Quero compartilhar com vocês uma das experiências mais surpreendentes e deliciosas da minha vida, com a qual ainda sonho de vez em quando, e que continua acendendo todo o meu ser.
Aconteceu em Ibiza, há muitos anos. Eu tinha ido de férias com meu marido, com quem estava casada há um ano, e estávamos aproveitando muito o sol, a praia e a sensação de liberdade que a ilha transmite.
Costumávamos ir à praia d'en Bossa, pois era a mais perto do nosso apartamento, e podíamos ir a pé sem precisar pegar o carro. Lá, tomávamos sol nas espreguiçadeiras de um quiosque que estava na moda e tinha muita gente.
Estávamos rodeados de corpos esculturais, garotos e garotas, a maioria de origem nórdica, que exibiam sua beleza e se mostravam para deleite de quem estava ali. Meu marido não tirava os olhos de nenhuma das loiras esculturais que tomavam sol de topless, e apesar de eu também estar de topless e com uma tanga amarela, daquelas fio dental, ele não estava me dando atenção, o que me deixava puta da vida. Tenho que dizer que eu também era muito olhada, especialmente quando me levantava e caminhava em direção à água, e principalmente quando voltava da água para minha espreguiçadeira, com o corpo todo molhado e meus bicos duros como pedra. Em especial, um garoto italiano que estava sozinho, numa espreguiçadeira a poucos metros das nossas, e que não tirava os olhos de mim, aproveitando qualquer chance para cruzar o olhar com o meu e me dar o melhor dos seus sorrisos.
Mas isso parecia não importar para meu marido, que preferia continuar se deliciando com as loiras nórdicas de peitos grandes e bronzeados.
Chegou um momento em que aquela situação ficou insuportável para mim, pois ele literalmente estava me ignorando, não me dando a menor bola, e ainda parecia que se irritava cada vez que eu falava com ele, e foi isso que eu reclamei. A reação dele foi tão desproporcional que ele começou a gritar comigo, a ponto de quem estava por perto... Ao redor, olharam para nós surpresos, inclusive o garoto italiano. Ele me olhou e fez um gesto de estupefação, como se dissesse que aquilo que meu marido estava fazendo comigo não se fazia com ninguém.
Nossa discussão continuou, já num tom mais baixo, até que o imbecil do meu marido levantou da espreguiçadeira, pegou as coisas dele e vazou, não sei pra onde. Que vá pra merda, pensei, e fiquei ali sozinha na praia, puta da vida, me sentindo ridícula na frente de todo mundo por causa do circo que o idiota do meu marido tinha armado.
Fechei os olhos para me isolar de todo mundo e fiquei tomando sol, pensando no que tinha acontecido, que eu não tinha que aturar essas cenas, e no futuro que me esperava ao lado do meu marido, que eu amava loucamente, mas não aquela faceta dele. Além disso, como vocês podem imaginar, não era a primeira vez que ele fazia um escândalo parecido.
Depois de um bom tempo, mais de uma hora, acho eu, abri os olhos e vi que o mundo continuava girando como se nada tivesse acontecido, e que os problemas com meu marido não importavam pra ninguém além de mim. Decidi ir dar um mergulho para me relaxar. Ao passar, cruzei na frente do garoto italiano, que me deu um dos seus sorrisos lindos, e eu respondi com outro igual.
Fiquei nadando um bom tempo, brincando com as ondas, pulando quando elas iam se quebrar em mim, e percebi que o garoto italiano tinha se virado para poder me ver nadando. Notei, disfarçadamente, que ele não tirava os olhos de mim, completamente vidrado, tentando cruzar nossos olhares para me dar aquele sorriso.
Quando decidi sair da água e voltar pra minha espreguiçadeira, por uma razão estranha que não consigo explicar, comecei a andar, rebolando um pouco mais do que devia, na direção da espreguiçadeira do italiano, oferecendo a vista do meu corpo nu, mal coberto pela parte da frente do meu fio dental, totalmente molhada, e com meus bicos durinhos, e ao passar na frente dele, dessa vez fui eu que me adiantei, e ofereci meu melhor sorriso. Ele ficou meio surpreso, porque até então eu evitava o olhar dele, pra não criar nenhuma ilusão ou esperança, mas essa virada inesperada no meu jeito ele não esperava, e deve ter se surpreendido.
Continuei andando até minha espreguiçadeira, agora dando uma boa vista de todo meu corpo pelado, e especialmente da minha bunda, de onde saíam as duas tirinhas finas do meu fio dental, e imaginei que ele estaria olhando sem perder um detalhe.
Cheguei na minha espreguiçadeira e me deitei de bruços, mas antes fiquei de quatro em cima dela, pra dar uma boa vista da minha bunda e da minha bucetinha mal coberta pelo fio dental. Fiquei nessa posição por uns dez ou quinze minutos, só o suficiente pra secar meu corpo todo, e aí me apoiei nos cotovelos, fiquei olhando pro quiosque, na direção contrária ao mar, e fiquei observando o pessoal na minha frente, até que virei a cabeça e o olhar pro mar, e sem querer cruzei o olhar de novo com o italiano, que devia estar de olho em mim o tempo todo, e como eu não esperava que ele estivesse olhando, ele deve ter visto minha cara de surpresa, e me sorriu de novo. Mesmo tendo devolvido um sorriso meio seco, fiquei sem graça, e ele deve ter notado, porque virei a cabeça rapidamente pra frente, pra olhar de novo pro quiosque.
Fiquei uns dez minutos matutando, pensando no circo que o idiota do meu marido tinha armado, em como ele não me valorizava, e preferia olhar pras loiras nórdicas, desprezando o que tinha em casa, em como queria devolver os insultos dele me vingando, e no italiano que não tirava os olhos de mim. O que meu marido não valorizava, outros estavam loucos pra pegar.
Nisso minha cabeça tava, quando decidi, e Não me perguntem de onde tirei a coragem, que o idiota do meu marido ia descobrir o que a esposa dele realmente valia. Me apoiei de novo nos cotovelos, virei a cabeça e procurei o italiano com o olhar, olhei pra ele, sorri, ele me devolveu o sorriso, e pegando na minha mão um frasco de bronzeador, mostrei pra ele perguntando se ele se importava de passar creme nas minhas costas. Claro que sim, ele disse, e se aproximou da minha espreguiçadeira, e pegando o frasco de bronzeador, passou um pouco de creme nas minhas costas, e começou a espalhar com movimentos suaves, mas com muita energia.
