Tinha um vizinho de 18 anos que vivia me falando um monte de coisa, me olhava com cara de: "se eu te pegar, vou te arrebentar", sempre foi muito seguro de si, e o cara me encarava como se fosse um macho com anos de experiência, isso sempre me chamou a atenção. Eu pensava: "olha só esse bosta, que atrevido, como me olha e me dá em cima". Cada dia que passava, ele se soltava mais, me dizia um monte de coisa, todo santo dia: "mamãe, que peitão que você tem, que rabo, que carinha de puta", e coisas assim, a ponto de eu pensar em ir falar com a mãe dele, porque já tava de saco cheio, não me deixava em paz nem quando eu passava com minhas filhas.Uma tarde, decidi ir falar com a mãe do meu vizinho sem noção, então fui até o andar de baixo (na época morávamos num apartamento com meu marido e família), no apartamento 2B. Toquei a campainha umas vezes e ninguém atendeu, dava pra ouvir música bem alta, então resolvi espiar pelo buraco da fechadura e vi meu vizinho sentado no sofá se masturbando. Até aí tudo normal, um cara de 18 anos se tocando em casa quando a mãe saía, típico. Mas fiquei paralisada quando vi a porra da pica enorme que o cara tinha, um pau comprido e grosso, uns ovos enormes, e a carinha dele de prazer por ter uma pica daquelas. Ele segurava com as duas mãos e ainda sobrava espaço pra mais duas mãos, pelo menos.
Devo admitir que fiquei com muito tesão ao ver uma pica daquelas sendo desperdiçada assim, num cara se masturbando. Minha mente me traiu e parei de espiar, me senti mal, me senti uma depravada, nunca na minha vida pensei em espiar um cara, e adorei ver que ele tinha uma pica daquelas. Minha buceta ficou toda molhada, e eu queria provar aquilo urgentemente, mas minha mente dizia que era errado. Voltei pra casa pensando no que tinha visto, minha buceta foi ficando cada vez mais molhada só de pensar na pica daquele cara. Fui tomar banho no chuveiro e me tocar pensando nele, não aguentava mais de tesão.
Passaram-se vários dias, chegou o fim de semana. No sábado de tardezinha, eu descia com minha filha pra padaria na frente de casa e encontrei ele. Cruzo o cara que me olha com uma carinha de "te fode" total, e eu olhei pra ele também, tipo "se tu tem coragem, vem me encarar, seu merda". Aí ele baixou o olhar, eu ri, pensei: claro, é um moleque, que porra vai me encarar. Naquela mesma noite, eu tava muito tesuda sozinha em casa, meu marido viaja pra caralho, e tava com vontade de sexo, mas tava cansada daqueles caras insuportáveis que conhecia na internet, que ainda por cima tinham pinto pequeno. Eu queria experimentar uma porra de um tamanho descomunal, e sabia bem onde tinha uma perto!! Então decidi ir buscar meu vizinho, bater na porta dele pra ver se tava em casa. Toquei a campainha e a mãe atendeu. Quando ela abriu, falei: "Desculpa, me enganei de apartamento." Ela me olhou séria, até que sorriu e disse: "Ah, sim!! Você é a amiga do Mati!! Meu filho fala muito de você!!" Olhei pra ela surpresa, e depois falei sorrindo: "Sim, sim, ele é um garoto encantador, sempre me ajuda com as sacolas do supermercado e tal." "Ah, sim, ele é tão boa pessoa," disse a mãe. "Pois é, nem me fale," respondi. "Ele tá por aí?" "Sim, sim, vou chamar ele agora," ela respondeu. Ouvi ela batendo na porta do quarto do filho e um murmúrio. Depois de um tempinho, a mãe apareceu sorrindo: "Já vem o Mati, não demora." Ela me fez entrar, ofereceu um café, mas não aceitei. Enquanto esperava o pivete, logo ele apareceu e me olhou meio estranho. Eu pisquei o olho pra ele, e a cara dele se transformou, ficou super feliz. Me cumprimentou como se fôssemos amigos, e eu falei que precisava que ele me ajudasse em casa a mover uns móveis e organizar umas coisas pesadas. A mãe concordou com a cabeça e disse: "Vai, Mati, ajudar sua vizinha. Ela é uma mulher tão doce, você tem força, vai, já jantou." A mãe se despediu do Mati e de mim. Eu olhei pro cara e falei: "Bom, vem me ajudar, temos muito trabalho a fazer, talvez leve várias horas." O cara me olhou surpreso, mas não disse nada e me seguiu caladinho até o apartamento. Entramos e eu falei: "Espera aqui no sofá." Fui ver se a neném... Tava bem dormida e voltei, sentei do lado dele e falei: "Bom, vamos ver se você é tão macho de me falar na cara o que sempre me diz." O cara ficou vermelho de vergonha, mas com