Enganei meu marido com o pai dele e agora meu novo amante é meu filho.

Sempre fui uma garota muito carismática e gostosa desde nova, desde que me entendo por gente, aos 13 já tinha pretendentes mais velhos, muito antes de ficar noiva.
Me chamo Rubiela, tenho 38 e não me considero velha, pelo contrário, ainda levanto não só paixões, mas também já transei com caras e senhores que tinham o dobro da minha idade.
Aos 13, tive muitos pretendentes, transei com uns 6 caras, se não me engano, 4 deles eram pretendentes tanto da minha mãe quanto da minha irmã mais velha. Inclusive, aos 15, cheguei a sair com um ex da minha mãe e foi com ele que tive um relacionamento não só de 2 anos, mas ele se tornou o pai dos meus filhos.
Atualmente tenho 3 filhos: Camilo, de 23, fruto do meu relacionamento com quem foi ex-marido da minha mãe e ex-marido meu; e Danna, de 21, que tive num relacionamento incestuoso. Vão me chamar de psicopata doente, mas minha filha Danna não é só minha filha, é também minha meia-irmã, porque aos 16 mantive um relacionamento muito próximo com meu pai, fui mulher dele e juntos procuramos nossa filha. E uma menina com meu atual marido, Maria Elena, de 15, que me tira do sério.
Casei aos 22 com alguém que foi meu terceiro marido, sem ele se importar com meu passado. Temos nossa única filha, Maria Elena, mas conheci o pai dele, meu sogro, um cara muito gostoso, igual ao filho. Pai e filho eram dois papi chulos lindos que me deixavam louca. Meu marido era um homem muito atraente e muito gostoso em todos os sentidos, era alto, um corpo uau, era fisiculturista, me excitava os peitorais dele e o jeito que ele fazia amor era muito gostoso.
Mas coloquei os olhos no meu sogro, porque sabia que eu atraía ele, era notório e mais que óbvio, pois ele me dava presentes e eu era muito próxima dele. Mais que nora, eu era a amiga mais fiel dele, cheguei a ter mais que saídas com meu sogro, saídas casuais onde rolava mais que um encontro, íamos para hotéis onde comecei a trair meu marido com o próprio pai dele.
Meu sogro se chama Ivan, tem 65, mas ele, assim como meu marido, o filho dele, no seu... Juventude, dava pra ver que foi um galã e mulherengo, já que foi fisiculturista e ainda tem um corpaço. Tava consciente de que eu transava com pai e filho, e o Ivan era um tigre na cama, uau! Que jeito de me fazer amor. Pra ele, não importava me dividir com o filho, porque eu e ele nunca misturamos amor; nossos encontros eram só sexo.
Dá pra dizer que cheguei a dormir com meu sogro, em poucas ocasiões na mesma casa onde morava com meu marido, e a gente tinha relações sexuais perigosas, com o risco de sermos pegos. Cheguei a transar com meu sogro enquanto meu marido, em algumas vezes, chegava bêbado e dormia como um bebê, enquanto eu dava pro pai dele.
Essa foi minha vida com meu sogro. Meus filhos nunca souberam disso, porque eles tinham a vida deles, com exceção da minha última filha, Maria Elena, que mora comigo. Os mais velhos casaram e têm seus próprios lares.
Minha última filha me tira do sério, porque tem um problema, e acho que o karma tá voltando pra mim, já que ela tem um gosto por homens mais velhos. Deixei ela ter namorado aos 13, mas o karma me pregou uma peça perturbadora quando descobri que ela tava saindo com um ex que foi namorado da minha mãe e meu há muito tempo, um cara que tinha o dobro da idade dela. Não sou exemplo de mãe pra dizer que isso é errado, já que eu transei com vários pretendentes da minha mãe quando tinha a mesma idade.
Isso me deprimiu tanto que busquei carinho, amor e afeto no meu filho Camilo, porque desde pequeno ele foi meu xodó. Até me senti abandonada pelo meu sogro, já que ele não me procurava mais como antes, porque me trocou, o mulherengo.
Meu filho foi meu consolo. Mais do que sair com ele, me meti na vida pessoal dele, frequentava a casa onde ele morava com a esposa. Até que chegou o dia em que meu filho tava sozinho em casa, porque eles não tinham e ainda não têm filhos. A esposa do meu filho não tava em casa, porque tinha viajado pra terra dela no feriado. E eu fui visitá-lo pra preparar a comida favorita dele, pois... Ele não foi na tal viagem por causa do trabalho, porque nesse lado ele é responsável.
