Fudendo o cu da irmã da minha sogra

Loli é irmã da minha sogra. Sempre tivemos uma relação muito boa e já aprontamos altas bagunças juntos. Ela sempre viveu de trabalhos humildes, mas isso nunca a impediu de ter uma vida boa, em parte graças aos seus dons com os homens, porque desde que a conheço, nunca a vi sem um parceiro. Ela acabou de fazer 48 anos e, fisicamente, muitas mulheres mais novas a invejariam. Ela é miúda, baixinha e magra, pele morena e cabelo médio liso, sempre tingido de tons avermelhados ou cobre. A idade aparece nas rugas de expressão, mas as bochechas dela são lisas e macias. Os peitos dela são bem pequenos e um pouco separados, mas isso não impede que ela use decotes ou transparências.

O que se destaca no corpo dela e é a inveja de todas (e todos) é a bunda dela. Acho que é uma das rabetas mais sexy e perfeitas que já vi na vida. Redonda, empinada, um prazer para os olhos e, imagino, para quem puder aproveitá-la. Ela sabe disso, obviamente, e exibe com calças justas e com tangas exuberantes na praia.

Eu tenho 33 anos, sou moreno, 1,79m, cabelo comprido e barba feita. Nunca me considerei um pegador nato, mas nunca tive problemas com mulheres. Há anos moro no exterior e, graças ao meu trabalho, posso viajar para minha terra com certa frequência. A história que vou contar aconteceu numa viagem relâmpago por causa de uns trâmites que precisava resolver. Devido à curta estadia, minha esposa decidiu não me acompanhar.

Nossa história começou no verão, numa noite de sexta-feira, num bar restaurante onde sempre vou quando estou na minha terra. A Loli também adora e costumávamos ir lá sempre, com e sem companhia. Embora tivéssemos pensado em ir com mais gente, no final decidimos ir só nós dois. É um daqueles restaurantes que você só conhece se alguém te indicar, e é ideal para se acabar de comer frutos do mar e peixe bons. O jantar corre como sempre, contando as novidades desde a última vez que nos vimos. Vimos.
A Loli tá especialmente faladeira hoje, e a segunda garrafa de vinho branco ajuda. Tô me divertindo pra caralho conversando com ela, ela tem uma voz bem grave e um jeito de falar muito bruto e às vezes vulgar demais.
— E o garçom, cadê? — pergunto servindo as últimas duas taças e esvaziando a garrafa.
— Pois é, nem puta ideia, mano. Ele falou que tinha um problema com a filha e que no fim ia furar. Sei lá, tá estranho ultimamente, acho que veio a menopausa — ela fala soltando uma gargalhada.
— No fim já foram duas garrafas, vamo ver quem vai nos levar pra casa hoje.
— Tô contigo, cara. Fazia tempo que não bebia assim, ainda bem que você dirige.
— A conta, por favor? — pergunto pro garçom quando ele passa do nosso lado.

Saímos do lugar cambaleando, ela agarrada no meu braço. O restaurante fica do lado do mar, então a vista é linda. Cheiro forte de maresia, brisa suave mas temperatura agradável. No caminho pro carro, a gente vai rindo de se ver nesse estado tão ridículo. Chego no carro e entramos.
— Ei, e se a gente for tomar a última nos quiosques da praia? — fala Loli, ainda com vontade de farra.
— Por mim tudo bem, mas sei lá, você não tem que trampar amanhã?
— Não, não, amanhã é folga, então sem problema. Vai, manda ver pra lá, que eu vou te guiando.
— Ok... Tô pior do que pensei — falo enquanto percebo que tô com dificuldade de enxergar a estrada direito.

