Minha Nora Gostosa C6

Nuria ficou surpresa, mas ao mesmo tempo excitada. Pensou: "Se ele gravar um vídeo, vai me pedir pra fazer algo com ela." Quase sem perceber, começou a mover a mão e estava batendo uma pro sogrão enquanto ele filmava.

Javier olhava atento pelo celular, não queria perder nenhum detalhe. Então se aproximou um pouco, deixando o pau perto da boca da nora. Agora queria que fosse ela quem tomasse a iniciativa.

Nuria levantou os olhos e olhou pra Javier, esperando que ele desse a autorização, mas ele não dizia nada. Enquanto isso, ela continuava batendo uma pra ele, cada vez mais rápido. A mão subia e descia ao longo do pau, e ela via como a cabeça inchada quase batia na boca dela. Por desespero e pelo tesão que tava sentindo, abriu a boca e meteu o pau entre os lábios. "Foda-se o que ele pensar, preciso ter isso na boca agora", pensou. Começou a passar a língua enquanto apertava a cabeça com os lábios, chupando. Então sentiu umas gotas de líquido pré-gozo saindo pelo furinho e molhando a língua dela.
Minha Nora Gostosa C6
— Hum, não é tão ruim assim, pensou ela. Nas poucas vezes que tinha feito um boquete no ex, nunca tinha engolido o esperma, sempre achou nojento, mas agora ansiava por sentir o gosto, queria que o sogro gozasse na boca dela todo o leite que aquela piroca grossa ia soltar.

Naquele momento, sentiu Javier segurá-la pelo rabo de cavalo e empurrar a cabeça dela para frente enquanto enfiava a piroca na garganta dela. Na hora, ela se dedicou com mais vontade para dar o melhor boquete da vida dela, fazia tempo que não tinha uma piroca à disposição e não queria decepcionar o sogro. Quando terminasse de chupar, queria a aprovação dele. A cabeça dela ia pra frente e pra trás, engolindo a piroca sem parar, de vez em quando parava e passava a língua ao longo do tronco até as bolas e aproveitava pra olhar pra cima e ver a cara do sogro, precisava conferir se ele estava gostando.
relatos
Javier, por enquanto, só segurava firme o rabo de cavalo da nora, impedindo que ela afastasse a cabeça do pau dele. Queria que ela chupasse sem parar e queria ver como ela fazia. Ela estava de joelhos na frente dele, e ele podia ver o pau desaparecendo repetidamente dentro daquela boca onde ele ansiava gozar. Era o que ele mais queria: soltar todo o leite na boca da nora, embora duvidasse que ela quisesse isso e não quisesse incomodá-la. Não era bom forçar a situação, já tinha conseguido bastante fazendo ela dar um boquete. Enquanto pensava nisso, continuava gravando com o celular. A cena da nora chupando o pau dele, ele ia ver muitas e muitas vezes, disso não tinha dúvida nenhuma. Sentia que estava prestes a gozar e não sabia o que fazer. Segurava a cabeça da nora e a obrigava a engolir todo o leite, ou se afastava e gozava fora? J. — Vou gozar, minha princesa.
Sexo anal
Nuria ergueu o olhar e encarou o sogro, pensando. – Se eu deixar ele gozar na minha boca, ele vai achar que sou uma putinha, mas adoraria sentir o esperma quente dele na minha boca. O que eu faço? – Continuou chupando o pau, esperando a decisão dele. De repente, sentiu Javier puxar o rabo de cavalo para trás e tirar o pau da boca dela. Ela começou a bater uma punheta para ele, sacudindo o pau na frente do rosto.

Então viu daquele capuz vermelho e inchado jorrar um esguicho de esperma que respingou no rosto e no pescoço dela. Rapidamente, olhou para cima para ver a cara do sogro; ele não perdia nenhum detalhe e continuava filmando o rosto salpicado da nora. Nuria sentiu umas gotas de esperma escorrendo pelos lábios e, instintivamente, esticou a língua, recolhendo-as e levando-as à boca. – Hummm. Não é tão ruim quanto eu imaginava. Pensou. Ele deveria ter gozado na minha boca.
rabao
Javier, ao ver ela recolhendo o sêmen dele, agarrou ela de novo pelo rabo de cavalo e levou a pica até a boca dela. Ela, obediente, abriu e envolveu a cabeça com os lábios, chupando e passando a língua repetidamente na glande, sugando as últimas gotas que saíam da pica. Quando Javier soltou o rabo de cavalo, ela, ainda de joelhos, olhou pra ele sorrindo, esperando a aprovação dele. Ele olhou pra ela e aproveitou a chance pra tirar uma foto da carinha sorridente da nora coberta de porra.
rabao
N.- Você gostou? Fiz bem? Ainda sou sua menina safadinha?
J.- Muito bem, é o melhor boquete que já recebi na vida, você é uma verdadeira menina safada.
Ela se levantou sorrindo e foi ao banheiro se limpar, quando voltou, o sogro estava esperando ela de joelhos ao lado do sofá.
J.- Deita aqui.
Em seguida, ele pediu que ela tirasse a calcinha e abrisse as pernas, ela obedeceu na hora. –Agora separa os lábios com os dedos e me mostra sua buceta aberta.– Nuria abriu tudo, exibindo a boceta molhada na frente do sogro, já não se importava mais em fazer isso e adorava seu papel de menina submissa, então viu ele tirar algumas fotos, isso a excitava pra caralho e ela sentia os fluidos escorrendo do seu sexo, molhando os lábios e escorrendo pelo lado de dentro das coxas. –Me toca pelo amor de Deus, me toca logo, preciso sentir seus dedos na minha boceta!– Pensava. Mas ele só fotografava a boceta exposta dela, sem dar sinais de que ia tocar.
J.- Se toca, minha menina!

