Me dei ao luxo de zuar um pouco a Cami, verdade seja dita, ela merecia. De algum jeito consegui fechar os olhos pra levantar na hora com a maior cara de exausto pra ir pra faculdade, tomei um banho e fui esperar o busão. Lembro que a manhã tava levemente fresca, subi no busão e sentei no último banco individual pra tirar um cochilo até chegar na facul, enquanto tava dormindo o celular tocou furioso. *Chamada de whatsapp da Belén*, cortei e mandei mensagem.
Gringo: fala, beleza? Acabei de acordar pra ir pra facul, valeu por me acordar de vez
Belén: bora não ir pra aula hoje (descobri que ela estudava, até então não sabia), tô com a casa vazia.
Gringo: sério?
Belén: Sim, acabei de tomar banho. Vem
Gringo: então vai adiantar teu presente?
Belén: Amanhã você tem que se garantir.. agora quero só uma provadinha. Fiquei toda molhada com a parada da balada
Gringo: Beleza então, vou dar um jeito de escapar. Manda a localização que eu vou até aí
Belén: *me manda a localização* (era do outro lado da cidade) quanto tempo cê demora?
Gringo: Me dá uns 45 min e tô chegando
Belén: Beleza, me manda um whats quando tiver na porta
Gringo: fechado, linda
Pra ser sincero, tava bem cansado e sem dormir direito, mas se tem uma coisa que aprendi na vida é que gozada não se recusa em circunstância nenhuma. Passei reto da facul no busão e desci direto no centro pra achar uma farmácia, tinha que comprar uma caixa de camisinha (sempre bom abrir uma quando vai ser a primeira foda com uma gatinha). Não pensei muito e entrei na primeira farmácia que vi, peguei duas caixas da prateleira. No máximo pensei (a outra eu usaria amanhã). Na hora que fui pagar no caixa, do lado tava a Camila (linda pra caralho mesmo com cara de cansada, tava com um visual de secretária, um casaco bem fino e uma camisa, dava pra ver um sutiã de renda por causa do tecido transparente e uma calça jeans que grudava nela, as pernas dela, o quadril e a buceta hipnotizavam você. Pra completar, umas botas que deixavam ela deixavam quase da minha altura e a emagreciam ainda mais)... não a tinha visto na farmácia, apesar de ser meio baixinha. A primeira coisa que fez foi olhar minha compra e levantou uma sobrancelha como quem diz: "ah, é?". Paguei e decidi esperar ela lá fora. Gringo: E aí, como tá a noite em claro, mocinha? Cami: Oi... e quem vai se divertir mais é você, pelo visto. Gringo: Pode ser... Cami: e mesmo assim você veio me encarar, coitada de mim... Gringo: Não devo satisfação pra ninguém, meu amor, mas pelo visto você deve, por isso que recuou. Cami: é complicado, já te falei. Gringo: Tá me dando explicação demais, pra enrolação eu vou pro carrossel. Cami: você é um putinho. Gringo: então você quer que eu fique esperando sentado enquanto você continua nessa confusão? Tá enganada, podia fingir ciúme se pelo menos me desse bola. Cami: *hesitando* então se eu te convidar pro meu aniversário, você não vai querer ir porque tá bravo comigo? Gringo: Eu falei alguma coisa? Não supõe por mim. Quando é? Cami: Sábado, na chácara do meu padrasto. Gringo: Beleza, vou sim. Cami: Te passo a localização na sexta. Enquanto isso, não quero que você me fale, preciso pensar. Gringo: Fechou.. até mais. E dei um beijo no meio da bochecha e lábio. Cami: seu filho da puta! (Falou entre surpresa e aquela raiva clássica de mimada) Se tinha aprendido algo, é que as gostosas desafiadoras têm que ser desafiadas. Toda essa conversa me fez atrasar um pouco, então resolvi pegar um Uber até a casa da Belém, mesmo que custasse os olhos da cara. Cheguei no horário combinado, felizmente, e mandei uma mensagem dizendo que tava lá fora. Ela me recebeu com o jaleco do curso que fazia, dava pra ver que o tecido