Sonho juvenil de inverno do meu marido

Uma noite como qualquer outra nos contatos, trocando ideia, acabei encontrando uma mulher madura, uns 51 anos, com quem rapidamente criei uma puta química e confiança. Depois de conversar a noite toda, ela me propôs a gente se ver, e eu topei na hora, achando que era um teste. Mas no final não, ela disse que tinha um lugar e que queria que eu fosse vê-la, mas só podia de manhã, e eu aceitei porque não tava trabalhando nem tinha aula na faculdade por causa das férias de inverno. Nessa época eu tinha 23 anos e ela uns 51. Beleza, ela me passou o nome de umas ruas onde eu devia ir, e a gente se encontrava numa esquina. Era pra ir pra Barracas, que ficava perto, já que sou de Lanús. O detalhe é que eu tinha que ir às 8h da manhã, no meio do inverno. Tava com tanta vontade de comer uma coroa que aceitei sem pensar duas vezes. Achei que ela tava de sacanagem, já que me chamou de manhã num dia de semana. Ok, descansei umas horas, levantei e me preparei pra ir vê-la: um banho caprichado e garantir que tava depilado, e fui. Quando chego na esquina, não vejo ela. Por sorte o lugar era tranquilo e dava pra esperar sem estresse. Mando um zap avisando que cheguei, ela responde em 2 minutos e me passa um endereço, falando pra eu ir pra lá. Levei uns 5 minutos pra perceber que tava a 30 metros desse endereço, e quando chego, vejo que é uma escola, sim, um colégio de ensino médio. Mando mensagem dizendo que tô na porta, ela lê na hora e abre a porta pra mim. Eu, por dentro, gelado, sem saber no que tava me metendo. Quando ela abre a porta, lá está ela com o uniforme de auxiliar. Me cumprimenta e me faz entrar. Já dentro, ela manda eu segui-la, enquanto a gente conversa e ela diz que não acreditava que eu ia aparecer. Achou que eu ia furar, mas ela não fazia ideia da vontade que eu tava com ela. Passamos por várias salas de aula, pelo pátio do recreio, praticamente me deu um tour pelo colégio. Mas beleza, finalmente Chegamos no lugar que eu tinha preparado, que era a sala de descanso do pessoal auxiliar. Quando entro, vejo que ela tinha arrumado um colchão com lençóis e cobertores (pelo que pensei depois que não era a primeira vez que fazia aquilo). "Ainda bem que você não confiava em mim", falo. Ela ri e diz: "Melhor estar preparada do que você me pegar de surpresa". Quando entramos no quarto, automaticamente começamos a nos beijar, de forma desenfreada e com muita vontade, beijos no pescoço, na boca, muita língua. Quando levo minha mão até a virilha dela, descubro o quanto ela estava quente e molhada, então começamos a nos despir até ficarmos completamente nus. Observo ela nua por um momento e QUE MULHER, peitos bonitos, toda depilada, uma bunda linda. Coroa, mas muito bem cuidada, daquelas senhoras que você vê na rua e não imagina que seja capaz de fazer loucuras quando está excitada. Ela se deita na cama, cama que não tinha nada de improvisada, e começo a aproveitar o corpo dela, uma boca linda e com muita vontade de comer, uns peitos com uns mamilos bem durinhos e marcados, chupei até não aguentar mais. Beijei as pernas dela até chegar na buceta dela, uma buceta linda, depilada, encharcada pra caralho, lábios inchados de tesão. Enfio meus dedos na buceta dela e foi uma sensação maravilhosa, mal apoiei meus dedos e a buceta dela já engoliu, tão quente que a coroa estava. Começo a masturbá-la e chupá-la. Além de linda, a buceta, muito gostosa. Chupei ela até não poder mais, por mim teria continuado, mas ela pedia pau. Os papéis se invertem, agora eu deitado e ela beijando meu corpo todo até chegar no meu pau, que estava tão duro e suculento, ela enfia ele inteiro na boca e chupou de um jeito tão efusivo que parecia que não tocava num pau há anos. Parou de chupar só pra subir em cima e começar a cavalgar, ela sabia que é uma das minhas posições favoritas pelas conversas que tivemos. Montava de um jeito Desenfreada que tive que acalmar ela pra não gozar. Depois coloco ela de quatro e meto na buceta enquanto estimulo a raba dela, preparando pra comer ela. Com o tesão que ela tava, não precisei de muito tempo. Nisso, quase esqueci que a gente tava numa escola, ainda mais porque ela gemia como se tivesse num hotel, completamente sem vergonha. Aos gritos, ela pedia pra eu meter na raba dela, meu pau entrou sem dificuldade, lubrificado com saliva, pelos fluidos dela e meu pau que já tava vazando muito líquido pré-seminal. Enquanto eu comia ela pela raba de quatro, ela apertava a raba pra sentir mais, algo que eu amei sentir, como se ela tivesse apertando meu pau. Já tinha passado pelo menos 30 minutos desde que começamos, e ela já pedia pra gozar. Ela tava com muita sede, queria gozo na boquinha, então comecei a meter cada vez mais rápido pra acelerar a gozada, e quando tava pronto, tirei a camisinha e gozei na boca dela. Mas aconteceu algo que ela não esperava: muito gozo. Uma coisa que me define é que, no mínimo, na primeira gozada, eu jorro muito gozo, pelo menos de 6 a 9 jatos de porra. Ela não conseguiu segurar tudo na boca, então o gozo transbordou, ela engoliu o que deu, e o resto ficou no corpo dela, principalmente nos peitos. Ela, surpresa e feliz, me disse pra descansarmos uns minutos, que a gente tinha até as 15h pra ficar sozinhos na escola. Aí a gente aproveitou ao máximo, comemos por todo lado: salas de aula, banheiros, sala da diretora, no meio do pátio. Já que tava rolando, não deixamos nenhum lugar sem transar. Realizei uma fantasia que nem sabia que tinha. Como eu AMO mulheres maduras.

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