Meu marido, Alejandro, é advogado e trabalha num escritório grande, mas como ainda está há pouco tempo, as condições não são lá essas coisas, ou seja, jornadas exaustivas e salário medíocre.
Dá pra dizer que minha vida é feliz, embora sinta falta do meu marido, porque as jornadas dele são intermináveis, então só vejo ele no café da manhã e no jantar, e como ele chega em casa morto de cansado, nossa vida sexual fica restrita aos fins de semana. Isso sim, sábados e domingos a gente compensa tudo o que perdeu durante a semana, já teve dia de ficar a manhã inteira entregues um ao outro, em verdadeiras maratonas de sexo e amor, mas no resto da semana fico bem entediada, porque além do tempo que tomo café com meu marido, o resto se resume a limpar a casa, fazer compras, preparar alguma comida e ver TV, até a noite, quando Alejandro chega.
Não sei por quê, se por causa do calorão que faz em Buenos Aires neste verão ou pela falta da companhia dele e de sexo, mas ultimamente ando num tesão danado, e assim que meu marido vai trabalhar, a primeira coisa que faço é tirar a camisola e andar pelada pela casa. Adoro fazer os serviços domésticos pelada, porque além de ficar mais fresca, me dá muito tesão, ainda mais se penso que algum vizinho pode me ver pelas janelas. Isso sim, quando saio na rua vou bem discreta e toda bonitinha arrumada, porque sempre gostei de me arrumar e cuidar dos detalhes e acessórios, e além disso no bairro já comecei a ter vizinhas conhecidas, com quem às vezes tomo café, e procuro não dar motivo pra fofoca de jeito nenhum.
Na sexta-feira da semana passada, eu estava meio excitada, porque o fim de semana já estava chegando, e queria dedicá-lo inteiro a aproveitar com Alejandro o que não dava durante a semana e que eu tinha acumulado, então depois de dar uma arrumada na casa e me aprontar bem bonitinha, desci até o supermercado pra estocar comida e bebida pros próximos dias, e pra comprar Algumas guloseimas especiais pro fim de semana.
Comprei tanta coisa que, quando cheguei no caixa, percebi que não dava conta de todas as sacolas — acho que eram umas sete ou oito — e ainda tinha várias garrafas de vinho, que pesam pra caralho. Não sabia como me virar pra levar tudo pra casa, porque, mesmo morando a duas quadras do supermercado, era peso demais pra mim. Manolo, o dono do super, me viu tão apertada que mandou um funcionário deles me ajudar a subir as compras. Não é algo que eles costumam fazer, mas eu era boa cliente da loja e sempre tratava todo mundo com educação, coisa rara entre as madames.
Então, entre eu e Victor, o funcionário — que pegou a maior parte das sacolas e as mais pesadas —, subimos as compras pra casa numa viagem só.
Quando entrei em casa, passei na frente pra mostrar o caminho. Ao chegar na cozinha, o tapete estava todo desarrumado e atravessado no chão, então parei de repente pra me abaixar, ajeitar ele e poder passar. Nisso, o garoto que vinha atrás com os dois braços cheios de sacolas não percebeu a manobra e, sem querer, tropeçou em mim. Preciso deixar claro que, como eu estava abaixada, o que realmente bateu foram os genitais dele na minha bunda.
Ele ficou super nervoso com a própria burrada, e também pelas conotações do tropeço. Todo vermelho de vergonha, não parava de pedir desculpa:
— Perdoa, senhora, perdoa. Eu ia distraído e não vi.
— Relaxa, não tem problema. Sério, não tem importância nenhuma.
A verdade é que o rapaz parecia bem sem graça, então não dei a menor importância pra ele não ficar constrangido.
Acompanhei ele até a porta, abri e, antes de me despedir, dei cinquenta pesos de gorjeta. Ele não quis aceitar, mas insisti:
— Pega, pra você pagar um café pra um amigo ou pra sua namorada.
— Muito obrigado, senhora, mas não tenho namorada, e a senhora não precisa me dar nada.
— Insisto, Victor, porque você me fez um favorzão me ajudando com as sacolas.
Enquanto isso acontecia, notei que o olhar dele não se desgrudava de mim, e, embora estivesse muito sério pelo ocorrido, havia algo de especial naquele jeito de olhar, porque por um lado parecia querer pedir desculpas, e por outro, intimidava.
Tenho que dizer que o cara era bonito de se ver, pois era alto, tipo um metro e noventa, magro, cabelo bem preto, pele morena, um pouco de traços ciganos, e com um olhar muito intenso. É de se imaginar que não lhe faltariam mulheres na curta vida dele.
O resto do dia passou sem graça nem glória, terminei de guardar as compras, comi uma salada, vi um bom tempo uma série na TV, e depois comecei a preparar um jantar especial para aquela noite.
O fim de semana não foi nem de longe como eu esperava, pois Alejandro, além de vir muito cansado, veio de muito mau humor, porque tinha perdido no tribunal um caso que estava cuidando de um cliente, e, embora não tenha me confessado, é de se supor que no escritório devem ter dado uma bela bronca nele. Não passamos mal, mas também não foi nada demais, porque Alejandro não estava para celebrações, e, embora eu percebesse que ele queria evitar me passar os problemas dele, também notava que ele estava ausente.
Na segunda-feira, depois de tomar café da manhã e me despedir do meu marido, como estava um calor horrível, apesar de ser cedo, decidi ir passar o dia na piscina, para me refrescar e pegar sol para manter meu bronzeado.
Costumo ir a uma piscina de um clube privado que aceita gente que não é sócia, mediante pagamento, mas que é muito boa, pois é bem tranquila, ainda mais num dia de semana, e além disso o pessoal é bem normal e educado. Além do mais, a maioria das garotas e senhoras tomam sol de topless, e muitas de fio dental, como eu e meu marido gostamos, que adora me ver com as tetinhas e a bunda morenas e sem marcas de sol.
Fiquei o dia todo na piscina, tomando sol e me banhando de vez em quando para me refrescar do calor imenso que fazia, e para as delícias de alguns olheiros que não tiravam os olhos de mim toda vez que eu levantava da espreguiçadeira e entrava na água, e depois quando voltava. A verdade é que não os culpo, pois aos meus vinte e oito anos tenho um corpo bonito, com uns peitinhos não muito grandes, mas bem colocados, uma boa bunda, e se juntarmos isso a uma pequena tanga amarela fio dental, o coquetel devia ser bem apetitoso.