Passamos uma noite e vários dias na casa dele, onde vimos um filme e, entre a luz de um abajur e a escuridão da noite, a única coisa que se cruzou foram nossos lábios, porque nos beijamos. Eu me deitei no colo dele e, mais que um beijo, foram carícias no meu pescoço e nos meus peitos, pois esquecemos que éramos mãe e filho, e naquela noite, com a consciência bem posta, transamos.
Fizemos amor a noite toda, e enquanto durou a viagem da minha nora, fui amante do meu filho por quase uma semana.
Mãe, você é tão gostosa, e sempre que eu transava com meu filho, ele ficava por cima de mim e colocava aquele pedaço enorme dele na minha racha, e tão devagar ele ia metendo, eu só gemia de prazer, porque a piroca do meu filho é enorme e me excitava tanto quando eu chupava ela e engolia tudo. Naquele vai e vem de saliva e cheiro de sexo, eu fazia oral no meu filho.
— Toma tudo, mamãe, cada centímetro da minha pica é pra você — meu filho dizia enquanto eu chupava com uma força descomunal na minha boca, porque era tão gostosa e saborosa.
Desde que sou amante do meu filho, o sexo oral, tanto meu pra ele quanto o contrário, é muito comum, porque a língua dele eu sempre sinto bem lá dentro toda vez que ele brinca com meu clitóris.
— Você é um filho bom, tenho inveja da sua esposa, filho — eu sempre exclamava quando meu filho me penetrava com uma força de me possuir, porque às vezes eu montava nele e deixava ele exausto, e sentia como a pica dele entrava até o fundo. Isso é tão incrível! Sentia minhas nádegas batendo na cintura dele, que se movia atrás de mim toda vez que meu filho me comia no cu. Era tão dolorido, mas tão gostoso!
Eu tinha consciência de que essa mesma posição eu já fiz com meu marido, meu sogro e meu filho. Sempre gostei de sexo anal, de ser apertada e abraçada por trás, e beijada com força no pescoço como se fosse uma puta, porque na minha consciência está que, desde alguns meses, meu filho é meu amante.

Sempre fui uma garota muito carismática e gostosa desde nova, desde que me entendo por gente, aos 13 já tinha pretendentes mais velhos, muito antes de ficar noiva.
Me chamo Rubiela, tenho 38 e não me considero velha, pelo contrário, ainda levanto não só paixões, mas também já transei com caras e senhores que tinham o dobro da minha idade.
Aos 13, tive muitos pretendentes, transei com uns 6 caras, se não me engano, 4 deles eram pretendentes tanto da minha mãe quanto da minha irmã mais velha. Inclusive, aos 15, cheguei a sair com um ex da minha mãe e foi com ele que tive um relacionamento não só de 2 anos, mas ele se tornou o pai dos meus filhos.
Atualmente tenho 3 filhos: Camilo, de 23, fruto do meu relacionamento com quem foi ex-marido da minha mãe e ex-marido meu; e Danna, de 21, que tive num relacionamento incestuoso. Vão me chamar de psicopata doente, mas minha filha Danna não é só minha filha, é também minha meia-irmã, porque aos 16 mantive um relacionamento muito próximo com meu pai, fui mulher dele e juntos procuramos nossa filha. E uma menina com meu atual marido, Maria Elena, de 15, que me tira do sério.
Casei aos 22 com alguém que foi meu terceiro marido, sem ele se importar com meu passado. Temos nossa única filha, Maria Elena, mas conheci o pai dele, meu sogro, um cara muito gostoso, igual ao filho. Pai e filho eram dois papi chulos lindos que me deixavam louca. Meu marido era um homem muito atraente e muito gostoso em todos os sentidos, era alto, um corpo uau, era fisiculturista, me excitava os peitorais dele e o jeito que ele fazia amor era muito gostoso.
Mas coloquei os olhos no meu sogro, porque sabia que eu atraía ele, era notório e mais que óbvio, pois ele me dava presentes e eu era muito próxima dele. Mais que nora, eu era a amiga mais fiel dele, cheguei a ter mais que saídas com meu sogro, saídas casuais onde rolava mais que um encontro, íamos para hotéis onde comecei a trair meu marido com o próprio pai dele.
