Inimigas Íntimas 3 "Visita Relâmpago

Me dei ao luxo de zoar um pouco a Cami, verdade seja dita, ela mereceu. De algum jeito consegui pegar no sono pra acordar na hora com a maior cara de exausto pra ir pra faculdade, tomei um banho e fui esperar o busão. Lembro que a manhã tava levemente fresca, subi no busão e sentei no último banco individual pra tirar um cochilo até chegar na facul, enquanto tava dormindo o celular tocou furioso. *Chamada de whatsapp da Belén*, cortei e mandei mensagem.

Gringo: e aí? Acabei de acordar pra ir pra facul, valeu por me acordar de vez
Belén: vamos matar aula hoje (descobri que ela estudava, até então não sabia), tô com a casa vazia.
Gringo: sério?
Belén: Sim, acabei de tomar banho. Vem
Gringo: então vai adiantar seu presente?
Belén: Amanhã você tem que se garantir.. agora quero só uma provinha. Fiquei toda molhada com a parada da balada
Gringo: Beleza, vou dar um jeito de escapar. Manda a localização que eu vou até aí
Belén: *me manda a localização* (era do outro lado da cidade) quanto tempo cê demora?
Gringo: Me dá uns 45 min e tô aí
Belén: Beleza, me manda um whats quando tiver do lado de fora
Gringo: fechado, linda