Ele perguntou meu nome, e pra não dar o verdadeiro, falei que me chamava Carla. Ele se chamava Alessandro, me disse sem parar de espalhar o creme nas minhas costas, com uma suavidade e energia que mais parecia uma massagem.
Aos poucos foi descendo pelas costas, até chegar na minha bunda, ladeada só pelas duas tiras da minha tanga, e ali se demorou um bom tempo, massageando com entusiasmo. A situação estava me divertindo, e me fazia sentir como vencedora da batalha contra meu marido, por ter um desconhecido italiano totalmente entretido em aproveitar meu corpo, e que parecia se interessar muito mais por mim do que meu marido.
Alessandro largou minha bunda, e foi pros tornozelos, passando creme de novo, e subindo devagar pelas minhas pernas. Primeiro as panturrilhas, depois a parte de baixo das minhas coxas, em seguida a parte de cima e a parte interna delas, e depois de novo minha bunda. Pelos movimentos que ele fazia, dava pra ver que estava empolgado com a tarefa, e de repente, num dos movimentos, um dedo dele roçou o pano da minha tanga que cobria minha bucetinha. Não consegui evitar um leve sobressalto, fruto da surpresa, e virei o olhar pra ele, que estava me olhando, e mostrei um sorrisão, que ele deve ter interpretado como uma aprovação pra sua ousadia. Tenho que dizer que, embora no começo tenha me surpreendido, também me agradou, então quase Imperceptivelmente, levantei um pouco minha bunda e abri mais minhas pernas. Ele soube interpretar a mensagem e, continuando a massagem na minha bunda, repetiu o movimento, passando o dedo de novo na minha coisinha, mas dessa vez com mais força e por mais tempo. Dessa vez, a surpresa virou excitação, e eu abri mais minhas pernas de novo, pra facilitar pra ele, enquanto sentia que eu tava ficando molhada.
Ele repetiu o movimento do dedo na minha bucetinha umas quatro ou cinco vezes, fazendo com que eu ficasse completamente molhada e começasse a encharcar minha calcinha fio dental. Naquele ponto, achei que a situação tava escapando do meu controle, porque me conheço bem o suficiente pra saber que tava perto do ponto sem volta, onde a excitação é tão grande que nada mais importa e eu não consigo parar. Então decidi cortar, me apoiei nos cotovelos, virei pra ele, agradeci e falei que já era o suficiente.
Ele ficou meio surpreso, porque tava realmente empolgado com a massagem, mas acho que entendeu, já que não dava pra continuar me masturbando no meio da praia, na vista de todo mundo — e, por sinal, alguns dos mais próximos já tinham percebido a manobra.
O Alessandro aproximou o rosto do meu e me deu um beijo no rosto enquanto me devolvia o pote de protetor solar. Eu, por minha vez, agradeci e quis dar outro beijo no rosto dele, mas o safado virou um pouco e, sem querer, acabei beijando ele na comissura dos lábios, o que provocou um sorriso safado e cúmplice nele.
Passei o resto da manhã tomando sol, de frente e de costas, esperando que o idiota do meu marido chegasse pra almoçarmos juntos, mas já eram três horas e ele não tinha aparecido, o que tava me irritando pra caralho, até que me enchi, criei coragem e decidi seguir em frente com minha vingança, que, por outro lado, tenho que admitir que era um jogo que me divertia. Então me levantei, vesti uma camiseta branca de Alças largas, que deixavam boa parte dos meus peitos à mostra pelos lados, ao mesmo tempo que marcavam meus bicos, fui até a espreguiçadeira do Alessandro e perguntei se ele queria comer alguma coisa comigo. Claro que sim, ele disse, e vestindo uma camiseta por cima, fomos até o quiosque. Como eu ia na frente dele, presenteei ele com uma bela vista da minha bunda durante o trajeto.
Ficamos comendo, bebendo e conversando por quase duas horas, e apesar de eu não saber italiano e ele mal arranhar o espanhol, admito que estava me divertindo, porque o Alessandro, além de ser bonitão e ter um corpaço, era muito simpático, e conseguiu me fazer esquecer completamente do meu marido e seus surtos de raiva.
Quando terminamos de comer, fomos para nossas respectivas espreguiçadeiras, e ele me perguntou se eu queria que ele colocasse a dele ao lado da minha, a que inicialmente era do meu marido. Fiquei meio sem graça, porque por um lado era dar mais corda pra uma situação que nem eu mesma sabia até onde queria que fosse, e por outro lado existia a possibilidade do meu marido aparecer e, vendo a cena, armar outro barraco daqueles. Mas entre minha vontade de vingança e o quanto o Alessandro estava me fazendo me divertir, eu disse que sim.
E ficamos lá um bom tempo conversando, rindo e nos divertindo, até que o calor sufocante do início da tarde nos levou a dar um mergulho pra refrescar. Novamente tomei a dianteira e caminhei até a água na frente dele, pra que ele curtisse a vista da minha bunda se mexendo ao andar, e fomos entrando na água devagar, porque a diferença de temperatura entre fora e dentro d'água era grande, e era melhor entrar aos poucos. A água já batia quase na minha cintura e fiquei parada um tempo pra aclimatar a temperatura do corpo, quando ele começou a me salpicar levemente pra me decidir de vez a entrar. A partir daí... Começamos a brincar como dois adolescentes, nos molhando, rindo, nos empurrando, nadando, até que em um determinado momento ficamos bem perto um do outro, e nos olhamos intensamente nos olhos, e ficamos parados como se perguntando o que fazer naquele momento, questão que Alessandro soube resolver rapidamente, pois passando uma mão por trás do meu pescoço, foi aproximando meu rosto do dele, até que nossos lábios se encontraram e começamos a dar um dos beijos mais intensos que lembro na minha vida. Dava pra ver que estávamos desejando aquilo há um tempão, e no meu caso, eu também precisava pra reforçar minha autoestima, porque me mostrava que ainda era capaz de atrair um homem. Nos beijamos muito apaixonadamente várias vezes, enquanto nos abraçávamos um ao outro. Sentindo nossos corpos em contato. Eu colava meus peitos e meus bicos duros no peito dele, enquanto ele acariciava minhas costas e minha bunda de vez em quando, até que em um determinado momento, a mão dele desceu além da bunda e começou a acariciar minha bucetinha, por cima da tanga. Aquilo me deixou a mil em todos os sentidos, porque à sensação de estar praticamente nua dentro do mar, se juntavam os beijos e as carícias na minha xereca que Alessandro me dava. Fiquei muito tesuda, e embora pensasse que era uma mulher casada, e que não era certo trair meu marido, apesar de quão imbecil ele era, as carícias e os beijos do Alessandro me venceram, e me deixei levar pela paixão, e com minha mão comecei a acariciar o pau dele, primeiro por fora da sunga, sentindo a dureza e o tamanho, e depois já por dentro.
