Eram umas 14h da quinta-feira e, como sempre, eu tinha preguiça de sair da cama, ainda mais depois do turbilhão de emoções que vivi na noite anterior. Assim que acordei, a primeira imagem que veio na minha cabeça foram os peitos da minha mãe, aqueles peitos que poucas horas antes eu tinha apalpado à vontade. Caralho, eu não acreditava, sério, cheguei a duvidar se tinha sonhado ou se minha mãe realmente tinha deixado eu amassar aquelas tetonas. E pelo próprio filho, nada mais nada menos! Claro, antes de perceber, já estava com a barraca armada, o que me lembrou que eu tinha que lavar as calcinhas que escondi debaixo da cama pra minha mãe não desconfiar de nada. Minha surpresa veio quando fui pegá-las e elas não estavam mais lá. Porra, virei o quarto de cabeça pra baixo, procurei em todos os cantos, debaixo da cama, gavetas, armário, mas nada de nada. Não tinha dúvida, minha mãe tinha entrado de manhã cedo procurando roupa pra lavar e levou elas. Nunca fiquei tão assustado na vida, sério, fiquei quase uma hora sem sair do quarto pensando em como ia explicar aquilo.
Num momento, lembro que criei coragem e fui direto pra cozinha enfrentar a bronca foda que ia cair em cima de mim. Mas não encontrei minha mãe, só vi o varal com toda a roupa recém-estendida. Com certeza, lá estavam as calcinhas dela, perfeitamente lavadas e sem uma única mancha de toda a porra de gozo que tinha caído nelas na noite anterior. Não deu tempo de reagir quando minha mãe apareceu pelas costas, chegando de fazer umas compras.
— Oi, querido! Dormiu bem? — ela disse com uma voz doce enquanto me dava um beijo na bochecha.
— Sim... — respondi rápido, meio sem graça. — Preguiça de sair da cama, mas ia começar a arrumar a mala pro fim de semana agora.
Eu não entendia nada. Na hora, só pensei em me fazer de louco com essa besteira de mala. confirmar que estava tudo bem, e que ela não queria cancelar a viagem.
—Anda, que estranho pra você não deixar pra última hora, hein hahaha. Bom, enquanto isso, se não se importa, vou tomar um banho, porque com esse calor que tá, vim toda suada. Depois preparo alguma coisa pra comer, tá?
—Tá bom, mãe, pra mim tá perfeito! —eu tava sem acreditar.
A única explicação que veio na minha cabeça era que ela devia ter pegado umas roupas no escuro e jogado na máquina de lavar sem olhar direito. Deus, do que eu tinha escapado. Claro, assim que minha mãe entrou no banheiro e o susto passou, os pensamentos quentes voltaram na hora. A pica já tava começando a endurecer quando ouvi a torneira do chuveiro e, sem pensar duas vezes, fui pra lá. Espiei silenciosamente por uma fresta da porta que dava pra ver o banheiro inteiro, uma fresta que eu tinha descoberto há anos e que permitia ver sem ser visto. Olhei direto pro chuveiro com a pica já na mão pra me deliciar com o corpo gostoso da minha mãe todo ensaboado. Minha surpresa veio quando, mesmo com a água correndo, minha mãe não tava no chuveiro, mas sentada no vaso. Deus, nunca vou esquecer o que meus olhos viram. Minha mãe tava se masturbando igual uma puta no cio! Minha mãe! Me chocou pra caralho porque essa não era a primeira nem a segunda vez que eu espiava ela tomando banho, mas era a primeira vez que via ela fazer algo assim. E não pensem que ela fazia na timidez não, a puta tava se acabando; esfregando a buceta gorda e depilada inteira de cima a baixo, enfiando os dedos numa velocidade doida, e tudo isso enquanto com a outra mão apertava os próprios mamilos e levava eles à boca. Ela tava completamente solta. Na hora lembrei do que ela disse quando chegou, que tava toda suada, mas pelo visto não era suor que tava deixando ela molhada, não, a porca.
