Olá a todo mundo, em especial praqueles sobrinhos e tias que lutam todo dia com essa tentação, esse desejo — acreditem, vocês não estão sozinhos.
Já aviso logo que isso não vai ser curto. Pretendo contar absolutamente tudo, dividindo por seções. Espero não esquecer nada, mas fiquem à vontade pra perguntar, talvez algo tenha passado. Tô fazendo assim porque quero só contar essa história, 100% real, então não vão ler que eu tenho 30 cm nem que minha tia é top model, mas cada palavra escrita vai ser verdade. Tô pedindo ajuda de vocês, ainda não realizei minha fantasia, mas talvez em breve eu consiga. A seguir, vou dar minhas razões pra essa suposição, vou contar do meu fracasso na minha primeira e única confissão pra ela e como, há apenas uma semana, a porta que tanto procurei talvez, só talvez, esteja se abrindo (com screenshots inclusas).
Â
Minha tia, minha mulher perfeita.
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Como já disse antes, minha tia não é modelo, não fez cirurgias, mas não existe mulher neste mundo que eu deseje mais. Ela é a irmã mais nova da minha mãe, morena, tem cerca de 1,60m, e sempre pinta o cabelo de vermelho vinho — isso me enlouquece. Os peitos dela não são muito grandes, mas o suficiente pra à s vezes se destacar nos vestidos. A bunda também não é enorme, mas é firme pra idade dela. Ela adora usar salto alto, então as pernas e panturrilhas dela são sempre torneadas, mesmo sem malhar muito. Quase sempre usa vestidos curtos: vermelhos, pretos, animal print e um azul que me deixa louco. Sempre foi muito divertida, dança de um jeito sexy pra caralho, adoro conversar com ela — é muito culta e deixou claro que não vive num mundo quadrado, bem diferente do resto da minha famÃlia, que é super conservadora. Ela acabou de fazer 50 anos (eu tenho 27), mas, repito, está muito bem conservada. Tem duas filhas, embora sempre me trate como mais um filho. É divorciada, mas casou de novo — parece que não gosta de ficar sozinha. Tentando misturar minha imaginação com pornô, defini algumas caracterÃsticas em várias pornstars que me lembram ela: atrizes que têm o formato do rosto parecido, como a Ariella Ferrera; o olhar safado que já vi mais de uma vez, igual ao da minha atriz favorita, Jessica Jaymes (que descanse em paz); as roupas de algumas cenas da Satin Bloom e da Anissa Kate. E poderia listar várias outras, com traços, caretas, sorrisos, expressões corporais que me fazem lembrar da minha tia — minha mulher perfeita.
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Primeiros passos rumo a uma obsessão desmedida, experimentando a falta de controle.
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Desde que me entendo por gente, minha tia sempre me encantou com a beleza e o jeito dela. Quando eu era bem pequeno, eu ia com ela no táxi e ficava admirando as pernas dela, às vezes até tocava, mas ela nunca via problema, claro, eu era só um moleque.
Conforme fui crescendo e, ao atingir a maioridade, comecei a me aventurar no mundo do pornô. Minhas primeiras punhetas foram com mulheres milf, inevitavelmente o universo das Milf e cougar, como eram mais conhecidas, era minha preferência.Por questões de famÃlia, minha tia, uma prima ainda pequena e o marido dela ficaram na minha casa. Foi aà que, pela primeira vez, me desconheci. Depois de jurar pra mim mesmo que nunca faria uma coisa dessas, acabei me esgueirando no quarto delas, peguei as roupas dela, a camiseta de pijama, alguns casacos de pelúcia que ainda tinham o cheiro do perfume dela — que até hoje lembro com êxtase. Me masturbei com várias peças, até gozando nas mais macias. Pra minha surpresa e com muita vergonha, no dia seguinte vi aquela roupa sendo colocada em sacos pra jogar fora. Até hoje ela nunca me disse se ficou puta e, mais importante, se sabia quem tinha sido.
