Estas histórias são baseadas em fatos fictícios, qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência.
Meu nome é Axel, 25 anos, trabalho como autônomo, moro com minha mãe, divorciada há 10 anos, minha irmã mais velha Anita, também separada, de 32 anos, e a filha dela, Roxi, de 18 anos. Qualquer um poderia dizer que sou sortudo por viver cercado de mulheres, mas não é o meu caso — levamos uma vida chata e monótona..
..até o dia em que conheci minha prima Jéssica, uma universitária de 19 anos que mudou nossas vidas para sempre.
Tudo aconteceu naquele verão quente. Minha mãe, toda animada, disse que nossa prima viria de Córdoba para passar as férias em Salta. Nunca tive a chance de conhecê-la, então fiquei bem curioso.
Chegou o dia e eu tinha que esperar minha prima no terminal. A espera parecia eterna, não a via em lugar nenhum. Alguém tocou meu ombro...
— Oi, primo! Sou a Jéssica..
Fiquei sem palavras pra descrever o quanto ela era gostosa, meu deus! Branquinha, cabelo escuro liso, olhos claros, um corpo bem proporcionado e uns lábios carnudos.
— Que foi, ficou mudo, primo? Kkkk
Ela disse com aquela voz safada.
— Ah!! Desculpa, um prazer te conhecer, prima.
Depois pegamos um táxi pra casa. Entre risadas e comentários, eu não parava de olhar pra ela e pensava... "vai, mano, ela é sua prima, não fica secando ela assim tão descaradamente". Tão distraído que quase não paguei o táxi.
Já em casa, minha prima e minha mãe colocaram o papo em dia depois de muito tempo sem se ver. Eu olhava de canto quando podia — ela estava com uma regata e uma calça jeans bem apertada, a safadeza tomava conta dos meus pensamentos. Quase não prestava atenção na conversa, e minha velha me chamava a atenção: — "Sempre nas nuvens, hein... vai pegar algo gelado pra sua prima!"
Jéssica só ria da situação.
Minha irmã e a filha dela não estavam em casa — iam passar duas semanas fora, então só estávamos eu, minha mãe e minha prima. Os dias foram passando normal, até aquele dia... eu estava indo pro banheiro e notei a Porta entreaberta, espiei e vi aquela bunda enorme e nua da Jessica saindo do chuveiro. Voltei rápido pro meu quarto, o coração batendo que nem louco, e quando vi, já tava com o pau durasso, por Deus.
Nisso, escuto:
— Primo, era você que queria entrar no banheiro?
A puta da mãe, pensei... Não sabia o que responder.
— É... Sim, queria entrar, mas ouvi o chuveiro e voltei...
Mentira! Porque a água já não tava correndo, então fingi que não era nada e não saí do quarto, tava morrendo de vergonha.
— Bom, pode entrar se quiser tomar um banho...
Disse a Jessica.
Pensei: não posso ficar assim, todo excitado. Então bati uma punheta como Deus manda, gozei tanto e tão gostoso que acabei dormindo.
Quando acordei, já era mais de 11 da noite. Minha mãe tava dormindo, minha prima aparentemente também. Saí do quarto pra comer algo, tentei esquecer o que vi. Já tinha passado umas horas, tava vendo TV quando ouvi uns gemidos.
Fui pro corredor tentar descobrir o que era. Uma luz saía do quarto da minha prima, era a TV sem som. Quando olhei pela porta entreaberta, ela tava deitada na cama, pelada, de pernas abertas, enfiando os dedos na buceta depilada enquanto via pornô... no mudo.
Vendo aquele espetáculo, meu pau tava estourando o short. Devagar, tirei o pau pra fora e comecei a bater uma. A Jessica gemia mais rápido enquanto se dedilhava sem parar, e eu acompanhava o ritmo até deixar o pau bem molhado. Minha prima já tava toda melada e, tapando a boca, soltou um grito de prazer.
Foi espetacular ver aquele jorro de gozo saindo daquela buceta. Pouco depois, gozei umas três porradas de porra. Saiu tanto que molhei a porta e parte da entrada do quarto da minha prima. Não sabia o que fazer. Devagar, voltei pro meu quarto. Depois, ouvi minha prima andando pelo corredor e voltando pro quarto dela.
