Pra quem não tá por dentro da minha vida, deixa eu me apresentar. Sou Manuel Cifuentes, um empresário espanhol que, no dia em que meu irmão morreu, descobriu que a cunhada era uma princesa oriental e que os caprichos do destino me pregaram uma peça. Por causa das leis monárquicas de Samoya, se minha cunhada quisesse reinar, tinha que casar comigo. Quando soube, fiquei puto, mas de algum jeito aquela mulher linda, baixinha mas cheia de inteligência, conseguiu me meter nessa loucura e agora eu tava noivo dela. Se isso já é estranho pra caralho, mais estranho ainda é que, depois de viramos amantes, moramos na mesma casa com a secretária dela, a Loung, uma novinha do país dela. Antes de saber que em Samoya eles seguiam o levirato e que toda viúva sem filhos era obrigada a casar com o irmão do marido, eu já tinha comido ela, e agora toda vez que vejo ela rondando pela casa, dá vontade de fazer de novo. Ciúmes e cara feia. Desde que a Loung nos pegou transando no escritório, ela fugia de mim. Determinada a não trair a chefe, franzia a testa e sumia toda vez que eu chegava. A insistência dela em me evitar só aumentava a tesão que eu sentia em pensar em comer ela de novo, e por isso, sempre que podia, na frente dela, eu acariciava minha cunhada, a princesa. Minha cunhada, sem saber dos sentimentos da secretária, era fogosa por natureza, pra não dizer que era mais puta que galinha ou que gostava mais de fornicar do que criança de doce. Só precisava sentir eu passar a mão na bunda dela pra, largando o que tivesse fazendo, me pedir pra comer ela ali mesmo. Sem se importar com onde nem quando, aquela viúva vivia sem calcinha e sempre pronta. Já tinha possuído ela em quase todos os cômodos da casa e, fazendo as contas, percebi que o único lugar onde não tinha metido ela era no quarto da secretária. Decidido a corrigir esse erro, tinha acabado de chegar no comendo um meio-dia, quando encontrei a princesa no meio do corredor e, dando um beijo nela, peguei ela nos meus braços e, sem dar tempo pra ela opinar, joguei ela na cama do Loung. — Cê vem bruto! — exclamou ao me ver tirando a roupa. — Sim, sister in law — respondi enquanto tirava as calças. Como imaginei, ao ver meu pau ereto, aquela mulher não se segurou e, engatinhando até mim, pediu pra eu deixar ela fazer um boquete sem pensar onde estávamos. Conhecendo a mulher do meu irmão, me virei pra porta e, assim, se o Loung nos pegasse, a gostosa da minha cunhada nem ficaria sabendo. Aumentando o tesão da Sovann, peguei meu pau com uma mão e, balançando pra cima e pra baixo, coloquei a poucos centímetros do rosto dela. Satisfeito, vi que a putinha tava lambendo os lábios e, antes de enfiar na boca dela, ela sussurrou com gosto: — Adoro o porco que você é. Antes de te conhecer, eu tinha que me masturbar toda hora, mas já nem lembro a última vez que fiz isso. De joelhos e sem parar de gemer, ela foi enfiando meu pau enquanto os dedos dela acariciavam minhas bolas. De pé no tapete, vi minha cunhada abrir os lábios e, rapidinho, engolir metade da minha rola. Obsessivamente, ela esticou a língua e, passando ela pela cabeça da minha glande, enterrou de novo na garganta dela. Não consegui segurar um grunhido de satisfação ao ver a secretária dela espiando pela porta e, pressionando a cabeça da viúva, mandei ela engolir tudo. Suprimindo o enjoo, a Sovann obedeceu e enfiou toda a minha pica pra dentro. Como a boqueteira experiente que era, minha doce e putinha cunhada apertou os lábios, desacelerando minha penetração até sentir a ponta do meu pau chegar no fundo da garganta dela, começando então um vai e vem gostoso que fez escapar um gemido da minha boca. — Que delícia você chupa, não queria que a sua secretária estreitinha nos visse? — perguntei sem tirar os olhos da tal. Ignorando a presença da garota, minha princesa levou uma mão na virilha e começou a se masturbar enquanto respondia: ―Ele ia se assustar!― gritou morrendo de rir –Essa putinha deve ser frígida ou lésbica. Você não percebeu como ela foge de você? Olhando na cara da secretária dela, insisti: ―Se quiser, eu seduzo ela e coloco na sua cama. Diante da moça surpresa, minha cunhada berrou e, antes de continuar o boquete, me implorou pra tentar: ―Nunca fiquei com uma mulher, mas enlouqueceria se essa gostosa deixasse eu chupar a buceta dela enquanto você me fode― soltou antes de engolir saliva e voltar a adorar meu pau. Ri ao ver que Loung fugiu escandalizada e, aproveitando o susto dela, me concentrei na minha cunhada. Levantando ela do chão, tirei o vestido e, apoiando-a na cama, penetrei de uma só vez. Sovann uivou ao sentir o canal invadido, mas não se afastou; pelo contrário, imprimindo uma rebolada sensual nos quadris, me implorou pra continuar. Pegando os peitos dela e usando como apoio, enfiei meu pau sem parar. Notei que a putinha estava super excitada pela