TrêsMais uma semana e não noto nada suspeito da parte da minha mãe, ela continua sendo a mulher carinhosa de sempre e a esposa perfeita que meu pai costuma amar.
Quanto ao meu melhor amigo, embora ultimamente eu o note mais feliz do que o normal, ele se comporta igualzinho. Não quero ser uma pessoa ruim, mas geralmente o Tito não é lá muito otimista, só que nesses últimos tempos ele parece outra pessoa.
Ainda o mistério de por que ele tem uma foto pelada da minha mãe no celular não foi resolvido, e longe de falar com ele sobre isso, eu tento idiotamente esquecer o assunto ou finjo que não vi a tal imagem.
No entanto, algo dentro de mim não me deixa esquecer tão fácil, então, querendo saber o que está rolando, solto enquanto voltamos da escola pra casa: — Sua mãe já voltou?
Sem demonstrar emoção alguma, ele me responde: — Voltou, mas só ficou em casa uns dias — e, mantendo a expressão neutra, completa: — Depois pegou as coisas dela e foi embora, supostamente o destino é uma convenção que dura o fim de semana inteiro.
Aproveitando a deixa, não consegui me segurar e, dando uma ombrada nele, solto na hora: — Que tal você vir pra minha casa o fim de semana inteiro? Afinal, temos que terminar aquele trabalho pra segunda.
No começo, ele parecia não querer aceitar minha ideia, mas com o passar dos segundos pensou melhor, ao que parece, e, devolvendo a ombrada, me disse: — Que filme vamos ver?
Quando cheguei em casa, contei aos meus pais sobre o Tito e, não vendo nenhuma reação negativa da parte da minha mãe, ela soltou naturalmente: — Onde é que a mãe dele se meteu agora?
— Uma convenção num paraíso tropical — respondi, e ela, sorrindo, só completou: — Deixa ele vir, não acho que tenha problema nenhum, não é, querido?
Meu pai, ao ouvi-la, acabou dizendo: — Claro, o garoto não pode ficar sozinho o tempo todo.
Sabendo da estima que meu pai tinha pelo meu melhor amigo, não me surpreendi. vai tratar ele quase como um filho. Então, com tudo resolvido, mandei uma mensagem pro Tito contando que tava tudo pronto.
Ele respondeu na hora e, antes de encerrar a conversa, disse – valeu, irmão, já vai ver como a gente vai se divertir.TitoSó ouço o flash da câmera, vejo como ficou a foto e, gostando do que tinha na minha frente, decido guardar a imagem junto com as outras numa pasta que chamo de favoritas.
Ela tá largada na minha cama, dormindo com uma certa tranquilidade, de pernas abertas e completamente pelada, o que me deu a chance de tirar essa última foto dela.
Pra nossa sorte, na verdade ela deveria estar numa reunião de trabalho que teria naquele horário, mas foi cancelada de última hora. Só que sem avisar ninguém da família, ela me mandou uma mensagem do guarda-roupa dela dizendo: — Você tá com sorte, se quiser vou agora pra sua casa, se for isso que você quer.
Ver as tetas dela já foi incentivo suficiente, então respondi com um simples OK e fiquei ansioso esperando ela chegar. Quando finalmente a tive nos meus braços, a gente trepou como se fosse uns animais selvagens.
Já exaustos, caímos no sono, mas eu acordei um tempo depois e, enquanto via ela dormindo profundamente, fiquei relembrando como toda essa aventura começou.
Foi uns oito meses atrás, lembro que naquela época eu tava prestes a fazer 19 anos e, como de costume, imaginava que ia passar sozinho e trancado em casa.
Minha mãe, como já era rotina, tava bem longe, e meu pai, que não morava perto da gente, mandou um áudio se desculpando porque não podia vir, já que a filha da nova esposa dele precisava passar por uma cirurgia de emergência e, por causa disso, ele não conseguiria viajar.
Então, bem deprê e sem ter nada pra fazer, fiquei olhando alguns dos presentes que meus pais tinham mandado, mas já sabendo que ia passar o dia sozinho. Comecei a ver o que tinha na Netflix.
Era sábado de manhã e, quando tava quase começando o primeiro episódio de uma série que tinha deixado pela metade, percebo que meu celular toca. Vejo que era um áudio do Romã, abro e, assim que faço isso, a voz dele diz bem animada: – FELIZ QUASE ANIVERSÁRIO, MANO!!!