Eu tinha que ir pra universidade, aquelas férias tinham passado, e por dentro eu sentia um alÃvio por não estar no mesmo estado que ela. Não sabia até onde podia chegar se continuasse daquele jeito, pela primeira vez não tinha controle da minha mente e do meu corpo.
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Maioridade, uma faca de dois gumes.
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A universidade me mantinha ocupado e longe da minha famÃlia, mas as férias chegavam e era a hora em que eu podia conviver com minha tia todo dia. Eu a via de pijama, de moletom, e depois arrumada feito a musa erótica que me enlouquece. Agora eu já era um homem, posso garantir que meus ombros largos agradavam ela, era mais que óbvio que sempre que podia, passava a mão neles. Foi aà que minha cabeça começou a viajar: será que ela realmente não me via mais como um menino, como o sobrinho dela, como um filho?
4 anos se passaram, nesse tempo eles moraram um ano com a gente e depois se mudaram pra outra casa, mas ela ia todo dia visitar minha avó, por isso ela vinha sozinha quase sempre. Nesses dias livres, eu via ela chegar com seus vestidos curtos pela minha janela, na hora meu pau subia igual a um mastro. Às vezes ela esquecia a chave, então eu tinha que sair pra abrir a porta, por mais que tentasse esconder minha barraca de circo, era impossÃvel. Não sou muito grande, diria que médio, mas era a magia que ela faz em mim. Comecei a ganhar mais confiança e de propósito deixava o pijama mais solto que eu tinha, aproveitando que meus pais não estavam, podia esperar minha tia assim, de pé. Abria a porta, abraçava ela, e em algumas vezes meu membro picava ela, ela só pulava pra trás e não dava nenhum sinal de importância. Eu levava ela abraçada pelo quintal até entrar em casa e a gente conversava sobre como estava o dia, eu com minha ereção bem clara, mas ela sem olhar, só sorrindo como sempre.
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Ultrapassando meus limites.
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Minha confiança foi aumentando e, sem perceber,Ao cumprimentá-la (ela com um top esportivo branco), eu acariciava a barriga dela, literalmente enfiando a mão por baixo da roupa. Ela, como de costume, não falava nada. Assim foi umas quantas vezes, até que numa ocasião ela segurou minha mão, me parando. Fiquei triste, pensei que tinha chegado o limite. Fiquei seco a tarde toda. Qual não foi minha surpresa que, suponho que ao notar meu mau humor e descontentamento, depois de algumas horas ela se aproximou de mim e acariciou meu ombro do jeito que só ela sabe. Sorri de novo.
Olhares safados ao contar algo um pouco mais picante, enquanto bebia o vinho dela, uma vez percebi que ela me olhava de um jeito... diferente. Na hora, fez uma careta como se tivesse engasgado, com um toque de vergonha, mas pela primeira vez eu vi, vi aqueles olhos.
Se tem um defeito que posso dizer que minha tia tinha, era que nunca perdeu o costume de pegar dinheiro da minha avó, um segredo que até eu mesmo escondia por razões óbvias. Também teve vezes que ela deixava minha porta aberta e, quando via que ela chegava, começava a me masturbar esperando que ela me visse. Ao subir as escadas, ela fazia barulho com os saltos, soava como um tique-taque que me lembrava que ainda dava pra não fazer aquilo, que eu podia evitar um encontro constrangedor. Tenho que confessar que nunca tive coragem de seguir com minha armadilha, cumprimentando ela normalmente. Só uma vez isso não foi bem assim: ela entrou no quarto da minha avó, cuja porta fica de frente pra minha mesa e dá pra ver tudo. Ela entrou pra pegar dinheiro. Eu disse pra mim mesmo que queria que ela me visse. Como será que ela reagiria? Comecei a me tocar e, quando percebi de canto de olho, vi ela me observando, parada, sem procurar mais o dinheiro, só me olhando. Foi o primeiro momento realmente erótico que tivemos. Mas a graça durou pouco, porque acho que ela se arrependeu e só saiu do quarto, sem olhar pra mim, desceu as escadas.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Não houve comentários, com ela é sempre a mesma coisa, mas com certeza notei uma mudança, até teve vezes que ela subiu descalça, então me pegar batendo uma seria fácil, mas nunca coincidiu.
