Todos os personagens são maiores de idade.
Na escola existe aquele clássico bad boy, ele está quatro anos e meio à frente de mim; é bonito, alto e pelo que pude perceber, vai muito na academia. É de família rica como todos que estudam nessa escola, ele só vai ficar esse ano, já que no próximo vai para São Paulo estudar na PUC; é daqueles caras que fazem o que querem quando querem, dominam o ambiente onde estão sem precisar falar, todas as garotas são loucas por ele, muitas dão a buceta só por uma noite e com isso se sentem realizadas; se ele gosta de uma garota, nem liga se ela tem namorado e se ele está por perto, ele vai lá e seduz a mina. É um macho alfa de carteirinha. E eu sendo a mais bonita e popular da escola era natural que fôssemos namorados (Não falo por esnobe, tem tempo que fizeram uma pesquisa).
Estamos juntos só há alguns meses e até agora tem sido só diversão com ele. Toda vez que me vê na escola me dá um tapa na bunda e me beija como se fosse a última vez que me veria, não importa se estou com minhas amigas ou colegas de sala, normalmente, ao sair da escola ele me espera no carro do pai dele e se não tem ninguém em casa ele me leva lá e vamos direto para a cama dele. NOSSSA pra idade dele ele é muito bom na cama. Ainda não se compara aos caras mais velhos que eu costumo sair, mas não fica muito atrás. Ele tem um pau levemente curvado, o suficiente para quando ele está me comendo feito uma puta, o pau dele estimular meu ponto G. Ele me guia com autoridade, sem medo e tira de mim tudo que quer até ficar satisfeito, e isso faz eu ter orgasmo atrás de orgasmo.
Ele gosta muito de festas, e prefere as que são feitas em casa, e sempre fica me convidando para ficar com ele; nem sempre posso já que como sou popular não falta quem me chame para sair. Mas quando vou com ele, ele sempre me segura pela cintura e me dá um tapinha leve na bunda quando quer algo, assim marca seu território. O que eu gosto É que com os amigos ele não tem ciúmes, uma vez estávamos assistindo a um jogo de futebol, eu sentada no colo dele, e um dos amigos dele fez uma aposta: se meu namorado ganhasse, o amigo teria que dar a jaqueta de couro dele, e se perdesse, eu teria que beijar o amigo.
Quando ouvi tudo isso fiquei paralisada, não esperava por aquilo, mesmo o amigo não sendo nada feio, não tinha certeza do que estava acontecendo, me senti (por algum motivo) lisonjeada em ser o prêmio, mas mesmo assim não estava totalmente confortável com a situação. Meu namorado perdeu a aposta, todos os amigos e amigas dele começaram a fazer barulho, cantando em coro: "beijo, beijo, beijo!" Eu não conseguia me mexer até que meu namorado deu um tapinha na minha bunda e sussurrou no meu ouvido: "Não me deixe na mão". Tomei coragem, me levantei, fiquei bem perto do amigo dele e o beijei.
No começo fui meio desajeitada por causa dos nervos, senti a língua dele entrando na minha boca, ouvia os aplausos e tudo mais, depois relaxei e minha língua se encontrou com a dele, não sei quanto tempo ficamos nos beijando, mas foi bastante. Também, em todas as festas, sempre, sem falta, ele me leva para o quarto dos donos da casa, só pega na minha mão e, não importa com quem esteja conversando, me leva e me come. Essa é a melhor parte.
Uma vez na escola, eu estava comendo com minhas amigas na lanchonete do colégio, quando ele chegou por trás, me deu uma palmada na bunda, não forte, mas o suficiente para eu dar um pulo e um gritinho de surpresa, me deu um beijo e pegou na minha mão para eu ir com ele. Sem dizer uma palavra, fomos para a parte de trás de uma fileira de cadeiras, e ele começou a me beijar como se estivesse desesperado, ao mesmo tempo que a mão direita dele acariciava minha bunda, a outra mão segurava bem a minha cabeça, nossas línguas se acariciavam enquanto os dedos da mão direita dele percorriam de cima para baixo (ou o que a saia permitia) a linha que divide minha bunda linda.
Isso me deixou tão excitada que já queria... sentir o pau dele dentro de mim, acariciava seu cabelo com a mão esquerda enquanto a outra descia lentamente, percorrendo seu corpo até chegar na virilha, eu o apertei, estava duro como uma pedra, senti uma dor aguda na minha buceta faminta, mas não era nem o lugar nem o momento. Acariciava seu pau formidável por cima da calça, seu dedo médio fazia pressão na entrada da minha bunda enquanto eu lamentava que seu dedo não pudesse entrar por causa da saia que impedia. Tudo terminou quando ouvimos ao longe o sinal que anunciava o reinício das aulas, então, com fome de pau, me afastei dele e fui para minha sala com a promessa de que ele me levaria para a casa dele depois da aula.