Felizão por ouvir a voz dele, mandei um texto respondendo:Valeu, bro, tu é o primeiro que me cumprimenta. Mas tenho que te lembrar que meu aniversário é oficialmente amanhã.Levo alguns segundos, mas Román logo acrescenta:Não importa, e me diz, seu pai já tá por aí?Fazendo cara feia, comecei dizendo:Problemas com a nova família dela, então acho que não vai rolar.Parando a conversa por alguns segundos, não veio resposta alguma da parte dele. Mesmo assim, depois de alguns segundos, ele me disse:Que tal a gente comemorar lá em casa?A ideia me pareceu boa a princípio, mas, pra ter certeza, soltei pra ela:Seus pais não vão falar nada?Román não demorou pra responder:Tranquilo, acabei de falar com eles e me disseram que não tinha problema nenhum. Sobre você vir pra cá...Conhecia a família do Román há muitos anos, então sabia que ele tinha razão. Sem pensar mais, simplesmente falei:Em meia hora tô aí.Tempo depois, cheguei na casa dele com uma mochila pequena, já que sabia que precisava levar roupa pra trocar no dia seguinte. Depois de cumprimentar a irmãzinha do meu melhor amigo, que foi quem abriu a porta, fiz o mesmo com o pai dele, que tava vendo futebol na TV na sala. Aí fui pra cozinha e, assim que entrei, um cheiro doce e gostoso bateu no meu nariz.
Sem saber o que tava rolando, entrei sem falar nada e, na surdina, percebi logo que em cima da bancada da cozinha tinha um bolo que ainda tava por terminar.
Surpreso com aquilo, olhei pra mulher que tava finalizando o bolo e, me deparando com a Susana, a mãe do meu melhor amigo, só consegui soltar um — isso é pra mim?
Assustada, ela se virou e, me vendo parado ali, disse com um sorriso — ia ser uma surpresa, mas parece que o plano falhou.
Sem acreditar que aquela mulher agia mais como mãe pra mim do que a minha própria, troquei olhares com ela e, vendo que o sorriso meigo dela não sumia, quase não escutei quando o Román falou de surpresa — vejo que já chegou.
Saindo do meu devaneio, cumprimentei ele e, depois de dar uma última olhada na mãe do meu melhor amigo, fomos juntos pro quarto dele.
No resto daquele dia, quase não rolou nada demais, mas a mudança na relação que tive com a mãe do meu melhor amigo começou naquele fim de semana.
Já era quase meia-noite quando vi o Román começar a cochilar até cair no sono de vez. Eu, que tava acostumado a virar a noite, ainda não tava com sono.
Então, querendo beber algo, saí do quarto e fui até a cozinha. O silêncio reinava na casa, então achei que todo mundo já tivesse dormindo naquela hora da noite. Mas tava enganado, porque percebi que do banheiro saía um fio de luz fraco que invadia o corredor. Aí, me aproximando, quis saber quem tava tomando banho naquela hora da noite.
Primeiro, achei que fosse era sobre o pai do Román, mas grande foi minha surpresa quando percebi que não era ele. Na verdade, era uma certa mulher que naquele mesmo dia estava preparando um bolo de aniversário gostoso pra mim.
A mãe do Román estava tomando banho e, enquanto eu reparava como ela estava pelada, pude ver claramente as curvas que afirmavam seu corpo perfeito e que ela tocava com bastante sensualidade. Na hora, percebi que ela não estava só se tocando, mas fazia isso com tanto capricho que notei que, no meio do chuveiro, ela estava se masturbando.
Notava como com uma das mãos ela esfregava com urgência a porra da buceta que tinha, enquanto com a outra mal passava a mão nas tetonas que carregava. Elas vinham acompanhadas de uns pezões que estavam duros por causa dos estímulos, fazendo com que ver ela fosse um espetáculo único pra mim.
Diante daquela cena, no começo não soube como reagir, mas me deixando levar pela situação, levei minha mão até minha virilha e senti o quanto meu pau já estava duro. Comecei a esfregar de um jeito que iniciei uma punheta, que só consegui parar quando gozei dentro da minha própria cueca.
Incrivelmente, e como se estivéssemos sincronizados, Susana também chegou ao tão desejado orgasmo, o que fez com que soltasse um gemido que tentou abafar com força. Então, vendo-se satisfeita, desligou o chuveiro e, enquanto saía, eu, com todo cuidado, voltei para o quarto que dividia com meu amigo.
Pelo resto da noite não consegui dormir por causa do espetáculo gratuito que tinha presenciado. Não parava de reviver o que tinha acabado de ver e muito menos conseguia esquecer a rabeta que a mãe do meu melhor amigo tinha. Então, excitando-me de novo, acabei tentando baixar minha libido com mais uma punheta.
