Os Homens do Lixo Chegaram…

Pra mim, era algo que nunca pensei que pudesse acontecer. Sempre gostei de sexo, mas sem exageros. Só que desde o momento em que o Roberto foi hospitalizado, comecei a me sentir mais excitada do que o normal, por qualquer besteira, por mais idiota que parecesse. Vendo as novelas na TV, só de ver as atrizes e os atores se beijando na tela, já ficava com um tesão danado. E enquanto tava sozinha em casa, teve dias que, enquanto via a novela, não parava de mexer na minha buceta, às vezes até gozar gostoso.



Mas isso não se limitava só aos romances. Se eu tava no meu carro e via um casal se dando um simples beijo de despedida, meu sangue fervia de vontade de transar, mas eu me segurava e agia direito. Uma vez, depois de chegar do trabalho, vi ao entrar no condomínio um monte de cachorros atrás da puta da vizinha. Isso foi o suficiente pra eu, mal entrando em casa, correr pro banheiro, supostamente pra tomar banho. Mas a real é que, como meu marido já tava em casa e naquela hora eu ainda não podia me satisfazer, mal tirei a roupa, já comecei a enfiar desesperadamente quase uma mão inteira dentro da minha buceta, até que, depois de um monte de orgasmos, fiquei exausta. Isso me assustou tanto que fui ver minha terapeuta. Quando mais ou menos contei o que tava rolando, ela disse que era normal, que eu continuasse descarregando minhas energias do jeito que tava fazendo, e que quando meu marido voltasse ao normal, eu também voltaria.



A verdade é que essa resposta não me agradou nada, já que meu marido tinha acabado de sair do hospital e começava a ir no urologista. Enquanto isso, eu já sentia que essa coisa de me satisfazer sozinha não tava funcionando direito, porque sempre ficava com muita vontade, e até não ficar completamente exausta, não parava de enfiar selvagemente meus dedos, minhas mãos ou algum objeto ou brinquedo sexual. Teve até vezes que enfiei uma garrafa dentro da minha buceta, até acalmar meus desejos.



Mas uma tarde em que tanto eu quanto Roberto tínhamos acabado de voltar do trabalho, fui correndo tomar um banho frio pra esfriar minha cabeça, enquanto meu marido lembrou de última hora que precisava tirar o lixo, e já tava em cima da hora pra ir na consulta médica. Então ele me pediu um favor: depois que eu terminasse de tomar banho, que tirasse o lixo pra ele, já que depois da consulta ele ia visitar minha sogra, então com certeza voltaria tarde, e o caminhão do lixo já teria passado.



Enquanto a água fria caía sobre todo o meu corpo, e eu lutava comigo mesma pra não começar a acariciar minha buceta, respondi que sim, na hora, eu cuidava daquilo e que mandasse um abraço pra minha sogra. Então, pra distrair a mente, saí do chuveiro, vesti meu roupão e fui pra cozinha tirar o lixo. Na verdade, não era um saco de lixo só, eram três. Porque o Roberto tem um hobby entre consertar coisas velhas e aeromodelismo. Eu tava tirando o primeiro saco de lixo quando o caminhão chegou, mal tinha tirado o primeiro saco de casa e começado a arrastar até o lugar onde seria recolhido, quando um dos lixeiros, vindo até onde eu tava, me disse: "Moça, deixa eu ajudar a senhora.



Respondi na hora que tava adorando a ajuda, e depois de jogar o primeiro saco dentro do caminhão, falei que ainda tinha mais dois lá em casa. Ele sorriu pra mim, e enquanto me seguia até a casa, de repente me bateu a ideia de que ele devia estar de olho nas minhas curvas enquanto eu andava. Não sei por que naquele instante, resolvi fazer uma gracinha e comecei a andar de um jeito mais sensual e provocante, rebolando a bunda de forma gostosa, até que nós dois entramos na cozinha.



