A professora Luciana

Capítulo I: Descobrimento ao norte

Nesta não é a história clássica do amor platônico de um estudante para sua professora, habitualmente madura. É mais bem uma história derivada do clássico clichê do hartazgo marital, daquela extinção da paixão que desemboca na infidelidade.
Possivelmente era algo que me superou e pensei nunca mais me tocava a mim, algo do qual havia imaginado imune ao meu casamento. Mas não foi assim. Claro que hoje não há arrependimento, ao contrário, o recuerdo daquilo vivido me enche de satisfação.
Chamo-me Fernando, tenho 32 anos e durou algo mais de 10 anos casado com minha agora ex-mulher, Adriana. Sei que provavelmente soa como uma típica apresentação de alguém que procura ajuda em uma associação de anônimos, mas não, nada a ver; realmente é apenas uma convidação para explorar o contexto. Possivelmente alerto a todos que tenham essa ideia absurda de se casar cedo.
Tenho de dizer que quando ocorreu, quando contrajei casamento, aos meus ternos 20 anos, o fiz estando seguro da decisão que estava tomando. Me sentia perdidamente enamorado de Adriana, e compreendia isso como um passo de quem pretende envelhecer junto à pessoa que ama. Em aqueles dias quando ainda tinha coração, cada gota de chuva era um juramento de amor eterno para ela.
Mas a convivência mata a paixão. O dia a dia, o conhecer suas manias, o entender a outra pessoa como humana, com suas virtudes, defeitos, costumes, cheiros, humor, sonhos, caprichos e demais; faz de alguma maneira aprender a querê-la, ao mesmo tempo que a paixão desaparece. Como se tratasse de se enamorar de um amigo.
Nas palavras populares dos espanhóis, 'estrecha' é utilizada para se referir a uma mulher que se recusa a ter relações sexuais porque quer manter a imagem de garota recatada, difícil, decente, complexa e até inalcançável. Em meu país não há um termo que se adeque por completo às essas características, embora 'mojigata' seja o mais semelhante.
E Adriana foi se tornando uma moça fechada com o passar dos anos. Foi um processo inverso, pois quando a maioria das mulheres se tornam mais abertas ao sexo com o passar do tempo, no caso de Adriana foi ao contrário, passou de ser uma garota quente e passionária, a uma senhora de casa amargada e supremamente complexada com o sexo.
Foi uma atitude que surgiu e foi desenvolvendo a partir do nascimento de nosso primogênito, Nachito. Nesses primeiros dias, meses e anos de mãe primeira, eu entendi, compreendi que talvez ela não sentisse tanto apetite sexual por causa de querer brindar atenção e cuidados ao nosso filho.
O sexo começou a se tornar um plano ocasional e, após teremos nossa segunda filha, Lucía, seu libido pareceu-se que foi embora para não voltar. Ou pelo menos para reaparecer de maneira muito distante no tempo, como se dependesse de uma alinhagem de planetas ou algum outro fenômeno paranormal.
Adriana era uma estreita consagrada. Sempre tinha um pretexto para não fazer, para se negar à satisfação dos instintos primários.
Recorri a planos românticos, a sedução na intimidade, como em locais públicos, compra e uso de brinquedos sexuais, e até meter-lhe a mão surpreendentemente, com seu consequente repúdio e repreensão por meu comportamento abusivo.
Cheguei a pensar que sua falta de apetite sexual poderia estar relacionada com uma infidelidade, e caí na baixeza de contratar um detetive para que me informasse sobre seu amorío extramatrimonial. Mas isso não ocorreu, o detetive a seguiu durante um par de meses, e dificilmente pôde vê-la fora do lar, levando sua vida de dona de casa.
Ainda que logo, em um dos tantos intentos desesperados por despertar seu libido, tomei uma das melhores decisões que até hoje tenho recordação, uma genuína genialidade! Um bate-bola de quatro cantos!
Regalei-lhe um tubo para a prática do pole dance. Mandei instalá-lo em um dos quartos subutilizados da nossa casa e acabou funcionando como um ímã, pois foi apenas questão de o colocar para cativar sua atenção, assim nunca havia feito o intento de escalar em um desses tubos.
Ver-la cautiva com o tubo me animou a meter-lhe a mão, e ela, para minha surpresa, me o permitiu. Havía alcançado o cometido, havia despertado o apetite sexual da minha esposa.
Adriana, vendo-se torpe e carente de talento para a prática do pole dance, se inscreveu em uma série de aulas, que terminariam despertando aquele apetite sexual adormecido por tanto tempo, e que além disso nos permitiriam relacionar-nos com um novo universo de pessoas.
Os benefícios foram quase que imediatos. Lembro-me de Adriana, após a primeira aula, chegar em casa entusiasmada para praticar, e embora apenas tivesse sido uma lição, havia sido suficiente para ela aprender as bases para escalar e manter-se segura no tubo, mesmo por alguns segundos breves. Pude observá-la nessa ocasião e, sinceramente, me aqueceu vê-la ali, pendurada, executando sua dança como se tratasse de um ritual de acasalamento, sentindo-se observada, diva e desejada.
Claro que no foi até o final que se fez a estreita comigo, mas nessa ocasião não me importou seu despeito, pois a oportunidade de permitir um recuerdo sensual do seu corpo foi suficiente para meu orgasmo posterior, obviamente provocado por mim, como era costume durante aqueles anos tediosos de casamento.
Claro que meus tempos de casado onanista estavam próximos a terminar. Não sabia o que lhes ensinavam na academia de pole dance, mas Adriana regressava para casa com uma mentalidade completamente oposta à que habitualmente tinha. Era uma mulher absolutamente sensual, e além decidida a se realizar sexualmente, decidida a submeter sua parceira ao desejo ou fantasia sexual que tivesse aquele dia na mente.
A mim me encantava ser seu brinquedo hedonista, me encantava ser o protagonista das suas fantasias, e muito mais o fato de ver-lhe fascinada em sua entrega aos prazeres da carne.
Mas o melhor ainda estava por vir. O prêmio maior não foi ter despertado o apetite sexual da minha mulher, realmente a recompensa da aquisição do tubo foi o fato de termos nos relacionado com o entorno do pole dance, com essa comunidade que treinava todos os dias às seis da tarde em um recinto ao norte da cidade. Especialmente com Luciana, a mestra do grupo. Ela foi a encarregada de me tirar do engano da suposta felicidade no casamento. Luciana foi a encarregada de mostrar-me essa face que minha mulher tanto se negava a mostrar, e Luciana foi uma inspiração para uma reprimida, como era minha esposa.
Não a conheci de graça. Foi um descobrimento que valeu a pena a cada segundo punheteiro.
A medida que viajava para Adriana chegar animada e dominante em casa, perguntava-me por quê havia mudado sua atitude. Perguntava-me a cada instante o que poderia estar lhe ensinando nas aulas de pole dance, o que pudesse fazer com que ela chegasse tão desejosa.
O primeiro que eu comprovado foi que não havia homens treinando. O pole dance é um esporte destinado às mulheres, mas nunca falta encontrar-se com um desses personagens de gostos singulares, uma maricota reprimida. O caso é que não o havia, felizmente, porque também teria sido traumático ter que vê-lo forrado em mallas.
Outro coisa que aprendi imediatamente é que Luciana era uma escultura de mulher. Era uma mulher com cerca de 40 anos, embora dificilmente parecesse essa idade. Sua pele era grossa e brilhava suave, sem rugas no rosto ou notáveis estrías nas pernas. Era uma mulher extremamente conservada, a quem facilmente poderiam calcular-se dez ou até vinte anos menos.
Sua pele era branca, realmente muito pálida, de aparência delicada. Seus joelhos estavam perfeitamente torneados, eram de um considerável grosor, mas sem chegar ao ponto de parecer desmedidas, deformes ou celulíticas. O suficiente tonificadas para exibir um biquíni com orgulho e o suficiente suaves para evocar essa sensação tão feminina como a de coxas esponjosas e blandas na sua cara interna. Sinceramente eram uns joelhos que, se expostos, estavam destinados a provocar milhares de ereções.
E se suas pernas eram um monumento todo, ali não morria sua sensualidade. Seu traseiro era outro espetáculo digno de provocar mil e uma fantasias. Era carnudo, maciço, muito curvilíneo, com um tatuagem de uma maçã em uma das suas brancas e aparentemente delicadas nádegas, e outro de uma garganta ou demônio na altura do coxim. Era um cu pulposo, que ficava exposto ao vestir essas minissaia com as quais impunha sua classe; um cu que se sacudia ao ritmo da dança, ou ao estrellar fortemente contra o chão.
Claro que quando se fala da sua vestimenta, não todos os elogios vão destinados à sua despampanante bunda, também haverá fãs de ver-lhe a forma marcada da sua vagina desenhada pelas telas apertadas da sua calcinha. Trata-se de um vagina carnosa, notória à vista e apetitosamente palpável. Luciana tem uma vulva destinada a chamar atenção, pois outra das coisas dos seus bailes sensuais é a constante abertura de pernas, o que expõe à vista e frequentemente sua suculenta vulva.
Sus quadris se correspondem com o grosso das suas pernas e do seu traseiro, são consideravelmente macias, brancas e de carnes suficientemente flácidas para sacudirem-se ao ritmo dos seus bailes. Seu abdome era relativamente plano, com um que outro excesso adiposo, mas nada que fosse descomunal ou desagradável à vista. É mais, para a idade que tinha, diria que tinha uma zona abdominal mais que aceitável. Sua cintura estava bem definida, tanto assim que, apenas a ver, era toda uma tentação agarrá-la de lá, embora seja indubitável que, ao igual que seu abdome, teria algum excesso de gordura, mas nada para escandalizar-se.
Luciana era uma mulher com seios pequenos, mas era uma obsessa por mostrar-os. Obviamente não ali, nas aulas, embora em algumas chegasse a usar uma ou outra calcinha com certas transparencias. Mas onde realmente gostava de exibir-os era em suas redes sociais. Eu vim a saber quando minha obsessão por ela começou a crescer, o que, sinceramente, foi questão de dias.
Sua pele branca e frágil estava decorada com alguns tatuagens. Al lado da maçã em sua nádegas direita, e ao do demônio em suas coxas, se somam o de um dragão em sua espalda, uma pareja fornicando em um dos seus ombros, um tribal em um dos seus antebraços, um sol no outro, entre tantos outros no extenso lista de marcas em sua pele. Isso lhe dava uma apariência de garota rude a uma mulher que vinha envolta em porcelana.
