Numa fase do nosso relacionamento em que éramos bem novinhos, a Andre adorava sair bem à mostra. Lembro que ela tinha quase 1,60m, olhos castanhos, pele bem clara e uns peitões enormes! Não tinha cara, velho ou marmanjo que não reparasse naqueles melões. Eu não demonstrava ciúme por isso, mas nunca deixava ela sozinha com medo de algum tarado. Numa noite de dezembro, a gente passeava pelo centro de Mar del Plata e percebemos que, depois de algumas quadras, um cara tava nos seguindo. Viramos umas duas vezes e, a menos de 30 metros, sentíamos ele. Disfarçamos e aceleramos o passo numa esquina. Vimos um barzinho de dois andares com uns velhos do tango e o andar de cima vazio. Sentamos numa mesinha lá em cima, com um sofá grande. O coração batia acelerado pra nós dois. Assim que a garçonete desceu depois de deixar nosso pedido, começamos a nos beijar e nos apalpar inteiros. A Andre tava de minissaia e um top tomara-que-caia. Os peitos dela pulavam pra fora só de olhar. Eu chupava um e outro e beijava ela. Ela abriu o zíper do meu bermuda e tirou minha rola. Me beijava e chupava a cabeça alternando, deixando meu próprio gosto na boca dela. Me estiquei pra meter a mão na bunda dela e use the word: buceta. Quando não aguentamos mais de tesão, ela subiu em mim e me cavalgou devagar e fundo, tentando enfiar tudo apesar da roupa. Eu levantava minha bacia pra aumentar a pressão. Fiz ela sair e deitar no sofá. Levantei a saia dela, puxei a calcinha fio-dental e chupei ela com gosto. Lambia o clitóris dela enquanto enfiava dois dedos na use the word: buceta, que faziam barulho ao bater com os sucos dela. Transar num lugar público excitava ela, percebi. Ela gozou num grito abafado e se levantou pra chupar minha rola. Foi quando viu ele. O mesmo cara tava a uns 2 metros, noutra mesa, se masturbando. A Andre quase gritou de susto, eu me virei me cobrindo. O cara, assustado também, pediu pra gente se acalmar, que ele só queria olhar e depois ia embora. Eu quis bater nele, mas a Andre me segurou e disse que se descobrissem o que a gente tava fazendo lá em cima, a gente também ia se foder. Tentei me acalmar e pensar, mas a Andre me virou e começou a chupar de novo. A adrenalina tava a mil de novo. Puxei o top dela pra baixo, soltando os peitos dela, o que fez a Andre reclamar. Expliquei que se ela gozasse antes, a gente ia embora antes. Aí aconteceu algo que eu não esperava... A Andre sorriu, piscou pra mim e começou a gemer e apertar uma goma. Ela se virou de lado, dando uma vista melhor pro nosso espectador. O olho do cara tava arregalado, mas ele não gozava! A gente continuou assim por um tempo, até que resolvi esquentar mais. Coloquei a Andre de quatro, mostrando pro cara como eu enfiava dois dedos na buceta dela e depois um no cu. Ela quase não aguentava os gemidos. Quando enfiei com força e dei umas 2 ou 3 metidas, ela gozou de novo, com as pernas tremendo. A Andrea sentou pra respirar e viu o cara gozando num copo. Ela olhava pra pica dele e depois pros olhos dele enquanto enfiava a minha na boca. O cara ficou esperando a gente terminar. Quando a Andre entendeu, começou a chupar que nem uma puta, enfiando tudo, tirando e lambendo a ponta, pra depois recomeçar. Eu não aguentava mais. Tirei e gozei num copo, e desabei no banco. A Andre pegou o copo e, como se fosse um brinde pro nosso admirador, tomou tudo de uma vez. Ele bateu palmas sem fazer barulho. Acenou e foi embora. A gente ficou tão excitado que pagou, saiu e continuou em casa...
1 comentários - Andrea adorava mostrar demais
Van ocho puntos.