era bem fino. Não precisei me esforçar muito pra ver o elástico da fio dental marcando forte na cintura dela, e também pra perceber que tava sem sutiã. Os peitões enormes combinavam com o tamanho dos bicos. Uma maquiagem suave que destacava os olhos azuis... sem dúvida, o melhor dessa mulher era a atitude dela. que começou a me beijar de um jeito furioso, não passaram nem 5 minutos e eu já estava com ela entre minhas pernas, chupando minha pica com os peitos de fora. Belém sabia bem o que fazia. Ela alternava entre cabeça, tronco e bolas, com chupadas e movimentos de mão. Mas o que mais me excitava era o quanto ela falava sujo enquanto fazia tudo isso. Tomei as rédeas da situação antes que ela me fizesse gozar, porque se eu deixasse ela continuar, sem dúvida ia rolar. Virei a loira e coloquei ela de quatro no sofá, puxando a calça do uniforme e uma calcinha fio-dental rosa bem pequena de uma só vez. Acho que naquele momento vivi uma das melhores cenas visuais da minha vida: uma buceta grande como poucas e uma bunda completamente fechada, totalmente rosadas em primeiro plano, sem nenhum vestígio de pelo e completamente inundadas de fluidos. Perdi minha língua na buceta dela e o gemido ecoou pela casa inteira. Ela estava fervendo, uivava enquanto eu lambia a buceta dela e enfiava os dedos quando minha língua subia pro cu dela. Belém estava prestes a gozar, eu pressentia... Ela empinou mais a bunda e pedia por favor pra eu comer ela. A cara dela estava toda vermelha, olhei nos olhos dela e estavam em chamas. Ela tirou meu jeans, minha camiseta e minha cueca em 2 segundos. Tava doida, pegou minha pica e babou ela inteira com uma chupada. Tirei como pude do bolso da calça a camisinha e coloquei, queria que Belém gozasse, ela tava me enlouquecendo. Não fui nada sutil... passei a cabeça da pica nos lábios da buceta molhada dela algumas vezes e enfiei inteira. Belém: "ai, filho da puta, assim!" Comecei a meter com força, muito tesão. O cheiro da buceta dela começou a tomar conta da sala. Eu comia ela e dava tapas na bunda, Belém tava descontrolada. Ela gemia, xingava e pedia pica na mesma frase. Cuspi nos meus dedos e coloquei o dedo maior na entrada do cu, sem penetrar, mas massageando a bunda dela. Foi a gota d'água. A pélvis dela começou a enlouquecer ainda mais, os gemidos ficaram cada vez mais agudos até que ela explodiu num orgasmo que, sinceramente, me encheu de orgulho.
Belén: *recuperando o fôlego* que delícia de foda, meu deus
Gringo: mais que merecida depois do boquete no rolê, gostosa
Belén: ainda bem que não tô bêbada.. senão tinha pedido pra você me comer sem camisinha e encher minha buceta de porra. Adorei
Gringo: ainda posso te encher de porra...
Belén: tô acabada, gordão, que pau gostoso você tem.
Gringo: resolvi ignorar as palavras da baixinha, levantei ela e sentei no meu pau que já tava pronto pra mais uma rodada de prazer. Fui mais devagar dessa vez e enquanto fazia a buceta dela pular um pouco no meu pau, chupava os peitos dela e amassava a bunda dela. Sem dúvida, a Belén tinha experiência apesar da idade, tava me destruindo. Parece que ela tava mega sensível, porque depois de alguns minutos montando, começou a gemer e cravar as unhas nas minhas costas. Isso me deixou louco e comecei a comer ela muito mais forte enquanto ela, por vontade própria, me sufocava com os peitos dela. No meio do tesão, eu mordia de leve os bicos dos peitos dela quando dava, até que ouvi um "ai sim" da parte dela. Resolvi acelerar as metidas, que nessa altura já dançavam na buceta dela com toda a lubrificação que tinha. Ela me puxava pelo cabelo, me xingava e, quando teve o segundo orgasmo, mordeu um travesseiro que tava perto no sofá.