Era isso que completava com seu rosto. Era justamente ali onde concentrava seu charme. Era uma mulher verdadeiramente linda. Seus olhos eram grandes e de um negro intenso, sua nariz fina e sem irregularidades à vista, seus lábios certamente pequenos, mas de um rosa intenso e de uma aparência de umidade constante, provocativos sem dúvida alguma. Sua sobrancelha delgada e perfilada ressaltava ainda mais seus belos olhos, e complementava perfeitamente seu cabelo de um negro intenso.Ele levavaRelativamente curto, na altura dos ombros, habitualmente solto e desordenado.
Sua face não conseguia ser extraordinária por sua aparência, eram seus gestos os que a faziam uma joia genuína para admirar.
Luciana tinha a capacidade de desenhar o desejo à perfeição na sua cara. Era uma mulher supremaamente hábil para provocar por meio de seus gestos, através de suas olhadas e de suas sempre pícaras sorrisos, seu rosto era sinônimo de tentação, era a abertura a um universo de fantasias onde se podia imaginar sempre pervertida, sempre impúdica.Capítulo II: A virgindade de Luciana

A primeira vez que a vi foi de passagem, um dia em que me aventurei a buscar Adriana. A vi apenas por alguns segundos, pois quando cheguei, ela estava finalizando a aula. Abandonou o recinto em questão de segundos. Não tive oportunidade de apresentar-me ou de cumprimentá-la. Nem de detalhar-lhe, embora esse primeiro olhar tenha sido mais que suficiente para criar uma imagem permanente dela na minha cabeça.
Mas disso derivou em uma das situações mais morbosas que vivi com Adriana, pelo menos na nossa época de casados. Essa noite o calor nos entrou a nós dois, eu por ver Luciana e Adriana porque havia estado em uma de suas aulas. Terminamos fazendo isso no carro, à frente do recinto onde funcionava a academia.
Simplesmente antes de ligar o carro, comecei a acariciar uma das suas pernas e ela se jogou sobre mim para me beijar e se esfregar contra minha humanidade. Foi questão de passar ao seu lado, reclinarmos um pouco a cadeira e deixarmo-nos levar.
Nunca pensei que Adriana e eu o faríamos em um local público, e menos em um com tanto trânsito de pedestres. Mas os dois estávamos o suficientemente excitados para assumir o risco. Pouco nos importava se nos viram. Certamente, foi um dos melhores ejaculations que íbamos a ter em toda nossa vida de casados.
Durante o sexo eu tive a Luciana como minha grande inspiração, imaginei minha mulher com seu ostentoso bumbum, assim realmente estivesse longe de parecer-se. Pus a Adriana o rosto de Luciana, ou pelo menos o borroso recuerdo que me deixou esse primeiro e fugaz aproximação. Foi o primeiro rastro da obsessão que acabava de nascer em mim por essa mulher.
Era ironica a vida. Agora que Adriana era complacente, meu desejo não poderia satisfacer-se com ela. Minha nova ambição foi Luciana.
Foi algo estranho em mim, pois nos dez anos que eu levava de casado sempre havia visto com mau olhar o fato de enganhar minha mulher, mais ainda quando chegaram Nachito e Lucía. Mas agora pensava diferente. Foi tanta a perversão que me provocou Luciana, que não me bastou com dar um pé no meu sexo imaginando-a como sua provocativa professora, senão que um tempo depois eu me masturbei pensando novamente nela.
Depois dos orgasmos com o seu nome, eu me senti saciado, achei ter superado o desejo que ela me gerava, mas foi questão de horas para que aparecesse novamente, para eu me dar conta de que estava nascendo em mim uma obsessão por ela.
Cheguei 15 minutos antes do que eu fiz no dia anterior. Buscando não incomodar as meninas com minha presença, decidi situar-me em uma esquina do recinto, pegar o celular entre minhas mãos e fingir procrastinar, aparentar estar ali esperando para que passasse o tempo, para que finalmente a lição acabasse para levar minha mulher para casa.
De rebojo echava um olhar para a classe, olhadas fugazes que tinham como grande objetivo apreciar Luciana em ação. Ver-lá ali pendurada de um tubo com esse corpo tão tonificado e ao mesmo tempo tão flexível, essa figura majestuosa encimbrada à sensualidade, balançando-se como uma cabareteira; mostrando às esposas de um punhado de pusilânimes, como eu, como se ver provocativas e sedutoras. Seus gestos eram sugestivos, eram uma insinuação permanente.
A despeito de os vislumbres terem sido ocasionais e dissimulados, me permitiram criar um melhor recordação, uma imagem mais clara de como era Luciana. E minha obsessão foi aumentando.
A classe terminou. Luciana saiu do recinto e empreendeu seu caminho por um longo corredor, balançando de lado a lado esse bunda generoso nas carnes. Rouba a atenção do supostamente distraído marido de uma das alunas, realmente o único presente ali.
Aquele dia não tive a mesma sorte do anterior. Não houve sexo com Adriana, nem no carro, nem quando cheguei em casa. De fato, ela se incomodou por me ver novamente ali. Me explicou que não gostava de ser esperada dentro do salão, pois a fazia parecer submissa e dominada entre um grupo de mulheres aparentemente libertadas.
Essa vez não me incomodou, nem sequer me importou que minha mulher se negasse a dar um puta comigo. Não me afetou essa necessidade de desfogar que eu tive após ver Luciana dando sua aula, nem sequer isso. Sabia que meu desejo não podia ser satisfeito com Adriana, nem sequer com essa nova versão que era muito mais libertina.
Essa foi a noite do acecho, a noite do 'estalqueo'. Dediquei um bom par de horas a procurar Luciana nas redes, a explorar uma boa quantidade de suas publicações. E me levei uma grata surpresa. Luciana era muito mais quente do que eu poderia ter imaginado.
Talvez havia sido tão moleca e tão reprimida minha mulher que quando vi uma mulher verdadeiramente perversa, fiquei fascinado, ou melhor, encantado, encantado.
Encontrar suas redes foi um picante condimento ao coquetel da obsessão que crescia em meu interior por ela. Não só eu me encontrei com uma imensa coleção de imagens de muita pele e muita carne, cheias de provocação em cada pose e em cada gesto; eu me encontrei também com centenas de histórias e pensamentos sugestivos.
Perdi a virgindade com um rapaz do meu bairro. Nós tínhamos mais ou menos a mesma idade. Era um rapaz crente, muito devoto, muito tenro e muito ingênuo. Como eu, era fisicamente precoce: um menino segurando o corpo de um adulto. Não estávamos preparados para nós mesmos, muito menos um para o outro. No entanto, percebi como me observou. Sentí que seus olhos viajavam através do meu corpo, que recorriam descaradamente minhas carnes e minha pele. Isso era poder! Propus-me abusar disso.
Cada passeio de ônibus para e desde a escola, eu cruzava minhas pernas, de lado a lado e com descaro, hipnotizando-o com um feitiço que não entendia, incitando nele um anelo que não podia nomear.
Ele beijou-me na parada do ônibus, deixando migalhas de bolo em minha barba. Era amor.
Não lembro do dor desse, minha primeira penetração, uma falta de sofrimento pela qual me sinto culpado por sempre. O que sim lembro é o céu azul e claro sobre mim, o zumbido de um mosquito no meu ouvido, e o bosque e a terra abraçando-nos.
Meu cabelo ficou preso debaixo da sua mão. Ele empurrou uma, dois, três e quatro, e em seguida deixou cair sobre mim, para finalmente apropriar-se do meu cosmos. Me desconcertava o fato de pensar quantos segundos de penetração eram necessários para se considerar sexo.
Ouvi um hipó. Um chorão. Chorando disse ter traído a promessa feita ao pai celeste.
Não tem ela o direito, talvez, de ser jogada por uma garota? Suportei não ganhar nada do balanço das nossas almas na terra nesse bosque seco?
Ainda sim, fui o suficiente para ofender tanto homem quanto Deus. Suba sua bicicleta e madure!A legenda diz que em uma das fotos em que a jovem Luciana sorri provocativamente e mostra os seios em uma de suas redes sociais.Isso foi apenas uma das joias em um perfil cheio de insinuações e guarradas. Uma delas, por exemplo, era um tutorial para tirar fotos de um cu com volume, obviamente protagonizado pela sensual Luciana, ou suas entusiastas lições de pole dance em vídeo, acompanhadas de legendas como “Outra coisa que me fez bela, o pole dance”. E nem falar do seu relato lésbico com ‘Pati’, que mereceria uma menção à parte.
Capítulo III: Sede de admiração

A dizer a verdade, houve um conteúdo que chamou minha atenção acima das demais, pelo menos nessa primeira jornada de exploração de suas redes sociais. Era uma foto da Luciana, uma foto de corpo inteiro, na qual ela posava de perfil. Na imagem, Luciana aparecia de joelhos, com um vestido que havia situado à altura da cintura, ou seja, o havia ido remangando, de baixo e de cima, situando-o tudo na zona da cintura. Seus seios ficaram ao descoberto, embora apenas um deles apareça na imagem, pois estar de lado, um se esconde atrás do outro. Também fica ao nu sua zona pública, pois não se observa calção ou meia que a resguarde, embora não se veja coisa alguma porque o ângulo que forma com suas nádegas e pernas evita que se possa apreciar facilmente o que poderia ser uma inspiração para todo tipo de perversão.
A imagem vem acompanhada de uma lenda que diz:
Translation:Imagina-o. Já não estão juntos. A separação é iminente entre vocês. Não há tempo suficiente nesta dimensão para ressarcir o dano, suas almas jamais voltarão a se fundirem em uma. ¡A merda do mundo!
Cada um sabe o que é seu, já não há rastros da sua pele sobre a tua. Vocês já não estão mais juntos. Sente-se bem de qualquer forma. Sente-se melhor do que você se lembra.
Sua energia sexual é pura, a força motriz da vida que anima os espíritos. A sexualidade é o núcleo da criatividade, tanto literal como figurativa; é a mãe de nossos filhos, é a mãe de nossas canções. Quando você comprime sua sexualidade, seus desejos e seu prazer; quando se sente suja por isso, regala a fonte da criação que percorre seu ser. Não se reprimam nunca, e muito menos porque sua parceira já não é mais sua parceira.
Agora és livre para encontrar quem realmente valorize agarrar-te da cintura, que considere entregar-te suas carícias sobre tua espinha, que te trate como um manjar para saborear, que te contemple como um banquete para devorar.
Deixa que ela escupe na tua boca, pois já não é apenas tua, nem te importa. Nunca se sentiu melhor.
