Minha esposa e o vizinho me fazem de corno

Olá, esta é minha primeira postagem e vou contar como minha esposa me botou uns chifres enormes com um vizinho.
Meu nome é Daniel, tenho 40 anos e estou casado há mais de 10 anos com Martina, que hoje tem 33 anos e é a protagonista desta história junto com nosso vizinho.
Conheci Martina quando eu tinha 28 e ela 21, e embora não tenha sido o primeiro homem dela antes de casarmos, fui um dos únicos.
Nosso casamento até aquele momento era mais que normal, casamos, cada um tinha seu trabalho e depois de vários anos conseguimos comprar uma casa. Na parte sexual, como em todo casamento, a chama foi se apagando e, com sorte, transávamos uma vez por semana.

Martina é uma mulher excepcional em todos os sentidos, mas no físico ela sempre se destaca. Ela é de estatura média, magra, com uma cintura bonita e uma bunda firme e trabalhada na academia, e uns peitos lindos, carnudos e firmes, bem grandes para serem naturais.
Eu, por outro lado, sou bem magro e de altura média, puxando pra baixinho.
Com a pandemia e a quarentena, nossa vida mudou como aconteceu com a maioria das pessoas. No caso da minha esposa, ela passou a trabalhar de casa, algo que, pelo meu trabalho, não pude fazer e continuo indo ao escritório todos os dias.

Nesse contexto é que aparece em cena nosso vizinho. Embora moremos na nossa nova casa há mais de 2 anos, o vizinho é um cara retraído, meio ermitão, que praticamente não sai de casa. A casa dele é enorme, de dois andares, e de uma janela do segundo andar ele vê perfeitamente nosso quintal. Nunca nos preocupamos com a privacidade dessas janelas porque estavam sempre fechadas e com cortinas, nunca vimos ninguém nem espiar. Pelos comentários dos outros vizinhos, ficamos sabendo que quem morava lá era um homem sozinho, de quase 60 anos, de família muito rica, que se dedicava a pintar e não falava com ninguém há 20 anos.

Durante a quarentena, como Martina não podia ir à academia... porque estavam fechados, ela começou a fazer exercício em casa e, mesmo depois que reabriram, já tinha organizado a rotina dela, então continuou treinando em casa. Com a primavera, esses exercícios foram para o nosso quintal, que, se não fosse pelas janelas do vizinho, é bem privado.

Ela primeiro usava roupa esportiva típica, legging e regata, mas um dia, quando cheguei do trabalho, me surpreendi ao vê-la com uma saia curtinha daquelas que se usam com uma legging por baixo, mas ela não estava usando, ou seja, estava só com a tanga, e obviamente, se ela se mexia um pouco ou se abaixava, dava pra ver praticamente a bunda toda. Claro, ela disse que era por conforto e que ninguém via ela mesmo. Eu olhei as janelas do vizinho e estavam completamente fechadas, então não dei muita importância.

Nesses dias, a Martina estava mais fogosa que o normal, talvez fosse a primavera, pensei, mas no fim não era bem assim.

Um dia, cheguei um pouco mais cedo do trabalho e estava prestes a entrar em casa quando um cara grandão, de físico, meio desleixado pra falar a verdade, se aproxima e se apresenta. Ele disse que se chamava Roberto, que era nosso vizinho, que precisava falar comigo em particular por alguns minutos e me convidou pra entrar na casa dele. Com um pouco de dúvida, aceitei e entrei na casa dele.

A aparência do cara combinava com a casa dele, estava tudo bagunçado, a maioria dos móveis e eletrodomésticos era velha, e enquanto o vizinho preparava um chá, aproveitei pra dar uma olhada e me chamaram a atenção vários retratos de mulheres peladas e uma grande quantidade de fitas VHS em cima de uma mesinha de centro, além da grande quantidade de manchas de tinta, papéis e panos velhos que tinha por todo lado.

Ele me contou um pouco da vida dele (o que não me interessava, pra ser sincero) e que era artista, que pintava quadros e retratos por encomenda e que precisava me mostrar uma coisa, mas que por favor não levasse a mal, e me convidou pra subir pro ateliê dele.