Encostei bem o ouvido na porta e, entre o barulho da no chuveiro, consegui distinguir uns gemidos que minha mãe não fazia questão nenhuma de esconder. Quando me dei conta, meu pau estava exatamente igual à noite anterior, mais duro do que nunca e todo lubrificado, então não aguentei e comecei a bater uma sem controle nenhum. Se a da noite anterior tinha sido uma das melhores punhetas que eu já tinha batido na vida, essa superava em mil vezes. Eu estava me masturbando ao mesmo tempo que minha mãe! Não aguentava mais, mas tava tentando esperar pra gozar junto com ela, e aí aconteceu. A buceta encharcada dela começou a se contorcer em espasmos, expelindo todo tipo de fluido, enquanto ela mesma tapava a boca pra segurar os gemidos brutais que soltava, se derretendo de prazer já jogada no chão. Eu, por minha vez, explodi numa gozada dez vezes maior do que qualquer uma que já tinha soltado, formando uma poça inteira de porra na porta do banheiro. Deus, eu tava acabado, e apesar do meu pau continuar mais duro que um mastro, e de eu estar me deliciando vendo minha mãe lamber as mãos com a própria gozada, tinha que me apressar pra limpar a bagunça que fiz antes que ela me pegasse no flagra, nunca melhor dito.
Depois de comer, eu tava na sala vendo um filme que nem lembro mais. Aí chega minha mãe com um modelito de andar em casa espetacular que eu nunca tinha visto. Era uma camisola branca normal e comum, mas meio curta e bem fina, o que deixava transparecer bastante aquelas tetas gordas com os mamilos escuros. Do outro lado, ela usava um short de renda preta que marcava perfeitamente a bunda suculenta e as cadeiras largas dela. Na hora, eu rapidamente me ajeitei escondendo a ereção que tava vindo.
— O que achou, filhote?
— E isso, mãe? Nunca vi você com isso — eu tentava soar num tom calmo.
— Vi hoje de manhã na loja aqui embaixo e não resisti. Além disso, ontem fiquei pensando naquilo... O que você me disse sobre levar a camisola rosa pra casa de campo e você tem razão, tá na hora de dar uma renovada, não acha?" — ela dizia enquanto se virava, mostrando o conjunto inocente.
"Pô, mãe, eu sou o primeiro a favor de renovar o guarda-roupa, mas esse conjunto é bem mais sutil que aquela camisola, hein. Lembra do que a gente 'conversou' ontem? Kkkk."
"Ah, filho, eu sei, mas não resisti quando vi na vitrine. Se você tem razão, eu já não tenho mais corpo pra esses pijaminhas de menina" — ela dizia, meio tímida, sentando do meu lado.
"Lá vem você de novo. Já não sei mais o que fazer pra você acreditar no corpaço que tem, mãe. Tô falando justamente que esse fica muito mais sexy em você do que qualquer outro conjunto que já te vi usar."
"Não, se no final de tanto me falar isso, vou acabar acreditando mesmo! Kkkk" — ela dizia, divertida, sem dar muita importância.
"Então acredita, porque é verdade. Por mais que você não pense, as mulheres da sua idade, bem conservadas como você, são as que mais excitam a gente, homem" — eu já tava perdido de tesão e não media o que falava.
"Tá, tá, não precisa jurar. Ontem à noite parecia que a 'coisa' tava esquentando aí no seu quarto... Kkkk."
Naquele momento, meu coração quase parou. Minha mãe tinha me ouvido batendo uma? E isso não era o pior. Se ela tinha me ouvido e não falou nada até agora, talvez até tivesse reparado na calcinha usada e gozada dela. Porra, toda a calma que eu tinha recuperado de manhã voltou de uma vez, feito um furacão.
"Nossa, mãe, que vergonha. Desculpa mesmo, eu não queria..."
