Minha madrasta tá grávida

Minha madrasta tá grávida, esse bebê vai ser meu irmão ou meu filho?Oi, me chamo Gerardo, tenho 19 anos atualmente, sou um cara normal com gostos meio diferentes, pelo menos quando o assunto é mulher. Minha parada são as milf, nunca transei com ninguém com menos de 30 anos. Tenho sorte com as milf, pareço ser bonitinho pra elas, o que me dá uma vantagem enorme sobre os outros, isso e meu pau de 19 cm que ajuda pra caralho. O que vou compartilhar é, feliz e infelizmente ao mesmo tempo, 100% real.

Faz uns 5 anos que a Lúcia entrou nas nossas vidas. Meus pais se divorciaram quando eu tinha 7 anos, apesar da pouca idade, nunca tive problema com isso, porque sempre fui do tipo que vê o lado bom de cada situação. Minha mãe casou de novo 2 anos depois, e meu pai só ficava com mulheres anônimas, inclusive de uma dessas relações rápidas nasceu meu irmão mais novo, ele tem 9 anos hoje. A mãe dele, infelizmente, largou ele aos cuidados do meu pai. Agora somos uma família feliz, mas devo dizer que em alguns momentos passávamos por maus bocados. A chegada da Lúcia foi como um presente, desde o começo ela mostrou suas intenções com a gente: tava disposta a ser uma mãe pra nós e ficar sempre do nosso lado no que precisássemos. Durante muito tempo, foi uma mulher modelo, fiel, amorosa, caseira, mas desde o início também sempre notei que ela era super safada. Às vezes, sem problema nenhum, pegava no pau do meu pai por cima da calça, ou colocava a bunda e esfregava com força pra esquentar ele. Ela sempre achou que eu não via, mas se enganava. Em várias ocasiões, eu fingia que tava dormindo, porque era todo santo dia eles transando igual loucos. Fingia de sono e depois levantava pra ouvir pela porta ela gemendo de prazer. Nunca foi muito discreta, às vezes se vestia com a porta do quarto aberta, sem se importar se eu e meu irmão tava em casa. Até hoje ela continua super safada. Olha, não tô falando que é errado, na verdade como mãe ela é excelente também. que, como esposa, ela é daquelas mulheres que não têm medo de se expressar sexualmente. Tudo começou a mudar há 3 anos, exatamente no dia em que fiz 16 anos. Em alguns lugares, inclusive onde eu moro, quando um homem faz 16 anos, é considerado como se estivesse chegando a uma fase de maturidade, e sempre fui assim. Naquele dia, ao acordar, meu pai foi o primeiro a me parabenizar. Rapidamente, ele me disse para não fazer planos para aquela noite porque sairíamos para jantar com toda a família. Descemos para tomar café da manhã, e lá já estavam Lucia e meu irmão.

Pai: E vocês, por que não parabenizaram o Gerardo?
Lucia: E por quê? Ele ganhou algum concurso?
Pai: Vamos, Lucia, você sabe que é o aniversário dele.

Para ser sincero, fiquei meio chateado, achei mesmo que ela tinha esquecido. Mas depois disso, ela se levantou, pegou da bolsa uma caixinha vermelha com um grande laço branco em cima.
Lucia: Como você acha que eu esqueceria seu aniversário, meu menino lindo!
Eu: Ahhh, obrigado, Lucia! Te amo muito!! O que é isso?
Lucia: Abre e você vai ver.
Abri a caixa e era uma chave. A primeira coisa que pensei foi: um carro.
Eu: Compraram um carro pra mim? Uau, não acredito!
Lucia: Mas não é qualquer carro. Vem, vamos para a garagem.
Quando chegamos na garagem, eu vi: um Fusca velho, mas ainda assim um carro. Eu estava super feliz por ter meu primeiro carro.
Eu: Obrigado, pai! Obrigado, Lucia!! Amo vocês demais.
Entrei no carro, e Lucia entrou no lado do passageiro.