Subimos as escadas e, pela disposição da casa, pude notar que o ateliê do cara era o quarto que dava pro nosso quintal. Enquanto ele abria as persianas, eu dei uma olhada e vi uns quadros que me pareciam familiares, mas antes de conseguir distinguir direito, o vizinho mandou eu me colocar numa janela atrás de uma cortina (que era meio translúcida e olhar). Ele ficou na outra janela, abriu as cortinas de uma vez. Eu não via nada de estranho, só o quintal da minha casa, até que em poucos segundos vejo minha esposa aparecer de roupão, vejo ela acenar pro nosso vizinho, desabotoar o roupão, que cai no chão, ficando, pra minha surpresa, totalmente pelada. Ela foi até uma espreguiçadeira e se deitou de barriga pra cima com as pernas meio abertas.

Eu não entendia nada até que vi o vizinho começar a pintar e, olhando melhor (e com mais luz também), percebi que tinha uns 10 ou 15 quadros da minha esposa em posições diferentes, alguns vestida, outros de lingerie ou pelada. Eu tava com uma mistura de raiva e confusão, a situação era muito estranha. Quando a raiva do vizinho tava aumentando e eu quase partindo pra porrada, ele falou baixinho pra eu olhar o que tava rolando. Virei a cabeça pro quintal da minha casa e vi a Martina com as pernas totalmente abertas, se masturbando freneticamente, não só com as mãos, mas enfiando um consolador enorme.

Naquele momento, foi inevitável ficar excitado com a cena da minha esposa se masturbando e ainda por cima pra outra pessoa que não era eu, e não sei se por reflexo ou porque fiquei olhando fixo pra ela e me tocando na virilha, até que ela claramente teve um orgasmo tremendo. Eu, sem tirar os olhos dela, observei passar alguns minutos até a Martina levantar, vestir o roupão de novo e ir embora, mas antes olhou pro nosso vizinho, acenou e mandou um beijo. Fiquei paralisado até o vizinho virar o cavalete com o quadro que tava pintando e me Fiquei surpreso ao ver que não era um retrato da minha esposa, mas sim um desenho meu esfregando minha virilha.
Claro, comecei a xingar ele, falar que era um doente, que ia denunciar por assédio, que ia encher ele de porrada, etc etc, e quando me joguei pra dar um soco, ele me segurou e me imobilizou na hora (o cara era bem mais forte que eu).
Ele disse pra eu me acalmar e que não ia me denunciar, que queria me mostrar mais uma coisa, mas só se eu ficasse tranquilo. Não tinha outra escolha, o cara era muito mais forte, então aceitei.

Descemos e voltamos pra sala, ele ligou uma TV velha e colocou um dos VHS que estavam na mesa. Não sei se fiquei tão surpreso, já imaginava algo. Nas fitas aparecia minha esposa em situações parecidas com as daquele dia, cumprimentando o vizinho, se despindo e, em muitas, se masturbando, até enfiando consolos no cu, e ele não queria me entregar.

Nessa altura, eu já estava mais excitado do que com raiva. Ver minha esposa posando como uma estrela pornô me deixou muito tesudo. Nisso, recebo uma mensagem da Martina perguntando onde eu estava. Eu disse que precisava ir, mas o vizinho falou pra eu responder dizendo que estava atrasado no trabalho, e foi o que fiz. Rapidinho, recebi outra mensagem da Martina dizendo que estava com tesão e queria transar. Eu tentei me levantar de novo, mas o vizinho disse textualmente: "O que foi, a puta da sua esposa quer dar?" Eu concordei com a cabeça, e ele pegou meu celular e respondeu a mensagem. Quando a resposta da Martina chegou, ele leu e começou a rir: "Toma, lê e não me agradece", ele disse.

Quando li a conversa, o vizinho tinha respondido pra ela parar de encher o saco, que em uma hora chegava em casa e que preparasse o cu porque ia destruir ele, mas o pior não foi isso: minha esposa respondeu que sim, que me esperava pra eu arrebentar o cu dela. Além de não acreditar no que estava lendo, eu já estava com o pau durasso.

Fiquei mais de uma hora lá. Casa do vizinho vendo vídeos da minha esposa posando e se masturbando pra ele, até que o cara colocou uns vídeos mais antigos, e embora o quintal fosse o mesmo, tinha outra mulher. "Essa é a antiga dona da casa, lembra?" o vizinho me disse. Eu olhei bem pra ela e era a esposa do cara que compramos a casa na época. Eu tava concentrado vendo como ela também posava pro vizinho. "Espera uns minutos que você vai ver o que eu fazia com ela".