Ficamos assim não sei quanto tempo, nos abraçando, nos beijando e passando a mão um no outro por toda parte, ambos com um tesão indescritível, e com uma puta vontade de foder, mas sabendo os dois que ali era impossível, porque já estávamos chamando bastante atenção, pra ainda ir além. Então, a contragosto, aos poucos tivemos que deixar que se A coisa esfriou, e voltamos pras nossas espreguiçadeiras.
Ficamos mais ou menos uma hora tomando sol, de mãos dadas feito namorados de primeira viagem, e de vez em quando trocando um beijo apaixonado que só fazia reacender a chama da putaria.
Já eram oito da noite quando decidi que já era hora de sair da praia, e falei isso pro Alessandro, mas antes de voltar pro meu apartamento, a gente tomou uma coca-cola no quiosque e ficou conversando. Ele me convidou pra jantar, o que me lisonjeou pra caralho, mas, por mais que eu estivesse a fim de continuar minha aventura-vingança, não quis me comprometer com ele, porque imaginava que meu marido estaria no apartamento e seria impossível, e expliquei isso pra ele. Ele insistiu, lembrando que meu marido não merecia que eu esperasse por ele, pelo mal que me tratou, e eu concordei, mas não tive coragem de dizer sim. Pra não fechar a situação de vez e deixar uma porta aberta, pedi o número de telefone dele e falei que, se às nove e meia eu não ligasse, era porque não podia ir jantar com ele.
Depois, ele me levou de carro até o apartamento, e lá, não sem antes insistir de novo pra eu ir jantar com ele, a gente se deu um beijo apaixonado de despedida, e eu fui pro apartamento.
Quando cheguei em casa, como eu temia, meu marido não estava, mas tinha sinais de que ele tinha passado por lá durante o dia, então fui tomar um banho e lavar o cabelo do salitre do mar. Enquanto me ensaboava no chuveiro, não consegui evitar de passar a mão nos peitos e na bucetinha, e claro, lembrar do que tinha rolado na praia com o italiano, o que só aumentou a putaria mental que já tava rolando.
Depois de tomar banho e secar o cabelo, eram quase nove horas, resolvi ligar pro meu marido pra saber o que ele tava fazendo e, principalmente, o que ele pretendia fazer aquela noite, mas o filho da puta tinha desligado o celular.
Essa foi a gota d'água, e foi aí que tomei a decisão de seguir em frente com o Alessandro, então que liguei pra ele e falei pra me buscar às nove e meia pra gente ir jantar. Claro que não vi a cara dele, mas pelo tom da voz percebi que ficou doido de alegria.
Passei uma maquiagem leve, fiz um pouco os olhos e os lábios, e comecei a pensar em que roupa vestir. Queria estar bem gostosa, pra deixar meu italiano louco, mas também não queria parecer uma puta, e depois de muito pensar e experimentar roupa, escolhi um vestido florido soltinho, curtinho, mas não exagerado, com umas alças que amarravam nos ombros, e já tratei de afrouxar elas pra ficar mais solto e o decote descer mais, e com umas aberturas laterais que quase iam até a cintura, que em pé ou andando quase não dava pra ver, mas que ao sentar mostravam a coxa toda. Coloquei também umas sandálias de salto alto que alongavam mais minha silhueta, e só. Tava decidida a deixar o italiano maluco, e resolvi deixar a calcinha e o sutiã no armário.
Espiei na varanda pra ver o Alessandro chegar, mas também com medo de que a qualquer momento meu marido aparecesse, e apoiada na grade sentia a brisa do mar passando pelas minhas coxas e pela minha buceta, me dando uma sensação indescritível que me deixava mais tesuda ainda.
Finalmente vi o carro do Alessandro chegar, desci pra encontrá-lo, entrei no carro, dei um beijinho nele, e fomos pro restaurante, enquanto ele se derretia em elogios sobre como eu tava linda, e como o vestido caía bem em mim, sem tirar o olho das minhas coxas, porque sentada dava pra ver quase até a cintura.
O restaurante era um lugar ideal, perto do mar, bem charmoso na decoração, com muitas velas que deixavam tudo mais íntimo, cheio de gente bonita e, na varanda, dava pra sentir a brisa do mar.
Fazia tempo que não curtia um jantar como aquele, porque além do lugar e da comida que tava deliciosa, não parei de rir com as coisas que ele falava. e as histórias que o Alessandro me contava, e se a isso a gente junta os efeitos de um vinho branco fresquinho, dá pra imaginar como eu tava: exultante.
Terminada a janta, ele me chamou pra tomar um mojito num lugar chamado KM5, que era muito bom, ao ar livre, com umas tendas árabes onde ficavam os sofás e as mesas, com uma música muito boa, mas num volume sem estridência, que dava pra manter uma conversa. A gente sentou numa mesa que tinha uma espécie de divã comprido cheio de almofadas, e onde se descuidasse, você acabava deitada de vez.
Depois que uma garçonete gostosa trouxe os mojitos, a gente brindou, deu um gole, e se deu um beijo intenso.