Não conseguia pregar o olho. Ficava na minha cabeça pensando: mas que merda eu fiz... Deus, Axel, tu é um degenerado... Amanhã me matam, acordo num dia normal, levanto pra tomar café.
Minha mãe e minha prima estavam tomando café e conversando
- Boa tarde... ei, até que horas você pensa em dormir? Já são 9 da manhã... nem cumprimenta.
Só consegui falar "oi", tava vermelho que nem um tomate, não saía palavra. A Jessica me olhava de canto e sorria. Quando minha mãe levantou da mesa, ela se virou, e nisso minha prima mostrou a língua, como se estivesse saboreando, e piscou pra mim.
Isso quer dizer... que ela tomou o gozo que deixei na entrada do quarto dela. Fiquei em choque.
- Bom, crianças, eu tenho que ir ver sua irmã, então cozinha algo pra sua prima, trata ela bem. Cuidem-se, galera, vejo vocês mais tarde.
Quando minha mãe disse "trata ela bem", já tava imaginando de que jeito.
Bom, tudo correu normal: limpamos nossos quartos, almoçamos e fomos ver TV.
Tava muito quente naquele dia, não tinha nada bom pra ver, então desligamos a TV. Eu queria puxar o assunto do que aconteceu ontem à noite, mas minha prima me ganhou nos comentários e perguntou:
- E aí, primo, já comeu alguém alguma vez? Hehe
- É, claro que sim, não era minha namorada, mas transei... e você, Jessica? Alguém te deu sua primeira vez??... perguntei.
- Ah, sim, tenho um namorado... mas ainda não rolou nada, ele é um chato. Haha, respondeu minha prima.
Ela parecia que tava esperando eu dizer as palavras mágicas, e eu respondi meio nervoso:
E... você não quer... que a gente transe?
- ...Ah, queria sim, primo. Ontem à noite provei seu gozo que deixou na entrada do meu quarto, hmm...
Disse com uma voz cheia de tesão.
- Você me viu batendo uma... viu que gostoso que gozei, né?
Fiquei ainda mais excitado quando ela disse tudo isso, só de me falar já me deixou de pau duro.
- Você tem uma buceta muito gostosa, Jessy, não sabe como eu comeria...
Sem esperar nada, a gente se agarrou num beijo descontrolado, a língua dela se enroscava na minha, as mãos dela estavam na minha entreperna, enquanto eu amassava a bunda dela.
Nossas roupas... Caíram no chão, minha prima segurava minha pica enquanto me beijava, se abaixou e com movimentos circulares da língua começou a chupar a cabeça, aos poucos foi enfiando tudo na boca até chegar nas bolas, era impressionante o barulho que ela fazia enquanto me dava uns chupões.
– Mmmm... ahh, que pica gostosa você tem, primo... agora vou meter essas bolas na minha boca.
Quanto mais ela fazia, mais dura ficava, até que num momento ela me fez gozar, a boca dela encheu de porra.
– Aahh, você gozou pra caralho... ainda quero mais leite... vou continuar chupando até ficar dura de novo...
Aí ela começou a limpar minha pica da ponta até as bolas.
– Isso, assim que eu gosto, prima, agora quero que você me dê aquela buceta bem molhada que você tem...
Partimos pra um 69 no chão, minha língua se enfiava entre os lábios da buceta dela enquanto ela chupava minha pica.
Já tava dura de novo, a gente se levantou e ficou se acariciando, Jessica me pegou pela pica e me levou pro quarto dela, se deitou de pernas abertas e segurando a própria buceta disse:
– Primo, quero que você seja minha primeira vez, enfia a pica, vai, vem e me come no pelo... vai, vai, sou sua puta...
– Jessica... tem certeza que é isso que você quer?
– Sim, vai... Axel, não tem problema, vem, bebê.
Peguei minha pica e enfiei devagar naquela buceta, puta merda! Como era apertada, a gente se olhou fixo, eu segurei as pernas dela e ela me abraçou.
Saiu um pouco de sangue... mas ela não ligou, comecei a meter mais rápido, ela gemia igual uma louca, depois virei ela e a gente fez de quatro.
