Oi, me chamo Luis e quero compartilhar uma experiência que abriu meus horizontes sobre sexo e, principalmente, sobre o absurdo da carga que muitos de nós carregamos com nossos preconceitos.
Fui criado num ambiente bem conservador, falar de sexo em casa enquanto crescia era tabu. Pelo comportamento público dos meus pais, e até em particular em casa, parecia que eu tinha nascido por geração espontânea, em vez do jeito tradicional. Demonstrações de carinho também não eram abundantes, embora nunca me tenha faltado nada.
Como resultado dessa criação, me tornei uma pessoa não muito diferente dos meus pais. Meus relacionamentos sempre foram longos, incluindo "cantadas" de meses. Minhas relações sexuais completas mal chegam a uma dúzia e com apenas três mulheres.
A maior parte dessas relações sexuais foi com minha última namorada. Se for sincero, acho que a única razão de estar com ela era porque ela me dava sexo. Não gostava especialmente dela fisicamente, nem do jeito dela, e achava ela bem sem graça.
Há quatro meses surgiu uma oportunidade de trabalho em outra cidade onde tinha uns parentes e decidi aceitar. Consistia em administrar a rede de uma nova empresa, na verdade, era ficar numa sala não muito grande nem bem iluminada, olhando monitores e fazendo uma série de tarefas em horários fixos. Era um tédio danado, não me relacionava com ninguém da empresa, exceto um supervisor que aparecia de vez em quando. As perguntas meio vagas que ele fazia me levaram a concluir que ele não entendia muito do assunto.
Mais ou menos duas semanas desse tédio, o supervisor chegou avisando que eu teria um companheiro, bem, uma companheira que chegaria no dia seguinte. Um dia depois, minutos antes de eu começar o turno, o supervisor apareceu com uma garota jovem:
- Luis, apresento a Laura. Ela será sua parceira a partir de agora. Hoje. Confio que ele vai colocá-la a par em breve, já que vão se revezar nos feriados, porque queremos ampliar nossos horários de atividade. – Disse o supervisor.
– Claro, pode confiar nisso – respondi.
Dando um passo à frente, estendi minha mão, que foi apertada pela nova colega.
A visão me impressionou: bastante maquiagem, mas sem ser chamativa; morena, com o cabelo preso num rabo de cavalo; terno e saia que realçavam uma figura com cintura fina e peitos fartos; óculos que emolduravam uns olhos impressionantes.
Fiquei em silêncio por um momento, mas me salvei de parecer um idiota com um sorriso sincero ao lembrar de um filme em que um personagem colocava nas frases o que via que o impressionava, e pensei que ele diria nesse momento: "Bons peitos... digo... bom dia". Finalmente falei:
- Bem-vinda aos meus domínios. Entra, senta nessa cadeira e já vou começar a explicar em que consiste o trabalho. São várias tarefas, mas não são muito complicadas.
- Obrigada. - Disse Laura, alongando de um jeito bem sexy o primeiro "a".
Ela se aproximou da cadeira que indiquei e, com as pernas bem juntas, sentou-se deixando o encosto ao lado, e depois girou sobre a bunda para colocar o encosto da cadeira nas costas. Uma bunda redonda e empinada.
O supervisor fez uma despedida cordial e se mandou, me deixando a sós com Laura. Comecei a explicar as tarefas para Laura, que ia anotando num caderninho que tinha trazido. Ela me olhava com muita atenção e os olhos bem abertos, o que me desconcentrava e me fazia perder o fio da meada umas duas vezes.
No fim do expediente, decidimos sair para tomar um drink juntos e passamos um tempão muito bom conversando e zoando.
Laura era muito boa em programação, então desenvolveu uns programas que nos livraram das rotinas chatas, que passaram a ser automáticas, deixando a gente a maior parte do tempo sem nada pra fazer, exceto quando aparecia algum problema pontual, o que era raro. Tudo isso pelas costas do supervisor, claro, que aparecia de vez em quando nos obrigando a fingir que trabalhávamos pesado. Laura brincava dizendo que a gente podia ficar batendo no teclado sem sentido, igual fazem nos filmes quando alguém senta na frente de um computador, e ele nem notaria que não estávamos fazendo nada.
Aproveitávamos todo o tempo livre pra conversar e zoar. De vez em quando, Laura colocava a cabeça sobre meu ombro quando eu apontava algo em algum monitor e ela estava atrás de mim. À noite, depois do trabalho, a gente se encontrava todo dia pra tomar um drink. Aos poucos, foram aumentando os comentários dela sobre como estava solteira e como todos os caras que conhecia eram sem graça. Eu também comentei que estava num relacionamento à distância com minha namorada, uma relação em que eu não tinha muitas esperanças.
Um mês depois da chegada da Laura, recebi uma ligação durante o trabalho, era minha namorada, me dizendo que tinha conhecido um cara, que por favor eu entendesse e que nosso relacionamento tinha acabado. Desliguei e, sinceramente, me senti bem aliviado, sempre fui meio covarde, e fiquei feliz que me deram o que eu também queria. Laura me perguntou quem era e eu contei. Depois de dizer que sentia muito e eu responder que, na real, não tinha nada pra sentir, ela sorriu e, com o olhar fixo no monitor, sem me olhar, disse: "bom, agora estamos os dois livres".
Naquela noite, Laura ficou mais insinuante, passava a mão no meu peito quando a gente ria tomando algo e segurava minha mão ao perguntar se eu realmente estava bem. Eu costumava levá-la de carro pra casa, já que ela ia pro trabalho de transporte público. No carro, no meio do caminho, ela disse:
- Ei, Luis, já faz um tempo que a gente trabalha junto e se diverte pra caralho juntos.
- É, é bem divertido, né?
- Queria te dizer que me sinto muito à vontade com você, te acho muito divertido, fácil de lidar... e bem gostoso.
- Uh, oh. Bom... valeu.
- Queria saber se agora que você tá livre, a gente podia...