Foi nesse momento que eu decidi de vez ir pra cima do italiano, e a partir dali, tudo foi risada, gole de mojito, beijo e mais risada. Ele tinha passado a mão por trás, apoiando no meu ombro, e ficava brincando, acariciando meu pescoço com os dedos, que é uma das coisas que mais me excita, e eu, pra dar mais tesão na situação, deixei cair uma das alças do vestido, com isso o decote desceu, e mal se segurava num dos meus mamilos. Nisso tudo, embora ele não pudesse ver por causa da posição, pra deleite de quem tava do outro lado, a abertura lateral do meu vestido ia até a cintura, mostrando a coxa inteira e mais um pouco, e principalmente, deixando ver que eu não tava de calcinha.
Ele não parava de olhar pro meu decote, esperando a gravidade agir e deixar uma das minhas tetas à mostra, e embora eu tivesse decidida a fazer isso, quis deixar ele na expectativa por mais um tempo.
A gente continuou bebendo e se beijando, e por mim, entre os mojitos e o tesão que eu tava, me sentia totalmente desinibida e pronta pro ataque final, então, aproveitando que ele me virou um pouco pra frente dele pra me dar um beijo, deixei o decote escorregar, mostrando uma das minhas tetas bronzeadas. Ele não resistiu tentação, e com a mão que não segurava meu ombro, ele a enfiou entre nós e começou a acariciar meu peito. Por fora ninguém via nada do que rolava, porque eu tava virada de costas pro resto do povo, e aproveitei a situação pra passar a mão no pacote dele, sentir a dureza e o tamanho da rola dele, além de deixar ele mais excitado. Se somar isso à intensidade dos beijos, dá pra imaginar o quanto a gente tava pegando fogo.
Ficamos nessa por mais um tempinho, até perceber que não dava pra continuar ali, porque mesmo o lugar sendo discreto, já tava chamando atenção, e tinha gente demais de olho na gente, com medo de sermos pegos a qualquer momento. Fora a vontade imensa de foder que a gente tava sentindo.
Então levantamos, caminhamos abraçados pela rampa que leva ao estacionamento pra pegar o carro. Como o estacionamento tava bem escuro e eu tava a mil, não resisti e, pegando na mão dele, levei ele entre dois carros. Ali na escuridão, abracei ele pelo pescoço e comecei a beijar e abraçar como uma possessa, pra depois descer o zíper da calça dele e soltar o pau, que já tava prestes a explodir dentro da cueca, e comecei a acariciar. Aí me abaixei e fiquei de joelhos, não sem antes deixar meu decote cair pra mostrar um dos meus peitos, e ali, na escuridão da noite, entre dois carros, comecei a beijar a cabecinha do pau dele, que já tava vermelho e latejando. Beijava, chupava, enfiava tudo na boca, passava a língua em volta, sugava, enquanto com a mão acariciava as bolas dele.
Ele não aguentava mais o tesão que eu tava causando, e eu tava como uma possessa de erotismo e paixão. Não me reconhecia, porque nunca tinha sentido uma onda de tesão e luxúria como naquela noite.
Depois de uns minutos de putaria sem limites, ele falou que era melhor a gente ir pra casa dele. casa, e eu disse que sim, por favor, que não aguento mais. Peguei no pau dele, e com um peito pra fora do vestido, toda puta e gostosa, fui andando com ele pelo estacionamento até o carro dele.
Chegamos, ele abriu o carro e entrou pra dar a partida, enquanto eu dava a volta pelo outro lado. Aproveitando a escuridão da noite, tirei o vestido e entrei no carro completamente pelada.
Ele ficou chocado, mas não resistiu à tentação e começou a acariciar meus peitos, enquanto eu me aproximava, beijava ele como uma possessa, e soltei o pau dele de novo do aperto da calça. Com o tesão, minhas pernas se abriram pra caralho, mostrando minha bucetinha depilada por inteiro, escorrendo igual uma fonte de montanha. Tentação que ele também não aguentou, e começou a acariciar, passar os dedos pra cima e pra baixo, de baixo pra cima, enfiar os dedos dentro, acariciar meu clitóris, enquanto eu me contorcia de prazer e massageava o pau dele. Ficamos assim até eu não aguentar mais as carícias na minha buceta, e, escorrendo, gozei num orgasmo foda que me deixou tonta e sem noção, como nunca tinha sentido antes.
Me recuperando um pouco, saímos do estacionamento e fomos pra casa dele. Na escuridão da noite, ninguém via nada de fora do carro, mas quando chegamos na área urbanizada onde ficava o apartamento dele, com a luz dos postes, alguns sortudos puderam ver claramente um carro andando com uma mina dentro, completamente pelada, de pernas abertas, com os pés no painel, e com uma mão acariciando o pau do motorista, e com a outra se masturbando a buceta.
Entramos no estacionamento, e quando ele já tinha estacionado o carro, me disse que eu devia me vestir pra pegar o elevador. Aí eu, com a putaria e a loucura que tinham tomado conta de mim, falei que não importava, que assim o trajeto no elevador ia ser mais gostoso pra ele. E assim, desse jeito Guisa, pegamos o elevador, subimos e entramos no apartamento dele.
O que aconteceu depois não dá pra descrever, porque foi uma verdadeira loucura. A gente fez de todos os jeitos e posições que você pode imaginar: de frente, por trás, por trás do trás, eu por cima, eu por baixo, eu enfiando um dedo na bunda dele, ele enfiando um dedo na minha bunda, eu chupando ele, ele me chupando, nós dois chupando um ao outro ao mesmo tempo… até o paroxismo.
Já nem lembro quantas vezes gozei, nem quantas vezes ele gozou, o que lembro é que teve um momento de pura loucura em que nossas mentes queriam e pediam mais sexo, mas nossos corpos já não aguentavam, até que, realmente exaustos, caímos os dois e dormimos abraçados um no outro. Não lembro na minha vida, nem com meu marido, nem com os outros caras que tive, de ter sentido algo igual, e de ter aproveitado tanto…
Meus olhos se abriram com a luz no dia seguinte ao sentir as carícias de Alessandro no meu corpo nu, e ali eu realmente tomei consciência do que tinha acontecido e do que eu tinha feito na noite anterior. Nem nos meus melhores sonhos eu poderia imaginar que uma mulherzinha casada como eu, com uma vida respeitável, fosse capaz de fazer o que fiz, de me soltar como me soltei, de perder a consciência como perdi e de sentir tudo o que senti naquela noite luxuriosa e deliciosa.