cara de safado respondeu: "É que você é uma mulher gostosa, sou apaixonado em você, mas sou viado e sei que nunca ia me dar bola, por isso te encho o saco, me dá raiva não ser mais velho pra você me dar chance." Eu respondi: "E o que você sabe?, talvez eu goste de você, jaja, sou mais velha mas você é um gatinho" (mentira, coitado não é bonito, é estilo wachiturro, mas o que eu ia falar? jaja). Ele me olhou todo surpreso, e na hora enfiei um beijo e comecei a massagear as pernas dele pra esquentar, ele respondeu com uns beijos muito gostosos, o cara sabia apertar, não era tão ruim de beijo, e colocou as mãozinhas nas minhas tetonas, eu me molhava toda pensando na porra da pica enorme dele, aos poucos foi me despindo, minhas tetas ficaram de fora e ele se agarrou nelas como se o mundo fosse acabar, enquanto chupava minhas tetas e meus bicos bem duros e empinados, eu massageava a pica dele que aos poucos crescia na calça, sentia como ficava cada vez mais dura e cabeçuda, grandona, imensa, não via a hora de chupar bem, mas o cara continuava grudado nas minhas tetas que naquele momento estavam molhadas de tesão, o prazer imenso que senti na hora foi foda. Ele ficou uns 15 minutos chupando minhas tetas e eu apalpando a pica dele como louca, até que parei e falei pra ele não chupar mais que eu queria chupar a pica dele, e ele me olhou com carinha de superior, quando vi direito tava com uma barraca na calça, aquela pica enorme toda dura, e ele falou: "Ai não aguento mais, minha pica tá doendo pra caralho, não cabe direito na roupa quando sobe", e eu falei: "Tira ela, gostoso", ele baixou a calça e a cueca explodia por aquela pica tremenda toda dobrada lá dentro, não cabia mais, baixei a cueca dele e apareceu uma pica monstra como eu nunca vi na vida, parecia maior e mais dura que no dia que espiei, olhei pra ele e Eu falei pra ele: "seu filho da puta, por que você tem tanta pica?" Ele me olhou sorrindo e respondeu: "sei lá, deve ser de família, oras". Tava orgulhoso daquele trambolho, que nem em filme pornô eu vi igual. Peguei a pica dele com uma mão e só cobria a cabeça e mais um pouco, precisava de umas duas ou três mãos iguais às minhas pra cobrir aquela pica toda. Comecei a chupar a cabeça, que tava bem molhadinha e lubrificada, com um gosto delicioso de perfume. Mal conseguia enfiar a cabeça e mais uns centímetros na minha boca, não passava disso. Chupei por uns 15 minutos, o cara gemendo, aproveitando cada lambida minha na cabeça daquela pica monstruosa. Perguntei quanto media, e ele disse: "28 cm de comprimento por 6 cm de largura, mais ou menos. Às vezes tenho ereções maiores", respondeu todo orgulhoso. Olhei pra ele e continuei chupando, sentia a pica crescer um pouco e ficar mais dura. Tava chupando de joelhos na frente dele como se fosse um deus dos picaudos. Eu tava toda molhada, com os peitos tão duros e empinados que nunca me senti assim na vida, completamente extasiada diante daquela pica de burro humana. Levantei e mandei ele sentar no sofá. A pica dele batia até a metade da barriga. Olhava e não acreditava. Por sorte tinha uma fita métrica em cima da mesinha da sala, peguei pra medir. A pica dele naquele momento tava com 29 cm de comprimento e 7 cm de largura. Falei: "Acho que é maior do que você disse". Ele riu e respondeu: "É que você me deixa com muito tesão, puta". Fiquei louca ao ver aquela medida que sempre sonhei e comecei a chupar tão rápido e fundo que sentia a cabeça dele batendo na minha garganta, e ele gemia de prazer. Não sei como consegui abrir tanto a boca e engolir tanta pica, mas consegui. Enquanto chupava, massageava os ovos enormes dele, o dobro dos testículos de um homem normal. Parecia os órgãos sexuais de um burro pelo pênis e de um touro pelos testículos, tudo no corpo de um cara. Apertei tanto os ovos dele que senti... como gozo dentro da sua boca, jorro muita porra, por um momento achei que nunca mais ia parar de engolir porra quentinha, nunca tinham gozado tanto em mim, eu tava louca. quando ele termina de gozar, o pau dele continuava firme e duro, sentei em cima dele, enfiei na minha buceta super empapada, custou um pouco por causa do tamanho, pra vocês terem uma ideia, a cabeça do pau dele é tipo o triplo de uma normal ou um pouco mais, então custou pra entrar na minha buceta, mas eu enfiei e me