Esta é a história do nosso primeiro ménage. Como encaramos isso? Levou tempo, muito tempo para criarmos coragem. Ofertas não faltavam, tem milhões de caras solteiros prontos pra comer a mulher dos outros, ainda mais a minha, que é uma mulher muito, muito gostosa, muito desejável, com certeza vocês vão ver nos nossos posts.
O negócio era ter coragem. A gente já tinha conversado com casais, mas por mais que o papo fosse bom, era difícil encaixar horários e gostos… vontade sempre teve… o que pegava era o nervosismo e a ansiedade. Também tinha a questão dos gostos… nunca dava pra saber se os casais eram de verdade… mais de uma vez os caras queriam se encontrar sozinhos, mas não era nada daquilo que a gente procurava. Lembro de um babaca de um casal que me pediu o telefone dela (um baita de um otário).
Depois disso, a gente deu uma segurada. Ficou chato que as coisas fossem assim. A fantasia continuava ali, mas a procura deu uma acalmada. Um dia, a gente viu o perfil de um cara solteiro que curtiu o texto, a lábia dele, e a gente chamou. Conversamos bastante com ele até nos sentir à vontade… ele se mostrava um cavalheiro… e foi mesmo. Pediu umas fotos sociais e a gente se animou. Ele deu um monte de dicas de como se movimentar nesse meio e realmente ajudou pra caralho. Deu uma aula master de como abordar um casal.
Data perto de 14 de fevereiro… Dia dos Namorados… caiu como uma luva pra ser um presente pros dois… ia ser tarde… saímos de casa com um nervosismo danado. Ela levava na bolsa a lingerie que ia vestir (ela adora trocar de roupa várias vezes pra se sentir desejada e se ver bonita).
Combinamos um lugar, meia-noite, ele deixava o carro dele e a gente ia pra um motel no nosso. Enquanto esperávamos, eu via que ela tava tranquila. Não sei dizer se era vontade de que finalmente rolasse nosso encontro ou se ela era foda em disfarçar os medos e inseguranças. Eu não queria que ele chegasse… ou queria, sei lá… sentimentos confusos… todo carro que passava a gente achava que era ele… olhávamos pra todo lado, a mensagem não chegava… passou da meia-noite: “tô atrasado uns minutos”… beleza… ele avisa, quer dizer que vem. Esperamos… Nervoso e mais nervoso…
“Chegando”… vemos ele descendo de um carro na calçada do outro lado e se aproximando… Super natural… como se fôssemos amigos de longa data… subiu, nos cumprimentamos… nenhum ator de novela, mas também não era desagradável aos olhos de ninguém… conversamos nada e partimos pro motel…
Entramos e, dada a ocasião, pedimos um dos melhores quartos. Descrevemos assim: dava pra pelo menos 6 casais o lugar… sofás gigantes num dos lados, logo depois um balcão com frigobar, tudo muito bem ambientado. No meio, entre o balcão e a cama, que era casal enorme… linda, com espelhos em cima, bom, entre eles estava o cano pra dançar, do lado subia umas escadinhas e atrás de um vidro imenso fosco estava a banheira de hidromassagem, ao lado da banheira um banho turco!!! Com um monte de azulejinhos.
Mas bom, não vamos encher o saco com mais detalhes. Vamos ao que interessa.
Uns drinks antes, ele só refrigerante, muita conversa, sobre a vida, sobre como a gente gostou da ideia de outra pessoa, blá blá. Ele ficou muito surpreso em saber que era nosso primeiro menage com um homem e, exatamente como disse, se colocou à disposição pra todo mundo se divertir. Ele falou: “Vocês dois brinquem, comecem de boa, eu me ajeito e quando me chamarem eu participo.” Começamos a nos beijar na frente dele, ela estava muito tesuda, a gente tava realizando essa fantasia.
Começamos a nos despir, estávamos muito excitados. Assim que baixei a calça, ela se aproximou do meu pau e começou a chupar gostoso, devagar, passava a língua e me olhava, os lábios vermelhos intensos iam da cabeça às bolas. Nosso amigo já sem roupa nos observava da cama, já estava de pau duro. Com um gesto, pedimos pra ele se aproximar. Ela ia chupar ele, os dois na verdade. O pau dele não era imenso, era um pouco maior que o normal, grosso e bem duro. Ela bateu uma pra ele um pouco e começou a ação. Eu ficava com tesão de ver como ela chupava ele, lambia a cabeça, passava a língua, depois o tronco, acariciava as bolas. Metia os dois Na boca pra ela tirar foto. Como me deixava com tesão! Nunca pensei que ia gostar tanto de ver ela assim.