Belén: *entre soluços* filho da puta, você vai me matar! Esse foi mais forte ainda.
Gringo: você não me deixou ouvir os gemidos, senão a gente gozava junto
Belén: a vizinhança toda ia ficar sabendo, sou muito escandalosa e puta quando gozo mais de uma vez.
Gringo: egoísta, não me deixou gozar.
Belén: shh cala a boca, neném! Ela tirou a camisinha de mansinho e começou a me bater uma bem suave, me dava beijos no pau, lambia minhas bolas e começou a pedir a porra com cara de safada. Onde você quer a porra, lindo? Ou vou tomar tudo hoje? Você tem muita porra. Pra Belu? Manda tudo. Música pros meus ouvidos, fiz Belén saber que eu ia gozar pouco tempo depois de ela começar a chupar minha pica, me fez levantar do sofá e ela se ajoelhou no chão com a cara toda vermelha e os mamilos ainda duros. Segurei o queixo dela, joguei dois jatos de porra bem grossos dentro da boca dela e o resto foi parar entre o pescoço e o começo dos peitos dela.
Belén: que delícia o café da manhã, bebê. Tava bem quentinha e grossa a porra, do jeito que eu gosto.
Gringo: você vai secar minha pica se continuar assim.
Belén: descansa bem hoje, isso foi só uma provinha. Eu continuaria te comendo, mas podem chegar aqui e eu tenho que limpar pra amanhã.
Gringo: não se preocupa, vou comer bem e dormir bem pra recuperar as energias. Olhei pro relógio... só tinham passado 40 minutos desde que cheguei. Sessão intensa, pra caralho.
Belén: antes de ir, não quer tomar café da manhã?
Gringo: se não te incomodar, claro.
Belén: de jeito nenhum. Espera aí que vou limpar um pouco disso tudo, apontando pro esperma que ainda tinha nos peitos e no pescoço.
Gringo: por mim, decidi me vestir. No pior dos casos, quando ela se desocupar, eu me limpo um pouco no banheiro dela. Uma coisa eu tinha certeza: ela precisava limpar a sala. O cheiro de sexo no quarto dava pra sentir a quilômetros.
Belén: passa no banheiro se precisar. Vou fazer café.
Demorei uns 10 minutos no banheiro, tentando me reviver lavando o rosto umas duas vezes. A insônia, o cansaço e a gozada não são uma boa combinação. Mas tava grato pela minha pica ter aguentado a parada como um verdadeiro guerreiro. Quando saí, vi uma Belén completamente oposta à que me comeu (no fim das contas, foi ela quem me convidou pra casa dela): bem tímida e com um look bem caseiro e discreto.
A verdade é que a baixinha era uma garota mais do comum, apesar dos olhos azuis e de ser loira (algo raro na minha província), mas tava curioso pra saber o motivo da dualidade entre a pessoa dela e como ela transava. Decidi não pensar besteiras e fui pro comedor tomar um café com ela enquanto montava o pc dela, pegava uns livros e me enchia de conversa sobre a faculdade dela, caso alguém da família dela aparecesse em casa. Ela estudava fisioterapia e tava cursando matérias do segundo ano (tinha feito prova livre e adiantado a faculdade no primeiro semestre). Me pegou de surpresa: O que mais essa gostosa esconderia? Mesmo não sendo minha praia, tava me chamando bastante atenção. Mas, sem querer, veio na minha cabeça o que tinha rolado com a Camila naquela manhã na farmácia, com toda a raiva, tinha que admitir que tava obcecado por aquela gostosa e que tinha uma conta a acertar. Pelo visto, fiquei meio viajando e a Belén me trouxe de volta.