Lucia: Vamos nessa!
Liguei o carro e saí para testá-lo. Durante todo o trajeto, a única coisa que eu ouvia era o motor do carro. Eu estava muito feliz, ainda não conseguia acreditar no que estava acontecendo. Lembro que chegamos a um mirante de onde se vê a cidade inteira, é uma vista maravilhosa. Desci do carro e sentei no capô para admirar a paisagem. Lucia sentou do meu lado.
Eu: Obrigado, Lucia, de verdade!!
Lucia: Agora você é um homem feito, e homens precisam de um carro.
Eu: Pois é, muito obrigado, seu presente foi muito lindo.
Lucia: Bom, na verdade, esse é o presente do seu pai. Eu tenho o meu. pendente
eu: ah é? e isso? o que você vai me dar de presentehttps://a.realsrv.com/iframe.php?idzoneLucia: já vai ver, não se desespera
Ela saiu do porta-malas e entrou no carro
Lucia: vamos, temos que voltar, preciso preparar os almoços
Entrei no carro e voltamos pra casa. Durante todo o caminho, continuei insistindo, tava curioso sobre o presente dela. Quando chegamos em casa, decidi estacionar na entrada da garagem
Eu: fala, Lucia, me conta qual é o seu presente
(Agora presta atenção que é aqui que tudo começou a mudar. Antes de tudo, preciso dizer que nunca tinha visto a Lucia como uma mulher qualquer, nunca olhei pra ela com olhos de homem. Mais ainda, nunca tinha reparado no fato de que ela tem um corpão)
Ela se aproximou do meu ouvido, colocou a mão no meu pau e bem baixinho disse: "eu sou o seu presente, você decide quando me abrir". Eu fiquei paralisado, não esperava por isso. Foi exatamente naquele momento que comecei a ver a Lucia como um "ser sexual" pra mim, por assim dizer. Ela desceu do carro e eu fiquei ali sentado feito um bobinho virgem. Já nem tava mais ali, mas só de lembrar das palavras dela, meu pau ficou duro. Desci do carro e entrei em casa. Meu pai tava saindo junto com meu irmão
Pai: vou nessa, acho que não precisa que eu te leve. Aproveita o seu presente
Minha cabeça explodiu. Se ele soubesse, não diria isso. Caminhei até a cozinha, onde a Lucia estava
Eu: ei, que onda foi aquela de agora? O que foi aquilo?
Lucia: esse é o meu presente pra você. Você já é homem, e que jeito melhor do que ter a sua primeira mulher?
Eu: mas por que você diz isso? E o meu pai?
Lucia: nada, amor, não tem problema. Ele não sabe e não precisa ficar sabendo
Quanto mais eu ouvia o que ela dizia, o tom de voz dela me deixava super excitado. Não vou mentir, nunca ter transado me deixava meio estressado. Naquela idade, muitos dos meus amigos já eram sexualmente ativos e eu queria sair desse problema. Embora soubesse que era errado, por algum motivo, deixei de me importar. Me aproximei dela e fiquei por trás. Enfiei meu pau contra a bunda dela e comecei a me mover pra cima e pra baixo, esfregando ele. Suavemente, ela só virou e sorriu.
Lucia: Já quer abrir? Beleza, vamos pro teu quarto.
Eu: Por que no meu quarto? Por que não aqui?
Lucia: Vamos transar no teu quarto porque eu tô mandando, eu é que decido, então faz o que eu ordeno.
As exigências dela me excitavam cada vez mais, a ponto de meu pau ficar durasso, um pedaço de pau pulsante. Lucia enfiou a mão debaixo da minha calça e segurou meu pau com força, puxou pra fora e começou a andar, me guiando como se eu fosse o cachorrinho dela, mas no lugar de uma coleira, ela segurava meu pau durão na mão. Chegamos no meu quarto, eu entrei meio em desespero e me joguei nela, mas ela me parou.
Lucia: Calma, amor, as coisas com calma. Temos a manhã inteira pra gente se acabar.
Ela me pegou pela cintura e me deitou na cama. "Aproveita o show", disse ela, enquanto tirava a roupa aos poucos, no ritmo de uma música imaginária. Dançava e se despia com tanta naturalidade, claro que devia fazer isso todo dia pro meu pai, mas em vez de me fazer cair na real, isso só me deixava mais excitado. Num dado momento, comecei a sentir pulsações por todo o pau, tava tão duro que doía. Quando ficou completamente nua, foi a primeira vez que pude apreciar o corpo gostoso dela. Sem exagero, muito melhor que muitas mulheres de revista pornô (sim, sim, naquela época eu batia muita punheta vendo revistas Playboy). Uma bunda linda e grande, uns peitos incrivelmente bonitos, embora meio caídos, uma cintura que, uffa, essa era talvez a melhor qualidade dela, e uma coisa que sempre curti muito numa mulher: a buceta peluda. Não muito, mas no estilo vintage, esse sempre foi meu fetiche favorito. Aos poucos, ela começou a andar até onde eu tava, mordendo os lábios e apertando os próprios mamilos. Não, não cabia em mim, sentia que se ela me tocasse as bolas iam estourar. Lentamente, começou a passar a mão nas minhas pernas, subindo devagar até chegar na minha cintura, enquanto passava a língua por cima do meu pau, mas sem encostar. Eu empurrava. Pra cima pra colocar na boca, mas nunca consegui. Ela pegou minha calça com as duas mãos e puxou, tirando junto com a cueca. Se ajoelhou entre minhas pernas e colocou meu pau no meio dos peitos dela, com as mãos começou a esfregar minha barriga cada vez mais pra cima até conseguir tirar a camiseta que eu tava usando. E aí estávamos nós dois pelados. Levantei e lembrei do que ela tinha falado sobre termos a manhã toda. Com minhas mãos, comecei a apertar a bunda dela enquanto a cabeça do meu pau esfregava nos pelinhos da buceta dela. Comecei a beijar ela devagar, passando minha língua pelos lábios dela.

