Depois da conversa com a Gracia, realmente fiquei pensando nessa parada de ficar perto de uma gatinha que vive fodendo com qualquer um, era algo que eu nunca teria me permitido antes. Às vezes, sentia vergonha de pensar nas coisas que fiz com ela e, sei lá, me decepcionei comigo mesma, por isso comecei a me afastar da Gracia. Definitivamente somos diferentes, ela é mais liberal e fica fazendo um monte de loucura, mas eu não quero isso; a última que ela me contou sobre os caminhoneiros acho que me deu uma visão total dela, no fundo me dá muita pena que uma mulher jovem e gostosa tenha que entrar nessa pra se sentir bem, imagino conhecendo ela que vão enganá-la, comer ela e depois largar ela na mão como sempre.
Bom, vou contar sobre mim: às vezes fico triste e sinto falta do meu parceiro, mas em alguns momentos visto a armadura de forte e tento viver minha vida de outro jeito. Tenho outras amigas menos piranhas com quem às vezes converso ou saio pra tomar algo, uma delas, a Patrícia, me contou que passou por isso e no fim ficou mais sozinha do que nunca, espero que não aconteça comigo.
Ela me recomendou ir ao massagista que ela frequenta direto, que vai me ajudar a aliviar as tensões dessa fase e, além disso, o cara é super gente boa e sabe te guiar pra sair dessas bad. Me passou o número pra eu ligar pra secretária e pedir um horário.
Na quarta-feira à tarde terminei cheia de serviço e quando cheguei em casa vi uma mensagem da Patri: o número do massagista é 02915645XXX, se apressa que ele não tem muitos horários disponíveis essa semana. Na hora liguei e uma mulher atendeu, era a secretária dele, e contei que fui recomendada pela Patrícia e precisava de um horário pra descontrair. A mulher disse que estava tudo lotado até a semana que vem, e se era muito urgente? Não sei por que, mas falei que sim, que estava muito dolorida. Bom, nesse caso posso te dar o último horário de sexta às 20h. Se eu topasse, ela me mandava o PIX pra depositar o valor e depois me ligava de volta. Ligar pra pegar as instruções da sessão, etc., etc. Bom, eu falei com ele, ele mandou o valor de $1200 e eu fiz uma transferência. Avisei a gatinha do consultório e ela disse pra eu ir às 19h50 na sexta-feira que vem, com pouca ingestão de líquidos, roupa solta e, se possível, com sapatos baixos. Bom, pensei: isso é pra uma sessão de massagem, haha.
Bom, na sexta-feira terminei no escritório às três da tarde, fui pra casa ver TV até a hora da massagem, tomei banho e vesti um vestido meio longo, calcinha soltinha e rasteirinhas, como a gatinha mandou.
Quando cheguei no consultório na rua Fitz Roy, fui atendida pela gatinha com quem tinha falado. Ela pediu pra eu esperar, que ainda tinha uns minutos, que ela ia embora e que agora era minha vez.
Passaram mais de 15 minutos e a porta do gabinete abriu. Saiu uma mulher mais ou menos da minha idade, de óculos, e sem me olhar foi embora. Na sequência, saiu um cara de uns 40 anos, com uma túnica até o joelho, e me chamou pelo nome: "Alejandra?" "Sim, sou eu." "Pode entrar, por favor."
Ao entrar no gabinete, bem amplo, com uma janela pra um pátio, ele acendeu um incenso, fechou a cortina, se virou e me perguntou o que estava acontecendo, por que eu precisava da consulta. Expliquei que estava passando por um momento difícil: recém-separada, com algumas questões emocionais, companhias não muito boas e muito estressada, com dor nas costas, nos braços, às vezes na cabeça e com muita ansiedade.
Ele me ouviu e disse que era normal, que a carga de emoções fortes repercute no corpo, que precisava fazer umas sessões pra reativar minha circulação, liberar endorfina, aliviar as dores e as enxaquecas, e blá blá blá.