– Que rabo gostoso você tem, prima!! Assim que você gosta, né, de quatro, puta!
– Aahh, aah, aahh, aha!! Sim, sim, vai mais... mais... me come mais forte!!
Jessica me pegou pelo braço, me jogou na cama e montou na minha pica, eu segurei os peitos dela, como ela cavalgava, a filha da puta, a cama parecia que ia desmontar a qualquer hora.
Ela não parava de cavalgar, gemia cada vez mais alto, minha pica enfiou até o fundo, eu segurei ela pela cintura e virei de lado. Comecei a bombear ela de lado.
Eu tava beijando e comendo ela bem forte, nossos corpos estavam banhados de suor, não ligava nem pro calor que tava fazendo.
– Jessica!! Tô gozando aaahh!! Não aguento mais!!
– Aaah aah aha!!! Isso, vai, vai mais rápido!! Dá seu leite quente, Primo!! Acaba comigo!!
Gozei dentro dela, dava pra sentir minha porra saindo lá dentro, minha prima também deu um squirt forte.
Que momento que a gente passou, távamos mortos tentando recuperar o fôlego, tudo suado, os lençóis molhados dos nossos fluidos.
Jessy abriu a buceta e começou a sair toda a porra que eu deixei.
– Olha como você me deixou, primo, ainda tá quentinha, mm, bebe, cê é um amor... agora vamos limpar tudo isso antes que a Tia chegue.
Peguei os lençóis e joguei na máquina de lavar... minha mãe ainda não tinha chegado e a gente ainda tava pelado andando pela casa, aí chegou um wpp da minha velha, só vai vir à noite... nisso minha prima me chamou:
– Sabe que depois de tanta atividade a gente devia tomar um banho, não acha?
Eu peguei ela pela cintura, encostei na parede, entre beijos falei:
– Vamos sim... priminha, eu sei o que você quer, Jessica, a gente tem até a noite...
E bom, vocês podem imaginar o que rolou no banheiro, mas claro, isso fica pro próximo episódio.
Espero que tenham gostado do relato, desculpa pela ortografia.
Agora, por favor, comentem e deixem seu Like.
Meu nome é Axel, 25 anos, trabalho como autônomo, moro com minha mãe, divorciada há 10 anos, minha irmã mais velha Anita, também separada, de 32 anos, e a filha dela, Roxi, de 18 anos. Qualquer um poderia dizer que sou sortudo por viver cercado de mulheres, mas não é o meu caso — levamos uma vida chata e monótona..
..até o dia em que conheci minha prima Jéssica, uma universitária de 19 anos que mudou nossas vidas para sempre.
Tudo aconteceu naquele verão quente. Minha mãe, toda animada, disse que nossa prima viria de Córdoba para passar as férias em Salta. Nunca tive a chance de conhecê-la, então fiquei bem curioso.
Chegou o dia e eu tinha que esperar minha prima no terminal. A espera parecia eterna, não a via em lugar nenhum. Alguém tocou meu ombro...
— Oi, primo! Sou a Jéssica..
Fiquei sem palavras pra descrever o quanto ela era gostosa, meu deus! Branquinha, cabelo escuro liso, olhos claros, um corpo bem proporcionado e uns lábios carnudos.
— Que foi, ficou mudo, primo? Kkkk
Ela disse com aquela voz safada.
— Ah!! Desculpa, um prazer te conhecer, prima.
Depois pegamos um táxi pra casa. Entre risadas e comentários, eu não parava de olhar pra ela e pensava... "vai, mano, ela é sua prima, não fica secando ela assim tão descaradamente". Tão distraído que quase não paguei o táxi.
Já em casa, minha prima e minha mãe colocaram o papo em dia depois de muito tempo sem se ver. Eu olhava de canto quando podia — ela estava com uma regata e uma calça jeans bem apertada, a safadeza tomava conta dos meus pensamentos. Quase não prestava atenção na conversa, e minha velha me chamava a atenção: — "Sempre nas nuvens, hein... vai pegar algo gelado pra sua prima!"
Jéssica só ria da situação.