"Ei, ei, calma, filho, não se preocupa, não tô brava" — ela me interrompeu. "Entendo que na sua idade a gente tem muita energia acumulada e às vezes não consegue controlar" — ela dizia com uma voz doce e compreensiva. "Também é culpa minha. Acho que ontem não soube cortar nossa 'conversinha' a tempo, mas a verdade é que provocar isso num homem jovem é sempre... Um elogio, mesmo que seja no seu próprio filho, claro hahaha.
- Então você não tá brava? - eu tava totalmente sem chão.
- Pelo amor de Deus, não! Lembro quando eu tinha sua idade o quanto eu e seu pai éramos tarados... Ai, meu Deus, você deve achar que sua mãe é uma sem-vergonha!
- Imagina, mãe! Não tem nada que me deixe mais feliz do que saber que minha mãe tem uma vida sexual ativa.
- Bom, tinha, você quis dizer - ela falou entre risadas. - A verdade é que hoje em dia a chama entre eu e seu pai apagou um pouco, sabe, ele sempre muito cansado do trabalho e eu, sinceramente, continuo com minhas necessidades. Ai, pelo amor, como é que eu tô falando dessas coisas com meu próprio filho, o que você vai pensar de mim.
- Vou pensar que minha mãe é uma mulher saudável, e que é uma pena que ela não receba tudo que precisa, isso sim. Aliás, mãe, já que a gente tá falando sem frescura, posso te fazer uma pergunta meio pessoal? - era minha hora de atacar.
- Nossa, filho, me dá até medo hahaha. Pergunta, pergunta, no fim é saudável falar dessas coisas e é algo que a gente nunca faz porque, bom, você sabe que eu sou meio travada nesses assuntos.
Naquele momento eu pensei: travada? Puta merda, não parecia nada travada quando tava se esfregando toda a buceta jogada no meio do banheiro igual uma porca. Aí eu quis brincar um pouco com ela e ver o quanto ela era sincera.
- Bom, então vou te perguntar na lata. Você se masturba?
Naquela hora ela ficou paralisada, mais vermelha que um tomate e parecia ter ficado sem palavras.
- Ma... me masturbar? Bom... é uma coisa que eu fiz algumas vezes quando era jovem, mas nunca mais fiz, não... - dava pra perceber a mentira na voz dela.
- Não? Pois acredita, é uma coisa que você devia considerar quase como rotina, tipo em momentos como antes de dormir. Ou até no banho - eu falei com um sorrisinho safado.
- Ai, meu Deus... não me diga que... - a cara dela era um poema.
- Sim, mãe. Parece que não sou só eu que tô com o fogo aceso nessa casa hahaha - eu falei. dando um cutucão de brincadeira pra tirar o peso do assunto-.
-Que vergonha!! Mas como? Dava pra me ouvir tanto assim? Ai meu deus, filho, você deve achar que sua mãe é uma sem-vergonha fazendo essas coisas...
-De jeito nenhum, mãe! Como já te falei, não tem nada mais saudável. Juro, não precisa se preocupar, é algo natural que você deve fazer sempre que tiver vontade.
-Deus, filho, juro que não sei o que deu em mim. Fazia anos que não fazia algo assim e hoje, não sei por que, assim que cheguei em casa não consegui me segurar. Você tem certeza que não se importa de sua mãe fazer essas putarias?
-Mãe, já te falei que não é putaria nenhuma. Além do mais, como eu ia me importar de ver a mulher que mais amo no mundo feliz e satisfeita?
-É que eu tenho o melhor filho do mundo! -ela disse, se levantando pra me abraçar e me dar um beijo estalado, que praticamente aterrissou na comissura dos meus lábios-. Bom, vou jantar algo rapidinho e terminar de arrumar a mala, que ainda tenho que colocar mais roupinhas que comprei.
-Bom, se todos os modelitos forem como esse, não vou conseguir tirar os olhos de você o fim de semana inteiro, gostosa!
-Olha só que filho mais puxa-saco que eu tenho hahahaha -ela riu, satisfeita-.
