma decisão séria.

— Séria? Se o de hoje der certo, você vai entrar de cabeça?

— Talvez até me anime a fazer.
nudes— Ela me revelou, me deixando meio atordoado com a ideia. — A menos que você me superestime e eu acabe sendo um fiasco.

— Você não vai ser um fiasco, você é gostosa pra caralho. — Falei com toda a sinceridade do mundo, sentando à mesa com ela. — Vão nos deixar uma grana preta com a esperança de ver alguma coisa, os homens são assim, a gente gosta de uma mulher e abre a carteira na esperança de ver algo, um mamilo, um lábio, a bunda, o que for.

— Você fala isso porque é meu irmão. — Retrucou com um sorriso nervoso, desviando o olhar e rindo da minha análise do gênero masculino.

— Exato, irmãos normalmente não falam isso, e eu tô falando sem papas na língua: você é gostosa e ponto final.

— Você sempre foi carinhoso e elogioso comigo, diferente de outros irmãos… você é como um pai também. — Me confessou, me dando um olhar risonho. — Sou sortuda por você sempre ter cuidado de mim, sabia quando me convidou pra morar junto que a gente ia se entender, mesmo que eu odeie que você seja tão protetor.

Durante todo o café da manhã, mencionei que briguei até partir pra porrada com uns amigos antigos meus que fizeram comentários obscenos sobre ela. Comigo podia zoar de qualquer coisa, menos da minha irmã, era algo que nunca permiti, e só meus amigos mais fiéis entendiam isso. Como homem, antes de irmão, deixei claro que ela tinha condições de enlouquecer qualquer um.

Antes de começar a primeira sessão, falei sobre os preços da assinatura e os pacotes de acompanhamento, expliquei como funcionava tudo baseado no que minha amiga tinha me dito, parafraseando ela. Pensava em aumentar o preço se o plano desse certo, já que o preço provisório era um pouco mais baixo: 12 dólares a assinatura. Os pacotes de acompanhamento eram de 25 dólares por 3 meses para 45% do material e 40 dólares por 6 meses para 60%. Noé me disse pra dar mais opções de acompanhamento, mas, sinceramente, não achava que fosse durar mais de 6 meses, não queria contar com os ovos antes da galinha botar.

— Você cuida da parte técnica, Eu só faço as poses. Preparou o estúdio ontem à noite? Te ouvi mexendo umas merdas. – Menciono já terminando o chá.
– Estúdio,
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Só empilhei umas coisas, enchi a estante com os livros da sala e até pendurei o relógio da vó. Parece um quarto de velho com todos os enfeites que coloquei.

Contei pra ela que ontem à noite fiquei tão pilhado que montei um cenário minúsculo na frente da janela do meu quarto, com enfeites e livros que não consegui vender. Acreditem, tem mais coisa naqueles poucos metros quadrados do que na casa inteira — era isso que eu amava na fotografia, a mágica da ilusão que ela cria.

Sem saber, eu estava prestes a descobrir um novo tipo de magia no mundo da fotografia.

Começamos depois de comer e, confesso, meu coração batia que nem um adolescente no primeiro encontro, e minhas mãos suavam tanto que molhavam a câmera.
SeteavaO que estava acontecendo comigo? Tinha uma certa tensão, claro, estávamos mergulhando em algo que podia nos enforcar ou ser só uma história besta, mas meu nervosismo vinha de outro lugar… ideias que eu não conseguia segurar e atacavam as muralhas da minha integridade como invasores mongóis.

Minha irmã estava se trocando no quarto dela, na frente do meu, e a porta estava entreaberta… minhas pernas foram sozinhas, parando bem na frente da porta sem saber o que fazer. Um monte de lembranças e situações passaram pela minha cabeça.

Lembrei das brigas com quem fazia piada sobre minha irmã, das travessuras que a gente fazia quando criança pra irritar minha mãe, dos palavrões que ensinei pra ela chocar a mamãe, lembrei principalmente de uma época em que dormíamos juntos quase todo dia e…

- Bom, coloquei isso pra começar, como é que eu tô? – Perguntou a Majo saindo do quarto dela, me pegando de surpresa. Ela tava com um look esportivo, uma regata rosa fluorescente e um short cinza. A safada, como se soubesse que eu tava com a cabeça a mil, deu uma voltinha que me fez revirar os olhos.

- Ideal… você tá muito, hã… linda, eles vão pirar. – Falei sem segurar a emoção nem um pouco, olhando ela de cima a baixo. – Olha só você, vai abrir o chão.

- Contanto que abram a carteira como você disse, tô dentro, vamos nessa. Ficou legal em você, aliás, gostei. – Ela admitiu, andando pelo set, passando por mim cheirosa até os pés. Era uma tarde bem quente e a gente ia ficar trancado um tempão. Em mim, aquele perfume não ajudava nada, só bagunçava minhas ideias, me deixava tonto como um zangão afogado em pólen.

- Tá pronta, Majo? – Perguntei me posicionando de lado, e assim que ela virou pra me responder, peguei ela de surpresa, clicando. A primeira sessão tinha começado, e isso ia definir até onde a angelical ÁngeLolita voaria.
Desculpe nao posso ajudar com





irmao e irma


Valeu por ler, a próxima parte já tá em desenvolvimento e prometo que a "trama" vai andar.

Se vocês gostaram, eu agradeceria muito pontos, comentários, retornos, o que acharem melhor. Tudo é feito na raça e qualquer detalhe é levado em conta.

15 comentários - O Onlyfans da Minha Irmã

TF850 +2
Dioooos... Lo voy a leer cuando no sea de madrugada :v
Me lo guardo.
Sé que sos de mis lectores más exigentes, solo te diré que es un capítulo soft, y en el segundo ahi se calientan los motores.
TF850 +2
Ya me imaginaba que era soft, por eso quiero leerlo cuando hayas Sol xd
muy bueno, espero ansioso la continuación
Gracias man, no va a tardar mucho, esta vez ya lo tenia empezado 👍
no hay problema, me gusta mucho esta temática
👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻
💪 Gracias por el comentario
@El_Cochinoco Gracias a vos! Por el talento, el amor en los detalles, la elegancia sucia y coloquial, la cercanía y eñ esmero en la estilística! Así, imposible no incendiarse .
Me encanta esta nueva historia.
Me alegra, siempre es bueno empezar derecho
Gracias Brother, comienza a llamar mi atención. Espero continúes la saga pronto. Tenes un 10+
Si, tengo una parte de la continuacion, no va a tardar tanto como otros.
Te la sube con el relato de ella y laa fotos pero despues te la re baja con sus llantos maricones por la guita.
jajaja si es que sin una necesidad fuerte es raro que salieran con algo asi 😂 Gracias por comentar.
gereleo +1
Es muy buena la historia , Next..Next..
Mañana o pasado sale, esta casi listo!
3shaka3 +1
Muy inteligente el uso del contexto para un nuevo relato. Promete!
Gracias por el comentario!
Donde encuentro la segunda parte
http://www.poringa.net/posts/relatos/4027496/El-Onlyfans-de-mi-Hermana-Parte-2.html