Depois de brincar com nossos paus por um tempinho, ela foi pro banheiro. Tava na hora da lingerie.
Saiinha curta sem calcinha. Suspenders que tapavam só os biquinhos. Toda molhada e brilhando a buceta dela. Tava pedindo pra comer, e muito.
Primeiro eu, ela de quatro na cama, entrava e saía e gemia enquanto chupava o pau dele. Agora ela queria que o nosso amigo metesse. E, como terceiro obediente, ele chegou por trás e abriu ela com o pauzão grosso. Que lindo ver ela gozar assim. Ele socava com gosto e dava bem gostoso. Ela gozava como minha boa e obediente esposa. Metia até o fundo enquanto eu enfiava meu pau na boca dela… Nunca imaginei que a gente ia gozar tanto… ela me olhava o tempo todo pra me deixar com tesão (e me deixar tranquilo que aquilo era pra nós dois, como o casal consolidado que somos) e isso me deixava duro.
Chegou a hora do cuzinho, primeiro eu, pra abrir um pouco. Lubrifiquei bem e, do jeito que ela gosta, meti devagar. Só um pouquinho, pra dilatar. Claro que ela também queria o outro pau. E aí meteram… “Tão comendo meu cuzinho”, ela dizia, enquanto meu pau ficava durasso de ver ela de quatro gozando igual uma louca.
Foi aí que ela me disse: “Vou te mostrar uma coisa que você vai gostar”. Pegou ele pela mão e foi com ele pro cano pra dançar. Eu largado na cama, esperando. Ela segurou no cano com os saltos altos que deixavam ela muito puta… pegou o pau dele e enfiou pra ele comer ela por trás. Me olhava e dizia: “Cê gosta assim?… Ele mete em tudo que é buraco”, me dando a entender que ia da buceta pro cu o tempo todo… Que imagem linda ver ela sendo comida… sempre lembro disso e já dediquei muitas punhetas. Uma imagem que nunca vai sair da minha cabeça.
Depois fomos pro balcão, ela sentada num banquinho com a raba linda bem pra trás, eu na frente dela, a Acariciava e beijava ela, tocava nos peitos lindos que ela tem, ele por trás metia nela por todos os lados enquanto ela me olhava e perguntava se eu tava gostando. Óbvio que tava gostando!!!, me deixava louco. "Tá dando a buceta pra ele?" eu falava pra ela e ela, sem conseguir responder de tanto que tava gostando, fazia aquela cara de prazer que toda mulher faz quando realmente curte uma pica e gemia tentando dizer que sim.
Depois disso, tomamos uns drinks rapidinho e ela trocou de lingerie de novo. Quando voltou, tava de cinta-liga e uma camisetinha que deixava os peitos dela de fora. Levei ela pra cama e falei pra sentar na pica, pra engolir tudo... e ela, bem obediente, meteu. De trás eu olhava, como ela se abria e entrava até os ovos baterem na bunda dela.
Ela levantou e ficou de quatro na cama, eu metia nela. Alternava entre a buceta e a bunda bem aberta pelo nosso amigo. Eu metia um pouco e deixava ele, uns bombados cada um. "Dá a buceta pra ele" falei, e ele obedeceu. Ela gozava e adorava. Ele comia forte enquanto eu falava pra ela: "Tá gostando da pica que arrumei pra você, não é igual aos brinquedinhos (vibradores) que são frios..." Lembro como ela gemia e fico louco.
Depois ele levou ela pra uma parede de espelhos, baixamos as luzes e ele continuou metendo por trás. Ela de pé com as pernas abertas e as mãos pra cima se segurando enquanto ela fantasiava, falando que se sentia numa balada e dizia pra passar outro. Brincaram assim por um bom tempo, eu olhava e adorava. Ela com o olhar fixo em mim. Ambos mais que felizes e satisfeitos com o que a gente tava fazendo.
Depois, na cama, eu embaixo, beijando e acariciando ela, ela em cima de mim de quatro, ele atrás dela metendo a pica no cu, forte, bem forte até gozar nela. Ele tirou a pica e tirou a camisinha pra espalhar o leite dele nos lençóis.
Foi uma experiência maravilhosa... Como falamos no começo, demoramos pra tomar a decisão, mas não nos arrependemos nadinha... Nos uniu. Muito como casal, tanto emocional quanto sexualmente. Esperamos que tenham gostado da nossa experiência e quem ainda não se animou, não deixe de fazer. Se gostarem, continuem como a gente fez; se não, levem na boa, que é só sexo, não é love. Aqui não tem corno nem corna, é acordo mútuo e experiências que a vida dá. Beijos pra todo mundo, de nós dois. Deixamos algumas fotos daquele dia.