Ela não hesitou nem um segundo e molhou os dedos nos lábios, depois levou-os ao clitóris, começando um movimento circular bem suave. Adorava ver como o sogro aproximava a câmera e gravava seus movimentos, sentia um prazer imenso em ser observada por ele.
Então viu ele largar o celular, inclinar-se para frente e aproximar a língua da sua buceta. — Porra! Meu marido nunca fez isso — Tinha medo de fazer algo que pudesse incomodar o sogro, ou até de não gostar do que ele ia começar, não sabia como se comportar, tinha tão pouca experiência em sexo, claro que o ex-marido não foi o melhor professor — Enquanto pensava nisso, sentiu a língua de Javier percorrer o canal da sua vulva e parar no clitóris, acariciando-o em círculos uma e outra vez com a ponta. Sentiu os pelos se arrepiarem e descargas de prazer que nunca tinha sentido. — Uffa! Deus! Que gostoso! Adoro, adoro. — Então não conseguiu evitar, pegou a cabeça do sogro e empurrou com força contra sua buceta.
N. — Não para, não para! Continua, que delícia, continua.

Javier, ao ouvi-la, acelerou o movimento da língua, passando do clitóris pra vulva, percorrendo ela toda até chegar no períneo. Instintivamente, ela arqueou as costas, levantando o quadril, sem querer facilitou o acesso da língua ao anel marrom do cu. Não podia acreditar. — Será que ele vai chupar? Nunca ninguém fez isso — Por um lado, sentia vergonha, mas por outro, tava morrendo de vontade que ele fizesse. — Como será que é? — Javier colocou as mãos nas nádegas de Nuria e levantou o quadril dela, então levou a língua até o esfíncter anal da nora e começou a chupar ele em círculos, uma e outra vez. Viu que ela se encolhia, mas ao mesmo tempo continuava apertando a cabeça dele com as mãos, impedindo que ele se afastasse do cu dela. Tava claro que ela gostava, então ele empurrou a língua com força, tentando penetrar aquele esfíncter áspero e apertado que tinha na frente dele.

N.: — Tô gostando! Tô gostando! Continua, por favor.


infidelidade
Javier naquele momento aproximou o celular da nora e pediu que ela gravasse, ela pegou e focou num close do sogro lambendo a bunda virgem dela. Depois Javier se afastou um pouco e enfiou dois dedos na buceta pra lubrificar, em seguida pressionou com o dedo médio o esfíncter anal de Nuria e viu como ele cedia, permitindo uma penetração completa, o dedo dele estava totalmente enterrado no cu da nora e ela gemia sem parar enquanto gravava a cena com o celular. Javier então enfiou o dedo indicador na buceta, agora estava submetendo ela a uma dupla penetração com os dedos, ambos estavam enterrados fundo nos dois buracos e ela gemia cada vez mais rápido, aproximou a língua do clitóris e começou a chupar, Nuria já não aguentava mais, mexia os quadris pra cima e pra baixo sem parar e empurrava pra que os dedos penetrassem mais fundo. Javier começou a foder os buracos dela com força, quase com violência, a mão dele empurrava com ímpeto e os dedos entravam e saíam numa velocidade do caralho, quando estavam dentro apertava com força pra cravar até o fundo, queria que ela sentisse bem lá dentro.
N.: — Continua assim, continua assim, pelo amor de Deus, não para, tô gostando.
nora
Nuria sentia que estava sendo penetrada anal e vaginalmente e adorava, nunca tinha sentido um prazer comparável ao que o sogro estava dando agora. Como ela gostaria que, em vez dos dedos, fosse o pau dele penetrando! Mas não podia pedir, iria contra o que ela mesma disse sobre manter os limites. — Por que fui falar? — pensava. Se não fosse por isso, talvez agora ele estaria fodendo ela ali no sofá. E como ela desejava ter um pau dentro! Sentia os quadris se movendo em busca dos dedos invasores e não podia fazer nada para evitar, seu corpo se mexia descontroladamente. — Me fode pelo amor de Deus, me fode! — Não parava de pensar nisso.