Meu sogro se chama Ivan, tem 65, mas ele, assim como meu marido, o filho dele, no seu... Juventude, dava pra ver que foi um galã e mulherengo, já que foi fisiculturista e ainda tem um corpaço. Tava consciente de que eu transava com pai e filho, e o Ivan era um tigre na cama, uau! Que jeito de me fazer amor. Pra ele, não importava me dividir com o filho, porque eu e ele nunca misturamos amor; nossos encontros eram só sexo.
Dá pra dizer que cheguei a dormir com meu sogro, em poucas ocasiões na mesma casa onde morava com meu marido, e a gente tinha relações sexuais perigosas, com o risco de sermos pegos. Cheguei a transar com meu sogro enquanto meu marido, em algumas vezes, chegava bêbado e dormia como um bebê, enquanto eu dava pro pai dele.
Essa foi minha vida com meu sogro. Meus filhos nunca souberam disso, porque eles tinham a vida deles, com exceção da minha última filha, Maria Elena, que mora comigo. Os mais velhos casaram e têm seus próprios lares.
Minha última filha me tira do sério, porque tem um problema, e acho que o karma tá voltando pra mim, já que ela tem um gosto por homens mais velhos. Deixei ela ter namorado aos 13, mas o karma me pregou uma peça perturbadora quando descobri que ela tava saindo com um ex que foi namorado da minha mãe e meu há muito tempo, um cara que tinha o dobro da idade dela. Não sou exemplo de mãe pra dizer que isso é errado, já que eu transei com vários pretendentes da minha mãe quando tinha a mesma idade.
Isso me deprimiu tanto que busquei carinho, amor e afeto no meu filho Camilo, porque desde pequeno ele foi meu xodó. Até me senti abandonada pelo meu sogro, já que ele não me procurava mais como antes, porque me trocou, o mulherengo.
Meu filho foi meu consolo. Mais do que sair com ele, me meti na vida pessoal dele, frequentava a casa onde ele morava com a esposa. Até que chegou o dia em que meu filho tava sozinho em casa, porque eles não tinham e ainda não têm filhos. A esposa do meu filho não tava em casa, porque tinha viajado pra terra dela no feriado. E eu fui visitá-lo pra preparar a comida favorita dele, pois... Ele não foi na tal viagem por causa do trabalho, porque nesse lado ele é responsável.
Passamos uma noite e vários dias na casa dele, onde vimos um filme e, entre a luz de um abajur e a escuridão da noite, a única coisa que se cruzou foram nossos lábios, porque nos beijamos. Eu me deitei no colo dele e, mais que um beijo, foram carícias no meu pescoço e nos meus peitos, pois esquecemos que éramos mãe e filho, e naquela noite, com a consciência bem posta, transamos.
Fizemos amor a noite toda, e enquanto durou a viagem da minha nora, fui amante do meu filho por quase uma semana.
Mãe, você é tão gostosa, e sempre que eu transava com meu filho, ele ficava por cima de mim e colocava aquele pedaço enorme dele na minha racha, e tão devagar ele ia metendo, eu só gemia de prazer, porque a piroca do meu filho é enorme e me excitava tanto quando eu chupava ela e engolia tudo. Naquele vai e vem de saliva e cheiro de sexo, eu fazia oral no meu filho.
— Toma tudo, mamãe, cada centímetro da minha pica é pra você — meu filho dizia enquanto eu chupava com uma força descomunal na minha boca, porque era tão gostosa e saborosa.
Desde que sou amante do meu filho, o sexo oral, tanto meu pra ele quanto o contrário, é muito comum, porque a língua dele eu sempre sinto bem lá dentro toda vez que ele brinca com meu clitóris.
— Você é um filho bom, tenho inveja da sua esposa, filho — eu sempre exclamava quando meu filho me penetrava com uma força de me possuir, porque às vezes eu montava nele e deixava ele exausto, e sentia como a pica dele entrava até o fundo. Isso é tão incrível! Sentia minhas nádegas batendo na cintura dele, que se movia atrás de mim toda vez que meu filho me comia no cu. Era tão dolorido, mas tão gostoso!
Eu tinha consciência de que essa mesma posição eu já fiz com meu marido, meu sogro e meu filho. Sempre gostei de sexo anal, de ser apertada e abraçada por trás, e beijada com força no pescoço como se fosse uma puta, porque na minha consciência está que, desde alguns meses, meu filho é meu amante.
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