Minha irmã e a filha dela não estavam em casa — iam passar duas semanas fora, então só estávamos eu, minha mãe e minha prima. Os dias foram passando normal, até aquele dia... eu estava indo pro banheiro e notei a Porta entreaberta, espiei e vi aquela bunda enorme e nua da Jessica saindo do chuveiro. Voltei rápido pro meu quarto, o coração batendo que nem louco, e quando vi, já tava com o pau durasso, por Deus.
Nisso, escuto:
— Primo, era você que queria entrar no banheiro?
A puta da mãe, pensei... Não sabia o que responder.
— É... Sim, queria entrar, mas ouvi o chuveiro e voltei...
Mentira! Porque a água já não tava correndo, então fingi que não era nada e não saí do quarto, tava morrendo de vergonha.
— Bom, pode entrar se quiser tomar um banho...
Disse a Jessica.
Pensei: não posso ficar assim, todo excitado. Então bati uma punheta como Deus manda, gozei tanto e tão gostoso que acabei dormindo.
Quando acordei, já era mais de 11 da noite. Minha mãe tava dormindo, minha prima aparentemente também. Saí do quarto pra comer algo, tentei esquecer o que vi. Já tinha passado umas horas, tava vendo TV quando ouvi uns gemidos.
Fui pro corredor tentar descobrir o que era. Uma luz saía do quarto da minha prima, era a TV sem som. Quando olhei pela porta entreaberta, ela tava deitada na cama, pelada, de pernas abertas, enfiando os dedos na buceta depilada enquanto via pornô... no mudo.
Vendo aquele espetáculo, meu pau tava estourando o short. Devagar, tirei o pau pra fora e comecei a bater uma. A Jessica gemia mais rápido enquanto se dedilhava sem parar, e eu acompanhava o ritmo até deixar o pau bem molhado. Minha prima já tava toda melada e, tapando a boca, soltou um grito de prazer.
Foi espetacular ver aquele jorro de gozo saindo daquela buceta. Pouco depois, gozei umas três porradas de porra. Saiu tanto que molhei a porta e parte da entrada do quarto da minha prima. Não sabia o que fazer. Devagar, voltei pro meu quarto. Depois, ouvi minha prima andando pelo corredor e voltando pro quarto dela.
Não conseguia pregar o olho. Ficava na minha cabeça pensando: mas que merda eu fiz... Deus, Axel, tu é um degenerado... Amanhã me matam, acordo num dia normal, levanto pra tomar café.
Minha mãe e minha prima estavam tomando café e conversando
- Boa tarde... ei, até que horas você pensa em dormir? Já são 9 da manhã... nem cumprimenta.
Só consegui falar "oi", tava vermelho que nem um tomate, não saía palavra. A Jessica me olhava de canto e sorria. Quando minha mãe levantou da mesa, ela se virou, e nisso minha prima mostrou a língua, como se estivesse saboreando, e piscou pra mim.
Isso quer dizer... que ela tomou o gozo que deixei na entrada do quarto dela. Fiquei em choque.
- Bom, crianças, eu tenho que ir ver sua irmã, então cozinha algo pra sua prima, trata ela bem. Cuidem-se, galera, vejo vocês mais tarde.
Quando minha mãe disse "trata ela bem", já tava imaginando de que jeito.
Bom, tudo correu normal: limpamos nossos quartos, almoçamos e fomos ver TV.
Tava muito quente naquele dia, não tinha nada bom pra ver, então desligamos a TV. Eu queria puxar o assunto do que aconteceu ontem à noite, mas minha prima me ganhou nos comentários e perguntou:
- E aí, primo, já comeu alguém alguma vez? Hehe
- É, claro que sim, não era minha namorada, mas transei... e você, Jessica? Alguém te deu sua primeira vez??... perguntei.
- Ah, sim, tenho um namorado... mas ainda não rolou nada, ele é um chato. Haha, respondeu minha prima.
Ela parecia que tava esperando eu dizer as palavras mágicas, e eu respondi meio nervoso:
E... você não quer... que a gente transe?
- ...Ah, queria sim, primo. Ontem à noite provei seu gozo que deixou na entrada do meu quarto, hmm...
Disse com uma voz cheia de tesão.
- Você me viu batendo uma... viu que gostoso que gozei, né?
