Com meu Irmão 2

Relato da RED




Olá, queridos amigos, meu primeiro relato terminou comigo exausta, desmaiada e sem energia nenhuma. Fui brutalmente comida no cu pela pica enorme e grossa do meu irmão e fiquei destruída, sem forças. Mas é claro, a sentada no cu foi totalmente desejada por mim, só que não calculei direito o tamanho do meu buraco anal e o tamanho da pica do meu irmão, o animal do Juan.
Apesar da minha dor intensa no cu, eu dormi na hora (ou desmaiei, sei lá!) e na manhã seguinte (era domingo) fui acordado por uma série de beijos suaves que sentia na minha bochecha e na minha testa e um cheiro forte de bacon, café e outras coisas. Abri pesadamente um olho e vi meu irmão me beijando, ele levantou o rosto, sorriu pra mim e disse:
– Vem, vagabundo, levanta logo, já passa das 12 e mexe essa bunda até a cozinha, que te preparei um café da manhã bem gostoso!
Tentei dar ouvidos e me mexi.
– A bunda, minha bunda! O que você fez comigo, seu bruto? Tá doendo pra caralho.
Meu irmão riu enquanto eu ficava louca de dor.
— Você não queria que eu abrisse essa bunda que você tem? Já te avisei, Mari, meu pau é grande demais pra esse rabo teu, mas não se preocupa, a gente vai dar um jeito.
Foi até o guarda-roupa, pegou uma caixa de sapato e, de dentro dela, um pote que colocou na mesinha de cabeceira, saiu e voltou com o kit de primeiros socorros e então me disse:
– Vira essa buceta, minha putinha, vamos limpar e cuidar do "nosso" cuzinho frágil. Porra, mina, como tá isso, deve doer pra caralho! Desculpa, Maria, mas acho que essa noite a gente exagerou e tua bunda tá bem aberta e num estado horrível. Vou limpar direitinho, desinfetar e passar essa pomada que um amigo farmacêutico me deu há um tempo – é analgésica, anti-inflamatória e cicatriza machucados pequenos, evitando que sequem e criem casca.
Então, meu irmão começou a arrumar o que tinha quebrado na noite anterior. Aos poucos, a dor foi diminuindo, mas o calor foi subindo em mim. Vou explicar: eu estava pelada na cama e meu irmão só usava um roupão curto de seda. Pelo espelho do armário dele, eu via o pau dele, duro e bem duro, e, por cima (atrás de mim, queria dizer), ele estava me massageando pra valer, já que ele enfiava a pomada com o dedo no meu cu e logo eram dois dedos. Sentir os dois dedos dele dentro de mim, mesmo querendo pensar que era "só" pra passar bem a pomada, me deixou com tesão e comecei a me acariciar a virilha. Meu irmão então disse:
– Bem, Maria, acabou isso. Pega essa pomada e toda noite faz em você o mesmo que eu fiz. Vai ver como fica bonitinha.
Eu me virei e peguei no pau dele. Afastei um lado do roupão e ele ficou totalmente exposto na minha frente. Era maravilhoso, com a luz do dia dava pra ver bem, e a grossura era bem notável, não dava pra cobrir com a minha mão. Escuro, cheio de veias, com uma cabeça enorme e dois ovões pendurados. Enquanto massageava, eu me perguntava: como era possível que aquilo tivesse estado dentro do meu cu e até dentro da minha buceta? Era o maior pedaço de carne que eu já tinha tido, e eu sorri. Meu irmão era meu e eu era dele, então as coisas tinham que ficar claras desde já.
— Juan, tira o jaleco, quero te ver completamente pelado.
Ela tirou e jogou de lado. Eu já tava molhada de novo e a dor na minha bunda tinha passado. Queria aquela pica de novo……….. isso sim, na minha buceta, porque o cu não tava pra brincadeira. Vi ele de pé, totalmente pelado, sério, com a espada apontando pro teto, dura e empinada, e falei:
– Fode minha vida, agora não estamos como ontem à noite, agora estamos conscientes do nosso amor, quero que me penetre, desejo ver como você entra dentro de mim.
Meu irmão respondeu:
— Isso não é amor, céu, é só puro sexo. Quero te foder mais do que você me quer e espero uma resposta sua pra minha pergunta de hoje à noite: você realmente quer ser uma mulher totalmente sexual ou só quer se divertir, sem mais nada?