Lucia: É, amor, assim devagar a gente vai aproveitar isso.

Depois ela pegou meu pau com as duas mãos e começou a me masturbar bem devagar. Rapidinho senti a diferença entre eu fazer sozinho e o que ela tava fazendo. Meus olhos se perderam no momento, enquanto ela beijava meu pescoço. Depois de um único empurrão, ela me jogou na cama e subiu em cima, ficando de joelhos entre meus pés. Então começou: primeiro com a língua na cabeça do meu pau, enquanto com as mãos esfregava minhas bolas. Senti que ia gozar naquela hora de tão excitado que eu tava. Aos poucos foi enfiando meu pau inteiro na boca dela. Um boquete de campeonato, yummy a chupada que ela me deu. Eu só conseguia segurar o cabelo dela e fazer o movimento sexual típico, pra dentro e pra fora da boca dela. Aí eu peguei ela e empurrei o rosto dela contra minha pélvis, enfiando meus 19cm até a garganta dela. Quando ela tirou, vi uma imagem que guardo na memória até hoje: os olhos dela meio lacrimejando, boca aberta com um sorrisinho, enquanto da língua dela um fio longo de saliva caía até a cabeça do meu pau. Fuck, o momento que eu tava vivendo. Depois disso, peguei a mão dela e puxei pra perto de mim, enfiei o pau na boca dela e me posicionei com minha cabeça entre as pernas dela pra saborear aquela buceta gostosa. Meu primeiro sexo oral, e melhor ainda, meu primeiro 69. Apesar de tanto pelo, me deixei levar, enfiei a cara toda entre as pernas dela, só conseguia ouvir como Gemia de prazer, consegui que ela gozasse toda em cima de mim. Fiquei meio surpreso porque consegui antes de eu mesmo gozar dentro dela. Na hora que eu ia gozar, ela se levantou e se ajeitou até deixar meu pau bem na frente da buceta dela. Soltou uma cusparada enorme no meu pau e lubrificou muito bem, depois se levantou e, devagarzinho, enfiou tudo. Eu tava incrédulo, finalmente tava comendo e, melhor ainda, com uma milf super gostosa. Lentamente, ela enfiou meu pau inteiro até o fundo da buceta dela. Lembro de sentir uma dorzinha, óbvio que eu já não era mais virgem e isso ficava claro. Devagar, pra cima e pra baixo, cada vez com mais força, até que começou. Sentada atrás de sentada, gemido atrás de gemido que soltava, ela tava cavalgando como uma verdadeira puta. Nada melhor do que ter na sua frente uma ruiva enorme sentando no seu pau, talvez só o som da bunda dela batendo na minha pélvis. Não passaram nem 10 minutos e eu gozei completamente dentro dela. Joguei tudo pra dentro, isso não incomodou ela nem um pouco, inclusive ela se levantou e abriu a bunda, deixando eu ver tudo escorrendo da boceta dela. Mas eu não queria parar. Mesmo tendo gozado, não passou nem um minuto e eu fiquei duro de novo. Levantei e, do jeito que ela tava de quatro, empurrei ela na cama, deixando ela com a cara no colchão e a bunda empinada, e enfiei tudo de novo de uma vez, até o fundo. Ela começou a gemer e gritar várias vezes.

Lucia: Isso!!! Assim!!! Me come mais forte!!
Eu: Gostou, puta? Pede, pede pra eu te comer!!
Lucia: Isso, me come!!! Me come bem forte!! Maais!!