Fechei os olhos e fiquei sonhando e lembrando…
Aconteceu em Ibiza, há muitos anos. Eu tinha ido de férias com meu marido, com quem estava casada há um ano, e estávamos aproveitando muito o sol, a praia e a sensação de liberdade que a ilha transmite.
Costumávamos ir à praia d'en Bossa, pois era a mais perto do nosso apartamento, e podíamos ir a pé sem precisar pegar o carro. Lá, tomávamos sol nas espreguiçadeiras de um quiosque que estava na moda e tinha muita gente.
Estávamos rodeados de corpos esculturais, garotos e garotas, a maioria de origem nórdica, que exibiam sua beleza e se mostravam para deleite de quem estava ali. Meu marido não tirava os olhos de nenhuma das loiras esculturais que tomavam sol de topless, e apesar de eu também estar de topless e com uma tanga amarela, daquelas fio dental, ele não estava me dando atenção, o que me deixava puta da vida. Tenho que dizer que eu também era muito olhada, especialmente quando me levantava e caminhava em direção à água, e principalmente quando voltava da água para minha espreguiçadeira, com o corpo todo molhado e meus bicos duros como pedra. Em especial, um garoto italiano que estava sozinho, numa espreguiçadeira a poucos metros das nossas, e que não tirava os olhos de mim, aproveitando qualquer chance para cruzar o olhar com o meu e me dar o melhor dos seus sorrisos.
Mas isso parecia não importar para meu marido, que preferia continuar se deliciando com as loiras nórdicas de peitos grandes e bronzeados.
Chegou um momento em que aquela situação ficou insuportável para mim, pois ele literalmente estava me ignorando, não me dando a menor bola, e ainda parecia que se irritava cada vez que eu falava com ele, e foi isso que eu reclamei. A reação dele foi tão desproporcional que ele começou a gritar comigo, a ponto de quem estava por perto... Ao redor, olharam para nós surpresos, inclusive o garoto italiano. Ele me olhou e fez um gesto de estupefação, como se dissesse que aquilo que meu marido estava fazendo comigo não se fazia com ninguém.
Nossa discussão continuou, já num tom mais baixo, até que o imbecil do meu marido levantou da espreguiçadeira, pegou as coisas dele e vazou, não sei pra onde. Que vá pra merda, pensei, e fiquei ali sozinha na praia, puta da vida, me sentindo ridícula na frente de todo mundo por causa do circo que o idiota do meu marido tinha armado.
Fechei os olhos para me isolar de todo mundo e fiquei tomando sol, pensando no que tinha acontecido, que eu não tinha que aturar essas cenas, e no futuro que me esperava ao lado do meu marido, que eu amava loucamente, mas não aquela faceta dele. Além disso, como vocês podem imaginar, não era a primeira vez que ele fazia um escândalo parecido.
Depois de um bom tempo, mais de uma hora, acho eu, abri os olhos e vi que o mundo continuava girando como se nada tivesse acontecido, e que os problemas com meu marido não importavam pra ninguém além de mim. Decidi ir dar um mergulho para me relaxar. Ao passar, cruzei na frente do garoto italiano, que me deu um dos seus sorrisos lindos, e eu respondi com outro igual.
Fiquei nadando um bom tempo, brincando com as ondas, pulando quando elas iam se quebrar em mim, e percebi que o garoto italiano tinha se virado para poder me ver nadando. Notei, disfarçadamente, que ele não tirava os olhos de mim, completamente vidrado, tentando cruzar nossos olhares para me dar aquele sorriso.
Quando decidi sair da água e voltar pra minha espreguiçadeira, por uma razão estranha que não consigo explicar, comecei a andar, rebolando um pouco mais do que devia, na direção da espreguiçadeira do italiano, oferecendo a vista do meu corpo nu, mal coberto pela parte da frente do meu fio dental, totalmente molhada, e com meus bicos durinhos, e ao passar na frente dele, dessa vez fui eu que me adiantei, e ofereci meu melhor sorriso. Ele ficou meio surpreso, porque até então eu evitava o olhar dele, pra não criar nenhuma ilusão ou esperança, mas essa virada inesperada no meu jeito ele não esperava, e deve ter se surpreendido.
Continuei andando até minha espreguiçadeira, agora dando uma boa vista de todo meu corpo pelado, e especialmente da minha bunda, de onde saíam as duas tirinhas finas do meu fio dental, e imaginei que ele estaria olhando sem perder um detalhe.
Cheguei na minha espreguiçadeira e me deitei de bruços, mas antes fiquei de quatro em cima dela, pra dar uma boa vista da minha bunda e da minha bucetinha mal coberta pelo fio dental. Fiquei nessa posição por uns dez ou quinze minutos, só o suficiente pra secar meu corpo todo, e aí me apoiei nos cotovelos, fiquei olhando pro quiosque, na direção contrária ao mar, e fiquei observando o pessoal na minha frente, até que virei a cabeça e o olhar pro mar, e sem querer cruzei o olhar de novo com o italiano, que devia estar de olho em mim o tempo todo, e como eu não esperava que ele estivesse olhando, ele deve ter visto minha cara de surpresa, e me sorriu de novo. Mesmo tendo devolvido um sorriso meio seco, fiquei sem graça, e ele deve ter notado, porque virei a cabeça rapidamente pra frente, pra olhar de novo pro quiosque.
Fiquei uns dez minutos matutando, pensando no circo que o idiota do meu marido tinha armado, em como ele não me valorizava, e preferia olhar pras loiras nórdicas, desprezando o que tinha em casa, em como queria devolver os insultos dele me vingando, e no italiano que não tirava os olhos de mim. O que meu marido não valorizava, outros estavam loucos pra pegar.
Nisso minha cabeça tava, quando decidi, e Não me perguntem de onde tirei a coragem, que o idiota do meu marido ia descobrir o que a esposa dele realmente valia. Me apoiei de novo nos cotovelos, virei a cabeça e procurei o italiano com o olhar, olhei pra ele, sorri, ele me devolveu o sorriso, e pegando na minha mão um frasco de bronzeador, mostrei pra ele perguntando se ele se importava de passar creme nas minhas costas. Claro que sim, ele disse, e se aproximou da minha espreguiçadeira, e pegando o frasco de bronzeador, passou um pouco de creme nas minhas costas, e começou a espalhar com movimentos suaves, mas com muita energia.
