Fuga na montanha com minha mãe IX

Depois da nossa intensa sessão na piscina e de relaxarmos um bom tempo nas espreguiçadeiras enquanto nossos corpos ainda sujos descansavam ao sol, nós dois decidimos ir tomar banho. Claro que já tínhamos confiança suficiente pra economizar um pouco de água, então entramos juntos. O banho começou bem calmo. Eu ensaboava ela e ela me ensaboava de um jeito inocente, mas obviamente isso não durou muito. As carícias começaram a se concentrar em lugares específicos, os beijos começaram a aparecer, e tudo ficou mais explícito. As gotas escorriam pelos peitos ensaboados dela enquanto eu acariciava e beliscava de vez em quando seus mamilos escuros e sensíveis. Depois de alguns minutos, ela começou a acariciar meu pau já duro, focando na minha glande e começando uma masturbação lenta e ensaboada. Eu tentei fazer o mesmo com ela, porque queria dar todo o prazer que ela tava me dando, mas ela afastou minha mão, se ajoelhou e engoliu meu pau inteiro de uma vez. Na hora, me impactou pra caralho, chegando a sentir minha glande passar além da campainha dela, parecendo por momentos que ia até a traqueia. Começou assim uma das suas deliciosas e profundas mamadas, dessa vez daquelas em que parecia que tava com pressa de me fazer gozar, coisa que ela era expert. Não foram muitas dessas chupadas rápidas e furiosas que precisaram pra me fazer jorrar tudo que tinha direto na garganta dela. Ela recebeu de boa toda minha porra, engolindo até a última gota e lambendo meu pau de cima a baixo, deixando bem limpinho. Depois de se certificar de que nenhum resto escapava, me deu um beijo suave nos lábios e pegou a toalha, pronta pra sair do banheiro.

— Amor, vou ficar confortável. A gente faz alguma janta mais tarde? — disse ela, corada pelo vapor do chuveiro e com um sorriso maroto.

— Claro, mãe, mas... antes eu tava afim de jantar outra coisa... — falei eu, querendo fazer ela aproveitar.

— Bom, pra Isso a gente vê depois, meu anjo. Vamos, se veste e a gente se vê lá embaixo.

Fiquei bem desnorteado por ela não querer ir mais longe, até duvidei se ela teria se arrependido dessas novas intimidades que a gente tava criando. Depois de nos vestirmos cada um no seu quarto, fizemos uma janta simples e, como nas outras noites, fomos pra varanda tomar umas cervejas sob o céu estrelado.

— Ei, mãe, posso te fazer uma pergunta?

— Ah, filho, ainda precisa pedir permissão... Vai, manda.

— Por que antes, no banheiro, você não me deixou fazer nada?

— Mmm... Bom, acho que às vezes a gente, mulher, gosta de assumir o controle da situação.

— Mas você não tava a fim de ir mais longe?

— Uai, filho, claro que sim, tava morrendo de vontade. Mas assumir o controle da situação às vezes me excita até mais.

— Então você curte a parada de dominar.

— Bom, acho que normalmente prefiro mais o papel de submissa, você viu antes quando me pegou pelo pescoço; meu Deus, só de lembrar minhas pernas tremem... — ainda dava pra perceber um pouco de vergonha nela ao falar desses assuntos, mas ao mesmo tempo já tava bem mais solta. — Mas de vez em quando, adoro assumir o papel dominante. Acho que por não estar acostumada, me esquenta mais que o normal.

— Pô, verdade que eu não fazia ideia de que você curtia essas paradas. Tipo, não que você fosse submissa ou dominante, mas no geral, não te imaginava pensando nessas coisas, sabe.

— Bom, filho, com seu pai é tudo mais simples. Como já te disse, eu amo ele, e isso já basta pra nossa relação continuar. Mas no sexo, a gente tem suas vontades, e essas férias não tão fazendo nada além de reforçar os pequenos desejos que eu já tinha, até descobrindo novas facetas de mim mesma...

— Pois saiba que me dá uma alegria danada fazer parte disso, mãe. E como eu disse, tô aqui pra qualquer coisa que você queira experimentar, se isso te fizer feliz. Ou não só experimentar, mas conversar também, que nem tudo vai ser... prática hahaha.

-Hahaha. Pois é, se é que nunca vou me cansar de dizer que tenho o melhor filho do mundo -ela disse sorrindo enquanto olhava para o céu estrelado-. Bom, agora que você falou nisso, me veio uma ideia do que a gente poderia fazer relacionado a isso que a gente tá conversando.

-É mesmo? E do que se trata?

-Olha, pode até parecer meio loucura pra você.

-Com você, nada me parece loucura, mãe.

-Tá bom, tá bom, que Dom Juan você está feito, hahaha -ela ria enquanto ficava corada-. Então, olha, me veio que a gente podia testar essa coisa de dominar e ser dominado por um dia inteiro, mas pra não ser só um no controle o tempo todo, a gente podia fazer turnos.

Ouvir essas palavras saindo da boca dela me deixou totalmente chocado. Ela tava propondo um jogo sexual? Minha mãe pedindo pra dominar e ser dominada sexualmente pelo próprio filho? Será que eu tava acordado mesmo, ou tudo era fruto do sonho mais incrível da história? Sem dúvida, tinham se passado só alguns dias, mas a mulher que eu conhecia quando cheguei nessa casa não era a mesma que tava falando comigo agora.

-Já entendi... Me conta mais -falei, fazendo o possível pra controlar o nervosismo.

-Então, a gente podia ter vários turnos cada um, e usar quando a gente achasse melhor. Cada vez que a gente usa um turno, perde um, até chegar a zero.

-Tá, acho que entendi. Seriam tipo uns tickets que a gente troca.

-Exato. O que eu não sei é quantos cada um devia ter. Dois te parece bom?

-Acho perfeito. Mas e aí, quanto tempo duram os turnos? Porque se a gente não botar um limite, vai ser uma bagunça.

-Tem razão, não tinha pensado nisso... Mmm... Já sei! O turno termina quando o dominante tiver um orgasmo. Mas o dominante pode mandar qualquer coisa, tipo desafios, tarefas de casa, etc. Não precisa ser só coisa sexual, porque como você disse, não vai ser só prática, hahaha.