Pra falar a verdade, me lisonjeava me sentir olhada e desejada, mas como não queria dar chance pra nada, evitava cruzar o olhar com ninguém, me mantendo distante, embora tenha que admitir que gostava de tê-los na minha cola, e de vez em quando, especialmente quando me levantava pra ir à piscina, ou ao voltar pra espreguiçadeira, fazia isso com poses um pouco sensuais, abrindo bem as pernas, ou colocando a bunda um pouco empinada.
Assim passei o dia, tomando sol, me banhando, e brincando de excitar meus admiradores anônimos, até que chegou a hora de voltar pra casa.
Já em casa, a primeira coisa que fiz foi tomar um banho refrescante, depois servi um refresco, e fiquei vendo TV, completamente pelada, até meu marido chegar. Ia recebê-lo assim, peladinha e toda pra ele.
A verdade é que não prestei atenção em nada do que passava na TV, pois por alguma razão estranha eu tava meio excitada, e na minha cabeça vinham cenas como flashes da piscina, da sensação de ser olhada e desejada pelos homens, de andar entre as pessoas praticamente nua, só com uma tanga bem pequena, dos movimentos de pernas e bunda que eu dava de presente pros meus admiradores, e do Victor, o funcionário da loja. Lembrei do Victor e da cara que ele fez quando esbarrou na minha bunda, e do olhar que me deu quando se despediu.
Nesses pensamentos minha cabeça tava, quando percebi que sem perceber, eu tava me acariciando levemente. Me surpreendi comigo mesma, pois é algo que não costumo fazer, e comecei a pensar em outras coisas, entre elas preparar um jantar gostoso pro Alejandro, e acompanhar com um vinho fresquinho, esperando que depois ele me dedicasse um pouco de amor.
O Alejandro chegou tarde e com um humor insuportável, tanto que mal jantou, e estava totalmente ausente. Ele me disse que tinha tido um dia fodido, que ainda tava naquela do caso perdido, e que me desculpasse mas ia pra cama. Então, de novo, fiquei na vontade.
Fiquei um tempão vendo TV, e depois me deitei em silêncio, deixando a imaginação voar.
No dia seguinte, depois de tomar café e ele ir embora, fiquei de novo pensando e remoendo na cabeça. Não aguentava mais essa situação, porque eu passava o dia inteiro sozinha e entediada em casa, e o pouco tempo que tinha pra compartilhar com meu marido, ele nem ligava pra mim. Além disso, tava me sentindo morbidosa e com tesão, e não tinha ninguém pra apagar o fogo que ardia dentro de mim, e a vontade de homem que me consumia. E com esses pensamentos, lembrei de novo do garoto do supermercado, e comecei a pensar no corpo alto e magro dele, no cabelo preto, na pele morena, nos traços ciganos e no olhar perturbador dele, e quanto mais pensava nisso, mais molhada eu ficava.
Então fui tomar um banho pra clarear a cabeça, e depois do banho vi que já tinha um pouco de pelo crescendo na buceta, então raspei tudo, deixando lisinha que nem uma boneca. Depois comecei a passar creme pra não coçar, e ao fazer isso e acariciar meus lábios, comecei a me excitar de novo, e continuei me acariciando, até que a umidade lá dentro começou a escorrer, e sem perceber direito, comecei a enfiar dois dedos, e a mexer pra frente e pra trás, junto com movimentos circulares. Ardia por dentro e entendi que o que eu precisava era de um homem de verdade, que saciasse toda a paixão que eu tinha guardada.
Me vesti, como sempre toda gostosa, passei um perfume leve, e saí pra rua, até uma cafeteria pra tomar um café e Esvaziar minha mente.
Quando voltava de tomar meu café, e já estava quase passando na frente do supermercado, comecei de novo a pensar no funcionário, e no quanto eu precisava de um homem, então, sem pensar duas vezes, entrei na loja para comprar alguma coisa, embora logo entendesse que, se quisesse que o garoto levasse minhas compras para casa, tinha que ser uma compra grande, por isso comecei a encher o carrinho de refrigerantes e cervejas, porque pesavam muito e, mesmo que não precisasse deles naquele momento, nunca era demais tê-los.
Cheguei ao caixa com o carrinho cheio e, depois de colocar tudo em várias sacolas e pagar, perguntei ao Manolo, o dono, se eles podiam levar até minha casa, porque eu não aguentava aquele peso todo. Ele me disse para não me preocupar, que o garoto não estava no momento, mas que ao longo da manhã eles levariam.
Mal saí da loja e comecei a pensar e imaginar o que fazer quando o funcionário chegasse, que roupa vestir, que atitude tomar, se eu teria coragem de tomar a iniciativa ou esperar que ele fizesse, como ele reagiria se eu tomasse a iniciativa, etc. Estava imersa num mar de dúvidas e, por outro lado, pensava que, embora o Alejandro não estivesse me dando muita atenção ultimamente, eu também não deveria traí-lo com outro homem, ainda mais com dois meses de casados.
Já em casa, me deitei no sofá e acendi um cigarro, tentando colocar calma e ordem nos meus pensamentos, mas minha cabeça estava totalmente descontrolada, então decidi tomar outro banho para me refrescar e clarear a mente. Depois, vesti uma camiseta branca larga e uma minissaia jeans bem curtinha que comprei na praia e que em Madrid não ousava usar porque era um pouco exagerada, e saí para a varanda esperar que subissem minhas compras.
Passou um bom tempo, acho que já eram umas duas da tarde, e quando já estava mais calma, de repente a campainha tocou, e me deu a mesma sensação de um alarme de incêndio disparando. Meu coração começou a bater descontrolado, me pus Nervosíssima, sem saber o que fazer ou dizer. Corri pra porta feito uma colegial nervosa e, quando abri, lá estava ele, Victor: alto, moreno, gostoso, vestindo uma jeans, uma camiseta e um tênis, me dando um sorriso de orelha a orelha. Fiquei meio travada, mal consegui dar um "oi" e levei ele até a cozinha pra deixar as sacolas. Mostrei onde colocar, mas tava tão nervosa e tensa que mal sabia o que falar.
