Cuck com Cecilia pela primeira vez (08 Surpresa 2)

Continuamos depois de vários meses com a nossa história....

- Eze, como você tá? Hoje é sábado e tem planos... marquei com o Cláudio, vamos pra um hotel.
- Meu amor, a gente tinha combinado de sair juntos hoje...
- Sim, Eze, e vamos sair juntos: falei com o Cláudio e ele topa você estar presente, então vem pra casa me buscar, passa aqui às 21h.
- Ceci, não dá, é seu parceiro, fico com vergonha.
- Vai lááá, se prepara kkk, já tá tudo resolvido, ele é casado, fica tudo por aqui. Combinamos um encontro especial, te peço por favor que não interfira a não ser que eu peça.

Me troquei pensando que um novo capítulo se aproximava, e quando achava que nada podia superar o anterior, ou que nada seria diferente, pá... me surpreendi de novo.

Cláudio passou às 21h em ponto, me cumprimentou com a mão timidamente, quase sem cruzar olhares. Subi atrás e ela na frente com ele, e fomos pra um hotel que fica a poucas quadras do apto dela. Certamente me perguntei por que um hotel tendo o apto, mas a Ceci não me deixou espaço pra muitas perguntas.

Ela estava radiante. Cabelo liso e bem escovado, perfume em quantidade, e muita maquiagem (caprichada, mas bem marcada). Chegamos no quarto e a Ceci, com um tom firme e sério, me disse:

- Tá tudo preparado, corno, senta aí naquela cadeira que pedimos e só fica olhando, outra coisa com esse pau mole você não vai poder fazer kkk - ela riu me humilhando.

Ela tirou o casaco que tava usando e, pra minha surpresa, por baixo só estava de lingerie. Um conjunto erótico novo, vermelho, de renda, que ligava as duas peças na altura da barriga, a calcinha fio dental tinha um buraco horizontal na parte mais íntima. Ela olhou pra ele de um jeito insinuante e, deixando o casaco cair, disse:

- Gostou do conjuntinho?
- Tô louco por ele - respondeu o Cláudio, se aproximando e puxando ela pelas costas.

Eles se beijaram rápido e ele, de uma só vez, arrancou o conjunto, rasgando e deixando os peitos dela à mostra. Ele chupava com paixão e devagar, enquanto a Ceci... Ela gemia e dava a entender que queria que ele continuasse daquele jeito. Ficaram assim por uns minutos, e ela gemia cada vez mais forte. Não vou entrar em comparações longas, mas claramente nunca fiz ela sentir aquilo daquele jeito.

— Que vontade de ser comida.
— Shhhh, isso você tem que merecer... ajoelha.

Ceci se ajoelhou e eu conferi o que ela tinha me dito ao ver o pau ereto de Claudio. Um tamanho descomunal.

— Agora me olha, Cecília. Vamos aperfeiçoar o que fizemos outro dia. Me escuta e faz o que eu mandar, como combinamos à tarde. Quero que você aprenda, que se torne a melhor chupadora de pica de todas.
— Sim, Claudio, pode falar — respondeu submissa e ao mesmo tempo nervosa.
— Prende o cabelo e começa a chupar devagar tudo, desde minhas bolas até meu pau, inteiro. Quero ver tudo brilhando.

Ceci obedeceu e lambeu todas as partes dele devagar, desde as bolas até a cabeça.

— Não, não segura com a mão. Faz sem as mãos — ordenou Claudio. — Isso. Agora começa a chupar num ritmo médio. Vai assim, chupa e não para. Vamos batizar essa carinha.

Ele tirou o pau, com líquido pré-gozado visível, e começou a esfregar na cara dela. Não acreditei no que via. Ela fechava os olhos, e ele esfregou o pau em tudo quanto é lugar: nas bochechas, nas orelhas, no nariz, parou até nos buracos do nariz. Um filho da puta. Era uma humilhação pra minha mulher, mas eu não podia me meter. Prometi, e se ela não parasse, eu não podia interferir. O rosto dela coberto de porra, meio despenteada porque ele até esfregou na testa e deixou alguns fios dos cachinhos dela à mostra.

— Muito bem. Abre os olhos e me olha agora. Começa a chupar de novo e não para de me olhar — ela obedecia ao que ouvia. — Não, não, sem mãos. Continua, continua e não desvia o olhar. Gosto de ver esse batom vermelho borrando, você se desarrumando enquanto faz seu trabalho. Tá gostando?
— Tô gostando. E você?
— Muito. Dá pra ver que antes você era uma... chupa pica chata. Bom, vamos lá, bate uma pra mim com a mão esquerda.