Eu fiz a mesma coisa, jantei e terminei a mala, que mal tinha começado. Depois disso, fui pra cama lá pelas onze da noite e comecei a ver umas coisas no YouTube, como de costume. Depois, como também era normal, comecei a ver pornô pra fazer aquela punheta clássica antes de dormir. Só pra deixar claro, sempre que vejo pornô, uso fones de ouvido, porque gosto de ouvir as vozes bem alto. Tudo ia às mil maravilhas, eu estava me deliciando com um vídeo clássico de madrasta e enteado de uma das minhas atrizes favoritas, Ava Addams. O estranho foi quando comecei a ouvir uns gemidos leves, e isso que o vídeo mal tinha começado. Rapidamente tirei os fones e percebi que os gemidos vinham do quarto ao lado. Minha mãe estava se tocando, e sem se fazer de sonsa! Automaticamente fiquei vinte vezes mais tarado do que já estava, não conseguia acreditar. Pra contextualizar, a cama dos meus pais fica encostada na mesma parede que a minha, então dava pra sentir cada movimento da cabeceira. Não pensei duas vezes e comecei a bater uma junto com ela, quando no meio da euforia eu também comecei a soltar uns gemidos. Foi nessa hora que achei que tinha passado dos limites, porque minha mãe parou os movimentos e os sons, provavelmente ao me ouvir esmagando o pau pensando nela. A surpresa veio quando, segundos depois, ela não só continuou, mas com gemidos muito mais altos e a cama balançando mais forte. Eu me empolguei na hora, segui e segui, até soltei umas frases safadas pra mim mesmo num tom não muito alto, e surpreendentemente ela entrou de cabeça nesse jogo.
- Ahhh caralho! Porra, tô com o pau duríssimo!
- Agggghhhhh minha buceta tá encharcadíssima...
- Porra, vou gozar a qualquer momento. Aahhhh! Não aguento mais!
- Que puta que eu sou, mas como eu curto, caralho! Ufffff.
- Assim, assim, continua assim, puta! Goza pra mim!
- Aaaggghhhhh não aguento mais, não aguento mais!
- Tô gozando. Tô gozando! Aagghhh toma meu leite, porcaaa!
- Ai, que delíciaaa! Tô indo, tô indo, tô indooo! Aaagggggghhhhhhh!!!
Nós dois nos fundimos num orgasmo brutal, cheio de fluidos, separados por só alguns centímetros de parede. A verdade é que depois daquela gozada toda que soltei naquela tarde na porta do banheiro, não sei como, mas ainda tinha reservas de porra, tantas que sujei os lençóis todinhos. Vou lembrar pra sempre daquele instante como o momento em que decidi que ia foder a puta da minha mãe, custasse o que custasse.
Continua...
Num momento, lembro que criei coragem e fui direto pra cozinha enfrentar a bronca foda que ia cair em cima de mim. Mas não encontrei minha mãe, só vi o varal com toda a roupa recém-estendida. Com certeza, lá estavam as calcinhas dela, perfeitamente lavadas e sem uma única mancha de toda a porra de gozo que tinha caído nelas na noite anterior. Não deu tempo de reagir quando minha mãe apareceu pelas costas, chegando de fazer umas compras.
— Oi, querido! Dormiu bem? — ela disse com uma voz doce enquanto me dava um beijo na bochecha.
— Sim... — respondi rápido, meio sem graça. — Preguiça de sair da cama, mas ia começar a arrumar a mala pro fim de semana agora.
Eu não entendia nada. Na hora, só pensei em me fazer de louco com essa besteira de mala. confirmar que estava tudo bem, e que ela não queria cancelar a viagem.
—Anda, que estranho pra você não deixar pra última hora, hein hahaha. Bom, enquanto isso, se não se importa, vou tomar um banho, porque com esse calor que tá, vim toda suada. Depois preparo alguma coisa pra comer, tá?
—Tá bom, mãe, pra mim tá perfeito! —eu tava sem acreditar.