senti uma rainha em cima de um troço daquele. naquele momento não pensei em nada, se tinha camisinha ou não, queria sentir aquele pau quente de qualquer jeito, e que me enchesse de porra. montei nele por um bom tempo, com certeza foram mais de 30 minutos, enquanto pulava em cima do pau dele com meus peitos, jogava porra na cara e no peito dele, nós dois loucos igual animais e suados, nos entendemos só de olhar, era como se nos conhecêssemos há sempre. num momento ele para e fala: fica de quatro no sofá, e ele vai por trás e começa a chupar meu cu e enfiar a mão na minha buceta quente e molhada, chupou meu cu de um jeito muito gostoso, a língua dele bem dentro e me dava chupões no cu que me faziam delirar e aos poucos senti ele abrindo com a língua e depois com os dedos, até que depois de um tempo senti que algo grande vinha, ele ia enfiar aquele pau terrível e sem me perguntar nem falar nada, a ideia me excitou pra caralho mas eu tava com medo de me machucar com um troção desses. ele enfiou a cabeça do pau devagar, senti uma dor forte mas que me deixou ainda mais tesuda, eu enquanto me masturbava e falava devagar, docinho, que você é muito pauzudo e mamãe não tá acostumada com coisas tão grandes, ele falou: não tem medo, vai devagar, e cuspiu no meu cu pra lubrificar. bem devagar ele enfiou o pau, eu sentia que tavam me abrindo com uma máquina dura e quente, não parecia um pau aquilo. aos poucos ele ia enfiando mais e mais e se movendo mais rápido e eu sentia meu cu abrindo e dilatando igual uma cratera. Eu pedia mais e mais, que metesse mais fundo, e ele dizia "vou te arrebentar toda". "Não importa", eu falei, "quero essa pica toda dentro, por favor, mete ela toda devagarzinho". E ele obedeceu até conseguir enfiar tudo. O cara falava "hum, que gostoso, nunca fiz isso com uma bunda tão pequena na minha vida". E eu respondi "não, papai, com esse pauzão poucas se animam, mas aqui estou eu pra você aproveitar, eu me animo sim. Agora vai, se mexe mais rápido e me come". Ele começou devagar e quando eu vi, já tava me comendo bem forte, e eu me tocava a buceta e gozei como nunca. Num momento ele falou "sinto algo aí dentro, como se tocasse numa coisinha quente". E eu "sim, meu amor, é cocô, você tá me arrebentando toda por dentro e com seu pau gigante tá tocando toda a merda que tenho". Quando falei isso, fiquei com mais tesão ainda e comecei a gozar que nem uma louca, e gritei "me come, cara, me come!". Ele me deu um tempo bom e gozou um monte de porra quentinha no meu cu. Quando ele tirou, senti o cu se partindo no meio, mas feliz da vida. Falei "amor, vai lavar essa pica que deve tá cheia de cocô e volta". Ele disse "é, que nojo, hahaha, tá cheia" e foi pro banheiro se lavar. Daqui a pouco voltou com a pica meio mole e vi que ela chegava quase no joelho, aquela pica meio mole balançando. Quando vi ele vindo andando e aquela pica gigante balançando, batendo entre as pernas dele, fiquei com mais tesão ainda. Então me ajoelhei, chupei bem chupada até ficar bem dura, e me posicionei pra fazer um bom espanhol. Enquanto eu punhetava ele com meus peitos, ia saindo porra e a pica ficava mais e mais molhada. E o cara gemia que nem louco, não acreditava, e eu também não, estávamos vivendo um pornô na vida real. Ele me perguntou "e você, por que tem tanta porra?" Respondi que desde que fui mãe nunca parei de amamentar, sempre continuei me estimulando pra ter leite. Ele riu e disse "você tem leite pra seis caras, hahaha". Eu também ri e respondi "bom, agora tenho você, tenho que... cria, então você vai ter que tomar toda a porra, e ele disse que sim, é o que sempre quis desde que te vi, você me enlouquece, naquela noite a gente continuou transando por um bom tempo ainda, ele me comeu em várias posições diferentes, a gente tomou banho, bebeu algo, depois ele me comeu de novo, me arrombou tanto que tivemos que parar porque saiu um pouco de sangue e ardia muito, dei a teta pra ele de novo, enchi ele de porra e ele em mim, gozou num copo e encheu meio copo com a porra dele, nunca vi um homem soltar tanta porra, jamais imaginei que um cara podia ser tão bruto, aquela noite nunca vou esquecer, a gente se viu por um tempo ainda, quando dava a gente transava como loucos, depois ele se mudou, e nunca mais soube dele.
2 comentários - Meu vizinho de pau grande