Universitária muito putinha

Todos os personagens são maiores de idade.

No colégio tem o clássico bad boy, ele está quatro anos e meio à frente de mim; é gato, alto e, pelo que pude perceber, vai pra academia direto. É de família bem de vida, como todo mundo que estuda nesse colégio, ele só vai ficar este ano, porque no próximo vai pra Cidade do México estudar na UVM; é daqueles caras que fazem o que querem, quando querem, lotam o lugar onde estão sem precisar falar nada, todas as garotas são loucas por ele, muitas dão a buceta só por uma noite e com isso já se sentem realizadas; se ele gosta de uma mina, nem liga se ela tem namorado e se o cara tá por perto, ele vai e seduz a garota. É um macho alfa completo. E eu, sendo a mais bonita e popular do colégio, era natural que a gente namorasse (não falo por ser metida, fizeram uma enquete há um tempo).

Estamos juntos há só alguns meses e até agora tudo tem sido diversão com ele. Toda vez que me vê na escola, me dá um tapa na bunda e me beija como se fosse a última vez que fosse me ver, não liga se tô com minhas amigas ou colegas de sala, direto, quando saio da escola, ele me espera no carro do pai dele e, se não tem ninguém na casa dele, me leva pra lá e vamos direto pra cama dele. WOOOWWW pra idade dele, ele é muito bom na cama. Ainda não chega aos caras mais velhos que eu pego, mas não fica muito atrás. Ele tem uma rola levemente curvada, o suficiente pra quando ele tá me comendo feito uma putinha, a rola dele estimular meu ponto G. Ele me guia com autoridade, sem medo, e tira de mim tudo que quer até ficar satisfeito, e isso me faz ter orgasmo atrás de orgasmo.

Ele adora festas, e prefere as que são em casa, e sempre me chama pra ficar com ele; nem sempre dá, porque como sou popular, não falta quem me convide pra sair. Mas quando vou com ele, ele sempre me segura pela cintura e me dá um tapinha leve na bunda quando quer alguma coisa, assim ele marca território. O que eu gosto É que com os amigos dele ele não é ciumento. Uma vez, a gente tava vendo um jogo de futebol, eu tava sentada no colo dele, e um dos amigos dele fez uma aposta contra ele: se meu namorado ganhasse, o amigo teria que dar a jaqueta de couro pra ele; se perdesse, eu teria que beijar o amigo.

Quando ouvi isso, fiquei chocada, não esperava. Mesmo o amigo não sendo nada feio, eu não tava segura do que tava rolando. Me senti (por algum motivo) lisonjeada por ser o prêmio, mas ainda assim não me sentia totalmente confortável com aquilo. Meu namorado perdeu a aposta. Todos os amigos e amigas dele fizeram uma zoeira, cantando em coro: "Beijo, beijo, beijo!" Eu não conseguia me mexer até que meu namorado deu um tapinha na minha bunda e falou no meu ouvido: "Não me faz passar vergonha." Criei coragem, levantei, fiquei bem na frente do amigo dele e beijei ele.

No começo fui meio desajeitada de nervoso, sentia a língua dele entrando na minha boca, ouvia os aplausos e tal. Me relaxei e minha língua encontrou a dele. Não sei quanto tempo a gente ficou se beijando, mas foi muito tempo. E em todas as festas, sempre, sem falta, ele me leva pro quarto dos donos da casa. Só me pega pela mão e, não importa se eu tô conversando com alguém, me leva e me monta. Essa é a melhor parte.

Uma vez na escola, eu tava comendo com minhas amigas no refeitório do colégio, quando ele chega por trás, dá um tapinha na minha bunda — não forte, mas o suficiente pra eu dar um pulinho e gritar de susto. Me dá um beijo e me pega pela mão pra ir com ele. Sem dizer uma palavra, a gente foi pra trás de uma fileira de cadeiras, e ele começou a me beijar como se tivesse desesperado, enquanto a mão direita dele acariciava minha bunda. A outra mão segurava firme minha cabeça. Nossas línguas se acariciavam enquanto os dedos da mão direita dele percorriam de cima pra baixo (ou até onde a saia permitia) a linha que divide minha bela bunda.