Continuei meu dia escolar, conversando com minhas amigas, respondendo às mensagens do WhatsApp dos meus amigos e prestando meia atenção nos professores; faltava meia hora para as aulas terminarem quando a secretária do diretor bateu na porta da sala.
- Professor, desculpe interromper, mas o diretor precisa falar com a senhorita Rachel.
- Claro, sem problema. Senhorita, já pode pegar suas coisas, a tarefa é responder o questionário da página 42 do seu livro de exercícios.
- Obrigada, professor.
Fabiola me olhava com cara de "o que foi?". Só encolhi os ombros porque não sabia de nada. Saí da sala, caminhei pelo corredor do segundo andar do instituto, desci as escadas, andei mais um pouco e entrei nas secretarias. A secretária não estava, ouvi vozes dentro do escritório dele, me aproximei e bati na porta com os nós dos dedos.
- Posso entrar?
- Pode, entre - abri a porta. O diretor estava sentado em sua mesa, de um lado do escritório, numa pequena mesa de trabalho encostada, estava meu professor de química - sente-se, por favor.
- Para que eu sirvo?
- Para muitas coisas - ao dizer isso, seu olhar percorreu todo meu corpo sem disfarçar. O que está acontecendo aqui? - Como você está indo nas matérias?
- Bem, bem.
- Vejo no seu histórico que você é algo irregular nas suas notas, em matemática ela tem 10 em todos os períodos e provas, mas em matérias como História tem 6 e 7. Pode me explicar isso?
Merda! Será que ele desconfia que eu transo com o professor de matemática por notas? E se for assim, o que o de química tá fazendo aqui? Vão querer me chantagear por sexo? Com certeza.
- Eu gosto de matemática.
- Mmmm… Entendo.
- Também notamos as demonstrações de afeto que você tem com seu namorado.
- Não entendo, estou com algum problema? Por que, se for o caso, seria melhor falar com meu pai?
- Não acho, a menos que você faça disso um problema. Eu chamaria de relação com benefícios mútuos.
Sexo!
- Benefícios mútuos? Em partes iguais? – Ao pronunciar essas duas perguntas, cruzei as pernas, deixando à vista dos dois mais do que é socialmente permitido.
- Eu te disse que a garota é muito inteligente e astuta – diz meu professor de química, ficando atrás de mim e colocando as mãos nos meus ombros – mas nós também somos, e nós, Rachel, percebemos que poderíamos nos divertir e ao mesmo tempo te ajudar com suas notas – Ele começou a me dar uma massagem gostosa com seus dedos habilidosos, que me relaxou na hora. Se ele faz isso só com os dedos, o que será com o corpo todo?
- Como seria essa diversão juntos?
- Não finja de inocente, o que queremos é te comer.
- E se eu não quiser?
- Não vai acontecer nada, não gostamos de problemas. – As mãos do meu professor de química já estavam acariciando meus peitos.
- Vai ficar só entre nós?
- Isso mesmo, a menos que você queira convidar alguma amiga.
- Tenho que pensar.
- Pensar? Não pense muito, só aproveite e pronto – me levantei e comecei a caminhar até a porta.
- Vou pensar.
E na porta levei um tapa na bunda do meu professor de química. Na verdade, não esperava por isso e saí como se nada tivesse acontecido.
Já fora das salas, todos os alunos estavam saindo das aulas.
- Rachel!!! – Ouvi de longe a voz da minha amiga gritando comigo, balançando as mãos enquanto descia as escadas:
- O que o diretor queria com você?
- Nada, parece que meu pai esqueceu de pagar a mensalidade - foi a primeira coisa que me veio à mente para inventar - Que vergonha, acabei de passar por isso.
- Hahahaha você é uma pobre!!!
- Cala a boca! Você sabe bem que eu tenho dinheiro pra isso e muito mais.
Já na porta da escola, todas as garotas estavam reunidas, estávamos planejando onde ir almoçar quando senti uma palmada na bunda e, ao me virar para ver quem era, recebi um beijo intenso do meu namorado. Meu grito de surpresa se perdeu na garganta dele. As garotas, entre risadas e provocações, diziam: "Para um hotel, por favor", "Se for usar, tem que me pagar primeiro", e algumas outras coisas mais. Enquanto isso, eu sentia a mão dele descendo perigosamente até minha bunda.
- Ei!!! Aqui não - dou uma tapa na mão dele - você exagera hahaha me assustou.
- Não consigo evitar, você tem uma bunda linda.
- Obrigada.
- Vamos pra minha casa.
- Não posso.
- Não estou perguntando - sem me dar tempo para responder, ele puxou meu braço e começamos a caminhar.
- Acaba com ela, campeão!!!
- Com tudo, matador!!!