Eu respondi pra ela:
– Já te falei ontem à noite, faz de mim sua puta mais selvagem, se quiser. Me ensina a ser um objeto sexual. Serei o que você quiser que eu seja, sem explicações.
— Não, Maria, do jeito que você fala parece que a gente tá falando de sadomasoquismo, e não é isso. Ser sexual é se entregar totalmente pelo prazer e tirar dos outros o maior prazer. Prazer e mais prazer, sem limites, mas também sem ordens nem nada de submissão. Quando você for capaz de extrair de si todo o seu prazer, sem se importar com como nem com quem, aí sim você vai ser realmente o que eu gostaria que você fosse.
Assenti com a cabeça, embora na época eu não soubesse bem o que estava dizendo. Mas meu irmão se aproximou de mim, abriu minhas pernas, passou a língua várias vezes na minha bucetinha molhada e, aos poucos, lentamente, foi enfiando o pau enorme dele. Eu via ele entrando devagar, abrindo as paredes da minha buceta, dilatando tudo ao máximo, não entendia como um cacete daquele podia me penetrar. Comecei a mexer meus quadris, depois peguei o rosto dele com minhas mãos e acariciei, e de repente meu irmão começou a meter com força, entrava e saía com violência, batendo no fundo da minha buceta, como se quisesse entrar no meu estômago, e me olhava nos olhos. Foi aí que entendi… ele estava me testando, e eu me entreguei. Mexia meus quadris, não ligava pra dor no meu cu, levantava minha bacia pra ele entrar melhor e comecei a beijá-lo intensamente, a gozar com ele por completo e a dizer com todo o meu amor.
– Fode-me, minha vida, arrebenta-me e deixa-me louca de prazer, não esquece que é só sexo, não foi você que disse isso?
E comecei a gozar, meus fluidos escorriam com muito prazer meu e também do meu irmão, que, dando um grito forte e me agarrando firme pelos peitos, gozou dentro de mim. Sentia o tremor constante dele, como ele se movia cada vez mais devagar, como suava, e eu acariciava ele, beijava sem parar, os lábios dele eram meus e a língua dele era uma loucura………….. ah, como eu te quero, meu irmão!. Já somos amantes para sempre, já estamos unidos pelo prazer e pelo sexo. Prometi a mim mesma não decepcioná-lo e sei que cumpri até hoje.
Sem tomar banho, a gente tomou café, juntou as mãos e ficou se olhando nos olhos. A real é que a "salsicha" dele tava melhor que as fritas que ele fez. Ele tomou banho e foi embora. Tinha combinado de almoçar com uma amiga, coitada, sinto muito por ela, meu irmão já saiu de casa com o tanque vazio — fazer o quê, mô, é a guerra!
Vesti um roupão (o que era do meu irmão) e fiquei pensando em tudo que foi feito e dito nas últimas horas intensas. Peguei um charuto (um número 2) e comecei a saboreá-lo — tava começando a gostar do gosto do charuto!. Meu irmão me chamava de puta, falava sobre sexo total, o prazer da entrega e da submissão... mas eu nem era bissexual!. Esse pensamento me fez lembrar que a origem da minha tesão noturna era a Marta e o "trabalho" dela com outra mina desconhecida. Pensei que a única lésbica que eu conhecia era a Conchi, mas ela tinha uns 1,55m, era gorda e, principalmente, suava igual uma porca. E se eu tentasse com a Marta? Mas não sabia o número de telefone dela, provavelmente a Conchi saberia... tentar não custava nada, então liguei pra ela, falei que era por causa de uns apontamentos e... ela me deu o número. Liguei pra Marta, ela atendeu e a conversa foi mais ou menos assim:
— Marta, sou a María Canovas, do segundo ano. Sabe quem eu tô falando?
— Sim, filha, sim. Aquela idiota que ontem à noite não tirava os olhos de mim na biblioteca. Será que tenho macaco na cara? Por que você ficava me encarando daquele jeito?
A voz agressiva dela, dura, me impactou e me deixou perplexa.
— Ainda tá aí, idiota? — ela me disse.
— Sim, Marta, tô aqui e não tava te olhando por causa dos teus olhinhos, não, gata, mas sim pela pica que você deu pro seu amante, debaixo das janelas do banheiro. Lembra das suas gozadas e dos seus gemidos?
Agora foi ela, a idiota, que ficou uns segundos em silêncio.
— María, pela sua mãe, que meus pais não descubram! (ela me dizia bem baixinho) o que você quer de mim?
– Falar com você sobre esse assunto.
