Mamãe gostosa de buceta

Fala aí, beleza? Foi difícil pra caramba digerir isso na época, mas como já faz um tempão, hoje lembro disso de um jeito bem tarado. Então vou mandar meu relato. Não sou escritor profissional e mudei os nomes e apelidos dos envolvidos — cê já sabe o porquê. Então, sou do México, da área mais populosa da região metropolitana, e era férias de verão. Acontece que os vizinhos das ruas perto da minha casa organizaram um passeio pra uns balneários, e eu fui com minha mãe e minha irmã mais nova. Na época, eu tinha 12 anos e minha mãe, 36. Tudo super normal. O ônibus chegou e saiu cedo, umas 6 da manhã, e a gente esperou, como sempre, aquelas pessoas típicas que demoram pra sair. Uma delas era minha mãe. Eu já tava em cima, lá no fundo, com meus amigos, porque ali sempre rola mais bagunça. Minha irmã sentou com a amiguinha dela, e minha mãe sentou com a melhor amiga dela, a Paty. Essa senhora veio com o marido, mas ele era o motorista do ônibus. E tenho que dizer: minha mãe tava meio provocante, mas achei que a situação pedia. Ela tava usando um shortinho bem justo que marcava claramente a (pepeca) dela. Reparei disfarçadamente que, especialmente meus amigos, ficavam olhando, e acho que pros senhores era mais difícil ainda, porque tavam com as esposas. Quando chegamos, esse assunto passou totalmente despercebido, porque a única coisa que eu queria era nadar. Tava fazendo aulas de natação há um tempão e queria me exibir e testar minhas técnicas. Fiquei nadando de uma piscina pra outra, com meus amigos também. Numa dessas, me atrevi a ir pras ondas loucas, e meus amigos me seguiram, mas amarelaram e não entraram. Aí comecei a conversar com uma amiguinha que fiz por lá, porque ela também nadava bem, e a gente tava se desafiando nas ondas. Até que o irmão dela apareceu e disse que tavam chamando ela pra almoçar e depois voltar. Ela me convidou, mas de longe vi o pai dela, que parecia muito bravo, e fiquei com medo. Falei que minha mãe também devia tá me esperando pra comer. Desculpa aí. Pelo contexto, mas se não fosse isso, não faria sentido o que estou contando, espero que entendam.) Nisso cheguei no lugar onde a gente se instalou e não vi minha mãe, fui até minha irmã que estava nos parquinhos aquáticos e perguntei por ela. Ela disse que tinha ido pros toboáguas. Depois de comer umas torradas, fui andando pelo local pra ajudar na digestão e passei pelos toboáguas e vi minha mãe descendo neles, mas o estranho era que ela ia de trenzinho com o Maurício atrás dela e o Luis na frente. Eu estava cheio pra caralho e as recomendações dos meus professores era não entrar na água depois de comer, por isso não desci. Mas ver minha mãe descendo o toboágua tão coladinha naqueles dois me deu um frio na espinha de que talvez algo estivesse errado, mas não queria ser maldoso e fazer um drama, ainda mais sendo repreendido. E além do mais, como eu ia falar isso pra minha mãe? Nisso passou a menina que eu tava afim e eu esqueci o assunto. Fomos caminhar e depois brincar no parquinho. Quando a comida já tinha baixado, entramos na água pra nadar num rio que cortava o balneário todo, e nisso o tempo passou muito rápido. Mas aquele rio passava atrás dos vestiários e, em especial, tinha uns que estavam abandonados ou algo assim, parecia, porque tinha armários, acho que era dos funcionários, sei lá. O ponto é que eu consegui ver uma mulher semi-nua e o Mario espiando. Nisso minha mãe abriu a porta e o Luis estava lá dentro. Minha amiga não percebeu nada, muito menos aqueles caras com minha mãe, porque aquele lugar era ladeira acima e