O tempo passava e eu não perdia as oportunidades de comentar que ela estava linda, que aquele vestido era meu favorito, usando até a palavra gostosa, e ela só ria e falava: - Ai, meu filho, valeu, mas já tô véia. E eu respondia que nada a ver. Uma vez ela percebeu que eu tava olhando pra ela enquanto cozinhava, fez o gesto de se abanar com as mãos e disse: - Uff, que calorão. De novo, esses toques de safadeza me pegavam de surpresa e eu não conseguia falar nada inteligente pra aproveitar o momento, mas com certeza eu já tinha passado dos limites.
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A oportunidade perdida e uma despedida abrupta.
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Como já era costume, eu tava de pijama e com uma ereção daquelas. Ela tava lá embaixo conversando com minha avó, só nós dois em casa. — É minha chance — pensei. Não aguento mais, tenho que fazer alguma coisa com essa fantasia, repetia pra mim mesmo. Desci com as pernas tremendo e fiz um sinal pra ela, apontando pra minha calça. Ela arregalou os olhos de surpresa. Sem pensar muito, apontei pra cima, querendo dar a entender que ela subisse. Subi rápido pro meu quarto, nervoso. Será que ela vem? Será que entendeu? De repente, ouvi aqueles saltos subindo as escadas. Eu tava na minha escrivaninha, nervoso. Ela entrou e sentou na minha cama, esperando. Não é mentira. Bem na hora que pensei em falar tudo, ouvi o portão. Meus pais tinham chegado. Mudei de assunto na hora, e ela desceu correndo. Acho que ela também ficou frustrada, porque quando minha mãe cumprimentou ela e perguntou se tinha novidade, ela respondeu: — Nada de nada. Nunca mais tocamos nesse assunto, mas, na hora, foi a parada mais intensa, sem dúvida. Minha chance de ouro se foi naquele dia.
No ano seguinte, meu coração se partiu. Minha tia tinha que se mudar pra outro paÃs, o marido dela tinha conseguido uma oportunidade de emprego e nos planos dela não estava voltar tão cedo. Me senti traÃdo, a gente nunca disse nada, nunca conversamos cara a cara sobre aqueles momentos. Minha tia estava indo embora e eu não podia fazer nada. Ao deixá-los no aeroporto, ela só me disse: — Se pudesse, te levava comigo. Quero acreditar que essas palavras escondiam algo mais do que um comentário inocente de uma parente que está partindo. Tudo foi muito rápido, ela tinha ido embora.
Â
Pandemia, colapso, minha confissão.
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Como todo mundo sabe, ninguém se preparou pro que ia rolar no ano passado, foram tempos difÃceis, agora tava bem mais complicado dela vir nos visitar e até hoje é praticamente impossÃvel. Os meses foram passando e, felizmente, pelo Whatsapp nunca perdi contato com ela. Mandava memes pra ela e ela pra mim, a gente batia um papo de vez em quando. Não sei se, por não ter ela por perto, meu tesão diminuiu, ou pelo menos era o que eu achava. Por causa da pandemia, minha interação social também foi se desmanchando, e isso, suponho, despertou uma vontade de continuar aquela história que ficou no ar. Comecei a sedução virtual.
Comecei com memes mais picantes, correntes de desafios quentes e aqueles vÃdeos sexy do TikTok. Vivia mandando pra ela, além de pedir fotos, que nunca vieram — ela sempre dava um jeito de desviar do assunto e jogar na cara que já era mais velha e que só os jovens podiam fazer esses desafios. Ela ria dos memes, mas ignorava os que tinham um tom mais sexual, até que o dia chegou.