Chegamos até o carro que o pai dele empresta. É um BMW branco de quatro portas; ele me leva até a porta do carona e a abre, dando-me outra palmada na bunda enquanto me acomodo no lugar. Ele vai para o seu lado e começamos a viagem.
Ao chegar na casa dele, ele apertou um botão no carro que fez o portão da garagem abrir. Entramos, os dois saímos do carro e depois entramos na casa.
- Não tem ninguém?
- Não, meu pai deve estar trabalhando - ele pegou minha mão e me levou pelas escadas direto para o quarto dele - e minha mãe deve estar com a irmã dela.
Ele abriu a porta do quarto e, colocando uma mão na minha bunda, me empurrou para dentro. Deixei minha mochila cair, me virei pela metade e me agarrei ao pescoço dele. Beijei-o, enfiei minha língua enquanto acariciava seu cabelo; no mesmo ritmo que suas mãos em meus seios.
Pela idade dele, suponho que ele ainda não tinha experiência suficiente para tirar minha roupa sem tanto trabalho, ou tal Ele estava desesperado para me ver pelada, não sei. Já nus, deitei no meio da cama e abri as pernas. Ele, como uma pantera segundos antes de atacar, rastejou até ficar por cima de mim; peguei seu pau bem grande, masturbei com as duas mãos enquanto olhava nos seus olhos sorrindo.
- Gostou?
- Adorei.
- Como é que você é tão putinha? Quem te fez uma especialista em paus?
- Isso importa?
- Na verdade não, só curiosidade, haaaaa!!!!… - Ele soltou um gemido quando comecei a acariciar suas bolas com uma mão.
- Você tem umas bolas grandes, rsrsrs.
- Você também não fica atrás. Adoro seus peitões - começou a chupar meu mamilo esquerdo - tem um gosto delicioso.
- OOOUUUHH!!!!
- Encaixa meu pau na sua bucetinha.
- Mmmmmmmmmm…
- Isso aí. Adoro quando minhas putinhas são obedientes.
Ele começou a empurrar o pau para dentro, fazia com força, mas a entrada era lenta por causa do quanto minha vagina é apertada; seu rosto era uma mistura de dor, prazer e concentração. Da minha parte, sentia um pouco de dor por ser a primeira enfiada, é o problema de ser apertada, mas eu aguento porque uma vez que minha vagina (ou cu, dependendo do caso) se acostuma, é só gozar e gozar.
Ele beijava meu pescoço, o que me dava choques elétricos que se misturavam com os que saíam da minha vagina. Minhas pernas não paravam de tremer de prazer por sentir um pau dentro, às vezes enterrava as unhas nas costas dele até que finalmente ele tinha o pau todo dentro de mim.
Ele ficou parado por um momento, aproveitando o calor e o conforto que minha vagina oferece aos visitantes. Eu podia sentir suas bolas pulsando na entrada da minha xoxota, podia sentir as batidas do coração dele no pau.
- Você é muito gostosa, Rachel.
- Ooouuuuuuhh!!!!
- Que buceta gostosa você tem.
Ele puxou só metade do pau para depois voltar para dentro, começou devagar, tomando seu tempo para provar cada centímetro de mim.
- Oooohhh… - Eu reclamava a cada enfiada - uuuuufff… - descansava quando ele tirava. -OOUUUHHH... -ele começou a se mover mais rápido –Haaaaaaa!!!!!… - quanto mais rápidas eram suas estocadas, mais rápida ficava minha respiração, minha buceta já estava acostumada ao tamanho dele, abri mais as pernas para facilitar o trabalho dele, sua mão direita foi direto apertar meu seio esquerdo
-hhhhaaaaaaa hhhhaaaaaa hhhhaaaaa hhhhaaaa hhhaaa hhaaa haaa haa haa ha ha ha- ele já estava me comendo com toda a força, suas bolas batiam na entrada da minha buceta, meu corpo ficava cada vez mais tenso, em um momento o prazer foi tanto que, sem conseguir evitar, minhas costas arquearam se separando da cama -HHHOOOO SSSIIIII!!! ASSIM AAAASSIM!!!....
Meu orgasmo me surpreendeu paralisando todo meu corpo e me deixando sem ar. Minha buceta apertava com mais força o pau dele, que não parava de entrar e sair na velocidade máxima, perdi a noção do tempo, fui para um lugar que é o paraíso para mim, não sei quanto tempo passou.
Quando reagi foi porque minha buceta começou a doer um pouco, não é aquele tipo de dor que faz você sair correndo, é aquele tipo de dor que você quer sentir mais e mais. Eu estava de bruços, com todo o corpo sobre a cama e meu namorado estava me dando pela buceta por cima de mim. Me agarrei ao travesseiro que estava perto, não conseguia acreditar, mas outro orgasmo se aproximava a passos gigantescos; meu namorado acariciava minhas costas e falava no meu ouvido.
-putinha, putinha, putinha, adoro te comer como uma putinha, como a putinha que você é.