Parei o carro, olhei pra ela e rapidamente me joguei pra beijar ela na boca. Ela respondeu com a língua e me abraçando pelo pescoço. Depois de uns minutos, ela disse:
- Estaciona naquele terreno baldio.
Liguei o carro na maior pressa e me mandei pro lugar a poucos metros que ela tinha apontado. Quando parei, ela disse:
- Não queria te dar uma impressão errada. Não posso foder. hoje...
Achei que ela estaria menstruada.
—...mas posso te fazer uma punheta bem gostosa. Sou muito boa nisso, você vai pirar. Se quiser, claro.
—Fica tranquila. Claro que seria bom.
Laura sorriu abertamente. Rapidamente esfregou as mãos e disse:
—Então vamos nessa! Abaixa essa calça!
Me apoiando no encosto, levantei um pouco e abaixei a calça, empurrei o banco o máximo que pude para trás. Laura se inclinou na minha direção, sorrindo e pegando no meu pau, disse:
—Você vai ver, vai adorar. Vai te deixar tão satisfeito quanto uma trepada.
Começou devagar, alternando o ritmo e roçando a cabecinha com o polegar. Quando me ouvia ofegar, parava e apertava firme a base com dois dedos. Eu dizia como as mãos dela eram habilidosas, e ela concordava. Dez minutos depois, disse:
— Já tá bem quentinho. Já gozou alguma vez com um dedo no cu? É muito melhor.
Fiquei meio surpreso.
— Sei lá. Não sou muito de experimentar.
— Qual é, não seja tão caretão.
— E se doer?
— Porra, cara, não vai doer, eu sei o que tô fazendo. Tamo só nós dois aqui, ninguém vai saber, e te juro que vai valer a pena. Confia em mim. Vai lá...
— Ufff, tá bom. Acho que agora eu aceitaria qualquer coisa.
— Boa! Não vai se arrepender! Tem camisinha?
— No porta-luvas.
Laura abriu o porta-luvas e pegou uma. Sem abrir ainda, cuspiu nos dois dedos e os aproximou da entrada do meu cu, começando a massagear. Um tempo depois, enquanto me masturbava com a outra mão, soltou, rasgou a camisinha e colocou no dedo médio da mão que tava usando pra massagear meu cu. Disse:
— Relaxa, não vou enfiar muito. Só quero chegar na próstata.
— O que você quiser, mas eu não aguento muito mais.
Laura riu e começou a enfiar o dedo, enquanto eu bufava.
— Calma, calma, só mais um pouco. Já chegou a ponta... mais um pouco... até aí...
Eu não sei onde ela tava acertando, mas de repente tava muito mais excitado e cada vez que ela mexia a mão que tava no meu pau, eu me sentia flutuar.
— Ei, tem lenço ou alguma coisa?
— Tem... bufff... no porta-luvas também...
Laura deixou o dedo no cu, e com a mão que tava usando pra tocar meu pau, abriu o porta-luvas de novo, pegou o pacote e me deu.
— Toma, eu vou ficar com as duas mãos ocupadas. Fica esperto pra se cobrir, senão vai se sujar todo.
Peguei um lenço do pacote, sem acreditar muito no que ela dizia, já que nunca tinha "atirado" muito longe. Laura foi acelerando o ritmo das duas mãos. Mãos que levavam um ritmo compassado. Vendo o clímax chegar, coloquei o lenço na parte de baixo da rola pra escorrer nele.
- Já vou gozar, já...
Laura me olhou com um sorriso de canto e acelerou ainda mais o ritmo. Não aguentei nem dez segundos.
- Ufff... já... jáááá...
- Vai, isso aí. - Riu Laura.
Sairam dois jatos com tanta força que foram direto na minha cara, não deu tempo de desviar e acertaram o lado esquerdo do meu rosto, enquanto eu movia o lenço pra colocar na ponta da pica. Tava saindo com tanta força que eu sentia os impactos na palma da mão através do lenço. Laura ria, enquanto ia diminuindo o ritmo até parar. Uns segundos depois, ela tirou o dedo do cu. Tirou a camisinha do dedo e jogou pela janela. Pegou o pacote de lenços e puxou um, enquanto ainda tentava se recompor, começou a limpar minha bochecha com o lenço.
- Olha que eu te avisei.
- Já... bufff... não esperava por isso.
- Você gostou?
- Pra caralho, não esperava que uma punheta pudesse ser tão satisfatória.
Ficamos um tempinho conversando e zoando, até que finalmente liguei o carro, deixei ela em casa e voltei pra casa dos parentes onde estava hospedado.
No dia seguinte, quando cheguei, a Laura já estava na sala. Ela me deu uma piscada enquanto dizia "Bom dia". "Bom dia", respondi com um sorriso cúmplice.
Lá pela metade da manhã, sem que tivéssemos muito trabalho, a Laura me disse:
- Tive uma ideia pra melhorar o que a gente fez ontem.
- Ah, é? Com mais truques?
- Sim... e que seja aqui.
- Tá falando sério? - falei, surpreso.
- Sim. Na sala do servidor. Se o supervisor aparecer, a gente tem desculpa pra estar lá dentro e dá tempo de se preparar e disfarçar quando ouvir a porta.
A verdade é que, desde que ela falou até eu processar, levaram uns segundos, mas menos tempo ainda passou desde que processei até eu ficar com uma ereção de cavalo.
- Se você tá falando sério, vamos.
Ela fez um gesto de concordância e se levantou como uma mola, indo pra sala do servidor. Eu me levantei e segui ela. Fechamos a porta. Ela enfiou a mão no bolso e tirou três camisinhas.
- Nem fodendo que você vai meter três dedos em mim.
- Três, não, mas dois eu quero meter. O outro é pra evitar que você suje tudo de novo. Deixa? Por favor. Por favor, por favor... - disse ela com cara de cordeiro no matadouro.
Eu suspirei, olhando pro teto.
- Tá bom. Ontem valeu a pena.
