Era sábado e eu tava afim de sair, beber uma cerveja, dançar, me divertir. E claro, queria pegar alguém. Tava meio por fora, fazia tempo que não saía pra caçar numa balada. Mas a vontade e a atitude sempre fazem a diferença. Chamei dois amigos solteiros e fomos nessa... Coloquei minha melhor camisa, perfume importado e me depilei inteiro, minhas partes íntimas pareciam de bebê. Fizemos um esquenta em casa, bebendo e ouvindo música. Umas 3 da manhã, já enturmados, fomos. Chegamos na balada e, sinceramente, a maioria era novinha, gostosas, mas não são minha praia... De repente, vejo uma coroa dançando sozinha, um vestido branco curto colado no corpo, mal cobrindo as bandas do rabo, umas pernas lindas e muita atitude de puta. Fomos nós três, chegamos junto, fizemos uma rodada, ela dançava, rebolava, beijava gostoso, meu pau já tava pegando fogo. Gostei tanto dela que não queria dividir, cheguei nela e agarrei pra mim. Ela parecia bem decidida, mas de vez em quando olhava pro balcão. Dançamos um bom tempo, roça daqui, roça dali. Cada vez que dava, encostava nela, numa hora ficamos de frente e meti um beijo na boca. A língua quentinha dela, os lábios suados, meio salgados, me esquentaram muito e no meu ouvido ela disse... Meu nome é Alexia. Se você topa, hoje a noite a gente trepa na minha casa, Leito — Claro que topo. Haha Alexia — Olha que meu marido tá aqui. Ele tá olhando pra gente. Leito — Tá me zoando? Quer que a gente morra? Alexia — Calma. Ele tá no balcão. Ele me dá permissão. É corno consciente. Topa? Fiquei gelado. Por um momento, a excitação tinha ido embora... Leito — Tem certeza? A verdade é que a situação de comer ela na frente do marido começou a me excitar... Alexia — Vamos pro balcão, vem. Fomos pro balcão, ela me apresenta o Renato, o marido dela. Ele, muito educado, me convida pra uns drinks e fala "fica tranquilo. Tá tudo certo. A ideia é a gente se divertir os três. Eu só olho". A palavra dele me deixou calmo. E meu pau começou a subir... Alexia — E aí? Vamos, galera? Renato — Se o Leo quiser, vamos. Já! Leito... Sim... óbvio. Vamos... Nem louco eu ia perder essa oportunidade. Saímos da balada (eu sem me despedir dos meus amigos). Subimos no carro dele. Ele dirigia, eu sentei atrás e, pra minha surpresa, ela também... Colocou uma música suave e disse "em 20 minutos a gente chega", parecia mais um motorista do que o marido. Ela começou a acariciar minha rola por cima da calça, passava a mão no meu cabelo, no meu rosto, lambia meu pescoço, era um fogo, uma gostosa, uma senhora puta do jeito que eu gosto. Ele só olhava pelo retrovisor. Quase chegando, ela puxou meu pau pra fora e passou a língua só na cabeça e disse: "Isso é só o começo". Eu suando, já não aguentava mais. Um momento muito excitante, queria gozar já. Entramos na casa dela e ele preparou uns drinks. Ficamos uns minutos lá sentados, os três. Quase terminando a bebida, Alexia me pegou pela mão e me levou pro quarto dela, deixando a porta entreaberta. Acendeu uma luz baixa, a do abajur, e disse: "Deita de barriga pra cima". Ela tirou o vestido e ficou só de fio-dental. Nos beijamos com muita língua, passou a boca pelas minhas orelhas, meu pescoço, meus mamilos, enquanto as mãos dela acariciavam meu corpo inteiro, incluindo meu cu. Ela se fez de difícil até que finalmente chegou lá. Começou a chupar a rola com muita vontade e a encher de saliva. Um barulho gostoso, assim como a sensação que me dava. Nós dois começamos a gemer de prazer. Levantei o olhar e ele, Renato, o corno, parado na porta espiando o quanto a mulher dele é puta. Já fiquei à vontade e comecei... Leito: "Cê gosta de rola? Chupa, filha da puta. Se foi pra isso que me trouxe." Alexia: "Mmmmm siiiim. Adoro ser puta. Me dá mais" (gemidos). Ela tava mamando gostoso demais a rola. O corno parado olhando a bunda da mulher dele de fio-dental enquanto ela enchia a boca de rola, uma puta profissional, a Alexia. Enchi a boquinha dela de porra e o Renato tirava fotos da boca dela toda branca do meu sêmen. Ele chega perto dela. Se beijam e ele volta pra porta, como se estivesse espiando. Ela se deitou do meu lado, acariciando meu corpo. Passei a mão na bunda dela. Uma raba linda. Carnuda. Dura. Morrendo de vontade de pica. Comecei a enfiar os dedos na buceta dela, quando tava bem molhadinha, comecei a lamber o cu dela. Coloquei ela de quatro e comecei a chupar aquela raba gostosa. O cuck só tirava fotos e falava... "Que puta que você é, meu amor. Adoro isso" eu concentrado em comer aquele cu. Enchi de saliva e enfiei um dedo, dois, encostei a cabeça da pica e enfiei fundo. Fácil... Aquele cu já tava bem comido. Os gemidos dela eram muito gratificantes. O cu dela tava sentindo uma pica diferente. Ela de quatro abria as nádegas e falava... "Me come, filho da puta. Arrebenta meu cu que eu adoro, sou sua puta hoje" as palavras dela foram gasolina pra incendiar minha perversão, verdade, o nível de excitação era tanto que deixei o cu dela vermelho de tapas. Gozei. Dentro do cu dela. O cu dela se contraía escorrendo porra. Renato chegou perto, tirou fotos e chupou aquele cu gostoso que eu tinha acabado de comer. Meio surpreso e ao mesmo tempo muito excitado, eu olhava... Ele saiu do quarto e ela começou a sussurrar no meu ouvido... Alexia- Que delícia, você comeu meu cu. Adoro ser essa puta toda pro meu marido... Só de ouvir ela falar já me deixava de pica dura. Sentei ela em cima de mim. Ela ficou de costas pra mim, olhando pra porta onde o Renato estava. Começou a rebolar e a pedir pica desesperada. As nádegas dela batiam na minha pélvis. Com as duas mãos, agarrei os peitos dela. Ela continuava concentrada cavalgando a pica. O cuck ali. Olhando com a pica dura que nem pedra. Virei ela e coloquei as perninhas dela no ombro enquanto o cuck tirava fotos. Comecei a meter com muita vontade. Queria gozar. Apertei bem as nádegas dela e enfiei a pica até o fundo. Gozei... Tudo dentro. Tirei a pica toda melada. Fomos pra sala, tomamos uma cerveja numa boa, como se fôssemos grandes amigos. Eles falaram pra eu ir na casa deles um dia. Tomara que seja logo..
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