Efetivamente passaram uns minutos de vídeo e a filmagem apareceu dentro da casa deles (nossa casa agora) e dava pra ver a antiga dona de quatro sendo brutalmente penetrada pelo vizinho. Num momento o vizinho desliga a TV e me manda ir pra minha casa, que no outro dia eu fosse no mesmo horário de hoje, que minha esposa ia enfiar um pepino no cu. Eu, meio confuso, fui pra minha casa. Mal entrei, a Martina se jogou em mim, me deu uns beijos e rapidamente começou a me fazer um boquete. Óbvio que a gente acabou transando e ela finalmente me entregou o cu, coisa que aproveitei pra curtir bem.

Depois da foda que a gente tinha dado, fiquei meio confuso com tudo que aconteceu, saí várias vezes no quintal pra olhar as janelas do vizinho, mas elas sempre estavam fechadas.

No outro dia no trabalho, não conseguia parar de pensar no que tinha acontecido e decidi dar ouvidos ao vizinho e voltar mais cedo pra ver o que rolava. Com o nervosismo que eu tava, cheguei quase uma hora antes do combinado e, embora o vizinho não tenha gostado muito, ele me deixou entrar.

Eu comecei a perguntar umas coisas, principalmente sobre os antigos donos da casa, mas ele não queria me responder diretamente, só começou a colocar vídeos e comentar sobre eles.

Em várias cenas aparecia só os dois transando, mas depois começou a ficar mais pesado. Aparecia o marido da mulher, seja filmando ou participando, até em algumas filmagens eles humilhavam ele um pouco, e a que mais me chamou a atenção foi uma espécie de suruba onde devia ter uns 10 caras fácil. homens contra a antiga dona de casa, e embora a maioria fosse desconhecida pra mim, tinha três caras que eu já tinha visto em algum lugar e que eram vizinhos também, mas da outra quadra.

Num momento, o vizinho desliga a TV e me fala "vamos que o show da sua esposa vai começar". Fomos pro ateliê, ele abriu as persianas e a parada foi parecida com o dia anterior, minha esposa apareceu, se pelou e, como o vizinho tinha me adiantado, depois de um tempo ela pegou um pepino e começou a enfiar no cu. Aquela tarde foi foda, meu pau tava durasso e prestes a explodir a cada segundo. Terminado o "show", fomos de volta pra sala e ele me disse que no dia seguinte eu não fosse na casa dele, mas sim no mesmo horário de sempre na minha, e que eu comesse minha esposa no quintal pra ele ver.

Eu, com a excitação que tava, obedeci sem perceber nada e no outro dia dei uma senhora foda na minha esposa no quintal, igual o vizinho mandou, e foi ela mesma quem sugeriu fazer ali sem eu falar nada. Passaram vários dias com a mesma rotina, o vizinho me adiantava tudo que ia rolar no dia seguinte, roupa que ela ia usar, se ia se masturbar e como, horários, o cara sabia de tudo e eu, feito um otário, não sacava nada.

Um desses dias, o vizinho me fala que no outro dia eu fosse na casa dele e entrasse sem bater campainha, que em cima da mesinha de centro ele ia deixar algo anotado pra mim. Eu, nervoso, não via a hora de ver o que minha esposa ia fazer naquele dia. Na hora marcada, entrei na casa, perguntei umas duas vezes pelo vizinho e ninguém respondeu, tava tudo em silêncio. Fui até a mesinha de centro e tinha uma fita VHS com um cartaz escrito "olha isso, Daniel". Obviamente, coloquei pra rodar desesperado e sentei pra assistir. No começo, dava pra ver eles ajustando a câmera de vídeo e ouvia umas vozes ao fundo. O lugar eu reconhecia, era o ateliê do vizinho de onde ele espiava minha esposa todo dia.

Já com a câmera ajustada, aparece em cena o Vizinho, completamente pelado (não era muito agradável de se ver, já que além de ter uma boa barriga, estava desleixado, cheio de pelos, manchas de tinta e sei lá se não estava até meio sujo) e se ouve: "fala, vadia, vem aqui e chupa meu pau".

Atrás da câmera dava pra ouvir uma espécie de recusa à ordem, e o vizinho fala de novo: "qual é? não quer que eu te coma que nem outro dia?"