-Parece bom, mas... o dominante pode ter um turno infinito, né? Quer dizer, se por exemplo for minha vez, posso ficar sem gozar o dia inteiro e te manter como uma escrava.

- Claro... E você está me dizendo que tem a oportunidade de fazer o que quiser com sua mãe - ela disse, enfatizando essas últimas palavras -, e vai decidir não gozar o dia inteiro?

- Touché.

- Hahaha. Bom, então tá resolvido. Mas claro, a gente precisa estabelecer algumas regras. O jogo começa amanhã quando a gente acordar, e o tempo vai contar a partir do primeiro que decidir gastar um turno.

- Valeu, parece justo.

- Outra regra é que não vale mandar nada em público ou que envolva outras pessoas, porque já tô te vendo me mandar comprar pão pelada ou algo assim.

- Mas mãe, como você pode pensar isso de mim? Eu nunca te faria passar por uma situação ruim. Não seria você que ia querer me mandar fazer algo assim?

- Bom... Hahaha, claro que não, bobinho. Como eu vou fazer meu pequenino passar vergonha? - ela disse, se jogando em cima de mim e me dando beijos efusivos pelo rosto todo.

- Tá bom, tá bom, acredito em você hahaha. Então, com sua permissão, vou pra cama, que tenho que pensar no que fazer com você amanhã - falei, dando um tapinha suave na coxa dela.

- Então não pensa muito, pra não ficar sem energia pra amanhã - ela disse, se aproximando da minha boca e me dando um beijo quente de boa noite nos lábios.

Em seguida, subi pro meu quarto, onde comecei a planejar tudo que faria no dia seguinte. A princípio, pensei em traçar um cronograma passo a passo, mas depois percebi que seria mais divertido deixar as coisas fluírem. Claro, pensei em algumas coisas básicas pra dar uma estrutura. Pesquisei no Google por algum Sex Shop na região e descobri que numa cidade próxima tinha uns dois com avaliações bem boas, então decidi ir dormir cedo pra acordar cedo e poder passar pra fazer algumas compras antes da minha mãe acordar.

Acordei na manhã seguinte umas sete horas. Me vesti. Rápido, peguei o carro da minha mãe, tentando não fazer muito barulho pra não acordar ela. Lá pelas sete e meia já tava na cidade, que, mesmo sendo pequena, tinha um monte de loja. Sabia que a loja que eu ia abria às oito, então ainda tinha que esperar. Mesmo assim, decidi estacionar e chegar perto pra ir olhando as coisas pela vitrine. Quando cheguei, vi que realmente tava fechada, mas a vitrine tinha uma infinidade de acessórios e brinquedos, então dava pra matar o tempo. A primeira coisa que notei foi umas algemas de veludo rosa. Sim, eu sei, clichê demais quando o assunto é dominação, mas é algo eficaz e que sempre rende bastante. Além disso, eu gostava da ideia de dominar, mas nunca curti a parada agressiva, tipo chicotes e essas coisas. Também reparei em algo que me chamou mais a atenção. Era um daqueles vibradores pequenos que se colocam na buceta, e que outra pessoa pode controlar pelo celular. Sem dúvida, sabia que isso ia deixar minha mãe louca, e pra que mentir, a ideia de controlar os orgasmos dela na palma da mão me deixava a mil.

Tinham passado uns minutos quando percebi que uma sombra de alguém apareceu na vitrine, que ficou uns segundos me observando. Depois disso, voltou pra dentro e logo ouvi a porta da frente se abrindo. Eu achava que não ia ter ninguém, mas pra minha surpresa, uma mina saiu pra me receber.

— Oi. Desculpa, posso ajudar em algo?

— Ah, oi. É que eu vim comprar algum brinquedo pra minha namorada — obviamente não podia falar pra quem realmente eram esses brinquedos —, mas não reparei direito que horas vocês abriam e cheguei um pouco cedo.

— Que estranho ver alguém tão cedo por essa cidade.

— Bom, a gente é de fora, na verdade. Viemos de férias pra uma casa rural aqui perto.

— Nossa, não me diga. Não é a casa da Mercedes, por acaso?

— Agora que você falou, nem sei o nome da mulher. A que aluga... Organizei tudo, foi minha m... -por pouco não caguei o pau, pensei- ...namorada... minha namorada.

- Foi uma mulher de uns sessenta anos que te atendeu, magrinha, cabelo castanho e curto?
- Sim, acho que sim.
- Então essa é a Mercedes. Pra ser sincero, você não é o primeiro que vai de férias pra aquela casa e passa na minha loja. Olha, cara, não sei o que tem naquele lugar, mas faz os casais se divertirem pra caralho.
- E como, kkkk -se eu te contasse, pensei-.
- Mas enfim, olha só, já são quase oito horas com essa conversa fiada. Vem, entra aqui e a gente vê no que posso te ajudar.

Quando a gente entrou, pude reparar melhor na mina e, puta merda, ela era uma gracinha. Bem baixinha, olhos verdes, cara muito bonita e um cabelo ruivo super chamativo. Era magrinha, mas com um peito bem grande. Claro, nada comparado com as tetonas da minha mãe, mas pela altura e corpo dela, destacava pra caramba. Devia ter uns 30 anos, o que me agradou, porque eu tava esperando uma senhora ou um velho, o que me deixaria mais sem jeito pra falar desses assuntos.

- Então, me diz, você tava procurando algo específico?
- Bom, sim e não. Quer dizer, vim com uma ideia, mas não conheço nada sobre brinquedos e essas paradas.
- Entendi. E que ideia era essa?
- Desculpa se eu tô meio sem graça, é que não costumo falar desses assuntos. Além disso, é a primeira vez que venho comprar algo num lugar assim.
- Relaxa, é normal. Antes de trabalhar aqui, eu também era bem reservada, mas no fim das contas, sexo é algo que a gente devia normalizar mais. E olha, se eu te contasse o que alguns clientes pedem aqui, você não acreditaria, então fica tranquilo que não vou me surpreender, kkkk.
- Valeu, tirou um peso das minhas costas, kkkk. Então, a gente tinha falado em fazer um joguinho de dominação. Nada pesado, só assumir o controle e essas coisas. Aí pensei em comprar algo pra deixar mais divertido.
- Olha só, então você deu com a pessoa certa. especialista. Sem dúvida, desde que descobri essa parada de dominar e ser dominada, meus relacionamentos melhoraram pra caralho. Porra, pareci um anúncio de teletenda, né? Kkkk.