facilidade com que minha vara entrava e saía da buceta dela. Forçando a entrega, acelerei os movimentos. A velocidade com que meu pau meteu foi tão brutal que, pela inércia, minhas bolas batiam no clitóris dela sem parar, por isso não foi estranho ouvir os gritos dela e, se contorcendo nos lençóis, essa vagabunda gozar. Me deixando levar, gozei dentro dela enquanto minha mente planejava como ia dominar a outra piranha. Exausto, deitei ao lado dela. Momento que a esposa do meu irmão aproveitou pra subir em cima de mim e, enquanto tentava reavivar a paixão, me perguntou com voz incrédula: ―Você realmente não se importaria de me dividir com a Loung? ―Não― respondi beliscando o mamilo dela –Seria um prazer comer o cu dela enquanto ela te faz um boquete. ―Sério? Você faria isso por mim? A insistência dela me mostrou que minhas palavras tinham despertado o lado lésbico e enquanto meus dedos beliscavam um mamilo dela, prometi colocar aquela gostosa na cama dela. ―Como você quer que eu ajude?― ela perguntou enquanto se empalava de novo no meu pau. ―Desaparece essa tarde de casa. Não sei se vou ter que amarrar ela, mas hoje à noite quando você voltar, vai comer coelho! Minha promessa a deixou louca e, berrando sem controle, ela buscou nosso prazer enquanto se imaginava saboreando a buceta daquela garota. Depois de meia hora e tendo descarregado minhas bolas várias vezes, decidimos comer e, ao entrar na sala de jantar, vimos que Loung estava sentada no lugar dela com cara de poucos amigos. Morrendo de rir por saber o que esperava a coitada, sentei ao lado dela e, enquanto conversava tranquilamente com minha cunhada, a princesa, deixei minha mão na perna dela. A novinha ficou vermelha e imediatamente, mas sem fazer escândalo, tentou afastar aqueles dedos que estavam acariciando por baixo da saia, mas por mais que insistisse, minhas pontas continuaram percorrendo a pele dela. Claramente assustada e temendo a todo momento que a chefe dela descobrisse, começou a suar sem saber o que fazer. Era óbvio que não podia fazer um escândalo, mas se não agisse, talvez fosse pior, e por isso, depois de pensar muito, decidiu se calar e aguentar o tranco. A gostosa da minha cunhada não tinha deixado passar despercebida minha manobra e, aproveitando cada momento, ficava perguntando sobre assuntos de trabalho para dificultar ainda mais a situação dela. A inação dela me deu asas e, subindo pelas coxas, meus dedos foram se aproximando da buceta dela. Loung, numa tentativa vã de evitar o inevitável, fechou as pernas, mas não conseguiu impedir que, levantando a saia dela, minha mão entrasse na virilha dela. Ao contrário da chefe, a novinha usava calcinha e, por isso, antes de passar por esse último obstáculo, me entretive acariciando a xota dela por cima do tecido. Quando sentiu a primeira carícia no clitóris, ela me olhou com ódio, mas não se mexeu. Sei que por dentro ela queria me estrangular, mas o corpo dela a traiu. traiu e, abrindo a torneira, a buceta dela ficou encharcada enquanto umas lágrimas de vergonha tentavam brotar nos olhos dela. Não tive pena da sorte dela e, afastando a calcinha fio dental, deslizei dois dedos por baixo e, ignorando o sofrimento daquela garota, me aposentei do clitóris dela. Vi ela tremer ao sentir o beliscão suave que dei e, aumentando a angústia dela, fui masturbando ela enquanto, do outro lado da mesa, minha cunhada dizia: ―Loung, tô muito preocupada com você. Te vejo pálida, aconteceu alguma coisa? Sem poder gritar que o porco do noivo dela estava abusando, ela sorriu e, com a voz trêmula de prazer que eu tava impondo, respondeu: ―Não, princesa. Só tô cansada. E, coincidindo com as palavras dela, enfiei meus dedos na boceta dela, o que acabou de destruir a última defesa dela. Em silêncio, a garota gozou, deixando uma poça debaixo das pernas dela. Por mais que tentasse disfarçar, foi evidente porque o corpo dela tremeu inconscientemente enquanto fazia isso. Humilhada e puta da vida, ela pediu licença pra chefe dela pra se ausentar e, me dando um chute por baixo da mesa, nos deixou. A princesa esperou um tempo razoável e, quando Loung já não podia ouvir, soltando uma gargalhada, exclamou: ―Não te como agora porque prometi sumir, mas te juro que me deixou louca ver você masturbando aquela putinha. ―Quer provar o mel dela?― respondi, levantando da cadeira e enfiando meus dedos impregnados do cheiro da garota na boca dela. Minha cunhada lambeu desesperadamente minha mão, tentando absorver a essência da garota e, antes que eu percebesse, já tinha abaixado minha calça e queria repetir a dose. Me afastando dela, dei um tapa e, rindo pra caralho, avisei que ela tinha que ir embora e me deixar sozinho com nossa vítima. Fazendo biquinho, ela deu um beijo no meu pau e, pegando a bolsa, desapareceu de casa…
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