Era um monólogo destinado a preencher de confiança as mulheres inseguras com seu homem, convidando-as a viver livremente sua sexualidade, e ao mesmo tempo era uma interpretação dos seus desejos, talvez do seu sentir, pelo menos assim o interpretei.
Para alguém como eu era uma motivação acreditar que uma mulher de mente aberta e com tais ideias de liberdade, estaria talvez disposta a se entregar a prazeres carnais com qualquer um que soubesse ganhar esse honor. Havia chances mesmo para alguém como eu.
Restava-me apenas arriscar-me, tentar alguma coisa com ela. Não ia dormir tranquilo até que isso se tornasse realidade, ou pelo menos até que tivesse feito o esforço.
Dei voltas na minha cabeça sobre como alcançar meu objetivo, mas era tão pobre em iniciativa que não me ocorria uma situação ideal para interagir com ela até a levar ao ponto onde eu queria.
O único pensamento que eu tive foi aproximar-me novamente à academia, essa vez sob o pretexto de querer pagar a mensalidade das aulas da minha mulher. Esperaria que terminasse sua aula, procuraria-a em privado e com esse pretexto buscaria flertar com ela.
Uma vez que a classe terminou, Luciana saiu do recinto, e ao igual que a vez anterior, empreendeu seu caminho pelo extenso corredor. Me aproximei a Adriana, cumprimentei-a e contei-lhe que estava ali por causa de querer-me manter atualizado com o pagamento das suas aulas. Ela assentiu com a cabeça e seguiu concentrada escarando na sua mochila.
Sai do recinto e caminhei pelo corredor. No fim do mesmo havia uma porta branca com uma estrela dourada e o nome de Luciana, como se tratasse de uma celebridade, no mínimo assim me sentia eu.
Chamei à porta, que estava entreaberta, e em seguida ouvi a voz de Luciana, convidando-me a entrar.
Eu lhe cumedi, mas antes de que ele terminasse de perguntar como estava, Luciana interrompeu perguntando:
- O que é isso que você veio fazer aqui?... Algo especial ou hoje também veio sozinho para incomodar as meninas?- Importunar para quê? O que você quer dizer?Here is the translation: A morosas, instigá-las com seu olhar acossador - Disse a sensual professora, enquanto eu era incapaz de parar de lhe olhar para sua barriga- Não, Luciana, isso não é assim. Não venho caçar ninguém, venho buscar minha mulher e me dá pereza esperá-la no carro. Entro nas suas aulas para ver o que vocês ensinam, mas não caço em nenhuma das meninas.- Me parece difícil acreditar, quando não parou de me fixar a olhar na minha barriga- Desculpe-me, não quis ser grosseiro, imprudente nem ousado. Sinceramente foi um ato relâmpago, foi algo que não pude controlar. Perdoe-me por isso. – Dissei ao mesmo tempo que me rubricasse- O que precisa?- Vinha para pagar a mensalidade das aulas da Adriana, minha mulher...
Saí o dinheiro da minha carteira, contei e entreguei. Esta vez, fixei os meus olhos nos seus e não parei de observá-los durante um longo período. Perdi-me neles, pois verdadeiramente me pareciam enigmáticos. Parecia que com seu olhar podia transmitir uma infinidade de sensações, e muitas delas evocavam o cortejo. De repente, ocorreu-me comentar-lhe que a havia estado lendo, e que me pareceu extraordinária, muito talentosa, ousada, mas especialmente valiente por permitir que mais mulheres tivessem essa inspiração para a vida.
- O que gostaste do que liu? – Perguntou ela mostrando-se autenticamente interessada- Li muitas coisas, mas o que mais me agradou foi tua definição e concepção da sexualidade como o eixo motivacional de todo ser. Isso de que a sexualidade é o núcleo da criatividade, tanto literal quanto figurativa me pareceu uma reflexão interessante, consciente e acertada.
Ela ficou impressionada ao ver que meu elogio não era mentira, ao notar que era real que eu havia lido, e que era genuína a admiração que eu havia expresso como escritora.
- Agradeço-te o cumprimento. Não pensei que um homem se tomaria o trabalho de ler minhas reflexões e meus relatos- Pois já vejo que sim, que aqui há um que ficou tão maravilhado com o seu talento que não se aguentou as vontades de vir conhecer-te- Ah olha. Pensei que havias vindo buscar tua mulher- Bem, ao começo sim. Mas para mim foi tudo um evento isso de Adriana deixar de ser uma reprimida e passar a ser uma garota sexualmente ativa. Por isso quis vir ver o que aqui aprendia. Aqui te conheci e confesso que me quedado encantado com tua natureza. Eres linda, escultural, atlética, segura de ti mesma, ousada, desafiante, talentosa, eres mágica, definitivamente, com o pouco que te conheço me atrevo a garantir que és uma em um milhão.- Que amável e generoso da tua parte, embora soe um pouco zalamerado. Não terás uma dupla intenção comigo?Translation: Mas realmente não sei até que ponto poderia chegar minha admiração por você, mas seria um completo mentiroso se negasse o quanto me atrai. Não é apenas bela, senão também culta e talentosa. O que mais pode pedir-se a vida?- Você gostaria de que a gente tome um café e conversamos nestes dias?- Absolutamente. Seria um honra para mim.- O que você acha amanhã às quatro? Encontramo-nos aqui e vamos para um lugar muito agradável que está a duas ruas- Conta com isso
Despedi-me com um beijo tradicional na face, o que me permitiu sentir a suavidade da sua pele pela primeira vez na vida. No outro dia cumprir a cita, com muito anelo esperei, e com absoluta pontualidade cheguei. A noite anterior havia dedicado horas a seguir explorando suas redes sociais, procurando assim dar-me uma ideia maior da essência do seu ser.
O encontro foi mais do que frutífero, pois nos demos bem em mais de uma ocasião, mas o mais importante é que íamos a finalizar concordando um próximo encontro para algo muito mais compromisso.
- Você o leu, leu Octávio Paz? – perguntei a Luciana após o primeiro gole de café- Claro que o li eu, amo-o- Genial. É simplesmente uma mente brilhante, um referencial para todos aqueles que ousadamente se aventuram no mundo das letras.- Sim, sim, embora eu seja mais do estilo de Carla Márquez Você a conhece?- Claramente. Eu me rubifico e me aqueço só de lembrar-me de uma parte da sua obra- Você já leu 'A' de Almudena Grandes?- Claro. É mais, qualquer pessoa que não tenha lidoAs Edades de LulúNão devia ser digno de saudações entre adultos- Ahahahahaha é verdadeiro, é verdadeiro. Veja, gostaria de te fazer uma prova, quero fazer-te duas perguntas. A primeira é: Qual é o seu livro favorito de literatura erótica?- É difícil escolher um como favorito, embora haja dois que merecessem lutar pelo primeiro lugar:A Revolta dos FollamantesEAs the translation rules indicate that proper nouns should not be translated, I will leave the title as it is.
- Não posso acreditar que haja alguém no planeta que desfrute tanto da obra de Margarita Villareal como eu faço- Pois já vês...- Mas tu nos veio até aqui só para falar de literatura? Tens alguma intenção comigo?
Engoli saliva, senti que o mais prudente antes de responder a uma pergunta tão frontal era esperar um par de segundos, dar um pouco de drama à resposta. E no fim, admitir o óbvio, aceitar meu desejo em relação a ela.
- A verdade sim. Me has cativado por completo. Eres a perfeição encarnada. O queira não te incomode minha ousadia, não me incordie minha admissão, pois não é minha intenção nem acossar-te e tampouco desrespeitar-te- Calma, eu não me sinto desrespeitada, eu me sinto desejada... Você daria um cargo de consciência em enganhar sua mulher?- Não sei. Possivelmente sim, mas sinto que nossa relação está agonizando, que qualquer tentativa por resgatá-la resultará infrutífera, e não vale a pena gastar energia e tempo em algo assim. Ela faz tempo deixou de desejar-me, e eu faz tempo comecei a sentir que estava com ela por obrigação.- Olhe bem. Já somos dois as vítimas de casamentos mal conduzidos. Eu estou pronta para tornar realidade o seu sonho, por experimentar, afinal eu também sei o que é estar presa em um casamento por conveniência ou outra razão. Mas não vai poder ser agora nem aqui. Eu preciso terminar este café e ir dar uma aula. Além disso, se você quiser que eu explique melhor, estou pronta para tudo com você, mas você terá que me fazer sentir como a deusa que você diz que sou para você. Emprésteme seu celular...
Agarrou-o entre suas mãos e chamou o seu- Aqui está o meu número, guarde-o e escreva-me mais tarde, com isso vamos acertando quando e onde nos vemos
Não sabia o que dizer, só sorri, assenti com a cabeça, despedi-me dela e saí do lugar torpemente, chocando-me com um dos muros. Estava pasmo com o que acabara de ocorrer.
Essa mesma noite eu lhe escrevi. Não queria ser intenso com ela, mas sabia que, se não me pronunciava imediatamente, a oportunidade iria me passar. Ela não teve reparo em responder, de fato foi muito jovial e aberta nas conversas por chat. Acordamos que o nosso encontro seria o fim-de-semana seguinte. Tinha então uma semana para preparar um encontro à altura da situação, que não era qualquer; Luciana era longe a mulher que mais fantasias me havia inspirado em minha vida, mesmo acima de Adriana nos 10 anos de casamento. Era a oportunidade da minha vida, pelo menos no que se refere a ter um polvo para recordar à hora de morrer. Estava seguro de que uma relação com uma mulher tão descocada tinha que ser lembrada por séculos e séculos. Reservei o Suite do Penthouse no Hotel Four Seasons. Literalmente pretendia que fosse um polvo com altura.
Aquela sala de hotel custava cerca de um mil dólares por noite, o que para alguém como eu não é pouco. Mas sinceramente valia a pena. Queria dar-lhe um prazer autêntico e cumprir com o prometido, tratá-la à altura de uma deidade, e o primeiro era criar um ambiente digno dela. Antes a levaria para jantar ao '.Cromático, que nunca decepciona. Essa semana não houve atividade sexual para mim. Nem sexo com Adriana, nem masturbação. Eu queria preservar minha energia vital para o momento desejado.
Não sabia se ela cumpriria, se apenas se tratava de uma brincadeira que lhe estava jogando a um homem obsessivo com seu ser, mas de cumprir o prometido, eu ia me tornar o sujeito mais feliz do planeta.