- Pois é, falando nisso, até que pareceu um pouco sim kkkk. Olha, antes, olhando a vitrine, vi umas paradas que acho que podem ser boas.

- Uma delas são as algemas, né?

- Como você adivinhou?

- É no que quase todo mundo repara, e fazem bem. São um básico que pode render muito. E o que mais você tinha visto?

- A outra era tipo um vibrador com controle remoto.

- Ah, sim, sim. Caramba, parece que você tem um bom olho pra saber o que a gente, mulher, curte. Olha, esse chegou aqui faz pouco e, sinceramente, todos os casais que levaram falaram maravilhas. Eu mesma usei umas duas vezes e posso te dizer que sua namorada ia amar.

- Legal, então vou levar esses dois com certeza.

- Ótimas compras, sim senhor. E você tinha pensado em mais alguma coisa ou quer que eu recomende?

- Na real, não me vem mais nada à cabeça. Tem algo que você sugira?

- Olha, pelo que você me disse, tem umas paradas básicas que podem ajudar vocês. Por um lado, a questão da roupa é super importante, eu acho. No sexo, o pessoal sempre pensa em ficar pelado logo de cara, mas às vezes a roupa pode ter um papel bem legal. Olha, ali tem várias peças, se quiser dar uma olhada depois, talvez encontre algo que te agrade.

- Beleza, vou levar em conta.

- Por outro lado, um item indispensável são os lubrificantes. É verdade que todo mundo já usou um, mas a maioria compra os genéricos de supermercado. Num Sex Shop, obviamente, tem muito mais variedade: com sabor, retardador de orgasmo, especiais pra penetração anal, etc.

- Bom, a gente usa um pra massagem e tal, mas como você disse, é um qualquer. Esse negócio de retardador de orgasmo nunca ouvi falar, como funciona?

- Bom, é um lubrificante feito pra Principalmente pra quem sofre de ejaculação precoce, mas alguns casais usam pra o cara aguentar mais só por diversão — feito uma luva, pensei. Se nosso jogo ia ser baseado em trocar de turno toda vez que o dominante gozasse, isso cairia como uma luva. Mas, como minha mãe bem disse, seria burrice ter ela à minha disposição total e não querer gozar o dia inteiro, então isso seria só pra brincar um pouco com ela.

— Nossa, tá super bom. Quer dizer, não é que eu tenha problema de ejaculação precoce nem nada do tipo — eu sabia que não tinha problema nenhum, na verdade com minha mãe eu aguentava até mais que o normal, mas ao me justificar tão rápido parecia que sim —. Bom... então me convenceu, vou levar um desses retardantes e um normal.

— Demais! Fico feliz que você topou. Vai ver que dá um plus muito bom. Então vou presumir que vocês não são muito de sexo anal? Desculpa se soei meio grossa, hahaha.

— Não, fica tranquila, tranquila, no final vim aqui por algo, hahaha. Bom, a verdade é que nunca tentamos. Nunca nem conversamos sobre isso, mas pra mim pelo menos a ideia não me desagrada.

— Bom, então se eu fosse você, levaria um potinho pequeno caso vocês se animem durante as férias. Mas se achar que não vão usar, não precisa levar, hein, parece que tô tentando vender a loja inteira, hahaha — dava pra ver que a mina, além de gente boa, era sincera.

— Desse jeito vou acabar comprando tudo mesmo, hahaha. Mas não se preocupa, sério, agradeço pelos conselhos. Além disso, acho que você tem razão, vou levar e se a gente se animar, bom, melhor ter à mão.

— Sem dúvida você é dos meus, hahaha. Olha, e por último tenho algo um pouco mais ousado, então não sei se é o que vocês tão procurando. É esse pack de dominação que chegou faz pouco. Vem com uma venda, uma coleira com guia e um conjunto de lingerie especial. Pode parecer um O tema da coleira e da guia é um pouco pesado, mas assim como as algemas, são de um material bem macio e nada agressivo. Além disso, é algo que qualquer um dos dois pode usar. Por experiência própria, posso te dizer que não dói nada e que pode render bastante.

- É, parece um pouco mais pesado do que eu tinha imaginado, sim. - Caralho, por experiência própria, hein. Parecia que a mina já tinha testado tudo da loja -. Mas mesmo assim, acho que dá pra aproveitar bem. Você disse que a lingerie era especial, não é?

- Bom, a maioria das lingeries é feita pra ser sexy, mas na hora do sexo a gente acaba tirando tudo. Essa é feita pra não precisar tirar, porque tem uns fechos que dão pra abrir. Olha, vem aqui que eu te mostro.

Eu segui ela até a área de roupas, onde tinha uns manequins com conjuntos de lingerie vestidos.

- Olha, esses são o mesmo modelo, mas em cores diferentes. Como você vê, é um conjunto de renda bem comum, que vem com meias de liga, uma calcinha, um sutiã e uma camisola fina. A graça é que tem uns botões em lugares estratégicos, assim você pode desabotoar a parte que cobre o peito ou a que cobre a buceta, deixando a estrutura de renda em volta, mas com as áreas erógenas de fora.

- Entendi, entendi. Achei uma ideia genial, muito mais prático do que a roupa tradicional. Então vou levar o branco, acho que minha namorada vai gostar bastante.

- Tenho certeza que sim. Olha, se quiser, vou preparando tudo aqui. Enquanto isso, dá uma olhada na seção têxtil, talvez você encontre mais alguma coisa que ela goste. E se ver algo que te chame a atenção ou tiver alguma dúvida, pergunta sem medo.