Tirei da minha bolsa uma nota de cinquenta pra dar de gorjeta, mas ele logo disse que não, que não queria gorjeta. Que a melhor gorjeta que ele podia ganhar era me ver de novo. Fiquei pasma, porque não conseguia imaginar o que ele tinha acabado de me dizer, mas com certeza me senti lisonjeada. Agradeci pelo elogio e fiquei feito uma boba, apoiada no balcão da cozinha, sem saber mais o que falar. Tava completamente travada.
Aí ele começou a andar como se fosse sair, e eu, vendo que ele ia embora e sem saber o que dizer, a única coisa que me veio na cabeça foi perguntar se ele queria um refrigerante. Ele disse que sim, que tava com muito calor e que adoraria tomar um refri.
Fui até a geladeira, abri a porta e, olhando o que tinha, perguntei qual ele queria, se de laranja, limão ou Booty. Não tinha terminado de falar quando senti umas mãos me pegando pela cintura e uma boca que chegou perto do meu ouvido e sussurrou que o que eu quisesse tava bom. Me arrepiei toda. Senti como se um choque elétrico percorresse meu corpo inteiro, me deixando travada de novo.
Fazia muito tempo que não sentia uma sensação igual. Não conseguia abrir a boca e tava num estado de excitação nervosa que me deixava paralisada.
Me virei como quem tenta colocar distância entre nós, mas aí ele se aproximou, passou uma mão no meu pescoço, acariciando e segurando minha cabeça, e bem devagar, como em câmera lenta, foi aproximando a boca da minha. até alcançar meus lábios e me dar um beijo suave. Eu fiquei travada, não sabia o que fazer, se deixar pra lá e colocar distância entre nós, ou me jogar e me entregar à paixão.
Victor não me deu escolha nenhuma, porque, cravando o olhar intenso nos meus olhos, foi aproximando de novo bem devagar os lábios dos meus, me dando tempo suficiente pra recuar se eu quisesse, enquanto com a mão acariciava meu pescoço. E aí sim, me deixei beijar, abrindo minha boca colada na dele, brincando com nossas línguas, e nos entregando um ao outro através das nossas bocas, enquanto nossos corpos se abraçavam.
Sentia meus peitos se apertando contra o peito dele, a mão dele deslizando pelas minhas costas e acariciando primeiro minhas costas, e depois minha bunda por cima da saia, enquanto eu fazia o mesmo, sentindo como ele era durinho, redondinho e bem definido.
Eu tava muito excitada, mas ao mesmo tempo muito nervosa e meio travada, porque nunca tinha estado numa situação parecida com nenhum outro homem que não fosse meu marido, então optei por me deixar levar e deixar que ele tomasse a iniciativa.
Ele continuou acariciando minha bunda, e começou a descer a mão e a levantar minha saia aos poucos, tudo isso sem parar de nos beijar, até que conseguiu acariciar minha pele diretamente, apertando minhas nádegas com a mão, e bem devagar continuou explorando minha parte de trás, até chegar na minha bucetinha, e aí percebeu que eu não tava de calcinha. Ele me olhou nos olhos com uma expressão misturada de surpresa gostosa e safadeza, e eu deduzi que aquilo tinha deixado ele ainda mais excitado, se é que era possível.
Ele continuou avançando e começou a acariciar minha xoxotinha, que nessa altura parecia mais uma fonte, de tanto líquido que saía dela, e que começava a escorrer pelas minhas coxas, até que ele alcançou meu clitóris e começou a acariciar com movimentos circulares.
Eu já tava fora de mim. Não lembrava de ter estado nunca num estado de excitação tão intensa como agora, e enquanto eu me deixava acariciar, comecei a desabotoar a calça jeans dele e abaixar a braguilha, pra poder acariciar melhor aquele rabo lindo. Que beleza de rabo que ele tinha.
Depois de um tempo me deixando acariciar, e depois de pensar duas vezes, me atrevi a dar o passo que sabia que não teria volta, e enfiando a mão pela cueca dele, consegui acariciar o pau dele, tirando ele do esconderijo pra poder aproveitar em todo seu esplendor. Era muito lindo, e de bom tamanho, tanto de comprimento quanto de grossura, e tava duro como uma barra de aço, então não conseguia resistir a acariciar ele em movimentos pra cima e pra baixo, passando de vez em quando um dedo na cabecinha.
Eu não aguentava mais, e me contorcia igual uma cobra, com as pernas bem abertas pra facilitar as carícias dele na minha bucetinha, completamente encharcada, e prestes a gozar.
Então ele me pegou pela cintura, me levantou e me sentou na bancada da cozinha, com a saia levantada até a cintura, feito um cinto, e com toda a minha xota depilada e molhada no ar, ele se abaixou e começou a passar a língua na minha buceta, desde o cu até o clitóris, onde se demorava fazendo movimentos circulares com a língua, e voltando do clitóris até o cu, saboreando meus sucos, e fazendo com que saísse ainda mais.
Quando eu já tava quase gozando, ele se levantou, pegou o pau lindo dele e apontou pra minha bucetinha, enfiando bem devagar a ponta da cabecinha, e ficou ali parado, me olhando intensamente nos olhos, como se buscasse minha aprovação pro que ia rolar. Eu me agarrei com as duas mãos no pescoço dele pra não cair, porque tava totalmente entregue, e dos meus olhos saiu um olhar cheio de safadeza e luxúria, que fez ele entender que eu era toda dele, e que podia fazer comigo o que quisesse.
Então, num movimento brusco de quadril, ele enfiou toda a barra de aço dele dentro de mim, até meter inteiro, provocando um arrepio interno que me fez me contorcer de luxúria e plenitude, ao mesmo tempo que não consegui reprimir um gemido intenso de prazer. Ele começou a me sacudir forte pra frente e pra trás com a vara potente dele, fazendo eu começar a ficar tonta e perder as forças e a consciência de tanto prazer que tava me dando, e me deixando levar pela intensidade do momento, me entreguei totalmente a ele até chegar no orgasmo mais maravilhoso que já tinha sentido…
Eu tava praticamente inconsciente de tão intenso que foi o orgasmo, enquanto ele continuou empurrando por mais uns segundos, até eu sentir ele gozar e bombear o esperma dele dentro de mim. Fiquei extasiada e completamente cheia de homem.