A gente tava tão envolvido no momento que esqueceu de tudo, o lugar, a hora, só existíamos eu e ela. Os gritos dela pedindo pau ecoavam pela casa toda. Sorte que não tinha mais ninguém, senão era muito fácil nos ouvirem. Continuei montando nela por quase 15 minutos até gozar de novo dentro dela, mas sem parar. Uns segundos depois, ela se mijou toda, ainda com meu pau dentro da boceta dela. Caímos rendidos, eu por cima das costas dela ainda com meu pau entre as bundas dela, depois eu me deitei do lado dela e só ficamos ali nos beijando enquanto eu passava a mão na bunda dela. As horas foram passando deitados sem fazer nada, lembro que ela levantou dizendo que estava ficando tarde, que tinha que levar o almoço pro meu irmão. Eu nem me mexi, fiquei deitado completamente pelado, só olhando ela se afastar sem roupa. Levantei uns minutos depois e vi as roupas dela jogadas no chão do meu quarto: a blusa branca, a calça preta e a calcinha fio dental preta também. Peguei a calcinha e fui até a cozinha, onde ela já estava depois de ter tomado banho, pronta pra sair. Me encostei na parede que dá bem no corredor da cozinha e comecei a cheirar a calcinha. Ela virou pra mim e só sorriu. "Deixa isso", ela disse, mas eu não tava ouvindo palavras. Aos poucos, comecei a ficar excitado de novo, e meu pau mostrava. Não passaram nem 5 minutos desde que comecei a cheirar a calcinha dela até ele ficar duro de novo. Ela percebeu e o olhar dela mudou. Andou até onde eu estava e, com a mão, começou a passar no meu pau enquanto me beijava. Deixei a calcinha cair e, com as mãos, segurei os ombros dela, empurrando pra baixo pra ela me chupar de novo. Ela resistiu um pouco.

Lúcia: Não, espera, vou me atrasar.
Eu: Quanto mais você lutar, mais tarde vai ficar.
Lúcia: Quando eu voltar a gente continua, juro.
Eu: Já estamos aqui, vai, não custa nada.

E finalmente ela cedeu. Como uma louca, começou a me fazer um boquete, tentando me fazer gozar rápido pra poder ir embora, mas não adiantou, não depois de duas gozadas antes. Quase 10 minutos ali me dando um super boquete.

Eu: Minha vez.
Lúcia: Não, espera, juro, quando eu voltar.