Mas não consegui, e fiquei só com a vontade de ver mais uma vez o corpo daquela mulher maravilhosa que meu amigo chamava de mãe.
Quando amanheceu, não soube como reagir, já que a imagem daquela mulher sensual tinha me acompanhado a noite toda. Mas Román, sem ter esse problema, acordou e, enquanto ouvia alguém bater na porta, ele me disse antes de sair do quarto: – Anda logo, que deve ser minha mãe dizendo que o café da manhã já está pronto.
Queria dizer que ia ficar trancado o dia inteiro ali, mas com certeza ele perguntaria o motivo. Então, me resignando, me vesti e, seguindo ele, descemos juntos para a sala de jantar.
Tanto o pai quanto a irmãzinha do meu melhor amigo já estavam lá, então, ao me ver, o pai do Román me parabenizou pelos meus 19 anos de vida enquanto soltava: – Que tal comemorarmos esse evento com um churrasco bem gostoso?
Agradecendo, só concordei e, pensando que conseguiria lidar com a situação, percebi que estava enganado quando vi aparecer da cozinha uma mulher que naquela noite tinha me roubado o sono. Susana estava vestindo uma regata, uma calça jeans e um tênis. Longe de fazer ela parecer mal, isso realçava a beleza dela ao mesmo tempo que a fazia parecer mais nova do que era.
Sem parar de admirá-la, vejo que ela se aproxima e, quando chega do meu lado, solta um – FELIZ ANIVERSÁRIO, QUERIDO – enquanto me dá um beijinho na bochecha.
Nervoso, aspiro o perfume inebriante que ela usava e, ficando meio vermelho, só respondo – muito obrigado, Sr. Montero.
Por sorte, ninguém comentou nada sobre minha cor, então agradeci que ela se afastou. Tentei não ver a mãe do meu melhor amigo como o objeto sexual que ela tinha sido durante a noite.
Tentei agir normal, mas minha fachada desmoronava toda vez que Susana se aproximava de mim. Então, não querendo chegar perto dela, fiz o que pude para mantê-la longe do meu alcance.
Entre festas e algumas alegrias para mim, aquele dia passou rápido e, depois que ao meio-dia comemos o delicioso bolo que a mãe do meu melhor amigo fez pra mim, tanto eu quanto Román passamos quase a tarde toda trancados no quarto dele, jogando videogame.
Quando a noite caiu, fomos com o pai dele ver um jogo de futebol do time do qual éramos torcedores e, depois de vermos eles ganharem por pouco, o pai do Román disse olhando o relógio – é melhor eu ir dormir, senão amanhã não vou conseguir acordar pra ir trabalhar.
Nós concordamos e ficamos mais um tempinho vendo um filme que estava passando, ou pelo menos foi assim por um tempo, já que Román, pegando no sono de repente, me disse – tô morto, acho melhor eu ir dormir.
Concordando, completei – fico até terminar – e, vendo ele concordar, vi ele subir as escadas e ir pro quarto dele.
Tempo depois, não sabia que horas eram, mas ao lembrar de tudo de bom que tinha acontecido naquele dia, de repente comecei a soluçar, então, sem me segurar, fechei os olhos e, enquanto tentava tirar toda a tristeza que eu tava guardando. Uma voz do nada me perguntou – Tito, cê tá bem?
Enxugando as lágrimas dos olhos, foquei melhor o olhar e, vendo a Susana parada ali, falei enquanto tentava secar as lágrimas com os braços – Desculpa, não queria te incomodar.
Ela, longe de ficar desconfortável, sentou rápido do meu lado e, tentando me consolar, disse – Não se preocupa, querido, você é quase como um filho pra mim, então não me incomoda nada.
Enquanto completava rápido – Mas me diz por que você ficou assim?
Fiquei na dúvida se contava ou não minhas mágoas, mas sabendo do jeito que ela era. As palavras foram saindo sem eu nem planejar.
Quando terminei, vi que ela me olhava com um pouco de pena, e, notando isso, só consegui falar – Valeu por me ouvir, precisava de alguém que fizesse isso.
Não me agradece, porque se você visse na minha mente o que eu tô com vontade de fazer com seus pais, não ia me agradecer por ter esses pensamentos assassinos contra eles – rindo do comentário dela, um silêncio pesado caiu entre nós e, enquanto eu olhava pra ela na minha frente, as imagens de como a vi ontem à noite passaram na minha cabeça na hora. Então, sem conseguir me segurar mais, soltei com mais seriedade – Eu vi você ontem à noite.