Ele me esquentou tanto que eu já queria... sentir o pau dele dentro de mim, eu acariciava o cabelo dele com a mão esquerda enquanto a outra descia devagar, acariciando o corpo dele até chegar na virilha, apertei, tava duro igual pedra, senti uma dor aguda na minha buceta faminta, mas não era nem o lugar nem a hora. Eu acariciava o pauzão dele por cima da calça, meu dedo médio fazia pressão na entrada da minha bunda enquanto eu lamentava que o dedo dele não conseguisse entrar por causa da saia que impedia. Tudo terminou quando lá longe a gente ouviu a campainha que anunciava a volta das aulas, então, com fome de pau, me separei dele e fui pra minha sala com a promessa de que ele me levaria pra casa dele depois da aula.

Continuei meu dia escolar, conversando com minhas amigas, respondendo as mensagens de Whatsapp dos meus amigos e prestando meia atenção nos professores; faltava meia hora pra acabar as aulas, quando a secretária do diretor bateu na porta da sala.

- Professor, desculpa interromper, mas o diretor precisa falar com a senhorita Rachel.
- Claro, sem problema. Senhorita, já pode pegar suas coisas, o dever de casa é responder o questionário do livro de exercícios da página 42.
- Obrigada, professor.

Fabiola me olhava com cara de "o que foi?" Só dei de ombros porque não sabia de nada. Saí da sala, andei pelo corredor do segundo andar do colégio, desci as escadas, andei mais um pouco e entrei nas salas da administração, a secretária não estava, ouvi vozes lá dentro do escritório, me aproximei e bati na porta com os nós dos dedos.

- Posso entrar?
- Pode, entra - abri a porta. O diretor estava sentado na mesa dele, de um lado do escritório, numa mesinha de trabalho encostado estava meu professor de química - senta, por favor.
- Pra que eu sou boa?
- Pra muitas coisas - ao falar, o olhar dele percorreu meu corpo inteiro sem disfarçar. Que porra tá rolando aqui? - Como tão indo suas matérias?
- Bem, bem.
- Vejo no seu histórico que você é Algo irregular nas suas notas. Em matemática, você tem 10 em todos os períodos e provas, mas em matérias como História tira 6 e 7. Pode me explicar isso?
Porra! Será que ele desconfia que eu tô dando pro professor de matemática pra ter notas boas? E se for isso, o que o de química tá fazendo aqui? Vão querer me chantagear pra transar? Com certeza.

— Eu gosto de matemática.
— Mmmm… Entendo.
— Também percebemos as demonstrações de afeto que você tem com seu namorado.
— Não entendi. Tô em algum problema? Porque se for, seria melhor falar com meu pai.
— Acho que não, a menos que você transforme isso num problema. Eu chamaria de relação com benefícios mútuos.

Sexo!

— Benefícios mútuos? Em partes iguais? — Ao falar essas duas perguntas, cruzei as pernas, deixando à mostra pros dois mais do que é socialmente aceitável.
— Te falei que a garota é muito inteligente e esperta — diz meu professor de química, parando atrás de mim e colocando as mãos nos meus ombros —, mas nós também somos. E nós, Rachel, percebemos que poderíamos nos divertir e ao mesmo tempo te ajudar com suas notas — Ele começou a me dar uma massagem gostosa com os dedos habilidosos, que me fez relaxar na hora. Se ele faz isso só com os dedos, imagina com o corpo todo?

