Beleza, hoje sou um homem de 45 anos que já viveu de tudo na vida e, quando relembro, encontro capítulos que valem a pena contar aqui. Vamos lá no começo, quando eu tinha uns 13 anos mais ou menos e morava numa área bem rural. A gente brincava no campo, no riacho, de esconde-esconde ou de caçada, éramos uns selvagens. No grupo, éramos 5 moleques — vou omitir os nomes por precaução — mas entre nós tinha um que vamos chamar de Marcelito, e comentavam que ele tinha sido estuprado quando criança. Nunca ninguém teve coragem de perguntar nada pra ele, por vergonha. Só que eu, mais de uma vez, peguei ele olhando pro pau de algum colega, e ele ficava super sem graça. Eu nunca contei pra ninguém, e tudo seguia normal. Uma tarde, nós dois estávamos no campinho, que era um terreno cheio de arbustos que escondiam a vista das nossas quatro casas, e eu tive a ideia de perguntar o que tinha acontecido com ele, o que fizeram com ele. Pra minha surpresa, Marcelito, sem nenhum problema, começou a contar. Disse que um vizinho que já não morava mais no bairro, um dia, viu ele mijando entre as plantas e falou: "O que você tá fazendo aí, menino?" E perguntou se ele queria ir ao banheiro da casa dele pra ninguém ver. E Marcelito aceitou, entrou, o homem acompanhou ele até o banheiro e disse pra ele fazer xixi tranquilo, que não tinha problema, e que se quisesse, podia tirar o short pra ficar mais à vontade. Nisso, Marcelo não teve problema nenhum, tirou o short e a cueca e ficou pelado. Ele conta que o homem se aproximou e disse: "Menino, você é muito lindo", e começou a tocar ele na bunda, no pau e no rosto, até que deu um beijo na bochecha dele e perguntou se ele queria ver o pau dele. Marcelo disse que sim, que mostrasse, mas o homem falou que se mostrasse e ele gostasse, teria que dar uns beijinhos na cabeça do pau. Marcelito concordou e ficou esperando o que o homem ia mostrar. Ele disse: "Tirei um pau grandão e todo duro e perguntou: 'Você gosta?' E ele respondeu que sim, e como tinha prometido, deu uns beijinhos na racha da pica e o homem disse pra ele passar a linguinha e ele já tava no embalo e passou a língua na pica toda, desde a casca das bolas até a cabeça, e depois pediram pra ele chupar e o Marcelito, que já tinha gostado da pica, começou a chupar. Mas ele disse que de repente sentiu a boca toda se encher de uma coisa líquida e morna, e tirou a pica da boca enquanto o homem terminava de se masturbar. Aí eu parei ele e falei: "Mano, mas eu pensei que tinham te estuprado", e ele, tocando na minha pica, disse: "Se você guardar segredo, faço você gozar na minha boca também". Eu falei que sim, que era um túmulo e que não ia contar nada pra ninguém. Então ele me disse que gostava de sentar na buceta dos colegas e que eu era o único que ainda não tinha comido ele, então queria chupar minha pica e quando me dei conta, o Marcelito, enquanto falava tudo isso, já tinha pegado na minha pica e tava me fazendo uma bela punheta e eu já tava duro como um cacete, então falei que se ele queria chupar, que fizesse ali e agora. Ele, cheio de vontade, colocou na boca e começou a chupar, eu ainda não tinha muita noção, mas era muito gostoso, então me deitei de costas no gramado e deixei ele fazer até que comecei a sentir umas cócegas na pica e senti que algo começava a sair, e ele, me olhando, riu e disse: "Já gozou?" e eu tava curtindo meu primeiro orgasmo. Bom, tem muito mais, se quiserem que eu conte outras histórias, dêem um like ou comentário e a gente vê se continua. Falou, cambada de punheteiros.
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