Por sorte a área dos quiosques é perto, e quando chegamos acontece o óbvio: tão fechados com cadeado e tudo. Olhamos a hora, e já são 12 da noite, o tempo voou no restaurante. A gente cai na risada dos dois pela ideia idiota que tivemos.
— Preciso descansar um pouco, não tô bem pra dirigir — falo pra Loli.
— Não me fode, porque eu não consigo dirigir nem fodendo. Se a gente tivesse um cobertor ou algo, dava pra dormir na praia.
— Caralho, tenho uma barraca no carro! Sempre guardo um kit de sobrevivência. por via das dúvidas. - Sério? Tá me zoando? - ela fala surpresa- - Juro, tá no porta-malas - Porra, sempre quis dormir na praia, então bora. - Mas dá aqui? Não sei se pode armar uma barraca em qualquer lugar. - É lugar público, se quiserem que venham nos expulsar! - ela fala saindo do carro – vamo ver, cadê essa barraca? Saio do carro e tiro do porta-malas uma barraca Quechua de duas pessoas, a menor que tem, e uma bolsinha com colchão, saco de dormir, travesseiro e uma toalha. Pegamos as coisas e vamos pra areia, onde tá tão escuro que não se vê nada, só os reflexos da lua nas ondas. - Que linda que tá a praia - fala Loli – Na real, a praia é muito mais legal de noite- - É, e principalmente o silêncio, só se ouve o barulho das ondas… A gente entra na praia e caminha até o fim, onde encontra uma parede natural. Bem no final, tem umas pedras que separam a praia principal de uma mini praia pra uma ou duas toalhas, e que ainda fica protegida pela parede. Parece o lugar ideal pra armar a barraca e em 2 minutos já tá montada com as coisas dentro, graças às lanternas dos celulares. - Dá vontade de mergulhar, hein? - fala Loli- - Tá falando sério? - respondo rindo surpreso – deve estar congelada, caralho! - Ué, claro, parece que tá uma delícia – ela fala tirando a parte de cima- - Cê é maluca! Nossos olhos se acostumam com a escuridão aos poucos, então consigo ver o branco do sutiã dela contrastando com a pele. - O problema é que não tenho sunga... - Eu também não, vou nadar de calcinha, sem problema – ela fala já andando até a beira – cê vem ou não? A real é que parece bom, e já tomei banho de noite na praia antes, é uma experiência foda. Tiro a roupa, fico só de cueca. No caminho até a margem, vejo que a Loli já entrou até a cintura. Antes de chegar, decido tirar a cueca, porque a que tô usando é meio grossa e vai demorar pra secar. Jogo ela na direção da barraca e vou molhar os pés. Não sei se é a bebedeira ou o que, mas a água não me parece tão gelada. A Loli continua entrando, a água cobrindo até o peito dela. Eu vou me metendo cada vez mais até chegar perto dela.

- É você? - ela pergunta quando chego por trás.
- Ué, quem mais seria? - falo, e a gente ri junto.
- E aí, tá boa ou não? - ela diz, tremendo um pouco.
- É, verdade, deve ser a bebedeira que amortece os sentidos... cê tá bem? Tá tremendo.
- Kkkk, é, quando entrei tava de boa, mas agora tô com um pouco de frio.
- Se quiser, te abraço, mas não me responsabilizo pelo que pode rolar, hein? - falo rindo - é que eu tô peladão...
- Kkkk, sério? Tá me zoando... - ela diz enquanto se aproxima e passa as mãos na minha cintura - caralho, não tá zoando não... kkkk.

Passo minhas mãos nas costas dela e empurro ela de leve na minha direção.
- Pô, cê tá fria mesmo - falo enquanto ela me abraça e encosta o rosto no meu peito.