Ele, sem tirar os olhos de mim, pegou o segundo saco enquanto, de um jeito meio descarado, segurou o próprio pau por cima da calça, ajeitou ele — ou pelo menos foi o que me pareceu — e na hora saiu da cozinha dizendo que já voltava pra pegar o terceiro saco. Nessa hora, aproveitei pra perguntar se ele queria um refri ou um suco. Ele respondeu que um refrigerante já bastava, mas assim que o homem do lixo saiu com o saco pela porta da minha cozinha, eu saí correndo pro meu quarto. Mal saí da cozinha no corredor que leva à sala, tirei meu roupão de banho e, assim que entrei no quarto, rapidamente vesti uma camisola preta, bem transparente, sem nada por baixo, além de calçar meus saltos bem altos e voltar na hora pra cozinha. Me senti uma louca; de repente, na minha mente, me via me oferecendo praquele cara do jeito mais descarado possível, e ele, sem hesitar um segundo, se jogava em cima de mim, me penetrava e não parava de me beijar e acariciar por todo lado.


Quando ele voltou, eu já tava parada na frente da porta aberta da geladeira, com as pernas ligeiramente abertas, de costas pra ele, terminando de servir o refrigerante dele. A luz que saía da geladeira deixava claro todo o meu corpo por baixo da renda do negligé. Quando senti a presença dele, virei pra olhar e percebi na hora que, quando ele me viu, os olhos dele quase saltaram das órbitas. Me fiz de desentendida, mas com um tom de voz sedutor, perguntei do jeito mais sensual e safado que consegui: "Além do refrigerante, você vê ou deseja mais alguma coisa? Fica à vontade pra pegar, pode confiar.



Por dentro, eu desejava que ele me pegasse nos braços e, sem perder tempo, me fizesse sua. Mas ao mesmo tempo, pensava comigo mesma: como era possível eu estar agindo que nem uma puta, praticamente me oferecendo de bandeja pra aquele desconhecido. Além disso, querer trair meu amado marido era algo que, por uns instantes, me torturava. Minha excitação era tanta que, só de pensar que estava a segundos de finalmente ser infiel ao Roberto enquanto ele ia ao médico, senti de repente toda a minha buceta ficar molhada. Na minha mente, aquela luta continuava, até que senti as mãos dele nos meus ombros. Tudo o que eu pensava antes desapareceu da minha mente no momento em que ele se colocou na minha frente e, me dando um beijo de língua daqueles, fez com que eu praticamente me derretesse entre os braços grossos dele.



Fechei meus olhos enquanto os braços e as mãos sujas dele, se enfiando por baixo do tecido da camisola, começaram a me abraçar e acariciar meu corpo todo. Completamente entregue, sem oferecer resistência alguma, deixei a camisola cair no chão da minha cozinha, ficando completamente nua na frente daquele homem do lixo. Na hora senti o calor do corpo todo dele contra o meu, a rigidez do pau dele, por baixo do tecido da calça suja, contra minha barriga lisa, e o cheiro do suor forte dele que me embriagava.



Por um bom tempo ficamos nos beijando, acariciando, nos agarrando um no outro, até que numa pausa que demos, escapei dos braços dele e, caminhando rebolando, cheguei até a mesa de jantar que tenho na cozinha, sedutoramente sem tirar os olhos dele, me deitei em cima da mesa, abrindo e levantando minhas pernas, sem dizer uma palavra oferecia por completo toda a minha buceta, convidando ele com o olhar pra me penetrar.




Ele deu uns passos e, parando na minha frente, soltou o cinto da calça, desabotoou o botão e, abaixando o zíper enquanto tirava a calça, deixou o pau dele bem na minha cara. Sem querer, já fui comparando mentalmente com o do meu marido — era praticamente o dobro em tudo: tamanho, grossura, e, pensando bem, até na ereção, que com certeza era muito maior do que a do meu marido nos melhores momentos dele.