Ficamos abraçados por uns minutos, com o pau dele dentro de mim, com nossos corpos encharcados de suor, com minha buceta escorrendo fluidos, enquanto tentávamos recuperar o fôlego depois da intensidade dos nossos orgasmos, e nos presenteávamos com os melhores beijos.
Quando já tínhamos voltado ao ritmo cardíaco normal, ficamos nos olhando fixamente um pro outro, e sem dizer uma palavra, os dois explodimos numa gargalhada enorme, que era só o reconhecimento da loucura que a gente tinha acabado de fazer e que tinha sido uma transa maravilhosa.
Continuamos mais um tempo nos beijando e nos acariciando pelo corpo todo, enquanto terminávamos de nos despir, porque na pressa da paixão eu ainda tava com a camiseta, que tava encharcada de suor, e a saia na cintura, e o Victor tava com a camiseta dele, a calça jeans e a cueca nos tornozelos, e então peguei ele pela mão e levei até o chuveiro.
Nós nos ensaboávamos enquanto nos acariciávamos, sentindo nossas mãos deslizando na pele um do outro por causa da água e do sabão. Ele mexia nos meus peitinhos enquanto chupava meus bicos, depois com uma mão acariciava minha bucetinha depilada, enquanto eu ensaboava o pau lindo dele que já começava a dar sinais de vida de novo. A gente se beijava com paixão, sentindo a água escorrer. Pelos nossos rostos e pelos nossos corpos, e a gente voltou a pegar fogo na paixão depois da pausa.
A visão da pica do Victor dura de novo, molhada pela água e com um pouco de espuma do sabão, era maravilhosa, e eu não consegui resistir a ela, então me abaixei, peguei ela com as mãos, olhei com admiração, como se fosse um deus, e beijei. Primeiro na ponta da cabecinha, passando a língua ao redor, depois enfiando na boca, até quase tocar a campainha, e então chupando pra frente e pra trás, mamando com uma mistura de admiração, carinho e safadeza.
Eu sentia que ele tava chegando no limite de novo, e que a qualquer momento ia gozar na minha boca, então, muito a contragosto, larguei meu tesouro, me levantei, virei de costas e me abaixei com uma perna apoiada na borda do banheiro, oferecendo minha bucetinha pra ele me comer por trás.
Ele ficou um tempinho mais me acariciando a bunda e a bucetinha com água e sabão, passando os dedos pelos meus lábios, e acariciando meu clitóris, fazendo eu me excitar de novo, começar a ficar louca, e desejar ser penetrada outra vez.
Então ele, segurando a pica com a mão, começou a passar ela pelos meus lábios, depois pela entrada da minha buceta, e depois pelo buraquinho do meu cu, repetindo a manobra várias vezes, me deixando cada vez mais desesperada pra receber meu tesouro, e de repente senti a ponta da cabecinha entrando no buraquinho do meu cu, parada naquela posição.
Eu dei um pulinho, porque nunca tinham mexido ali, e sempre achei que era coisa só de gay. Ele percebeu na hora a situação, entendeu que eu ainda era virgem de cu, e quis facilitar pra mim, então começou a empurrar de leve um pouquinho, e depois recuava também bem suave, e assim, devagar, sem quase doer, na base de ir e voltar, conseguiu meter ela toda. tudo. Ele ficou parado por uns instantes, mantendo ela enfiada até o talo, como se quisesse que eu me acostumasse a ter aquilo dentro de mim, enquanto eu sentia uma coisa estranha — porque por um lado, eu gostava de me sentir preenchida por ali, mas por outro, tinha medo do que viria depois.
Ele começou a me sacudir, primeiro bem devagar, mas aos poucos foi aumentando o ritmo e a intensidade, até pegar um ritmo forte, me empurrando com muita força e vigor, batendo o púbis dele nas minhas nádegas, esfregando as bolas dele na minha bucetinha, e de vez em quando dando uns tapas fortes na minha bunda. Eu tava meio desnorteada, porque por um lado doía um pouco, mas por outro eu me derretia de prazer e me sentia tremer. Aquilo era totalmente novo pra mim, e mesmo parecendo depravado e safado, a verdade é que eu tava ficando louca de tesão.
Ele continuou me comendo com força por um tempão, até que eu comecei a perder a razão, me sentindo como se tivesse possuída por um demônio safado e lascivo que me levava ao êxtase total. Eu me contorcia de gosto e prazer, minha visão ficou turva, minhas pernas tremiam e perdiam a força, minha barriga se arqueava com contrações, enquanto ele me segurava com um braço na minha cintura e me empurrava como um desesperado. Até que senti os espasmos do pau dele e o jato de porra dentro de mim, e me afoguei num orgasmo novo e diferente…
Depois de tomarmos outro banho e nos acalmarmos, convidei ele pra tomar um refri e comer alguma coisa, porque faltavam quinze pras quatro e a gente ainda não tinha almoçado. Além disso, ele precisava voltar pra loja pra trabalhar.
Aí ele se vestiu e foi até a porta pra ir embora, enquanto eu acompanhava ele. Ele abriu a porta, deu uma saída pro corredor, e eu, mesmo completamente pelada, saí um pouco, me abracei no pescoço dele e me entreguei num beijo que foi um ato de entrega total pra ele.
Depois voltei pra mesa da sala pra terminar meu sanduíche, e como em... Num êxtase, comecei a lembrar de tudo o que tinha acontecido. Na minha cabeça, pensamentos muito diferentes se amontoavam, porque por um lado eu sabia que tinha traído meu marido com apenas dois meses de casada, mas por outro lado, não só não me arrependia de nada, como me sentia uma adolescente que descobriu o sexo e a paixão, e que precisei de vinte e oito anos para saber o que é um homem de verdade.
