Minha primeira vez com minha irmã

Uma noite eu estava até tarde em casa vendo televisão, era sábado à noite e minha irmã Andrea tinha saído com o grupo de amigas dela pra algum bar da cidade. Tudo normal, ela é muito sociável, então sai direto com as amigas, enquanto eu saio pouco e sou mais de ficar em casa. Minha irmã Andrea tem 21 anos, é a mais velha, e eu sou o segundo filho, com 19. Andrea é uma garota muito gostosa, pele clara, cabelo castanho, corpo bem magrinho, peitos pequenos (32B) e uma bunda linda demais, bem redonda e empinada. Naquela noite, enquanto eu via TV, ouvi barulho lá fora, mas não liguei, sabia que era a Andrea. Umas meia hora se passaram e ela não entrava, isso começou a me preocupar, então resolvi dar uma olhada. Saí e vi um carro onde dava pra ver um cara e minha irmã se beijando bem apaixonadamente, o que me deixou meio com ciúmes, mas não dava pra fazer nada, então resolvi esperar ela lá dentro. Devo mencionar que minha irmã só teve uns dois namorados na vida toda, ela não é de ficar namorando direto, foca mais nos estudos. Acho que é porque nossos pais sempre foram muito rígidos com a gente, então cada vez que conseguia permissão pra sair, ela aproveitava ao máximo. Poucos minutos depois, Andrea entrou em casa. Ela estava num estado ruim, bêbada, mas ainda consciente, só parecia tonta e com dificuldade pra andar reto. Cheguei perto pra ver se tava tudo bem, e ela só fez um sinal de silêncio, apontando pro segundo andar. Entendi o que ela quis dizer: não queria fazer barulho pra nossos pais não descobrirem ela naquele estado. Peguei a bolsa dela e ofereci meu braço pra ela se apoiar, e ela fez isso. Então me preparei pra ajudar ela a subir pro quarto. Caminhamos até as escadas, mas na hora de começar a subir, ela quase tropeçou, fazendo um pouco de barulho, eu não ia conseguir subir mesmo que ela estivesse se apoiando em mim, então tive a ideia de segurá-la pela cintura, mas sem nenhuma maldade. Foi o que fiz, fiquei atrás dela, segurando-a com as duas mãos na cintura enquanto ela subia e eu ajudava empurrando um pouco. Aí, pela primeira vez, não consegui evitar de olhar pra minha irmã, como ela era gostosa. Ela estava usando um vestido preto curto que se ajustava perfeitamente ao corpo magro dela e realçava uma silhueta cheia de curvas entre a cintura e o quadril, mas o que mais se destacava era a bunda dela, parecia uma esfera gigante, e não vou mentir, a vontade que deu naquela hora de apertar e morder aquilo.