A única explicação que veio na minha cabeça era que ela devia ter pegado umas roupas no escuro e jogado na máquina de lavar sem olhar direito. Deus, do que eu tinha escapado. Claro, assim que minha mãe entrou no banheiro e o susto passou, os pensamentos quentes voltaram na hora. A pica já tava começando a endurecer quando ouvi a torneira do chuveiro e, sem pensar duas vezes, fui pra lá. Espiei silenciosamente por uma fresta da porta que dava pra ver o banheiro inteiro, uma fresta que eu tinha descoberto há anos e que permitia ver sem ser visto. Olhei direto pro chuveiro com a pica já na mão pra me deliciar com o corpo gostoso da minha mãe todo ensaboado. Minha surpresa veio quando, mesmo com a água correndo, minha mãe não tava no chuveiro, mas sentada no vaso. Deus, nunca vou esquecer o que meus olhos viram. Minha mãe tava se masturbando igual uma puta no cio! Minha mãe! Me chocou pra caralho porque essa não era a primeira nem a segunda vez que eu espiava ela tomando banho, mas era a primeira vez que via ela fazer algo assim. E não pensem que ela fazia na timidez não, a puta tava se acabando; esfregando a buceta gorda e depilada inteira de cima a baixo, enfiando os dedos numa velocidade doida, e tudo isso enquanto com a outra mão apertava os próprios mamilos e levava eles à boca. Ela tava completamente solta. Na hora lembrei do que ela disse quando chegou, que tava toda suada, mas pelo visto não era suor que tava deixando ela molhada, não, a porca.
Encostei bem o ouvido na porta e, entre o barulho da no chuveiro, consegui distinguir uns gemidos que minha mãe não fazia questão nenhuma de esconder. Quando me dei conta, meu pau estava exatamente igual à noite anterior, mais duro do que nunca e todo lubrificado, então não aguentei e comecei a bater uma sem controle nenhum. Se a da noite anterior tinha sido uma das melhores punhetas que eu já tinha batido na vida, essa superava em mil vezes. Eu estava me masturbando ao mesmo tempo que minha mãe! Não aguentava mais, mas tava tentando esperar pra gozar junto com ela, e aí aconteceu. A buceta encharcada dela começou a se contorcer em espasmos, expelindo todo tipo de fluido, enquanto ela mesma tapava a boca pra segurar os gemidos brutais que soltava, se derretendo de prazer já jogada no chão. Eu, por minha vez, explodi numa gozada dez vezes maior do que qualquer uma que já tinha soltado, formando uma poça inteira de porra na porta do banheiro. Deus, eu tava acabado, e apesar do meu pau continuar mais duro que um mastro, e de eu estar me deliciando vendo minha mãe lamber as mãos com a própria gozada, tinha que me apressar pra limpar a bagunça que fiz antes que ela me pegasse no flagra, nunca melhor dito.
Depois de comer, eu tava na sala vendo um filme que nem lembro mais. Aí chega minha mãe com um modelito de andar em casa espetacular que eu nunca tinha visto. Era uma camisola branca normal e comum, mas meio curta e bem fina, o que deixava transparecer bastante aquelas tetas gordas com os mamilos escuros. Do outro lado, ela usava um short de renda preta que marcava perfeitamente a bunda suculenta e as cadeiras largas dela. Na hora, eu rapidamente me ajeitei escondendo a ereção que tava vindo.
— O que achou, filhote?
— E isso, mãe? Nunca vi você com isso — eu tentava soar num tom calmo.
— Vi hoje de manhã na loja aqui embaixo e não resisti. Além disso, ontem fiquei pensando naquilo... O que você me disse sobre levar a camisola rosa pra casa de campo e você tem razão, tá na hora de dar uma renovada, não acha?" — ela dizia enquanto se virava, mostrando o conjunto inocente.
"Pô, mãe, eu sou o primeiro a favor de renovar o guarda-roupa, mas esse conjunto é bem mais sutil que aquela camisola, hein. Lembra do que a gente 'conversou' ontem? Kkkk."
"Ah, filho, eu sei, mas não resisti quando vi na vitrine. Se você tem razão, eu já não tenho mais corpo pra esses pijaminhas de menina" — ela dizia, meio tímida, sentando do meu lado.