Ela treme nos meus braços e a gente fica assim abraçado sem falar nada por um tempo. Por causa da diferença de altura, meu pau inevitavelmente roça na barriga dela. Do meu lado, sinto as taças do sutiã dela no meu peito, primeiro só isso, mas conforme o abraço continua, começo a sentir os bicos dela se cravando em mim. Nunca senti algo tão exagerado, ela deve ter uns bicos enormes e, pelo frio, tão mais duros que o normal. Isso provoca reação no meu pau, que começa a pulsar e crescer.
- Tô morrendo de frio, vamos sair - a Loli fala, quebrando o gelo e se afastando de mim, indo em direção à margem.
- É... melhor - falo meio sem graça com a situação, ainda sentindo os bicos dela no meu peito. peito, mesmo que eles já não estejam mais lá...
Ela se adianta e, quando chego na loja, a Loli está enrolada numa toalha se secando...
— Que frio do caralho! — fala ela se enrolando na toalha.
— Eu, sinceramente, tô de boa. Agora, quando saí, deu uma brisa, mas dentro da água tava gostoso — falo me colocando na frente dela, com as mãos nos dois lados da cintura. Tô pelado, até com o pau mole, mas tenho certeza de que, por causa da escuridão, ela não consegue ver.
— Já vi que você tava bem aí dentro, seu safado, kkkk — fala ela rindo — mas, ei, você não tem toalha não?
— Não, só tinha essa mesmo.
— Vem cá, a gente divide, porque essa é enorme pra mim sozinha — fala ela mudando o tom de voz pra algo mais quente.
Chego perto e ela abre a toalha feito uma exibicionista, e agora, além da cor do sutiã, dá pra ver o preto da calcinha dela. A gente se abraça de novo, e ela enrola a toalha nas minhas costas, ficando nós dois enrrolados juntos. A coisa esquenta e meu pau, que já tava mole, começa a endurecer rapidinho, ajudado pela pressão da barriga dela contra ele. Tenho certeza de que ela já sente meu pau da base até a ponta. O abraço é mais intenso que o anterior, os mamilos dela cravados no meu peito e meu pau na barriga dela. Deslizo minhas mãos até a cintura dela, é muito mais fina do que eu imaginava. Depois disso, ela levanta a cabeça e procura minha boca com um beijo suave. Em seguida, me dá vários beijinhos, muito leves, muito eróticos... Subo minhas mãos pelas costas dela, esticando os dedos pra pegar o máximo de pele possível... Tô esperando ansioso pra sentir a língua dela... mas ela só me dá beijos com os lábios mesmo... Loli começa a mexer o quadril em círculos, bem devagar, e com muita técnica começa a me masturbar com a barriga dela... Nosso beijo fica mais intenso, começo a colocar a língua pra fora pra procurar a dela... encontro ela de relance, mas ela volta a me dar beijos só com os lábios, só mostrando a pontinha da língua. de vez em quando, bem de leve. Nossas respirações agora se misturam com o barulho das ondas do mar. Tô muito tarado e deslizo minhas mãos pelas costas dela, com a intenção de apalpar aquela bunda que eu já admirei tantas vezes.
— Vamos pra barraca? — ela fala, se afastando um pouco de mim.
— É, tá ficando frio pra caralho aqui fora.
A gente usa a toalha rapidinho, um de cada vez, pra tentar se secar o melhor possível antes de entrar na barraca. Ela entra primeiro e se enfia debaixo do saco de dormir, que tá armado como edredom. Eu me meto na cama, já pelado. A barraca é minúscula e nossos corpos se roçam quase o tempo todo. Tá tudo escuro pra cacete. A Loli tá deitada do meu lado esquerdo, e assim que me sente deitado, ela aproxima a mão, procurando minha bochecha, me vira na direção dela e continua o beijo que a gente tinha começado lá fora. Dessa vez não precisa se preocupar em segurar a toalha, então nossas mãos tão livres pra aproveitar nossos corpos por completo. A primeira coisa que faço é passar a mão pelo lado do corpo dela, desenhando a silhueta na cintura, nos quadris e nas coxas... A Loli tem um corpaço e a pele dela é extremamente macia. Ela só fica passando a mão no meu peito, que é liso, e brincando com a minha barba enquanto continua me beijando. Nossas línguas começam a aparecer mais no beijo, cada vez mais pra fora da boca... A intensidade aumenta e com ela a nossa excitação... Depois que explorei bem o contorno dela, subo a mão pra pegar nos peitos dela. Ela aceita de boa o meu gesto e vira um pouco pra cima pra me dar um acesso melhor. Os peitos dela são pequenos, mas ao mesmo tempo macios e bem manejáveis. Os bicos são enormes, duríssimos... aperto eles sem hesitar. Fico extremamente tarado ao meter a mão nela e vou querendo mais. Rapidinho, tiro um dos peitos dela do sutiã e levo à boca, aproveitando aquele bico maravilhoso e enorme. Enquanto faço isso, ela tira o sutiã como consegue, deixando os peitos todos pra mim. Sozinho. Eu chupo elas, lambo, agarro com as duas mãos apertando e separando... A mão da Loli também se anima e desliza pela minha barriga rapidamente, pegando no meu pau firme e começando a me bater uma. A técnica dela é incrível, sem dúvida tem muita experiência em masturbar, faz suave, movimentos curtos, ritmo constante... Depois de vários minutos curtindo os peitos dela... deslizo minha boca pela barriga dela, roçando a pele com meus lábios, soltando a língua de vez em quando. Ela vira de costas e abre as pernas. A posição obriga ela a parar a masturbação... mas agora tanto faz, tô com muita sede e só dá pra matar com o que ela guarda debaixo da calcinha molhada. Quando minha boca chega na virilha dela, não hesito nem um segundo, puxo a calcinha dela pro lado e começo a chupar a buceta dela. Lamber a parte de fora que tá fria por causa da calcinha molhada, bem diferente da parte de dentro, que exala calor e um cheiro que me convida a aprofundar com a língua. Ela é toda depilada e isso facilita deslizar minha língua de fora pra dentro fácil... minha saliva se mistura com o fluxo dela e a Loli vai abrindo mais as pernas. Por causa do pouco espaço na barraca, me viro pra porta de jeito que deixo meu pau disponível pra ela de novo. A mão dela pega nele de novo, embora ela esteja mais focada em curtir o que eu tô fazendo do que em mexer a mão. Me sinto tão excitado e como ela cada vez com mais desespero, chupando os lábios dela, o clitóris e enfiando a língua dentro do buraco como se tivesse fodendo com ela.