-HHHHAAA!!! HHAAAAA!!!
-Que gostoso é estar dentro de você.
De repente ele me dá uma leve mordida no ombro, o que desencadeia outro orgasmo em todo meu corpo, meu gemido é longo, muito longo e agonizante, meus pés ficam rígidos, poderia dizer que até dói.
Ele tem pena de mim, me deixa descansar alguns minutos ou segundos, não sei, mas o que sei é que ele não tira o pau de dentro de mim, quem tiraria? aliás, agora que penso nisso, ninguém tira o pau até parar de sentir as contrações do meu corpo, isso eu também gosto. Ele se endireita, fazendo seu pau sair de mim, me pega pelos quadris e puxa; não tenho muita força, minha cabeça fica grudada na cama fazendo minha bunda se erguer em toda sua glória. Ele acaricia minhas nádegas, meus quadris, minhas costas, minha nuca…
Pega meu cabelo e, amarrando-o num rabo de cavalo dentro de seu punho, puxa com rudeza, como só um macho faria. AAAAAHHHH!!! Solto um grito de dor excitada… me apoio nos cotovelos, acho que era isso que ele queria, porque quando fiz isso, ele parou de puxar tão forte. Ele esfrega minha bunda com a mão, e depois com o pau; coloca entre meus lábios vaginais e enfia até o fundo de uma só vez.
-AAAAAHHH!!! - meu gemido é longo, intenso, o prazer foi tão forte que quase me fez gozar de novo.
Ele começou com uma metida e tirada lenta, mas com enfiadas fortes, sem piedade. Continuou assim por um tempo, enquanto com a mão esquerda me segurava pelo cabelo e a direita percorria meu corpo, minhas costas, peitos, pernas, de vez em quando, dava uma palmada na minha bunda.
Suas enfiadas ficavam cada vez mais rápidas, e eu podia sentir seu corpo ficando tenso, seu orgasmo estava chegando; minha recompensa: a porra dele na minha buceta estava prestes a chegar. Apertei os músculos da minha vagina com força, o que intensificou meu prazer e, sem planejar, tive outro orgasmo. -HAAAAA!!! SIIIII!!!!- gritei em meio ao nirvana. As convulsões do meu corpo e da minha vagina foram suficientes para ele chegar ao orgasmo. Senti minha vagina se enchendo da essência dele, me senti feliz, satisfeita, cheia, repleta de ter a porra dele dentro de mim.
Quando meus cinco sentidos voltaram ao normal, eu estava deitada de bruços na cama, e ele, em cima de mim. Ainda dentro da minha vagina; sentia as bolas dele pulsarem pelo esforço feito. Depois de alguns minutos, quando nossa respiração já estava controlada, ele rolou saindo de mim, senti um pouco de dor, pela forma brusca como fez, mas agradecida porque ele é muito pesado para mim. O gozo começou a escorrer da minha buceta, manchando os lençóis. Ele me deu um tapa na bunda e disse:
- Já pode ir, meu pai não demora pra chegar.
- Claro. Me dá uns minutos, hoje você foi mais intenso que o normal.
- Adoro te comer, você é muito gostosa.
- Obrigada!!!
Conversamos sobre coisas irrelevantes: a escola, os amigos dele, etc. Quando me levantei, uma boa quantidade de porra escorreu pelas minhas pernas até os joelhos. Ele não se vestiu, só colocou a cueca e pôs as mãos atrás da cabeça, me observando enquanto eu me vestia. Já pronta para sair, me aproximei dele e o beijei. Ele não se moveu, eu fiz tudo; enfiei a língua o mais fundo que pude, ao me virar para sair, ele me deu um tapa na bunda, não disse nada e eu também não.
Por causa do calor e do exercício, fui direto para a cozinha pegar um pouco de água. Fiquei paralisada porque encontrei o pai dele na cozinha com um copo de suco de laranja.
- Bom dia, Rachel.
- Eeee, bom dia. Só vim pegar um pouco de água e já vou embora. - Aproximei-me da jarra de água e ele se adiantou, servindo a água para mim.
- Sim, depois de todo aquele barulho, você precisa.
- Hehehe... Obrigada... Faz muito tempo que está em casa?
- Sim, umas duas horas.
- Que horas são?
- 4:48 da tarde.
- Porra! Vou me atrasar!!! Já vou, obrigada - e saí correndo.
- Se quiser, eu te levo! - Parei na porta da cozinha e, ao perceber, descobri que ele estava olhando minha bunda.
- Sério?
- Claro, não poderia ser diferente. - Ele tomou o suco de uma só vez e me alcançou onde eu estava parada - Vamos. - Ele colocou a mão um pouco abaixo do quadril e me deu um pequeno empurrão para que eu começasse a andar na frente dele. Eu o fiz, balançando os quadris, sabendo que ele estava me olhando...