Ceci começou a bater uma pra ele e imediatamente pediu que ela abrisse a boca e enfiou o pau até o fundo, o que provocou um engasgo.

— Não gostei do jeito que você bateu, mereceu isso haha.
— Ai, seu filho da puta.
— Vem cá, agora com a direita — ela fez o que foi pedido —
— Bom, você merece algo mais leve, é melhor batendo com a direita, então de agora em diante sempre com a direita, mas...

Uma nova investida e um novo engasgo de Ceci. Com os olhos meio lacrimejando e tentando se recuperar, ela olhou pra ele de novo.

— Vem, chupa sem as mãos — ele disse enquanto a encarava de um jeito penetrante e segurou a cabeça dela com as duas mãos, começando a comer a boca dela —

Não contei o tempo, mas não menos de 2 minutos ele meteu e tirou o pau num ritmo rápido e constante da boca de Ceci. Enquanto isso, ele gemia intensamente e ela começou a babar. Quando ela tentou parar pra se limpar, ele afastou as mãos dela e continuou sem deixar. A saliva escorria pelos cantos da boca dela, e os olhos fechados mostravam a submissão que ela tava sofrendo.

Do meu lado, eu sentia a humilhação na pele como nunca tinha sentido e me perguntava se Ceci realmente gostava daquilo. Até aquele momento, parecia que ela tinha esquecido que eu tava ali, nem olhava pra mim.

— Bom, descansa uns segundos, Ceci. Uffff — ele disse enquanto esfregava o pau no rosto dela de novo, e a saliva já sujava toda a cara dela e estragava a maquiagem — Agora vamos de novo.

Contei no máximo 10 segundos e ele enfiou de novo, e o ritmo já tava muito mais rápido e fundo. Logo veio outro engasgo, e quase sem deixar ela se recuperar, ele meteu na boca dela e começou de novo. Empurrava a cabeça dela por alguns segundos suaves e depois duas ou três estocadas fortes até o fundo, provocando o engasgo inevitável. Os olhos de Ceci, cada vez mais lacrimejando, já mostravam o delineador totalmente borrado, respiração cansada e engasgos a cada cada vez mais frequentes.

- Para, para, me dá um segundo - Naquele momento ela me chamou e meu coração começou a bater forte - Vem cá, Eze, ela dizia com a voz ofegante e cansada - Ajoelha do meu lado

Eu me ajoelhei do lado dela, e com o rosto cheio de líquidos pré-seminais e saliva, ela segurou minha cabeça e me beijou, enfiando a língua e mantendo aquele beijo por alguns segundos. Apaixonada, safada, sabia que eu não gostava, mas que nunca a rejeitaria. Senti cheiro de "tudo que tava rolando" junto, claro que ao ver toda a sequência já estar ali, tudo era mais intenso e recente. Ela mandou eu sentar de novo e disse pra eu continuar.

- Não, vou te comer
- Então espera, vem Ezequiel, chupa minha buceta, do mesmo jeito que eu tô toda molhada.

Efetivamente, ela se deitou na cama e quando me aproximei da buceta dela, descobri que estava molhada como poucas vezes. Me aproximei e ela empurrou minha cabeça e pressionou, sentindo minha língua que lambia com gosto e velocidade ao ouvir os gemidos fortes.

- Aiii sim, Eze, chupa minha buceta, deixa ela pronta pro corno, que esse pau vai me comer como nunca. Olha só - ela disse me puxando pelo cabelo e me mostrando o Claudio colocando a camisinha - Até a camisinha quase não entra, esse pau me deixa louca, corno, continua chupando, vai.

Continuei por uns instantes e, quando o Claudio se aproximou, ele me tirou de lá e mandou eu voltar pro canto. Ele começou a comer ela e a Cecília gemia forte, em poucos instantes ela gozou uma vez e gritou como nunca tinha ouvido:

- Ahhhhhhh que filho da puta, vale a pena a submissão, me come por favor, me come mais.

Realmente, o parceiro dela era admirável, comia ela rápido, quase sem dar trégua pros gemidos que cada vez eram mais curtos e agudos... ela gozou de novo e o Claudio disse que queria comer ela de quatro. Naquele momento, a Ceci pediu pra eu sentar de frente pra cama, a uns poucos metros, e olhar pra ela.