embaixo no rio tinha muitos arbustos. A última coisa que eu queria era ser muito óbvio com minha amiga, então falei: "Vê quem chega primeiro até as palapinhas". Nadei muito rápido e, ao chegar, falei: "Vou no banheiro e pegar água, já volto, Moni". Ela respondeu: "Sim, eu também". Nisso fui andando rápido pra cobrar daqueles dois idiotas, peguei umas pedras e decidi chegar pela parte de trás e vê-los pelas frestas dos vestiários, assim não me... Viram como eu disse, o lugar ficava numa colina e era fácil ver de cima pra baixo, talvez por isso descartaram aquele lugar pra tomar banho, sei lá. Mas o que aconteceu é que o tesão e o impacto do que vi me deixaram duro, porque minha mãe estava sentada em cima do Mario, ela tava de costas pra mim, e o Luis estava parado lá fora, mijando na parte da entrada que é por baixo. E eu, com aquela imagem da minha mãe, a bunda enorme dela toda exposta, e ela fazendo uns barulhos super safados, porque os gemidos dela eram excitantes. Nisso, o Luis vinha pra cá e eu me abaixei antes que ele percebesse que eu tava ali, mas ainda assim eu ouvia tudo. Ele disse: "Não vem ninguém, aqui tá muito limpo". E o Martin respondeu: "Já te falei, aqui só vêm os mais ousados pra transar, isso quem me contou foi meu primo". E começaram a rir. O Luis riu e disse: "É, agora é minha vez. E você, deixa a dona peituda me chupar, não inventa". Isso me deixou puto, mas não tinha como reclamar, porque eu também tava curtindo o show. Naquele momento, até dava vontade de me juntar a eles, mas claro que não, porque era minha mãe e Deus poderia me castigar. Então só fiquei olhando o máximo que podia e, principalmente, ouvindo. Minha mãe só gemia e soltava uns gemidos, e de vez em quando respondia as obscenidades que o Mario e o Luis falavam. Eles diziam: "Essa peituda já tava com vontade de pica logo, logo, dava pra ver pela licra que ela vestiu, dava pra ver toda a buceta inchada". Eu me espiei rápido, sem fazer barulho, pra ver como eles estavam com a minha mãe. Vi um pouco: o Martin tava sentado e minha mãe, pelo som, tava chupando ele, e o Luis por trás metendo forte. E não inventem, aquele Luis parecia um urso, era peludo, mas nunca pensei que fosse tão peludo e ainda por cima tivesse um pau tão grande. Ele não me via, porque tava de olho na bunda da minha mãe e fechava os olhos de prazer. Ouvi quando ele disse: "Agora vai no cu". E nisso minha mãe se assustou e falou: "Ai, Deus, ai, Deus, por aí não, por aí não. Tô te falando, Luis, você tem ele muito grande". Grande e vai doer, e além disso não costumo fazer esse tipo de coisa. (Devo dizer que sou de uma igreja cristã e todo esse tipo de ato sexual é mal visto.) E minha mãe disse que ela não fazia sexo anal nem com o marido dela, e o Luis insistiu e falou: "Vai, mesmo que seja só a pontinha". E ela disse: "Tá bom, mas só a cabecinha, e se doer, você tira, menino, porque você tem maior que meu marido." Eu não consegui ver aquilo, mas só de ouvir como eles estavam curtindo, e lá estava eu, muito ansioso pra olhar, procurando alguma fresta. Foi aí que descolei um chiclete e notei que ele tampava um buraquinho. Com cuidado, destapei, mas vi que entrava luz por ali, então tampei rápido com meu corpo. Só precisava bloquear o sol que batia direto na parede, mas de resto dava pra ver bem. Coloquei a mão e tirei quando já tinha meu olho grudado lá. O nervosismo era grande, mas muito interessante o que eu ia ver. E finalmente consegui ver sexo ao vivo, porque raramente via filmes, já que sendo cristão, esse tipo de coisa é muito delicada. E devo dizer que quem mais se ligava