Na escola existe aquele clássico bad boy, ele está quatro anos e meio à frente de mim; é bonito, alto e pelo que pude perceber, vai muito na academia. É de família rica como todos que estudam nessa escola, ele só vai ficar esse ano, já que no próximo vai para São Paulo estudar na PUC; é daqueles caras que fazem o que querem quando querem, dominam o ambiente onde estão sem precisar falar, todas as garotas são loucas por ele, muitas dão a buceta só por uma noite e com isso se sentem realizadas; se ele gosta de uma garota, nem liga se ela tem namorado e se ele está por perto, ele vai lá e seduz a mina. É um macho alfa de carteirinha. E eu sendo a mais bonita e popular da escola era natural que fôssemos namorados (Não falo por esnobe, tem tempo que fizeram uma pesquisa).
Estamos juntos só há alguns meses e até agora tem sido só diversão com ele. Toda vez que me vê na escola me dá um tapa na bunda e me beija como se fosse a última vez que me veria, não importa se estou com minhas amigas ou colegas de sala, normalmente, ao sair da escola ele me espera no carro do pai dele e se não tem ninguém em casa ele me leva lá e vamos direto para a cama dele. NOSSSA pra idade dele ele é muito bom na cama. Ainda não se compara aos caras mais velhos que eu costumo sair, mas não fica muito atrás. Ele tem um pau levemente curvado, o suficiente para quando ele está me comendo feito uma puta, o pau dele estimular meu ponto G. Ele me guia com autoridade, sem medo e tira de mim tudo que quer até ficar satisfeito, e isso faz eu ter orgasmo atrás de orgasmo.
Ele gosta muito de festas, e prefere as que são feitas em casa, e sempre fica me convidando para ficar com ele; nem sempre posso já que como sou popular não falta quem me chame para sair. Mas quando vou com ele, ele sempre me segura pela cintura e me dá um tapinha leve na bunda quando quer algo, assim marca seu território. O que eu gosto É que com os amigos ele não tem ciúmes, uma vez estávamos assistindo a um jogo de futebol, eu sentada no colo dele, e um dos amigos dele fez uma aposta: se meu namorado ganhasse, o amigo teria que dar a jaqueta de couro dele, e se perdesse, eu teria que beijar o amigo.
Quando ouvi tudo isso fiquei paralisada, não esperava por aquilo, mesmo o amigo não sendo nada feio, não tinha certeza do que estava acontecendo, me senti (por algum motivo) lisonjeada em ser o prêmio, mas mesmo assim não estava totalmente confortável com a situação. Meu namorado perdeu a aposta, todos os amigos e amigas dele começaram a fazer barulho, cantando em coro: "beijo, beijo, beijo!" Eu não conseguia me mexer até que meu namorado deu um tapinha na minha bunda e sussurrou no meu ouvido: "Não me deixe na mão". Tomei coragem, me levantei, fiquei bem perto do amigo dele e o beijei.
No começo fui meio desajeitada por causa dos nervos, senti a língua dele entrando na minha boca, ouvia os aplausos e tudo mais, depois relaxei e minha língua se encontrou com a dele, não sei quanto tempo ficamos nos beijando, mas foi bastante. Também, em todas as festas, sempre, sem falta, ele me leva para o quarto dos donos da casa, só pega na minha mão e, não importa com quem esteja conversando, me leva e me come. Essa é a melhor parte.
Uma vez na escola, eu estava comendo com minhas amigas na lanchonete do colégio, quando ele chegou por trás, me deu uma palmada na bunda, não forte, mas o suficiente para eu dar um pulo e um gritinho de surpresa, me deu um beijo e pegou na minha mão para eu ir com ele. Sem dizer uma palavra, fomos para a parte de trás de uma fileira de cadeiras, e ele começou a me beijar como se estivesse desesperado, ao mesmo tempo que a mão direita dele acariciava minha bunda, a outra mão segurava bem a minha cabeça, nossas línguas se acariciavam enquanto os dedos da mão direita dele percorriam de cima para baixo (ou o que a saia permitia) a linha que divide minha bunda linda.
Isso me deixou tão excitada que já queria... sentir o pau dele dentro de mim, acariciava seu cabelo com a mão esquerda enquanto a outra descia lentamente, percorrendo seu corpo até chegar na virilha, eu o apertei, estava duro como uma pedra, senti uma dor aguda na minha buceta faminta, mas não era nem o lugar nem o momento. Acariciava seu pau formidável por cima da calça, seu dedo médio fazia pressão na entrada da minha bunda enquanto eu lamentava que seu dedo não pudesse entrar por causa da saia que impedia. Tudo terminou quando ouvimos ao longe o sinal que anunciava o reinício das aulas, então, com fome de pau, me afastei dele e fui para minha sala com a promessa de que ele me levaria para a casa dele depois da aula.