- Devagar, Claudio, que eu tô sentindo muito assim

Ele começou a meter devagar e se movia lentamente, ela ficou Ela tremia e se deitava na cama conforme ele ia entrando. Quando ele entrou tudo, começou a se mover mais rápido e ela, com caretas de prazer, tremia e me olhava desfigurada:

— Tá vendo como me fode? É assim que me sinto com uma pica dessa, é únicAAAA. Isso, me come, me come, me come, não para, não paraaaaaa — gritava e gemia com força.

Rapidamente ele gozou uma vez e, logo em seguida, outra. Ele não era só dotado, mas tinha um corpo atlético e muito fôlego.

— Vem, ajoelha, não aguento mais, Ceci.

Ela se ajoelhou, exausta e cansada, e olhou pra ele:

— De novo? — exclamou, cansada e esgotada.
— Sim, vem, você já sabe quais são as regras... quero foder essa sua boca e encher ela de porra.

Nessa altura, Ceci estava toda despenteada, com a maquiagem e o delineador completamente borrados, e mostrava um cansaço típico de uma maratona sexual pesada.

Ele começou a foder a boca dela de novo e, depois de duas ânsias e engasgos que praticamente não o fizeram parar, ordenou:

— Fala que você quer a porra, vai, que vou gozar...

Ela interrompeu, tirou a pica da boca e obedeceu.

— Não, não, fala sem tirar a pica da boca.
— Não consigo, Cláudio.
— Consegue sim, vai — ordenou enquanto pressionava, ouvindo a voz embargada e pouco clara. — Vai, com a boca cheia de pica, quero ouvir você, fala: eu gosto da sua porra quente.
— Ahrhrhme guusto daa porraa quente sua.

Em seguida, ele enfiou até a garganta, causando uma ânsia forte, e de novo:

— Vai, fala: quero sua porra, quero tudo.
— Quero sua porra, quero tudo.
— Aiiii, isso, vou gozar, putinha.

Nesse momento, ele virou pra mim, Ceci:

— Vem cá, corno, ajoelha e olha pra minhas tetas, quero você bem perto. Isso, Cláudio, goza nas minhas tetas — ela dizia enquanto juntava os peitos e olhava pra ele com cara de puta.

Cláudio gozou um jato enorme de porra e cobriu os mamilos dela rapidamente, não parava de gozar, e eu assistia ao espetáculo de perto. Enquanto ele... continuava pagando e soltava o resto da porra dele, minha mulher virou pra mim:

– Mmmm, que cara é essa?, sabe o que vem agora, corno?, tá com fome? vem chupar meus peitos, limpa tudo.

Resignado e já submisso ao desejo dela, me aproximei e comecei a lamber timidamente os mamilos dela.

– Aiii sim haha lambe tudo, corno, se alimenta, vai, que escorreu muito pra baixo e é pouquinho.

Ao mesmo tempo, Cláudio se aproximou e encostou o pau na boca dela pra ela chupar naqueles instantes pós-orgasmo de prazer que todo homem curte. Ela "limpou" o membro dele caprichosamente:

– Vem, abre a boca – ela disse, como quem fala com líquido na boca –
– Não, Ceci, espera
– Abre a boca, corno

Abri a boca piscando e ela cuspiu sem cerimônia uma mistura de saliva e porra que bateu na minha boca, com restos pra fora que ela mesma tratou de empurrar com os dedos pra dentro.

– Engole tudo, corno, vai, chupa meus dedos, tudo limpinho, como o bom cuck que você é.

CONTINUA

É isso. Se tiverem comentários ou perguntas pra Ceci ou Eze, a gente vai respondendo!

5 comentários - Cuck com Cecilia pela primeira vez (08 Surpresa 2)

Tronguy +1
Riquisimo y si te tiene asi seguido seguro te va a terminar gustando la leche
Es la idea, que al menos se acostumbre, si no le gusta no me importa, siempre y cuando me de ese momento de placer al verlo limpiarme y complacerme. Saludos. Ceci
Excelente relato chicos... muy pero muy caliente.
Gracias espero poder subir en estos dias la continuacion. Ceci
gran relato de los mejores , el relatolleva un año seguro ya esta mas acostumbrado a limpiar la leche de tu macho y lo habras acontumbrado a mas cosas


saludos Misko
Sos un genio amigo y ni hablar de la mujer que tenés