Belén: Aconteceu algo? Gringo: Tô moído mesmo, cansado mas de boa. Desculpa. Belén: Ah, bom! Ainda bem. Gringo: E você, beleza? Engoliu a língua ou perdeu ela por aí? Belén: Idiota! Kkk. Foi mal, viajei na faculdade. Gringo: Relaxa, sem problema. Vou pra casa descansar um pouco pra você se ligar. Belén: Fiquei exausta, mas se não apresentar hoje, não vou poder comemorar meu aniversário em paz... disse ela passando a mão no meu peito por cima da camiseta. Gringo: É isso que nós dois queremos, Belu. Te vejo depois, e dei um selinho nela antes de sair da casa dela.
Comecei a andar e me sentia uma gelatina. Precisava urgentemente comer pesado e dormir de uma vez, olhei pra minha carteira... um cenário desanimador, com o bilhete único e só 4 reais que não davam pra nada. Cheguei no ponto e minha sorte parecia mudar, porque assim que cheguei, peguei o ônibus que me deixava direto em casa. Sem mais delongas, deitei pra dormir o trajeto todo. Tava no melhor do meu sono quando vi mensagens de áudio da Camila, não uma, mas várias, mas ignorei porque tava morto de cansaço. Quando acordei, vi o motorista que foi gente boa me avisando que o trajeto tava acabando e eu tinha que descer em vez de me deixar largado lá dormindo até eu acordar em qualquer lugar. Olhei no celular *as mensagens foram apagadas* “NÃO É POSSÍVEL QUE VOCÊ SEJA TÃO FILHA DA PUTA CAMILA” pensei. Entrei no chat, ela tinha me bloqueado. Acho que a raiva que senti fez passar o sono que eu tava, e se fosse possível, eu ia esfregar na cara dela que a mina que eu tava comendo era a Belén (eram amigas). Cheguei em casa, comi pra caralho porque precisava encher o tanque e fui deitar.. dormi de uma tacada só do meio-dia até meia-noite. Ainda não tava totalmente acordado quando a campainha tocou. Gringo: Quem será a essa hora? (Olhei e era o Franco, o Turco) Franco: Precisamos conversar agora Gringo: Pô, filho da puta! Olha a hora que é Franco: É muito sério, juro.. Continua
Gringo: fala, beleza? Acabei de acordar pra ir pra facul, valeu por me acordar de vez
Belén: bora não ir pra aula hoje (descobri que ela estudava, até então não sabia), tô com a casa vazia.
Gringo: sério?
Belén: Sim, acabei de tomar banho. Vem
Gringo: então vai adiantar teu presente?
Belén: Amanhã você tem que se garantir.. agora quero só uma provadinha. Fiquei toda molhada com a parada da balada
Gringo: Beleza então, vou dar um jeito de escapar. Manda a localização que eu vou até aí
Belén: *me manda a localização* (era do outro lado da cidade) quanto tempo cê demora?