"Lá vem você de novo. Já não sei mais o que fazer pra você acreditar no corpaço que tem, mãe. Tô falando justamente que esse fica muito mais sexy em você do que qualquer outro conjunto que já te vi usar."
"Não, se no final de tanto me falar isso, vou acabar acreditando mesmo! Kkkk" — ela dizia, divertida, sem dar muita importância.
"Então acredita, porque é verdade. Por mais que você não pense, as mulheres da sua idade, bem conservadas como você, são as que mais excitam a gente, homem" — eu já tava perdido de tesão e não media o que falava.
"Tá, tá, não precisa jurar. Ontem à noite parecia que a 'coisa' tava esquentando aí no seu quarto... Kkkk."
Naquele momento, meu coração quase parou. Minha mãe tinha me ouvido batendo uma? E isso não era o pior. Se ela tinha me ouvido e não falou nada até agora, talvez até tivesse reparado na calcinha usada e gozada dela. Porra, toda a calma que eu tinha recuperado de manhã voltou de uma vez, feito um furacão.
"Nossa, mãe, que vergonha. Desculpa mesmo, eu não queria..."
"Ei, ei, calma, filho, não se preocupa, não tô brava" — ela me interrompeu. "Entendo que na sua idade a gente tem muita energia acumulada e às vezes não consegue controlar" — ela dizia com uma voz doce e compreensiva. "Também é culpa minha. Acho que ontem não soube cortar nossa 'conversinha' a tempo, mas a verdade é que provocar isso num homem jovem é sempre... Um elogio, mesmo que seja no seu próprio filho, claro hahaha.
- Então você não tá brava? - eu tava totalmente sem chão.
- Pelo amor de Deus, não! Lembro quando eu tinha sua idade o quanto eu e seu pai éramos tarados... Ai, meu Deus, você deve achar que sua mãe é uma sem-vergonha!
- Imagina, mãe! Não tem nada que me deixe mais feliz do que saber que minha mãe tem uma vida sexual ativa.
- Bom, tinha, você quis dizer - ela falou entre risadas. - A verdade é que hoje em dia a chama entre eu e seu pai apagou um pouco, sabe, ele sempre muito cansado do trabalho e eu, sinceramente, continuo com minhas necessidades. Ai, pelo amor, como é que eu tô falando dessas coisas com meu próprio filho, o que você vai pensar de mim.
- Vou pensar que minha mãe é uma mulher saudável, e que é uma pena que ela não receba tudo que precisa, isso sim. Aliás, mãe, já que a gente tá falando sem frescura, posso te fazer uma pergunta meio pessoal? - era minha hora de atacar.
- Nossa, filho, me dá até medo hahaha. Pergunta, pergunta, no fim é saudável falar dessas coisas e é algo que a gente nunca faz porque, bom, você sabe que eu sou meio travada nesses assuntos.
Naquele momento eu pensei: travada? Puta merda, não parecia nada travada quando tava se esfregando toda a buceta jogada no meio do banheiro igual uma porca. Aí eu quis brincar um pouco com ela e ver o quanto ela era sincera.
- Bom, então vou te perguntar na lata. Você se masturba?
Naquela hora ela ficou paralisada, mais vermelha que um tomate e parecia ter ficado sem palavras.
- Ma... me masturbar? Bom... é uma coisa que eu fiz algumas vezes quando era jovem, mas nunca mais fiz, não... - dava pra perceber a mentira na voz dela.
- Não? Pois acredita, é uma coisa que você devia considerar quase como rotina, tipo em momentos como antes de dormir. Ou até no banho - eu falei com um sorrisinho safado.
- Ai, meu Deus... não me diga que... - a cara dela era um poema.
- Sim, mãe. Parece que não sou só eu que tô com o fogo aceso nessa casa hahaha - eu falei. dando um cutucão de brincadeira pra tirar o peso do assunto-.