Ela, confusa, ficou me olhando, e eu aproveitei pra completar – Não foi de propósito, fui pegar um copo d'água e, por acaso, vi a porta do banheiro aberta e foi quando te vi.
Sem notar reação nenhuma da parte dela, me atrevi a ir mais longe e aproximei minha mão dela. Peguei um cacho de cabelo que tava solto e, brincando com ele, completei – Cê tava muito gostosa, tão gostosa que, sem pensar, acabei me masturbando junto com você.
Sabia que tava passando dos limites com essa confissão e que, se ela quisesse, me expulsava na hora de casa, mas não vi ela fazer isso. Me adiantei e, notando como o clima ficava mais pesado, me atrevi a cometer um pecado de verdade, porque aproximei minha cabeça e, fechando o espaço entre nós, dei um beijo nela.
Pensei que Ela me rejeitaria, mas, sem fazer isso de uma vez, fui me aprofundando aos poucos e percebendo que, devagar, ela começava a corresponder. Fui empurrando ela lentamente até que ela ficou deitada no sofá.
Com 19 anos recém-completados, eu tinha experiência com mulheres, então, continuando devagar, peguei o cinto do roupão que ela usava e desfiz o nó que tinha. Consegui abri-lo, revelando na hora que ela só vestia por cima um pijama de seda branco, bem curto e muito revelador.
Céus – só consegui murmurar enquanto voltava a beijá-la e, me arriscando a mais, coloquei minha mão sobre um dos seus grandes peitos e brinquei um pouco com ele. Consegui que o mamilo dela fosse endurecendo devagar.
Com o toque da minha mão, ela soltou um gemido, o que despertou tanto desejo em mim que logo deixei claro o quanto eu estava excitado. Pois, sem nenhum pudor, apoiei meu pau contra o corpo dela, que naquela altura já estava mais que duro.
Ao sentir isso, ela me afastou com um pequeno empurrão, e eu, achando que tudo tinha acabado, me resignei e, baixando o olhar com muita vergonha, soube que tinha feito merda. Mas, longe de acontecer algo assim, Susana, a mãe do meu melhor amigo, pegou meu queixo e ergueu meu olhar, dizendo enquanto tirava a parte de cima do pijama – feliz aniversário, espero que você curta bem o seu presente.
Dito isso, ela me deu um sorriso cativante e, abaixando as alças da camisola, deixou expostos os peitos que eu desejava loucamente na noite passada. Eles estavam ainda mais generosos do que eu lembrava e, enquanto notava o quanto eram grandes, não consegui evitar de ver os mamilos, que pareciam dois biscoitões gigantes.
Extasiado e com cuidado, aproximei uma das mãos das tetas dela e, amassando ao vivo um presente tão lindo, não consegui mais me segurar e, sem cerimônia alguma, comecei a beijá-la desesperadamente. Nessa altura, já estava bem solto e, enquanto a beijava, deitava ela de novo no sofá desconfortável, sem parar de brincar com aquelas tetas enormes.
Nesse ponto, eu já sabia o que ia rolar e, morrendo de vontade, levei minhas mãos até a cintura dela e, pegando as dobras do shortinho do pijama, consegui enrolar ele até a barriga dela, ao mesmo tempo que peguei a cintura da calcinha fio-dental e puxei pra baixo com desespero.
Já com ela enroscada nos pés dela, só vi como joguei pro lado enquanto, em seguida, baixei um pouco meu calção esportivo que costumo usar como pijama e, assim que consegui liberar meu pau, sem tirar os olhos dela, me encaixei entre as pernas dela e, apoiando as mãos nas laterais do corpo dela, meti sem enrolação.
Ao me sentir dentro dela, ela solta um gemido forte na hora, enquanto eu, numa verdadeira nuvem de tesão, começo a mexer minha cintura pra frente e pra trás, buscando minha libertação. Aproximo minha boca da dela e, enquanto a furo com todo esmero e força, beijo ela como se o amanhã não existisse.
Esses estímulos mexem comigo e, sem demora, sinto uma corrente elétrica percorrer meu corpo, sabendo que já estava perto de gozar. Tento deixar minha pica bem cravada na buceta dela e enfio tão fundo que todo o meu leite com certeza fica dentro dela. Mais calmo, mas assustado, caio sobre ela, que carinhosamente me recebe de braços abertos e, enquanto juntos vejo a noite passar, só desejo, como presente de aniversário, que aquele momento nunca termine.