Gringo: Me dá uns 45 min e tô chegando
Belén: Beleza, me manda um whats quando tiver na porta
Gringo: fechado, linda
Pra ser sincero, tava bem cansado e sem dormir direito, mas se tem uma coisa que aprendi na vida é que gozada não se recusa em circunstância nenhuma. Passei reto da facul no busão e desci direto no centro pra achar uma farmácia, tinha que comprar uma caixa de camisinha (sempre bom abrir uma quando vai ser a primeira foda com uma gatinha). Não pensei muito e entrei na primeira farmácia que vi, peguei duas caixas da prateleira. No máximo pensei (a outra eu usaria amanhã). Na hora que fui pagar no caixa, do lado tava a Camila (linda pra caralho mesmo com cara de cansada, tava com um visual de secretária, um casaco bem fino e uma camisa, dava pra ver um sutiã de renda por causa do tecido transparente e uma calça jeans que grudava nela, as pernas dela, o quadril e a buceta hipnotizavam você. Pra completar, umas botas que deixavam ela deixavam quase da minha altura e a emagreciam ainda mais)... não a tinha visto na farmácia, apesar de ser meio baixinha. A primeira coisa que fez foi olhar minha compra e levantou uma sobrancelha como quem diz: "ah, é?". Paguei e decidi esperar ela lá fora. Gringo: E aí, como tá a noite em claro, mocinha? Cami: Oi... e quem vai se divertir mais é você, pelo visto. Gringo: Pode ser... Cami: e mesmo assim você veio me encarar, coitada de mim... Gringo: Não devo satisfação pra ninguém, meu amor, mas pelo visto você deve, por isso que recuou. Cami: é complicado, já te falei. Gringo: Tá me dando explicação demais, pra enrolação eu vou pro carrossel. Cami: você é um putinho. Gringo: então você quer que eu fique esperando sentado enquanto você continua nessa confusão? Tá enganada, podia fingir ciúme se pelo menos me desse bola. Cami: *hesitando* então se eu te convidar pro meu aniversário, você não vai querer ir porque tá bravo comigo? Gringo: Eu falei alguma coisa? Não supõe por mim. Quando é? Cami: Sábado, na chácara do meu padrasto. Gringo: Beleza, vou sim. Cami: Te passo a localização na sexta. Enquanto isso, não quero que você me fale, preciso pensar. Gringo: Fechou.. até mais. E dei um beijo no meio da bochecha e lábio. Cami: seu filho da puta! (Falou entre surpresa e aquela raiva clássica de mimada) Se tinha aprendido algo, é que as gostosas desafiadoras têm que ser desafiadas. Toda essa conversa me fez atrasar um pouco, então resolvi pegar um Uber até a casa da Belém, mesmo que custasse os olhos da cara. Cheguei no horário combinado, felizmente, e mandei uma mensagem dizendo que tava lá fora. Ela me recebeu com o jaleco do curso que fazia, dava pra ver que o tecido era bem fino. Não precisei me esforçar muito pra ver o elástico da fio dental marcando forte na cintura dela, e também pra perceber que tava sem sutiã. Os peitões enormes combinavam com o tamanho dos bicos. Uma maquiagem suave que destacava os olhos azuis... sem dúvida, o melhor dessa mulher era a atitude dela. que começou a me beijar de um jeito furioso, não passaram nem 5 minutos e eu já estava com ela entre minhas pernas, chupando minha pica com os peitos de fora. Belém sabia bem o que fazia. Ela alternava entre cabeça, tronco e bolas, com chupadas e movimentos de mão. Mas o que mais me excitava era o quanto ela falava sujo enquanto fazia tudo isso. Tomei as rédeas da situação antes que ela me fizesse gozar, porque se eu deixasse ela continuar, sem dúvida ia rolar. Virei a loira e coloquei ela de quatro no sofá, puxando a calça do uniforme e uma calcinha fio-dental rosa bem pequena de uma só vez. Acho que naquele momento vivi uma das melhores cenas visuais da minha vida: uma buceta grande como poucas e uma bunda completamente fechada, totalmente rosadas em primeiro plano, sem nenhum vestígio de pelo e completamente inundadas de fluidos. Perdi minha língua na buceta dela e o gemido ecoou pela casa inteira. Ela estava fervendo, uivava enquanto eu lambia a buceta dela e enfiava os dedos quando minha língua subia pro cu dela. Belém estava prestes a gozar, eu pressentia... Ela empinou mais a bunda e pedia por favor pra eu comer ela. A cara dela estava toda vermelha, olhei nos olhos dela e estavam em chamas. Ela tirou meu jeans, minha camiseta e minha cueca em 2 segundos. Tava doida, pegou minha pica e babou ela inteira com uma chupada. Tirei como pude do bolso da calça a camisinha e coloquei, queria que Belém gozasse, ela tava me enlouquecendo. Não fui nada sutil... passei a cabeça da pica nos lábios da buceta molhada dela algumas vezes e enfiei inteira. Belém: "ai, filho da puta, assim!" Comecei a meter com força, muito tesão. O cheiro da buceta dela começou a tomar conta da sala. Eu comia ela e dava tapas na bunda, Belém tava descontrolada. Ela gemia, xingava e pedia pica na mesma frase. Cuspi nos meus dedos e coloquei o dedo maior na entrada do cu, sem penetrar, mas massageando a bunda dela. Foi a gota d'água. A pélvis dela começou a enlouquecer ainda mais, os gemidos ficaram cada vez mais agudos até que ela explodiu num orgasmo que, sinceramente, me encheu de orgulho.