O negócio era ter coragem. A gente já tinha conversado com casais, mas por mais que o papo fosse bom, era difícil encaixar horários e gostos… vontade sempre teve… o que pegava era o nervosismo e a ansiedade. Também tinha a questão dos gostos… nunca dava pra saber se os casais eram de verdade… mais de uma vez os caras queriam se encontrar sozinhos, mas não era nada daquilo que a gente procurava. Lembro de um babaca de um casal que me pediu o telefone dela (um baita de um otário).
Depois disso, a gente deu uma segurada. Ficou chato que as coisas fossem assim. A fantasia continuava ali, mas a procura deu uma acalmada. Um dia, a gente viu o perfil de um cara solteiro que curtiu o texto, a lábia dele, e a gente chamou. Conversamos bastante com ele até nos sentir à vontade… ele se mostrava um cavalheiro… e foi mesmo. Pediu umas fotos sociais e a gente se animou. Ele deu um monte de dicas de como se movimentar nesse meio e realmente ajudou pra caralho. Deu uma aula master de como abordar um casal.
Data perto de 14 de fevereiro… Dia dos Namorados… caiu como uma luva pra ser um presente pros dois… ia ser tarde… saímos de casa com um nervosismo danado. Ela levava na bolsa a lingerie que ia vestir (ela adora trocar de roupa várias vezes pra se sentir desejada e se ver bonita).
Combinamos um lugar, meia-noite, ele deixava o carro dele e a gente ia pra um motel no nosso. Enquanto esperávamos, eu via que ela tava tranquila. Não sei dizer se era vontade de que finalmente rolasse nosso encontro ou se ela era foda em disfarçar os medos e inseguranças. Eu não queria que ele chegasse… ou queria, sei lá… sentimentos confusos… todo carro que passava a gente achava que era ele… olhávamos pra todo lado, a mensagem não chegava… passou da meia-noite: “tô atrasado uns minutos”… beleza… ele avisa, quer dizer que vem. Esperamos… Nervoso e mais nervoso…
“Chegando”… vemos ele descendo de um carro na calçada do outro lado e se aproximando… Super natural… como se fôssemos amigos de longa data… subiu, nos cumprimentamos… nenhum ator de novela, mas também não era desagradável aos olhos de ninguém… conversamos nada e partimos pro motel…
Entramos e, dada a ocasião, pedimos um dos melhores quartos. Descrevemos assim: dava pra pelo menos 6 casais o lugar… sofás gigantes num dos lados, logo depois um balcão com frigobar, tudo muito bem ambientado. No meio, entre o balcão e a cama, que era casal enorme… linda, com espelhos em cima, bom, entre eles estava o cano pra dançar, do lado subia umas escadinhas e atrás de um vidro imenso fosco estava a banheira de hidromassagem, ao lado da banheira um banho turco!!! Com um monte de azulejinhos.
Mas bom, não vamos encher o saco com mais detalhes. Vamos ao que interessa.
Uns drinks antes, ele só refrigerante, muita conversa, sobre a vida, sobre como a gente gostou da ideia de outra pessoa, blá blá. Ele ficou muito surpreso em saber que era nosso primeiro menage com um homem e, exatamente como disse, se colocou à disposição pra todo mundo se divertir. Ele falou: “Vocês dois brinquem, comecem de boa, eu me ajeito e quando me chamarem eu participo.” Começamos a nos beijar na frente dele, ela estava muito tesuda, a gente tava realizando essa fantasia.
Começamos a nos despir, estávamos muito excitados. Assim que baixei a calça, ela se aproximou do meu pau e começou a chupar gostoso, devagar, passava a língua e me olhava, os lábios vermelhos intensos iam da cabeça às bolas. Nosso amigo já sem roupa nos observava da cama, já estava de pau duro. Com um gesto, pedimos pra ele se aproximar. Ela ia chupar ele, os dois na verdade. O pau dele não era imenso, era um pouco maior que o normal, grosso e bem duro. Ela bateu uma pra ele um pouco e começou a ação. Eu ficava com tesão de ver como ela chupava ele, lambia a cabeça, passava a língua, depois o tronco, acariciava as bolas. Metia os dois Na boca pra ela tirar foto. Como me deixava com tesão! Nunca pensei que ia gostar tanto de ver ela assim.
Depois de brincar com nossos paus por um tempinho, ela foi pro banheiro. Tava na hora da lingerie.