Ele perguntou meu nome, e pra não dar o verdadeiro, falei que me chamava Carla. Ele se chamava Alessandro, me disse sem parar de espalhar o creme nas minhas costas, com uma suavidade e energia que mais parecia uma massagem.
Aos poucos foi descendo pelas costas, até chegar na minha bunda, ladeada só pelas duas tiras da minha tanga, e ali se demorou um bom tempo, massageando com entusiasmo. A situação estava me divertindo, e me fazia sentir como vencedora da batalha contra meu marido, por ter um desconhecido italiano totalmente entretido em aproveitar meu corpo, e que parecia se interessar muito mais por mim do que meu marido.
Alessandro largou minha bunda, e foi pros tornozelos, passando creme de novo, e subindo devagar pelas minhas pernas. Primeiro as panturrilhas, depois a parte de baixo das minhas coxas, em seguida a parte de cima e a parte interna delas, e depois de novo minha bunda. Pelos movimentos que ele fazia, dava pra ver que estava empolgado com a tarefa, e de repente, num dos movimentos, um dedo dele roçou o pano da minha tanga que cobria minha bucetinha. Não consegui evitar um leve sobressalto, fruto da surpresa, e virei o olhar pra ele, que estava me olhando, e mostrei um sorrisão, que ele deve ter interpretado como uma aprovação pra sua ousadia. Tenho que dizer que, embora no começo tenha me surpreendido, também me agradou, então quase Imperceptivelmente, levantei um pouco minha bunda e abri mais minhas pernas. Ele soube interpretar a mensagem e, continuando a massagem na minha bunda, repetiu o movimento, passando o dedo de novo na minha coisinha, mas dessa vez com mais força e por mais tempo. Dessa vez, a surpresa virou excitação, e eu abri mais minhas pernas de novo, pra facilitar pra ele, enquanto sentia que eu tava ficando molhada.
Ele repetiu o movimento do dedo na minha bucetinha umas quatro ou cinco vezes, fazendo com que eu ficasse completamente molhada e começasse a encharcar minha calcinha fio dental. Naquele ponto, achei que a situação tava escapando do meu controle, porque me conheço bem o suficiente pra saber que tava perto do ponto sem volta, onde a excitação é tão grande que nada mais importa e eu não consigo parar. Então decidi cortar, me apoiei nos cotovelos, virei pra ele, agradeci e falei que já era o suficiente.
Ele ficou meio surpreso, porque tava realmente empolgado com a massagem, mas acho que entendeu, já que não dava pra continuar me masturbando no meio da praia, na vista de todo mundo — e, por sinal, alguns dos mais próximos já tinham percebido a manobra.
O Alessandro aproximou o rosto do meu e me deu um beijo no rosto enquanto me devolvia o pote de protetor solar. Eu, por minha vez, agradeci e quis dar outro beijo no rosto dele, mas o safado virou um pouco e, sem querer, acabei beijando ele na comissura dos lábios, o que provocou um sorriso safado e cúmplice nele.
Passei o resto da manhã tomando sol, de frente e de costas, esperando que o idiota do meu marido chegasse pra almoçarmos juntos, mas já eram três horas e ele não tinha aparecido, o que tava me irritando pra caralho, até que me enchi, criei coragem e decidi seguir em frente com minha vingança, que, por outro lado, tenho que admitir que era um jogo que me divertia. Então me levantei, vesti uma camiseta branca de Alças largas, que deixavam boa parte dos meus peitos à mostra pelos lados, ao mesmo tempo que marcavam meus bicos, fui até a espreguiçadeira do Alessandro e perguntei se ele queria comer alguma coisa comigo. Claro que sim, ele disse, e vestindo uma camiseta por cima, fomos até o quiosque. Como eu ia na frente dele, presenteei ele com uma bela vista da minha bunda durante o trajeto.
Ficamos comendo, bebendo e conversando por quase duas horas, e apesar de eu não saber italiano e ele mal arranhar o espanhol, admito que estava me divertindo, porque o Alessandro, além de ser bonitão e ter um corpaço, era muito simpático, e conseguiu me fazer esquecer completamente do meu marido e seus surtos de raiva.
Quando terminamos de comer, fomos para nossas respectivas espreguiçadeiras, e ele me perguntou se eu queria que ele colocasse a dele ao lado da minha, a que inicialmente era do meu marido. Fiquei meio sem graça, porque por um lado era dar mais corda pra uma situação que nem eu mesma sabia até onde queria que fosse, e por outro lado existia a possibilidade do meu marido aparecer e, vendo a cena, armar outro barraco daqueles. Mas entre minha vontade de vingança e o quanto o Alessandro estava me fazendo me divertir, eu disse que sim.
E ficamos lá um bom tempo conversando, rindo e nos divertindo, até que o calor sufocante do início da tarde nos levou a dar um mergulho pra refrescar. Novamente tomei a dianteira e caminhei até a água na frente dele, pra que ele curtisse a vista da minha bunda se mexendo ao andar, e fomos entrando na água devagar, porque a diferença de temperatura entre fora e dentro d'água era grande, e era melhor entrar aos poucos. A água já batia quase na minha cintura e fiquei parada um tempo pra aclimatar a temperatura do corpo, quando ele começou a me salpicar levemente pra me decidir de vez a entrar. A partir daí... Começamos a brincar como dois adolescentes, nos molhando, rindo, nos empurrando, nadando, até que em um determinado momento ficamos bem perto um do outro, e nos olhamos intensamente nos olhos, e ficamos parados como se perguntando o que fazer naquele momento, questão que Alessandro soube resolver rapidamente, pois passando uma mão por trás do meu pescoço, foi aproximando meu rosto do dele, até que nossos lábios se encontraram e começamos a dar um dos beijos mais intensos que lembro na minha vida. Dava pra ver que estávamos desejando aquilo há um tempão, e no meu caso, eu também precisava pra reforçar minha autoestima, porque me mostrava que ainda era capaz de atrair um homem. Nos beijamos muito apaixonadamente várias vezes, enquanto nos abraçávamos um ao outro. Sentindo nossos corpos em contato. Eu colava meus peitos e meus bicos duros no peito dele, enquanto ele acariciava minhas costas e minha bunda de vez em quando, até que em um determinado momento, a mão dele desceu além da bunda e começou a acariciar minha bucetinha, por cima da tanga. Aquilo me deixou a mil em todos os sentidos, porque à sensação de estar praticamente nua dentro do mar, se juntavam os beijos e as carícias na minha xereca que Alessandro me dava. Fiquei muito tesuda, e embora pensasse que era uma mulher casada, e que não era certo trair meu marido, apesar de quão imbecil ele era, as carícias e os beijos do Alessandro me venceram, e me deixei levar pela paixão, e com minha mão comecei a acariciar o pau dele, primeiro por fora da sunga, sentindo a dureza e o tamanho, e depois já por dentro.