Belén: *recuperando o fôlego* que delícia de foda, meu deus
Gringo: mais que merecida depois do boquete no rolê, gostosa
Belén: ainda bem que não tô bêbada.. senão tinha pedido pra você me comer sem camisinha e encher minha buceta de porra. Adorei
Gringo: ainda posso te encher de porra...
Belén: tô acabada, gordão, que pau gostoso você tem.
Gringo: resolvi ignorar as palavras da baixinha, levantei ela e sentei no meu pau que já tava pronto pra mais uma rodada de prazer. Fui mais devagar dessa vez e enquanto fazia a buceta dela pular um pouco no meu pau, chupava os peitos dela e amassava a bunda dela. Sem dúvida, a Belén tinha experiência apesar da idade, tava me destruindo. Parece que ela tava mega sensível, porque depois de alguns minutos montando, começou a gemer e cravar as unhas nas minhas costas. Isso me deixou louco e comecei a comer ela muito mais forte enquanto ela, por vontade própria, me sufocava com os peitos dela. No meio do tesão, eu mordia de leve os bicos dos peitos dela quando dava, até que ouvi um "ai sim" da parte dela. Resolvi acelerar as metidas, que nessa altura já dançavam na buceta dela com toda a lubrificação que tinha. Ela me puxava pelo cabelo, me xingava e, quando teve o segundo orgasmo, mordeu um travesseiro que tava perto no sofá.
Belén: *entre soluços* filho da puta, você vai me matar! Esse foi mais forte ainda.
Gringo: você não me deixou ouvir os gemidos, senão a gente gozava junto
Belén: a vizinhança toda ia ficar sabendo, sou muito escandalosa e puta quando gozo mais de uma vez.
Gringo: egoísta, não me deixou gozar.
Belén: shh cala a boca, neném! Ela tirou a camisinha de mansinho e começou a me bater uma bem suave, me dava beijos no pau, lambia minhas bolas e começou a pedir a porra com cara de safada. Onde você quer a porra, lindo? Ou vou tomar tudo hoje? Você tem muita porra. Pra Belu? Manda tudo. Música pros meus ouvidos, fiz Belén saber que eu ia gozar pouco tempo depois de ela começar a chupar minha pica, me fez levantar do sofá e ela se ajoelhou no chão com a cara toda vermelha e os mamilos ainda duros. Segurei o queixo dela, joguei dois jatos de porra bem grossos dentro da boca dela e o resto foi parar entre o pescoço e o começo dos peitos dela.
Belén: que delícia o café da manhã, bebê. Tava bem quentinha e grossa a porra, do jeito que eu gosto.
Gringo: você vai secar minha pica se continuar assim.
Belén: descansa bem hoje, isso foi só uma provinha. Eu continuaria te comendo, mas podem chegar aqui e eu tenho que limpar pra amanhã.
Gringo: não se preocupa, vou comer bem e dormir bem pra recuperar as energias. Olhei pro relógio... só tinham passado 40 minutos desde que cheguei. Sessão intensa, pra caralho.
Belén: antes de ir, não quer tomar café da manhã?
Gringo: se não te incomodar, claro.
Belén: de jeito nenhum. Espera aí que vou limpar um pouco disso tudo, apontando pro esperma que ainda tinha nos peitos e no pescoço.