O homem do lixo manteve minhas pernas bem abertas e, puxando meu corpo contra o dele, começou a me penetrar devagar. No começo, não conseguia tirar os olhos do pau dele, vendo como foi abrindo caminho devagarinho dentro da minha buceta já lubrificada. Quando comecei a sentir o calor da rola inteira dentro da minha xereca, revirei os olhos de tanto prazer e deixei meu corpo cair sobre a mesa. As mãos dele me seguravam firme pelos quadris, me batendo uma e outra vez contra ele, enquanto eu, numa loucura de tesão, mexia ou melhor, esfregava minha buceta no corpo dele.



Sentia deliciosamente como todo o pau dele preenchia cada espacinho dentro da minha buceta molhada, talvez pelo tesão e pela putaria da situação, imaginei a cara do meu marido nos vendo com espanto, o que longe de me esfriar me deixou ainda mais excitada.



Eu não parava de me mexer, e quando ele, com aquela voz grossa e rouca, começou a me dizer como minha buceta era gostosa, como eu era quente e como eu me mexia bem, me senti muito melhor ainda. Mesmo quando ele começou a me chamar de puta dos sonhos dele, não me senti mal. As mãos dele passaram pros meus peitos, que ele apertava, chupava e lambia deliciosamente com aquela língua enorme. Até que me deixei levar pelo prazer de gozar de verdade, sem que ele ainda tivesse terminado. Então, como se eu fosse uma boneca de pano, ele tirou o pau da minha buceta, me virou de lado, deixando minha barriga sobre a mesa, e de novo recebi dentro de mim aquele pau incansável dele.



Eu não parava de rebolar, de gritar de tanto prazer que sentia, de gemer fundo gostoso, a cada estocada que ele me dava, enfiando o pau inteiro dentro da minha buceta. Pra mim era uma loucura, fechava os olhos e passava a língua nos lábios, com os dedos de uma das minhas mãos, eu mesma apertava forte o meu clitóris, toda vez que sentia aquele pau poderoso, mais e mais fundo dentro de mim.



Depois de um bom tempo, enquanto ele continuava enfiando o pau em mim, abri os olhos e me dei conta de que nós dois estávamos sendo observados atentamente pelos três amigos dele. Eles trocavam cochichos baixinhos, como se eu não fosse perceber a presença deles, o que acabou acontecendo quando abri os olhos. Ao ver aqueles três caras, não senti vergonha nenhuma — na verdade, me excitou ainda mais saber que estavam me vendo completamente pelada, deixando o amigo deles meter o pau inteiro em mim. Eu me sentia insaciável, e naquele momento até desejei que os três também transassem comigo. Por isso, fiz sinal pro mais velho do grupo se aproximar.


Sem parar de receber as investidas do primeiro, com minha mão esquerda procurei o pau dele, mesmo meio sem jeito, acabei tirando da calça e, segurando com a mão, fui levando até a boca, até começar a chupar ele. Na hora, os outros dois já começaram a comentar, e enquanto eu continuava chupando, ouvi eles dizerem que eu era bem gostosa, safada e birrenta, embora não tenha entendido essa última parte. Mas pouco me importou, porque quando eles se aproximaram e, sob a supervisão do primeiro, começaram a apalpar meus peitos, eu me senti a melhor do mundo.



O cara que eu tava chupando o pau, em poucos segundos gozou inteiro dentro da minha boca, sem que isso me desse qualquer nojo, pelo contrário, continuei chupando ele até que o próprio cara tirou o pau de dentro dos meus lábios. Bem na hora que meu homem do lixo me apertava forte contra o corpo dele, ele parou e, tirando o pau da minha buceta quente, derramou todo o leite dele nas minhas nádegas e nas minhas costas.




Eu ainda estava com muita vontade de continuar, então me levantei e, pegando um pano de cozinha, limpei minha bunda e minhas costas. Estava tão, tão louca pra continuar que, sem nem saber como, perguntei pros outros dois se eles queriam transar comigo ali mesmo, no chão da cozinha. A resposta foi imediata: os dois baixaram as calças, e enquanto um procurava minha buceta pra me penetrar, eu peguei o pau do outro com a mão direita e guiei direto pro meu cu. Nós três estávamos no chão da minha cozinha, eu me sentia num êxtase total. Na minha vida, nunca tinha sequer sonhado acordada em trair meu marido, muito menos com homens que eu nem conhecia, mas naqueles momentos pouco me importava o que ele fosse pensar. O que eu queria era me satisfazer ao máximo, sem me importar quem eles eram ou o que iam dizer depois que saíssem da minha casa.