Não conseguia adivinhar o que seria da minha vida e do meu casamento daqui pra frente, mas a dor na minha buceta me dizia que eu não ia abrir mão dessa nova mulher que acabara de descobrir, e que estava absolutamente atraída e possuída pelo meu macho…
Dá pra dizer que minha vida é feliz, embora sinta falta do meu marido, porque as jornadas dele são intermináveis, então só vejo ele no café da manhã e no jantar, e como ele chega em casa morto de cansado, nossa vida sexual fica restrita aos fins de semana. Isso sim, sábados e domingos a gente compensa tudo o que perdeu durante a semana, já teve dia de ficar a manhã inteira entregues um ao outro, em verdadeiras maratonas de sexo e amor, mas no resto da semana fico bem entediada, porque além do tempo que tomo café com meu marido, o resto se resume a limpar a casa, fazer compras, preparar alguma comida e ver TV, até a noite, quando Alejandro chega.
Não sei por quê, se por causa do calorão que faz em Buenos Aires neste verão ou pela falta da companhia dele e de sexo, mas ultimamente ando num tesão danado, e assim que meu marido vai trabalhar, a primeira coisa que faço é tirar a camisola e andar pelada pela casa. Adoro fazer os serviços domésticos pelada, porque além de ficar mais fresca, me dá muito tesão, ainda mais se penso que algum vizinho pode me ver pelas janelas. Isso sim, quando saio na rua vou bem discreta e toda bonitinha arrumada, porque sempre gostei de me arrumar e cuidar dos detalhes e acessórios, e além disso no bairro já comecei a ter vizinhas conhecidas, com quem às vezes tomo café, e procuro não dar motivo pra fofoca de jeito nenhum.
Na sexta-feira da semana passada, eu estava meio excitada, porque o fim de semana já estava chegando, e queria dedicá-lo inteiro a aproveitar com Alejandro o que não dava durante a semana e que eu tinha acumulado, então depois de dar uma arrumada na casa e me aprontar bem bonitinha, desci até o supermercado pra estocar comida e bebida pros próximos dias, e pra comprar Algumas guloseimas especiais pro fim de semana.
Comprei tanta coisa que, quando cheguei no caixa, percebi que não dava conta de todas as sacolas — acho que eram umas sete ou oito — e ainda tinha várias garrafas de vinho, que pesam pra caralho. Não sabia como me virar pra levar tudo pra casa, porque, mesmo morando a duas quadras do supermercado, era peso demais pra mim. Manolo, o dono do super, me viu tão apertada que mandou um funcionário deles me ajudar a subir as compras. Não é algo que eles costumam fazer, mas eu era boa cliente da loja e sempre tratava todo mundo com educação, coisa rara entre as madames.
Então, entre eu e Victor, o funcionário — que pegou a maior parte das sacolas e as mais pesadas —, subimos as compras pra casa numa viagem só.
Quando entrei em casa, passei na frente pra mostrar o caminho. Ao chegar na cozinha, o tapete estava todo desarrumado e atravessado no chão, então parei de repente pra me abaixar, ajeitar ele e poder passar. Nisso, o garoto que vinha atrás com os dois braços cheios de sacolas não percebeu a manobra e, sem querer, tropeçou em mim. Preciso deixar claro que, como eu estava abaixada, o que realmente bateu foram os genitais dele na minha bunda.
Ele ficou super nervoso com a própria burrada, e também pelas conotações do tropeço. Todo vermelho de vergonha, não parava de pedir desculpa:
— Perdoa, senhora, perdoa. Eu ia distraído e não vi.
— Relaxa, não tem problema. Sério, não tem importância nenhuma.
A verdade é que o rapaz parecia bem sem graça, então não dei a menor importância pra ele não ficar constrangido.
Acompanhei ele até a porta, abri e, antes de me despedir, dei cinquenta pesos de gorjeta. Ele não quis aceitar, mas insisti:
— Pega, pra você pagar um café pra um amigo ou pra sua namorada.
— Muito obrigado, senhora, mas não tenho namorada, e a senhora não precisa me dar nada.
— Insisto, Victor, porque você me fez um favorzão me ajudando com as sacolas.
Enquanto isso acontecia, notei que o olhar dele não se desgrudava de mim, e, embora estivesse muito sério pelo ocorrido, havia algo de especial naquele jeito de olhar, porque por um lado parecia querer pedir desculpas, e por outro, intimidava.
Tenho que dizer que o cara era bonito de se ver, pois era alto, tipo um metro e noventa, magro, cabelo bem preto, pele morena, um pouco de traços ciganos, e com um olhar muito intenso. É de se imaginar que não lhe faltariam mulheres na curta vida dele.
O resto do dia passou sem graça nem glória, terminei de guardar as compras, comi uma salada, vi um bom tempo uma série na TV, e depois comecei a preparar um jantar especial para aquela noite.
O fim de semana não foi nem de longe como eu esperava, pois Alejandro, além de vir muito cansado, veio de muito mau humor, porque tinha perdido no tribunal um caso que estava cuidando de um cliente, e, embora não tenha me confessado, é de se supor que no escritório devem ter dado uma bela bronca nele. Não passamos mal, mas também não foi nada demais, porque Alejandro não estava para celebrações, e, embora eu percebesse que ele queria evitar me passar os problemas dele, também notava que ele estava ausente.
Na segunda-feira, depois de tomar café da manhã e me despedir do meu marido, como estava um calor horrível, apesar de ser cedo, decidi ir passar o dia na piscina, para me refrescar e pegar sol para manter meu bronzeado.
Costumo ir a uma piscina de um clube privado que aceita gente que não é sócia, mediante pagamento, mas que é muito boa, pois é bem tranquila, ainda mais num dia de semana, e além disso o pessoal é bem normal e educado. Além do mais, a maioria das garotas e senhoras tomam sol de topless, e muitas de fio dental, como eu e meu marido gostamos, que adora me ver com as tetinhas e a bunda morenas e sem marcas de sol.
Fiquei o dia todo na piscina, tomando sol e me banhando de vez em quando para me refrescar do calor imenso que fazia, e para as delícias de alguns olheiros que não tiravam os olhos de mim toda vez que eu levantava da espreguiçadeira e entrava na água, e depois quando voltava. A verdade é que não os culpo, pois aos meus vinte e oito anos tenho um corpo bonito, com uns peitinhos não muito grandes, mas bem colocados, uma boa bunda, e se juntarmos isso a uma pequena tanga amarela fio dental, o coquetel devia ser bem apetitoso.