- Me fode logo, tô pronta... - ela fala entre gemidos enquanto me afasta pra tirar a calcinha-
Rapidamente me posiciono por cima dela de missionário, pegando no meu pau e roçando toda a fenda dela enquanto procuro o buraco... quando acho, enfio até o fundo, com força e deixando cair todo o peso do meu corpo..
- Porra, ca... cacete - ela fala depois de um gemido bem alto - assim... eu gosto... enfia até o talo fundo..
- Assim… cê gosta? - falo enquanto tiro e meto com movimentos longos -
- Sim… sim… - ela gagueja -
- Cê gosta, putinha? - sussurro no ouvido dela acelerando ainda mais..
- Sim sim.. não para, não para, porra.. me fode com força - ela diz agora enquanto aperta minhas nádegas com força contra ela -
Os gemidos tão cada vez mais altos.. tenho certeza que ecoam pela praia toda… mas tô nem aí.. agora só penso em foder ela o mais forte que der até a gente gozar junto…
- Porra… adoro isso.. . vou gozar logo - falo sem diminuir o ritmo -
- Sim, me dá forte agora.. tô quase - ela geme -
- Posso gozar dentro? - falo quase chegando lá -
- Sim, porra… enche minha buceta do teu leite agora.. me dá.. - sinto ela se contorcendo debaixo de mim depois disso -
- Sim… tô gozando… tô gozando… - falo sem resistir às últimas palavras dela -
- Porra… sim.. também tô gozando - ela sussurra enquanto começa a gozar comigo -
Meu pau convulsiona bem fundo na buceta dela, derramando minha porra em jorros até esvaziar completamente dentro dela. Nossos corpos tensos pelos orgasmos… Ofegantes, sem fôlego… e nossos peitos molhados de suor e do calor que se formou na barraca…. A gente se beija suavemente várias vezes, ainda sem tirar de dentro.
- E aí, cara? Que putaria que a gente aprontou, hein? - ela diz rindo -
- Uff, não sei se foi o vinho ou o que, mas sim, putaria da boa mesmo haha - falo ainda recuperando o fôlego -
- Nada disso pra minha sobrina, hein, porra?
- Não tô a fim de contar isso, pode ficar tranquila - respondo enquanto saio de cima dela -
Me deito de lado e depois de nos cobrir, a gente não demora nada pra cair no sono.
Acordo com os primeiros raios de sol de manhã, que iluminam a barraca rapidinho. Abro os olhos e o que vejo é a lona da barraca… Tô meio desorientado e atordoado pela ressaca e logo começo a lembrar… Porra! Será que eu comi a Loli?! Viro de lado para o outro lado para tirar a dúvida e lá vejo ela dormindo. Porra… a mãe que pariu… que viagem…
Loli se mexe, a princípio acho que está acordada, mas só vira para o outro lado, levando o saco de dormir junto e me dando as costas. Fico então pelado ao lado dela. Meu pau ainda tem restos da noite anterior e só de lembrar já fica duro de novo. Olho para Loli com mais calma e vejo as costas dela parcialmente nuas e uma ponta do saco de dormir cobrindo a bunda dela. A verdade é que o sexo na outra noite foi fantástico, ainda tenho o gosto da buceta dela na boca, mas fiquei com vontade de vê-la nua, especialmente de ver aquela rabuda que ela tem. Agora está ao meu alcance, só mover levemente o saco e teria um close dela. Por outro lado, não sei como ela vai reagir ao acordar… talvez se arrependa e vá embora… então talvez seja minha única chance de aproveitar. Me sinto meio mal por fazer isso sem o consentimento dela, mas no fim penso ‘mas porra, se eu já comi ela!’… Então me animo a fazer, com cuidado e bem devagar pego a ponta do saco e deslizo para baixo para deixar a bunda dela livre… ‘sim… aí está… sim…’. Aos poucos o saco se afasta e posso contemplar o rabo da Loli em todo seu esplendor. Um tom de pele um pouco mais claro que o resto do corpo, mas bem pouco, talvez graças aos biquínis fio dental dela. Só algumas pequenas imperfeições por causa da idade, mas sem dúvida um rabo de respeito, o melhor que já vi tão de perto.
Graças à posição em que ela está (um pouco virada para baixo), também posso apreciar a vista da buceta depilada dela. Fico excitado pra caralho quando penso que ainda tem meu gozo dentro dela e não consigo evitar pegar no meu pau e começar a bater uma punheta. Sem hesitar, me levanto devagar para ter um ângulo melhor e poder observar o outro buraquinho dela. Ela tem um cu muito bonito e muito apetitosa, daria tudo pra foder ele agora mesmo e depois mandar ele pra casa bem cheia do meu gozo tanto na buceta quanto no cu. Porra, to batendo uma punheta de campeonato aqui e minha vontade de possuir ela de novo é incontrolável… tão incontrolável que decido me arriscar, pensando que o estrago já tava feito. Não vai mudar nada se ela me rejeitar agora. A posição que a Loli tá me permitiria penetrar ela sem problemas, então aproximo minha pica da racha dela e acaricio suavemente a entrada. Meu líquido pré-seminal ajuda a lubrificar a entrada dela e aos poucos consigo penetrar. A Loli mexe um pouco, embora pareça que ainda tá dormindo. Não acredito que posso foder ela sem ela perceber. Tô com meia pica dentro e começo a me mover mais rápido… sinto um tesão do caralho com a cena e isso me anima a meter mais forte. A Loli vai acordar a qualquer momento, mas foda-se, já tô dentro.