– Vale, tia, me diz onde a gente pode se ver, na minha casa é impossível.
– Vem pra minha casa, a gente vai ficar sozinhas.
– Vale, às 4 tô aí, beleza?
– Beleza, até às 4, passei meu endereço e desliguei.
Olhei o relógio, eram 2h15 da tarde, preparei um banho quentinho com sais, relaxei, me deitei na cama e……….. capotei. De repente, uma campainha forte me acordou, olhei o relógio e eram 4h10 — porra, devia ser a Marta e eu aqui dormindo!. Outro toque mais longo, então peguei o roupão e sem nada por baixo, atravessei o chalé e abri o portão da rua. Era ela mesmo, me olhou, deu um sorrisinho e disse:
– Buceta, Maria, onde você vai assim? Não lembrava do nosso encontro? Aliás, sou bi e você me atende quase pelada. Também é?
— Não, Marta, entra em casa.
Olhei ela por trás, vinha com um vestido estampado supercurto, com as costas todas de fora e só de mocassim. As costas dela eram largas e dava pra ver bastante músculo, será que malhava tanto ou era de tanto se mexer dando o rabo?
Entramos na sala e tava show de bola, ampla, espaçosa, moderna... e com ar condicionado, mas... bagunçada desde ontem à noite, com bitucas de charuto e cigarro, almofadas pra todo lado e os papéis que meu irmão colocou debaixo da minha bunda, pra pegar meus sucos. Marta pegou eles do chão, cheirou e me disse:
— Caramba, Mari, você teve uma noite bem agitada ou essas marcas são da namorada do seu irmão?
Eu não respondi. Me aproximei dela, peguei aqueles papéis sujos e falei:
— O que você quer beber, fumar ou o que for? Vem, senta aqui, a gente precisa conversar.
Sentou numa poltrona, na minha frente, dava pra ver a calcinha dela, um fio dental marrom escuro, e ela me disse:
– Me dá um uísque bem gelado, sem água e posso pegar um desses charutos pra mim? Essa marca é a minha favorita, é relativamente suave e tem um sabor bom. Quer que eu corte um pra você também?
Assenti com a cabeça, entreguei o copo dela e fiquei com o meu, peguei o cigarro da mão dela e ela acariciou a minha, me olhando nos olhos. Sentei na frente dela, com meu roupão quase aberto, ela me via praticamente pelada, acendemos os cigarros e essa foi a conversa:
— Beleza, Mari, você já sabe que sou bi, me fala o que você quer, mas me promete que o que a gente conversar aqui nunca vai chegar pros meus pais. Se minha mãe descobrir que sou sapatão, ela me mata!
— Marta, nunca fui satisfeita por uma mulher, sempre fui comida por homens e, embora tenha desejado (isso era meio mentira) saber como é ser amada por alguém do mesmo sexo, isso ainda não aconteceu. Você me atrai e, ao te ver foder com aquela outra gata ontem à noite, me deixou louca. Quer me ensinar e ser minha amante?
Enquanto dizia isso, me levantei e tirei o roupão, ficando pelada na frente da Marta.
– Já viu, meu corpo é pra você, cê quer?
Marta sorriu pra mim e, dando uma tragada funda no cigarro, soltou a fumaça e disse:
— E seus desejos mais brutais, também são pra mim?. Que me importa teu corpo, se eu não possuo também o selvagem que todas carregamos dentro, olha pra mim!.
Ela se levantou, sem tirar o cigarro da boca, e foi tirando devagar o vestidinho dela e depois a tanga. Tinha a buceta maravilhosamente depilada e, abrindo os lábios, me mostrou o clitóris dela — atravessado por um piercing! E começou a acariciar ele. Ela se aproximou de mim, eu estava sentada, me olhou nos olhos e disse:
– Bate uma punheta, novata!
E eu comecei a me masturbar, estava confusa. Sentada, pelada, fumando um cigarro, me masturbando e na minha frente, de pé, uma desconhecida, toda nua, fumando outro cigarro, com as pernas abertas e se masturbando também, enquanto me mostrava com prazer seu piercing no clitóris. De qualquer forma, as duas gozamos gostoso e, enquanto eu ainda tremia de prazer, Marta se inclinou e encostou os lábios na minha bucetinha peluda, chupando meus sucos, depois me ofereceu os dela e eu, com um desejo enorme saindo de dentro de mim, coloquei minha boca na dela e lambi com força, além de amar não só o gosto, mas também aquele metal que ela tinha cravado. Devo ter feito muito bem, porque Marta suspirava, então, depois de limpar toda a buceta dela com minha língua, me levantei, segurei sua nuca com a mão esquerda, aproximei meus lábios
à boca dela e nos fundimos num beijo longo, intenso, apaixonado e, enquanto isso, minha mão direita desceu até o clitóris dela e comecei a massageá-lo, Marta então me disse:
– Vamos pra cama, vou te ensinar.