— Como seria essa diversão juntos?
— Não se faça de sonsa, o que a gente quer é te comer.
— E se eu não quiser?
— Não vai acontecer nada, a gente não gosta de problemas. — As mãos do meu professor de química já estavam acariciando meus peitos.
— Vai ficar só entre nós?
— Isso mesmo, a menos que você queira convidar uma amiga.
— Preciso pensar.
— Pensar? Não pensa muito, só aproveita e pronto — Levantei e comecei a andar em direção à porta.
— Vou pensar.

E na porta, levei um tapa na bunda do meu professor de química. Verdade, não esperava por aquela, e saí como se nada tivesse acontecido.
Já fora das salas, todos os alunos estavam saindo das aulas.

— Rachel!!! — Ouvi de longe voz da minha amiga que me gritava balançando as mãos enquanto descia as escadas:
- O que o diretor queria com você?
- Nada, parece que meu pai esqueceu de pagar a mensalidade - Foi a primeira coisa que inventei - Que vergonha, isso que acabou de acontecer.
- Kkkkk, você é uma pobre!!!
- Cala a boca! Você sabe bem que tenho grana pra isso e mais.

Já no portão da escola, todas as meninas estavam reunidas, a gente planejava onde ir comer quando sinto um tapa na bunda e, ao me virar pra ver quem era, recebi um beijo forte do meu namorado. Meu grito de surpresa se perdeu na garganta dele. As meninas, entre risadas e zoação, diziam: "Vai pra um motel, pelo amor", "Se usar ela, tem que me pagar primeiro", e um monte de outras coisas. Enquanto isso, sentia a mão dele descendo perigosamente pra minha bunda.

- Ei!!! Aqui não - Dei um tapa na mão dele - Você é sem noção, kkkk, me assustou.
- Não consigo evitar, você tem uma bunda linda.
- Valeu.
- Vamos pra minha casa.
- Não posso.
- Não tô te perguntando - Sem me dar tempo de responder, ele me puxou pelo braço e começamos a andar.
- Acaba com ela, campeão!!!
- Manda ver, matador!!!

Chegamos até o carro que o pai dele empresta. É um BMW branco de quatro portas; ele me leva até a porta do carona e abre pra mim, dando um tapa na minha bunda enquanto me acomodo no banco. Ele vai pro lado dele e começamos a viagem.

Quando chegamos na casa dele, ele apertou um botão no carro que fez o portão da garagem abrir. Entramos, os dois descemos do carro e depois entramos na casa.

- Não tem ninguém?
- Não, meu pai deve tá trampando - Ele me pegou pela mão e me levou escada acima direto pro quarto dele - e minha mãe deve tá com a irmã dela.

Ele abriu a porta do quarto e, colocando uma mão na minha bunda, me empurrou pra dentro. Deixei cair minha mochila, me virei e me abracei no pescoço dele. Beijei ele, enfiando minha língua enquanto acariciava o cabelo dele; no mesmo ritmo das mãos dele nos meus peitos.

Pela idade dele, acho que ainda não tinha experiência suficiente pra tirar minha roupa sem tanta dificuldade, ou talvez Uma vez ele tava desesperado pra me ver pelada, sei lá. Já nus os dois, eu me deitei no meio da cama e abri as pernas. Ele, como uma pantera segundos antes de atacar, foi de quatro até ficar em cima de mim; peguei o pauzão dele, bem grande, masturbei com as duas mãos enquanto olhava nos olhos dele e sorria.

— Tá gostando?
— Adoro.
— Como você é tão puta? Quem te ensinou a ser tão boa com paus?
— Isso importa?
— Na real, não, só curiosidade, haaaaa!!!!… — Ele soltou um gemido quando comecei a acariciar as bolas dele com uma mão.
— Você tem elas grandes, hehehe.
— Você também não é nada mal. Adoro seus peitos — ele começou a chupar meu mamilo esquerdo — é uma delícia.
— OOOUUUHH!!!
— Coloca meu pau na sua bucetinha.
— Mmmmmmmmmm…
— Isso. Adoro quando minhas putas são obedientes.

