Dayana: minha negra cubana sozinha e gostosa. com fotos.

Fala, galera do poringa.net!

Quero agradecer a todos os meus leitores pelas mensagens e pela energia boa que vocês mandam toda vez que conto uma das minhas histórias. Adoro ler os comentários de vocês e ver que tão pedindo mais. Saibam que levo tudo em consideração e vou dar continuidade aos relatos anteriores. Então, bora se ligar e comentar! Desde já, muito obrigado.

Hoje apresento pra vocês a Dayana, minha neguinha cubana. Separada há vários anos, veio morar na Argentina. Arrumou emprego no restaurante do meu amigo. Depois de alguns meses, a gente foi ficando amigo. Ela até alugou um apê perto da minha casa. Isso fez a gente ficar muito próximo.Dayana: minha negra cubana sozinha e gostosa. com fotos.Ela aqui não conhecia ninguém e menos ainda confiava em alguém.
Era uma mulher sozinha, num país diferente e com a filha adolescente.
Éramos poucos os que ela considerava amigos.
E não tinha amigos homens além de mim.
Eu me divertia muito com ela e com o jeito dela falar.

Um dia ela passou na minha oficina antes de ir pro trabalho.

Dayana: Oi amigo, como você tá?
Eu vou bem, a caminho do trabalho.
Te enchendo o saco como sempre. Me dá uma mão?

Eu: Sem problema, amiga, precisa de quê?

Dayana: Minha filha vai pra Miami visitar o pai essa terça.
E meu carro não tá em condições de chegar no aeroporto.
Você pode levar a gente?
Eu pago a gasolina, foda-se o dinheiro.

Eu: Claro, amiga, como não.
Sem problema, pode contar comigo.
Que horas ela tem que estar lá?

Dayana: Às 22h pra chegar com tempo.
E depois te convido pra jantar lá em casa, vale?

Eu: Fica tranquila.

A gente se despediu. E quando chegou o dia,
as duas chegaram em casa com uma mala, prontas pra sair.
Saímos pro aeroporto bem cedo.
Ver mãe e filha juntas era um verdadeiro prazer pros olhos.

Minha amiga com aquelas tetonas e a bunda bem empinada e gostosa.
E nem se fala da Guadalupe, a filha dela.
A neguinha tem um corpaço.
Magrinha, com curvas na medida certa.
Com os peitinhos pequenos, cintura fina que marcava bem aquele bundão lindo.
Duas bombons de chocolate deliciosos
pra comer até ficar sem consciência.
Óbvio que quando pensei nisso,
fiquei olhando fixo pra elas que nem um idiota.
E elas não faziam ideia do que passava pela minha cabeça.
Quando voltei a mim do meu estado de babão e punheteiro,
já era hora da despedida da Guada.
Ela se despediu da mãe com abraços, beijos e mil recomendações das duas.
Depois a menina me deu um abraço forte e, agradecendo, me deu um beijo suave no canto dos lábios e pediu pra eu cuidar bem da mãe dela. E você, se cuida dela também. Vemo-nos na volta, ele disse com outro beijo carinhoso.

Consolei a Dayana quando o avião se preparou para partir.
Ela me abraçou forte e chorou um pouco.
Hora de voltar. E saímos de novo para La Plata.
No caminho, era só risada como sempre. A gente se divertia muito junto.
O mais estranho em mim: sem más intenções.
Mesmo a negra sendo uma gostosa.
Eu via ela como uma irmã.
Aproveitava a companhia dela e o jeito dela falar.
Ainda mais sabendo a vida tão sofrida e sacrificada que ela levou.
Só queria ver ela assim feliz e progredindo.
Ao chegar na casa dela, ficamos confortáveis e ela foi cozinhar.
Enquanto a gente batia papo.
Tomamos mate, algo que ela passou a gostar por minha causa.

Dayana: Ai, amigo querido, que bom ter você aqui.
Sem minha princesinha aqui, seria triste e eu me sentiria sozinha.
Mas com você é só curtição.

Eu: Ânimo, amiga. Só faltam 15 dias pra ela voltar.
Os dias passam voando e é bom que ela aproveite o pai dela.
E além disso, você tem esses dias pra se divertir e não viver na correria como sempre.
Fora que você tem a mim e as meninas pra te fazer companhia.

Dayana: Por isso te agradeço de coração.
Você é uma pessoa muito boa.

Hora de jantar e mais conversa.
Na sobremesa, ela preparou um cubano pra beber.
Com rum, coca, suco de limão e gelo.