Então ela viu o sogro se levantar e subir em cima dela até ficar com os lábios colados nos dela. Ela separou os lábios e ele começou a beijá-la. – Uffff, eles tinham combinado de não se beijar, mas ela não conseguia evitar, precisava beijá-lo, não ia resistir. – Ao receber a língua do sogro na boca, sentiu o gosto dos fluidos dela, ele estava encharcado deles, a boca inteira dele tinha gosto das secreções da buceta dela, ela adorava aquela sensação, não tinha um gosto bom, mas a excitava compartilhá-los com ele. – Aí ela percebeu que o sogro estava entre as pernas dela e o pau dele duro roçava a pélvis dela, ela se mexeu um pouco e sentiu o pau deslizar e esfregar na parte de cima da vulva dela. – E se ele empurrasse e metesse na buceta dela? Simmm, como ela adoraria sentir ele dentro


padrasto



Mas ele não fazia nada pra penetrar ela. —Porra! Quero ele dentro de mim!— Decidiu se mexer de novo e dessa vez levantou um pouco os quadris pra depois abaixá-los. —Agora sim!— Sentia a rola encostando na buceta dela. —Empurra, pelo amor de Deus!— Pensava, mas ele continuava sem fazer isso, só ficava beijando ela. Fora de si, ela empurrou os quadris pra baixo e sentiu a cabecinha entrar na sua buceta molhada, agora podia sentir, a glande daquela rola desejada estava dentro dela, só faltava o sogrão fazer a parte dele e enfiar até o fundo da sua xota. Enquanto pensava nisso, não parava de mexer suavemente os quadris, sentindo a glande deslizar dentro da sua buceta apertada, mas sem chegar a penetrar de verdade.

Javier estava beijando a nora, queria que ela também sentisse o gosto dos próprios fluidos, aqueles que ele vinha provando e que tinham enchido a boca dele. Enquanto a beijava, percebeu como Nuria mexia os quadris sem parar, até que o pau dele estava em contato com a buceta da nora. Ele tinha a sensação de que a ponta estava dentro da vagina dela, sentindo o calor e a umidade no contato com a glande. — Como eu queria dar uma estocada com a cintura e enfiar até o fundo! — Adoraria foder ela de forma selvagem, penetrar sem parar até fazê-la gritar de prazer, mas não podia fazer isso. Ela tinha deixado claro que não deviam ultrapassar certos limites, e assim seria. Não queria perder essa relação por se precipitar e fazer algo que pudesse incomodá-la. Decidiu continuar com esse suplício e desceu de novo até a posição anterior. Lubrificou dois dedos na buceta da nora e voltou a pressionar o cu dela com ambos, até conseguir romper a resistência do orifício apertado e penetrar, enfiando o mais fundo que pôde. Ao mesmo tempo, começou a acariciar o clitóris com a outra mão, fazendo com que rapidamente saíssem da boca da nora gemidos fortes e longos. Ela abria as pernas o máximo que podia e gravava tudo com o celular para não perder nenhum detalhe, queria imortalizar essa fodida de cu que o sogro estava dando com os dois dedos.

N.: — Hummm, isso, gostei, continua, não para, enfia mais fundo, por favor.

relatos de incesto
Javier tava dedando a nora dele com muita habilidade enquanto ela mexia a bunda sem parar pra sentir os dedos mais fundo, ele não acreditava, tinha na frente dele uma pedaço de mulher que o filho dele tinha largado sem explicação, ao ver ela se mexer e gemer sem controle, ele tinha certeza que essa mina ia dar muitos momentos bons pra ele. Quando percebeu que ela tava quase gozando, acelerou o movimento no clitóris e enfiou os dedos até o fundo do cu dela, apertando com força. Nuria explodiu num orgasmo violento, tremendo e gemendo sem parar.


Sogro e nora
N. — Nossa! Que delícia! Nunca tinha sentido isso.
J. — Você gostou?
N. — Como quer que eu te diga? Foi maravilhoso, o melhor orgasmo da minha vida.
J. — Então, quer repetir outro dia?
N. — Se eu quero? Já tô contando os dias pra repetir.
J. — Tô pensando que na semana que vem, como tem vários feriados, você podia deixar o menino com meu filho e a gente ir passar uns dias na praia. O que acha?
N. — Eu não tenho grana, sabe que meu salário não dá pra nada.
J. — Não importa, a gente vai passar cinco dias na praia e eu pago tudo. Tá afim?
Núria concordou sorrindo.
J. — Beleza, na terça a gente vai comprar roupa pra você. Quero que vá vestida de um jeito provocante pra todo mundo ver como minha menina safadinha é gostosa.
Núria abraçou ele com força, emocionada e excitada. Que surpresas a esperariam nessa viagem?
N. — Ok, mas não esquece de me mandar hoje as fotos e os vídeos que você gravou essa noite, porque essa semana vou usar eles todo dia.

Continua...

2 comentários - Minha Nora Gostosa C6