Levantei ela e encostei na parede, desabotoei a bermuda que ela tava usando e puxei até o chão, deixando ela só de calcinha fio dental. Puxei ela pro lado e comecei a chupar a buceta dela como se não houvesse amanhã. Ela gemeu e gemeu que nem uma puta. enquanto eu puxava o cabelo dela de tão extasiada que ela tava
Lucia: continua continua!! me faz gozar!!
bom, eu continuei, com minha língua no clitóris dela enquanto enfiava violentamente dois dos meus dedos na buceta dela, até que ela gozou toda em cima de mim, me encharcou inteiro e ela só se deixou cair sentada no chão, puxei ela pelos pés, ela já não resistia mais, tava de acordo, deitei ela e levantei os pés dela colocando nos meus ombros, com um pouco de babosa no meu pau enfiei tudo de uma vez nela de novo, ela gemeu como a putinha que é, enquanto gritava "siimmm aiiii que gostoso" eu metia cada vez mais forte mas foi pouco tempo até eu gozar dentro dela de novo, já tinha virado costume essa história de gozar na buceta dela, com um sorrisão ela se levantou e só secou a ppk com uma toalha, ajeitou a fio dental e subiu a bermuda, lavou as mãos e passou um pouco de água no rosto, pegou a bolsa com o lanche do meu irmão e saiu de casa sem nem olhar pra trás, eu fiquei no chão da cozinha largado com o pau pra um lado, foi aí naquele momento de solidão que caiu a ficha, finalmente entrou na minha cabeça o que tava rolando, comecei a rir sozinho e levantei pra tomar um banho, quando saí como ela ainda não tinha chegado decidi dar uma volta pra encontrar meus amigos que iam sair da escola e aí ir pra algum lugar comemorar meu aniversário, já de noite era umas 11 quando cheguei em casa, meu pai tava na sala vendo TV acompanhado da Lucia, só me viram entrar e meu pai desligou a TV
pai: senta!
sabia pelo tom de voz que ele tava puto
eu: o que foi?
pai: senta, eu disse!!
sentei e na hora comecei a pensar na possibilidade da Lucia ter contado alguma coisa ou ele ter percebido algo, sei lá
pai: por que só agora você chegou? não era pra você sair às 2 da escola?
na hora eu respirei aliviado, nem tanto porque já era muito tarde, mas aí pensei, hum então talvez seja só isso Sincero
Eu: Quer saber a verdade? Foi por causa de uma mulher
Pai: Como assim por causa de uma mulher
Eu: Não sou muito de falar, mas hoje me deram um puta presente, três vezes
Pai: Como? MJMJMJ Lúcia, você pode nos dar um momento a sós, por favor?
Lúcia nem virou pra olhar, meio assustada, sacou na hora que a conversa era séria, levantou com cara de "não me fode" e foi pra cozinha
Pai: Agora repete isso que você disse
Eu: Então, pai, hoje eu fiquei com minha primeira mulher
Eu não esperava nada de ruim, com meu pai sempre fui muito aberto nesse sentido, não temos segredos entre nós e, claro, minha primeira vez com uma mulher é algo que cedo ou tarde eu ia contar, não com detalhes, mas pelo menos ele tinha que ser o primeiro a saber
Pai: Olhaaaa hahaha e eu aqui te enchendo o saco!! Que bom, mas me diz, você se cuidou?
Eu: Claro, pai, como não! Óbvio isso
Pai: Então, parabéns, e foi só hoje ou é sua namorada ou o quê?
Quando meu pai falou isso, levantei o olhar por cima do ombro dele e vi a Lúcia espiando da cozinha, na verdade nos vigiando
Eu: Então, não vou mentir, quero que se repita, se puder todo dia, melhor
Pai: hahaha calma aí hahaha, bom, é sua vida, aproveita, só lembra de ter cuidado, sempre camisinha e nada de merda, hein!!
Meu pai levantou e foi pro quarto, nisso a Lúcia saiu da cozinha rapidinho e sentou do meu lado