Dayana: Tem uma coisa que eu não entendo, amigo?
Como é que nenhuma mulher casou com você?
E você não tem filhos?
Em Cuba, já teriam te amarrado num casamento, haha.

Eu: É muito fácil a resposta. Fujo de compromisso.
Não ia ter uma mulher pra fazer ela sofrer, por causa do meu jeito.
E filhos, menos ainda.
Em Cuba, eu estaria morto, haha.

Dayana: Caralho, que resposta, haha.
Isso é bom saber e é a verdade.
Isso é de boa pessoa.
Então você come e vaza? (transa rápido)

Eu: Hahaha, e por que tem que ser rápido?
Ou de um dia e só?

Dayana: Bom, isso é melhor então, haha.

Bom, é sexta à noite, temos cubano e música, que mais? Podemos pedir.
Se alguma mina te chamar, pode ir.
Não é obrigatório ficar aqui.

Eu: — Ah, não, negona.
Você me prometeu comida e bebida, então vou aproveitar.
Além disso, me divirto e gosto de te fazer companhia.

A gente começou a dançar e os dois bebendo, e acabamos dançando bem juntinhos.
Dançando, os roces dos nossos corpos esquentavam a noite.
A bunda dela, gorda e redonda, rebolava, roçando no meu pau.
Os peitos dela, pretos e grandes, também roçavam no meu corpo.
Meus olhos não paravam de olhar o decote dela.
Faziam com que eu não conseguisse parar de olhar pra ela.
Meu volume estava bem visível. E por mais que eu tentasse disfarçar, não dava.
E ela também percebeu, mas não parecia se importar. Pelo contrário, não perdia chance de roçar a bunda no meu volumezão.
Isso fez eu parar de disfarçar e aproveitar pra ela sentir mais.

Ela fica na minha frente.
E sem dizer nada, me beijou.
Enquanto me beijava, a mão dela acariciava meu pau.

Dayana: — Amigo, você me esquenta demais.
Não sou uma puta.
Mas você é um dotado.
Entre a bebida e seu pau roçando em mim, deu vontade de transar.

Eu: — Minha negona. Nem foi pela bebida ou pela dança, sempre tive vontade de te comer.
Você não sabe a vontade que eu tava de ouvir você dizer isso.

Ela riu e, enquanto me beijava, começou a desabotoar minha calça.
Ajoelhou-se e puxou de uma vez calça e cueca.
Meu pau ficou pulando, duro, na frente daquela negra gostosa e quente.
Ela fez uma cara de surpresa e tesão ao mesmo tempo.
Não foi direto chupar, não. Ela tomou o tempo dela.
Masturbou um pouco, ficou admirando.

Dayana: — Gostei do seu pau branco e grandão.
Nunca tive um assim. E muito menos branco.sexoyo: bom, é hora de provar sua primeira pica branca.

Dayana: mmm sim, sua moronga ou poronga como você diz.
cheira muito bem e tem um gosto gostoso.

seus lábios vermelhos começaram com beijos suaves ao longo da minha pica.
das bolas até a cabeça.
depois deu espaço pra sua língua rosada que percorria toda a minha pica e bolas.
sua língua brincava e percorria toda a minha poronga, fazendo eu curtir esse jogo gostoso.
depois foi enfiando na boca.
bem devagar enfiava e tirava.
sua boca apertava minha pica.
enfiava o mais fundo que podia e quando tirava.
terminava com só a cabeça dentro. me olhando como quem busca minha aprovação.
ou só olhando minha cara de puro tesão.PretaA negra sabe mesmo chupar um pau e a putinha adora com prazer.
Enquanto ela se deliciava chupando,
eu ia tirando a roupa dela.

Dayana: hmm, que gostoso esse pinto.
Tão macio, branco e grande. hmm
hmm... vou comer ele todo...
tão gostoso que posso ficar horas assim...

Eu: pode fazer, sem pressa, negrinha.

Quando matei a fome de pau dela, já estava pronta pra engolir com a buceta.
Ela pegou na minha mão, me deu um beijo profundo e me levou pro quarto dela.
Eu levei as camisinhas e ela me levou pela pica.

Dayana: amigo, você aguenta gozar dentro?

Eu: sim, não se preocupa. Por quê?

Dayana: porque quero sentir assim, do jeito que tá.
Depois eu coloco, sim?

Eu: sem problema. Eu aguento bem, já vai ver.

Ela se deitou na cama e montou em cima de mim.
Com a melhor cara de puta, foi descendo devagar até meter tudo bem fundo.gostosaQuando se sentiu bem empalada pela minha porra, ela respirou fundo e soltou um suspiro.
Eu me mexia e ela sentia meu pau entrando e saindo.
O primeiro orgasmo dela não demorou a chegar.