Nervoso e suando, me preparei pra falar o que sentia, escrevi a mensagem enfatizando que gosto muito dela, e que a via mais do que uma tia, que queria que ela fosse minha professora sexual e que isso ficaria entre nós, mais ou menos isso foi a mensagem. Ela demorou o dia todo pra me responder, eu tava morrendo de medo, será que o marido dela olha o celular? Vou meter ela em encrenca? Será que ela vai dizer sim?
A resposta dela chegou, infelizmente não foi o que eu esperava. Com muito tato, ela me disse que não achava que eu a via daquele jeito e, educadamente, recusou, com aquele papo clássico de que sou sobrinho dela, filho da irmã única, e que não poderia quebrar essa confiança. Disse que nunca me deu a entender nada além do carinho de uma tia pelo sobrinho, que não tinha interesse em ser professora de ninguém, que não estava brava, só desconfortável, e que era melhor esquecer, virar a página, que levaria esse segredo para o túmulo, mas que a gente precisava superar e eu deveria encontrar outra pessoa.
Â
Tudo não passava da minha imaginação?
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Sei o que vocês devem estar pensando, todos aqueles gestos, carÃcias, olhares, momentos... será que nunca aconteceram mesmo? Será que minha imaginação tinha criado tudo aquilo? Isso é um mistério que até hoje me persegue. Eu sei o que vi, o que senti, então por que agora ela tava me dizendo que nunca me deu sinais? Respondi que não tinha visto como ela tinha escrito a mensagem e que só queria perguntar umas coisas sobre certos assuntos. Tentei deixar o mais inocente possÃvel, e ela topou, contanto que nossa relação familiar não mudasse.
Não tenho provas dessas mensagens porque apaguei tudo por vergonha e raiva, só confiem que isso aconteceu. Agora minha tia sabe o que eu sinto, aquela história de que não era minha intenção ficou a critério dela. Os meses seguintes foram bem distantes, eu me afastei pra caralho e só falava com ela pela minha mãe, além de dar parabéns no Natal e Ano Novo, claro, do jeito mais frio e educado possÃvel. Continuamos trocando mensagens, mas bem inocentes, bem certinhas, bem sem graça.
Â
O presente... Uma nova porta se abre?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Bem recentemente, umas 2 semanas atrás e já passando de meio ano da minha confissão fracassada, minha tia começou a me mandar mensagens e usando minha própria técnica, escondendo entre elas algumas um tanto explÃcitas (anexo prova). Isso me deixou com um sentimento de raiva, ela sabe que isso pode ativar meu desejo de novo, por que ela faz isso? Comentários, emojis e GIFs que colocaram um verdadeiro desafio pra não interpretar como sinais. Mandei uma mensagem de aniversário meio provocativa, ela sempre exagera a idade, não sei se é um mecanismo de defesa, mas a resposta dela me intriga, parece que a oportunidade pode estar de volta. Será que é só minha imaginação brincando comigo?




Â

Conclusão?
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Pela distância e pela pandemia, duvido que a gente se encontre a curto prazo. Só queria poder trocar umas fotos sensuais, mandar uns vÃdeos pornô com alguma atriz que lembre ela — pelo menos na minha cabeça — e que ela me diga que gosta. Sentir que ela tá dando sinais me confunde, e tentar achar o ponto fraco dela tá me deixando meio pirado. Sinto que ela não é tão óbvia, mas sabendo da nossa conversa anterior, não entendo por que ela me manda esse tipo de coisa. Por enquanto, só quero mesmo ter um sexting com ela, é o que mais desejo.
Comentários.
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Â
Agradeço primeiro pela atenção, espero que possam me dar suas opiniões, agradeço também por usar essa plataforma pra trocar páginas, vÃdeos, dicas e histórias. Tô querendo muito tentar de novo, mas se eu errar, posso agora sim acabar com a nossa famÃlia. Me ajudem a fazer essa história ter um final feliz.