Quanto ao meu melhor amigo, embora ultimamente eu o note mais feliz do que o normal, ele se comporta igualzinho. Não quero ser uma pessoa ruim, mas geralmente o Tito não é lá muito otimista, só que nesses últimos tempos ele parece outra pessoa.
Ainda o mistério de por que ele tem uma foto pelada da minha mãe no celular não foi resolvido, e longe de falar com ele sobre isso, eu tento idiotamente esquecer o assunto ou finjo que não vi a tal imagem.
No entanto, algo dentro de mim não me deixa esquecer tão fácil, então, querendo saber o que está rolando, solto enquanto voltamos da escola pra casa: — Sua mãe já voltou?
Sem demonstrar emoção alguma, ele me responde: — Voltou, mas só ficou em casa uns dias — e, mantendo a expressão neutra, completa: — Depois pegou as coisas dela e foi embora, supostamente o destino é uma convenção que dura o fim de semana inteiro.
Aproveitando a deixa, não consegui me segurar e, dando uma ombrada nele, solto na hora: — Que tal você vir pra minha casa o fim de semana inteiro? Afinal, temos que terminar aquele trabalho pra segunda.
No começo, ele parecia não querer aceitar minha ideia, mas com o passar dos segundos pensou melhor, ao que parece, e, devolvendo a ombrada, me disse: — Que filme vamos ver?
Quando cheguei em casa, contei aos meus pais sobre o Tito e, não vendo nenhuma reação negativa da parte da minha mãe, ela soltou naturalmente: — Onde é que a mãe dele se meteu agora?
— Uma convenção num paraíso tropical — respondi, e ela, sorrindo, só completou: — Deixa ele vir, não acho que tenha problema nenhum, não é, querido?
Meu pai, ao ouvi-la, acabou dizendo: — Claro, o garoto não pode ficar sozinho o tempo todo.
Sabendo da estima que meu pai tinha pelo meu melhor amigo, não me surpreendi. vai tratar ele quase como um filho. Então, com tudo resolvido, mandei uma mensagem pro Tito contando que tava tudo pronto.
Ele respondeu na hora e, antes de encerrar a conversa, disse – valeu, irmão, já vai ver como a gente vai se divertir.TitoSó ouço o flash da câmera, vejo como ficou a foto e, gostando do que tinha na minha frente, decido guardar a imagem junto com as outras numa pasta que chamo de favoritas.
Ela tá largada na minha cama, dormindo com uma certa tranquilidade, de pernas abertas e completamente pelada, o que me deu a chance de tirar essa última foto dela.
Pra nossa sorte, na verdade ela deveria estar numa reunião de trabalho que teria naquele horário, mas foi cancelada de última hora. Só que sem avisar ninguém da família, ela me mandou uma mensagem do guarda-roupa dela dizendo: — Você tá com sorte, se quiser vou agora pra sua casa, se for isso que você quer.
Ver as tetas dela já foi incentivo suficiente, então respondi com um simples OK e fiquei ansioso esperando ela chegar. Quando finalmente a tive nos meus braços, a gente trepou como se fosse uns animais selvagens. Já exaustos, caímos no sono, mas eu acordei um tempo depois e, enquanto via ela dormindo profundamente, fiquei relembrando como toda essa aventura começou.
Foi uns oito meses atrás, lembro que naquela época eu tava prestes a fazer 19 anos e, como de costume, imaginava que ia passar sozinho e trancado em casa.
Minha mãe, como já era rotina, tava bem longe, e meu pai, que não morava perto da gente, mandou um áudio se desculpando porque não podia vir, já que a filha da nova esposa dele precisava passar por uma cirurgia de emergência e, por causa disso, ele não conseguiria viajar.
Então, bem deprê e sem ter nada pra fazer, fiquei olhando alguns dos presentes que meus pais tinham mandado, mas já sabendo que ia passar o dia sozinho. Comecei a ver o que tinha na Netflix.
Era sábado de manhã e, quando tava quase começando o primeiro episódio de uma série que tinha deixado pela metade, percebo que meu celular toca. Vejo que era um áudio do Romã, abro e, assim que faço isso, a voz dele diz bem animada: – FELIZ QUASE ANIVERSÁRIO, MANO!!!