Tive também que planejar com cuidado a desculpa para sair de casa sem que Adriana suspeitasse. Claro que nem fui muito criativo, disse-lhe que teria que fazer um viagem de trabalho, mas que estaria de volta no sábado, passando o meio-dia. Ela não teve maior receio diante da minha explicação, simplesmente acreditou; não tinha motivo para desconfiar de um tipo que lhe havia guardado 10 anos de fidelidade sagrada. Talvez também fosse uma situação ideal para ela, possivelmente estava-lhe dando carta branca para meter o seu amante em casa, se é que o tinha.
Também teria que explicar-lhe a razão da desaparecimento de uma quantidade tão atraente da conta bancária. Mas isso seria algo que me daria um pouco mais de tempo, pois não era um movimento do qual fosse dar-se conta imediatamente.
Claro que quando chegar o momento, não ia ser uma situação fácil de explicar, pois era um movimento que implicava a desapareição de pelo menos mil dólares, e digo pelo menos mil porque não sabia se durante minha estada nesse hotel, com a sensual Luciana, o gasto poderia aumentar.
Capítulo IV: O vício de se sentir desejada

Esse dia eu tive ansiedade desde o momento em que acordei, mas ao chegar a noite, a ansiedade começou a mudar para euforia. Com Luciana havíamos concordado em nos encontrar após uma hora das suas aulas, ali, na academia onde as ministrava. Pensávamos que uma hora seria tempo suficiente para obter que todos os conhecidos desaparecessem da zona.
Ela apareceu minutos depois, exibindo um longo e elegante casaco. Subiu ao carro, me saudou e ligou o aquecimento, vinha aturdida pelo frio. Liguei o carro e parti rumo ao nosso destino.
- Você fantasiou comigo ao ler meus relatos? – perguntou ela para quebrar o até então reinante silêncio- Eu mentiria se eu disses que não, foi-me absolutamente inevitável.Here is the translation: E com o que você fantasiou?- Já vais ver isso...I'm ready! Please provide the Spanish text you'd like me to translate into Portuguese. Sabes com que eu sonho?- Com o quê?- Com exercer um dia como stripper de clube de estrada, com as miradas lascivas dos homens cravadas em mim. Um que outro jogando suas mãos de forma ousada em direção a mim, para meter-me um bilhete entre a thong ou simplesmente para me tocar. Tendo eu toda a atenção do momento, ahí exposta, absorvida por essa sensação de tabu- Eu estaria na primeira fila sem dúvida alguma. Se vês que é possível cumpri-la, avisa-me, quero estar lá- Ah, ah, ah, sua esposa não lhe deixaria ir, você tem cara de meias- É verdadeiro. Mas estou disposto a pôr de minha parte o que haja que pôr para deixar de sê-lo! Me cansei!- Você a engana há quanto tempo?I'm ready! Since there's no text provided, I'll assume it's an empty string . In this case, the translation would be an empty string as well: . If you meant to provide a text in Spanish, please go ahead and give me the text, and I'll translate it from Spanish to Portuguese according to the rules you specified. Isso vai ser a primeira vez- Não te creio, já, já, já- Não te mento. Vai ser a primeira vez. Faz tempo que deixei de querê-la, mas nunca me atreveri a enganá-la, não pelo menos até encontrar alguém com quem realmente valesse a pena.- E hoje você já não se sente culpável?Here is the translation: Para nada. Era algo que se via vinha. E certo grau de responsabilidade terá ela em que eu tenha tomado essa decisão? Você engana o seu esposo há quanto tempo?- Ei, se eu contasse... O nosso foi um casamento forçado por meu pré-maturo aborto. Basicamente, nossos pais decidiram por nós. Estava destinado a sair mal e saiu mal. Acho que não há época da nossa relação em que eu não o tenha enganado. E possivelmente ele faça o mesmo, estamos juntos por nosso filho, e basicamente para dar a impressão de uma família feliz, que à hora dos negócios e do relacionamento público termina beneficiando O viagem até o hotel foi complexa para mim. Lembro-me desse momento em que paramos na altura da 7ª com 116, o sinal vermelho me permitiu prestar mais atenção à sua fantasia de stripper de estrada, o que desde aquele mesmo instante me causou uma ereção que demorou um tempo para desaparecer. É mais, reviviu por momentos durante a ceia e ao caminho até o hotel.
Lá uma garrafa deVeuve ClicquotNós esperava. Nós sentamo-nos frente a um dos ventanales que funcionava como muro. A panorâmica do bairro era imponente, mesmo nesse lugarejo de cidade, e muito mais era o morbo de saber que íamos a cular em um último andar, vendo a vida passar debaixo dos nossos pés, podendo ser vistos à distância por qualquer pessoa com um pouco de sorte e um sentido de vista afinado.
Bebermos a garrafa de champanhe sem pressa alguma. Fizemos isso enquanto conversávamos sobre a vida, do fracasso dos nossos casamentos, dos sonhos por realizar e especialmente enquanto falávamos sobre nossa paixão em comum: escrever.
Eu me sentia um pouco intimidado ao pensar no que minutos após faria com Luciana. Ela me havia feito entender que era uma mulher muito ativa sexualmente, e cheguei a sentir algo de desconfiança ao ver-me tão pouco treinado e tão reprimido nos últimos anos.
Claro que esse nerviosismo desapareceu quando Luciana deixou seu abrigo ao lado e a tentação entrou pela vista; ela se pôs de joelhos, e ainda vestindo suas mallas, me deleitou com um baile sensual, um dos muitos em seu repertório; a mim e a todo aquele que à distância pudesse ver através dos cristais.Shabba RanksDe quem não sei o nome. Seu baile foi uma inspiração total. Seus movimentos eram agressivos e seus gestos desafiadores.
Sus nádegas foram as grandes protagonistas da sua apresentação. Enquanto seu rosto se posava no chão, seu bumbum se erigia sobre o resto do seu corpo. O movimentava com movimentos cadenciados, medidos no tempo e rematados com uma forte sacudida de suas carnes.
Claramente também houve um momento destinado a se levantar, dar um par de passos para trás, estrellar seu culazo contra uma das janelas, e novamente menear-se, embora agora um pouco mais lento, encarregando-se de começar a manipular todo o seu corpo, que ainda seguia coberto por suas meias.
E então uma vez se cansou de espalhar seu bumbum contra os cristais, se deu volta, dando a cara para qualquer um que pudesse estar olhando desde fora.Sua imensa bunda por fim me via à cara. Eu estava um pouco afastado, pois entendia que Luciana precisava do seu espaço para desplegar todo o seu talento. Mas além do distanciamento, era tudo um prazer ver por fim de frente esse cu maravilhoso, vê-lo sacudir suas carnes, e imaginar que uns minutos depois isso estaria passando, mas sobre mim, estaria se esbaldando alegremente, ao ritmo de uma impetuosa cavalcada.
Ficando assim, de costas para mim e de frente para os vidros, Luciana começou a despir-se, ao ritmo da música baixou por seus braços os tirantes das suas malhas, a parte alta do seu peito ficou ao descoberto, embora por momento eu só havia visto sua espalda, adornada pelo seu colorido tatuagem do dragão. Luciana apoiou seus seios contra os cristais e continuou sacudindo suas nádegas de lado a lado durante um bom tempo. Eu morria de ansiedade porque ela se virasse e por fim veria esses peitos pequenos, mas ainda firmes apesar dos 40 anos; era vítima da congoja, ansiava ver de frente seus gestos incitadores, añorava ser cúmplice de seus atos pecaminosos.
Claro que quando Luciana se deu volta, desapareceram os sugestivos gestos do seu rosto, pelo menos por um instante. Os substituíram por uma carcajada hilariante, pois lhe gerou graça ver minha cara de idiota ao ser vítima de seu hipnótico baile.
Mudou de assunto, colocou um chamadoHomage ao mérito dos Liseiros. Com a parte alta da sua lingerie pendurando da cintura, caminhou pela sala até tomar uma cadeira, em seguida voltou ao lugar onde estava e começou a dançar novamente. Pediu que lhe alcançasse a garrafa vazia de champanha que bebemos anteriormente, obedi a imediatamente. Aproximei-me a ela, dei-lhe e voltei para meu lugar de privilégio.
Ela largou a garrafa sobre a cadeira, situada exatamente à frente dela, e começou a dançar lentamente. Sua língua se tornou protagonista desta parte do baile, pois esteve o nãoventa por cento do tempo à vista. Marcou o ritmo dos tão presentes ademanes de seu rosto.
Sus mãos também tomaram maior protagonismo, começou a frotá-las fugazmente sobre seu púbis, e especialmente as utilizou para jogar com seus seios entre elas. Depois, com os polegares, agarrou suas malhas dos lados e começou a baixá-las lentamente, até chegar ao ponto de que caíssem no chão por ação da gravidade.
Seu corpo macio e luxurioso estava nu, embora sua vulva continuava invisível para mim, pois nesse momento se escondia atrás da garrafa que havia posto sobre a cadeira minutos antes.
Luciana me fez um sinal com os olhos, convidando-me a aproximar-me e tirar a garrafa. Assim o fiz, aproximei-me, peguei a garrafa em uma das minhas mãos e deixei-a no chão. Depois fiquei novamente hipnotizado com seu corpo, guardando silêncio absoluto enquanto a contemplava, expressando toda minha depravação apenas com o olhar.
Ela tomou uma das minhas mãos e a pôs sobre sua vulva. A sua intenção era clara, fazer-me saber que seu cu, com o simples fato de dançar, se havia molhado, se havia condimentado. O prato forte estava servido.
Capítulo V: “Cogumelo” sai
Ao ver-me confortável e feliz, sentindo sua calor a través da yema dos meus dedos, sentiu-se com autoridade para lançar uma das suas mãos em direção ao meu membro. Agarrou-o, ainda coberto pelo calção, palpitou toda a zona e, em seguida, deleitou-me com um profundo beijo. Foi um beijo realmente extenso. Nos deu tempo para explorarmo-nos até à garganta, permitiu-nos sentir o sorriso que se desenhava no rosto do outro, ao ver-se insultado por uma língua até então desconhecida...É curioso que tenha tido que publicar quatro capítulos ao mesmo tempo, mas teria sido uma falta de respeito para aqueles que chegam à quarta parte e não se dão a oportunidade de conhecer as anteriores, mais ainda com a acolhida notável que teve há uma semana. Poringa é supremamente rigoroso com sua política de não compartilhar links que conduzam a downloads, embora o que eu compartilho aqui não conduz a essas. Por sinal, aqui os volto a compartir, para que leiam a continuação deste relato https://relatoscalientesyalgomas.blogspot.com/2021/02/la-profe-luciana-capitulo-v.html

Capítulo I: Descobrimento ao norte

Nesta não é a história clássica do amor platônico de um estudante para sua professora, habitualmente madura. É mais bem uma história derivada do clássico clichê do hartazgo marital, daquela extinção da paixão que desemboca na infidelidade.