Dayana: ai... minha buceta tá pegando fogo.
haha mm... sim... que prazer gostoso.
Fazia anos que eu não transava...
que delícia... mm... que gostoso...
caralho, amigo, não mexe tanto que vou gozar de novo.

Meu pau continuava serrando, fazendo os peitões dela balançarem.
Fazendo a negrinha gozar e curtir, e eu com os gemidos dela.

Dayana: ui... essa pica tá molhando minha xota.
que forte você me come.
minha xota... ai... deus... mmm
me come forte... mm... assim...
vou gozar...

Assim, minha preta gozou 3 vezes.
Pra ela já era como um milagre.
Na vida dela, nunca gozou tanto.
Mas isso não acabava aí.
Minhas intenções eram aproveitar muito mais dela.com fotosA negra sentiu toda a minha energia.
De quatro, meu pau entrava e saía.
Provocando gemidos bem gostosos.

Dayana: Uai... espera... ai...
meu deus maury...
espera um pouco...
vou colocar a camisinha e você me fode assim forte...
não goza dentro de mim...
pelo amor de deus...

Eu: Fala. Não se preocupa que eu aguento.
Mas coloca assim que você fica tranquila e curte.

Ela tirou a camisinha.
Pegando com os dedos, colocou na posição e com ajuda da boca vestiu.
Com uma boa chupada ficou bem ajustada.

Ela se ajeitou sozinha de quatro.
E começou a curtir minhas metidas.relato realA puta gemia e se acabava de prazer, me dando vários orgasmos.
Levava bronha e com a mão dela se dava mais prazer.
Meus olhos se fixaram no cuzinho dela.
Aquele rabo gordo e firme tinha que ser meu.
E ela percebeu.

Dayana: amigo, deixa um pouco pra depois.

Eu: quero te comer o cu, neguinha.
Não dá pra deixar pra depois.

Dayana: se prometer que vai fazer com cuidado, sim.
Faz anos que não sinto prazer ali.

Meus dedos lubrificavam com saliva.
Ia dilatando devagar.
Até que com um pouco de pressão entrou bem devagar.
A negra mordia o travesseiro.
Enquanto minhas bolas batiam nos lábios da buceta dela.
Não sei o que ela gritava, porque o travesseiro abafava os gritos.
Era uma delícia aquele cu apertado.
Ela pensou que tinha acabado quando eu tirei.
Mas era só o começo.
Só tirei pra cuspir bem naquele cu aberto.
E ao mesmo tempo tirar a camisinha.
Depois de quase meia hora com a negra aos berros.
Meu pau derramou toda a porra bem lá dentro.
Eu era como um touro bufando e urrando, descarregando todo o meu sêmen.
Ela sentiu a descarga do meu pau dentro dela.
A negra e eu ficamos exaustos.

Ela foi no banheiro se lavar.
Quando estávamos deitados juntos, ela se preparou pra dormir e recuperar as energias.
A surpresa da negra. Ao sentir meu pau cutucando a buceta dela de novo.
Tudo recomeçou e a negra, grata por entrar na briga de novo,
virou minha puta. E aproveitava aquele pauzão branco.

Fim.

PS: é isso, galera, espero que tenham gostado. Não esqueçam de comentar.
Até a próxima.

Att: MAURY-SOLO-YO.

8 comentários - Dayana: minha negra cubana sozinha e gostosa. com fotos.

Hoy me hice una paja a la salud de la negra me pusieron al tope de calentuta hasta terminar de pajiarme saludos besos y abrazos para ambos
@maury_solo_yo es placer es mio al leer tus anecdotas muu hot y explicitas bb
es bueno igual leerte amigo
@maury_solo_yo 👍👍👍
Muy buen relato como siempre está terrible tu amiga hermosas tetas
me alegro que te guste tetas y culo tremendos, y espera ver a la hija un carametilo terrible jaja gracias por comentar
aTonin +1
Excelente van 10
Me alegro que te guste. Gracias por los puntos y más por comentar.
Un maestro cómo siempre! Me gustó que tuviera traducción incluida! Excelente. Gracias por compartir.
Sin traducir ni yo le entendía jaja. Pero bueno le dio un toque. Gracias por comentar
crear_1 +1
Muy buen relato acompañado de fotos.
+10
Muchas gracias x comentar. Se viene la hija también. Jajaj
Buen relato, más foto de la negra! 🙏🙏🙏
Gracias por comentar y los puntos en la próxima bajo más