Ela começou como no dia anterior, mas eu de pé e ela massageando a entrada do meu cu desde o início. Passou vários minutos com um dedo só, até que finalmente enfiou ele e, conforme foi aumentando o perímetro da minha bunda, foi trabalhando pra enfiar o segundo. Quando finalmente conseguiu enfiar os dois, começou um movimento alternado, como se estivesse imitando com os dois dedos as pernas de um homem caminhando. O orgasmo foi espetacular.
Durante a semana a gente fez mais umas duas vezes, sendo interrompido pelo supervisor numa delas. Felizmente, deu tudo certo e deu tempo de a gente se recompor sem ser pego.
No fim de semana a gente saiu junto e, voltando pra casa, ela me levou de novo pro terreno baldio. Eu morava com parentes, mas ela morava sozinha, então não entendia por que não íamos pra casa dela, mas também não queria pressionar. Falei pra ela:
— Bom, hoje já dá pra gente foder de vez, né? — falei do jeito mais casual que consegui.
— Olha, ainda não posso.
— Nossa, tua menstruação dura tanto assim?
— Não é a menstruação... Luis, eu gosto muito de você. Tem um motivo por que ainda não posso. Te prometo que vou explicar tudo em breve, por favor, tem paciência.
— Bom, isso não é um grande sacrifício. Já esperei por mulheres bem piores que você.
Ela sorriu e me deu um beijo profundo de língua.
A gente continuou na mesma rotina, e ela até conseguiu me convencer a enfiar três dedos. Na quarta semana desde o começo do nosso jogo, ela me disse na segunda-feira, bem séria:
— Luis, vou te explicar tudo no sábado, num jantar lá em casa. Não vamos ter nossos jogos essa semana. Te peço, por favor, que mesmo que seja difícil, não se masturbe essa semana, e vou tentar te compensar no sábado. Promete?
Fiquei intrigado, mas no sábado o suspense acabaria. Fiz a promessa e cumpri.
Chegou o sábado e fui na casa dela. Ela me recebeu com um vestido de noite bem justinho que valorizava as curvas gostosas dela, me deu dois beijos e disse que ia me explicar depois do jantar. Terminamos as sobremesas, ela limpou os cantinhos da boca com o guardanapo e falou:
— Vem, senta comigo no sofá. Vou te contar tudo.
Sentamos.
— Luis, vou mudar de emprego.
— E é só isso? Vai embora e pronto? Pensei que fosse me explicar outra coisa.
— Não, não vou sair da cidade, e queria continuar te vendo, se você ainda quiser, depois do que vou te contar.
— Beleza, fala aí.
Ela ficou olhando pro chão por uns segundos, depois me encarou mordendo o lábio inferior e partiu pra cima de mim me beijando na boca. Eu tava há uma semana sem gozar, e aquele estímulo fez minha rola subir como se não houvesse amanhã. Laura parou e se afastou de mim. Olhou pra minha virilha e disse:
— Nossa, armou uma barraca hein? — falou rindo.
— Pois é.
Laura mudou rapidinho pra uma cara séria e disse:
— Luis, o que eu queria te contar é isso.
Ela pegou minha mão direita, levou até a virilha dela e... senti o volume. Fiquei calado, de olho arregalado, demorando pra reagir. Quando finalmente consegui, me encolhi, coloquei as mãos no rosto e gritei:
— Ai, meu Deus! Ai, meu Deus! Ai, meu Deus do céu!
— Luis, pelo amor de Deus, não fica assim. Eu gostei de você desde que te vi. Não é algo que fico espalhando por aí, e quando a oportunidade apareceu, não soube te contar... Sei que você também gostou de mim desde o começo.
— Você devia ter me contado!
— Será que a gente teria tido esse relacionamento se eu tivesse te contado?
— Não — respondi com sinceridade.
— Ai, meu Deus! Posso pelo menos ver pra ter certeza de que não é uma piada cruel?
Laura me encarou, se levantou e tirou o vestido pela cabeça, ficando só de calcinha e sutiã. Ela abaixou a calcinha e lá estava.
— Ai, meu Deus! Ainda por cima é maior que a minha!
— Por favor, Luis, não muito maior, e além disso serve pro que serve. Se é suficiente e funciona, o tamanho não é tão importante.
— Porraaaa!
— Olha, Luis, você não precisa ter medo. Sou a mesma pessoa com quem você esteve nos últimos meses, só que... eu tenho isso. Vou sair do emprego, também não é como se a gente tivesse relação com mais ninguém além daquele babaca. Então, mesmo que eu nunca fosse te trair, não conseguiria nem se quisesse. Ninguém vai ficar sabendo. Será que é tão importante assim? Será que isso muda todos os momentos bons que a gente teve e o relacionamento que a gente tem?
Fiquei olhando pra ela. Ela se sentou, eu olhei pro rosto dela e via uma mina gostosa pra caralho, olhava pra baixo e via "aquilo", mas nem assim a primeira impressão passava.
— Luis, você devia ser sincero consigo mesmo e perceber que, apesar do choque, olha como tá a sua virilha.
Olhei pra baixo e vi minha calça levantada pelo que ainda era uma ereção de cavalo. Fiquei pensativo e falei "Foda-se" e me joguei pra beijar ela na boca. Ficamos nos beijando por uns minutos, até que Laura me afastou e, com um sorriso, disse:
— Vem, vamos pra cama.
Ela se levantou, me pegou pela mão, me fez levantar e me levou pro quarto. Lá, ela soltou o sutiã, me deixando ver aquele par de peitos magníficos que ela tinha, que tinham feito o que já tinham feito. Fora, já tava pouco me lixando. Aí ela começou a me despir enquanto dizia:
— Vai notar uma diferença do que você tá acostumado. É um buraco mais estreito, no fim das contas. Mas vai ser igualmente satisfatório. Pode fazer sem camisinha, me limpei bem com um enema, tava na esperança de que você toparia.
Se beijando, ela sentou na cama, me passou um pote de vaselina e levantou as pernas. Me olhou e falou:
— Pode ir.
Eu não queria pensar muito no que tava fazendo, mas quase roboticamente peguei vaselina e fui direto pro cu dela, passando com cuidado.
— Não vai ser muito bruto, tá? Com calma.