Aí o cara pediu pra eu tirar o vestido e deitar na maca. Fiquei só de calcinha violeta meio soltinha que tinha vestido e um sutiã esportivo folgado. Depois das primeiras massagens nas costas, ele também pediu pra eu tirar. Fiquei com muita vergonha, mas aos poucos tirei tudo. e deixei ela na cadeira, me deitei de novo na maca de bruços, ele se aproximou novamente e ajustou minhas pernas mais afastadas, de repente senti algo frio nas costas, era um gel ou algo assim que ele passou, e devagar começou a deslizar as mãos de cima pra baixo, e assim de novo, várias vezes, chegava até meus glúteos, cada vez mais pra baixo, dos ombros até as coxas, assim por uns 15 minutos acho, depois me pediu pra virar e ficar de barriga pra cima; toda nua, com os peitos e a buceta expostos, ele se aproximou de novo e agora eu vi que era um líquido que ele espalhava pelo meu corpo todo, e outra vez começou a passar as mãos por todo o corpo, primeiro os ombros, depois as laterais dos peitos, depois a pelve, e daí pras coxas até as panturrilhas.
Ele falava não sei o quê e que eu devia relaxar, numa hora comecei a me soltar toda, ele pediu pra eu fechar os olhos e percebi que ele abriu minhas pernas de leve, suavemente passava a mão pelo meu abdômen, chegava até a pelve, descia pelas coxas até os pés onde sentia uma pressão suave na sola e outra vez subia até os peitos, depois descia de novo, eu gostava, as mãos dele eram muito macias, assim continuou um tempo e eu comecei a ficar com tesão com as massagens que na verdade eram carícias, ele ia cada vez um pouquinho mais, fechei os olhos e numa hora senti que ele roçava de leve na minha vagina, passava um dos dedos bem perto dos lábios, como sou totalmente depilada sentia cada movimento que ele fazia na minha pelve e nas minhas coxas, passando devagar sobre minha intimidade, numa reação quase involuntária levantei a pelve pra encontrar a mão dele que acariciava os lábios da minha buceta, aí percebi que tava molhada, ele só tocava de leve nos meus lábios e eu não aguentava mais, acabei abrindo mais as pernas e levantando mais o quadril pra alcançar a mão dele, ele continuou me tocando devagar, eu ainda de olhos fechados, aproveitando essa sensação.
Sem dúvida o cara sabia muito bem o que tava fazendo, continuou me tocando devagar, com a outra mão acariciava a parte de dentro das minhas coxas, ele passou de novo aquele gel na mão que tava na minha buceta e bem suave começou a massagear a área, dava pra ver que ele tava super excitado, e eu fazia movimentos quase sem querer pra cima, aí senti a verdadeira sensação de gozar toda, ele roçava meu clitóris com o polegar enquanto com os outros dois dedos acariciava meus lábios.
De repente toca o telefone ou a campainha, não sei o que era, ele se assustou, acho, e me fala: bom, por hoje tá bom, já desembaraçamos alguns assuntos, você deveria fazer pelo menos mais duas sessões…
Assim ele se afastou de mim e foi até o celular que tava em cima da mesa, só ouvi ele dizer: já terminei, love, em dez minutos vem me buscar..
Me senti muito mal, bom, não sei por quê, na real nem sei o que tava pensando naquele momento, aí desci da maca, me vesti como pude e ele me acompanhou até a porta, falando pra eu falar com a secretária pra marcar a próxima sessão.. e ali, olhando nos meus olhos e com um sorriso, ele fala: “na próxima a gente começa de onde paramos hoje e você vai notar uma grande melhora…”, nos despedimos com um aceno e fui andando pra casa, que fica a quatro quadras..