Já aviso logo que isso não vai ser curto. Pretendo contar absolutamente tudo, dividindo por seções. Espero não esquecer nada, mas fiquem à vontade pra perguntar, talvez algo tenha passado. Tô fazendo assim porque quero só contar essa história, 100% real, então não vão ler que eu tenho 30 cm nem que minha tia é top model, mas cada palavra escrita vai ser verdade. Tô pedindo ajuda de vocês, ainda não realizei minha fantasia, mas talvez em breve eu consiga. A seguir, vou dar minhas razões pra essa suposição, vou contar do meu fracasso na minha primeira e única confissão pra ela e como, há apenas uma semana, a porta que tanto procurei talvez, só talvez, esteja se abrindo (com screenshots inclusas).
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Minha tia, minha mulher perfeita.
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Como já disse antes, minha tia não é modelo, não fez cirurgias, mas não existe mulher neste mundo que eu deseje mais. Ela é a irmã mais nova da minha mãe, morena, tem cerca de 1,60m, e sempre pinta o cabelo de vermelho vinho — isso me enlouquece. Os peitos dela não são muito grandes, mas o suficiente pra à s vezes se destacar nos vestidos. A bunda também não é enorme, mas é firme pra idade dela. Ela adora usar salto alto, então as pernas e panturrilhas dela são sempre torneadas, mesmo sem malhar muito. Quase sempre usa vestidos curtos: vermelhos, pretos, animal print e um azul que me deixa louco. Sempre foi muito divertida, dança de um jeito sexy pra caralho, adoro conversar com ela — é muito culta e deixou claro que não vive num mundo quadrado, bem diferente do resto da minha famÃlia, que é super conservadora. Ela acabou de fazer 50 anos (eu tenho 27), mas, repito, está muito bem conservada. Tem duas filhas, embora sempre me trate como mais um filho. É divorciada, mas casou de novo — parece que não gosta de ficar sozinha. Tentando misturar minha imaginação com pornô, defini algumas caracterÃsticas em várias pornstars que me lembram ela: atrizes que têm o formato do rosto parecido, como a Ariella Ferrera; o olhar safado que já vi mais de uma vez, igual ao da minha atriz favorita, Jessica Jaymes (que descanse em paz); as roupas de algumas cenas da Satin Bloom e da Anissa Kate. E poderia listar várias outras, com traços, caretas, sorrisos, expressões corporais que me fazem lembrar da minha tia — minha mulher perfeita.
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Primeiros passos rumo a uma obsessão desmedida, experimentando a falta de controle.
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Desde que me entendo por gente, minha tia sempre me encantou com a beleza e o jeito dela. Quando eu era bem pequeno, eu ia com ela no táxi e ficava admirando as pernas dela, às vezes até tocava, mas ela nunca via problema, claro, eu era só um moleque.
Conforme fui crescendo e, ao atingir a maioridade, comecei a me aventurar no mundo do pornô. Minhas primeiras punhetas foram com mulheres milf, inevitavelmente o universo das Milf e cougar, como eram mais conhecidas, era minha preferência.Por questões de famÃlia, minha tia, uma prima ainda pequena e o marido dela ficaram na minha casa. Foi aà que, pela primeira vez, me desconheci. Depois de jurar pra mim mesmo que nunca faria uma coisa dessas, acabei me esgueirando no quarto delas, peguei as roupas dela, a camiseta de pijama, alguns casacos de pelúcia que ainda tinham o cheiro do perfume dela — que até hoje lembro com êxtase. Me masturbei com várias peças, até gozando nas mais macias. Pra minha surpresa e com muita vergonha, no dia seguinte vi aquela roupa sendo colocada em sacos pra jogar fora. Até hoje ela nunca me disse se ficou puta e, mais importante, se sabia quem tinha sido.