Apontei meu pau pro buraco e com dificuldade fui enfiando devagar. Laura bufava enquanto eu continuava lentamente, até conseguir meter tudo. Laura falou:
— Tá, espera um pouco — disse hiperventilando como se tivesse dando à luz.
Depois de uns dois minutos, ela disse:
— Tá, já foi. Pode ir.
Comecei a bombar com suavidade, segurando as pernas dela pra cima.
— Quando você for gozar, para. Tá bom? Acredita em mim, vai valer a pena.
Fiz isso umas cinco ou seis vezes, até que falei:
— Não aguento mais. Já faz uma semana que eu tô me segurando.
— Tá bom. Para agora então. Tenho uma proposta. Quer experimentar o outro lado? Você foi dilatando o cu aos poucos, já tá preparado, e vai ser ainda melhor do que as punhetas que eu te fiz.
Fiquei paralisado. Parecia um passo grande demais. Uma voz dentro de mim dizia: "Essa linha você não cruza. Não foi isso que te ensinaram. Você vai virar viado." E outra dizia: "Que porra de viado. Essa pessoa já te bateu punheta, enfiou dedo no teu cu e agora você tem o pau no dela. Já passou da hora. Seja o que for, você já é. Isso importa?" A segunda voz venceu por nocaute.
Balancei a cabeça e falei: "Confio em você." Tirei o pau, Laura se levantou, me guiou pra deitar na beira da cama e levantou minhas pernas. Pegou uma camisinha e colocou, pegou a vaselina e passou em mim.
— Tá pronto? — perguntou.
— O mais pronto que vou ficar — respondi num tom inseguro.
Laura apontou o pau dela pro cu dela e eu senti a cabeça apertando na entrada. Ela alternava o olhar entre a penetração e a minha cara, que tava com a mesma expressão de quem tá tendo lascas de bambu enfiadas debaixo das unhas.
— Calma... calma... você precisa relaxar — dizia Laura.
Eu só bufava igual um bicho selvagem, com os dentes trincados, soltando o ar pelos espaços.
— Pronto, já entrou a cabeça. Calma, já passou o pior. Vou deva... ga... rinho.
— Ah, ah.
— Tô na metade. Calma, a dor vai passar logo.
— Laura, dói pra caralho... ufff... ah
— Calmaaaaaa. Já entrou tudo.
Ficou parada e se inclinou sobre mim, me dando um beijão. Ficamos assim por uns dois ou três minutos. Laura perguntou:
— Já tá melhor?
— S... sim... já tá passando a dor... já tô melhor.
— Beleza, vou me mexendo devagar. Se doer muito, você fala e eu paro.
— Tá... tá... vai... manda ver.
Laura começou a se mover, bem devagar por um tempão. Minha pica não baixava nem quando doía mais. Aliás, tava cada vez mais grossa, sentia que ia estourar. Escorria como uma torneira mal fechada. Finalmente ela começou a se mover mais rápido, pegou minha pica e começou a bater uma.
— Ufa, ufa. Laura, não vou aguentar muito.
— Beleza... eu também não. Também passei a semana na seca.
— Tá... tá... vamos juntos... então...
— Sim... sim... eu... já tô chegando.
— E... e eu... E euuuuuuuu!
— Ah, ah, ah....
Enquanto gozava, sentia as contrações da pica de Laura no meu cu. Foi o orgasmo mais intenso da minha vida.
Laura caiu exausta em cima de mim. Nos beijando. No fim, nos olhamos e sorrimos, pra terminar numa gargalhada:
— Não foi tão ruim assim, hein?
— Vamos dizer que sim — falei num tom de brincadeira, o que fez a gente cair na risada de novo.
Senti a pica de Laura murchando até sair. Ficamos abraçados em silêncio por uns minutos, quando senti algo começando a bater na minha perna. Era a "coisa" de Laura que tava subindo de novo. A minha, num movimento de espelho, começou a fazer o mesmo. Laura, com a cabeça no meu peito, virou e viu. Me olhou e disse:
— Quer tentar outra coisa?
— O que mais nos resta?
— Um 69! — disse rindo.
— O que você quiser, já que tamo nessa mesmo — respondi rindo também.
Levantamos e fomos pro bidê lavar as picas. Enquanto fazíamos isso, Laura se virou pra me observar e, com um sorriso debochado, me deu uma cotovelada, exclamando:
— Olha! E você ia perder isso!
— É... — falei com um sorriso e dando de ombros.
Voltamos pra cama. E aí a gente se posicionou. Era uma visão meio assustadora ter aquela pica a uns centímetros do meu rosto. A Laura já tinha começado a chupar a minha. Quando viu que eu não começava, ela tirou minha pica da boca e falou:
- Não precisa fazer isso se não quiser.
Olhei pra ela e, com determinação, enfiei a dela na boca. Assim que entrou, fechei os olhos e comecei a chupar. Aos poucos, fui me soltando e comecei a tirar, a passar a língua por baixo da cabeça e, no geral, repetir o que via que fazia a pica dela reagir. Por outro lado, a Laura tava fazendo um puta trabalho com a minha, e até tentei imitar algumas coisas que ela fazia e que eu curtia. Depois de um tempo, senti que tava chegando no clímax e avisei:
- Laura, já vou gozar.
- Relaxa, pode gozar na minha boca, quero provar seu leite — ao dizer isso, não consegui segurar e explodi assim que ela enfiou de novo na boca.
- Uff, também já vou gozar. Provar seu leite me deixou no limite. Solta ela que eu termino aqui.
- Nem fodendo! Vou te devolver o favor.
Enfiei na boca e comecei a brincar com a língua na cabecinha dela. Senti ela explodir e as contrações do pau dela foram uma sensação curiosa. Engoli sem soltar. Não achei o gosto ruim, era levemente salgado. Quando o pau dela ficou quieto e a Laura pediu pra parar, fui tirando devagar da minha boca.
Laura se virou e a gente se beijou. Conversamos um pouco sobre como tinha sido incrível e dormimos abraçados.