- Porra.. que.. que.. que cê tá fazendo? - ela fala virando o rosto e me olhando estranho -
- Desculpa.. te vi pelada e não consegui evitar - falo sem parar de meter dentro dela -
- Aff cara.. isso é muito errado.. porra.. você é um filho da puta - ela fala sem intenção de me mandar parar -
- Não pensa, só aproveita agora - falo ganhando mais confiança e bombando com mais força -
- Deus, como eu to sentindo você hoje.. que maravilha.. não para - ela fala enquanto tira todo o saco de dormir, deixando os peitos à mostra -
É a primeira vez que vejo ela pelada de tudo e que visão mais excitante. Os peitos pequenos e leitosos dela balançam com minhas estocadas. A Loli começa a gemer alto e eu a foder mais forte… sem diminuir o ritmo por um bom tempo.
- Aff não aguento mais.. vou gozar já.. porra - ela fala se contorcendo - sua puta mãe filho da puta.. que que cê tá fazendo comigo.. to gozando to gozando.. ah…
A Loli tem um orgasmo muito forte enquanto minha pica continua dura e bem enfiada no fundo da buceta dela. Ela tá tão molhada que quase não sinto atrito, isso me excita e adia minha gozada orgasmo. Aí me passa pela cabeça pedir uma coisa pra Loli, gastar meu último cartucho antes de acabar de vez a aventura com ela.