Ficamos assim não sei quanto tempo, nos abraçando, nos beijando e passando a mão um no outro por toda parte, ambos com um tesão indescritível, e com uma puta vontade de foder, mas sabendo os dois que ali era impossível, porque já estávamos chamando bastante atenção, pra ainda ir além. Então, a contragosto, aos poucos tivemos que deixar que se A coisa esfriou, e voltamos pras nossas espreguiçadeiras.
Ficamos mais ou menos uma hora tomando sol, de mãos dadas feito namorados de primeira viagem, e de vez em quando trocando um beijo apaixonado que só fazia reacender a chama da putaria.
Já eram oito da noite quando decidi que já era hora de sair da praia, e falei isso pro Alessandro, mas antes de voltar pro meu apartamento, a gente tomou uma coca-cola no quiosque e ficou conversando. Ele me convidou pra jantar, o que me lisonjeou pra caralho, mas, por mais que eu estivesse a fim de continuar minha aventura-vingança, não quis me comprometer com ele, porque imaginava que meu marido estaria no apartamento e seria impossível, e expliquei isso pra ele. Ele insistiu, lembrando que meu marido não merecia que eu esperasse por ele, pelo mal que me tratou, e eu concordei, mas não tive coragem de dizer sim. Pra não fechar a situação de vez e deixar uma porta aberta, pedi o número de telefone dele e falei que, se às nove e meia eu não ligasse, era porque não podia ir jantar com ele.
Depois, ele me levou de carro até o apartamento, e lá, não sem antes insistir de novo pra eu ir jantar com ele, a gente se deu um beijo apaixonado de despedida, e eu fui pro apartamento.
Quando cheguei em casa, como eu temia, meu marido não estava, mas tinha sinais de que ele tinha passado por lá durante o dia, então fui tomar um banho e lavar o cabelo do salitre do mar. Enquanto me ensaboava no chuveiro, não consegui evitar de passar a mão nos peitos e na bucetinha, e claro, lembrar do que tinha rolado na praia com o italiano, o que só aumentou a putaria mental que já tava rolando.
Depois de tomar banho e secar o cabelo, eram quase nove horas, resolvi ligar pro meu marido pra saber o que ele tava fazendo e, principalmente, o que ele pretendia fazer aquela noite, mas o filho da puta tinha desligado o celular.
Essa foi a gota d'água, e foi aí que tomei a decisão de seguir em frente com o Alessandro, então que liguei pra ele e falei pra me buscar às nove e meia pra gente ir jantar. Claro que não vi a cara dele, mas pelo tom da voz percebi que ficou doido de alegria.
Passei uma maquiagem leve, fiz um pouco os olhos e os lábios, e comecei a pensar em que roupa vestir. Queria estar bem gostosa, pra deixar meu italiano louco, mas também não queria parecer uma puta, e depois de muito pensar e experimentar roupa, escolhi um vestido florido soltinho, curtinho, mas não exagerado, com umas alças que amarravam nos ombros, e já tratei de afrouxar elas pra ficar mais solto e o decote descer mais, e com umas aberturas laterais que quase iam até a cintura, que em pé ou andando quase não dava pra ver, mas que ao sentar mostravam a coxa toda. Coloquei também umas sandálias de salto alto que alongavam mais minha silhueta, e só. Tava decidida a deixar o italiano maluco, e resolvi deixar a calcinha e o sutiã no armário.
Espiei na varanda pra ver o Alessandro chegar, mas também com medo de que a qualquer momento meu marido aparecesse, e apoiada na grade sentia a brisa do mar passando pelas minhas coxas e pela minha buceta, me dando uma sensação indescritível que me deixava mais tesuda ainda.
Finalmente vi o carro do Alessandro chegar, desci pra encontrá-lo, entrei no carro, dei um beijinho nele, e fomos pro restaurante, enquanto ele se derretia em elogios sobre como eu tava linda, e como o vestido caía bem em mim, sem tirar o olho das minhas coxas, porque sentada dava pra ver quase até a cintura.
O restaurante era um lugar ideal, perto do mar, bem charmoso na decoração, com muitas velas que deixavam tudo mais íntimo, cheio de gente bonita e, na varanda, dava pra sentir a brisa do mar.
Fazia tempo que não curtia um jantar como aquele, porque além do lugar e da comida que tava deliciosa, não parei de rir com as coisas que ele falava. e as histórias que o Alessandro me contava, e se a isso a gente junta os efeitos de um vinho branco fresquinho, dá pra imaginar como eu tava: exultante.
Terminada a janta, ele me chamou pra tomar um mojito num lugar chamado KM5, que era muito bom, ao ar livre, com umas tendas árabes onde ficavam os sofás e as mesas, com uma música muito boa, mas num volume sem estridência, que dava pra manter uma conversa. A gente sentou numa mesa que tinha uma espécie de divã comprido cheio de almofadas, e onde se descuidasse, você acabava deitada de vez.
Depois que uma garçonete gostosa trouxe os mojitos, a gente brindou, deu um gole, e se deu um beijo intenso.