- Perfeito, vou ver o que encontro.

Depois disso, dei mais uma olhada na loja e acabei comprando mais um conjunto. Usei o dinheiro que tinha ganhado no verão, dinheiro que eu planejava investir em alguma viagem ou festival com os amigos, mas pensando bem... Esse era um plano bem mais apetitoso pra gastar dinheiro. Assim que entrei no carro, fui revisar tudo que tinha levado. De um lado, as algemas, que eu tinha certeza que ia usar. Do outro, seguindo na mesma linha, o kit de dominação. Sabia que a venda e a lingerie eu usaria de qualquer jeito, mas o resto me dava um pouco mais de vergonha. Abri a caixa e, de fato, o colar era bem macio, acolchoado por dentro e forrado com uma espécie de veludo, então seria super confortável de usar. Além disso, com certeza nós dois íamos curtir, já que eu tinha descoberto o quanto ela adorava ser agarrada pelo pescoço, e o quanto eu adorava agarrá-la. Os lubrificantes, como a moça tinha dito, eram um básico que eu compraria de qualquer jeito, mas não esperava que tivessem usos tão interessantes. E, por fim, o vibrador com controle remoto, com certeza o que eu mais tava afim de testar. Nem preciso explicar o tesão de poder controlar o prazer da sua própria mãe a qualquer momento com um único botão, acho que vocês já tão ligados.

Com essa bobeira toda, já passava das nove e minha mãe não demoraria pra acordar, então voltei rápido pra casa. Quando cheguei, preparei um café da manhã caprichado. Torradas, café, fruta, um pouco de tudo. Depois de tudo pronto, subi pra dar bom dia. Entrei devagar no quarto, percebendo que ela ainda tava dormindo, já que tudo estava escuro. Abri as cortinas e vi o sol refletindo na pele dela, coberta só por uma camisola fina e fresca. Sem dúvida, minha mãe me deixava louco, mas além do tesão, dava pra dizer que ela era uma mulher linda.

— Bom dia, mamãe — falei com um tom de voz suave enquanto dava um beijo na bochecha dela. — Vamo, que o dia já começou.

— Ah, bom dia, meu anjo... — ela disse com os olhos ainda fechados, enquanto se sentava devagar. — Que horas são?

— Quase dez.

— Aiiii, amor, é muito cedo... — ela respondeu. enquanto se deitava de novo, se cobrindo da luz com os lençóis — Tô de férias, me deixa dormir mais um pouco.

— Nada disso, hoje é um grande dia e tem muita coisa pra fazer. Além disso, agora mesmo decido começar meu primeiro turno, então você tem que me obedecer e levantar — falei eu entre risadas.

— Primeiro turno? Não faço ideia do que você tá falando...

— Anda, anda, não se faz de sonsa. Vamo logo, que preparei o café da manhã e vai esfriar. E mais, comprei uns presentinhos pra você, mas só vou te dar se você se comportar direitinho, claro.

— Café da manhã? Presentes? Pô, então não vai ser tão ruim assim, eu pensei que você ia me deixar de empregada o dia inteiro.

— Mas que tipo de filho você acha que eu sou? Anda, te espero lá embaixo. — falei enquanto saía pela porta.

Depois de alguns minutos, minha mãe finalmente desceu pra sala de jantar, onde eu tinha preparado um bufê completo do jeito dela. Naquele momento, percebi que era algo que nunca tinha feito por ninguém, por nenhuma das minas com quem tinha ficado. É verdade que a maioria dos rolos que tive (que não foram muitos) eram umas transas que geralmente davam em nada, mas a sensação aqui era diferente. Não posso dizer que o que eu tinha com minha mãe era um relacionamento amoroso de namorados, mas também não era só uma putaria, e muito menos uma relação de mãe e filho, claro. Digamos que era uma mistura estranha. De um lado, tinha o amor incondicional que um filho sente pela mãe e vice-versa, que ainda é uma relação amorosa, mesmo que não romântica. Do outro lado, claro, tinha a parada do desejo sexual. Já fazia um tempo que eu sentia tesão pela minha mãe, algo que acho que quase todo mundo já sentiu uma vez (pelo menos quem tá me lendo, tenho certeza que sim). A questão é que esse desejo era uma fantasia, então nunca imaginei que fosse recíproco. Eu queria minha mãe, queria soltar meu lado mais animal com ela, mas ela sentia o mesmo. Ela queria me foder e só a mim, e eu, claro, queria que ela me fodesse. Esse desejo, claramente potencializado pelo fator tabu do incesto, e somado ao amor mais forte que existe, o de uma mãe e um filho, criava uma relação de outro nível, uma relação que me fez ver que eu não queria só sexo, mas que estava realmente me apaixonando por ela.

Depois das minhas reflexões mentais, começamos a tomar café da manhã enquanto conversávamos. Obviamente, algumas piadas sobre o que aconteceria no dia começaram a surgir, mas não se tornaram o assunto principal da conversa, nem a deixaram explícita. Isso, em parte, me agradou, porque podíamos falar de coisas além da nossa relação, conversar como duas pessoas realmente se conhecendo.