Nós demos as mãos e eu a levei pro meu quarto. Ela se deitou de barriga pra cima, me beijou suavemente nos lábios e disse:
– Vamos começar com um 69 e você vai fazendo o que eu fizer, tá bom?. E é melhor você raspar essa bucetinha que você tem, assim dá pra lamber melhor.
Começou a lamber minha bucetinha, abria meus lábios vaginais e mordia eles, enfiava seus dedinhos, mordia meu clitóris... me fazia ficar no paraíso e eu tentava responder como podia, de repente um tremor na Marta e a nova saída dos seus fluidos me avisaram que ela tinha gozado, eu comecei a tremer também e ela começou a me dar umas linguadas ferozes e então comecei a entender meu irmão... aquilo era sexo, puro sexo e me entreguei como uma louca.
Nos trocamos de posição uma e mil vezes, nunca tinha gozado tanto, tava realmente entregue e solta, jurei uma e mil vezes que a partir daquele dia seria a mulher mais puta do mundo. Eu queria prazer, não dava pra simplesmente abrir as pernas e pronto………. era mais, eu precisava de mais, o sexo não tinha fim. Não importava com quem eu fodesse, homem ou mulher, o único lance era se entregar de verdade e eu queria isso e, pior, eu precisava. Depois de mais de uma hora sem parar, ofegantes, suadas, exaustas, com a buceta, os bicos dos peitos e os lábios doloridos de tanto morder, apertar e agarrar, ficamos estiradas, juntas, sem nos mexer. Uns minutos depois, a Marta me disse:
– Você é mais gostosa do que eu imaginava e é um amor, desejo de verdade ser seu amante, se você ainda quiser, mas preciso te contar umas coisas.
– Marta, eu desejo de todo coração, quero ser seu e sim, podemos conversar, mas que tal fazermos isso na piscina e relaxarmos um pouco?
Fomos pra piscina, mergulhamos, deitamos em duas espreguiçadeiras, acendemos uns cigarros e ela me disse:
— María, eu faço parte de uma pequena gangue de amigas, todas bissexuais, marombeiras, abertas pra sexo, viciadas em sexo e putas, muito putas. Se você quiser ser minha amante, vai ter que ser de todas e entrar na nossa gangue. Pode continuar com suas amigas de sempre, mas sexualmente falando, vai pertencer ao nosso círculo e ter que aceitar tudo o que ele te oferecer, sem reclamar e sem frescura, e isso… desde que meu grupo autorize sua entrada, já que sou a mais nova da turma e, além disso, você é um ano mais nova que eu, mas, por outro lado, acho que você vai ser mais vadia do que muitas de nós! Se aceitar essas condições básicas, vou falar de você. E se elas não te aceitarem, não vai me ver mais. Fica claro que seu salto sexual vai ser enorme, algo que sua mente atual nem imagina.
Eu me levantei da rede, me deitei sobre ela e, enquanto minha mão direita acariciava o clitóris dela, falei:
– Quero sim!
Como se naquele momento eu tivesse casado com ela e as amigas dela. Comecei a beijá-la e ela retribuiu os beijos, sabia que tava me entregando ao desconhecido e não só não me importava, como queria aquilo, mas era o que meu irmão queria e o que meu coração sexual me obrigava, de repente a Marta deu um grito e um pulo:
– Caralho, teu irmão!.
Caímos da rede no gramado e, quando levantei a cabeça do chão, vi……… meu irmão!. De pé, apoiado na porta do chalé, olhando pra gente e rindo, acho que da cena das duas no gramado, a Marta disse:
— Vou embora, se vira aí!
E aí ele entrou pelado em casa, acho que pra pegar o vestido e a fio-dental dela, porque eu, pelada, no chão, tava olhando que nem uma idiota pro meu irmão — que porra ele tava fazendo em casa? Logo na única vez que eu me entrego pra uma mina e ele aparece. Mas a culpa era toda dele, né? Não queria uma irmã sexual? Então agora sou sexual, meu irmão. De qualquer jeito, ele tava durasso e dava pra ver na calça, um volume imenso.

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