Entramos no quarto dela, e eu fechei a porta atrás da gente pra não sermos vistos caso algum dos meus pais acordasse. Andrea sentou na beira da cama e apontou pros pés dela, que estavam calçados com uns sapatos de salto. Entendi o que ela queria, então me inclinei e comecei a ajudá-la a tirar os sapatos. Quando levantei um pouco a cabeça, me deparei com uma imagem da minha irmã de pernas abertas na minha frente. Eu estava de joelhos diante dela, e ela, com o vestido, deixava eu ver a entreperna por baixo da saia. Dava pra enxergar o tecido da calcinha dela, que era preta, combinando com o vestido. Ela estava olhando pro teto enquanto eu me preparava pra tirar os sapatos, então decidi olhar mais, e fixei os olhos nela sem disfarçar, era impossível não olhar. Tirei um sapato e comecei a tirar o segundo quando ouvi ela me perguntar o que eu tanto tava olhando. Por reflexo, respondi rápido que nada. Fiquei com muita vergonha, então me concentrei em terminar de tirar o outro sapato. Foi aí que percebi que tinha demorado tanto pra tirar uns sapatos que nem precisavam ser desabotoados por ficar olhando pra ela, e no final ela acabou me pegando. Levantei na frente dela, meio nervoso e ainda muito... Envergonhado, então ela me pergunta: Andrea — não dói? Eu — o quê? — não entendia ao que ela se referia. Andrea — se não dói andar assim. Ela apontando pra minha virilha, onde marcava uma ereção por ter ficado olhando descaradamente pra ela. Fiquei ainda mais nervoso e só respondi que doía um pouco. Aí ela comentou que se doía era porque eu tinha o pau grande. Não sabia o que fazer naquele momento, tava com tesão, mas ao mesmo tempo nervoso e muito envergonhado por ela ter me pego olhando e percebido minha ereção. Achei que o melhor era vazar dali, mas então ela me segurou, pedindo um último favor: ela me pediu pra mostrar meu pau porque tinha ficado muito curiosa pra saber se era grande mesmo. Aí respirei fundo e, sem pensar muito, fui fechar a porta com o trinco e abaixei a calça do pijama que tava usando, deixando meu pau à mostra, já durasso. Minha irmã sentada na beira da cama e eu parado na frente dela com o pau apontando pra ela. Ela não tirava os olhos de cima. Eu olhava pra ela e parecia que ela não acreditava que o irmão dela tava de pau de fora na frente dela. Ela, sem dizer nada, esticou o braço e segurou meu pau com a mão, olhando de todos os ângulos e começou a sussurrar que era grande mesmo. Ela começou a brincar com ele de um jeito meio meigo, acariciando de cima pra baixo, mas sem chegar a me masturbar. Que tesão ver minha irmã naquela situação, algo que nunca passou pela minha cabeça. Andrea ficava mais excitada com o tempo, e eu percebia nas carícias dela, que cada vez ficavam mais intensas, até que chegou num ponto em que ela tinha meu pau enrolado na mão e me masturbava. Que prazer sentir a mão da minha irmã fazendo aquilo e ver ela fazendo. Eu, ainda nervoso, mas mais com tesão do que nervoso, coloquei uma mão na cabeça dela, sentindo um pouco o cabelo, e depois... Abaixei até o rostinho lindo dela, acariciei um pouco e olhei nos olhos dela, já não tinha mais volta. Desci minha mão até a perna dela e comecei a acariciar, ela continuava concentrada no meu pau, então decidi começar a subir pela perna dela. Subi um pouco esperando aprovação, mas ela parecia não se importar, então continuei subindo, acariciando cada centímetro da perna dela e da pele macia até que a ponta dos meus dedos sentiu o toque de bater em algo, era o tecido da calcinha fio dental dela, que estava encharcada. A Andrea estava toda molhada. Acariciei um pouco por cima do tecido molhado, mas não aguentei mais. Sentir como minha irmã estava molhada me fez explodir, gozei deixando pra Andrea meu gozo na mão dela e parte do braço. Eu gemia de prazer, tudo que tinha acontecido e o gostosa que a Andrea me fez terminar. Me afastei um pouco vendo como tinha deixado ela e então comecei a me sentir um pouco culpado, mas depois ela também se olhou em como tinha me feito gozar e soltou uma risadinha. Ela se levantou e com a mão livre começou a tirar a calcinha fio dental, passou pela mão e pelo braço se limpando da minha gozada e depois estendeu o braço pra mim me oferecendo. Peguei e fiz o mesmo, limpei com ela os restos de sêmen que tinham ficado. Estávamos numa situação muito excitante quando ela olhou de novo pra mão que tinha limpado, que ainda tinha restos do meu gozo que não conseguiu limpar. Colocou na frente do rosto e começou a lamber, colocando os dedos na boca pra terminar de limpar. Que situação quente e que tesão ver ela assim. Já estava de novo com uma ereção enorme, mas dessa vez ela só se aproximou de mim me dando um beijinho nos lábios e pediu pra eu ir embora. Levantei a calça e saí do quarto dela indo pro meu, ainda muito duro mas com a calcinha fio dental da minha irmã na mão. Aquela noite me toquei igual um louco a noite toda com a calcinha da minha irmã, lembrando de tudo que tinha acontecido e daquelas imagens que nunca vou esquecer. Essa foi nossa primeira experiência juntos. e o começo de uma relação entre irmãos.

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