Nem preciso dizer que continuamos juntos, felizes e sem frescura. Quem se importa?





Fui criado num ambiente bem conservador, falar de sexo em casa enquanto crescia era tabu. Pelo comportamento público dos meus pais, e até em particular em casa, parecia que eu tinha nascido por geração espontânea, em vez do jeito tradicional. Demonstrações de carinho também não eram abundantes, embora nunca me tenha faltado nada.
Como resultado dessa criação, me tornei uma pessoa não muito diferente dos meus pais. Meus relacionamentos sempre foram longos, incluindo "cantadas" de meses. Minhas relações sexuais completas mal chegam a uma dúzia e com apenas três mulheres.
A maior parte dessas relações sexuais foi com minha última namorada. Se for sincero, acho que a única razão de estar com ela era porque ela me dava sexo. Não gostava especialmente dela fisicamente, nem do jeito dela, e achava ela bem sem graça.
Há quatro meses surgiu uma oportunidade de trabalho em outra cidade onde tinha uns parentes e decidi aceitar. Consistia em administrar a rede de uma nova empresa, na verdade, era ficar numa sala não muito grande nem bem iluminada, olhando monitores e fazendo uma série de tarefas em horários fixos. Era um tédio danado, não me relacionava com ninguém da empresa, exceto um supervisor que aparecia de vez em quando. As perguntas meio vagas que ele fazia me levaram a concluir que ele não entendia muito do assunto.
Mais ou menos duas semanas desse tédio, o supervisor chegou avisando que eu teria um companheiro, bem, uma companheira que chegaria no dia seguinte. Um dia depois, minutos antes de eu começar o turno, o supervisor apareceu com uma garota jovem:
- Luis, apresento a Laura. Ela será sua parceira a partir de agora. Hoje. Confio que ele vai colocá-la a par em breve, já que vão se revezar nos feriados, porque queremos ampliar nossos horários de atividade. – Disse o supervisor.
– Claro, pode confiar nisso – respondi.
Dando um passo à frente, estendi minha mão, que foi apertada pela nova colega.
A visão me impressionou: bastante maquiagem, mas sem ser chamativa; morena, com o cabelo preso num rabo de cavalo; terno e saia que realçavam uma figura com cintura fina e peitos fartos; óculos que emolduravam uns olhos impressionantes.
Fiquei em silêncio por um momento, mas me salvei de parecer um idiota com um sorriso sincero ao lembrar de um filme em que um personagem colocava nas frases o que via que o impressionava, e pensei que ele diria nesse momento: "Bons peitos... digo... bom dia". Finalmente falei:- Bem-vinda aos meus domínios. Entra, senta nessa cadeira e já vou começar a explicar em que consiste o trabalho. São várias tarefas, mas não são muito complicadas.
- Obrigada. - Disse Laura, alongando de um jeito bem sexy o primeiro "a".
Ela se aproximou da cadeira que indiquei e, com as pernas bem juntas, sentou-se deixando o encosto ao lado, e depois girou sobre a bunda para colocar o encosto da cadeira nas costas. Uma bunda redonda e empinada.
O supervisor fez uma despedida cordial e se mandou, me deixando a sós com Laura. Comecei a explicar as tarefas para Laura, que ia anotando num caderninho que tinha trazido. Ela me olhava com muita atenção e os olhos bem abertos, o que me desconcentrava e me fazia perder o fio da meada umas duas vezes.
No fim do expediente, decidimos sair para tomar um drink juntos e passamos um tempão muito bom conversando e zoando.
Laura era muito boa em programação, então desenvolveu uns programas que nos livraram das rotinas chatas, que passaram a ser automáticas, deixando a gente a maior parte do tempo sem nada pra fazer, exceto quando aparecia algum problema pontual, o que era raro. Tudo isso pelas costas do supervisor, claro, que aparecia de vez em quando nos obrigando a fingir que trabalhávamos pesado. Laura brincava dizendo que a gente podia ficar batendo no teclado sem sentido, igual fazem nos filmes quando alguém senta na frente de um computador, e ele nem notaria que não estávamos fazendo nada.
Aproveitávamos todo o tempo livre pra conversar e zoar. De vez em quando, Laura colocava a cabeça sobre meu ombro quando eu apontava algo em algum monitor e ela estava atrás de mim. À noite, depois do trabalho, a gente se encontrava todo dia pra tomar um drink. Aos poucos, foram aumentando os comentários dela sobre como estava solteira e como todos os caras que conhecia eram sem graça. Eu também comentei que estava num relacionamento à distância com minha namorada, uma relação em que eu não tinha muitas esperanças.
Um mês depois da chegada da Laura, recebi uma ligação durante o trabalho, era minha namorada, me dizendo que tinha conhecido um cara, que por favor eu entendesse e que nosso relacionamento tinha acabado. Desliguei e, sinceramente, me senti bem aliviado, sempre fui meio covarde, e fiquei feliz que me deram o que eu também queria. Laura me perguntou quem era e eu contei. Depois de dizer que sentia muito e eu responder que, na real, não tinha nada pra sentir, ela sorriu e, com o olhar fixo no monitor, sem me olhar, disse: "bom, agora estamos os dois livres".
Naquela noite, Laura ficou mais insinuante, passava a mão no meu peito quando a gente ria tomando algo e segurava minha mão ao perguntar se eu realmente estava bem. Eu costumava levá-la de carro pra casa, já que ela ia pro trabalho de transporte público. No carro, no meio do caminho, ela disse:
- Ei, Luis, já faz um tempo que a gente trabalha junto e se diverte pra caralho juntos.
- É, é bem divertido, né?
- Queria te dizer que me sinto muito à vontade com você, te acho muito divertido, fácil de lidar... e bem gostoso.
- Uh, oh. Bom... valeu.
- Queria saber se agora que você tá livre, a gente podia...
Parei o carro, olhei pra ela e rapidamente me joguei pra beijar ela na boca. Ela respondeu com a língua e me abraçando pelo pescoço. Depois de uns minutos, ela disse:
- Estaciona naquele terreno baldio.