Pra falar a verdade, me lisonjeava me sentir olhada e desejada, mas como não queria dar chance pra nada, evitava cruzar o olhar com ninguém, me mantendo distante, embora tenha que admitir que gostava de tê-los na minha cola, e de vez em quando, especialmente quando me levantava pra ir à piscina, ou ao voltar pra espreguiçadeira, fazia isso com poses um pouco sensuais, abrindo bem as pernas, ou colocando a bunda um pouco empinada.
Assim passei o dia, tomando sol, me banhando, e brincando de excitar meus admiradores anônimos, até que chegou a hora de voltar pra casa.
Já em casa, a primeira coisa que fiz foi tomar um banho refrescante, depois servi um refresco, e fiquei vendo TV, completamente pelada, até meu marido chegar. Ia recebê-lo assim, peladinha e toda pra ele.
A verdade é que não prestei atenção em nada do que passava na TV, pois por alguma razão estranha eu tava meio excitada, e na minha cabeça vinham cenas como flashes da piscina, da sensação de ser olhada e desejada pelos homens, de andar entre as pessoas praticamente nua, só com uma tanga bem pequena, dos movimentos de pernas e bunda que eu dava de presente pros meus admiradores, e do Victor, o funcionário da loja. Lembrei do Victor e da cara que ele fez quando esbarrou na minha bunda, e do olhar que me deu quando se despediu.
Nesses pensamentos minha cabeça tava, quando percebi que sem perceber, eu tava me acariciando levemente. Me surpreendi comigo mesma, pois é algo que não costumo fazer, e comecei a pensar em outras coisas, entre elas preparar um jantar gostoso pro Alejandro, e acompanhar com um vinho fresquinho, esperando que depois ele me dedicasse um pouco de amor.
O Alejandro chegou tarde e com um humor insuportável, tanto que mal jantou, e estava totalmente ausente. Ele me disse que tinha tido um dia fodido, que ainda tava naquela do caso perdido, e que me desculpasse mas ia pra cama. Então, de novo, fiquei na vontade.
Fiquei um tempão vendo TV, e depois me deitei em silêncio, deixando a imaginação voar.
No dia seguinte, depois de tomar café e ele ir embora, fiquei de novo pensando e remoendo na cabeça. Não aguentava mais essa situação, porque eu passava o dia inteiro sozinha e entediada em casa, e o pouco tempo que tinha pra compartilhar com meu marido, ele nem ligava pra mim. Além disso, tava me sentindo morbidosa e com tesão, e não tinha ninguém pra apagar o fogo que ardia dentro de mim, e a vontade de homem que me consumia. E com esses pensamentos, lembrei de novo do garoto do supermercado, e comecei a pensar no corpo alto e magro dele, no cabelo preto, na pele morena, nos traços ciganos e no olhar perturbador dele, e quanto mais pensava nisso, mais molhada eu ficava.
Então fui tomar um banho pra clarear a cabeça, e depois do banho vi que já tinha um pouco de pelo crescendo na buceta, então raspei tudo, deixando lisinha que nem uma boneca. Depois comecei a passar creme pra não coçar, e ao fazer isso e acariciar meus lábios, comecei a me excitar de novo, e continuei me acariciando, até que a umidade lá dentro começou a escorrer, e sem perceber direito, comecei a enfiar dois dedos, e a mexer pra frente e pra trás, junto com movimentos circulares. Ardia por dentro e entendi que o que eu precisava era de um homem de verdade, que saciasse toda a paixão que eu tinha guardada.
Me vesti, como sempre toda gostosa, passei um perfume leve, e saí pra rua, até uma cafeteria pra tomar um café e Esvaziar minha mente.
Quando voltava de tomar meu café, e já estava quase passando na frente do supermercado, comecei de novo a pensar no funcionário, e no quanto eu precisava de um homem, então, sem pensar duas vezes, entrei na loja para comprar alguma coisa, embora logo entendesse que, se quisesse que o garoto levasse minhas compras para casa, tinha que ser uma compra grande, por isso comecei a encher o carrinho de refrigerantes e cervejas, porque pesavam muito e, mesmo que não precisasse deles naquele momento, nunca era demais tê-los.
Cheguei ao caixa com o carrinho cheio e, depois de colocar tudo em várias sacolas e pagar, perguntei ao Manolo, o dono, se eles podiam levar até minha casa, porque eu não aguentava aquele peso todo. Ele me disse para não me preocupar, que o garoto não estava no momento, mas que ao longo da manhã eles levariam.
Mal saí da loja e comecei a pensar e imaginar o que fazer quando o funcionário chegasse, que roupa vestir, que atitude tomar, se eu teria coragem de tomar a iniciativa ou esperar que ele fizesse, como ele reagiria se eu tomasse a iniciativa, etc. Estava imersa num mar de dúvidas e, por outro lado, pensava que, embora o Alejandro não estivesse me dando muita atenção ultimamente, eu também não deveria traí-lo com outro homem, ainda mais com dois meses de casados.
Já em casa, me deitei no sofá e acendi um cigarro, tentando colocar calma e ordem nos meus pensamentos, mas minha cabeça estava totalmente descontrolada, então decidi tomar outro banho para me refrescar e clarear a mente. Depois, vesti uma camiseta branca larga e uma minissaia jeans bem curtinha que comprei na praia e que em Madrid não ousava usar porque era um pouco exagerada, e saí para a varanda esperar que subissem minhas compras.
Passou um bom tempo, acho que já eram umas duas da tarde, e quando já estava mais calma, de repente a campainha tocou, e me deu a mesma sensação de um alarme de incêndio disparando. Meu coração começou a bater descontrolado, me pus Nervosíssima, sem saber o que fazer ou dizer. Corri pra porta feito uma colegial nervosa e, quando abri, lá estava ele, Victor: alto, moreno, gostoso, vestindo uma jeans, uma camiseta e um tênis, me dando um sorriso de orelha a orelha. Fiquei meio travada, mal consegui dar um "oi" e levei ele até a cozinha pra deixar as sacolas. Mostrei onde colocar, mas tava tão nervosa e tensa que mal sabia o que falar.