Passaram uns segundos e aparece uma mulher de costas, de lingerie, em cena, e para na frente do vizinho... "qual é, vadia, tá com vergonha agora?" diz o vizinho, e lentamente começa a girar a convidada até que o rosto dela fica visível, e sim, era minha esposa.

Eu fiquei imóvel, não entendia nada, minha esposa estava completamente nua, se cobrindo como podia e olhando timidamente pra câmera.

O vizinho pegou ela pelo rosto, começou a beijar e, fazendo um pouco de pressão, foi "obrigando" ela a se ajoelhar na frente dele. Sem ninguém falar nada, minha esposa pegou o pau ainda mole do vizinho e começou primeiro a masturbar ele pra depois passar a chupar. A Martina, que no começo parecia meio tímida, começou a se soltar e o boquete era cada vez com mais vontade, com mais prazer pra ela. O vizinho gemia e de vez em quando "elogiava" ela pelo bem que chupava.

Num momento, o vizinho segura forte minha esposa pela nuca e obriga ela a enfiar o pau inteiro por vários segundos, fazendo ela engasgar a ponto de ter ânsia. Esse processo se repetiu várias vezes até que o vizinho fala pra minha esposa: "cê gosta, vadia?" ela balançava a cabeça dizendo que sim e o vizinho fala: "agora olha pra câmera, fala seu nome e que você é uma vadia arrombada"... (Eu fiquei esperando aquele momento, não sabia se queria que ela dissesse ou não) e sem hesitar muito, minha mulher vira a cabeça olhando pra câmera e fala: "me chamo Martina e sou uma vadia arrombada". Naquele momento tive uma explosão de adrenalina ou sei lá o que foi, mas percorreu eletricidade no corpo que é indescritível.

No vídeo, o vizinho deu uma gargalhada, pegou na cabeça da minha esposa e começou a beijar a boca dela com força, e minha mulher se deixava fazer e dava pra ver que ela curtia, curtia ser tratada como uma puta, evidentemente.

Já completamente alucinados, o vizinho perguntou pra minha esposa se ela queria que ele "comesse o cu dela", e ela respondeu óbvio que sim. O cara sentou num sofá e disse pra minha esposa montar nele, que ela ia ter que se virar se quisesse levar no cu (pensei: que velho filho da puta, além de comer uma mulher gostosa pra caralho pelo cu, ainda faz cu doce).

A Martina, como em todo o vídeo, obedeceu, montou em cima do vizinho, apoiou a buceta no pau dele e foi enfiando devagar nas entranhas dela, pra depois montar com fúria, com tesão, com vontade de ser "comida no cu" por aquele velho nojento.

A câmera pegava um plano excelente da minha esposa de costas, pulando literalmente em cima do pau do vizinho. Os gemidos da minha esposa eram incríveis (não sei se eu alguma vez fiz ela gemer tão forte) e dava pra ver que ela tinha orgasmo atrás de orgasmo.

Eu nessa altura já ia na segunda punheta, tava com a calça arriada e cheio de porra espalhada, assistindo o melhor filme pornô da minha vida.

Num momento, o vizinho levanta ela e coloca ela de quatro olhando pra câmera, se posiciona atrás da minha esposa e fala: "pede do jeito que eu gosto, puta"... ela olhando pra câmera diz: "come meu cu, Roberto, arrebenta minha bunda, por favor". O vizinho ri um pouco e, mesmo não dando pra ver pelo ângulo, a cara da minha esposa disse tudo: ele enfiou com fúria o pau no cu dela, sem piedade.

O plano agora era mais foda que o outro, a cada estocada eu via perfeitamente as reações da minha esposa, ouvia os gemidos, os gritos, via os olhos dela virando "branco" a cada orgasmo que o vizinho tirava dela. Não sei quanto tempo ficaram naquela posição, a única coisa que importava era me deliciar vendo a cara desalinhada da minha esposa se mexer a cada estocada que levava por trás, e claro, me masturbar feito um louco.

Num momento, chegou o inevitável, o vizinho começou a gemer e a encher o cu da Martina de porra. Ela olhava fixo pra câmera com uma cara de puta satisfeita indescritível, enquanto mordia os lábios.