Fiquei ainda mais excitado quando ela disse tudo isso, só de me falar já me deixou de pau duro.
- Você tem uma buceta muito gostosa, Jessy, não sabe como eu comeria...
Sem esperar nada, a gente se agarrou num beijo descontrolado, a língua dela se enroscava na minha, as mãos dela estavam na minha entreperna, enquanto eu amassava a bunda dela.
Nossas roupas... Caíram no chão, minha prima segurava minha pica enquanto me beijava, se abaixou e com movimentos circulares da língua começou a chupar a cabeça, aos poucos foi enfiando tudo na boca até chegar nas bolas, era impressionante o barulho que ela fazia enquanto me dava uns chupões.
– Mmmm... ahh, que pica gostosa você tem, primo... agora vou meter essas bolas na minha boca.
Quanto mais ela fazia, mais dura ficava, até que num momento ela me fez gozar, a boca dela encheu de porra.
– Aahh, você gozou pra caralho... ainda quero mais leite... vou continuar chupando até ficar dura de novo...
Aí ela começou a limpar minha pica da ponta até as bolas.
– Isso, assim que eu gosto, prima, agora quero que você me dê aquela buceta bem molhada que você tem...
Partimos pra um 69 no chão, minha língua se enfiava entre os lábios da buceta dela enquanto ela chupava minha pica.
Já tava dura de novo, a gente se levantou e ficou se acariciando, Jessica me pegou pela pica e me levou pro quarto dela, se deitou de pernas abertas e segurando a própria buceta disse:
– Primo, quero que você seja minha primeira vez, enfia a pica, vai, vem e me come no pelo... vai, vai, sou sua puta...
– Jessica... tem certeza que é isso que você quer?
– Sim, vai... Axel, não tem problema, vem, bebê.
Peguei minha pica e enfiei devagar naquela buceta, puta merda! Como era apertada, a gente se olhou fixo, eu segurei as pernas dela e ela me abraçou.
Saiu um pouco de sangue... mas ela não ligou, comecei a meter mais rápido, ela gemia igual uma louca, depois virei ela e a gente fez de quatro.
– Que rabo gostoso você tem, prima!! Assim que você gosta, né, de quatro, puta!
– Aahh, aah, aahh, aha!! Sim, sim, vai mais... mais... me come mais forte!!
Jessica me pegou pelo braço, me jogou na cama e montou na minha pica, eu segurei os peitos dela, como ela cavalgava, a filha da puta, a cama parecia que ia desmontar a qualquer hora.
Ela não parava de cavalgar, gemia cada vez mais alto, minha pica enfiou até o fundo, eu segurei ela pela cintura e virei de lado. Comecei a bombear ela de lado.
Eu tava beijando e comendo ela bem forte, nossos corpos estavam banhados de suor, não ligava nem pro calor que tava fazendo.
– Jessica!! Tô gozando aaahh!! Não aguento mais!!
– Aaah aah aha!!! Isso, vai, vai mais rápido!! Dá seu leite quente, Primo!! Acaba comigo!!
Gozei dentro dela, dava pra sentir minha porra saindo lá dentro, minha prima também deu um squirt forte.
Que momento que a gente passou, távamos mortos tentando recuperar o fôlego, tudo suado, os lençóis molhados dos nossos fluidos.
Jessy abriu a buceta e começou a sair toda a porra que eu deixei.
– Olha como você me deixou, primo, ainda tá quentinha, mm, bebe, cê é um amor... agora vamos limpar tudo isso antes que a Tia chegue.
Peguei os lençóis e joguei na máquina de lavar... minha mãe ainda não tinha chegado e a gente ainda tava pelado andando pela casa, aí chegou um wpp da minha velha, só vai vir à noite... nisso minha prima me chamou:
– Sabe que depois de tanta atividade a gente devia tomar um banho, não acha?
Eu peguei ela pela cintura, encostei na parede, entre beijos falei:
– Vamos sim... priminha, eu sei o que você quer, Jessica, a gente tem até a noite...
E bom, vocês podem imaginar o que rolou no banheiro, mas claro, isso fica pro próximo episódio.
Espero que tenham gostado do relato, desculpa pela ortografia.
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