Liguei o carro na maior pressa e me mandei pro lugar a poucos metros que ela tinha apontado. Quando parei, ela disse:
- Não queria te dar uma impressão errada. Não posso foder. hoje...
Achei que ela estaria menstruada. —...mas posso te fazer uma punheta bem gostosa. Sou muito boa nisso, você vai pirar. Se quiser, claro.
—Fica tranquila. Claro que seria bom.
Laura sorriu abertamente. Rapidamente esfregou as mãos e disse:
—Então vamos nessa! Abaixa essa calça!
Me apoiando no encosto, levantei um pouco e abaixei a calça, empurrei o banco o máximo que pude para trás. Laura se inclinou na minha direção, sorrindo e pegando no meu pau, disse:
—Você vai ver, vai adorar. Vai te deixar tão satisfeito quanto uma trepada.
Começou devagar, alternando o ritmo e roçando a cabecinha com o polegar. Quando me ouvia ofegar, parava e apertava firme a base com dois dedos. Eu dizia como as mãos dela eram habilidosas, e ela concordava. Dez minutos depois, disse:— Já tá bem quentinho. Já gozou alguma vez com um dedo no cu? É muito melhor.
Fiquei meio surpreso.
— Sei lá. Não sou muito de experimentar.
— Qual é, não seja tão caretão.
— E se doer?
— Porra, cara, não vai doer, eu sei o que tô fazendo. Tamo só nós dois aqui, ninguém vai saber, e te juro que vai valer a pena. Confia em mim. Vai lá...
— Ufff, tá bom. Acho que agora eu aceitaria qualquer coisa.
— Boa! Não vai se arrepender! Tem camisinha?
— No porta-luvas.
Laura abriu o porta-luvas e pegou uma. Sem abrir ainda, cuspiu nos dois dedos e os aproximou da entrada do meu cu, começando a massagear. Um tempo depois, enquanto me masturbava com a outra mão, soltou, rasgou a camisinha e colocou no dedo médio da mão que tava usando pra massagear meu cu. Disse:
— Relaxa, não vou enfiar muito. Só quero chegar na próstata.
— O que você quiser, mas eu não aguento muito mais.
Laura riu e começou a enfiar o dedo, enquanto eu bufava.
— Calma, calma, só mais um pouco. Já chegou a ponta... mais um pouco... até aí...
Eu não sei onde ela tava acertando, mas de repente tava muito mais excitado e cada vez que ela mexia a mão que tava no meu pau, eu me sentia flutuar.
— Ei, tem lenço ou alguma coisa?
— Tem... bufff... no porta-luvas também...
Laura deixou o dedo no cu, e com a mão que tava usando pra tocar meu pau, abriu o porta-luvas de novo, pegou o pacote e me deu.
— Toma, eu vou ficar com as duas mãos ocupadas. Fica esperto pra se cobrir, senão vai se sujar todo.
Peguei um lenço do pacote, sem acreditar muito no que ela dizia, já que nunca tinha "atirado" muito longe. Laura foi acelerando o ritmo das duas mãos. Mãos que levavam um ritmo compassado. Vendo o clímax chegar, coloquei o lenço na parte de baixo da rola pra escorrer nele.
- Já vou gozar, já...
Laura me olhou com um sorriso de canto e acelerou ainda mais o ritmo. Não aguentei nem dez segundos.
- Ufff... já... jáááá...
- Vai, isso aí. - Riu Laura.
Sairam dois jatos com tanta força que foram direto na minha cara, não deu tempo de desviar e acertaram o lado esquerdo do meu rosto, enquanto eu movia o lenço pra colocar na ponta da pica. Tava saindo com tanta força que eu sentia os impactos na palma da mão através do lenço. Laura ria, enquanto ia diminuindo o ritmo até parar. Uns segundos depois, ela tirou o dedo do cu. Tirou a camisinha do dedo e jogou pela janela. Pegou o pacote de lenços e puxou um, enquanto ainda tentava se recompor, começou a limpar minha bochecha com o lenço.
- Olha que eu te avisei. - Já... bufff... não esperava por isso.
- Você gostou?
- Pra caralho, não esperava que uma punheta pudesse ser tão satisfatória.
Ficamos um tempinho conversando e zoando, até que finalmente liguei o carro, deixei ela em casa e voltei pra casa dos parentes onde estava hospedado.
No dia seguinte, quando cheguei, a Laura já estava na sala. Ela me deu uma piscada enquanto dizia "Bom dia". "Bom dia", respondi com um sorriso cúmplice.Lá pela metade da manhã, sem que tivéssemos muito trabalho, a Laura me disse:
- Tive uma ideia pra melhorar o que a gente fez ontem.
- Ah, é? Com mais truques?
- Sim... e que seja aqui.
- Tá falando sério? - falei, surpreso.
- Sim. Na sala do servidor. Se o supervisor aparecer, a gente tem desculpa pra estar lá dentro e dá tempo de se preparar e disfarçar quando ouvir a porta.
A verdade é que, desde que ela falou até eu processar, levaram uns segundos, mas menos tempo ainda passou desde que processei até eu ficar com uma ereção de cavalo.
- Se você tá falando sério, vamos.
Ela fez um gesto de concordância e se levantou como uma mola, indo pra sala do servidor. Eu me levantei e segui ela. Fechamos a porta. Ela enfiou a mão no bolso e tirou três camisinhas.
- Nem fodendo que você vai meter três dedos em mim.
- Três, não, mas dois eu quero meter. O outro é pra evitar que você suje tudo de novo. Deixa? Por favor. Por favor, por favor... - disse ela com cara de cordeiro no matadouro.
Eu suspirei, olhando pro teto.
- Tá bom. Ontem valeu a pena.
Ela começou como no dia anterior, mas eu de pé e ela massageando a entrada do meu cu desde o início. Passou vários minutos com um dedo só, até que finalmente enfiou ele e, conforme foi aumentando o perímetro da minha bunda, foi trabalhando pra enfiar o segundo. Quando finalmente conseguiu enfiar os dois, começou um movimento alternado, como se estivesse imitando com os dois dedos as pernas de um homem caminhando. O orgasmo foi espetacular.