Possivelmente era algo que me superou e pensei nunca mais me tocava a mim, algo do qual havia imaginado imune ao meu casamento. Mas não foi assim. Claro que hoje não há arrependimento, ao contrário, o recuerdo daquilo vivido me enche de satisfação.
Chamo-me Fernando, tenho 32 anos e durou algo mais de 10 anos casado com minha agora ex-mulher, Adriana. Sei que provavelmente soa como uma típica apresentação de alguém que procura ajuda em uma associação de anônimos, mas não, nada a ver; realmente é apenas uma convidação para explorar o contexto. Possivelmente alerto a todos que tenham essa ideia absurda de se casar cedo.
Tenho de dizer que quando ocorreu, quando contrajei casamento, aos meus ternos 20 anos, o fiz estando seguro da decisão que estava tomando. Me sentia perdidamente enamorado de Adriana, e compreendia isso como um passo de quem pretende envelhecer junto à pessoa que ama. Em aqueles dias quando ainda tinha coração, cada gota de chuva era um juramento de amor eterno para ela.
Mas a convivência mata a paixão. O dia a dia, o conhecer suas manias, o entender a outra pessoa como humana, com suas virtudes, defeitos, costumes, cheiros, humor, sonhos, caprichos e demais; faz de alguma maneira aprender a querê-la, ao mesmo tempo que a paixão desaparece. Como se tratasse de se enamorar de um amigo.
Nas palavras populares dos espanhóis, 'estrecha' é utilizada para se referir a uma mulher que se recusa a ter relações sexuais porque quer manter a imagem de garota recatada, difícil, decente, complexa e até inalcançável. Em meu país não há um termo que se adeque por completo às essas características, embora 'mojigata' seja o mais semelhante.
E Adriana foi se tornando uma moça fechada com o passar dos anos. Foi um processo inverso, pois quando a maioria das mulheres se tornam mais abertas ao sexo com o passar do tempo, no caso de Adriana foi ao contrário, passou de ser uma garota quente e passionária, a uma senhora de casa amargada e supremamente complexada com o sexo.
Foi uma atitude que surgiu e foi desenvolvendo a partir do nascimento de nosso primogênito, Nachito. Nesses primeiros dias, meses e anos de mãe primeira, eu entendi, compreendi que talvez ela não sentisse tanto apetite sexual por causa de querer brindar atenção e cuidados ao nosso filho.
O sexo começou a se tornar um plano ocasional e, após teremos nossa segunda filha, Lucía, seu libido pareceu-se que foi embora para não voltar. Ou pelo menos para reaparecer de maneira muito distante no tempo, como se dependesse de uma alinhagem de planetas ou algum outro fenômeno paranormal.
Adriana era uma estreita consagrada. Sempre tinha um pretexto para não fazer, para se negar à satisfação dos instintos primários.
Recorri a planos românticos, a sedução na intimidade, como em locais públicos, compra e uso de brinquedos sexuais, e até meter-lhe a mão surpreendentemente, com seu consequente repúdio e repreensão por meu comportamento abusivo.
Cheguei a pensar que sua falta de apetite sexual poderia estar relacionada com uma infidelidade, e caí na baixeza de contratar um detetive para que me informasse sobre seu amorío extramatrimonial. Mas isso não ocorreu, o detetive a seguiu durante um par de meses, e dificilmente pôde vê-la fora do lar, levando sua vida de dona de casa.
Ainda que logo, em um dos tantos intentos desesperados por despertar seu libido, tomei uma das melhores decisões que até hoje tenho recordação, uma genuína genialidade! Um bate-bola de quatro cantos!
Regalei-lhe um tubo para a prática do pole dance. Mandei instalá-lo em um dos quartos subutilizados da nossa casa e acabou funcionando como um ímã, pois foi apenas questão de o colocar para cativar sua atenção, assim nunca havia feito o intento de escalar em um desses tubos.
Ver-la cautiva com o tubo me animou a meter-lhe a mão, e ela, para minha surpresa, me o permitiu. Havía alcançado o cometido, havia despertado o apetite sexual da minha esposa.
Adriana, vendo-se torpe e carente de talento para a prática do pole dance, se inscreveu em uma série de aulas, que terminariam despertando aquele apetite sexual adormecido por tanto tempo, e que além disso nos permitiriam relacionar-nos com um novo universo de pessoas.
Os benefícios foram quase que imediatos. Lembro-me de Adriana, após a primeira aula, chegar em casa entusiasmada para praticar, e embora apenas tivesse sido uma lição, havia sido suficiente para ela aprender as bases para escalar e manter-se segura no tubo, mesmo por alguns segundos breves. Pude observá-la nessa ocasião e, sinceramente, me aqueceu vê-la ali, pendurada, executando sua dança como se tratasse de um ritual de acasalamento, sentindo-se observada, diva e desejada.
Claro que no foi até o final que se fez a estreita comigo, mas nessa ocasião não me importou seu despeito, pois a oportunidade de permitir um recuerdo sensual do seu corpo foi suficiente para meu orgasmo posterior, obviamente provocado por mim, como era costume durante aqueles anos tediosos de casamento.
Claro que meus tempos de casado onanista estavam próximos a terminar. Não sabia o que lhes ensinavam na academia de pole dance, mas Adriana regressava para casa com uma mentalidade completamente oposta à que habitualmente tinha. Era uma mulher absolutamente sensual, e além decidida a se realizar sexualmente, decidida a submeter sua parceira ao desejo ou fantasia sexual que tivesse aquele dia na mente.
A mim me encantava ser seu brinquedo hedonista, me encantava ser o protagonista das suas fantasias, e muito mais o fato de ver-lhe fascinada em sua entrega aos prazeres da carne.
Mas o melhor ainda estava por vir. O prêmio maior não foi ter despertado o apetite sexual da minha mulher, realmente a recompensa da aquisição do tubo foi o fato de termos nos relacionado com o entorno do pole dance, com essa comunidade que treinava todos os dias às seis da tarde em um recinto ao norte da cidade. Especialmente com Luciana, a mestra do grupo. Ela foi a encarregada de me tirar do engano da suposta felicidade no casamento. Luciana foi a encarregada de mostrar-me essa face que minha mulher tanto se negava a mostrar, e Luciana foi uma inspiração para uma reprimida, como era minha esposa.
Não a conheci de graça. Foi um descobrimento que valeu a pena a cada segundo punheteiro.
A medida que viajava para Adriana chegar animada e dominante em casa, perguntava-me por quê havia mudado sua atitude. Perguntava-me a cada instante o que poderia estar lhe ensinando nas aulas de pole dance, o que pudesse fazer com que ela chegasse tão desejosa.
O primeiro que eu comprovado foi que não havia homens treinando. O pole dance é um esporte destinado às mulheres, mas nunca falta encontrar-se com um desses personagens de gostos singulares, uma maricota reprimida. O caso é que não o havia, felizmente, porque também teria sido traumático ter que vê-lo forrado em mallas.
Outro coisa que aprendi imediatamente é que Luciana era uma escultura de mulher. Era uma mulher com cerca de 40 anos, embora dificilmente parecesse essa idade. Sua pele era grossa e brilhava suave, sem rugas no rosto ou notáveis estrías nas pernas. Era uma mulher extremamente conservada, a quem facilmente poderiam calcular-se dez ou até vinte anos menos.
Sua pele era branca, realmente muito pálida, de aparência delicada. Seus joelhos estavam perfeitamente torneados, eram de um considerável grosor, mas sem chegar ao ponto de parecer desmedidas, deformes ou celulíticas. O suficiente tonificadas para exibir um biquíni com orgulho e o suficiente suaves para evocar essa sensação tão feminina como a de coxas esponjosas e blandas na sua cara interna. Sinceramente eram uns joelhos que, se expostos, estavam destinados a provocar milhares de ereções.
E se suas pernas eram um monumento todo, ali não morria sua sensualidade. Seu traseiro era outro espetáculo digno de provocar mil e uma fantasias. Era carnudo, maciço, muito curvilíneo, com um tatuagem de uma maçã em uma das suas brancas e aparentemente delicadas nádegas, e outro de uma garganta ou demônio na altura do coxim. Era um cu pulposo, que ficava exposto ao vestir essas minissaia com as quais impunha sua classe; um cu que se sacudia ao ritmo da dança, ou ao estrellar fortemente contra o chão.
Claro que quando se fala da sua vestimenta, não todos os elogios vão destinados à sua despampanante bunda, também haverá fãs de ver-lhe a forma marcada da sua vagina desenhada pelas telas apertadas da sua calcinha. Trata-se de um vagina carnosa, notória à vista e apetitosamente palpável. Luciana tem uma vulva destinada a chamar atenção, pois outra das coisas dos seus bailes sensuais é a constante abertura de pernas, o que expõe à vista e frequentemente sua suculenta vulva.Sus quadris se correspondem com o grosso das suas pernas e do seu traseiro, são consideravelmente macias, brancas e de carnes suficientemente flácidas para sacudirem-se ao ritmo dos seus bailes. Seu abdome era relativamente plano, com um que outro excesso adiposo, mas nada que fosse descomunal ou desagradável à vista. É mais, para a idade que tinha, diria que tinha uma zona abdominal mais que aceitável. Sua cintura estava bem definida, tanto assim que, apenas a ver, era toda uma tentação agarrá-la de lá, embora seja indubitável que, ao igual que seu abdome, teria algum excesso de gordura, mas nada para escandalizar-se.
Luciana era uma mulher com seios pequenos, mas era uma obsessa por mostrar-os. Obviamente não ali, nas aulas, embora em algumas chegasse a usar uma ou outra calcinha com certas transparencias. Mas onde realmente gostava de exibir-os era em suas redes sociais. Eu vim a saber quando minha obsessão por ela começou a crescer, o que, sinceramente, foi questão de dias.
Sua pele branca e frágil estava decorada com alguns tatuagens. Al lado da maçã em sua nádegas direita, e ao do demônio em suas coxas, se somam o de um dragão em sua espalda, uma pareja fornicando em um dos seus ombros, um tribal em um dos seus antebraços, um sol no outro, entre tantos outros no extenso lista de marcas em sua pele. Isso lhe dava uma apariência de garota rude a uma mulher que vinha envolta em porcelana.