Quando cheguei, tava sozinha, minha filha tinha ido pra casa da avó, não consegui me segurar, tranquei a porta com a chave e deixei ela na fechadura, e mesmo não fazendo isso com frequência, fui pro quarto no escuro, tirei a roupa, me joguei na cama e me masturbei por um tempão até gozar de novo, ainda tava com restos de gel e fluidos na buceta, o mais louco é que eu pensava que tava fodendo com o massagista enquanto enfiava os dedos, sendo que no fim das contas ele não tinha feito nada, nem dito nada fora do lugar; foi estranho o que aconteceu, ele era gay ou era uma técnica pra esquentar uma gostosa e depois comer ela direitinho, o cara é muito gato, não sei, vou marcar outro horário pra última hora e me resolver duda…
Bom, vou contar sobre mim: às vezes fico triste e sinto falta do meu parceiro, mas em alguns momentos visto a armadura de forte e tento viver minha vida de outro jeito. Tenho outras amigas menos piranhas com quem às vezes converso ou saio pra tomar algo, uma delas, a Patrícia, me contou que passou por isso e no fim ficou mais sozinha do que nunca, espero que não aconteça comigo.
Ela me recomendou ir ao massagista que ela frequenta direto, que vai me ajudar a aliviar as tensões dessa fase e, além disso, o cara é super gente boa e sabe te guiar pra sair dessas bad. Me passou o número pra eu ligar pra secretária e pedir um horário.
Na quarta-feira à tarde terminei cheia de serviço e quando cheguei em casa vi uma mensagem da Patri: o número do massagista é 02915645XXX, se apressa que ele não tem muitos horários disponíveis essa semana. Na hora liguei e uma mulher atendeu, era a secretária dele, e contei que fui recomendada pela Patrícia e precisava de um horário pra descontrair. A mulher disse que estava tudo lotado até a semana que vem, e se era muito urgente? Não sei por que, mas falei que sim, que estava muito dolorida. Bom, nesse caso posso te dar o último horário de sexta às 20h. Se eu topasse, ela me mandava o PIX pra depositar o valor e depois me ligava de volta. Ligar pra pegar as instruções da sessão, etc., etc. Bom, eu falei com ele, ele mandou o valor de $1200 e eu fiz uma transferência. Avisei a gatinha do consultório e ela disse pra eu ir às 19h50 na sexta-feira que vem, com pouca ingestão de líquidos, roupa solta e, se possível, com sapatos baixos. Bom, pensei: isso é pra uma sessão de massagem, haha.
Bom, na sexta-feira terminei no escritório às três da tarde, fui pra casa ver TV até a hora da massagem, tomei banho e vesti um vestido meio longo, calcinha soltinha e rasteirinhas, como a gatinha mandou.
Quando cheguei no consultório na rua Fitz Roy, fui atendida pela gatinha com quem tinha falado. Ela pediu pra eu esperar, que ainda tinha uns minutos, que ela ia embora e que agora era minha vez.
Passaram mais de 15 minutos e a porta do gabinete abriu. Saiu uma mulher mais ou menos da minha idade, de óculos, e sem me olhar foi embora. Na sequência, saiu um cara de uns 40 anos, com uma túnica até o joelho, e me chamou pelo nome: "Alejandra?" "Sim, sou eu." "Pode entrar, por favor."
Ao entrar no gabinete, bem amplo, com uma janela pra um pátio, ele acendeu um incenso, fechou a cortina, se virou e me perguntou o que estava acontecendo, por que eu precisava da consulta. Expliquei que estava passando por um momento difícil: recém-separada, com algumas questões emocionais, companhias não muito boas e muito estressada, com dor nas costas, nos braços, às vezes na cabeça e com muita ansiedade.
Ele me ouviu e disse que era normal, que a carga de emoções fortes repercute no corpo, que precisava fazer umas sessões pra reativar minha circulação, liberar endorfina, aliviar as dores e as enxaquecas, e blá blá blá.