Gringo: por mim, decidi me vestir. No pior dos casos, quando ela se desocupar, eu me limpo um pouco no banheiro dela. Uma coisa eu tinha certeza: ela precisava limpar a sala. O cheiro de sexo no quarto dava pra sentir a quilômetros.
Belén: passa no banheiro se precisar. Vou fazer café.
Demorei uns 10 minutos no banheiro, tentando me reviver lavando o rosto umas duas vezes. A insônia, o cansaço e a gozada não são uma boa combinação. Mas tava grato pela minha pica ter aguentado a parada como um verdadeiro guerreiro. Quando saí, vi uma Belén completamente oposta à que me comeu (no fim das contas, foi ela quem me convidou pra casa dela): bem tímida e com um look bem caseiro e discreto.
A verdade é que a baixinha era uma garota mais do comum, apesar dos olhos azuis e de ser loira (algo raro na minha província), mas tava curioso pra saber o motivo da dualidade entre a pessoa dela e como ela transava. Decidi não pensar besteiras e fui pro comedor tomar um café com ela enquanto montava o pc dela, pegava uns livros e me enchia de conversa sobre a faculdade dela, caso alguém da família dela aparecesse em casa. Ela estudava fisioterapia e tava cursando matérias do segundo ano (tinha feito prova livre e adiantado a faculdade no primeiro semestre). Me pegou de surpresa: O que mais essa gostosa esconderia? Mesmo não sendo minha praia, tava me chamando bastante atenção. Mas, sem querer, veio na minha cabeça o que tinha rolado com a Camila naquela manhã na farmácia, com toda a raiva, tinha que admitir que tava obcecado por aquela gostosa e que tinha uma conta a acertar. Pelo visto, fiquei meio viajando e a Belén me trouxe de volta.
Belén: Aconteceu algo? Gringo: Tô moído mesmo, cansado mas de boa. Desculpa. Belén: Ah, bom! Ainda bem. Gringo: E você, beleza? Engoliu a língua ou perdeu ela por aí? Belén: Idiota! Kkk. Foi mal, viajei na faculdade. Gringo: Relaxa, sem problema. Vou pra casa descansar um pouco pra você se ligar. Belén: Fiquei exausta, mas se não apresentar hoje, não vou poder comemorar meu aniversário em paz... disse ela passando a mão no meu peito por cima da camiseta. Gringo: É isso que nós dois queremos, Belu. Te vejo depois, e dei um selinho nela antes de sair da casa dela.
Comecei a andar e me sentia uma gelatina. Precisava urgentemente comer pesado e dormir de uma vez, olhei pra minha carteira... um cenário desanimador, com o bilhete único e só 4 reais que não davam pra nada. Cheguei no ponto e minha sorte parecia mudar, porque assim que cheguei, peguei o ônibus que me deixava direto em casa. Sem mais delongas, deitei pra dormir o trajeto todo. Tava no melhor do meu sono quando vi mensagens de áudio da Camila, não uma, mas várias, mas ignorei porque tava morto de cansaço. Quando acordei, vi o motorista que foi gente boa me avisando que o trajeto tava acabando e eu tinha que descer em vez de me deixar largado lá dormindo até eu acordar em qualquer lugar. Olhei no celular *as mensagens foram apagadas* “NÃO É POSSÍVEL QUE VOCÊ SEJA TÃO FILHA DA PUTA CAMILA” pensei. Entrei no chat, ela tinha me bloqueado. Acho que a raiva que senti fez passar o sono que eu tava, e se fosse possível, eu ia esfregar na cara dela que a mina que eu tava comendo era a Belén (eram amigas). Cheguei em casa, comi pra caralho porque precisava encher o tanque e fui deitar.. dormi de uma tacada só do meio-dia até meia-noite. Ainda não tava totalmente acordado quando a campainha tocou. Gringo: Quem será a essa hora? (Olhei e era o Franco, o Turco) Franco: Precisamos conversar agora Gringo: Pô, filho da puta! Olha a hora que é Franco: É muito sério, juro.. Continua
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