— Que prazer você me dá, filho da puta — ela fala sorrindo — Você gozou? Não te senti.
— Não, ainda não, você tava tão molhada — falo enquanto tiro ela da buceta dela.
— Quer que eu chupe? — ela pergunta naturalmente.
— Uff, verdade, parece bom... mas queria te pedir outra coisa — falo enquanto pego meu pau e roço a ponta contra o cu dela.
— Caralho, já vi... quer foder meu cu? — ela fala com um sorriso de circunstância.
— Sim, quero que seja meu — aos poucos empurro minha glande no cu dela, tentando entrar.
— Você é um porco, sabia? — ela fala esticando a mão e pegando algo da bolsa dela num canto da barraca.
— Sim. E esse porco vai arrebentar teu cu — falo totalmente excitado com a situação.
— Toma — ela diz enquanto me dá um sachê de lubrificante.
— Vejo que você vem bem preparada — abro o sachê rapidamente separando minha glande do cu dela.
— Meu namorado, que é obcecado por anal e nunca sei quando pode tocar — ela fala se levantando e ficando de quatro — Tá bom pra você se eu ficar assim?

Essa é a vista que tô há tempos querendo ver e, graças a já ter amanhecido completamente e ter muita claridade dentro da barraca, posso aproveitar ela em todo seu esplendor. Vou me colocando atrás dela e aproveito pra dar uma boa apalpada com vários tapas incluídos nessas nádegas. É uma bunda muito bem feita, toque suave, dura e macia na medida perfeita.

— Eu também queria te foder a toda hora, que bunda você tem — falo enquanto começo a derramar o lubrificante no cu dela e na minha glande.
— Sabe de uma? Meu cu é todo seu agora... aproveita — ela finaliza enquanto separa ligeiramente as coxas deixando os dois buracos à mostra.

Depois de ouvir essas palavras, não demoro nada pra empurrar minha glande, já posicionada no cu dela, que me deixa entrar com uma facilidade surpreendente. Dá pra ver que usam ele todo dia. Sinto meu pau entrando devagar, apertada pela entrada, o que me dá muito tesão e me causa prazer. Não demoro nada pra colocar metade, o suficiente pra começar a me mexer.
– É.. porra.. que maravilha de cu, Loli – gemo muito excitado–
– Vai, enfia tudo de uma vez.. assim.. já é seu.. já tá dentro, agora come ele – ela fala com uma cara de prazer e dor–
As palavras dela me excitam ainda mais e enfio até o fundo. É muito apertado e me dá um prazer incrível, sei que não vou demorar pra gozar dentro. Começo a me mexer com cuidado nas primeiras investidas, mas logo acelero o ritmo ao sentir como o cu dela se dilata e se adapta à minha pau. Quase instintivamente, subo minhas mãos pelas costas dela e agarro seu cabelo.
– Você gosta de levar no cu, sua gostosa? – falo fora de mim–
– Sim, sim.. porra, você tá rasgando meu cu, seu porco.. – ela diz gemendo cada vez mais alto–
– Ah ah.. vou encher você de porra, sua puta.. – falo quando me sinto cada vez mais perto de gozar– sim.. sim.. vou gozar.. sim..
– Isso, enche, seu filho da puta, enche meu cu também – ela diz enquanto vejo minha pau sumindo inteira no cu dela uma e outra vez–
O tesão da cena junto com a pressão do cu dela no meu pau faz meu orgasmo disparar. Exagero as contrações usando os músculos da barriga pra Loli sentir os jatos de porra o máximo possível. Termino com um orgasmo longo e muito intenso e desabo apoiando minha cabeça nas costas suadas dela. Me afasto com cuidado, ficando do lado da Loli, que se vira e pega um cigarro na bolsa.
– E aí?.. que foda que você me deu, hein – ela fala dando umas tragadas e olhando pela primeira vez pra minha pau–
– É.. que loucura.. – falo tentando recuperar o fôlego– disso aqui, bico fechado, ok?
– Cê acha que eu sou maluca? Fica tranquilo, pra mim não tem problema, contanto que isso não se repita, entendeu?
– Entendo, é melhor a gente se arrumar e ir embora.
F I M

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