Continuei meu dia escolar, conversando com minhas amigas, respondendo às mensagens do WhatsApp dos meus amigos e prestando meia atenção nos professores; faltava meia hora para as aulas terminarem quando a secretária do diretor bateu na porta da sala.
- Professor, desculpe interromper, mas o diretor precisa falar com a senhorita Rachel.
- Claro, sem problema. Senhorita, já pode pegar suas coisas, a tarefa é responder o questionário da página 42 do seu livro de exercícios.
- Obrigada, professor.
Fabiola me olhava com cara de "o que foi?". Só encolhi os ombros porque não sabia de nada. Saí da sala, caminhei pelo corredor do segundo andar do instituto, desci as escadas, andei mais um pouco e entrei nas secretarias. A secretária não estava, ouvi vozes dentro do escritório dele, me aproximei e bati na porta com os nós dos dedos.
- Posso entrar?
- Pode, entre - abri a porta. O diretor estava sentado em sua mesa, de um lado do escritório, numa pequena mesa de trabalho encostada, estava meu professor de química - sente-se, por favor.
- Para que eu sirvo?
- Para muitas coisas - ao dizer isso, seu olhar percorreu todo meu corpo sem disfarçar. O que está acontecendo aqui? - Como você está indo nas matérias?
- Bem, bem.
- Vejo no seu histórico que você é algo irregular nas suas notas, em matemática ela tem 10 em todos os períodos e provas, mas em matérias como História tem 6 e 7. Pode me explicar isso?
Merda! Será que ele desconfia que eu transo com o professor de matemática por notas? E se for assim, o que o de química tá fazendo aqui? Vão querer me chantagear por sexo? Com certeza.
- Eu gosto de matemática.
- Mmmm… Entendo.
- Também notamos as demonstrações de afeto que você tem com seu namorado.
- Não entendo, estou com algum problema? Por que, se for o caso, seria melhor falar com meu pai?
- Não acho, a menos que você faça disso um problema. Eu chamaria de relação com benefícios mútuos.
Sexo!
- Benefícios mútuos? Em partes iguais? – Ao pronunciar essas duas perguntas, cruzei as pernas, deixando à vista dos dois mais do que é socialmente permitido.
- Eu te disse que a garota é muito inteligente e astuta – diz meu professor de química, ficando atrás de mim e colocando as mãos nos meus ombros – mas nós também somos, e nós, Rachel, percebemos que poderíamos nos divertir e ao mesmo tempo te ajudar com suas notas – Ele começou a me dar uma massagem gostosa com seus dedos habilidosos, que me relaxou na hora. Se ele faz isso só com os dedos, o que será com o corpo todo?
- Como seria essa diversão juntos?
- Não finja de inocente, o que queremos é te comer.
- E se eu não quiser?
- Não vai acontecer nada, não gostamos de problemas. – As mãos do meu professor de química já estavam acariciando meus peitos.
- Vai ficar só entre nós?
- Isso mesmo, a menos que você queira convidar alguma amiga.
- Tenho que pensar.
- Pensar? Não pense muito, só aproveite e pronto – me levantei e comecei a caminhar até a porta.
- Vou pensar.
E na porta levei um tapa na bunda do meu professor de química. Na verdade, não esperava por isso e saí como se nada tivesse acontecido.
Já fora das salas, todos os alunos estavam saindo das aulas.
- Rachel!!! – Ouvi de longe a voz da minha amiga gritando comigo, balançando as mãos enquanto descia as escadas:
- O que o diretor queria com você?
- Nada, parece que meu pai esqueceu de pagar a mensalidade - foi a primeira coisa que me veio à mente para inventar - Que vergonha, acabei de passar por isso.
- Hahahaha você é uma pobre!!!
- Cala a boca! Você sabe bem que eu tenho dinheiro pra isso e muito mais.
Já na porta da escola, todas as garotas estavam reunidas, estávamos planejando onde ir almoçar quando senti uma palmada na bunda e, ao me virar para ver quem era, recebi um beijo intenso do meu namorado. Meu grito de surpresa se perdeu na garganta dele. As garotas, entre risadas e provocações, diziam: "Para um hotel, por favor", "Se for usar, tem que me pagar primeiro", e algumas outras coisas mais. Enquanto isso, eu sentia a mão dele descendo perigosamente até minha bunda.
- Ei!!! Aqui não - dou uma tapa na mão dele - você exagera hahaha me assustou.
- Não consigo evitar, você tem uma bunda linda.
- Obrigada.
- Vamos pra minha casa.
- Não posso.
- Não estou perguntando - sem me dar tempo para responder, ele puxou meu braço e começamos a caminhar.
- Acaba com ela, campeão!!!
- Com tudo, matador!!!