Tirei da minha bolsa uma nota de cinquenta pra dar de gorjeta, mas ele logo disse que não, que não queria gorjeta. Que a melhor gorjeta que ele podia ganhar era me ver de novo. Fiquei pasma, porque não conseguia imaginar o que ele tinha acabado de me dizer, mas com certeza me senti lisonjeada. Agradeci pelo elogio e fiquei feito uma boba, apoiada no balcão da cozinha, sem saber mais o que falar. Tava completamente travada.
Aí ele começou a andar como se fosse sair, e eu, vendo que ele ia embora e sem saber o que dizer, a única coisa que me veio na cabeça foi perguntar se ele queria um refrigerante. Ele disse que sim, que tava com muito calor e que adoraria tomar um refri.
Fui até a geladeira, abri a porta e, olhando o que tinha, perguntei qual ele queria, se de laranja, limão ou Booty. Não tinha terminado de falar quando senti umas mãos me pegando pela cintura e uma boca que chegou perto do meu ouvido e sussurrou que o que eu quisesse tava bom. Me arrepiei toda. Senti como se um choque elétrico percorresse meu corpo inteiro, me deixando travada de novo.
Fazia muito tempo que não sentia uma sensação igual. Não conseguia abrir a boca e tava num estado de excitação nervosa que me deixava paralisada.
Me virei como quem tenta colocar distância entre nós, mas aí ele se aproximou, passou uma mão no meu pescoço, acariciando e segurando minha cabeça, e bem devagar, como em câmera lenta, foi aproximando a boca da minha. até alcançar meus lábios e me dar um beijo suave. Eu fiquei travada, não sabia o que fazer, se deixar pra lá e colocar distância entre nós, ou me jogar e me entregar à paixão.
Victor não me deu escolha nenhuma, porque, cravando o olhar intenso nos meus olhos, foi aproximando de novo bem devagar os lábios dos meus, me dando tempo suficiente pra recuar se eu quisesse, enquanto com a mão acariciava meu pescoço. E aí sim, me deixei beijar, abrindo minha boca colada na dele, brincando com nossas línguas, e nos entregando um ao outro através das nossas bocas, enquanto nossos corpos se abraçavam.
Sentia meus peitos se apertando contra o peito dele, a mão dele deslizando pelas minhas costas e acariciando primeiro minhas costas, e depois minha bunda por cima da saia, enquanto eu fazia o mesmo, sentindo como ele era durinho, redondinho e bem definido.
Eu tava muito excitada, mas ao mesmo tempo muito nervosa e meio travada, porque nunca tinha estado numa situação parecida com nenhum outro homem que não fosse meu marido, então optei por me deixar levar e deixar que ele tomasse a iniciativa.
Ele continuou acariciando minha bunda, e começou a descer a mão e a levantar minha saia aos poucos, tudo isso sem parar de nos beijar, até que conseguiu acariciar minha pele diretamente, apertando minhas nádegas com a mão, e bem devagar continuou explorando minha parte de trás, até chegar na minha bucetinha, e aí percebeu que eu não tava de calcinha. Ele me olhou nos olhos com uma expressão misturada de surpresa gostosa e safadeza, e eu deduzi que aquilo tinha deixado ele ainda mais excitado, se é que era possível.
Ele continuou avançando e começou a acariciar minha xoxotinha, que nessa altura parecia mais uma fonte, de tanto líquido que saía dela, e que começava a escorrer pelas minhas coxas, até que ele alcançou meu clitóris e começou a acariciar com movimentos circulares.
Eu já tava fora de mim. Não lembrava de ter estado nunca num estado de excitação tão intensa como agora, e enquanto eu me deixava acariciar, comecei a desabotoar a calça jeans dele e abaixar a braguilha, pra poder acariciar melhor aquele rabo lindo. Que beleza de rabo que ele tinha.
Depois de um tempo me deixando acariciar, e depois de pensar duas vezes, me atrevi a dar o passo que sabia que não teria volta, e enfiando a mão pela cueca dele, consegui acariciar o pau dele, tirando ele do esconderijo pra poder aproveitar em todo seu esplendor. Era muito lindo, e de bom tamanho, tanto de comprimento quanto de grossura, e tava duro como uma barra de aço, então não conseguia resistir a acariciar ele em movimentos pra cima e pra baixo, passando de vez em quando um dedo na cabecinha.
Eu não aguentava mais, e me contorcia igual uma cobra, com as pernas bem abertas pra facilitar as carícias dele na minha bucetinha, completamente encharcada, e prestes a gozar.
Então ele me pegou pela cintura, me levantou e me sentou na bancada da cozinha, com a saia levantada até a cintura, feito um cinto, e com toda a minha xota depilada e molhada no ar, ele se abaixou e começou a passar a língua na minha buceta, desde o cu até o clitóris, onde se demorava fazendo movimentos circulares com a língua, e voltando do clitóris até o cu, saboreando meus sucos, e fazendo com que saísse ainda mais.
Quando eu já tava quase gozando, ele se levantou, pegou o pau lindo dele e apontou pra minha bucetinha, enfiando bem devagar a ponta da cabecinha, e ficou ali parado, me olhando intensamente nos olhos, como se buscasse minha aprovação pro que ia rolar. Eu me agarrei com as duas mãos no pescoço dele pra não cair, porque tava totalmente entregue, e dos meus olhos saiu um olhar cheio de safadeza e luxúria, que fez ele entender que eu era toda dele, e que podia fazer comigo o que quisesse.
Então, num movimento brusco de quadril, ele enfiou toda a barra de aço dele dentro de mim, até meter inteiro, provocando um arrepio interno que me fez me contorcer de luxúria e plenitude, ao mesmo tempo que não consegui reprimir um gemido intenso de prazer. Ele começou a me sacudir forte pra frente e pra trás com a vara potente dele, fazendo eu começar a ficar tonta e perder as forças e a consciência de tanto prazer que tava me dando, e me deixando levar pela intensidade do momento, me entreguei totalmente a ele até chegar no orgasmo mais maravilhoso que já tinha sentido…
Eu tava praticamente inconsciente de tão intenso que foi o orgasmo, enquanto ele continuou empurrando por mais uns segundos, até eu sentir ele gozar e bombear o esperma dele dentro de mim. Fiquei extasiada e completamente cheia de homem.