Felizão por ouvir a voz dele, mandei um texto respondendo:Valeu, bro, tu é o primeiro que me cumprimenta. Mas tenho que te lembrar que meu aniversário é oficialmente amanhã.Levo alguns segundos, mas Román logo acrescenta:Não importa, e me diz, seu pai já tá por aí?Fazendo cara feia, comecei dizendo:Problemas com a nova família dela, então acho que não vai rolar.Parando a conversa por alguns segundos, não veio resposta alguma da parte dele. Mesmo assim, depois de alguns segundos, ele me disse:Que tal a gente comemorar lá em casa?A ideia me pareceu boa a princípio, mas, pra ter certeza, soltei pra ela:Seus pais não vão falar nada?Román não demorou pra responder:Tranquilo, acabei de falar com eles e me disseram que não tinha problema nenhum. Sobre você vir pra cá...Conhecia a família do Román há muitos anos, então sabia que ele tinha razão. Sem pensar mais, simplesmente falei:Em meia hora tô aí.Tempo depois, cheguei na casa dele com uma mochila pequena, já que sabia que precisava levar roupa pra trocar no dia seguinte. Depois de cumprimentar a irmãzinha do meu melhor amigo, que foi quem abriu a porta, fiz o mesmo com o pai dele, que tava vendo futebol na TV na sala. Aí fui pra cozinha e, assim que entrei, um cheiro doce e gostoso bateu no meu nariz.
Sem saber o que tava rolando, entrei sem falar nada e, na surdina, percebi logo que em cima da bancada da cozinha tinha um bolo que ainda tava por terminar.
Surpreso com aquilo, olhei pra mulher que tava finalizando o bolo e, me deparando com a Susana, a mãe do meu melhor amigo, só consegui soltar um — isso é pra mim?
Assustada, ela se virou e, me vendo parado ali, disse com um sorriso — ia ser uma surpresa, mas parece que o plano falhou.
Sem acreditar que aquela mulher agia mais como mãe pra mim do que a minha própria, troquei olhares com ela e, vendo que o sorriso meigo dela não sumia, quase não escutei quando o Román falou de surpresa — vejo que já chegou.
Saindo do meu devaneio, cumprimentei ele e, depois de dar uma última olhada na mãe do meu melhor amigo, fomos juntos pro quarto dele.
No resto daquele dia, quase não rolou nada demais, mas a mudança na relação que tive com a mãe do meu melhor amigo começou naquele fim de semana.
Já era quase meia-noite quando vi o Román começar a cochilar até cair no sono de vez. Eu, que tava acostumado a virar a noite, ainda não tava com sono.
Então, querendo beber algo, saí do quarto e fui até a cozinha. O silêncio reinava na casa, então achei que todo mundo já tivesse dormindo naquela hora da noite. Mas tava enganado, porque percebi que do banheiro saía um fio de luz fraco que invadia o corredor. Aí, me aproximando, quis saber quem tava tomando banho naquela hora da noite.
Primeiro, achei que fosse era sobre o pai do Román, mas grande foi minha surpresa quando percebi que não era ele. Na verdade, era uma certa mulher que naquele mesmo dia estava preparando um bolo de aniversário gostoso pra mim.
A mãe do Román estava tomando banho e, enquanto eu reparava como ela estava pelada, pude ver claramente as curvas que afirmavam seu corpo perfeito e que ela tocava com bastante sensualidade. Na hora, percebi que ela não estava só se tocando, mas fazia isso com tanto capricho que notei que, no meio do chuveiro, ela estava se masturbando.

Notava como com uma das mãos ela esfregava com urgência a porra da buceta que tinha, enquanto com a outra mal passava a mão nas tetonas que carregava. Elas vinham acompanhadas de uns pezões que estavam duros por causa dos estímulos, fazendo com que ver ela fosse um espetáculo único pra mim.
Diante daquela cena, no começo não soube como reagir, mas me deixando levar pela situação, levei minha mão até minha virilha e senti o quanto meu pau já estava duro. Comecei a esfregar de um jeito que iniciei uma punheta, que só consegui parar quando gozei dentro da minha própria cueca. Incrivelmente, e como se estivéssemos sincronizados, Susana também chegou ao tão desejado orgasmo, o que fez com que soltasse um gemido que tentou abafar com força. Então, vendo-se satisfeita, desligou o chuveiro e, enquanto saía, eu, com todo cuidado, voltei para o quarto que dividia com meu amigo.
Pelo resto da noite não consegui dormir por causa do espetáculo gratuito que tinha presenciado. Não parava de reviver o que tinha acabado de ver e muito menos conseguia esquecer a rabeta que a mãe do meu melhor amigo tinha. Então, excitando-me de novo, acabei tentando baixar minha libido com mais uma punheta.