Pra ser sincero, tava bem cansado e sem dormir direito, mas se tem uma coisa que aprendi na vida é que gozada não se recusa em circunstância nenhuma. Passei reto da facul no busão e desci direto no centro pra procurar uma farmácia, tinha que comprar uma caixa de camisinha (sempre bom abrir uma quando vai ser a primeira foda com uma gostosa). Não pensei muito e entrei na primeira farmácia que vi, peguei duas caixas da prateleira. No pior dos casos, pensei (a outra eu usaria amanhã). Na hora que fui pagar, no caixa ao lado tava a Camila (linda pra caralho apesar da cara de cansada, tava com um visual de secretária, um casaco bem fino e uma camisa, dava pra ver um sutiã de renda por causa do tecido transparente e uma calça jeans que grudava nela, as pernas, o quadril e a buceta dela hipnotizavam. Pra completar, umas botas que deixavam ela deixavam quase da minha altura e a alongavam ainda mais)... não tinha visto ela na farmácia, apesar de ser meio baixinha. A primeira coisa que fez foi dar uma olhada na minha compra e levantou uma sobrancelha, tipo: "ah, é?". Paguei e decidi esperar ela lá fora. Gringo: E aí, como tá a noite mal dormida, mocinha? Cami: Oi... e quem vai se divertir mais é você, pelo visto. Gringo: Pode ser... Cami: e mesmo assim veio me encarar, coitadinha... Gringo: Não devo satisfação pra ninguém, meu amor, mas pelo visto você deve, por isso que recuou. Cami: é complicado, já te falei. Gringo: Tá me dando explicação demais, pra enrolação eu vou andar de carrossel. Cami: você é um putinho. Gringo: então você quer que eu espere sentado enquanto você continua nessa confusão? Tá enganada, podia pelo menos fingir ciúme se me desse bola. Cami: *hesitando* então se eu te convidar pro meu aniversário, você não vai querer ir porque tá bravo comigo? Gringo: Eu falei alguma coisa? Não supõe por mim. Quando é? Cami: Sábado, na chácara do meu padrasto. Gringo: Beleza, vou sim. Cami: Te passo a localização na sexta. Enquanto isso, não quero que você me fale, preciso pensar. Gringo: Fechou... até mais. E dei um beijo no meio da bochecha e do lábio. Cami: seu filho da puta! (Falou entre surpresa e aquela raiva clássica de mimada) Se tinha uma coisa que aprendi é que as gostosas desafiadoras têm que ser desafiadas. Toda essa conversa me atrasou um pouco, então resolvi pegar um Uber até a casa da Belém, mesmo que fosse caro pra caralho. Cheguei no horário combinado, sorte, e mandei uma mensagem dizendo que tava lá fora. Ela me recebeu com o jaleco do curso que estudava, dava pra ver que o tecido era bem fino. Não precisei me esforçar muito pra ver o elástico da tanga marcando com força na cintura dela, e também percebi que tava sem sutiã. Os peitões enormes combinavam com os bicos grandes. Uma maquiagem suave que destacava os olhos azuis... sem dúvida, o melhor dessa mulher era a atitude dela. que começou a me beijar de um jeito furioso, não passaram nem 5 minutos e eu já estava com ela entre minhas pernas, chupando minha pica com os peitos de fora. Belém sabia bem o que fazia. Ela alternava entre cabeça, tronco e bolas as chupadas e os movimentos de mão. Mas o que mais me excitava era o sujo que ela falava enquanto fazia tudo isso. Tomei as rédeas da situação antes que ela me fizesse gozar, porque se eu deixasse ela continuar, sem dúvida ia acontecer. Virei a loira e coloquei ela de quatro no sofá, abaixando a calça do uniforme e uma calcinha fio-dental rosa bem pequena de um puxão só. Acho que naquele instante vivi uma das melhores cenas visuais da minha vida, uma buceta grande como poucas e uma bunda completamente fechada, totalmente rosadas em primeiro plano, sem um mínimo vestígio de pelo e completamente inundadas de fluidos. Perdi minha língua na buceta dela e o gemido ecoou pela casa toda. Ela estava fervendo, uivava enquanto eu passava a língua na buceta dela e enfiava os dedos quando minha língua subia pro cu dela. Belém estava prestes a gozar, eu pressentia... ela empinou mais a bunda e pedia por favor pra eu meter. A cara dela estava toda vermelha, olhei nos olhos dela e estavam em chamas. Ela tirou minha calça jeans, minha camiseta e minha cueca em 2 segundos. Estava louca, pegou minha pica e babou ela inteira com uma chupada. Tirei como pude do bolso da calça a camisinha e coloquei, queria que Belém gozasse, ela estava me enlouquecendo. Não fui nada sutil... passei a cabeça da pica nos lábios da buceta molhada dela umas duas vezes e enfiei inteira. Belém: "ai, filho da puta, assim!" Comecei a meter com força, muito tesão. O cheiro da buceta dela começou a tomar conta da sala de casa. Eu comia e dava tapas na bunda dela, Belém estava descontrolada. Ela gemia, xingava e pedia pica na mesma frase. Cuspi nos meus dedos e coloquei o dedo maior na entrada do cu, sem penetrar, mas massageando a bunda dela. Foi a gota d'água. A pélvis dela começou a enlouquecer ainda mais, os gemidos ficaram cada vez mais agudos até que ela explodiu num orgasmo que, sinceramente, me encheu de orgulho. Belén: *recuperando o fôlego* que transa gostosa, puta merda. Gringo: mais que merecida depois do boquete no rolê, linda. Belén: ainda bem que não tô bêbada... senão tinha pedido pra você me comer sem camisinha e encher minha buceta de porra. Adorei. Gringo: ainda posso encher sua buceta de porra... Belén: tô toda quebrada, gordão, que pau gostoso você tem. Gringo: resolvi ignorar as palavras da baixinha, levantei ela e sentei no meu pau que já tava pronto pra mais uma rodada de prazer. Fui mais devagar dessa vez e, enquanto fazia a buceta dela pular um pouco no meu pau, chupava os peitos dela e amassava a bunda. Sem dúvida, a Belén tinha experiência apesar da idade, tava me destruindo. Parece que ela tava mega sensível, porque depois de alguns minutos cavalgando, começou a gemer e cravar as unhas nas minhas costas. Isso me deixou louco e comecei a comer ela muito mais forte, enquanto ela, por vontade própria, me sufocava com os peitos. No meio do tesão, eu mordia de leve os bicos dos peitos dela quando dava, até que ouvi um "ai sim" da parte dela. Resolvi acelerar as metidas, que nessa altura já dançavam na buceta dela com toda a lubrificação que tinha. Ela me puxava pelo cabelo, me xingava e, quando estava prestes a ter o segundo orgasmo, mordeu um travesseiro que tava perto no sofá. Belén: *entre soluços* filho da puta, você vai me matar! Esse foi ainda mais forte. Gringo: você não me deixou ouvir seus gemidos, senão a gente gozava junto. Belén: a vizinhança toda ia ficar sabendo, sou muito escandalosa e puta quando gozo mais de uma vez. Gringo: egoísta, não me deixou gozar. Belén: shh, cala a boca, gatinho! Ela tirou a camisinha de mansinho e começou a me bater uma punheta bem suave, me dava beijos no pau, lambia minhas bolas e começou a pedir a porra com cara de safada. Onde você quer a porra, gostoso? Ou vou tomar tudo hoje? Você tem muita porra. Pra belu? Manda tudo. Música pros meus ouvidos, fiz Belén saber que ia gozar pouco tempo depois de ela começar a chupar minha pica, me fez levantar do sofá e ela se ajoelhou no chão com a cara toda vermelha e os bicos dos peitos ainda duros. Segurei o queixo dela, dei dois jatos de porra bem generosos dentro da boca dela e o resto foi parar entre o pescoço e o começo dos peitos dela. Belén: que gostoso o café da manhã, bebê. Tava bem quentinha e grossa a porra, do jeito que eu gosto. Gringo: você vai secar minha pica se continuar assim. Belén: descansa bem hoje, isso é só uma provinha. Eu continuaria te comendo, mas podem chegar aqui e tenho que limpar pra amanhã. Gringo: não esquenta, vou comer bem e dormir bem pra repor as energias. Olhei pro relógio... só tinham passado 40 minutos desde que cheguei. Sessão intensa, se é que já tive. Belén: antes de ir, não quer tomar café? Gringo: se não te incomodo, claro. Belén: de jeito nenhum. Aguenta aí que vou limpar um pouco isso tudo, apontando pro esperma que ainda tinha nos peitos e no pescoço. Gringo: da minha parte, decidi me vestir. No máximo, quando ela se desocupar, eu me limparia um pouco no banheiro dela. Uma coisa eu tinha certeza: ela devia limpar a sala. O cheiro de sexo no quarto dava pra sentir a quilômetros. Belén: passa no banheiro se precisar. Vou fazer café. Demorei uns 10 minutos no banheiro, tentando me reviver lavando o rosto umas vezes. A insônia, o cansaço e a gozada não são uma boa combinação. Mas tava grato pela minha pica ter aguentado a parada como os maiores. Quando saí, vi uma Belén completamente oposta à que me comeu (no fim das contas, ela foi quem me convidou pra casa dela): bem tímida e com um look bem sóbrio de casa. A verdade é que a baixinha era uma garota mais do comum, apesar dos olhos azuis e ser loira (algo raro na minha província), mas tava intrigado sobre o motivo da dualidade na personalidade dela e no jeito que ela transava. Decidi não pensar besteiras e fui pro refeitório tomar um café com ela enquanto montava o pc dela, pegava uns livros e me enchia o saco falando da faculdade dela, caso alguém da família dela aparecesse em casa. Ela estudava fisioterapia e tava fazendo matérias do segundo ano (tinha feito prova livre e adiantado o curso no primeiro semestre). Me pegou de surpresa: o que mais essa gostosa esconderia? Mesmo não sendo minha cara, tava me chamando bastante atenção. Mas sem querer, veio na minha cabeça o que tinha rolado com a Camila na farmácia de manhã, com toda a raiva, tinha que admitir que tava obcecado por aquela gostosa e que tinha uma conta a acertar. Pelo visto fiquei meio viajando e a Belén me trouxe de volta.