Era isso que completava com seu rosto. Era justamente ali onde concentrava seu charme. Era uma mulher verdadeiramente linda. Seus olhos eram grandes e de um negro intenso, sua nariz fina e sem irregularidades à vista, seus lábios certamente pequenos, mas de um rosa intenso e de uma aparência de umidade constante, provocativos sem dúvida alguma. Sua sobrancelha delgada e perfilada ressaltava ainda mais seus belos olhos, e complementava perfeitamente seu cabelo de um negro intenso.Ele levavaRelativamente curto, na altura dos ombros, habitualmente solto e desordenado.
Sua face não conseguia ser extraordinária por sua aparência, eram seus gestos os que a faziam uma joia genuína para admirar.
Luciana tinha a capacidade de desenhar o desejo à perfeição na sua cara. Era uma mulher supremaamente hábil para provocar por meio de seus gestos, através de suas olhadas e de suas sempre pícaras sorrisos, seu rosto era sinônimo de tentação, era a abertura a um universo de fantasias onde se podia imaginar sempre pervertida, sempre impúdica.Capítulo II: A virgindade de Luciana

A primeira vez que a vi foi de passagem, um dia em que me aventurei a buscar Adriana. A vi apenas por alguns segundos, pois quando cheguei, ela estava finalizando a aula. Abandonou o recinto em questão de segundos. Não tive oportunidade de apresentar-me ou de cumprimentá-la. Nem de detalhar-lhe, embora esse primeiro olhar tenha sido mais que suficiente para criar uma imagem permanente dela na minha cabeça.
Mas disso derivou em uma das situações mais morbosas que vivi com Adriana, pelo menos na nossa época de casados. Essa noite o calor nos entrou a nós dois, eu por ver Luciana e Adriana porque havia estado em uma de suas aulas. Terminamos fazendo isso no carro, à frente do recinto onde funcionava a academia.
Simplesmente antes de ligar o carro, comecei a acariciar uma das suas pernas e ela se jogou sobre mim para me beijar e se esfregar contra minha humanidade. Foi questão de passar ao seu lado, reclinarmos um pouco a cadeira e deixarmo-nos levar.
Nunca pensei que Adriana e eu o faríamos em um local público, e menos em um com tanto trânsito de pedestres. Mas os dois estávamos o suficientemente excitados para assumir o risco. Pouco nos importava se nos viram. Certamente, foi um dos melhores ejaculations que íbamos a ter em toda nossa vida de casados.
Durante o sexo eu tive a Luciana como minha grande inspiração, imaginei minha mulher com seu ostentoso bumbum, assim realmente estivesse longe de parecer-se. Pus a Adriana o rosto de Luciana, ou pelo menos o borroso recuerdo que me deixou esse primeiro e fugaz aproximação. Foi o primeiro rastro da obsessão que acabava de nascer em mim por essa mulher.
Era ironica a vida. Agora que Adriana era complacente, meu desejo não poderia satisfacer-se com ela. Minha nova ambição foi Luciana.
Foi algo estranho em mim, pois nos dez anos que eu levava de casado sempre havia visto com mau olhar o fato de enganhar minha mulher, mais ainda quando chegaram Nachito e Lucía. Mas agora pensava diferente. Foi tanta a perversão que me provocou Luciana, que não me bastou com dar um pé no meu sexo imaginando-a como sua provocativa professora, senão que um tempo depois eu me masturbei pensando novamente nela.
Depois dos orgasmos com o seu nome, eu me senti saciado, achei ter superado o desejo que ela me gerava, mas foi questão de horas para que aparecesse novamente, para eu me dar conta de que estava nascendo em mim uma obsessão por ela.
Cheguei 15 minutos antes do que eu fiz no dia anterior. Buscando não incomodar as meninas com minha presença, decidi situar-me em uma esquina do recinto, pegar o celular entre minhas mãos e fingir procrastinar, aparentar estar ali esperando para que passasse o tempo, para que finalmente a lição acabasse para levar minha mulher para casa.
De rebojo echava um olhar para a classe, olhadas fugazes que tinham como grande objetivo apreciar Luciana em ação. Ver-lá ali pendurada de um tubo com esse corpo tão tonificado e ao mesmo tempo tão flexível, essa figura majestuosa encimbrada à sensualidade, balançando-se como uma cabareteira; mostrando às esposas de um punhado de pusilânimes, como eu, como se ver provocativas e sedutoras. Seus gestos eram sugestivos, eram uma insinuação permanente.
A despeito de os vislumbres terem sido ocasionais e dissimulados, me permitiram criar um melhor recordação, uma imagem mais clara de como era Luciana. E minha obsessão foi aumentando.
A classe terminou. Luciana saiu do recinto e empreendeu seu caminho por um longo corredor, balançando de lado a lado esse bunda generoso nas carnes. Rouba a atenção do supostamente distraído marido de uma das alunas, realmente o único presente ali.
Aquele dia não tive a mesma sorte do anterior. Não houve sexo com Adriana, nem no carro, nem quando cheguei em casa. De fato, ela se incomodou por me ver novamente ali. Me explicou que não gostava de ser esperada dentro do salão, pois a fazia parecer submissa e dominada entre um grupo de mulheres aparentemente libertadas.
Essa vez não me incomodou, nem sequer me importou que minha mulher se negasse a dar um puta comigo. Não me afetou essa necessidade de desfogar que eu tive após ver Luciana dando sua aula, nem sequer isso. Sabia que meu desejo não podia ser satisfeito com Adriana, nem sequer com essa nova versão que era muito mais libertina.
Essa foi a noite do acecho, a noite do 'estalqueo'. Dediquei um bom par de horas a procurar Luciana nas redes, a explorar uma boa quantidade de suas publicações. E me levei uma grata surpresa. Luciana era muito mais quente do que eu poderia ter imaginado.
Talvez havia sido tão moleca e tão reprimida minha mulher que quando vi uma mulher verdadeiramente perversa, fiquei fascinado, ou melhor, encantado, encantado.
Encontrar suas redes foi um picante condimento ao coquetel da obsessão que crescia em meu interior por ela. Não só eu me encontrei com uma imensa coleção de imagens de muita pele e muita carne, cheias de provocação em cada pose e em cada gesto; eu me encontrei também com centenas de histórias e pensamentos sugestivos.
Perdi a virgindade com um rapaz do meu bairro. Nós tínhamos mais ou menos a mesma idade. Era um rapaz crente, muito devoto, muito tenro e muito ingênuo. Como eu, era fisicamente precoce: um menino segurando o corpo de um adulto. Não estávamos preparados para nós mesmos, muito menos um para o outro. No entanto, percebi como me observou. Sentí que seus olhos viajavam através do meu corpo, que recorriam descaradamente minhas carnes e minha pele. Isso era poder! Propus-me abusar disso.
Cada passeio de ônibus para e desde a escola, eu cruzava minhas pernas, de lado a lado e com descaro, hipnotizando-o com um feitiço que não entendia, incitando nele um anelo que não podia nomear.
Ele beijou-me na parada do ônibus, deixando migalhas de bolo em minha barba. Era amor.
Não lembro do dor desse, minha primeira penetração, uma falta de sofrimento pela qual me sinto culpado por sempre. O que sim lembro é o céu azul e claro sobre mim, o zumbido de um mosquito no meu ouvido, e o bosque e a terra abraçando-nos.
Meu cabelo ficou preso debaixo da sua mão. Ele empurrou uma, dois, três e quatro, e em seguida deixou cair sobre mim, para finalmente apropriar-se do meu cosmos. Me desconcertava o fato de pensar quantos segundos de penetração eram necessários para se considerar sexo.
Ouvi um hipó. Um chorão. Chorando disse ter traído a promessa feita ao pai celeste.
Não tem ela o direito, talvez, de ser jogada por uma garota? Suportei não ganhar nada do balanço das nossas almas na terra nesse bosque seco?
Ainda sim, fui o suficiente para ofender tanto homem quanto Deus. Suba sua bicicleta e madure!A legenda diz que em uma das fotos em que a jovem Luciana sorri provocativamente e mostra os seios em uma de suas redes sociais.Isso foi apenas uma das joias em um perfil cheio de insinuações e guarradas. Uma delas, por exemplo, era um tutorial para tirar fotos de um cu com volume, obviamente protagonizado pela sensual Luciana, ou suas entusiastas lições de pole dance em vídeo, acompanhadas de legendas como “Outra coisa que me fez bela, o pole dance”. E nem falar do seu relato lésbico com ‘Pati’, que mereceria uma menção à parte.
Capítulo III: Sede de admiração

A dizer a verdade, houve um conteúdo que chamou minha atenção acima das demais, pelo menos nessa primeira jornada de exploração de suas redes sociais. Era uma foto da Luciana, uma foto de corpo inteiro, na qual ela posava de perfil. Na imagem, Luciana aparecia de joelhos, com um vestido que havia situado à altura da cintura, ou seja, o havia ido remangando, de baixo e de cima, situando-o tudo na zona da cintura. Seus seios ficaram ao descoberto, embora apenas um deles apareça na imagem, pois estar de lado, um se esconde atrás do outro. Também fica ao nu sua zona pública, pois não se observa calção ou meia que a resguarde, embora não se veja coisa alguma porque o ângulo que forma com suas nádegas e pernas evita que se possa apreciar facilmente o que poderia ser uma inspiração para todo tipo de perversão.
A imagem vem acompanhada de uma lenda que diz:
Translation:Imagina-o. Já não estão juntos. A separação é iminente entre vocês. Não há tempo suficiente nesta dimensão para ressarcir o dano, suas almas jamais voltarão a se fundirem em uma. ¡A merda do mundo!
Cada um sabe o que é seu, já não há rastros da sua pele sobre a tua. Vocês já não estão mais juntos. Sente-se bem de qualquer forma. Sente-se melhor do que você se lembra.
Sua energia sexual é pura, a força motriz da vida que anima os espíritos. A sexualidade é o núcleo da criatividade, tanto literal como figurativa; é a mãe de nossos filhos, é a mãe de nossas canções. Quando você comprime sua sexualidade, seus desejos e seu prazer; quando se sente suja por isso, regala a fonte da criação que percorre seu ser. Não se reprimam nunca, e muito menos porque sua parceira já não é mais sua parceira.
Agora és livre para encontrar quem realmente valorize agarrar-te da cintura, que considere entregar-te suas carícias sobre tua espinha, que te trate como um manjar para saborear, que te contemple como um banquete para devorar.
Deixa que ela escupe na tua boca, pois já não é apenas tua, nem te importa. Nunca se sentiu melhor.
