Tem que ser safado!!

Tem que ser safado!!
anal
BundaCerta vez, tava conversando com uns amigos e no fim a gente combinou de se encontrar no apê de um deles. Eu tava de folga, então me preparei pra curtir uns paus bons. Já tinha fechado o trato com eles e tinha o endereço do encontro. Arrumei minha mochila, peguei as chaves do carro e adivinha o que aconteceu... A porta de casa abre e entra minha mulher umas horas mais cedo do que o normal, dizendo que precisava resolver um esquecimento e me pediu pra levar ela. Como trabalho por conta própria, é fácil pra mim inventar algum serviço que preciso ir ver no local, então pra não perder a oportunidade, falei que não tinha problema, levava ela, mas como o horário dela era só daqui a umas horas, no caminho pro destino dela, passaria primeiro pra ver um trampo pendente. Ela sorriu e falou: "tá bom, beleza, eu aproveito pra resolver umas coisas enquanto isso". Resolvido o imprevisto, subimos os dois no carro e fomos pros nossos destinos. Eu conhecia o apê do meu amigo porque já tinha ido lá umas vezes e sabia que, estacionando num lugar específico, dava pra ver ele pela janela. Então fui direto pra lá e estacionei. "Vou demorar umas meia hora", falei pra minha mulher, que, sem problema, focada no celular resolvendo os assuntos dela, respondeu: "Pode ir tranquilo, ainda tenho duas horas pra chegar". Subi apressado pro apê dos meus amigos e encontrei os dois pelados, se pegando. Não consegui segurar o que tava rolando e, chegando perto da janela, comentei: "Tá vendo aquela mulher naquele carro?" "Sim", responderam. "É a minha esposa", falei. E eles soltaram uma risada cúmplice, dizendo: "Você é muito filho da puta". Então pedi pra eles arrastarem um sofá de três lugares um pouco mais pra perto da janela, pra que, enquanto eu chupava um pau ou levava no rabo, pudesse ficar de olho nela. E assim a gente começou, trocando de posição e de tudo. ações enquanto eu via minha mulher trabalhando pelo celular dentro do carro. Já tinham se passado mais de 40 minutos de sexo sem parar e me deu na telha ligar pra ela, pedi pra eles ficarem em silêncio mas continuarem como se eu não estivesse falando, coloco no viva-voz e vejo ela atender com um "Amorzinho, falta muito?", aí eu respondi: "Mais ou menos, tô tomando umas pirocadas do caralho porque o assistente passou o orçamento errado", e ela tentando me acalmar: "Bom, love, não se preocupa, resolve isso". Enquanto ela me consolava pelo meu suposto contratempo, um dos meus amigos enchia minha boca com o pau dele e o outro não parava de cavalgar minha bunda. Quando precisei falar de novo, tomei uma sentada muito forte na bunda do meu amigo, que de propósito tava metendo com tudo, e escapou um som de dor. Ela fala: "Ei, o que foi?", e eu respondi na hora: "Nada, bati numa mesa". Meu amigo, que pra dificultar tinha começado a meter com muito ritmo na minha bunda, começou a sentir que ia gozar. Ela ainda tava falando, então eu silenciei o microfone bem antes de sentir o pau do meu amigo pulsando dentro da minha bunda, e ele não conseguia segurar os gemidos. Pedi pra ele calar a boca e respondi pra minha mulher: "Me dá mais uns minutos e já termino". E com um "Tá, te espero", ela desligou o telefone, ficando eu ainda com o pau do outro amigo na minha cara. Ele, vendo que eu já tinha que ir, começou a se masturbar um pouco e enfiou rapidamente o pau na minha boca, começou a meter como se fosse na minha bunda. Umas bombadas depois, ficou parado na minha boca, e a cabeça dele começou a soltar jatos de porra enquanto o homem gemia igual um louco. Eu aproveitei que tava terminando pra acelerar minha gozada, me masturbando bem rápido, e o calor da porra dentro da minha boca ajudou meu esperma a sair como uma flecha, espirrando tudo no chão enquanto gozávamos juntos. Fui pro banheiro, me limpei o máximo que pude, sempre tomando cuidado pra não descer com cheiro de nenhum dos dois. sabões, já que supostamente eu tava trabalhando, tomei meus cuidados e fui pro carro. Quando cheguei, ela me perguntou: "Conseguiu resolver?" e se aproximou pra me dar um beijo bem no lugar onde, minutos antes, meu amigo tinha espalhado o leite dele. "Sim, querida", respondi, e saímos pro destino dela. Ainda tava revirando na minha cabeça alguns dos momentos que acabava de viver, e aquele tesão de saber que ela nunca ia descobrir as coisas que aqueles dois tinham feito comigo a poucos metros dela, enquanto olhavam e ouviam ela.

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