— Ei, amor, agora que pensei, de onde você tirou esses presentes que disse que tem?
— Antes de você acordar, peguei o carro e fui até a cidade fazer umas compras.
— Pegou o carro? Que estranho pra você. No praticamente um ano que você tem a carteira, nunca quis usar.
— Bom, pra você ver que estou ficando mais velho. Além disso, tava afim de ter um agrado com você.
— Awww, querido, isso é muito doce da sua parte — disse com cara emocionada e acariciando meu rosto com ternura. — Poxa, agora me sinto mal, você me trata como uma rainha e eu não tenho nada pra te compensar.
— Não seja boba, mãe. Você sempre me deu muito, então agora sou eu quem tem que te compensar. Além disso, essas férias por si só já foram um puta presente pra mim, acredite, hahaha.
— Bom, acho que pra nós dois foram umas férias muito boas — disse com o rosto corado.
— Fico feliz em saber. Sério, nem nas minhas maiores fantasias eu imaginaria ter algo assim com você, é como um sonho.
— Fantasias? Não me diga que você já via sua mãe desse jeito... Quer dizer, que você sentia... Sabe... — ela começava a ficar nervosa.
— Tesão por você? Vamos, mãe, você sabe perfeitamente que me deixa louco desde anos. Ou você acha que quando sua calcinha sumia era por acaso?
—Bom, acho que nunca parei pra pensar seriamente nisso. Quer dizer, até pensei que você tinha pegado, mas só porque te chamava a atenção, sabe, curiosidade da idade e tal.
—Por causa da idade, claro. Então antes de vir pra cá, aquelas calcinhas molhadas que você pegou no meu quarto, estavam assim por curiosidade, né?
—Bom, tudo bem, tenho que admitir que aí comecei a desconfiar um pouco hahaha. Mas o que eu sabia mesmo era que você me espiava quando eu tomava banho.
Aí a situação me deu um pouco mais de vergonha, porque eu achava que ninguém nunca ia descobrir aquilo. No dia em que descobri aquela fresta na porta do banheiro, pensei que era uma das maiores conquistas que já tinha feito, embora hoje em dia considerar ver minha mãe pelada como uma conquista seja meio fraco, claro.
—Como assim? Você... Você sabia? E por que nunca me deu uma bronca?
—Bom, achei que era normal. Nunca fui muito exibicionista, na verdade bem o contrário, mas não me importava que meu filho me visse pelada. Imaginei que se você tinha curiosidade, melhor me ver do que ficar procurando coisa na internet ou gastando dinheiro com revistas.
—Pois é, não fazia ideia, mãe. Ah, e outra coisa, você não contou pro pai, contou?
—Ah, filho, não, não, tava com muita preguiça de aguentar sermão. Mas tive que parar de me masturbar no banheiro e comecei a fazer no nosso quarto, claro, porque uma coisa era você me ver pelada e outra era me ver no ato.
—Opa, opa, pois se não me engano, outro dia você me disse que não fazia essas coisas, hein — falei brincando.
—Bom, é que uma mãe tem que parecer séria na frente do filho, senão o que você ia pensar de mim se me visse fazendo essas coisas? — os dois rimos pela ironia.
—Pois é, no dia antes de vir pra cá você não se segurou, hein, eu falei que tinha ouvido, mas te vi lá se acabando...
—Pra ser sincera, nem pensei nisso. Naquele momento eu tava tão excitado que nem pensei que você pudesse estar me olhando. Obviamente, quando saí e vi a porta do banheiro recém-lavada, percebi que não fui só eu que curtiu hahaha — e a gente riu de novo.
— Viu, mãe, você me deu mais presentes do que imagina.
— Olha, no fim das contas, não vou ser uma mãe tão ruim assim.
— Tão ruim não, você é a melhor mãe do mundo, por isso te amo — falei, me aproximando da boca dela.
— Também te amo, meu bem.
Depois disso, nossos lábios se encontraram, se fundindo num beijo doce e romântico que durou vários minutos.
— Sabe, mãe, tô pensando que se você quer mesmo me compensar, podia me convidar pra almoçar. A gente tá há dias trancado em casa e tá com vontade de sair um pouco, não acha?
— Olha, você tem razão. Achei a ideia tão boa que vou até ignorar que você me enrascou pra eu ser a pagar hahaha.
— Hahaha. Então, que tal a gente sair daqui umas uma e meia, por aí?
— Perfeito, assim dá tempo de pegar um sol e me arrumar.
Depois disso, a manhã foi passando e cada um fez o que quis. Minha mãe passou boa parte da manhã tomando sol e lendo, enquanto eu aproveitei pra tomar banho e ver umas séries que baixei no iPad. Mais tarde, ela entrou no banheiro pra se lavar e se arrumar, ficar gostosa, basicamente. E olha se ficou.
Lá pela uma e meia, eu já tava na sala vestido e pronto pra sair. Não me vesti como se fosse pra um casamento, mas caprichei mais que o normal: uma camisa azul e uma calça branca comprida. Quando minha mãe finalmente apareceu na porta, quase tive um infarto de tão gata que tava. Ela usava uns saltos não muito altos, só o suficiente pra realçar a silhueta bonita; uma saia pouco acima do joelho com estampa xadrez preta e cinza, e uma blusa de manga comprida verde escura. A blusa quase não tinha decote, mas é verdade o que dizem: às vezes é melhor sugerir. o que ensinar, e este era um caso claro. O cabelo estava solto com seu ondulado natural, e ela ainda tinha se maquiado um pouquinho, destacando suas já bonitas feições. Sem dúvida uma autêntica MILF de passarela.
Depois disso, entramos no carro e ela dirigiu até um restaurante no centro da mesma cidade que eu tinha visitado horas antes. Era um italiano com boas avaliações, nada de outro mundo, claro. Um restaurante simples, mas que tinha boa pinta. Bom, o resto vocês já podem imaginar: comemos, bebemos e conversamos. A graça veio quando, bem antes das sobremesas, resolvi dar o primeiro presente a ela. Como vocês já devem imaginar, sim, eu tinha trazido o vibrador de controle remoto. Enquanto minha mãe estava no banho, aproveitei para deixar tudo configurado e vinculado ao meu celular, então ela só precisaria colocar e pronto. A moça da Sex Shop tinha colocado tudo em saquinhos bem discretos e nada reveladores, então era seguro tirar ali na frente sem ninguém suspeitar de nada.