Mas não consegui, e fiquei só com a vontade de ver mais uma vez o corpo daquela mulher maravilhosa que meu amigo chamava de mãe.
Quando amanheceu, não soube como reagir, já que a imagem daquela mulher sensual tinha me acompanhado a noite toda. Mas Román, sem ter esse problema, acordou e, enquanto ouvia alguém bater na porta, ele me disse antes de sair do quarto: – Anda logo, que deve ser minha mãe dizendo que o café da manhã já está pronto.
Queria dizer que ia ficar trancado o dia inteiro ali, mas com certeza ele perguntaria o motivo. Então, me resignando, me vesti e, seguindo ele, descemos juntos para a sala de jantar.
Tanto o pai quanto a irmãzinha do meu melhor amigo já estavam lá, então, ao me ver, o pai do Román me parabenizou pelos meus 19 anos de vida enquanto soltava: – Que tal comemorarmos esse evento com um churrasco bem gostoso?
Agradecendo, só concordei e, pensando que conseguiria lidar com a situação, percebi que estava enganado quando vi aparecer da cozinha uma mulher que naquela noite tinha me roubado o sono. Susana estava vestindo uma regata, uma calça jeans e um tênis. Longe de fazer ela parecer mal, isso realçava a beleza dela ao mesmo tempo que a fazia parecer mais nova do que era.
Sem parar de admirá-la, vejo que ela se aproxima e, quando chega do meu lado, solta um – FELIZ ANIVERSÁRIO, QUERIDO – enquanto me dá um beijinho na bochecha.
Nervoso, aspiro o perfume inebriante que ela usava e, ficando meio vermelho, só respondo – muito obrigado, Sr. Montero.
Por sorte, ninguém comentou nada sobre minha cor, então agradeci que ela se afastou. Tentei não ver a mãe do meu melhor amigo como o objeto sexual que ela tinha sido durante a noite.
Tentei agir normal, mas minha fachada desmoronava toda vez que Susana se aproximava de mim. Então, não querendo chegar perto dela, fiz o que pude para mantê-la longe do meu alcance.
Entre festas e algumas alegrias para mim, aquele dia passou rápido e, depois que ao meio-dia comemos o delicioso bolo que a mãe do meu melhor amigo fez pra mim, tanto eu quanto Román passamos quase a tarde toda trancados no quarto dele, jogando videogame.
Quando a noite caiu, fomos com o pai dele ver um jogo de futebol do time do qual éramos torcedores e, depois de vermos eles ganharem por pouco, o pai do Román disse olhando o relógio – é melhor eu ir dormir, senão amanhã não vou conseguir acordar pra ir trabalhar.
Nós concordamos e ficamos mais um tempinho vendo um filme que estava passando, ou pelo menos foi assim por um tempo, já que Román, pegando no sono de repente, me disse – tô morto, acho melhor eu ir dormir.
Concordando, completei – fico até terminar – e, vendo ele concordar, vi ele subir as escadas e ir pro quarto dele.
Tempo depois, não sabia que horas eram, mas ao lembrar de tudo de bom que tinha acontecido naquele dia, de repente comecei a soluçar, então, sem me segurar, fechei os olhos e, enquanto tentava tirar toda a tristeza que eu tava guardando. Uma voz do nada me perguntou – Tito, cê tá bem?
Enxugando as lágrimas dos olhos, foquei melhor o olhar e, vendo a Susana parada ali, falei enquanto tentava secar as lágrimas com os braços – Desculpa, não queria te incomodar.
Ela, longe de ficar desconfortável, sentou rápido do meu lado e, tentando me consolar, disse – Não se preocupa, querido, você é quase como um filho pra mim, então não me incomoda nada.
Enquanto completava rápido – Mas me diz por que você ficou assim?
Fiquei na dúvida se contava ou não minhas mágoas, mas sabendo do jeito que ela era. As palavras foram saindo sem eu nem planejar.
Quando terminei, vi que ela me olhava com um pouco de pena, e, notando isso, só consegui falar – Valeu por me ouvir, precisava de alguém que fizesse isso.
Não me agradece, porque se você visse na minha mente o que eu tô com vontade de fazer com seus pais, não ia me agradecer por ter esses pensamentos assassinos contra eles – rindo do comentário dela, um silêncio pesado caiu entre nós e, enquanto eu olhava pra ela na minha frente, as imagens de como a vi ontem à noite passaram na minha cabeça na hora. Então, sem conseguir me segurar mais, soltei com mais seriedade – Eu vi você ontem à noite.
