Tive que comer a tia da minha namorada. Parte 2

Oi, tô aqui de novo pra contar o que rolou no dia seguinte depois que a tia da minha mina e eu transamos pela primeira vez.
Acontece que depois daquela noite eu não consegui dormir direito pensando no que rolou, verdade, não tirava da cabeça. Já tinha comido duas parentes da minha namorada (minha cunhada e a tia dela), e pensava se tava cometendo um erro, mas a verdade é que a senhora me deixou muito tarado e eu não conseguia parar de pensar que queria ficar com ela mais uma vez. O tesão falava mais alto que o peso na consciência. Tava certo de que ela ia ficar com vergonha e não ia querer falar comigo, então tava bolando um jeito de fazer ela cair. Decidi deixar na sorte e ser espontâneo: se rolasse, beleza; se não rolasse, tudo bem. Fui no quarto dela de manhã e bati na porta. Falei: "Abre, por favor, a gente precisa conversar direitinho sobre o que aconteceu, e você sabe disso." Foi assim que ela aceitou e abriu. Entrei no quarto, ela sentou na cama. Lembro que tava usando um shortinho de algodão bem curtinho, vermelho, que deixava as pernas dela à mostra — brancas, fininhas, mas muito gostosas — e uma blusinha que mal cobria os peitos, dava pra ver os biquinhos bem durinhos, igual de uma adolescente. Não preciso nem dizer que, ao ver ela, fiquei muito excitado. Sentei também na beirada do outro lado da cama e falei pra ela não se preocupar, que a gente deixasse aquilo entre nós pra não ter problema com os familiares nem com minha namorada. Ela disse que tava com muita vergonha, que não era daquele jeito, mas que tava há muito tempo sem ficar com ninguém. Quando passou pelo meu quarto e me viu batendo uma, de repente deu uma vontade nela que ela nem sabia de onde veio, mas foi do nada (eu tava de short de poliéster, acho que é assim que chama o tecido). Enquanto ela me contava como tinha me visto, eu fiquei excitado, e ela reparou no meu short que tava durasso. Me perguntou: "O que é isso? Por que você tá assim?" Eu pedi desculpa e falei: "Perdão, mas a verdade é que te ouvir falar e te ver me deixa desse jeito, não tem como evitar." Aí falei pra ela me desculpar, que o que aconteceu na noite anterior foi um erro. Levantei e fui embora. A outra ponta da cama, na frente de onde ela tava sentada, eu me coloquei de frente pra ela. Meu short deixava ver todo o meu volume porque eu não tava de cueca, então o pacote tava bem marcado. Fui me aproximando devagar, e ela de repente olhava pro meu volume, mas desviava o olhar rápido. Falei que não dava pra esquecer o que tinha rolado e que me desse a última chance de ficar com ela. Na hora ela respondeu que não, que tinha sido um erro, mas naquele momento os nervos dela diziam outra coisa. Já com um pouco mais de coragem, peguei a mão direita dela, e ela perguntou o que eu tava fazendo. Falei pra ela relaxar, e ela dizia "por favor, amadurece, sai do quarto", mas não oferecia resistência nenhuma. Coloquei a mão dela no meu volume e fui movendo a mão dela como se quisesse que ela me acariciasse. De repente, senti que não precisava mais fazer aqueles movimentos, porque ela já tava fazendo sozinha. Soltei a mão dela, e ela continuou me acariciando o pau por cima do short. Sem dizer uma palavra, ela abaixou meu short, pegou meu pau com a mão direita e começou a me masturbar. Levou a boca até minhas bolas e começou a beijar e chupar elas enquanto me masturbava. Eu tava me sentindo a coisa mais gostosa do mundo. Ela parava de chupar minhas bolas, respirava fundo e dizia: "Que gostoso é sentir o cheiro de um homem de novo, de um pau bem duro depois de tantos anos". Depois das minhas bolas, ela levou meu pau até a boca dela, puxou meu prepúcio pra trás, deixando a cabecinha bem aparecida, e começou a passar a língua na pontinha, levando ele pra dentro da boca dela até onde cabia. Mas não era só isso: enquanto me fazia o boquete, a tia, com a mão esquerda, acariciava minhas bolas; com a mão direita, meio que masturbava o tronco do pau; e com a boca, chupava o resto. Foi um dos melhores boquetes que já recebi, com muita experiência. Depois, ela tirou o short dela, que já tava úmido, abriu as pernas e deixou à mostra a buceta depilada, de um cor-de-rosa clarinho. Imediatamente Me agachei, enfiei minha cabeça entre as pernas dela e comecei a fazer um oral nela. Foi uma das melhores bucetas que já provei. Chupei aqueles lábios com muita vontade, passava a língua no meio deles de baixo pra cima até bater no clitóris dela. Fazia carícias com a ponta da língua no clitóris dela e, com a própria língua, massageava ele. Enfiava minha língua o mais fundo que podia e mexia lá dentro, e depois voltava pro clitóris dela. Quase na hora, ela gozou na minha cara (ela é daquelas mulheres que jorram pra caralho). Aí não me aguentei mais, me levantei, fui pra cima dela, enfiei meu pau na buceta dela, ela enrolou as pernas na minha cintura e comecei a comer ela como um louco, enquanto enfiava minha cara entre a blusa dela e chupava os peitos dela. Depois de ficar assim um bom tempo, ela gozou de novo, dava pra perceber pelos gemidos dela e pelos movimentos involuntários que ela faz na hora. Aí ela me perguntou se eu já ia gozar, e eu falei que ainda não, e perguntei por quê. Ela disse que queria sentir o gosto do sêmen na boca dela. Então fiquei de pé de novo, ela começou a me masturbar e a chupar meu pau até me fazer gozar. Ela abriu bem a boca e deixou eu me descarregar tudo nela. Foi uma das gozadas mais gostosas da minha vida. Eu via como ela apertava bem meu pau pra cair até a última gota na boca dela. Ela começou a brincar com meu sêmen na boca, derramou um pouco nos peitos dela e espalhou com as mãos por todos os peitos, e o resto que tinha na boca ela engoliu. Foi muito excitante. Depois disso, deitamos juntos na cama e dormimos um pouco mais. Quando acordamos, combinamos que íamos aproveitar aquela semana pra transar quantas vezes pudéssemos, e depois que ela fosse embora, faríamos de conta que nada aconteceu e não repetiríamos nem no futuro, que seria só naquele tempo. Depois daquele dia, a gente comeu direto por quase toda a semana que ela tinha que ficar. Foi uma das experiências mais gostosas que já tive até hoje. Depois ela teve que ir embora, e foi assim que vivi uma pequena aventura por uma semana. a qual, sinceramente, não me arrependi porque curti pra caralho.

Valeu por me ler, talvez alguns me julguem, mas a verdade é que não me arrependo. Também não tô reclamando da minha mina, porque eu amo ela e nós dois temos a mente aberta, e de vez em quando a gente experimenta umas paradas juntos. Mas espero que vocês curtam meus relatos, logo mais vou compartilhar mais sobre as coisas que já fiz.

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