— Bom, mãe, queria esperar até chegar em casa, mas aqui está, seu primeiro presente.
— Ai, filho, mas não precisava — disse ela, começando a abrir.
— Não, não, espera. É um pouco delicado, seria melhor você ir ao banheiro para abrir.
— Uai, que medo você me dá. Mas me dá uma pista, vai.
— Nada, nada, senão estraga a surpresa. Vai ao banheiro e você vai ver. Vem um livrinho dentro com os passos que você tem que seguir.
Depois de me olhar com cara de dúvida e intrigada, pegou a bolsa e foi até o banheiro. A caixa realmente vinha com um livro com as instruções para ela, mas não dizia nada sobre como usar, porque isso vinha em outras instruções que eu mesmo tratei de tirar. Assim, a surpresa estaria garantida, já que ela só saberia que era um vibrador, mas não que eu poderia controlá-lo. Depois de alguns minutos, voltou para a mesa com o rosto meio corado e me olhando estranho.
— E aí? Gostou?
— Bom, mentiria se diria que não, mas não entendo muito bem o que é. Tipo, eu li o que é, mas não faz nada.
-Mas você já...
-Sim, sim -ela disse me cortando rápido e olhando pros lados meio envergonhada-.
-Mas você tá usando... Sabe como é...
-Sim, bom, era o que tava nas instruções.
-Pois é, não sei. Olha, se quiser, vai no banheiro e tira, vai que tá com defeito.
-Vão pensar mal se eu for tanto no banheiro, hein -ela falou entre risadas enquanto se levantava-.
-Hahaha. Ei, por falar nisso, já tô cheio. Quer que a gente peça as sobremesas pra levar?
-Pra mim tá ótimo, agora não tô com fome, mas depois com certeza vou querer.
Depois disso, ela se levantou e foi pro banheiro. Assim que vi ela entrar, esperei uns segundos e decidi ativar o primeiro nível de vibração antes que ela tirasse. Obviamente não pude ver o que aconteceu naquele momento, mas conseguia imaginar perfeitamente a cara dela de choque, mistura do prazer repentino e inesperado com a confusão lógica. Ela não saiu do banheiro por um bom tempo, então deduzi que não tinha tirado o vibrador, mas sim que tinha aceitado não deixar escapar aquele tesão que aquele amiguinho desconhecido tava dando pra ela, ou melhor, que eu tava dando. Fui brincando com os níveis, subindo e descendo, mas depois de vários minutos decidi colocar na potência máxima, já que sabia que ela devia estar implorando pra gozar. E não demorou muito pra ela sair do banheiro, com a cara vermelha que nem um tomate e algum botão da camisa mal abotoado. Da minha parte, dei um sorriso, sorriso que ela devolveu com os olhos arregalados de susto. Pagamos e fomos embora com as sobremesas, disfarçando e sem comentar nada até chegar no carro, porque o tempo que ela ficou no banheiro e como saiu já eram suspeitos o suficiente. Quando chegamos no carro, isso mudou, claro.
-Tá bom, você vai me explicar agora que porra de pussy foi essa -ela disse séria, mas nem um pouco brava-.
-Por quê? Não gostou do seu Presente? —eu dizia entre risadas—
—Se eu gostei? Seu filho da puta, quase desmaiei de tesão quando começou a vibrar. Não sei como você fez isso, mas foi incrível.
—É um vibrador com controle remoto hahaha. Olha, eu tava controlando ele por um aplicativo no celular.
—Tá de sacanagem? Então você tá me dizendo que aquilo que eu senti, você tava fazendo da mesa?
—Mais ou menos.
—Que filho pervertido que eu tenho! —ela finalmente riu— Pois ainda bem que não tinha ninguém no banheiro, vai ver como eu explico por que quase caí no chão hahaha.
—Hahaha. Bom, fico feliz que você gostou do seu primeiro presente.
—Primeiro? Porra, se todos forem assim...
—Bom, esse com certeza era o melhor, mas os outros têm seu charme.
—Contanto que sejam metade tão divertidos quanto esse, já vale. Uffa, que calor que me deu... Pô, isso me lembra, não era pra ser a sua vez de dominação? Porque acho estranho você ainda não ter me pedido nenhuma putaria das suas.
—Das minhas? —falei olhando pra ela com cara de reprovação enquanto ambos ríamos—. Bom, não pedir coisas não significa que não tô usando minha vez. Por exemplo, sei que agora você pediria pra testar o vibrador de novo, mas sou eu quem decide quando e onde usar —falei me aproximando da boca dela e olhando fixo nos olhos dela—.
—Porra, amor... Você não faz ideia do tesão que me deu agora —ela disse sussurrando e em seguida me beijando de um jeito totalmente animal.
—Mmmm... Pois acho que você vai ter que ficar na vontade. Que tal a gente subir num mirante pra comer as sobremesas?
—Acho que vou ter que me contentar —ela disse retomando a compostura e ligando o carro—. Mas o que eu tava afim de comer era outro tipo de sobremesa...
—Olha só que mãe puta que eu tenho...
Não vou negar que naquele momento eu tava com a pica prestes a estourar, e que se fosse outra situação eu teria implorado pra gente ir direto pra casa. Mas naquele Momento, acho que me toquei do porquê no dia anterior minha mãe não quis continuar com nossas brincadeiras no chuveiro. Com certeza, tem vezes que deixar a outra pessoa com vontade de te possuir na hora dá um tesão que poucas vezes senti. Depois disso, subimos até um mirante que ficava logo acima da montanha, a uns minutos do restaurante. Resolvemos sair pra comer as sobremesas do lado de fora enquanto apreciávamos a vista da cidade, mas em menos de cinco minutos, infelizmente, começou a cair um toró, então tivemos que nos refugiar rapidamente no carro de novo. Isso fez com que o resto dos carros na área e o pessoal que estava passeando fugissem na hora, nos deixando completamente sozinhos na tempestade. Depois disso, o silêncio tomou conta, um silêncio que só era quebrado pelas gotas de água batendo no capô do carro enquanto a gente se olhava nos olhos, sabendo o que ia rolar.