Foi nesse momento que eu decidi de vez ir pra cima do italiano, e a partir dali, tudo foi risada, gole de mojito, beijo e mais risada. Ele tinha passado a mão por trás, apoiando no meu ombro, e ficava brincando, acariciando meu pescoço com os dedos, que é uma das coisas que mais me excita, e eu, pra dar mais tesão na situação, deixei cair uma das alças do vestido, com isso o decote desceu, e mal se segurava num dos meus mamilos. Nisso tudo, embora ele não pudesse ver por causa da posição, pra deleite de quem tava do outro lado, a abertura lateral do meu vestido ia até a cintura, mostrando a coxa inteira e mais um pouco, e principalmente, deixando ver que eu não tava de calcinha.
Ele não parava de olhar pro meu decote, esperando a gravidade agir e deixar uma das minhas tetas à mostra, e embora eu tivesse decidida a fazer isso, quis deixar ele na expectativa por mais um tempo.
A gente continuou bebendo e se beijando, e por mim, entre os mojitos e o tesão que eu tava, me sentia totalmente desinibida e pronta pro ataque final, então, aproveitando que ele me virou um pouco pra frente dele pra me dar um beijo, deixei o decote escorregar, mostrando uma das minhas tetas bronzeadas. Ele não resistiu tentação, e com a mão que não segurava meu ombro, ele a enfiou entre nós e começou a acariciar meu peito. Por fora ninguém via nada do que rolava, porque eu tava virada de costas pro resto do povo, e aproveitei a situação pra passar a mão no pacote dele, sentir a dureza e o tamanho da rola dele, além de deixar ele mais excitado. Se somar isso à intensidade dos beijos, dá pra imaginar o quanto a gente tava pegando fogo.
Ficamos nessa por mais um tempinho, até perceber que não dava pra continuar ali, porque mesmo o lugar sendo discreto, já tava chamando atenção, e tinha gente demais de olho na gente, com medo de sermos pegos a qualquer momento. Fora a vontade imensa de foder que a gente tava sentindo.
Então levantamos, caminhamos abraçados pela rampa que leva ao estacionamento pra pegar o carro. Como o estacionamento tava bem escuro e eu tava a mil, não resisti e, pegando na mão dele, levei ele entre dois carros. Ali na escuridão, abracei ele pelo pescoço e comecei a beijar e abraçar como uma possessa, pra depois descer o zíper da calça dele e soltar o pau, que já tava prestes a explodir dentro da cueca, e comecei a acariciar. Aí me abaixei e fiquei de joelhos, não sem antes deixar meu decote cair pra mostrar um dos meus peitos, e ali, na escuridão da noite, entre dois carros, comecei a beijar a cabecinha do pau dele, que já tava vermelho e latejando. Beijava, chupava, enfiava tudo na boca, passava a língua em volta, sugava, enquanto com a mão acariciava as bolas dele.
Ele não aguentava mais o tesão que eu tava causando, e eu tava como uma possessa de erotismo e paixão. Não me reconhecia, porque nunca tinha sentido uma onda de tesão e luxúria como naquela noite.
Depois de uns minutos de putaria sem limites, ele falou que era melhor a gente ir pra casa dele. casa, e eu disse que sim, por favor, que não aguento mais. Peguei no pau dele, e com um peito pra fora do vestido, toda puta e gostosa, fui andando com ele pelo estacionamento até o carro dele.
Chegamos, ele abriu o carro e entrou pra dar a partida, enquanto eu dava a volta pelo outro lado. Aproveitando a escuridão da noite, tirei o vestido e entrei no carro completamente pelada.
Ele ficou chocado, mas não resistiu à tentação e começou a acariciar meus peitos, enquanto eu me aproximava, beijava ele como uma possessa, e soltei o pau dele de novo do aperto da calça. Com o tesão, minhas pernas se abriram pra caralho, mostrando minha bucetinha depilada por inteiro, escorrendo igual uma fonte de montanha. Tentação que ele também não aguentou, e começou a acariciar, passar os dedos pra cima e pra baixo, de baixo pra cima, enfiar os dedos dentro, acariciar meu clitóris, enquanto eu me contorcia de prazer e massageava o pau dele. Ficamos assim até eu não aguentar mais as carícias na minha buceta, e, escorrendo, gozei num orgasmo foda que me deixou tonta e sem noção, como nunca tinha sentido antes.
Me recuperando um pouco, saímos do estacionamento e fomos pra casa dele. Na escuridão da noite, ninguém via nada de fora do carro, mas quando chegamos na área urbanizada onde ficava o apartamento dele, com a luz dos postes, alguns sortudos puderam ver claramente um carro andando com uma mina dentro, completamente pelada, de pernas abertas, com os pés no painel, e com uma mão acariciando o pau do motorista, e com a outra se masturbando a buceta.
Entramos no estacionamento, e quando ele já tinha estacionado o carro, me disse que eu devia me vestir pra pegar o elevador. Aí eu, com a putaria e a loucura que tinham tomado conta de mim, falei que não importava, que assim o trajeto no elevador ia ser mais gostoso pra ele. E assim, desse jeito Guisa, pegamos o elevador, subimos e entramos no apartamento dele.
O que aconteceu depois não dá pra descrever, porque foi uma verdadeira loucura. A gente fez de todos os jeitos e posições que você pode imaginar: de frente, por trás, por trás do trás, eu por cima, eu por baixo, eu enfiando um dedo na bunda dele, ele enfiando um dedo na minha bunda, eu chupando ele, ele me chupando, nós dois chupando um ao outro ao mesmo tempo… até o paroxismo.
Já nem lembro quantas vezes gozei, nem quantas vezes ele gozou, o que lembro é que teve um momento de pura loucura em que nossas mentes queriam e pediam mais sexo, mas nossos corpos já não aguentavam, até que, realmente exaustos, caímos os dois e dormimos abraçados um no outro. Não lembro na minha vida, nem com meu marido, nem com os outros caras que tive, de ter sentido algo igual, e de ter aproveitado tanto…
Meus olhos se abriram com a luz no dia seguinte ao sentir as carícias de Alessandro no meu corpo nu, e ali eu realmente tomei consciência do que tinha acontecido e do que eu tinha feito na noite anterior. Nem nos meus melhores sonhos eu poderia imaginar que uma mulherzinha casada como eu, com uma vida respeitável, fosse capaz de fazer o que fiz, de me soltar como me soltei, de perder a consciência como perdi e de sentir tudo o que senti naquela noite luxuriosa e deliciosa.
Fechei os olhos e fiquei sonhando e lembrando…
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