Era um monólogo destinado a preencher de confiança as mulheres inseguras com seu homem, convidando-as a viver livremente sua sexualidade, e ao mesmo tempo era uma interpretação dos seus desejos, talvez do seu sentir, pelo menos assim o interpretei.
Para alguém como eu era uma motivação acreditar que uma mulher de mente aberta e com tais ideias de liberdade, estaria talvez disposta a se entregar a prazeres carnais com qualquer um que soubesse ganhar esse honor. Havia chances mesmo para alguém como eu.
Restava-me apenas arriscar-me, tentar alguma coisa com ela. Não ia dormir tranquilo até que isso se tornasse realidade, ou pelo menos até que tivesse feito o esforço.
Dei voltas na minha cabeça sobre como alcançar meu objetivo, mas era tão pobre em iniciativa que não me ocorria uma situação ideal para interagir com ela até a levar ao ponto onde eu queria.
O único pensamento que eu tive foi aproximar-me novamente à academia, essa vez sob o pretexto de querer pagar a mensalidade das aulas da minha mulher. Esperaria que terminasse sua aula, procuraria-a em privado e com esse pretexto buscaria flertar com ela.
Uma vez que a classe terminou, Luciana saiu do recinto, e ao igual que a vez anterior, empreendeu seu caminho pelo extenso corredor. Me aproximei a Adriana, cumprimentei-a e contei-lhe que estava ali por causa de querer-me manter atualizado com o pagamento das suas aulas. Ela assentiu com a cabeça e seguiu concentrada escarando na sua mochila.
Sai do recinto e caminhei pelo corredor. No fim do mesmo havia uma porta branca com uma estrela dourada e o nome de Luciana, como se tratasse de uma celebridade, no mínimo assim me sentia eu.
Chamei à porta, que estava entreaberta, e em seguida ouvi a voz de Luciana, convidando-me a entrar.
Eu lhe cumedi, mas antes de que ele terminasse de perguntar como estava, Luciana interrompeu perguntando:
- O que é isso que você veio fazer aqui?... Algo especial ou hoje também veio sozinho para incomodar as meninas?- Importunar para quê? O que você quer dizer?Here is the translation: A morosas, instigá-las com seu olhar acossador - Disse a sensual professora, enquanto eu era incapaz de parar de lhe olhar para sua barriga- Não, Luciana, isso não é assim. Não venho caçar ninguém, venho buscar minha mulher e me dá pereza esperá-la no carro. Entro nas suas aulas para ver o que vocês ensinam, mas não caço em nenhuma das meninas.- Me parece difícil acreditar, quando não parou de me fixar a olhar na minha barriga- Desculpe-me, não quis ser grosseiro, imprudente nem ousado. Sinceramente foi um ato relâmpago, foi algo que não pude controlar. Perdoe-me por isso. – Dissei ao mesmo tempo que me rubricasse- O que precisa?- Vinha para pagar a mensalidade das aulas da Adriana, minha mulher...
Saí o dinheiro da minha carteira, contei e entreguei. Esta vez, fixei os meus olhos nos seus e não parei de observá-los durante um longo período. Perdi-me neles, pois verdadeiramente me pareciam enigmáticos. Parecia que com seu olhar podia transmitir uma infinidade de sensações, e muitas delas evocavam o cortejo. De repente, ocorreu-me comentar-lhe que a havia estado lendo, e que me pareceu extraordinária, muito talentosa, ousada, mas especialmente valiente por permitir que mais mulheres tivessem essa inspiração para a vida.
- O que gostaste do que liu? – Perguntou ela mostrando-se autenticamente interessada- Li muitas coisas, mas o que mais me agradou foi tua definição e concepção da sexualidade como o eixo motivacional de todo ser. Isso de que a sexualidade é o núcleo da criatividade, tanto literal quanto figurativa me pareceu uma reflexão interessante, consciente e acertada.
Ela ficou impressionada ao ver que meu elogio não era mentira, ao notar que era real que eu havia lido, e que era genuína a admiração que eu havia expresso como escritora.
- Agradeço-te o cumprimento. Não pensei que um homem se tomaria o trabalho de ler minhas reflexões e meus relatos- Pois já vejo que sim, que aqui há um que ficou tão maravilhado com o seu talento que não se aguentou as vontades de vir conhecer-te- Ah olha. Pensei que havias vindo buscar tua mulher- Bem, ao começo sim. Mas para mim foi tudo um evento isso de Adriana deixar de ser uma reprimida e passar a ser uma garota sexualmente ativa. Por isso quis vir ver o que aqui aprendia. Aqui te conheci e confesso que me quedado encantado com tua natureza. Eres linda, escultural, atlética, segura de ti mesma, ousada, desafiante, talentosa, eres mágica, definitivamente, com o pouco que te conheço me atrevo a garantir que és uma em um milhão.- Que amável e generoso da tua parte, embora soe um pouco zalamerado. Não terás uma dupla intenção comigo?Translation: Mas realmente não sei até que ponto poderia chegar minha admiração por você, mas seria um completo mentiroso se negasse o quanto me atrai. Não é apenas bela, senão também culta e talentosa. O que mais pode pedir-se a vida?- Você gostaria de que a gente tome um café e conversamos nestes dias?- Absolutamente. Seria um honra para mim.- O que você acha amanhã às quatro? Encontramo-nos aqui e vamos para um lugar muito agradável que está a duas ruas- Conta com isso
Despedi-me com um beijo tradicional na face, o que me permitiu sentir a suavidade da sua pele pela primeira vez na vida. No outro dia cumprir a cita, com muito anelo esperei, e com absoluta pontualidade cheguei. A noite anterior havia dedicado horas a seguir explorando suas redes sociais, procurando assim dar-me uma ideia maior da essência do seu ser.
O encontro foi mais do que frutífero, pois nos demos bem em mais de uma ocasião, mas o mais importante é que íamos a finalizar concordando um próximo encontro para algo muito mais compromisso.
- Você o leu, leu Octávio Paz? – perguntei a Luciana após o primeiro gole de café- Claro que o li eu, amo-o- Genial. É simplesmente uma mente brilhante, um referencial para todos aqueles que ousadamente se aventuram no mundo das letras.- Sim, sim, embora eu seja mais do estilo de Carla Márquez Você a conhece?- Claramente. Eu me rubifico e me aqueço só de lembrar-me de uma parte da sua obra- Você já leu 'A' de Almudena Grandes?- Claro. É mais, qualquer pessoa que não tenha lidoAs Edades de LulúNão devia ser digno de saudações entre adultos- Ahahahahaha é verdadeiro, é verdadeiro. Veja, gostaria de te fazer uma prova, quero fazer-te duas perguntas. A primeira é: Qual é o seu livro favorito de literatura erótica?- É difícil escolher um como favorito, embora haja dois que merecessem lutar pelo primeiro lugar:A Revolta dos FollamantesEAs the translation rules indicate that proper nouns should not be translated, I will leave the title as it is.
- Não posso acreditar que haja alguém no planeta que desfrute tanto da obra de Margarita Villareal como eu faço- Pois já vês...- Mas tu nos veio até aqui só para falar de literatura? Tens alguma intenção comigo?
Engoli saliva, senti que o mais prudente antes de responder a uma pergunta tão frontal era esperar um par de segundos, dar um pouco de drama à resposta. E no fim, admitir o óbvio, aceitar meu desejo em relação a ela.
- A verdade sim. Me has cativado por completo. Eres a perfeição encarnada. O queira não te incomode minha ousadia, não me incordie minha admissão, pois não é minha intenção nem acossar-te e tampouco desrespeitar-te- Calma, eu não me sinto desrespeitada, eu me sinto desejada... Você daria um cargo de consciência em enganhar sua mulher?- Não sei. Possivelmente sim, mas sinto que nossa relação está agonizando, que qualquer tentativa por resgatá-la resultará infrutífera, e não vale a pena gastar energia e tempo em algo assim. Ela faz tempo deixou de desejar-me, e eu faz tempo comecei a sentir que estava com ela por obrigação.- Olhe bem. Já somos dois as vítimas de casamentos mal conduzidos. Eu estou pronta para tornar realidade o seu sonho, por experimentar, afinal eu também sei o que é estar presa em um casamento por conveniência ou outra razão. Mas não vai poder ser agora nem aqui. Eu preciso terminar este café e ir dar uma aula. Além disso, se você quiser que eu explique melhor, estou pronta para tudo com você, mas você terá que me fazer sentir como a deusa que você diz que sou para você. Emprésteme seu celular...
Agarrou-o entre suas mãos e chamou o seu- Aqui está o meu número, guarde-o e escreva-me mais tarde, com isso vamos acertando quando e onde nos vemos
Não sabia o que dizer, só sorri, assenti com a cabeça, despedi-me dela e saí do lugar torpemente, chocando-me com um dos muros. Estava pasmo com o que acabara de ocorrer.
Essa mesma noite eu lhe escrevi. Não queria ser intenso com ela, mas sabia que, se não me pronunciava imediatamente, a oportunidade iria me passar. Ela não teve reparo em responder, de fato foi muito jovial e aberta nas conversas por chat. Acordamos que o nosso encontro seria o fim-de-semana seguinte. Tinha então uma semana para preparar um encontro à altura da situação, que não era qualquer; Luciana era longe a mulher que mais fantasias me havia inspirado em minha vida, mesmo acima de Adriana nos 10 anos de casamento. Era a oportunidade da minha vida, pelo menos no que se refere a ter um polvo para recordar à hora de morrer. Estava seguro de que uma relação com uma mulher tão descocada tinha que ser lembrada por séculos e séculos. Reservei o Suite do Penthouse no Hotel Four Seasons. Literalmente pretendia que fosse um polvo com altura.
Aquela sala de hotel custava cerca de um mil dólares por noite, o que para alguém como eu não é pouco. Mas sinceramente valia a pena. Queria dar-lhe um prazer autêntico e cumprir com o prometido, tratá-la à altura de uma deidade, e o primeiro era criar um ambiente digno dela. Antes a levaria para jantar ao '.Cromático, que nunca decepciona. Essa semana não houve atividade sexual para mim. Nem sexo com Adriana, nem masturbação. Eu queria preservar minha energia vital para o momento desejado.
Não sabia se ela cumpriria, se apenas se tratava de uma brincadeira que lhe estava jogando a um homem obsessivo com seu ser, mas de cumprir o prometido, eu ia me tornar o sujeito mais feliz do planeta.