— Lembra que você me perguntou se era minha vez de dominar?
— Humm... — ela fez, com cara de curiosidade.
— Então, acho que chegou a hora de te mostrar. Vamos pra trás, que a gente fica mais à vontade.

A gente se enfiou nos bancos traseiros pra não ter que sair e se molhar. Por sorte, temos uma minivan bem grandona, então não foi difícil se mexer. Já mais confortáveis, mandei ela sentar no meu colo e, depois de acariciar o cabelo dela e nos olharmos nos olhos, a gente se entregou num beijo apaixonado, lento mas sem parar. Começamos como se tivéssemos vergonha, só usando os lábios enquanto nos acariciávamos, mas eu não demorei pra começar a enfiar a língua e explorar a boca dela. Isso fez com que aquele beijo inocente virasse uma dança de língua e saliva como poucas que já vivi, deixando uns fios de baba entre nossas bocas quando a gente parava pra se olhar nos olhos. Eu tirei a camisa como pude enquanto ela começava a desabotoar a blusa dela, blusa da qual ela se soltou quase ao mesmo tempo que do sutiã. De novo eu tinha aqueles peitos lindos na minha frente, aqueles peitos pra os quais eu tinha dedicado tantas punhetas, mais uma vez ao meu alcance. Comecei a beijar o pescoço e os ombros dela, descendo devagar enquanto ela se esfregava em mim e acariciava meu cabelo. Com as duas mãos, consegui a duras penas agarrar aquele par de melões, enquanto minha boca começava a devorar aqueles mamilos gostosos, rosados e escuros, que me deixavam louco. Isso fez com que os movimentos dela ficassem mais intensos, se esfregando na minha coxa e deixando minha perna cada vez mais molhada.

— Nossa... Parece que a mamãe tá ficando brincalhona...

— Mmm sim, querido... Você sabe o quanto eu adoro quando você chupa meus peitos... Agghhh mas cuidado, que você sabe que eles tão muito sensíveis...

— Fica tranquila, amor — falei entre lambidas e mordidinhas leves, dando uns chupões nos seios dela —. Me diz... você quer que eu coma outra coisinha?

— Ufff sim... Adoraria...

— Mas você tem que pedir por favor — falei, apertando um pouco mais os mamilos dela.

— Aghhhs sim... Por favor, querido, eu quero... Quero que você me coma... Tô muito molhada e quero que você chupe minha buceta...

Depois disso, a gente se virou e eu coloquei ela no banco, tirando tudo dela menos a saia, que dava um toque bem safado. Também tirei o vibrador, e ela fez cara de criança que acabou de perder um doce, mas não ligou muito quando lembrou do que ia rolar. Comecei do jeito que eu gosto, com beijinhos suaves por toda a área, me aproximando devagar enquanto admirava aquela buceta molhada. Sem um pelo, bem inchada, meio vermelha de tesão, e escorrendo aqueles fluidos gostosos e viscosos, o que mostrava que tava pronta pra ser comida. Não fiz questão de esperar e dei uma lambida longa, começando quase pelo cu e depois passando pros lábios menores sensíveis e, finalmente, chegando no clitóris excitado dela. Isso, claro, fez com que a respiração acelerada dela logo se transformasse em gemidos. Depois de algumas lambidas, resolvi focar em chupar o clitóris enquanto a penetrava com dois dedos. Ela, por sua vez, se concentrou em gemer e gritar cada vez mais alto, enquanto tentava levar os peitos à boca, lambendo e chupando os mamilos delicados. Não demorou muitos minutos até ela começar a dar sinais de que estava perto, então resolvi agarrá-la, abrindo bem as pernas dela, praticamente tocando um pé em cada janela, enquanto chupava e lambia com mais força do que nunca. As costas dela começaram a arquear e os gritos ficaram ainda mais altos, soltando entre espasmos um jato de gozo que foi direto na minha boca — jato que, claro, recebi de bom grado, engolindo até a última gota que saiu das entranhas da minha mãe. O orgasmo, porém, não parou por aí; continuei lambendo sem parar um segundo, fazendo com que fossem mais de uma e de duas as gozadas que minha mãe me deu entre gemidos e espasmos de puro prazer.

— Uff, querido... Não sei como... Mas você sempre faz eu gozar igual a um animal...
— Adoro te ver assim, mamãe — falei enquanto continuava beijando a entreperna encharcada dela.
— Bom... — ela ainda estava recuperando o fôlego — Agora vai me deixar compensar?
— O que você quer fazer comigo?
— Quero chupar seu pau, querido... Mamãe pode te fazer um boquete?
— Vejo que você está aprendendo a pedir as coisas. E se eu disser que não?
— Mamãe ficaria muuito triste — de novo, ela usava aquela voz de menina boazinha enquanto fazia biquinho, sinal de que estava completamente entregue ao jogo.
— Bom, se você fosse ficar tão triste...
A expressão dela se encheu de um sorriso lascivo enquanto eu me sentava ao lado dela. Depois disso, ela se ajoelhou entre minhas pernas, tirou minha calça e agarrou meu pau, começando a beijar a parte de baixo dele. Dessa vez, parecia não ter pressa, dando lambidas lentas pelo tronco, descendo até as bolas e colocando-as na boca, para, finalmente, chegar até a glande. Ela começou ensabivando ele com chupadas suaves, o que na verdade nem precisava, já que meu pau tava todo lambuzado de líquido pré-seminal desde que começaram os beijos. Depois de um bom tempo de masturbação lenta e lubrificada, começou a parte boa de verdade. Assim, ela abriu bem a boca pra engolir toda minha extensão até o fundo, mas dessa vez de um jeito bem devagar, então pude sentir cada cantinho da boca dela. Nunca vou esquecer a sensação que tive, meu pau passando além da garganta dela, com ela se alargando aos poucos, abrindo caminho enquanto a língua dela lambia minhas bolas. Se o céu existisse, não devia ser muito diferente daquilo, pensei.
— Porra, mamãe... Tá me matando...
— Ghhhh... — adorava ver ela tirando meu pau inteiro aos poucos, deixando uma cortina de baba que ela recolhia pra poder me punhetar com facilidade —. Tá gostando, amor? A mamãe tá fazendo direitinho? — disse com um sorriso pra continuar chupando.
— Aghhh, caralho... Adoro... Adoro como você chupa bem...
— Eu adoro mais ainda chupar ele... Mmm... Quero comer seu pau e depois você me dar leite...
— Ufff... E onde você quer? Onde quer que eu goze? Aghhh...
— Onde você quiser, amor... Agora sou sua putinha, querido, pode fazer o que quiser comigo...
— Aghhh... Então quero... Porra, quero gozar dentro de você... Aghhh quero te foder e encher essa bucetinha com meu leite...
— Achava que nunca ia me pedir...
Depois disso, ela me deu uma boa garganta profunda e se levantou pra ficar por cima de mim, exatamente na mesma posição que tudo tinha começado. Não demorei muito e direcionei meu pau duro pra entrada quente dela, enfiando a ponta aos poucos enquanto ela se sentava bem devagar. Nossos genitais lubrificados não demoraram a se unir numa penetração lenta, mas intensa, sentindo como a bucetinha apertada e macia dela era aberta e empalada até o limite pelo meu pau duro e veiudo. Começamos assim uma foda lenta e gostosa, a que minha mãe conduzia com movimentos lentos, mas profundos, aproveitando nossos corpos enquanto nos beijávamos e acariciávamos. Sabe aquela sensação no estômago quando você está numa montanha-russa? Ou quando um carro arranca muito rápido? Pois era exatamente essa sensação que eu estava sentindo a cada uma daquelas penetrações lentas e profundas.