Saiinha curta sem calcinha. Suspenders que tapavam só os biquinhos. Toda molhada e brilhando a buceta dela. Tava pedindo pra comer, e muito.
Primeiro eu, ela de quatro na cama, entrava e saía e gemia enquanto chupava o pau dele. Agora ela queria que o nosso amigo metesse. E, como terceiro obediente, ele chegou por trás e abriu ela com o pauzão grosso. Que lindo ver ela gozar assim. Ele socava com gosto e dava bem gostoso. Ela gozava como minha boa e obediente esposa. Metia até o fundo enquanto eu enfiava meu pau na boca dela… Nunca imaginei que a gente ia gozar tanto… ela me olhava o tempo todo pra me deixar com tesão (e me deixar tranquilo que aquilo era pra nós dois, como o casal consolidado que somos) e isso me deixava duro.
Chegou a hora do cuzinho, primeiro eu, pra abrir um pouco. Lubrifiquei bem e, do jeito que ela gosta, meti devagar. Só um pouquinho, pra dilatar. Claro que ela também queria o outro pau. E aí meteram… “Tão comendo meu cuzinho”, ela dizia, enquanto meu pau ficava durasso de ver ela de quatro gozando igual uma louca.
Foi aí que ela me disse: “Vou te mostrar uma coisa que você vai gostar”. Pegou ele pela mão e foi com ele pro cano pra dançar. Eu largado na cama, esperando. Ela segurou no cano com os saltos altos que deixavam ela muito puta… pegou o pau dele e enfiou pra ele comer ela por trás. Me olhava e dizia: “Cê gosta assim?… Ele mete em tudo que é buraco”, me dando a entender que ia da buceta pro cu o tempo todo… Que imagem linda ver ela sendo comida… sempre lembro disso e já dediquei muitas punhetas. Uma imagem que nunca vai sair da minha cabeça.
Depois fomos pro balcão, ela sentada num banquinho com a raba linda bem pra trás, eu na frente dela, a Acariciava e beijava ela, tocava nos peitos lindos que ela tem, ele por trás metia nela por todos os lados enquanto ela me olhava e perguntava se eu tava gostando. Óbvio que tava gostando!!!, me deixava louco. "Tá dando a buceta pra ele?" eu falava pra ela e ela, sem conseguir responder de tanto que tava gostando, fazia aquela cara de prazer que toda mulher faz quando realmente curte uma pica e gemia tentando dizer que sim.
Depois disso, tomamos uns drinks rapidinho e ela trocou de lingerie de novo. Quando voltou, tava de cinta-liga e uma camisetinha que deixava os peitos dela de fora. Levei ela pra cama e falei pra sentar na pica, pra engolir tudo... e ela, bem obediente, meteu. De trás eu olhava, como ela se abria e entrava até os ovos baterem na bunda dela.
Ela levantou e ficou de quatro na cama, eu metia nela. Alternava entre a buceta e a bunda bem aberta pelo nosso amigo. Eu metia um pouco e deixava ele, uns bombados cada um. "Dá a buceta pra ele" falei, e ele obedeceu. Ela gozava e adorava. Ele comia forte enquanto eu falava pra ela: "Tá gostando da pica que arrumei pra você, não é igual aos brinquedinhos (vibradores) que são frios..." Lembro como ela gemia e fico louco.
Depois ele levou ela pra uma parede de espelhos, baixamos as luzes e ele continuou metendo por trás. Ela de pé com as pernas abertas e as mãos pra cima se segurando enquanto ela fantasiava, falando que se sentia numa balada e dizia pra passar outro. Brincaram assim por um bom tempo, eu olhava e adorava. Ela com o olhar fixo em mim. Ambos mais que felizes e satisfeitos com o que a gente tava fazendo.
Depois, na cama, eu embaixo, beijando e acariciando ela, ela em cima de mim de quatro, ele atrás dela metendo a pica no cu, forte, bem forte até gozar nela. Ele tirou a pica e tirou a camisinha pra espalhar o leite dele nos lençóis.
Foi uma experiência maravilhosa... Como falamos no começo, demoramos pra tomar a decisão, mas não nos arrependemos nadinha... Nos uniu. Muito como casal, tanto emocional quanto sexualmente. Esperamos que tenham gostado da nossa experiência e quem ainda não se animou, não deixe de fazer. Se gostarem, continuem como a gente fez; se não, levem na boa, que é só sexo, não é love. Aqui não tem corno nem corna, é acordo mútuo e experiências que a vida dá. Beijos pra todo mundo, de nós dois. Deixamos algumas fotos daquele dia.

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