Ele começou a empurrar o pau pra dentro, forte, mas a entrada era lenta porque minha buceta é apertada; a cara dele era uma mistura de dor, prazer e concentração. Do meu lado, sentia um pouco de dor por ser a primeira enfiada, essa é a merda de ser apertada, mas eu aguento porque quando minha buceta (ou cu, dependendo) acostuma, é só gozar e gozar.

Ele beijava meu pescoço, o que me dava choques elétricos que se misturavam com os que saíam da minha buceta. Minhas pernas não paravam de tremer de prazer por sentir um pau dentro, de vez em quando eu enfiava as unhas nas costas dele até que finalmente ele tinha o pau todo dentro de mim.

Ele ficou parado por um momento, curtindo o calor e o conforto que minha buceta dá pros visitantes. Dava pra sentir as bolas dele pulsando na entrada da minha xereca, dava pra sentir as batidas do coração dele no pau.

— Você é muito gostosa, Rachel.
— Ooouuuuuuhh!!!!
— Que buceta deliciosa você tem.

Ele tirou só metade do pau pra depois meter de novo, começou devagar, com calma pra provar cada centímetro de mim.

— Oooohhh… — Eu reclamava a cada metida — uuuuufff.. — descansava quando ele tirava. -OOUUUHHH... - começou a se mover mais rápido –Haaaaaaa!!!!!… - quanto mais rápidas as estocadas, mais rápida minha respiração ficava, minha buceta já estava acostumada com o tamanho dele, abri mais as pernas pra facilitar o serviço, a mão direita dele foi direto amassar meu peito esquerdo

-hhhhaaaaaaa hhhhaaaaaa hhhhaaaaa hhhhaaaa hhhaaa hhaaa haaa haa haa ha ha ha- ele já tava me comendo com toda força, as bolas dele batendo na entrada da minha buceta, meu corpo ficava cada vez mais tenso, num momento foi tanto prazer que sem conseguir evitar, minhas costas arquearam se soltando da cama -HHHOOOO SIIIIIM!!! ASSIM AAAAASSIIIIM!!!....

Meu orgasmo me pegou de surpresa, paralisando meu corpo inteiro e me deixando sem fôlego. Minha buceta apertava com mais força o pau dele, que não parava de entrar e sair a toda velocidade, perdi a noção do tempo, fui pra um lugar que pra mim é o paraíso, não sei quanto tempo passou.

Quando voltei a mim foi porque minha buceta começava a doer um pouco, não é aquele tipo de dor que te faz sair correndo, é aquele tipo de dor que você quer sentir mais e mais. Tava de bruços, com o corpo todo em cima da cama e meu namorado tava me comendo por cima de mim. Me agarrei no travesseiro que tava perto, não conseguia acreditar, mas outro orgasmo tava chegando a passos largos; meu namorado acariciava minhas costas e falava no meu ouvido.

-vadia, vadia, vadia, adoro te comer como uma vadia, como a vadia que você é.
-HHHHAAA!!! HHAAAAA!!!
-Que gostoso é estar dentro de você.

De repente ele me dá uma mordidinha leve no ombro, o que desencadeia outro orgasmo no meu corpo inteiro, meu gemido é longo, muito longo e agonizante, meus pés ficam rígidos, poderia dizer que até dói.

Ele tem pena de mim, me deixa descansar uns minutos ou segundos, não sei, mas o que eu sei é que ele não tira o pau de dentro de mim, quem tiraria? Na verdade, pensando bem, ninguém tira o pau até parar de sentir as contrações do meu corpo, isso também me agrada. Ele se endireita, fazendo o pau dele sair de mim, me pega pelos quadris e me puxa; não tenho muita força, minha cabeça fica grudada na cama, fazendo minha bunda se exibir em toda sua glória. Ele acaricia minhas nádegas, meus quadris, minhas costas, minha nuca…

Pega meu cabelo e, arrumando ele num rabo de cavalo dentro do punho dele, me puxa com brutalidade, como só um macho faria. AAAAAHHHH!!! Eu solto um grito de dor excitada… me apoio nos cotovelos, acho que era isso que ele queria, porque quando eu fiz, ele parou de puxar tão forte. Ele passa a mão na minha bunda, e depois com o pau dele; coloca entre meus lábios da buceta e enfia até o fundo de uma só estocada.