Lúcia: Não fode, Gerardo, me assustei, pensei que você ia contar algo
Eu: Como você acha que eu ia contar? Além do mais, se eu contasse, a gente nunca mais ia transar. Melhor, quero te comer de novo
Lúcia: hahaha eu também, mas agora não dá
Eu: Por que não? Ou pelo menos me dá uma chupadinha
Lúcia: Nãoo, agora não pode, obedece, você sabe como eu fico quando não me obedece
Eu: Sei, sim, tá bom, vou dormir
Dei um beijão nela enquanto com a mão direita apertava a buceta dela, ela deu um pulo mas respondeu o beijo. Levantei e fui pro meu quarto tomar banho e dormir. No dia seguinte, a rotina foi a mesma Meu pai foi embora com meu irmão, e eu fiquei lá dando pra ela, comendo e comendo a Lúcia. Naquele dia foi mais básico: papai e mamãe e de quatro, porque eu tinha que ir pra escola. Só uma chupadinha pra deixar ela dura e uma em mim pra esquentar ela do jeito que eu gosto. Desde aquele dia até hoje, já fizemos de tudo. Saímos juntos com a desculpa de ir ao cinema ou fazer compras, e vamos pro mirante que eu falei ou pra algum hotel. O que a gente mais gosta é ir pra um hotel que fica a uma hora da cidade, numa área turística pra gringo. Dificilmente você encontra alguém da cidade onde eu moro, ainda mais durante a semana. A gente vai, passeia como se fosse um casal, depois volta pro hotel e transa igual uns animais. Já comemos no "Fusca", no banheiro do cinema umas duas vezes, e em casa a gente praticamente usou todos os cantos como esconderijo sexual, menos a cama onde ela dorme, por respeito, segundo ela. Uma vez a gente transou no banheiro da escola onde eu estudo, num dia que ela foi numa reunião de pais e alunos hahaha, que sem vergonha. Se soubessem que, mais que isso, ela é minha putinha particular. O problema é que, mais que isso, uma situação estranha vem rolando há uns 2 meses. O dia que eu acho que começou foi quando meu pai teve que viajar a trabalho e levaram meu irmão pra casa do meu avô, porque ele gostava de ficar lá. Eu deveria ter ido na casa de uns amigos fazer um projeto, mas inventei isso pra ninguém desconfiar que eu ia ficar em casa "sem fazer nada". Pois é, fiquei o dia inteiro com a Lúcia. Desde cedo a gente começou, porque ela ainda não tinha acordado quando eu acordei. Entrei no quarto dela e, sem acordar, tirei o shortinho que ela usa pra dormir. Nada difícil, é um short bem folgado. Chupei toda a buceta dela, devagar, lambi cada cantinho da ppk dela até começar a meter os dedos. Foi aí que ela acordou, óbvio, cheia de tesão, mas como sempre, levantou e a gente comeu no chão. Ela ainda tava com aquela ideia de não Fazer naquela cama, a gente gozou e ela levantou pra tomar um banho, porque ali também meti nela. Saímos do chuveiro, nos trocamos e ela foi pra cozinha me fazer café da manhã. Enquanto ela preparava, eu inclinei ela e enfiei tudo sem aviso, sem saliva nem nada, pra doer na putinha. Quando terminei, fui pra sala e, enquanto via TV, ela chegou, sentou e começou a passar a mão na minha pika, tirou do short e sozinha deixou ela dura. Tirou a roupa e se acabou sozinha, sentada atrás de sentada até eu gozar. A gente ficou sentado vendo TV sem fazer nada por quase 1 hora e eu esquentei de novo. Não sei por que, mas isso só acontecia quando ela tava perto; quando não, eu não sentia o tesão que ela me fazia sentir, era normal. Naquela tarde, enquanto eu tava no quarto fazendo tarefa, aconteceu um momento que considero um dos melhores dos últimos anos.