Eu tinha que ir pra universidade, aquelas férias tinham passado, e por dentro eu sentia um alÃvio por não estar no mesmo estado que ela. Não sabia até onde podia chegar se continuasse daquele jeito, pela primeira vez não tinha controle da minha mente e do meu corpo.
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Maioridade, uma faca de dois gumes.
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A universidade me mantinha ocupado e longe da minha famÃlia, mas as férias chegavam e era a hora em que eu podia conviver com minha tia todo dia. Eu a via de pijama, de moletom, e depois arrumada feito a musa erótica que me enlouquece. Agora eu já era um homem, posso garantir que meus ombros largos agradavam ela, era mais que óbvio que sempre que podia, passava a mão neles. Foi aà que minha cabeça começou a viajar: será que ela realmente não me via mais como um menino, como o sobrinho dela, como um filho?
4 anos se passaram, nesse tempo eles moraram um ano com a gente e depois se mudaram pra outra casa, mas ela ia todo dia visitar minha avó, por isso ela vinha sozinha quase sempre. Nesses dias livres, eu via ela chegar com seus vestidos curtos pela minha janela, na hora meu pau subia igual a um mastro. Às vezes ela esquecia a chave, então eu tinha que sair pra abrir a porta, por mais que tentasse esconder minha barraca de circo, era impossÃvel. Não sou muito grande, diria que médio, mas era a magia que ela faz em mim. Comecei a ganhar mais confiança e de propósito deixava o pijama mais solto que eu tinha, aproveitando que meus pais não estavam, podia esperar minha tia assim, de pé. Abria a porta, abraçava ela, e em algumas vezes meu membro picava ela, ela só pulava pra trás e não dava nenhum sinal de importância. Eu levava ela abraçada pelo quintal até entrar em casa e a gente conversava sobre como estava o dia, eu com minha ereção bem clara, mas ela sem olhar, só sorrindo como sempre.
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Ultrapassando meus limites.
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Minha confiança foi aumentando e, sem perceber,Ao cumprimentá-la (ela com um top esportivo branco), eu acariciava a barriga dela, literalmente enfiando a mão por baixo da roupa. Ela, como de costume, não falava nada. Assim foi umas quantas vezes, até que numa ocasião ela segurou minha mão, me parando. Fiquei triste, pensei que tinha chegado o limite. Fiquei seco a tarde toda. Qual não foi minha surpresa que, suponho que ao notar meu mau humor e descontentamento, depois de algumas horas ela se aproximou de mim e acariciou meu ombro do jeito que só ela sabe. Sorri de novo.
Olhares safados ao contar algo um pouco mais picante, enquanto bebia o vinho dela, uma vez percebi que ela me olhava de um jeito... diferente. Na hora, fez uma careta como se tivesse engasgado, com um toque de vergonha, mas pela primeira vez eu vi, vi aqueles olhos.
Se tem um defeito que posso dizer que minha tia tinha, era que nunca perdeu o costume de pegar dinheiro da minha avó, um segredo que até eu mesmo escondia por razões óbvias. Também teve vezes que ela deixava minha porta aberta e, quando via que ela chegava, começava a me masturbar esperando que ela me visse. Ao subir as escadas, ela fazia barulho com os saltos, soava como um tique-taque que me lembrava que ainda dava pra não fazer aquilo, que eu podia evitar um encontro constrangedor. Tenho que confessar que nunca tive coragem de seguir com minha armadilha, cumprimentando ela normalmente. Só uma vez isso não foi bem assim: ela entrou no quarto da minha avó, cuja porta fica de frente pra minha mesa e dá pra ver tudo. Ela entrou pra pegar dinheiro. Eu disse pra mim mesmo que queria que ela me visse. Como será que ela reagiria? Comecei a me tocar e, quando percebi de canto de olho, vi ela me observando, parada, sem procurar mais o dinheiro, só me olhando. Foi o primeiro momento realmente erótico que tivemos. Mas a graça durou pouco, porque acho que ela se arrependeu e só saiu do quarto, sem olhar pra mim, desceu as escadas.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Não houve comentários, com ela é sempre a mesma coisa, mas com certeza notei uma mudança, até teve vezes que ela subiu descalça, então me pegar batendo uma seria fácil, mas nunca coincidiu.