Ficamos abraçados por uns minutos, com o pau dele dentro de mim, com nossos corpos encharcados de suor, com minha buceta escorrendo fluidos, enquanto tentávamos recuperar o fôlego depois da intensidade dos nossos orgasmos, e nos presenteávamos com os melhores beijos.
Quando já tínhamos voltado ao ritmo cardíaco normal, ficamos nos olhando fixamente um pro outro, e sem dizer uma palavra, os dois explodimos numa gargalhada enorme, que era só o reconhecimento da loucura que a gente tinha acabado de fazer e que tinha sido uma transa maravilhosa.
Continuamos mais um tempo nos beijando e nos acariciando pelo corpo todo, enquanto terminávamos de nos despir, porque na pressa da paixão eu ainda tava com a camiseta, que tava encharcada de suor, e a saia na cintura, e o Victor tava com a camiseta dele, a calça jeans e a cueca nos tornozelos, e então peguei ele pela mão e levei até o chuveiro.
Nós nos ensaboávamos enquanto nos acariciávamos, sentindo nossas mãos deslizando na pele um do outro por causa da água e do sabão. Ele mexia nos meus peitinhos enquanto chupava meus bicos, depois com uma mão acariciava minha bucetinha depilada, enquanto eu ensaboava o pau lindo dele que já começava a dar sinais de vida de novo. A gente se beijava com paixão, sentindo a água escorrer. Pelos nossos rostos e pelos nossos corpos, e a gente voltou a pegar fogo na paixão depois da pausa.
A visão da pica do Victor dura de novo, molhada pela água e com um pouco de espuma do sabão, era maravilhosa, e eu não consegui resistir a ela, então me abaixei, peguei ela com as mãos, olhei com admiração, como se fosse um deus, e beijei. Primeiro na ponta da cabecinha, passando a língua ao redor, depois enfiando na boca, até quase tocar a campainha, e então chupando pra frente e pra trás, mamando com uma mistura de admiração, carinho e safadeza.
Eu sentia que ele tava chegando no limite de novo, e que a qualquer momento ia gozar na minha boca, então, muito a contragosto, larguei meu tesouro, me levantei, virei de costas e me abaixei com uma perna apoiada na borda do banheiro, oferecendo minha bucetinha pra ele me comer por trás.
Ele ficou um tempinho mais me acariciando a bunda e a bucetinha com água e sabão, passando os dedos pelos meus lábios, e acariciando meu clitóris, fazendo eu me excitar de novo, começar a ficar louca, e desejar ser penetrada outra vez.
Então ele, segurando a pica com a mão, começou a passar ela pelos meus lábios, depois pela entrada da minha buceta, e depois pelo buraquinho do meu cu, repetindo a manobra várias vezes, me deixando cada vez mais desesperada pra receber meu tesouro, e de repente senti a ponta da cabecinha entrando no buraquinho do meu cu, parada naquela posição.
Eu dei um pulinho, porque nunca tinham mexido ali, e sempre achei que era coisa só de gay. Ele percebeu na hora a situação, entendeu que eu ainda era virgem de cu, e quis facilitar pra mim, então começou a empurrar de leve um pouquinho, e depois recuava também bem suave, e assim, devagar, sem quase doer, na base de ir e voltar, conseguiu meter ela toda. tudo. Ele ficou parado por uns instantes, mantendo ela enfiada até o talo, como se quisesse que eu me acostumasse a ter aquilo dentro de mim, enquanto eu sentia uma coisa estranha — porque por um lado, eu gostava de me sentir preenchida por ali, mas por outro, tinha medo do que viria depois.
Ele começou a me sacudir, primeiro bem devagar, mas aos poucos foi aumentando o ritmo e a intensidade, até pegar um ritmo forte, me empurrando com muita força e vigor, batendo o púbis dele nas minhas nádegas, esfregando as bolas dele na minha bucetinha, e de vez em quando dando uns tapas fortes na minha bunda. Eu tava meio desnorteada, porque por um lado doía um pouco, mas por outro eu me derretia de prazer e me sentia tremer. Aquilo era totalmente novo pra mim, e mesmo parecendo depravado e safado, a verdade é que eu tava ficando louca de tesão.
Ele continuou me comendo com força por um tempão, até que eu comecei a perder a razão, me sentindo como se tivesse possuída por um demônio safado e lascivo que me levava ao êxtase total. Eu me contorcia de gosto e prazer, minha visão ficou turva, minhas pernas tremiam e perdiam a força, minha barriga se arqueava com contrações, enquanto ele me segurava com um braço na minha cintura e me empurrava como um desesperado. Até que senti os espasmos do pau dele e o jato de porra dentro de mim, e me afoguei num orgasmo novo e diferente…
Depois de tomarmos outro banho e nos acalmarmos, convidei ele pra tomar um refri e comer alguma coisa, porque faltavam quinze pras quatro e a gente ainda não tinha almoçado. Além disso, ele precisava voltar pra loja pra trabalhar.
Aí ele se vestiu e foi até a porta pra ir embora, enquanto eu acompanhava ele. Ele abriu a porta, deu uma saída pro corredor, e eu, mesmo completamente pelada, saí um pouco, me abracei no pescoço dele e me entreguei num beijo que foi um ato de entrega total pra ele.
Depois voltei pra mesa da sala pra terminar meu sanduíche, e como em... Num êxtase, comecei a lembrar de tudo o que tinha acontecido. Na minha cabeça, pensamentos muito diferentes se amontoavam, porque por um lado eu sabia que tinha traído meu marido com apenas dois meses de casada, mas por outro lado, não só não me arrependia de nada, como me sentia uma adolescente que descobriu o sexo e a paixão, e que precisei de vinte e oito anos para saber o que é um homem de verdade.
Não conseguia adivinhar o que seria da minha vida e do meu casamento daqui pra frente, mas a dor na minha buceta me dizia que eu não ia abrir mão dessa nova mulher que acabara de descobrir, e que estava absolutamente atraída e possuída pelo meu macho…
2 comentários - Recém-casada e precisando...