Durante a semana a gente fez mais umas duas vezes, sendo interrompido pelo supervisor numa delas. Felizmente, deu tudo certo e deu tempo de a gente se recompor sem ser pego.No fim de semana a gente saiu junto e, voltando pra casa, ela me levou de novo pro terreno baldio. Eu morava com parentes, mas ela morava sozinha, então não entendia por que não íamos pra casa dela, mas também não queria pressionar. Falei pra ela:
— Bom, hoje já dá pra gente foder de vez, né? — falei do jeito mais casual que consegui.
— Olha, ainda não posso.
— Nossa, tua menstruação dura tanto assim?
— Não é a menstruação... Luis, eu gosto muito de você. Tem um motivo por que ainda não posso. Te prometo que vou explicar tudo em breve, por favor, tem paciência.
— Bom, isso não é um grande sacrifício. Já esperei por mulheres bem piores que você.
Ela sorriu e me deu um beijo profundo de língua.
A gente continuou na mesma rotina, e ela até conseguiu me convencer a enfiar três dedos. Na quarta semana desde o começo do nosso jogo, ela me disse na segunda-feira, bem séria:
— Luis, vou te explicar tudo no sábado, num jantar lá em casa. Não vamos ter nossos jogos essa semana. Te peço, por favor, que mesmo que seja difícil, não se masturbe essa semana, e vou tentar te compensar no sábado. Promete?Fiquei intrigado, mas no sábado o suspense acabaria. Fiz a promessa e cumpri.
Chegou o sábado e fui na casa dela. Ela me recebeu com um vestido de noite bem justinho que valorizava as curvas gostosas dela, me deu dois beijos e disse que ia me explicar depois do jantar. Terminamos as sobremesas, ela limpou os cantinhos da boca com o guardanapo e falou:
— Vem, senta comigo no sofá. Vou te contar tudo.
Sentamos.
— Luis, vou mudar de emprego.
— E é só isso? Vai embora e pronto? Pensei que fosse me explicar outra coisa.
— Não, não vou sair da cidade, e queria continuar te vendo, se você ainda quiser, depois do que vou te contar.
— Beleza, fala aí.
Ela ficou olhando pro chão por uns segundos, depois me encarou mordendo o lábio inferior e partiu pra cima de mim me beijando na boca. Eu tava há uma semana sem gozar, e aquele estímulo fez minha rola subir como se não houvesse amanhã. Laura parou e se afastou de mim. Olhou pra minha virilha e disse:
— Nossa, armou uma barraca hein? — falou rindo.
— Pois é.
Laura mudou rapidinho pra uma cara séria e disse:
— Luis, o que eu queria te contar é isso.
Ela pegou minha mão direita, levou até a virilha dela e... senti o volume. Fiquei calado, de olho arregalado, demorando pra reagir. Quando finalmente consegui, me encolhi, coloquei as mãos no rosto e gritei:
— Ai, meu Deus! Ai, meu Deus! Ai, meu Deus do céu!— Luis, pelo amor de Deus, não fica assim. Eu gostei de você desde que te vi. Não é algo que fico espalhando por aí, e quando a oportunidade apareceu, não soube te contar... Sei que você também gostou de mim desde o começo.
— Você devia ter me contado!
— Será que a gente teria tido esse relacionamento se eu tivesse te contado?
— Não — respondi com sinceridade.
— Ai, meu Deus! Posso pelo menos ver pra ter certeza de que não é uma piada cruel?
Laura me encarou, se levantou e tirou o vestido pela cabeça, ficando só de calcinha e sutiã. Ela abaixou a calcinha e lá estava.
— Ai, meu Deus! Ainda por cima é maior que a minha!
— Por favor, Luis, não muito maior, e além disso serve pro que serve. Se é suficiente e funciona, o tamanho não é tão importante.
— Porraaaa!
— Olha, Luis, você não precisa ter medo. Sou a mesma pessoa com quem você esteve nos últimos meses, só que... eu tenho isso. Vou sair do emprego, também não é como se a gente tivesse relação com mais ninguém além daquele babaca. Então, mesmo que eu nunca fosse te trair, não conseguiria nem se quisesse. Ninguém vai ficar sabendo. Será que é tão importante assim? Será que isso muda todos os momentos bons que a gente teve e o relacionamento que a gente tem?
Fiquei olhando pra ela. Ela se sentou, eu olhei pro rosto dela e via uma mina gostosa pra caralho, olhava pra baixo e via "aquilo", mas nem assim a primeira impressão passava.
— Luis, você devia ser sincero consigo mesmo e perceber que, apesar do choque, olha como tá a sua virilha.
Olhei pra baixo e vi minha calça levantada pelo que ainda era uma ereção de cavalo. Fiquei pensativo e falei "Foda-se" e me joguei pra beijar ela na boca. Ficamos nos beijando por uns minutos, até que Laura me afastou e, com um sorriso, disse:
— Vem, vamos pra cama.
Ela se levantou, me pegou pela mão, me fez levantar e me levou pro quarto. Lá, ela soltou o sutiã, me deixando ver aquele par de peitos magníficos que ela tinha, que tinham feito o que já tinham feito. Fora, já tava pouco me lixando. Aí ela começou a me despir enquanto dizia:
— Vai notar uma diferença do que você tá acostumado. É um buraco mais estreito, no fim das contas. Mas vai ser igualmente satisfatório. Pode fazer sem camisinha, me limpei bem com um enema, tava na esperança de que você toparia.
Se beijando, ela sentou na cama, me passou um pote de vaselina e levantou as pernas. Me olhou e falou:
— Pode ir.
Eu não queria pensar muito no que tava fazendo, mas quase roboticamente peguei vaselina e fui direto pro cu dela, passando com cuidado.
— Não vai ser muito bruto, tá? Com calma.