O tempo passava e eu não perdia as oportunidades de comentar que ela estava linda, que aquele vestido era meu favorito, usando até a palavra gostosa, e ela só ria e falava: - Ai, meu filho, valeu, mas já tô véia. E eu respondia que nada a ver. Uma vez ela percebeu que eu tava olhando pra ela enquanto cozinhava, fez o gesto de se abanar com as mãos e disse: - Uff, que calorão. De novo, esses toques de safadeza me pegavam de surpresa e eu não conseguia falar nada inteligente pra aproveitar o momento, mas com certeza eu já tinha passado dos limites.
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A oportunidade perdida e uma despedida abrupta.
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Como já era costume, eu tava de pijama e com uma ereção daquelas. Ela tava lá embaixo conversando com minha avó, só nós dois em casa. — É minha chance — pensei. Não aguento mais, tenho que fazer alguma coisa com essa fantasia, repetia pra mim mesmo. Desci com as pernas tremendo e fiz um sinal pra ela, apontando pra minha calça. Ela arregalou os olhos de surpresa. Sem pensar muito, apontei pra cima, querendo dar a entender que ela subisse. Subi rápido pro meu quarto, nervoso. Será que ela vem? Será que entendeu? De repente, ouvi aqueles saltos subindo as escadas. Eu tava na minha escrivaninha, nervoso. Ela entrou e sentou na minha cama, esperando. Não é mentira. Bem na hora que pensei em falar tudo, ouvi o portão. Meus pais tinham chegado. Mudei de assunto na hora, e ela desceu correndo. Acho que ela também ficou frustrada, porque quando minha mãe cumprimentou ela e perguntou se tinha novidade, ela respondeu: — Nada de nada. Nunca mais tocamos nesse assunto, mas, na hora, foi a parada mais intensa, sem dúvida. Minha chance de ouro se foi naquele dia.
No ano seguinte, meu coração se partiu. Minha tia tinha que se mudar pra outro paÃs, o marido dela tinha conseguido uma oportunidade de emprego e nos planos dela não estava voltar tão cedo. Me senti traÃdo, a gente nunca disse nada, nunca conversamos cara a cara sobre aqueles momentos. Minha tia estava indo embora e eu não podia fazer nada. Ao deixá-los no aeroporto, ela só me disse: — Se pudesse, te levava comigo. Quero acreditar que essas palavras escondiam algo mais do que um comentário inocente de uma parente que está partindo. Tudo foi muito rápido, ela tinha ido embora.
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Pandemia, colapso, minha confissão.
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Como todo mundo sabe, ninguém se preparou pro que ia rolar no ano passado, foram tempos difÃceis, agora tava bem mais complicado dela vir nos visitar e até hoje é praticamente impossÃvel. Os meses foram passando e, felizmente, pelo Whatsapp nunca perdi contato com ela. Mandava memes pra ela e ela pra mim, a gente batia um papo de vez em quando. Não sei se, por não ter ela por perto, meu tesão diminuiu, ou pelo menos era o que eu achava. Por causa da pandemia, minha interação social também foi se desmanchando, e isso, suponho, despertou uma vontade de continuar aquela história que ficou no ar. Comecei a sedução virtual.
Comecei com memes mais picantes, correntes de desafios quentes e aqueles vÃdeos sexy do TikTok. Vivia mandando pra ela, além de pedir fotos, que nunca vieram — ela sempre dava um jeito de desviar do assunto e jogar na cara que já era mais velha e que só os jovens podiam fazer esses desafios. Ela ria dos memes, mas ignorava os que tinham um tom mais sexual, até que o dia chegou.