Pelo jeito que olhava fixo, parecia que tava me encarando através da lente da câmera, parecia que tava "dedicando" aquilo pra mim, ou pelo menos era o que eu pensava. Com aquele olhar, eu gozei (me punhetando, óbvio) pela quinta vez seguida, nem na adolescência eu tinha me masturbado cinco vezes seguidas, mas vendo minha mulher ser a puta de outro, dava pra continuar até mais.

O vídeo cortou depois de alguns segundos, a tela ficou preta, e eu lá sentado no sofá, recuperando o fôlego, com o pau ainda na mão e porra espalhada pra todo lado. Quase tive um infarto quando sinto uma mão apoiar no meu ombro. Dei um pulo rápido e vi que era o vizinho. Com um sorriso meio debochado, ele fala: "gostou do vídeo? Fizemos pra você."

Eu não falei nada, fiquei parado olhando pra ele, talvez com um pouco de vergonha. "Vem, me acompanha", ele disse e começou a subir a escada. Aí percebi que o cara tava pelado, só de cueca samba-canção, bem velha e desbotada. Ajeitei um pouco minhas calças e segui ele até o ateliê.

Quando entrei, não acreditei: minha esposa tava de quatro, com o cu empinado e totalmente dilatado, e olhando com mais cuidado, via porra escorrendo, e em boa quantidade. Nisso, o vizinho fala: "hoje também fizemos um vídeo pra você, se quiser ver, vai lá e limpa bem o cu da minha puta, senão volta pra sua casa sozinho, porque sua mulherzinha vai ficar morando comigo..."

Eu não falei nada, nem me mexi um centímetro de onde tava parado, não sabia o que doía mais: me rebaixar àquele nível ou perder o novo vídeo que tinham gravado. Aqueles segundos de definição pareceram eternos até que tomei uma decisão. Provavelmente influenciado pela tesão que tive de novo ao ver minha esposa, agora ao vivo com a buceta aberta, me aproximei dela, me agachei e enfiei minha língua naquele cu aberto e gozado, chupando tudo que aparecia na frente.

Martina começou a gemer e o vizinho a rir e falar "te falei, puta, que seu marido era um corno, soube disso desde que vi ele anos atrás". Eu, meio ofendido e excitado ao mesmo tempo, me levantei e enterrei violentamente meu pau no cu da minha agora hotwife. Ela reclamou um pouco, parecia que não queria que eu comesse ela, mas o vizinho, agora o novo macho dela, mandou ela deixar, que eu tinha direito de me vingar, coisa que fiz e com muito gosto.

Aquela não foi a primeira nem a última vez que meu vizinho aproveitou minha esposa do jeito que quis, ele literalmente a transformou na mulher dele, é a puta pessoal dele, e agora com meu conhecimento. Ela fazia tudo que ele mandava, se deixava fazer qualquer coisa que o macho dela pedisse, e até eu me beneficiei porque ele me deixava participar às vezes e fazer coisas impensáveis pra mim no nosso relacionamento anterior.

O vídeo que gravaram naquele dia só me deixaram ver uma vez, e além de ele ter comido ela do jeito que quis, durante todo o vídeo o vizinho falava pra minha esposa que eu estava lá embaixo vendo outro vídeo dele enfiando nela, coisa que fazia ela se contorcer de prazer.

Em outro post vou contar como a coisa seguiu, porque há vários meses minha esposa não para de receber pica todo santo dia.

14 comentários - Minha esposa e o vizinho me fazem de corno

interesante relato , pero ,,,,,,,,,,,,,,,, faltaron los datos de ese VECINO jjaajjaj
dejala disfrutar de un hombre asi que hay pocos en este mundo
Me encanto el relato y muy exitante. En la forma que lo contas pareciera que es real o no? Demaciado morbo. Van puntos
Cielos bro, si te gustó, así será, a mi me resolvió el estómago y la cena fue para fuera, ni modo, saludos!
Gmf316
Muy buen relato, lastima que la mina al final te va a dejar, recorda que ya no es tuya,ahora será de todos..
Muy bueno!!!. A mi tambien me emcantan los ho.hombres mas grandes y asi de machos hdp
me exploto la verga loooco, terrible relato. Que ganas de cojerme a tu esposa
Casi me hacés infartar. Lo más zarpado que leí hasta ahora.
excelente relato bro, que vivas los cuernos!!! van 10 ptos
junir
Que buena experiencia. Espero la continuación!!!! Gracias!!!