nesses assuntos era meu pai, e pensando bem, ele era de temperamento frio, e minha mãe era mais quente e sentia falta daquilo, do sexo. Isso eu entendi já adulto, quando o sentimento de culpa e o remorso me atacaram. Mas naquele momento, se tinha uma coisa que eu queria fazer, era pelo menos continuar vendo aquela cena tremenda, digna de traumatizar a infância de qualquer moleque da minha idade, ainda mais por ser sua mãe que você estava espiando. E como ela só queria a pontinha, no final acabou se deixando sodomizar pela pica do Luis, que de uma vez meteu até o fundo. Minha mãe só falou: "Ai, ai, tremendo menino, tremendo menino, ai, ai, aiii". E nisso, começou a jorrar da buceta dela uma chuva de mijada em jatos, e ele disse: "Martin, já fez ela gozar, meu filho, é assim que elas gozam quando gostam de como são comidas, até as perninhas tremeram na tetuda." Já imaginam o sotaque regional dos meus amigos, pois sim, somos dos chamados chilangos, e especialmente eles. Dois são mais do bairro e essas coisas, e pra caramba logo eram uns pelados e vulgares; e nisso Luis fala "não me fode, enchi de merda" e começaram a rir e rir, e minha mãe disse "ai, por isso te falei que não, mas teimoso", e Luis falou "já tiramos a merda da dona peituda", e minha mãe se virou e chupou a rola dele assim como ele tinha, a rola toda peluda e os pelos roçando o rosto dela, ela já naquele momento era outra, e Martin aproveitou o momento e meteu no cu dela e dava uns tapões na bunda, ele tinha menor, normal pra idade, e minha mãe quase nem reclamava. Luis cansou rápido e minha mãe falou "senta", e ela se colocou tipo sapinho em cima dele, e Luis meteu de novo no cu dela e até forçou, aí sim, e nisso Luis começou a forçar também e aconteceu o que tinha que acontecer, gozou dentro do cu dela, os dois gemiam de prazer, e Mario ainda não tinha terminado e, pra falar a verdade, ficou ofuscado porque não tava no nível do amigo e muito menos do bocetão daquela mulher, e minha mãe só fez ele gozar com a boca pra não deixar ele na vontade, ele ficou meio nervoso, mas pra isso servem os amigos, e ele dava força, falava "bota ela pra mamar, mermão, bota ela pra mamar", e ele entrou em frenesi e pegou ela como moleque rebelde e encoxado pelo amigo, e segurou a cabeça dela e comeu ela rápido de cima pra baixo e falava "sua peituda, sua peituda, come tudo", e nisso ele ficou tenso e minha mãe também travou porque ele tava gozando dentro da garganta dela, e agora quem tava com as perninhas tremendo era Mario, e ela se soltou e falou "justamente com essa intenção, você pode compensar suas falhas e ficar no nível do seu amiguinho". E nisso eu lembrei da minha amiguinha e quis ir tentar a sorte com ela, mas não tive muita sorte porque minha ereção involuntária tava aparecendo e o pai dela percebeu, e melhor eu me escondi na cabaninha. Ao chegar e ver minha mãe, notei que ela andava estranho, mas não tive coragem de comentar nada, ela colocou uma Faldão pra não deixar visível o jeito estranho dela andar, e eu depois daquilo fiquei muito traumatizado, melhor me enfiei num internato pra não ter que olhar pra minha mãe com esses olhos. Valeu por ler, se quiser que eu conte mais sobre o assunto, me avisa, talvez seja mais detalhado e com uma redação melhor.

2 comentários - Mamãe gostosa de buceta

estuvo bueno pero lo terminaste un poco prematuro podia incluir una parte de incesto para concluir
¡¡¡¡ Un buen y candente relato .... Utilice el corrector amigo ....Una redacción horrible.... Muchas faltas de ortografía, no hay un punto , una coma , eso te la baja mal ....!!!!