-Que vergonha!! Mas como? Dava pra me ouvir tanto assim? Ai meu deus, filho, você deve achar que sua mãe é uma sem-vergonha fazendo essas coisas...
-De jeito nenhum, mãe! Como já te falei, não tem nada mais saudável. Juro, não precisa se preocupar, é algo natural que você deve fazer sempre que tiver vontade.
-Deus, filho, juro que não sei o que deu em mim. Fazia anos que não fazia algo assim e hoje, não sei por que, assim que cheguei em casa não consegui me segurar. Você tem certeza que não se importa de sua mãe fazer essas putarias?
-Mãe, já te falei que não é putaria nenhuma. Além do mais, como eu ia me importar de ver a mulher que mais amo no mundo feliz e satisfeita?
-É que eu tenho o melhor filho do mundo! -ela disse, se levantando pra me abraçar e me dar um beijo estalado, que praticamente aterrissou na comissura dos meus lábios-. Bom, vou jantar algo rapidinho e terminar de arrumar a mala, que ainda tenho que colocar mais roupinhas que comprei.
-Bom, se todos os modelitos forem como esse, não vou conseguir tirar os olhos de você o fim de semana inteiro, gostosa!
-Olha só que filho mais puxa-saco que eu tenho hahahaha -ela riu, satisfeita-.
Eu fiz a mesma coisa, jantei e terminei a mala, que mal tinha começado. Depois disso, fui pra cama lá pelas onze da noite e comecei a ver umas coisas no YouTube, como de costume. Depois, como também era normal, comecei a ver pornô pra fazer aquela punheta clássica antes de dormir. Só pra deixar claro, sempre que vejo pornô, uso fones de ouvido, porque gosto de ouvir as vozes bem alto. Tudo ia às mil maravilhas, eu estava me deliciando com um vídeo clássico de madrasta e enteado de uma das minhas atrizes favoritas, Ava Addams. O estranho foi quando comecei a ouvir uns gemidos leves, e isso que o vídeo mal tinha começado. Rapidamente tirei os fones e percebi que os gemidos vinham do quarto ao lado. Minha mãe estava se tocando, e sem se fazer de sonsa! Automaticamente fiquei vinte vezes mais tarado do que já estava, não conseguia acreditar. Pra contextualizar, a cama dos meus pais fica encostada na mesma parede que a minha, então dava pra sentir cada movimento da cabeceira. Não pensei duas vezes e comecei a bater uma junto com ela, quando no meio da euforia eu também comecei a soltar uns gemidos. Foi nessa hora que achei que tinha passado dos limites, porque minha mãe parou os movimentos e os sons, provavelmente ao me ouvir esmagando o pau pensando nela. A surpresa veio quando, segundos depois, ela não só continuou, mas com gemidos muito mais altos e a cama balançando mais forte. Eu me empolguei na hora, segui e segui, até soltei umas frases safadas pra mim mesmo num tom não muito alto, e surpreendentemente ela entrou de cabeça nesse jogo.
- Ahhh caralho! Porra, tô com o pau duríssimo!
- Agggghhhhh minha buceta tá encharcadíssima...
- Porra, vou gozar a qualquer momento. Aahhhh! Não aguento mais!
- Que puta que eu sou, mas como eu curto, caralho! Ufffff.
- Assim, assim, continua assim, puta! Goza pra mim!
- Aaaggghhhhh não aguento mais, não aguento mais!
- Tô gozando. Tô gozando! Aagghhh toma meu leite, porcaaa!
- Ai, que delíciaaa! Tô indo, tô indo, tô indooo! Aaagggggghhhhhhh!!!
Nós dois nos fundimos num orgasmo brutal, cheio de fluidos, separados por só alguns centímetros de parede. A verdade é que depois daquela gozada toda que soltei naquela tarde na porta do banheiro, não sei como, mas ainda tinha reservas de porra, tantas que sujei os lençóis todinhos. Vou lembrar pra sempre daquele instante como o momento em que decidi que ia foder a puta da minha mãe, custasse o que custasse.
Continua...
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