Lúcia: Gerardo, cadê você!!!
Ela gritou.
Eu: Aqui no quarto, o que foi? Quer mais pika ou o quê?
Lúcia: Sim, quero ela toda!!!

Aí ela entrou no meu quarto vestindo um baby doll preto que deixava pouca coisa pra imaginação. Parou bem na porta e começou a desfilar pra mim.
Lúcia: Gostou, amor?
Eu: Uau, que delícia, mamacita.
Lúcia: Comprei especialmente pra você, só você pode tirar de mim.

Levantei da cadeira e fui até ela, comecei a beijar ela enquanto minhas mãos tocavam o corpo todo. Peguei ela no colo com as pernas em volta da minha cintura e deitei na cama. Fiz ela minha por completo. Naquele dia, não foi só uma trepada; eu fiz amor como uma dama merece. A gente fez, sem exagerar, umas 20 posições diferentes, sempre bem devagar, sem violência, mais amor do que outra coisa. Quando terminamos, ficamos deitados, ela em cima de mim, ainda com minha pika dentro da buceta dela.
Eu: Ei, posso te fazer uma pergunta desconfortável?
Lúcia: Amor, você pode fazer o que quiser comigo.
Eu: Por que você decidiu transar comigo na primeira vez?
Lúcia: Isso aí... importa, o que importa é que a gente fez e hoje tá aqui aproveitando um do outro
eu: importa sim, lembra que é meu pai que você enganou
Lucia: ele merece, eu só tentei ser uma boa mulher pra ele
eu: mas por que você diz isso? o que ele te fez?
Lucia: é mais o que ele não fez, já nem me tocava com carinho, só chegava, me comia e pronto, nem queria gozar dentro, como se não quisesse compromisso
eu: como não vai querer compromisso? ele te ama e te quer aqui
Lucia: você é tão ingênuo, a gente não tava bem
eu: que isso? o que você quer dizer?
Lucia: ele me traiu, Gerardo, me botou chifre e eu descobri
eu: quê? como ou quando?
Lucia: nunca perguntei isso nem o porquê, só sei que foi algo com a assistente dele e pronto
eu: mas caralho, que porra é essa? por que nunca soube disso?
Lucia: porque você não precisava saber, quando descobri, até eu preferia nunca ter sabido, mas já passou e é algo que ficou pra trás
eu: e agora? não me diga que vão se separar
Lucia: não, por mais estranho que pareça, agora a gente tá muito bem
eu: e se é assim, por que você continua com isso? por que continua comigo?
Lucia: quer saber? porque eu te amo. no começo era só sexo, porque você é bom nisso, mas depois de uns anos comecei a sentir coisas
eu: ohhh, eu também te amo, mas isso é errado, e ele?
Lucia: também amo ele, mas claro que de um jeito bem diferente. ele é o homem da minha vida, e com você é mais sexual, com você é muito mais físico, mas sim, claro que te amo
ela me fez sorrir, me levantei e coloquei ela de bruços na cama, estiquei a mão e abri a gaveta do criado-mudo do lado da cama, peguei um vidrinho de lubrificante
Lucia: que isso?
eu: lubrificante
Lucia: e pra que você quer, se posso saber?
eu: só confia em mim, eu cuido de você
Lucia: anal não, Gerardo, nunca fiz porque dizem que dói pra caralho
eu: calma, meu amor
comecei a beijar o pescoço dela e acariciar todo o corpo nu dela
eu: acredita em mim, você vai gostar, só a pontinha que dói
Lucia: caralho, vai doer muito
eu: quando você mandar parar, eu paro, tá?
Lucia: não sei, não quero, sério
eu: não confia em mim? (eu continuei beijando ela e passando a mão nela toda)
Lucia: claro que confio, idiota, mas só até onde eu mandar, e dilata bem pra doer menos, você tem um pau muito grosso, vai doer
e eu comecei, abri o lubrificante e joguei no cu dela, praticamente meio vidro despejei, com meus dedos comecei a esfregar o cu dela levemente nas bordas, ainda nem tinha aberto nada e ela já começava a se mexer
Lucia: caralho, meu cu é muito sensível, vai doer pra caralho
eu nem escutei, segui com o que tava fazendo, primeiro coloquei meu dedo indicador bem em cima do cu dela e aos poucos comecei a empurrar, mal tinha entrado até a unha e ela já quase gemia, não sabia se era verdade que era tão sensível ou se ela tava fingindo, em certo momento coloquei minha mão nas costas dela e empurrei o dedo inteiro até o fundo, ela nem se mexeu, claro que quase destruiu meu travesseiro de tanto que mordeu, comecei a meter e tirar o dedo até o cu dela esticar, depois disso com dois dedos também devagar até entrarem, aí sim ela gritou de dor e pediu pra eu tirar, mas óbvio que não ia rolar, depois disso aconteceu, joguei a outra metade do lubrificante nas nádegas dela e com o mesmo lubrifiquei bem meu pau e coloquei o pau no cu dela, digo, mãos à obra, ela completamente deitada de bruços e eu ajoelhado sobre ela, com a bunda toda dela à minha mercê, peguei meu pau grosso e comecei a esfregar a cabeça na buceta dela enquanto enfiava dois dedos no cu dela
Lucia: agora mete, já dilatou, não sinto mais os dedos
os desejos dela são ordens, coloquei a camisinha e pus a cabeça do meu pau na entrada do cu dela e empurrei, devagar foi entrando tudo, grito atrás de grito, acho que deixei ele lá uns 5 minutos até ela parar de reclamar e continuei, era fácil meter já com a cabeça dentro, só precisava me deixar cair sobre ela, bem devagar pra não machucar ela, cm por cm, polegada por polegada, grito após grito conforme eu ia entrando até bater no fundo, inacreditável como 19 cm de pau entraram no cu dela, ela não aguentava mais, dava pra ver na cara dela, já tinha quase rasgado meus lençóis de tanta dor que sentia, pra fora e pra dentro, pra fora e pra dentro, montando ela como a puta que ela é, aquela sensação de um cu novo que quanto mais você mete mais aperta o pau, forte contra as nádegas dela enquanto esfregava violentamente o clitóris dela com minhas mãos, orgasmos múltiplos, ela tava toda molhada, uns minutos depois tirei de uma vez, tirei a camisinha e gozei no cu dela que tava bem aberto, muito sêmen escorreu pra dentro, ela só gemia de prazer, caímos exaustos e desde aquele momento não levantamos mais, dormimos juntos abraçados e pelados sem nada cobrindo nossos corpos, só nos aquecendo um ao outro, essa foi a única vez que ela deixou eu meter no cu dela, nunca mais aconteceu e ela diz que por enquanto não vai acontecer, que na verdade dias depois ainda doía quando ela sentava, claro, eu tenho um pau grande, como não ia doer.