Chegamos até o carro que o pai dele empresta. É um BMW branco de quatro portas; ele me leva até a porta do carona e a abre, dando-me outra palmada na bunda enquanto me acomodo no lugar. Ele vai para o seu lado e começamos a viagem.
Ao chegar na casa dele, ele apertou um botão no carro que fez o portão da garagem abrir. Entramos, os dois saímos do carro e depois entramos na casa.
- Não tem ninguém?
- Não, meu pai deve estar trabalhando - ele pegou minha mão e me levou pelas escadas direto para o quarto dele - e minha mãe deve estar com a irmã dela.
Ele abriu a porta do quarto e, colocando uma mão na minha bunda, me empurrou para dentro. Deixei minha mochila cair, me virei pela metade e me agarrei ao pescoço dele. Beijei-o, enfiei minha língua enquanto acariciava seu cabelo; no mesmo ritmo que suas mãos em meus seios.
Pela idade dele, suponho que ele ainda não tinha experiência suficiente para tirar minha roupa sem tanto trabalho, ou tal Ele estava desesperado para me ver pelada, não sei. Já nus, deitei no meio da cama e abri as pernas. Ele, como uma pantera segundos antes de atacar, rastejou até ficar por cima de mim; peguei seu pau bem grande, masturbei com as duas mãos enquanto olhava nos seus olhos sorrindo.
- Gostou?
- Adorei.
- Como é que você é tão putinha? Quem te fez uma especialista em paus?
- Isso importa?
- Na verdade não, só curiosidade, haaaaa!!!!… - Ele soltou um gemido quando comecei a acariciar suas bolas com uma mão.
- Você tem umas bolas grandes, rsrsrs.
- Você também não fica atrás. Adoro seus peitões - começou a chupar meu mamilo esquerdo - tem um gosto delicioso.
- OOOUUUHH!!!!
- Encaixa meu pau na sua bucetinha.
- Mmmmmmmmmm…
- Isso aí. Adoro quando minhas putinhas são obedientes.
Ele começou a empurrar o pau para dentro, fazia com força, mas a entrada era lenta por causa do quanto minha vagina é apertada; seu rosto era uma mistura de dor, prazer e concentração. Da minha parte, sentia um pouco de dor por ser a primeira enfiada, é o problema de ser apertada, mas eu aguento porque uma vez que minha vagina (ou cu, dependendo do caso) se acostuma, é só gozar e gozar.
Ele beijava meu pescoço, o que me dava choques elétricos que se misturavam com os que saíam da minha vagina. Minhas pernas não paravam de tremer de prazer por sentir um pau dentro, às vezes enterrava as unhas nas costas dele até que finalmente ele tinha o pau todo dentro de mim.
Ele ficou parado por um momento, aproveitando o calor e o conforto que minha vagina oferece aos visitantes. Eu podia sentir suas bolas pulsando na entrada da minha xoxota, podia sentir as batidas do coração dele no pau.
- Você é muito gostosa, Rachel.
- Ooouuuuuuhh!!!!
- Que buceta gostosa você tem.
Ele puxou só metade do pau para depois voltar para dentro, começou devagar, tomando seu tempo para provar cada centímetro de mim.
- Oooohhh… - Eu reclamava a cada enfiada - uuuuufff… - descansava quando ele tirava. -OOUUUHHH... -ele começou a se mover mais rápido –Haaaaaaa!!!!!… - quanto mais rápidas eram suas estocadas, mais rápida ficava minha respiração, minha buceta já estava acostumada ao tamanho dele, abri mais as pernas para facilitar o trabalho dele, sua mão direita foi direto apertar meu seio esquerdo
-hhhhaaaaaaa hhhhaaaaaa hhhhaaaaa hhhhaaaa hhhaaa hhaaa haaa haa haa ha ha ha- ele já estava me comendo com toda a força, suas bolas batiam na entrada da minha buceta, meu corpo ficava cada vez mais tenso, em um momento o prazer foi tanto que, sem conseguir evitar, minhas costas arquearam se separando da cama -HHHOOOO SSSIIIII!!! ASSIM AAAASSIM!!!....
Meu orgasmo me surpreendeu paralisando todo meu corpo e me deixando sem ar. Minha buceta apertava com mais força o pau dele, que não parava de entrar e sair na velocidade máxima, perdi a noção do tempo, fui para um lugar que é o paraíso para mim, não sei quanto tempo passou.
Quando reagi foi porque minha buceta começou a doer um pouco, não é aquele tipo de dor que faz você sair correndo, é aquele tipo de dor que você quer sentir mais e mais. Eu estava de bruços, com todo o corpo sobre a cama e meu namorado estava me dando pela buceta por cima de mim. Me agarrei ao travesseiro que estava perto, não conseguia acreditar, mas outro orgasmo se aproximava a passos gigantescos; meu namorado acariciava minhas costas e falava no meu ouvido.
-putinha, putinha, putinha, adoro te comer como uma putinha, como a putinha que você é.