Nervoso e suando, me preparei pra falar o que sentia, escrevi a mensagem enfatizando que gosto muito dela, e que a via mais do que uma tia, que queria que ela fosse minha professora sexual e que isso ficaria entre nós, mais ou menos isso foi a mensagem. Ela demorou o dia todo pra me responder, eu tava morrendo de medo, será que o marido dela olha o celular? Vou meter ela em encrenca? Será que ela vai dizer sim?
A resposta dela chegou, infelizmente não foi o que eu esperava. Com muito tato, ela me disse que não achava que eu a via daquele jeito e, educadamente, recusou, com aquele papo clássico de que sou sobrinho dela, filho da irmã única, e que não poderia quebrar essa confiança. Disse que nunca me deu a entender nada além do carinho de uma tia pelo sobrinho, que não tinha interesse em ser professora de ninguém, que não estava brava, só desconfortável, e que era melhor esquecer, virar a página, que levaria esse segredo para o túmulo, mas que a gente precisava superar e eu deveria encontrar outra pessoa.
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Tudo não passava da minha imaginação?
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Sei o que vocês devem estar pensando, todos aqueles gestos, carÃcias, olhares, momentos... será que nunca aconteceram mesmo? Será que minha imaginação tinha criado tudo aquilo? Isso é um mistério que até hoje me persegue. Eu sei o que vi, o que senti, então por que agora ela tava me dizendo que nunca me deu sinais? Respondi que não tinha visto como ela tinha escrito a mensagem e que só queria perguntar umas coisas sobre certos assuntos. Tentei deixar o mais inocente possÃvel, e ela topou, contanto que nossa relação familiar não mudasse.
Não tenho provas dessas mensagens porque apaguei tudo por vergonha e raiva, só confiem que isso aconteceu. Agora minha tia sabe o que eu sinto, aquela história de que não era minha intenção ficou a critério dela. Os meses seguintes foram bem distantes, eu me afastei pra caralho e só falava com ela pela minha mãe, além de dar parabéns no Natal e Ano Novo, claro, do jeito mais frio e educado possÃvel. Continuamos trocando mensagens, mas bem inocentes, bem certinhas, bem sem graça.
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O presente... Uma nova porta se abre?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Bem recentemente, umas 2 semanas atrás e já passando de meio ano da minha confissão fracassada, minha tia começou a me mandar mensagens e usando minha própria técnica, escondendo entre elas algumas um tanto explÃcitas (anexo prova). Isso me deixou com um sentimento de raiva, ela sabe que isso pode ativar meu desejo de novo, por que ela faz isso? Comentários, emojis e GIFs que colocaram um verdadeiro desafio pra não interpretar como sinais. Mandei uma mensagem de aniversário meio provocativa, ela sempre exagera a idade, não sei se é um mecanismo de defesa, mas a resposta dela me intriga, parece que a oportunidade pode estar de volta. Será que é só minha imaginação brincando comigo?




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Conclusão?
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Pela distância e pela pandemia, duvido que a gente se encontre a curto prazo. Só queria poder trocar umas fotos sensuais, mandar uns vÃdeos pornô com alguma atriz que lembre ela — pelo menos na minha cabeça — e que ela me diga que gosta. Sentir que ela tá dando sinais me confunde, e tentar achar o ponto fraco dela tá me deixando meio pirado. Sinto que ela não é tão óbvia, mas sabendo da nossa conversa anterior, não entendo por que ela me manda esse tipo de coisa. Por enquanto, só quero mesmo ter um sexting com ela, é o que mais desejo.
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Agradeço primeiro pela atenção, espero que possam me dar suas opiniões, agradeço também por usar essa plataforma pra trocar páginas, vÃdeos, dicas e histórias. Tô querendo muito tentar de novo, mas se eu errar, posso agora sim acabar com a nossa famÃlia. Me ajudem a fazer essa história ter um final feliz.
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