Ela, confusa, ficou me olhando, e eu aproveitei pra completar – Não foi de propósito, fui pegar um copo d'água e, por acaso, vi a porta do banheiro aberta e foi quando te vi.
Sem notar reação nenhuma da parte dela, me atrevi a ir mais longe e aproximei minha mão dela. Peguei um cacho de cabelo que tava solto e, brincando com ele, completei – Cê tava muito gostosa, tão gostosa que, sem pensar, acabei me masturbando junto com você.
Sabia que tava passando dos limites com essa confissão e que, se ela quisesse, me expulsava na hora de casa, mas não vi ela fazer isso. Me adiantei e, notando como o clima ficava mais pesado, me atrevi a cometer um pecado de verdade, porque aproximei minha cabeça e, fechando o espaço entre nós, dei um beijo nela.
Pensei que Ela me rejeitaria, mas, sem fazer isso de uma vez, fui me aprofundando aos poucos e percebendo que, devagar, ela começava a corresponder. Fui empurrando ela lentamente até que ela ficou deitada no sofá.
Com 19 anos recém-completados, eu tinha experiência com mulheres, então, continuando devagar, peguei o cinto do roupão que ela usava e desfiz o nó que tinha. Consegui abri-lo, revelando na hora que ela só vestia por cima um pijama de seda branco, bem curto e muito revelador.
Céus – só consegui murmurar enquanto voltava a beijá-la e, me arriscando a mais, coloquei minha mão sobre um dos seus grandes peitos e brinquei um pouco com ele. Consegui que o mamilo dela fosse endurecendo devagar.Com o toque da minha mão, ela soltou um gemido, o que despertou tanto desejo em mim que logo deixei claro o quanto eu estava excitado. Pois, sem nenhum pudor, apoiei meu pau contra o corpo dela, que naquela altura já estava mais que duro.
Ao sentir isso, ela me afastou com um pequeno empurrão, e eu, achando que tudo tinha acabado, me resignei e, baixando o olhar com muita vergonha, soube que tinha feito merda. Mas, longe de acontecer algo assim, Susana, a mãe do meu melhor amigo, pegou meu queixo e ergueu meu olhar, dizendo enquanto tirava a parte de cima do pijama – feliz aniversário, espero que você curta bem o seu presente.
Dito isso, ela me deu um sorriso cativante e, abaixando as alças da camisola, deixou expostos os peitos que eu desejava loucamente na noite passada. Eles estavam ainda mais generosos do que eu lembrava e, enquanto notava o quanto eram grandes, não consegui evitar de ver os mamilos, que pareciam dois biscoitões gigantes.Extasiado e com cuidado, aproximei uma das mãos das tetas dela e, amassando ao vivo um presente tão lindo, não consegui mais me segurar e, sem cerimônia alguma, comecei a beijá-la desesperadamente. Nessa altura, já estava bem solto e, enquanto a beijava, deitava ela de novo no sofá desconfortável, sem parar de brincar com aquelas tetas enormes.
Nesse ponto, eu já sabia o que ia rolar e, morrendo de vontade, levei minhas mãos até a cintura dela e, pegando as dobras do shortinho do pijama, consegui enrolar ele até a barriga dela, ao mesmo tempo que peguei a cintura da calcinha fio-dental e puxei pra baixo com desespero. Já com ela enroscada nos pés dela, só vi como joguei pro lado enquanto, em seguida, baixei um pouco meu calção esportivo que costumo usar como pijama e, assim que consegui liberar meu pau, sem tirar os olhos dela, me encaixei entre as pernas dela e, apoiando as mãos nas laterais do corpo dela, meti sem enrolação.
Ao me sentir dentro dela, ela solta um gemido forte na hora, enquanto eu, numa verdadeira nuvem de tesão, começo a mexer minha cintura pra frente e pra trás, buscando minha libertação. Aproximo minha boca da dela e, enquanto a furo com todo esmero e força, beijo ela como se o amanhã não existisse.
Esses estímulos mexem comigo e, sem demora, sinto uma corrente elétrica percorrer meu corpo, sabendo que já estava perto de gozar. Tento deixar minha pica bem cravada na buceta dela e enfio tão fundo que todo o meu leite com certeza fica dentro dela. Mais calmo, mas assustado, caio sobre ela, que carinhosamente me recebe de braços abertos e, enquanto juntos vejo a noite passar, só desejo, como presente de aniversário, que aquele momento nunca termine.
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