-HHHHAAA!!! HHAAAAA!!!
-Que gostoso é estar dentro de você.
De repente ele me dá uma leve mordida no ombro, o que desencadeia outro orgasmo em todo meu corpo, meu gemido é longo, muito longo e agonizante, meus pés ficam rígidos, poderia dizer que até dói.
Ele tem pena de mim, me deixa descansar alguns minutos ou segundos, não sei, mas o que sei é que ele não tira o pau de dentro de mim, quem tiraria? aliás, agora que penso nisso, ninguém tira o pau até parar de sentir as contrações do meu corpo, isso eu também gosto. Ele se endireita, fazendo seu pau sair de mim, me pega pelos quadris e puxa; não tenho muita força, minha cabeça fica grudada na cama fazendo minha bunda se erguer em toda sua glória. Ele acaricia minhas nádegas, meus quadris, minhas costas, minha nuca…
Pega meu cabelo e, amarrando-o num rabo de cavalo dentro de seu punho, puxa com rudeza, como só um macho faria. AAAAAHHHH!!! Solto um grito de dor excitada… me apoio nos cotovelos, acho que era isso que ele queria, porque quando fiz isso, ele parou de puxar tão forte. Ele esfrega minha bunda com a mão, e depois com o pau; coloca entre meus lábios vaginais e enfia até o fundo de uma só vez.
-AAAAAHHH!!! - meu gemido é longo, intenso, o prazer foi tão forte que quase me fez gozar de novo.
Ele começou com uma metida e tirada lenta, mas com enfiadas fortes, sem piedade. Continuou assim por um tempo, enquanto com a mão esquerda me segurava pelo cabelo e a direita percorria meu corpo, minhas costas, peitos, pernas, de vez em quando, dava uma palmada na minha bunda.
Suas enfiadas ficavam cada vez mais rápidas, e eu podia sentir seu corpo ficando tenso, seu orgasmo estava chegando; minha recompensa: a porra dele na minha buceta estava prestes a chegar. Apertei os músculos da minha vagina com força, o que intensificou meu prazer e, sem planejar, tive outro orgasmo. -HAAAAA!!! SIIIII!!!!- gritei em meio ao nirvana. As convulsões do meu corpo e da minha vagina foram suficientes para ele chegar ao orgasmo. Senti minha vagina se enchendo da essência dele, me senti feliz, satisfeita, cheia, repleta de ter a porra dele dentro de mim.
Quando meus cinco sentidos voltaram ao normal, eu estava deitada de bruços na cama, e ele, em cima de mim. Ainda dentro da minha vagina; sentia as bolas dele pulsarem pelo esforço feito. Depois de alguns minutos, quando nossa respiração já estava controlada, ele rolou saindo de mim, senti um pouco de dor, pela forma brusca como fez, mas agradecida porque ele é muito pesado para mim. O gozo começou a escorrer da minha buceta, manchando os lençóis. Ele me deu um tapa na bunda e disse:
- Já pode ir, meu pai não demora pra chegar.
- Claro. Me dá uns minutos, hoje você foi mais intenso que o normal.
- Adoro te comer, você é muito gostosa.
- Obrigada!!!
Conversamos sobre coisas irrelevantes: a escola, os amigos dele, etc. Quando me levantei, uma boa quantidade de porra escorreu pelas minhas pernas até os joelhos. Ele não se vestiu, só colocou a cueca e pôs as mãos atrás da cabeça, me observando enquanto eu me vestia. Já pronta para sair, me aproximei dele e o beijei. Ele não se moveu, eu fiz tudo; enfiei a língua o mais fundo que pude, ao me virar para sair, ele me deu um tapa na bunda, não disse nada e eu também não.
Por causa do calor e do exercício, fui direto para a cozinha pegar um pouco de água. Fiquei paralisada porque encontrei o pai dele na cozinha com um copo de suco de laranja.
- Bom dia, Rachel.
- Eeee, bom dia. Só vim pegar um pouco de água e já vou embora. - Aproximei-me da jarra de água e ele se adiantou, servindo a água para mim.
- Sim, depois de todo aquele barulho, você precisa.
- Hehehe... Obrigada... Faz muito tempo que está em casa?
- Sim, umas duas horas.
- Que horas são?
- 4:48 da tarde.
- Porra! Vou me atrasar!!! Já vou, obrigada - e saí correndo.
- Se quiser, eu te levo! - Parei na porta da cozinha e, ao perceber, descobri que ele estava olhando minha bunda.
- Sério?
- Claro, não poderia ser diferente. - Ele tomou o suco de uma só vez e me alcançou onde eu estava parada - Vamos. - Ele colocou a mão um pouco abaixo do quadril e me deu um pequeno empurrão para que eu começasse a andar na frente dele. Eu o fiz, balançando os quadris, sabendo que ele estava me olhando...
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