Aí o cara pediu pra eu tirar o vestido e deitar na maca. Fiquei só de calcinha violeta meio soltinha que tinha vestido e um sutiã esportivo folgado. Depois das primeiras massagens nas costas, ele também pediu pra eu tirar. Fiquei com muita vergonha, mas aos poucos tirei tudo. e deixei ela na cadeira, me deitei de novo na maca de bruços, ele se aproximou novamente e ajustou minhas pernas mais afastadas, de repente senti algo frio nas costas, era um gel ou algo assim que ele passou, e devagar começou a deslizar as mãos de cima pra baixo, e assim de novo, várias vezes, chegava até meus glúteos, cada vez mais pra baixo, dos ombros até as coxas, assim por uns 15 minutos acho, depois me pediu pra virar e ficar de barriga pra cima; toda nua, com os peitos e a buceta expostos, ele se aproximou de novo e agora eu vi que era um líquido que ele espalhava pelo meu corpo todo, e outra vez começou a passar as mãos por todo o corpo, primeiro os ombros, depois as laterais dos peitos, depois a pelve, e daí pras coxas até as panturrilhas.
Ele falava não sei o quê e que eu devia relaxar, numa hora comecei a me soltar toda, ele pediu pra eu fechar os olhos e percebi que ele abriu minhas pernas de leve, suavemente passava a mão pelo meu abdômen, chegava até a pelve, descia pelas coxas até os pés onde sentia uma pressão suave na sola e outra vez subia até os peitos, depois descia de novo, eu gostava, as mãos dele eram muito macias, assim continuou um tempo e eu comecei a ficar com tesão com as massagens que na verdade eram carícias, ele ia cada vez um pouquinho mais, fechei os olhos e numa hora senti que ele roçava de leve na minha vagina, passava um dos dedos bem perto dos lábios, como sou totalmente depilada sentia cada movimento que ele fazia na minha pelve e nas minhas coxas, passando devagar sobre minha intimidade, numa reação quase involuntária levantei a pelve pra encontrar a mão dele que acariciava os lábios da minha buceta, aí percebi que tava molhada, ele só tocava de leve nos meus lábios e eu não aguentava mais, acabei abrindo mais as pernas e levantando mais o quadril pra alcançar a mão dele, ele continuou me tocando devagar, eu ainda de olhos fechados, aproveitando essa sensação.
Sem dúvida o cara sabia muito bem o que tava fazendo, continuou me tocando devagar, com a outra mão acariciava a parte de dentro das minhas coxas, ele passou de novo aquele gel na mão que tava na minha buceta e bem suave começou a massagear a área, dava pra ver que ele tava super excitado, e eu fazia movimentos quase sem querer pra cima, aí senti a verdadeira sensação de gozar toda, ele roçava meu clitóris com o polegar enquanto com os outros dois dedos acariciava meus lábios.
De repente toca o telefone ou a campainha, não sei o que era, ele se assustou, acho, e me fala: bom, por hoje tá bom, já desembaraçamos alguns assuntos, você deveria fazer pelo menos mais duas sessões…
Assim ele se afastou de mim e foi até o celular que tava em cima da mesa, só ouvi ele dizer: já terminei, love, em dez minutos vem me buscar..
Me senti muito mal, bom, não sei por quê, na real nem sei o que tava pensando naquele momento, aí desci da maca, me vesti como pude e ele me acompanhou até a porta, falando pra eu falar com a secretária pra marcar a próxima sessão.. e ali, olhando nos meus olhos e com um sorriso, ele fala: “na próxima a gente começa de onde paramos hoje e você vai notar uma grande melhora…”, nos despedimos com um aceno e fui andando pra casa, que fica a quatro quadras..
Quando cheguei, tava sozinha, minha filha tinha ido pra casa da avó, não consegui me segurar, tranquei a porta com a chave e deixei ela na fechadura, e mesmo não fazendo isso com frequência, fui pro quarto no escuro, tirei a roupa, me joguei na cama e me masturbei por um tempão até gozar de novo, ainda tava com restos de gel e fluidos na buceta, o mais louco é que eu pensava que tava fodendo com o massagista enquanto enfiava os dedos, sendo que no fim das contas ele não tinha feito nada, nem dito nada fora do lugar; foi estranho o que aconteceu, ele era gay ou era uma técnica pra esquentar uma gostosa e depois comer ela direitinho, o cara é muito gato, não sei, vou marcar outro horário pra última hora e me resolver duda…
0 comentários - Alejandra recien separada 7 - El masajista 1