Apontei meu pau pro buraco e com dificuldade fui enfiando devagar. Laura bufava enquanto eu continuava lentamente, até conseguir meter tudo. Laura falou:
— Tá, espera um pouco — disse hiperventilando como se tivesse dando à luz.
Depois de uns dois minutos, ela disse:
— Tá, já foi. Pode ir.
Comecei a bombar com suavidade, segurando as pernas dela pra cima.
— Quando você for gozar, para. Tá bom? Acredita em mim, vai valer a pena.Fiz isso umas cinco ou seis vezes, até que falei:
— Não aguento mais. Já faz uma semana que eu tô me segurando.
— Tá bom. Para agora então. Tenho uma proposta. Quer experimentar o outro lado? Você foi dilatando o cu aos poucos, já tá preparado, e vai ser ainda melhor do que as punhetas que eu te fiz.
Fiquei paralisado. Parecia um passo grande demais. Uma voz dentro de mim dizia: "Essa linha você não cruza. Não foi isso que te ensinaram. Você vai virar viado." E outra dizia: "Que porra de viado. Essa pessoa já te bateu punheta, enfiou dedo no teu cu e agora você tem o pau no dela. Já passou da hora. Seja o que for, você já é. Isso importa?" A segunda voz venceu por nocaute.
Balancei a cabeça e falei: "Confio em você." Tirei o pau, Laura se levantou, me guiou pra deitar na beira da cama e levantou minhas pernas. Pegou uma camisinha e colocou, pegou a vaselina e passou em mim.
— Tá pronto? — perguntou.
— O mais pronto que vou ficar — respondi num tom inseguro.
Laura apontou o pau dela pro cu dela e eu senti a cabeça apertando na entrada. Ela alternava o olhar entre a penetração e a minha cara, que tava com a mesma expressão de quem tá tendo lascas de bambu enfiadas debaixo das unhas.
— Calma... calma... você precisa relaxar — dizia Laura.
Eu só bufava igual um bicho selvagem, com os dentes trincados, soltando o ar pelos espaços.
— Pronto, já entrou a cabeça. Calma, já passou o pior. Vou deva... ga... rinho.
— Ah, ah.
— Tô na metade. Calma, a dor vai passar logo.
— Laura, dói pra caralho... ufff... ah
— Calmaaaaaa. Já entrou tudo.
Ficou parada e se inclinou sobre mim, me dando um beijão. Ficamos assim por uns dois ou três minutos. Laura perguntou:— Já tá melhor?
— S... sim... já tá passando a dor... já tô melhor.
— Beleza, vou me mexendo devagar. Se doer muito, você fala e eu paro.
— Tá... tá... vai... manda ver.
Laura começou a se mover, bem devagar por um tempão. Minha pica não baixava nem quando doía mais. Aliás, tava cada vez mais grossa, sentia que ia estourar. Escorria como uma torneira mal fechada. Finalmente ela começou a se mover mais rápido, pegou minha pica e começou a bater uma.
— Ufa, ufa. Laura, não vou aguentar muito.
— Beleza... eu também não. Também passei a semana na seca.
— Tá... tá... vamos juntos... então...
— Sim... sim... eu... já tô chegando.
— E... e eu... E euuuuuuuu!
— Ah, ah, ah....
Enquanto gozava, sentia as contrações da pica de Laura no meu cu. Foi o orgasmo mais intenso da minha vida.
Laura caiu exausta em cima de mim. Nos beijando. No fim, nos olhamos e sorrimos, pra terminar numa gargalhada:
— Não foi tão ruim assim, hein?
— Vamos dizer que sim — falei num tom de brincadeira, o que fez a gente cair na risada de novo.
Senti a pica de Laura murchando até sair. Ficamos abraçados em silêncio por uns minutos, quando senti algo começando a bater na minha perna. Era a "coisa" de Laura que tava subindo de novo. A minha, num movimento de espelho, começou a fazer o mesmo. Laura, com a cabeça no meu peito, virou e viu. Me olhou e disse:
— Quer tentar outra coisa?
— O que mais nos resta?
— Um 69! — disse rindo.
— O que você quiser, já que tamo nessa mesmo — respondi rindo também.
Levantamos e fomos pro bidê lavar as picas. Enquanto fazíamos isso, Laura se virou pra me observar e, com um sorriso debochado, me deu uma cotovelada, exclamando:
— Olha! E você ia perder isso!
— É... — falei com um sorriso e dando de ombros.
Voltamos pra cama. E aí a gente se posicionou. Era uma visão meio assustadora ter aquela pica a uns centímetros do meu rosto. A Laura já tinha começado a chupar a minha. Quando viu que eu não começava, ela tirou minha pica da boca e falou:
- Não precisa fazer isso se não quiser.
Olhei pra ela e, com determinação, enfiei a dela na boca. Assim que entrou, fechei os olhos e comecei a chupar. Aos poucos, fui me soltando e comecei a tirar, a passar a língua por baixo da cabeça e, no geral, repetir o que via que fazia a pica dela reagir. Por outro lado, a Laura tava fazendo um puta trabalho com a minha, e até tentei imitar algumas coisas que ela fazia e que eu curtia. Depois de um tempo, senti que tava chegando no clímax e avisei:
- Laura, já vou gozar.
- Relaxa, pode gozar na minha boca, quero provar seu leite — ao dizer isso, não consegui segurar e explodi assim que ela enfiou de novo na boca.- Uff, também já vou gozar. Provar seu leite me deixou no limite. Solta ela que eu termino aqui.
- Nem fodendo! Vou te devolver o favor.
Enfiei na boca e comecei a brincar com a língua na cabecinha dela. Senti ela explodir e as contrações do pau dela foram uma sensação curiosa. Engoli sem soltar. Não achei o gosto ruim, era levemente salgado. Quando o pau dela ficou quieto e a Laura pediu pra parar, fui tirando devagar da minha boca.
Laura se virou e a gente se beijou. Conversamos um pouco sobre como tinha sido incrível e dormimos abraçados.
Nem preciso dizer que continuamos juntos, felizes e sem frescura. Quem se importa?






6 comentários - Minha colega de trabalho é trans!