Belén: Aconteceu algo? Gringo: Tô moído mesmo, cansado mas de boa. Desculpa. Belén: Ah, que bom! Ainda bem. Gringo: E você, qual é? Comi sua língua ou perdeu ela em algum lugar? Belén: Idiota! Haha. Foi mal, viajei na faculdade. Gringo: Relaxa, sem problema. Vou pra casa descansar um pouco pra você se ligar. Belén: Fiquei moída também, mas se não apresentar hoje, não vou poder comemorar meu aniversário em paz... disse ela passando a mão no meu peito por cima da camiseta. Gringo: É o que nós dois queremos, Belu. Te vejo depois, e dei um selinho nela antes de sair da casa dela.

Comecei a andar e me sentia uma gelatina. Precisava urgentemente comer pesado e dormir de uma vez, olhei pra minha carteira... um cenário desanimador, com o bilhete único e só 4 reais que não davam pra nada. Cheguei no ponto e minha sorte parecia ter mudado, porque assim que cheguei, entrei no ônibus que me deixava direto em casa, sem mais delongas, deitei pra dormir o trajeto inteiro. Tava no melhor do meu sono quando vi mensagens de áudio da Camila, não uma, mas várias, mas ignorei porque não aguentava de cansado. Quando acordei, vi o motorista que foi gente boa me avisando que o trajeto tinha acabado e eu tinha que que descer em vez de me deixar largado aí dormindo até eu acordar em qualquer lugar. Olhei no celular *as mensagens foram apagadas* “NÃO PODE SER TÃO FILHA DA PUTA CAMILA” pensei. Entrei no chat, ela tinha me bloqueado. Acho que a raiva que senti fez passar o sono que eu tava carregando e, se possível, mostraria pra mina que tava me comendo que era a Belém (eram amigas) na cara dela. Cheguei em casa, comi pra caralho porque precisava abastecer e deitei.. dormi um sono só do meio-dia até meia-noite. Ainda não tava totalmente acordado quando tocou a campainha da minha casa. Gringo: Quem será a essa hora? (Olhei e era o Franco, o Turco) Franco: Precisamos falar agora Gringo: Pô, caralho! Olha a hora que é Franco: É muito sério, juro.. Continua

5 comentários - Inimigas Íntimas 3 "Visita Relâmpago

Epico
muy bueno, te dejo diez puntos