— Porra, mamãe, adoro como você é apertada...
— Isso é porque seu pau me mata, querido... Aghhh, você está tão duro que parece que vai me partir...
— Agghhh... Então vai com calma, amor... Aproveita esse pau enquanto me fode...

A coisa aos poucos começou a pegar ritmo. Ela começou a se esfregar com mais vontade, apertando o clitóris contra meu púbis e começando a gemer no meu ouvido, me dando até umas mordidas na orelha. Eu comecei a chupar os peitos dela com lambidas suaves, lambidas que foram ficando mais brutas conforme minhas penetrações começavam a pegar um ritmo mais forte. Isso fez com que ela parasse de se esfregar para começar um sobe e desce enquanto as mãos dela se agarravam às alças do carro, mostrando que não era a primeira vez dela dentro de um. Nossa fodida começou a ganhar velocidade e brutalidade, dando vazão à nossa paixão incestuosa e ao nosso desejo depravado. O carro pulava debaixo da chuva, mas os únicos sons que se ouviam eram nossos gemidos misturados com os estalos das minhas investidas contra a buceta pulsante e encharcada dela.

— Aaaghhhh, porra, querido... Sim... Siiiim... Continua, pelo amor de Deus...
— Você gosta, mamãe? Aghhhh... Gosta de estar fodendo o próprio filho? — eu adorava jogar esse jogo, e sabia perfeitamente que isso a excitava mais do que tudo.
— Agghhhh, sim, love, adoro... Ufff... Adoro foder com meu filho...
— Agghhh, porra... Você é uma mamãe muito putinha... Mmmm, aposto que no restaurante você estava morrendo de vontade de eu te foder no banheiro...
— Sim, querido... Aghhh, queria que você me arrombasse ali mesmo... Porra, continua... Continua! Aggghh... -Aaghhhh sim... Monta em mim, mamãe... Ufff quero que você goze com meu pau...
-Sim, amor, por favor... Quero gozar... Agghhh quero gozar e você me encher de porra... ¡Agghhh!
-Quer gozar? Então me pede... -falei acelerando um pouco mais as penetrações- ¡Agghhh porra! Me pede como uma menina boazinha...
-¡Aaaghhhh! Por favor, gostoso, me fode! Ufff adoro como você me come gostoso... Me arrebenta até eu gozar, pelo amor de Deus...
-Aaghhhh porra, mamãe, você tá me matando... Mmmm... Então vou te dar o que é seu... Vou te foder e encher essa bucetinha tão gostosa que você tem... Aghhhhh...
Nesse momento, uma das minhas mãos foi direto agarrar o pescoço dela, fazendo meu antebraço ficar preso entre aquele par de peitos, que pulavam pra cima e pra baixo, roçando meu rosto de vez em quando. Minha outra mão foi pra bunda dela, mais especificamente pro cu, enfiando com muita facilidade o dedo do meio, e depois um segundo dedo. Isso fez minha mãe soltar um grito de prazer que devia ter dado pra ouvir na montanha toda, coisa que não importou pra nenhum de nós.
-¡Uiiii assim, assim! Me arrebenta o cu, céu... ¡Aaaghghhh!
-Você gosta de levar no cu, hein... Aghhh porra... Porra, mamãe, tô quase... ¡Aaghhhh!
-Eu também, amor... Aghhh sim... Me fode gostoso do jeito que você sabe, filho... ¡Aagghhh porra!
-Aaghhhh vamos, amor... Goza pra mim... ¡Aagghhh! Sê uma putinha boazinha e goza pro seu filho!
-¡Sim! ¡Agghhh porra, sim! -ela gritava enquanto também me agarrava pelo pescoço-. Que gostoso, meu Deus... Tô gozando... ¡Tô gozando, tô gozando! ¡SUA PUTINHA TÁ GOZANDO, AMOR! ¡AAGGHHHH!
-Eu também tô gozando, mamãe... Merda, vou gozar... ¡AAGGHHH! ¡VOU GOZAR, VOU GOZAR!
Nesse momento, ela caiu exausta entre espasmos no meu peito enquanto eu a abraçava, mantendo meu pau enfiado completamente na buceta dela, como se tentasse inseminá-la. Pude sentir uns seis ou sete jatos se esvaziando nas entranhas dela, fazendo com que, depois de um tempo, meu leite, misturado com a gozada dela e a fluidos começaram a transbordar, manchando minhas pernas já molhadas. Nessa mesma posição e com nossos corpos ainda enganchados, passamos vários minutos abraçados, nos mimando e comendo a boca um do outro, como dois amantes depois da noite de núpcias. Isso, claro, fez com que minha pica, que mal tinha desinchado dentro da sua buceta quente e pulsante, começasse a pedir mais ação. O problema veio quando ela me lembrou (com um sorriso malicioso) que eu tinha gozado, então meu turno tinha acabado. Depois disso, relaxamos um pouco entre carícias e chamegos, pra depois limpar da melhor forma possível a bagunça que tínhamos feito e voltar pra casa. Era verdade que meu turno tinha terminado, mas eu sentia curiosidade e um tesão danado em ver o que minha mãe teria preparado pra mim.

Continua...

4 comentários - Fuga na montanha com minha mãe IX