-AAAAAHHH!!! -meu gemido é longo, intenso, o prazer foi tão forte que quase me faz gozar de novo.

Ele começou com um vai-e-vem lento, mas com estocadas fortes, sem piedade. Continuou assim por um tempo, enquanto com a mão esquerda me segurava pelo cabelo e a direita percorria meu corpo, minhas costas, peitos, pernas, de vez em quando me dava um tapa na bunda.

As estocadas dele ficavam cada vez mais rápidas, e eu podia sentir o corpo dele ficando tenso, o orgasmo dele estava chegando; meu prêmio: o gozo dele na minha buceta estava por vir. Apertei os músculos da minha buceta com força, o que intensificou meu prazer e, sem planejar, tive outro orgasmo. -HAAAAA!!! SIIIII!!!!- gritei no meio do nirvana. As convulsões do meu corpo e da minha buceta foram suficientes para ele chegar ao orgasmo. Senti minha buceta se encher da essência de macho dele, me senti feliz, satisfeita, cheia, repleta de ter o gozo dele dentro de mim.

Quando meus cinco sentidos voltaram ao normal, eu estava deitada de bruços na cama, e ele, em cima de mim. Ainda dentro da minha buceta; sentia a pulsação dos ovos dele pelo esforço feito. Depois de alguns minutos, quando nossa respiração já estava controlada, ele rolou saindo de mim, eu senti um pouco de dor, pelo jeito brusco que ele fez, mas agradecida porque ele é muito pesado pra mim. Porra começou a sair da minha buceta manchando os lençóis. Ele me deu um tapa na bunda e disse:

– Já pode ir, meu pai não demora pra chegar.
– Claro. Me dá uns minutos, hoje você tava mais efusivo que o normal.
– Adoro te foder, você é muito gostosa.
– Valeu!!!

A gente conversou sobre coisas irrelevantes: escola, os amigos dele, etc. Quando eu levantei, uma boa quantidade de porra escorreu pelas minhas pernas até os joelhos. Ele não se vestiu, só colocou a cueca boxer e apoiou as mãos atrás da cabeça, me observando me vestir. Já pronta pra sair, me aproximei dele e o beijei. Ele não se mexeu, eu fiz tudo; enfiei a língua o mais fundo que dava. Quando virei pra sair, ele me deu um tapa na bunda, não disse nada e eu também não.

Por causa do calor e do exercício, fui direto pra cozinha pegar um pouco de água. Fiquei paralisada porque encontrei o pai dele na cozinha com um copo de suco de laranja.

– Bom dia, Rachel.
– Heee, bom dia. Só vim pegar um pouco de água, e já vou. – Me aproximei da jarra de água e ele se adiantou, me servindo a água.
– É, depois desse escândalo todo, você precisa.
– Kkkk... Valeu... O senhor tá em casa há muito tempo?
– Sim, umas duas horas.
– Que horas são?
– 16h48.
– Porra! Vou me atrasar!!! Já vou, valeu – e saí correndo.
– Se quiser, eu te levo! – Parei na porta da cozinha e, ao perceber, peguei ele olhando pra minha bunda.
– Sério?
– Claro, era o que faltava. – Ele tomou o suco de um gole só e me alcançou onde eu tava parada – Vamos. – Colocou a mão um pouco abaixo do meu quadril e me deu um empurrãozinho pra eu começar a andar na frente dele. Eu fiz, rebolando, sabendo que ele tava me olhando...

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