Marisela era uma mina de 23 anos que trabalhava como chefe de cobrança numa financeira. Tava lá há dois anos e já fazia um tempão que pedia um aumento, porque achava que tinha entregado uns números bons nesse tempo todo. Mas os chefes dela negavam, em grande parte porque um deles já tinha dado em cima dela, pedindo pra ela dar uma aliviada na bunda, e Marisela tinha recusado na lata. Ela era uma mulher gostosa, peitão tamanho 36C, não tinha muita bunda, mas tinha umas cadeiras boas, e isso, num trampo rodeado de homem, já tinha rendido um monte de cantada de vários colegas, até de gestores que trabalhavam pra ela. Alguns que passaram do limite acabaram sendo mandados embora.Era um sábado quando Manuel, o gerente da filial, um cara alto e gordo de uns 1,90m, falou pra ela se podia ficar umas horas a mais pra revisar uns relatórios e conversar sobre o possível aumento. Ela topou. Bateu o horário de saída e todo mundo começou a ir pra casa, enquanto ela ficou no lugar dela trabalhando, esperando a reunião. Passou quase meia hora, Marisela já tava começando a se irritar, quando o gerente chamou ela. Falou pra ela ir até a sala dele, e ela foi na hora. Ficaram revisando relatórios por um tempo, e quando chegou a hora de falar do aumento, o gerente levantou do lugar e começou a dizer que precisava contar com a total disposição dela pra poder resolver o aumento, enquanto se aproximava dela.
- Ela comentou: "Eu sempre tô à disposição da empresa, fico quando precisa ficar, etc."
- Ele falou, se colocando atrás da cadeira onde ela tava e massageando os ombros dela: "Não é desse tipo de disposição que eu tô falando, Licenciada."
- Ela levantou na hora e disse: "Eu não me presto pra essas coisas", e deu um passo pra trás, batendo na mesa.
Ele se aproximou dela e tentou dar um beijo, coisa que ela recusou e tentou afastar ele. O peso e o tamanho dele não permitiam que ela escapasse. Ele apoiou as mãos na mesa, deixando ela presa no meio, impedindo qualquer fuga, e disse: "Vamos, Doutora, facilite isso para todo mundo. Você me dá o que eu quero, e eu dou o que você quer." Ele a pegou pela cintura enquanto começava a beijar seu pescoço, e ela respondia com um "Não, Doutor, não faça isso", mas desta vez o tom soou diferente — parecia que ela gostava dos beijos no pescoço. Ele continuou beijando seu pescoço enquanto, aos poucos, começava a desabotoar a blusa dela. Deu um beijo na boca dela, e ela correspondeu.
Ele começou a acariciar os seios dela por cima do sutiã, enquanto continuava beijando-a. Depois, passou a beijar seu pescoço de novo enquanto desafivelava o sutiã, deixando à mostra aqueles peitos enormes e bem formados, com uma auréola média e uns mamilos lindos cor de café. Rapidamente, ele começou a brincar com eles, fazendo círculos nos mamilos e, aos poucos, começou a chupá-los. Ela gemia de prazer. Com as mãos, ela começou a desafivelar o cinto dele e a abaixar a calça, deixando o Doutor só de cueca, mas dava para ver um volume avantajado. Ela se ajoelhou, puxou a cueca dele para baixo e deixou à mostra uma rola de uns 18 cm, mas muito grossa — tão grossa que ela pensou que não caberia na boca dela. Começou a brincar com a língua na glande dele, enquanto com as mãos acariciava os ovos dele. Aos poucos, começou a percorrer a rola com a língua, da ponta até a base. Ele dizia: "Viu só, Doutora? Não custa nada se comportar assim. Dá para ver que você é uma putinha gostosa. Agora quero que você engula inteiro." E ela começou, devagar, a introduzir na boca até ter tudo lá dentro. Só que quando ela ia tirar, ele segurou a cabeça dela com força, deixando a rola totalmente enfiada na garganta dela por alguns segundos. Ela tentou se soltar, mas não conseguia; lágrimas começaram a brotar dos olhos dela. Ele a soltou, e a rola saiu toda escorrendo de saliva.
Ele a levantou e... Eu tirei a calça e a calcinha dela, empinando-a sobre a escrivaninha, deixando à mostra uma bunda linda. Era delicioso ver aqueles quadris abertos totalmente à minha disposição. Coloquei a ponta do meu pau bem na entrada da buceta dela, mas, em vez de meter, comecei a deslizar para cima e para baixo na vulva dela. Ela gemia cada vez mais e começou a me dizer:
— Me dá logo, quero sentir seu pau, doutor, quero que você meta.
— E eu dizia: tem certeza que quer mesmo? Quer que eu te coma como uma puta?
— Sim, me come, sou sua puta, doutor.
Comecei devagar a enfiar meu pau na buceta dela. Era delicioso ver como ela estava aproveitando. Ela não parava de gritar: "Me come assim, mais forte, doutor, quero sentir seu pau até o fundo." Eu não parava, o vai e vem, minhas bolas batendo uma e outra vez na bunda da Marisela. Ela parecia uma verdadeira puta no cio, uivando de prazer.
— Aaahhh, mmmmm, aaahhhh.
Ela começou a ter um orgasmo descomunal, gritando como uma puta de verdade:
— Assim, me come, doutor, me come mais forte, quero mais, ohhh, ummmm, siiiim.
O doutor aproveitava como um louco, metendo na buceta da Marisela enquanto ela se contorcia de prazer sobre a escrivaninha. Então, um pouco exausto de bombear a Marisela naquela posição, ele se sentou numa cadeira e disse: "Vem, mamacita, quero que você monte em mim." Ela virou de costas e começou a se empalar devagar no pau dele, rebolando num vai e vem gostoso, quicando a bunda nas pernas dele. Ela começou a fazer círculos com o quadril enquanto ele acariciava os peitos dela, especialmente os biquinhos, enquanto ela gemia de prazer. Foi quando a porta do escritório se abriu bruscamente: era Vicente, o subgerente da filial.
.........continua
3 comentários - Marisela comendo pelos chefes