Duas semanas atrás aconteceu algo que mudou muito nossa relação, lembro que estava na casa de um amigo e recebi uma ligação do meu pai dizendo que eu tinha que chegar cedo porque ele tinha um grande anúncio pra fazer, e a primeira coisa que pensei foi "eles vão se mudar", não importava, embora talvez isso mudasse a forma como ele pensava e pior ainda nossa relação, quando cheguei em casa todos já estavam sentados na mesa da sala de jantar, algo meio estranho porque sempre jantávamos na mesa da cozinha

pai: senta, gerardo, tenho algo pra dizer
pai: bom, primeiro de tudo quero que saibam que isso não vai mudar nada na nossa relação, ok, não quero que pensem que vou amar vocês menos ou algo assim
eu, sinceramente, fiquei meio assustado
lucia: estou grávida!!
imaginem minha cara ao ouvir isso, qualquer um diria "parabéns", mas não qualquer um passa anos comendo a madrasta, não conseguia acreditar no que ouvia
pai: Que não vai falar nada?
Eu: ahm sim sim ééé parabéns, que bom mais um membro na família
Ele não faz ideia do quão desconfortável foi com a Lucia, ela sabia o que eu tava sentindo
Pai: bom, se arrumem que vamos sair pra comemorar, vamos jantar em algum lugar
Meu pai levantou e foi pro quarto dele tomar banho, meu irmão também entrou no banho e eu fiquei sentado na mesa, a Lucia levantou e foi pra cozinha, eu precisava saber o que tava rolando, ainda não entrava na minha cabeça o que eu tinha ouvido
Eu: ei, mano, que porra é essa, como assim você tá grávida?
Lucia: tô na mesma que você, mano, não sei o que fazer
Eu: tem certeza? não se enganou não, esses testes às vezes falham
Lucia: não, já fui no ginecologista, tô com dois meses de gravidez
Eu: caralho, e agora, o que a gente vai fazer?
Lucia: como assim o que a gente vai fazer? a mesma coisa que sempre fizemos
Eu: quero saber uma coisa, de quem é o bebê
Ela ficou muda e baixou o olhar, aos poucos as lágrimas começaram a escorrer pelas bochechas dela
Eu: o que foi, por que você tá chorando? Lucia, de quem é o bebê?
Lucia: não sei, não sei de quem é
Eu: puta merda, como assim você não sabe? faz as contas aí
Lucia: que contas? se com você eu comia todo dia e com ele também, praticamente só trocava sua cama pela dele, sempre todo santo dia
Sério, até hoje não consigo acreditar no que aconteceu, mas fazer o que, já passou, como ela diz, só resta olhar pra frente
Lucia: só quero que você me prometa uma coisa, isso não vai mudar nada, eu amo você e amo ele também, então não vamos destruir isso que a gente tem
Eu: como você fala isso? claro que vai mudar tudo
Lucia: não precisa, qual é o pior que pode acontecer? se for seu, não vamos falar nada, além do mais, ele é seu pai, a semelhança vai estar lá
Eu não conseguia acreditar no que ela tava dizendo, me afastei dela e fui pro meu quarto, naquele dia saímos pra "comemorar", mas na real foi pura hipocrisia, não tava com humor, mas não podia levantar suspeitas de algo que não fosse felicidade, uns dias depois, enquanto só estavam eu e a Lucia Eu em casa, ela me chamou pra sentar e conversar.
Lúcia: Por que você não me come mais? Eu te falei que nada devia mudar entre a gente. Você não me ama mais?
Eu: Claro que sim, mas é difícil, você precisa entender.
Lúcia: Por que difícil? Olha, vou te falar: o bebê não é seu, ok? Você não vai ter um filho, vai ter um irmão.
Eu: Como você espera que eu acredite nisso? Não sou tão ingênuo.
Lúcia: Bem, é a verdade. Já fiz minhas contas direito, e a última vez que a gente não se cuidou não bate com os dias que eu tô de gravidez. Não é seu, fica tranquilo.
Devo dizer que, mesmo sabendo que o mais provável era ser mentira, isso me acalmou um pouco. Apesar disso, a relação mudou. Paramos de transar todo dia. Ainda fazíamos, mas não com tanta frequência. Às vezes eu não conseguia ter uma ereção porque a ideia do bebê ficava na minha cabeça. Até hoje, já faz duas semanas que não transamos nem fazemos nada. Na verdade, mal nos falamos. Uma coisa é certa: ela é super ciumenta. Contei pro meu pai sobre uma mina que eu tô afim na faculdade, e claro, ele comentou com ela. Aí ela veio me cobrar, dizendo que se eu não como ela, não como ninguém. XD, caralho, em que merda eu me meti. Ultimamente tenho pensado muito na situação, até em contar tudo pro meu pai. Não sei se conseguiria viver com o fato de que talvez meu futuro irmão seja, na verdade, meu filho.[/swf]

1 comentários - Minha madrasta tá grávida

Waooo que historia, buena trama, estuvo bien, mi 10 puntos y felicidades serás papá!