Naquela orgia repentina que eu tinha montado na minha cozinha, com os quatro homens do lixo, depois que eles dois se saciaram com meu corpo, e eu com o deles, me aproximei do primeiro, e antes que ele dissesse qualquer coisa, me ajoelhei na frente dele, e imediatamente, após puxar o pau dele pra fora da calça de novo, comecei a chupar. Em questão de segundos, senti ele inteiro dentro da minha boca, minha saliva escorrendo pelos meus peitos enquanto eu continuava chupando aquele pau grosso. Enquanto isso, os amigos dele comentavam entre si que era a primeira vez que encontravam uma ninfomaníaca.



Eu terminei completamente satisfeita, mas quando me levantei do chão da minha cozinha, mesmo me sentindo bem, falei meio envergonhada, enquanto me cobria com minha camisola preta, que não sabia o que tinha me acontecido, que era a primeira vez na minha vida que fazia algo assim. Que eu estava bem ciente de que fui eu quem provocou e permitiu que tudo aquilo rolasse, e que agradeceria muito se eles esquecessem tudo que aconteceu. Os quatro ficaram me encarando, como se não acreditassem em mim, e eu temi que quisessem se aproveitar da situação, me chantagear e me forçar a transar com eles de novo. Mas eles só me agradeceram e foram embora.



Enquanto eu ouvia o caminhão de lixo se afastando e me dirigia pro banheiro, ficava me perguntando como é que eu tive coragem de fazer todas aquelas coisas, sabendo muito bem que tinha curtido cada segundo. Enquanto tomava banho, ficava repetindo na minha cabeça que devia contar tudo pro meu marido, mas, por outro lado, sabia muito bem que se fizesse isso, a gente ia se divorciar na hora. Algo que eu nunca quis que acontecesse.



Então finalmente o bom senso venceu, e eu decidi ficar quieta. Embora por várias semanas, toda vez que o caminhão do lixo passava, eu sentia meu coração dar um pulo, com medo de que um daqueles quatro homens dissesse alguma coisa pro Roberto. Minhas tesouras e superexcitações desapareceram desde aquele mesmo dia, e pouco tempo depois, meu marido, já bem mais recuperado, começou a transar comigo de novo.


Já praticamente tudo isso tinha virado uma lembrança rara e até satisfatória, quando meu marido, na sexta-feira, me disse que por questões de negócio precisava viajar na segunda-feira para a Europa, por várias semanas. Como eu trabalho em outra empresa e ainda não podia tirar minhas férias, lamentei muito não poder acompanhá-lo. Naquela segunda, ao voltar pra casa, percebi que não tinha recolhido o lixo e, mesmo com um pouco de medo, fiz isso: tratei de colocá-lo na rua o mais rápido possível antes que o caminhão passasse.


Quando voltei pra casa, fui tomar um bom banho frio, mas de repente, ao ouvir o barulho inconfundível daquela máquina, saí do chuveiro como um raio, me enrolei na primeira toalha que encontrei e, em questão de segundos, já estava parada na porta da minha cozinha, que dá pro pátio por onde eles passam pra pegar o lixo. Bastou um deles me ver pra eu, bem na porta, deixar a toalha cair, ficando completamente nua diante dos olhos dele e, como se fosse a coisa mais normal do mundo, virei as costas e entrei em casa, deixando a porta da cozinha aberta.




Em poucos segundos, os quatro já estavam dentro da minha cozinha, me fazendo sentir a mulher mais feliz do mundo pelas próximas semanas.

1 comentários - Os Homens do Lixo Chegaram…

pejor_4 +1
Muy buen relato!!!!! Se me paro la pija mal!!!! Jajajaa