Tive também que planejar com cuidado a desculpa para sair de casa sem que Adriana suspeitasse. Claro que nem fui muito criativo, disse-lhe que teria que fazer um viagem de trabalho, mas que estaria de volta no sábado, passando o meio-dia. Ela não teve maior receio diante da minha explicação, simplesmente acreditou; não tinha motivo para desconfiar de um tipo que lhe havia guardado 10 anos de fidelidade sagrada. Talvez também fosse uma situação ideal para ela, possivelmente estava-lhe dando carta branca para meter o seu amante em casa, se é que o tinha.
Também teria que explicar-lhe a razão da desaparecimento de uma quantidade tão atraente da conta bancária. Mas isso seria algo que me daria um pouco mais de tempo, pois não era um movimento do qual fosse dar-se conta imediatamente.
Claro que quando chegar o momento, não ia ser uma situação fácil de explicar, pois era um movimento que implicava a desapareição de pelo menos mil dólares, e digo pelo menos mil porque não sabia se durante minha estada nesse hotel, com a sensual Luciana, o gasto poderia aumentar.
Capítulo IV: O vício de se sentir desejada

Esse dia eu tive ansiedade desde o momento em que acordei, mas ao chegar a noite, a ansiedade começou a mudar para euforia. Com Luciana havíamos concordado em nos encontrar após uma hora das suas aulas, ali, na academia onde as ministrava. Pensávamos que uma hora seria tempo suficiente para obter que todos os conhecidos desaparecessem da zona.
Ela apareceu minutos depois, exibindo um longo e elegante casaco. Subiu ao carro, me saudou e ligou o aquecimento, vinha aturdida pelo frio. Liguei o carro e parti rumo ao nosso destino.
- Você fantasiou comigo ao ler meus relatos? – perguntou ela para quebrar o até então reinante silêncio- Eu mentiria se eu disses que não, foi-me absolutamente inevitável.Here is the translation: E com o que você fantasiou?- Já vais ver isso...I'm ready! Please provide the Spanish text you'd like me to translate into Portuguese. Sabes com que eu sonho?- Com o quê?- Com exercer um dia como stripper de clube de estrada, com as miradas lascivas dos homens cravadas em mim. Um que outro jogando suas mãos de forma ousada em direção a mim, para meter-me um bilhete entre a thong ou simplesmente para me tocar. Tendo eu toda a atenção do momento, ahí exposta, absorvida por essa sensação de tabu- Eu estaria na primeira fila sem dúvida alguma. Se vês que é possível cumpri-la, avisa-me, quero estar lá- Ah, ah, ah, sua esposa não lhe deixaria ir, você tem cara de meias- É verdadeiro. Mas estou disposto a pôr de minha parte o que haja que pôr para deixar de sê-lo! Me cansei!- Você a engana há quanto tempo?I'm ready! Since there's no text provided, I'll assume it's an empty string . In this case, the translation would be an empty string as well: . If you meant to provide a text in Spanish, please go ahead and give me the text, and I'll translate it from Spanish to Portuguese according to the rules you specified. Isso vai ser a primeira vez- Não te creio, já, já, já- Não te mento. Vai ser a primeira vez. Faz tempo que deixei de querê-la, mas nunca me atreveri a enganá-la, não pelo menos até encontrar alguém com quem realmente valesse a pena.- E hoje você já não se sente culpável?Here is the translation: Para nada. Era algo que se via vinha. E certo grau de responsabilidade terá ela em que eu tenha tomado essa decisão? Você engana o seu esposo há quanto tempo?- Ei, se eu contasse... O nosso foi um casamento forçado por meu pré-maturo aborto. Basicamente, nossos pais decidiram por nós. Estava destinado a sair mal e saiu mal. Acho que não há época da nossa relação em que eu não o tenha enganado. E possivelmente ele faça o mesmo, estamos juntos por nosso filho, e basicamente para dar a impressão de uma família feliz, que à hora dos negócios e do relacionamento público termina beneficiando O viagem até o hotel foi complexa para mim. Lembro-me desse momento em que paramos na altura da 7ª com 116, o sinal vermelho me permitiu prestar mais atenção à sua fantasia de stripper de estrada, o que desde aquele mesmo instante me causou uma ereção que demorou um tempo para desaparecer. É mais, reviviu por momentos durante a ceia e ao caminho até o hotel.
Lá uma garrafa deVeuve ClicquotNós esperava. Nós sentamo-nos frente a um dos ventanales que funcionava como muro. A panorâmica do bairro era imponente, mesmo nesse lugarejo de cidade, e muito mais era o morbo de saber que íamos a cular em um último andar, vendo a vida passar debaixo dos nossos pés, podendo ser vistos à distância por qualquer pessoa com um pouco de sorte e um sentido de vista afinado.
Bebermos a garrafa de champanhe sem pressa alguma. Fizemos isso enquanto conversávamos sobre a vida, do fracasso dos nossos casamentos, dos sonhos por realizar e especialmente enquanto falávamos sobre nossa paixão em comum: escrever.
Eu me sentia um pouco intimidado ao pensar no que minutos após faria com Luciana. Ela me havia feito entender que era uma mulher muito ativa sexualmente, e cheguei a sentir algo de desconfiança ao ver-me tão pouco treinado e tão reprimido nos últimos anos.
Claro que esse nerviosismo desapareceu quando Luciana deixou seu abrigo ao lado e a tentação entrou pela vista; ela se pôs de joelhos, e ainda vestindo suas mallas, me deleitou com um baile sensual, um dos muitos em seu repertório; a mim e a todo aquele que à distância pudesse ver através dos cristais.Shabba RanksDe quem não sei o nome. Seu baile foi uma inspiração total. Seus movimentos eram agressivos e seus gestos desafiadores.
Sus nádegas foram as grandes protagonistas da sua apresentação. Enquanto seu rosto se posava no chão, seu bumbum se erigia sobre o resto do seu corpo. O movimentava com movimentos cadenciados, medidos no tempo e rematados com uma forte sacudida de suas carnes.
Claramente também houve um momento destinado a se levantar, dar um par de passos para trás, estrellar seu culazo contra uma das janelas, e novamente menear-se, embora agora um pouco mais lento, encarregando-se de começar a manipular todo o seu corpo, que ainda seguia coberto por suas meias.E então uma vez se cansou de espalhar seu bumbum contra os cristais, se deu volta, dando a cara para qualquer um que pudesse estar olhando desde fora.Sua imensa bunda por fim me via à cara. Eu estava um pouco afastado, pois entendia que Luciana precisava do seu espaço para desplegar todo o seu talento. Mas além do distanciamento, era tudo um prazer ver por fim de frente esse cu maravilhoso, vê-lo sacudir suas carnes, e imaginar que uns minutos depois isso estaria passando, mas sobre mim, estaria se esbaldando alegremente, ao ritmo de uma impetuosa cavalcada.
Ficando assim, de costas para mim e de frente para os vidros, Luciana começou a despir-se, ao ritmo da música baixou por seus braços os tirantes das suas malhas, a parte alta do seu peito ficou ao descoberto, embora por momento eu só havia visto sua espalda, adornada pelo seu colorido tatuagem do dragão. Luciana apoiou seus seios contra os cristais e continuou sacudindo suas nádegas de lado a lado durante um bom tempo. Eu morria de ansiedade porque ela se virasse e por fim veria esses peitos pequenos, mas ainda firmes apesar dos 40 anos; era vítima da congoja, ansiava ver de frente seus gestos incitadores, añorava ser cúmplice de seus atos pecaminosos.
Claro que quando Luciana se deu volta, desapareceram os sugestivos gestos do seu rosto, pelo menos por um instante. Os substituíram por uma carcajada hilariante, pois lhe gerou graça ver minha cara de idiota ao ser vítima de seu hipnótico baile.
Mudou de assunto, colocou um chamadoHomage ao mérito dos Liseiros. Com a parte alta da sua lingerie pendurando da cintura, caminhou pela sala até tomar uma cadeira, em seguida voltou ao lugar onde estava e começou a dançar novamente. Pediu que lhe alcançasse a garrafa vazia de champanha que bebemos anteriormente, obedi a imediatamente. Aproximei-me a ela, dei-lhe e voltei para meu lugar de privilégio.
Ela largou a garrafa sobre a cadeira, situada exatamente à frente dela, e começou a dançar lentamente. Sua língua se tornou protagonista desta parte do baile, pois esteve o nãoventa por cento do tempo à vista. Marcou o ritmo dos tão presentes ademanes de seu rosto.
Sus mãos também tomaram maior protagonismo, começou a frotá-las fugazmente sobre seu púbis, e especialmente as utilizou para jogar com seus seios entre elas. Depois, com os polegares, agarrou suas malhas dos lados e começou a baixá-las lentamente, até chegar ao ponto de que caíssem no chão por ação da gravidade.
Seu corpo macio e luxurioso estava nu, embora sua vulva continuava invisível para mim, pois nesse momento se escondia atrás da garrafa que havia posto sobre a cadeira minutos antes.
Luciana me fez um sinal com os olhos, convidando-me a aproximar-me e tirar a garrafa. Assim o fiz, aproximei-me, peguei a garrafa em uma das minhas mãos e deixei-a no chão. Depois fiquei novamente hipnotizado com seu corpo, guardando silêncio absoluto enquanto a contemplava, expressando toda minha depravação apenas com o olhar.Ela tomou uma das minhas mãos e a pôs sobre sua vulva. A sua intenção era clara, fazer-me saber que seu cu, com o simples fato de dançar, se havia molhado, se havia condimentado. O prato forte estava servido.
Capítulo V: “Cogumelo” sai
Ao ver-me confortável e feliz, sentindo sua calor a través da yema dos meus dedos, sentiu-se com autoridade para lançar uma das suas mãos em direção ao meu membro. Agarrou-o, ainda coberto pelo calção, palpitou toda a zona e, em seguida, deleitou-me com um profundo beijo. Foi um beijo realmente extenso. Nos deu tempo para explorarmo-nos até à garganta, permitiu-nos sentir o sorriso que se desenhava no rosto do outro, ao ver-se insultado por uma língua até então desconhecida...É curioso que tenha tido que publicar quatro capítulos ao mesmo tempo, mas teria sido uma falta de respeito para aqueles que chegam à quarta parte e não se dão a oportunidade de conhecer as anteriores, mais ainda com a acolhida notável que teve há uma semana. Poringa é supremamente rigoroso com sua política de não compartilhar links que conduzam a downloads, embora o que eu compartilho aqui não conduz a essas. Por sinal, aqui os volto a compartir, para que leiam a continuação deste relato https://relatoscalientesyalgomas.blogspot.com/2021/02/la-profe-luciana-capitulo-v.html
1 comentários - Profª Luciana (Caps. 1-4)